Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
quinta-feira, 28 de agosto de 2025
Rhizobia , nitrogen fixation ou fixação de nitrogênio.
Pintar o tronco das árvores é bom? Faz sentido?
quarta-feira, 27 de agosto de 2025
EM BREVE. Oficina de compostagem caseira. TEM interesse?
Reaproveitar os resíduos orgânicos produzidos nas residências e provocar a reflexão sobre as relações entre as pessoas, o consumo e o meio ambiente é parte do objetivo da oficina de composto orgânico.
Durante a
oficina, os participantes serão convidados a repensar sobre o papel de cada um
na comunidade em que vive, na relação com as outras pessoas, o consumo e em
como reaproveitar ao máximo o que poderia virar lixo, como as sobras de frutas
e cascas de legumes, e transformá-lo em um composto orgânico, que pode ser
usado para adubar jardins, hortas ou ser comercializado, gerando renda extra à
família.
Tem interesse?
Envie email para agropanerai@gmail.com ou no whast 51 3407-4813
terça-feira, 26 de agosto de 2025
BORRA DE CAFÉ como ADUBO - É bom ou é cilada?
- Posso usar a borra do café coado com açúcar?
- De quanto em quanto tempo aplicar?
segunda-feira, 25 de agosto de 2025
USP - Restos de alimentos adubam hortas e jardins no campus de Ribeirão Preto
Estima-se que são
gerados 800 kg/dia nas cozinhas e copas das cantinas das unidades e no
refeitório central, com potencial para reciclagem via biodigestão ou
compostagem
·
FONTE : https://jornal.usp.br/?p=13949
28/06/2016 - Publicado há 9 anos
A técnica da compostagem envolve a
reciclagem de restos de materiais orgânicos alimentares que são misturados a
folhas e podas de jardim e se transformam em um condicionador de solo, ou seja,
um composto orgânico (adubo) rico em nutrientes que deixa o solo em excelente
condição para o crescimento das plantas.
Diagnóstico preliminar sobre resíduos
orgânicos do USP Recicla de Ribeirão Preto identificou que são gerados 800
quilos por dia nas cozinhas/copas das cantinas das unidades e no refeitório
central, com potencial para reciclagem via biodigestão ou compostagem.
Uma das sete composteiras do campus da USP em Ribeirão Preto – Foto: Divulgação
Parte desses restos de materiais
orgânicos do campus da USP em Ribeirão Preto já é depositada em sete
composteiras distribuídas em várias unidades, com apoio do USP Recicla,
iniciativa da Superintendência de Gestão Ambiental de Ribeirão Preto (SGA-RP).
A primeira composteira foi implantada
em 1997 na casa de hóspedes da Prefeitura do Campus (PUSP-RP). Logo depois, em
2000, foi inaugurada a do Centro de Tecnologia da Informação (CeTi-RP). E, em
2013, foram instaladas na Faculdade de Direito (FDRP), na Creche Carochinha e
na Escola de Educação Física e Esportes (EEFERP). Em 2015, foi a vez das
faculdades de Ciências Farmacêuticas (FCFRP) e de Odontologia (FORP) e na casa
19 da Faculdade de Medicina (FMRP).
Na composteira da Creche Carochinha, um
dos responsáveis pela manutenção é o auxiliar de serviços gerais José Roberto
Cassandri. “O trato é diário e os resíduos da cozinha como cascas, restos de
frutas e outros alimentos são reciclados.” O composto orgânico é usado nos
jardins e horta da creche. Cassandri revela que é feito um trabalho anual com
as crianças para conhecerem a técnica de compostagem.
Desperdício e descarte de alimentos
O relatório de 2013 da Organização das
Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) afirma que 33% de todo o
alimento produzido no mundo se torna lixo. A compostagem, além de outras
estratégias para redução do desperdício, é uma maneira de minimizar os impactos
desse descarte na natureza.
Restos de alimentos tornam adubo para hortas e jardins – Foto: Divulgação/Manual USP Recicla
Segundo o
engenheiro e professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV), João Tinoco
Pereira Neto, em seu Manual de
Compostagem, referência para o programa USP
Recicla, essa “é uma técnica controlada de decomposição ou degradação de
materiais orgânicos pela ação de microrganismos em um meio aerado, que ao final
do processo é produzido composto orgânico fertilizante de solo”.
Resto alimentar, cascas, borra de café,
ossos, caroços, galhos, plantas, folhas e serragem podem ser separados para a
compostagem. Essa técnica simples e de baixo custo pode ser feita em casa, em
apartamento e em qualquer outro pequeno espaço de terra.
Para criação de uma composteira é
obrigatória a licença ambiental, de acordo com a Resolução SMA nº102 de
20/12/2012; entretanto, ficam dispensadas de licença aquelas que receberem até
100 kg de restos por dia.
Aprenda a fