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terça-feira, 31 de maio de 2016
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Como combater (sem veneno) lagartas na sua horta??
Hortas sem lagartas |
Mas caso a infestação seja muito grande, o indicado é utilizar produtos à base da bactéria Bacillus thuringiensis, um dos poucos exemplos de controle biológico bem-sucedido - tanto que é aceito pelas certificadoras de produtos orgânicos. A bactéria infecta somente as lagartas, sem afetar outros insetos, inclusive aqueles que podem oferecer algum benefício à horta. Esses produtos são encontrados no mercado com seus respectivos nomes comerciais.
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quarta-feira, 25 de maio de 2016
Conheça as frutas que preservam a lucidez por mais tempo!!
Por Rafael Alves
Uma reunião nacional da Sociedade Americana de Química, em Boston
(Massachussets, EUA), terminou concluindo que frutas vermelhas – tais
como morango, framboesa e amora, que em inglês são identificadas por
terminar com “Berry” – são úteis para desacelerar o processo de desgaste
natural do cérebro, ou seja, retardam o envelhecimento de nosso sistema
nervoso.
Os testes para comprovar essa tese foram especialmente preparados
para serem apresentados na conferência em Boston. Apesar de um
experimento como este não ser dos mais perigosos, foi inicialmente
testado em ratos. Os cientistas passaram a alimentar os camundongos
perto do final da vida (eles, assim como as ratazanas, vivem entre 2 e 3
anos), durante dois meses, com porções de morango, mirtilo (também
chamado de uva-do-monte, é outra frutinha do grupo com propriedades
quase miraculosas) ou amora. Os exames mostraram uma reversão do
declínio relativo à idade nas funções nervosa e comportamental que
envolvem o aprendizado e a memória nos ratos.
Os pesquisadores, no entanto, não têm dúvidas de que os mesmos
efeitos são observados em humanos. Isso porque os nutrientes das frutas e
os compostos tóxicos que elas limpam são os mesmos, entre ratos e
humanos. A alimentação, assim, desempenha na sanidade mental dos
velhinhos um papel mais importante do que imaginamos. [WebMD]
24.08.2010
as 22:16
Uma reunião nacional da Sociedade Americana de Química, em Boston
(Massachussets, EUA), terminou concluindo que frutas vermelhas – tais
como morango, framboesa e amora, que em inglês são identificadas por
terminar com “Berry” – são úteis para desacelerar o processo de desgaste
natural do cérebro, ou seja, retardam o envelhecimento de nosso sistema
nervoso.
O motivo: alguns compostos químicos, presentes nestas frutas, limpam e
reciclam proteínas tóxicas, que ocorrem naturalmente e são responsáveis
pelo declínio gradativo das capacidades mentais e pela perda de
memória. Tais compostos naturais são os polifenóis, que além destas
frutas também podem ser encontrados (em quantidade um pouco menor) em
legumes e nozes.
Os polifenóis têm um antioxidante e exercem efeito anti-inflamatório que pode proteger contra a degradação cerebral que vem com a chegada da “melhor idade”.
Os polifenóis têm um antioxidante e exercem efeito anti-inflamatório que pode proteger contra a degradação cerebral que vem com a chegada da “melhor idade”.
Os testes para comprovar essa tese foram especialmente preparados
para serem apresentados na conferência em Boston. Apesar de um
experimento como este não ser dos mais perigosos, foi inicialmente
testado em ratos. Os cientistas passaram a alimentar os camundongos
perto do final da vida (eles, assim como as ratazanas, vivem entre 2 e 3
anos), durante dois meses, com porções de morango, mirtilo (também
chamado de uva-do-monte, é outra frutinha do grupo com propriedades
quase miraculosas) ou amora. Os exames mostraram uma reversão do
declínio relativo à idade nas funções nervosa e comportamental que
envolvem o aprendizado e a memória nos ratos.
Os pesquisadores, no entanto, não têm dúvidas de que os mesmos
efeitos são observados em humanos. Isso porque os nutrientes das frutas e
os compostos tóxicos que elas limpam são os mesmos, entre ratos e
humanos. A alimentação, assim, desempenha na sanidade mental dos
velhinhos um papel mais importante do que imaginamos. [WebMD]terça-feira, 24 de maio de 2016
Onde encontrar sementes e mudas de hortaliças e plantas que saíram de “moda”, como jacatupé, ora-pro-nobis, taioba, entre tantas outras?
por Tadeu Montanaro Silva | Itumbiara, GO
Ora-pro-nobis: folhas cruas servem para saladas; secas e moídas, vão em tortas, refogados, massas e pães
Inhame: para cozimento e fabricação de farinha
Jacatupe: raiz comida crua ou como polvilho
Physalis: fruta pode ser consumida in natura ou em compotas, geleias e até licores
| Jacatupé (Pachyrrhizus tuberosus)
- Seu consumo é comum na Amazônia Ocidental, especialmente entre as
populações indígenas. Herbácea trepadora, pode atingir até três metros
de altura quando tutorada. Rústica e de cultivo simples, é de fácil
adaptação às diferentes regiões do país. O próprio agricultor pode
produzir sementes do jacatupé, também conhecido como feijão-macuco ou
feijão-batata. Com propriedade diurética e muita proteína, a raiz da
planta serve para produção de farinha ou polvilho para pães e biscoitos.
O solo para o plantio deve ser profundo, arenoso, bem drenado e com bom
teor de matéria orgânica. A semeadura é realizada no espaçamento de 0,4
a 0,5 metro entre plantas, e de 0,8 a um metro entre leiras, com duas
sementes por cova. Em cinco meses, pode ser iniciada a colheita. Inhame (Dioscorea spp.) - Rico em vitaminas do complexo B, possui sais minerais, carboidratos e contém baixo teor de gordura. Fevereiro e abril são os melhores meses para se obter mudas para plantios de sequeiro no Nordeste. Julho e agosto são ideais para o cultivo irrigado. O terreno deve ser arenoso, profundo, bem drenado, rico em matéria orgânica e com pH de 5,5 a 6. A planta tem bom desenvolvimento sob clima quente e úmido, com temperatura média de 24 a 30 graus célsius (ºC). Em plantios domésticos, o cultivo é feito em covas altas (matumbos), com cerca de 30 centímetros de altura. A muda é colocada no alto e no centro da cova e em profundidade de dez centímetros. Recomenda-se espaçamento de um a 1,2 por 0,8 metro. A maturação completa se dá em cerca de 270 dias. Pode ser colhido quando as folhas da parte superior da planta estiverem amareladas e secas. Ora-pro-nobis (Pereskia aculeata) - Pertencente à família das cactáceas, tem fácil manejo e adaptação a diferentes climas e tipos de solo. Na medicina popular, as folhas são indicadas para aliviar processos inflamatórios e na recuperação da pele em casos de queimadura. Também podem ser misturadas à ração animal. Para consumo, somente é indicada a variedade que produz flores brancas. A planta em forma de arbusto e com espinhos pontiagudos nos ramos é uma excelente cerca viva. Desenvolve-se em ambientes com incidência de sol ou à meia-sombra. O plantio deve ser realizado no início do período das chuvas. A propagação ocorre por estacas de 20 centímetros. Um terço deve ser enterrado em substrato composto de uma parte de terra de subsolo e outra de esterco curtido. Após o enraizamento, as mudas devem ser transplantadas para o local definitivo com espaçamento de um a 1,30 metro entre fileiras e de 40 a 60 centímetros entre plantas. Em três meses inicia-se a colheita, depois da poda dos galhos. Physalis (Physalis angulata) - Também conhecida como camapum, saco-de-bode, mulaca e joá-de-capote, a physalis é uma fruta pequena, redonda e de cor verde, amarela, laranja ou vermelha. Nasce em arbusto de caule ereto e ramificado – que chega a 2,5 metros de altura se tutorado. É rica em vitamina A e C, fósforo e ferro. Folhas, frutos e raízes são usados na medicina popular no combate a diabetes, reumatismo, doenças de pele, bexiga e fígado. Pode ser plantada em qualquer época do ano e adapta-se bem ao clima quente, com tolerância ao frio. Não gosta de excesso de umidade e é vulnerável a doenças fúngicas. A propagação é feita por sementes, colocadas em substrato para hortaliças, em bandejas de isopor com 128 células, copos de plástico de 300 mililitros ou saquinhos de polietileno de 13 por 13 centímetros. Com 20 a 30 centímetros de altura, transfira as mudas para local com solo rico em matéria orgânica e pH de 5,5 a 6. O plantio deve ser em duplas, lado a lado, com 30 centímetros de distância. Ao atingir 80 centímetros de altura, faça o tutoramento. Em quatro ou cinco meses, produz de um a três quilos de frutos por planta. Taioba (Xanthosoma sagittifolium) - É rústica e de plantio fácil. As folhas, ricas em vitamina A e amido, são consumidas em refogados e em recheios de tortas e bolinhos, mas nunca cruas. Os talos maiores podem ser fritos ou empanados. É originária da América Central e do norte da América do Sul. Em hortas, cresce bem quando disposta em linha de divisa ou beirando muros, tolerando meia-sombra. Pode ser usada como planta ornamental. Os rizomas utilizados no cultivo são obtidos de plantas maduras. Apresenta bom desenvolvimento em regiões de clima quente e com temperaturas acima de 25 ºC. Indicada para solo fértil, rico em matéria orgânica, bem drenado e com pH entre 5,8 e 6,5. As folhas são colhidas a partir de 70 dias, quando totalmente abertas. Os rizomas estão no ponto entre sete e oito meses, quando as folhas secarem. |
CONSULTORES: NUNO R. MADEIRA, pesquisador da Embrapa Hortaliças, BR-060, Km 09, Caixa Postal 218, CEP 70359-970, Brasília, DF, tel. (61) 3385-9000, sac@cnph.embrapa.br; e Georgeton S. R. Silveira, extensionista da Emater-MG (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais), Rua Raja Gabaglia, 1626, Gutierrez, CEP 30441-194, Belo Horizonte, MG, tel. (31) 3349-8000, portal@emater.mg.gov.br
MAIS INFORMAÇÕES: Mapa, Emater-MG, Embrapa Hortaliças e Epamig estão lançando o Manual de hortaliças não convencionais; informações sobre a edição podem ser obtidas na Emater-MG, portal@emater.mg.gov.br ou tel. (31) 3349-8000
Turismo rural terá roteiro também no feriado de Corpus Christi - Porto Alegre
Foto: Divulgação/PMPA
Passeio inclui pequenas propriedades com características nativas diversificadas.
Um passeio pela rota turística Caminhos Rurais
de Porto Alegre é opção de lazer sugerida para o feriado de Corpus
Christi nesta quinta-feira, 26. O roteiro conduzirá os participantes por
pequenas propriedades com características nativas diversificadas, sendo
por isso uma oportunidade para se conhecer sítios e atrativos naturais
da zona Sul da capital gaúcha. A iniciativa de oferecer o roteiro para o
feriado é da agência de receptivo local Rota Cultural, e tem o apoio da
Secretaria Municipal de Turismo (SMTUR).
O trajeto será realizado em um ônibus de turismo com saída às 9h do
estacionamento Haudi Park, localizado no Largo Vespasiano Júlio Veppo,
127. O passeio iniciará com uma visita ao Santuário Nª Sª Mãe de Deus,
no alto do Morro da Pedra Redonda, com vista para a formação geográfica
da cidade e seu entorno marcado por vários morros, o Lago Guaíba, ilhas
do Delta do Jacuí e o início da Lagoa dos Patos. Após, o roteiro
continuará com a visitação à Praça de Belém Velho, com suas figueiras
centenárias e casas geminadas típicas açorianas. Em seguida, o grupo
seguirá até a Cabanha La Paloma, no bairro Lageado. A propriedade possui
15 hectares e ensina como encilhar e o manejo de cavalos crioulos . No
local, será servido almoço caseiro incluso no pacote, com exceção das
bebidas.
Agroecologia - À tarde, o grupo conhecerá o Sítio
dos Herdeiros, no bairro Lami. Um dos destaques da propriedade, que
possuiu 18 mil metros quadrados, é a produção agroecológica. O
agricultor e ecologista Salvador Rosa da Silva e sua esposa Vera há 12
anos produzem folhosas e frutas sem agrotóxicos, além de criarem ovelhas
e gado. O casal também produz geleias e pastas para comercializar na
tradicional Feira Ecológica do Parque da Redenção, que ocorre todos os
sábados na avenida José Bonifácio. Depois da visita, os participantes
embarcarão no ônibus para o retorno com desembarque no mesmo local de
partida, com previsão de chegada até as 18h.
O passeio inclui guia de turismo, transporte, almoço, ingresso às
propriedades e seguro. Os bilhetes devem ser adquiridos junto à agência
de turismo, operadora do passeio. Mais informações estão disponíveis
pelos telefones (51) 3348.1649 e (51) 9985.8303.
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Goiaba serrana - Veja mais no vídeo abaixo!
Uma fruta que agrada tanto pelo sabor como pelos benefícios medicinais, é a goiaba serrana, também conhecida como feijoa, goiaba do mato, goiaba crioula. Confira. Fonte: Epagri.
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Farinha de Banana Verde - Previne doenças e até ajuda a emagrecer.
A banana verde faz parte da tradição culinária de diversas regiões da América do Sul, como Nordeste e Norte brasileiros, Colômbia, Venezuela e Peru.
- O beneficio da banana verde é o conteúdo de fibras solúveis, que protege todo o aparelho digestivo - destaca a nutricionista Jacira Santos.
Ainda verde, a banana possui grande quantidade de amido resistente (26%), um tipo de carboidrato que beneficia a flora intestinal. Com o amadurecimento da fruta, a concentração desse elemento cai para 2%.
O amido resistente - também encontrado no arroz cozido frio - não é absorvido pelo estômago, atravessa todo o intestino e, na porção terminal, o intestino grosso, "multiplica a flora intestinal de bactérias benéficas", explica Jacira.
Assim, mantém a integridade da mucosa intestinal, que absorve os nutrientes e barra a entrada de substâncias maléficas. Por isso, esse amido ajuda a prevenir diarreia, constipação e até câncer de intestino.
A fruta ainda colabora na prevenção de doenças cardíacas, pois diminui a produção do LDL (o colesterol ruim) pelo fígado e aumenta sua eliminação pelos ácidos biliares.
O amido resistente pode ajudar também na perda de peso, por aumentar a sensação de saciedade. A banana verde tem, ainda, baixo índice glicêmico, o que torna a digestão e absorção da fruta mais lentas.
A liberação de glicose no sangue ocorre gradativamente e os níveis de glicose sanguínea se mantêm controlados, prevenindo o desenvolvimento de diabetes e o acúmulo de gordura corporal.
O alimento possui minerais e vitaminas A, do complexo B e C.
- A farinha de banana verde é considerada um alimento funcional rico em amido, proteína e minerais como o potássio, cálcio, magnésio e zinco - explica a nutricionista Juliana Oliveira.
O produto pode substituir parte da farinha de trigo em receitas de pães, bolos, biscoitos e outras massas, ou pode ser adicionado ao final de preparações como suco, arroz, feijão e sopas.
Juliana sugere outra forma de consumo: 2 colheres de sopa da farinha diluídas em água, até duas vezes ao dia, trinta minutos antes das refeições.
- O consumo de água durante o dia é importante, pois a farinha de banana verde é rica em fibras e, caso não haja um consumo adequado de água, pode ocorrer prisão de ventre e fezes ressecadas - ressalta Juliana.
Pastagens de campo nativo oferecem boa alimentação para o gado - Program...
Na região sul do Estado, a situação climática esta sendo boa para a pecuária. As pastagens de campo nativo estão bem desenvolvidas fornecendo uma boa alimentação para o gado. Confira na reportagem de Gabriela Guido.
Como fazer a #compostagem caseira
Agroecologia - Planeta - Parte 2
No Planeta desta semana, você vai entender como a retomada de antigas práticas tem melhorado a qualidade dos produtos colhidos no campo. É a agroecologia, um movimento que surgiu na década de 1960 e tem ganhado força no país. Você vai conhecer o trabalho do Centro de Tecnologias Alternativas, que transforma o conhecimento do homem do campo em técnicas e ações que facilitam o dia a dia. E mais: confira uma pesquisa da Embrapa com a Cratilia, uma planta usada como alimento para o gado no Piauí e que tem se revelado uma ótima opção para melhorar a qualidade da terra
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Agroecologia - Planeta - Parte 1
No Planeta desta semana, você vai entender como a retomada de antigas práticas tem melhorado a qualidade dos produtos colhidos no campo. É a agroecologia, um movimento que surgiu na década de 1960 e tem ganhado força no país. Você vai conhecer o trabalho do Centro de Tecnologias Alternativas, que transforma o conhecimento do homem do campo em técnicas e ações que facilitam o dia a dia. E mais: confira uma pesquisa da Embrapa com a Cratilia, uma planta usada como alimento para o gado no Piauí e que tem se revelado uma ótima opção para melhorar a qualidade da terra
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Trilhas do Sabor - Matos Comestíveis (#PANCS)- Ep. 46 - Parte 1
Rusty Marcellini vai às ruas e praças de Belo Horizonte para encontrar
espécies de plantas que nascem espontaneamente e são comestíveis.
Descubra as devidas recomendações e cuidados para saber o que colher,
quando colher e como preparar os ditos "matos comestíveis",
chamados pelos pesquisadores de hortaliças não convencionais.
terça-feira, 17 de maio de 2016
Physalis PT - fisális combate a diabetes, o reumatismo crônico, doenças de pele, bexiga, rins e fígado.

A physalis é uma fruta bem interessante: considerada exótica, é encontrada no mercado a preços elevados, mas, apesar disso, no Norte e Nordeste do nosso país ela é comum nos quintais e chamada por nomes bem brasileiros:camapum, joá-de-capote, saco-de-bode, bucho-de-rã, bate-testa e mata-fome.
Esta fruta é conhecida por purificar o sangue, fortalecer o sistema imunológico, aliviar dores de garganta e ajudar a diminuir as taxas de colesterol. A população nativa da Amazônia utiliza os frutos, folhas e raízes no combate à diabetes, reumatismo, doenças da pele, bexiga, rins e fígado.
A planta tem sido estudada também por fornecer um poderoso instrumento para controlar o sistema de defesa do organismo, diminuindo a rejeição em transplantes e atacando alergias.
Pesquisadores da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) da Bahia identificaram substâncias com esse potencial na Physalis angulata e já solicitaram patente sobre o uso delas. Testadas por enquanto em camundongos, espera-se que as fisalinas (chamadas de B, F e G) tenham um efeito tão bom quanto o das substâncias usadas hoje para controlar o sistema imune, mas com menos efeitos colaterais, quando forem usadas em pacientes humanos.
Dicas de consumo: Consumir a fruta in natura, chá, molhos, compotas, doces e geleias. Suas folhas, frutos e raízes são utilizados na medicina popular da Amazônia para combater diabetes, reumatismo crônico, doenças de pele, da bexiga e do fígado. Porém, a cada novo estudo sobre a sua fruta, novos componentes de interesse funcional e nutracêutico aparecem.
Gostou? É só me seguir para receber diariamente dicas de nutrição e saúde.
Fonte: http://www.jardimdeflores.com.br/floresefolhas/A46physalis.htm
É
rica em ácidos orgânicos (cítrico e málico), caroteno, alcalóides,
saponinas, physalina, alto teor de vitaminas A, C, fósforo e ferro, além
de flavonóides, alcalóides e fitoesteróides, alguns recém descobertos
pela ciência.
A
physalis é cicatrizante, purifica o sangue, diminui a albumina dos
rins, fortifica os nervos ópticos, limpa as cataratas, alivia problemas
de garganta. É indicada como coadjuvante no tratamento do carcinoma de
próstata e colesterol elevado.
Combate a diabetes, o reumatismo crônico, doenças de pele, bexiga, rins e fígado. Favorecem a dissolução dos cálculos de sais úricos e eliminação de areias através da ingesta de bagas frescas ou secas.
Combate a diabetes, o reumatismo crônico, doenças de pele, bexiga, rins e fígado. Favorecem a dissolução dos cálculos de sais úricos e eliminação de areias através da ingesta de bagas frescas ou secas.
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Implantado a partir do RS, projeto Quintais Orgânicos é selecionado para programa da ONU
Fonte: jornal sul 21

Projeto que já ultrapassou as fronteiras do país e beneficia populações vulneráveis, como a indígena. São mais de 60 mil beneficiados||Foto: Projeto Quintais Orgânicos
Jaqueline Silveira
Criado em 2003 para atender o programa Fome Zero, do governo federal, o projeto Quintais Orgânicos de Frutas, implantado pela Embrapa de Pelotas, zona sul do Estado, cresceu ao longo dos anos e, agora, semeará sua experiência internacionalmente. Isso porque a iniciativa foi selecionada para integrar a Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável, que faz parte do programa de cooperação com a Organização das Nações Unidas (ONU) para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Financiado pelo antigo Ministério da Segurança Alimentar e Combate à Fome, o projeto da Embrapa Clima Temperado iniciou com 11 quintais em diferentes regiões do Rio Grande do Sul e expandiu, a partir de 2004, com recursos bancados pela Eletrobras, por meio da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE), dentro do programa de Responsabilidade Social da estatal. Atualmente, há 2.018 quintais espalhados em 194 municípios nos três estados da região Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além de duas cidades do Uruguai, Rivera e Artigas, municípios que fazem fronteira com o Brasil.

Quintais produzem 38 espécies alimentares à população, 18 delas é de frutas|Foto: Projeto Quintais Orgânicos
Em 2013, o projeto recebeu o Prêmio de Inovação na categoria Tecnologia Social-Região Sul e Nacional, o que também rendeu um aporte de recursos da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). Os quintais produzem 38 espécies alimentares. Desse número, 18 são frutas, entre elas, a cerejeira do Rio Grande, que está em extinção no Estado. Há também 13 espécies de hortaliças, como alface, cenoura, pimenta, tomate e grão de bico, e foi incluído, ainda, o cultivo de milho, feijão e batata-doce. A partir de 2015, foi incluída uma espécie para alimentação animal, com a distribuição de mudas de forrageira, no caso o capim elefante anão (BRS Kurumi).
Baseado nos princípios da produção orgânica, o projeto beneficia agricultores familiares, população indígena e quilombola, assentados da reforma agrária, alunos de escolas rurais e urbanas, além de instituições de assistência social. São mais de 60 mil beneficiados diretamente. O projeto dos Quintais Orgânicos, informa o coordenador da iniciativa, Fernando Costa Gomes, já recebeu cinco premiações nacionais e a indicação para integrar a Plataforma Boas Práticas é mais um reconhecimento do trabalho da equipe, que é constituída, entre outros, de oito pesquisadores e 21 bolsistas de diferentes áreas.
Indicação traz visibilidade
“A seleção não traz recurso, só visibilidade, mas é extremamente importante. A inserção do projeto nesta plataforma permite socializar e divulgar suas atividades para mais populações que se encontram em vulnerabilidade social”, afirma Gomes, que é engenheiro agrônomo, acreditando que a experiência desenvolvida na Região Sul será socializada em nível mundial. A iniciativa da Embrapa foi selecionada sob a temática de Segurança Alimentar e Nutricional. “Abrimos espaço para novas oportunidades”, completa o chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Clenio Pillon.
Além do cultivo, beneficiados aprendem a fazer sucos, geleias |Foto: Projeto Quintais Orgânicos
Os quintais possuem mil metros quadrados e os alimentos cultivados, conforme Gomes, são voltados ao consumo das comunidades, contudo, podem ser comercializados, já que normalmente há sobra de produção. “Não é o foco ganhar dinheiro”, esclarece o coordenador da iniciativa. A ideia, conforme o engenheiro agrônomo, é estimular a produção de orgânicos e oportunizar uma referência às comunidades. Isso porque as orientações não se limitam ao cultivo das frutas e hortaliças, os beneficiados também aprendem a fazer iogurtes, geleias e sucos, por exemplo. O interessado em ter o quintal precisar preencher um formulário e pode escolher a espécie que deseja cultivar. Um assentamento em Vacaria, Região Serrana, exemplificou Gomes, optou pela plantação de amoras. Ao aderir ao projeto, o beneficiado recebe as mundas e um kit de insumos.
A partir da criação dos quintais, as comunidades recebem assistência dos técnicos pelo período de três anos. Para atender os mais de 60,7 mil beneficiados, a Embrapa conta com parcerias da Emater, no Rio Grande do Sul, e de secretarias municipais. O convênio com a Eletrobras/CGTEE é renovado todos os anos e no momento, segundo Gomes, a Embrapa está em negociação para a continuidade do patrocínio da estatal. Sem o aporte de recursos, Gomes disse que inviabilizaria, ao mesmo tempo, a manutenção dos mais de 2 mil quintais e a criação de 200 por ano, que representam um custo de cerca de R$ 500 mil. O apoio financeiro da Finec foi prorrogado e auxiliará na manutenção do projeto até agosto de 2017.

Os quintais já foram implantados em cidades do RS, Santa Catarina e Paraná, além de dois municípios uruguaios|Foto: Projeto Quintais Orgânicos
Números do projeto
Quintais orgânicos
Rio Grande do Sul: 166 municípios
Santa Catarina: 18 municípios
Paraná: 8 municípios
Uruguai: 2 municípios
Total: 2.018 quintais
Beneficiados
38.434 alunos
8.349 instituições assistenciais
7.056 agricultores familiares
3.345 agricultores assentados
2.641 indígenas
876 quilombolas
Total: 60.701
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domingo, 15 de maio de 2016
A importância das abelhas sem ferrão - Programa Rio Grande Rural
As abelhas sem ferrão são nativas no Brasil. Além de produzir um mel de alta qualidade, medicinal, elas polinizam as plantas, melhorando a produtividade dos cultivos.
Em todos os eventos em que a Emater-Ascar participa, os meliponídeos ou abelhas sem ferrão sempre atraem a atenção do público.
Confira.Jornalista Gabriela Miranda Cinegrafista Paulo Carneiro
Rio Pardo - RS
Roseira que não dá rosa? Aprenda a podar certo
No interior, é comum ouvir as pessoas mais velhas comentarem que só podam as roseiras no Dia de São João. Será que se podar em outra época do ano a planta dá menos rosas? E qual o jeito correto de podar, tem que ser só um pouquinho ou cortar o galho todo? Para responder a todas essas perguntas, nossa paisagista Carol Costa faz um passo a passo da poda das roseiras no programa Vida Melhor, com Cláudia Tenório. Você vai terminar sabendo tudo isso e um pouco mais sobre a rainha das flores. Mais dicas de jardinagem no site Minhas Plantas (http://www.minhasplantas.com.br).
sábado, 14 de maio de 2016
Época de cuidar das Rosas e Roseiras
As plantas estarão prontas para serem podadas quando o arbusto
começar a ficar sem folhas, ou então com algumas folhas durante a
estação de inverno. Use uma faca afiada ou tesouras de poda e lembre-se
de que deverá cortá-las aproximadamente a um centímentro abaixo do botão
de rosa. Remova todas os cabinhos velhos, doentes ou danificados. Tire
fora os caules que atravessam direto ao centro e reduza o centro da
planta.
Reduza em 1/3 a parte crescida na última estação. Os cortes finais
ajudam a determinar a forma da planta. Depois que limpar o resto da
sujeira na planta, cheque se há insetos ou algum tipo de doença.
Fertilização
Ainda que algumas roseiras possam florescer sem fertilização, elas
precisam dos nutrientes para chegar ao máximo de sua performance. Então,
para isto se torna necessária a aplicação de fertilizantes de sua
preferência. Os três nutrientes básicos para um crescimento saudável de
qualquer tipo de planta são: Nitrogênio, Fósforo e Potássio.
Não fertilize novamente as rosas até que os botões floresçam. Evite usar fertilizantes químicos, tente as seguintes
alternativas orgânicas: Torta de mamona, farinha de ossos, esterco
curtido, cinzas sem sal, compostos orgânicos, emulsão de peixe (adubo
feito com água de aquário mais resto composto de peixes de água doce),
adubo comum, húmus de minhoca, alga marinha ou adubo vegetal.
Irrigação
O uso da forração em volta das roseiras ajuda a deixar o solo
umedecido, e também atrasa o crescimento das ervas daninhas. A forração
pode ser feita de muitos materiais, como: Pedaços de madeiras, palhas ou
grama seca recortada em pedacinhos. Materiais decorativos como madeira
dura retalhada, casca de pinus, casca de coco podem ser usadas também.
Quando aplicar qualquer forração, não amontoe na base dos caules, e sim
espalhe por todo o vaso, com mais ou menos 3,4 centímetros de espessura
(Sempre recoloque caso precise!).
Pragas e Doenças
Insetos e doenças nas folhagens poderão afetar suas rosas. Existem
três tipos de problemas, a saber: Fungos, poeira e ferrugem. Para os
fungos, você deverá limpar perfeitamente os restos de folhagem velha
caídas durante as podas, e pulverizar com um fungicida que você tenha
preferência.
O saneamento do jardim é a melhor maneira de acabar com a ferrugem
que pode surgir em suas folhas e pode ser controlada com fungicida.
Insetos e ácaros, como pulgões, tripes, besouros, larvas, moscas,
lagartas e vermes, também causam problemas em suas plantas. Os Ácaros
são os que mais causam danos às rosas. Os inimigos naturais dos ácaros e
muito bem recomendados são as joaninhas. Elas comem os pulgões, que
consequentemente poderiam deixar suas flores murchas e deformadas. Os
pulgões gostam de sugar a seiva das plantas, e produzem uma excreção
levemente doce que atraem formigas, outras inimigas das plantas.
Para um melhor controle de besouros, lagartas e vermes mate-as
manualmente usando luvas. Os tripes deformam as pétalas das rosas. Para
controlá-las use inseticida debaixo das pétalas, fazendo uma certa
cobertura para todas as pétalas e botões abertos. O controle é fácil e a
prática da prevenção, com o uso regular dos produtos adequados,
controla a maioria dos problemas com fungos, ácaros e insetos.
Texto e Fotos: Christiane Calderan
Sobre Raquel Patro
Raquel Patro é a criadora e administradora do site Jardineiro.net.
Formou-se em Veterinária em 2006, quando curiosamente passou a se
dedicar ao estudo das plantas e sua interação com os jardins.
Categorias: Cuidados e Dicas, Jardinagem
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Araucaria angustifolia, Pinheiro-do-paraná - pinhão
Por Thais Nogueir
a
Araucária é o nome popular dado para a árvore da espécie Araucaria angustifolia, que também possui outros diversos nomes populares como: Pinheiro-do-paraná, Curi, Pinheiro-brasileiro, Pinheiro-caiová, Pinheiro-das-missões e Pinheiro-são-josé. A maior incidência na árvore conhecida no Brasil é no Paraná, sendo assim considerada a árvore símbolo no Estado. As araucárias são encontradas somente no hemisfério Sul.
Esta árvore pode medir de 20 a 50 metros de altura, possui sua copa voltada para o céu, o tronco cilíndrico e reto; sua espessura pode variar de 90 a 180 cm, com uma casca grossa (com até 10 cm de espessura), cor marrom-arroxeada, áspera e rugosa.Atualmente esta árvore encontra-se na lista das árvores ameaçadas de extinção. Uma ideia do quanto já foi devastada é que sua área foi reduzida de 43% do Estado do Paraná (equivalente a 7,5 milhões de hectares), para 0,75% do Estado (equivalentes a 150 mil hectares).
Quando a árvore está madura, a copa possui um formato peculiar, pois como o tronco cresce em linha reta sem desvio nenhum, a árvore se ramifica apenas no topo; seus ramos desenvolvem-se horizontalmente com as pontas curvadas para cima, sobrepostos uns aos outros, formando assim vários andares. Logo abaixo de sua copa, nos pinheiros mais antigos, aparecem alguns tocos, quebrando assim sua simetria.
Estruturas florais da espécie são polinizadas entre setembro e outubro. Esta planta possui macho e fêmea. As plantas fêmeas são as que produzem os frutos globosos (pinhas), com 20 cm de diâmetro, sendo que cada fruto pode abranger até 150 sementes (pinhões). Já a planta macho é responsável pela formação de cones alongados que podem chegar até 15 cm de comprimento e 4 cm de diâmetro, e é este cone que produz o pólen. Entre abril e julho, 20 meses depois de sua polinização, as pinhas já amadurecidas soltam pinhões saborosos que são procurados por animais como aves e mamíferos.
As Araucárias fêmeas florescem o ano inteiro, os machos florescem entre os meses de agosto e janeiro. As sementes são extremamente ricas em reservas energética e em aminoácidos.
A reprodução ocorre de forma que o vento transporte o pólen das plantas masculinas até as plantas femininas. Esse tipo de polinização é chamado de anemófila. Por ser uma gimnosperma, após o óvulo ser fecundado ela se transforma em semente, que por sua vez não tem a defesa do ovário. A proteção é dada por uma espécie de folha modificada, que envolve a semente, parecendo com um tecido fibroso. Essa proteção da semente é o que conhecemos como pinhão.
Esta árvore pode possuir diversas utilidades, pode ser usada em ornamentação, paisagismo de praças, etc; seus pinhões são amplamente consumidos pela população. A fauna silvestre também utiliza os pinhões como alimento, e ainda há a utilização da madeira como combustível para fornos e lareiras.
A degradação deste ambiente ocorre em função do corte ilegal das árvores, que são destinadas a produção de madeira e resinas, seja na fabricação de móveis, papel, óleos, tintas e sabão. A abertura de novas áreas para agricultura e pecuária também contribui para a degradação da mata. Segundo pesquisas recentes 95% da mata nativa foi derrubada nas ultimas décadas.
Fonte:
http://www.umpedeque.com.br/ site_umpedeque/arvore.php?id= 612
http://www.achetudoeregiao. com.br/arvores/araucaria.htm
http://www.chaua.org.br/ especie/araucaria
http://www.canalkids.com.br/ meioambiente/mundodasplantas/ araucaria.htm
http://florabrasilienses. blogspot.com.br/2009/05/o- reino-plantae.html
Esta árvore pode medir de 20 a 50 metros de altura, possui sua copa voltada para o céu, o tronco cilíndrico e reto; sua espessura pode variar de 90 a 180 cm, com uma casca grossa (com até 10 cm de espessura), cor marrom-arroxeada, áspera e rugosa.Atualmente esta árvore encontra-se na lista das árvores ameaçadas de extinção. Uma ideia do quanto já foi devastada é que sua área foi reduzida de 43% do Estado do Paraná (equivalente a 7,5 milhões de hectares), para 0,75% do Estado (equivalentes a 150 mil hectares).
Quando a árvore está madura, a copa possui um formato peculiar, pois como o tronco cresce em linha reta sem desvio nenhum, a árvore se ramifica apenas no topo; seus ramos desenvolvem-se horizontalmente com as pontas curvadas para cima, sobrepostos uns aos outros, formando assim vários andares. Logo abaixo de sua copa, nos pinheiros mais antigos, aparecem alguns tocos, quebrando assim sua simetria.
Estruturas florais da espécie são polinizadas entre setembro e outubro. Esta planta possui macho e fêmea. As plantas fêmeas são as que produzem os frutos globosos (pinhas), com 20 cm de diâmetro, sendo que cada fruto pode abranger até 150 sementes (pinhões). Já a planta macho é responsável pela formação de cones alongados que podem chegar até 15 cm de comprimento e 4 cm de diâmetro, e é este cone que produz o pólen. Entre abril e julho, 20 meses depois de sua polinização, as pinhas já amadurecidas soltam pinhões saborosos que são procurados por animais como aves e mamíferos.
As Araucárias fêmeas florescem o ano inteiro, os machos florescem entre os meses de agosto e janeiro. As sementes são extremamente ricas em reservas energética e em aminoácidos.
A reprodução ocorre de forma que o vento transporte o pólen das plantas masculinas até as plantas femininas. Esse tipo de polinização é chamado de anemófila. Por ser uma gimnosperma, após o óvulo ser fecundado ela se transforma em semente, que por sua vez não tem a defesa do ovário. A proteção é dada por uma espécie de folha modificada, que envolve a semente, parecendo com um tecido fibroso. Essa proteção da semente é o que conhecemos como pinhão.
Esta árvore pode possuir diversas utilidades, pode ser usada em ornamentação, paisagismo de praças, etc; seus pinhões são amplamente consumidos pela população. A fauna silvestre também utiliza os pinhões como alimento, e ainda há a utilização da madeira como combustível para fornos e lareiras.
Mata de Araucárias
Uma floresta subtropical, que se localiza na região sul do Brasil, e encontra-se em estado de degradação. Como o próprio nome indica o que predomina nesta floresta são as araucárias; esta vegetação também é constituída por arbustos, como samambaias, xaxins e gramíneas.A degradação deste ambiente ocorre em função do corte ilegal das árvores, que são destinadas a produção de madeira e resinas, seja na fabricação de móveis, papel, óleos, tintas e sabão. A abertura de novas áreas para agricultura e pecuária também contribui para a degradação da mata. Segundo pesquisas recentes 95% da mata nativa foi derrubada nas ultimas décadas.
Fonte:
http://www.umpedeque.com.br/
http://www.achetudoeregiao.
http://www.chaua.org.br/
http://www.canalkids.com.br/
http://florabrasilienses.
Arquivado em: Reino Plantae (plantas)
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Cores e formas no bioma pampa: gramíneas ornamentais nativas, de Marene Marchi e Rosa Lía Barbieri (editoras técnicas), Brasília, DF: Embrapa, 2015.
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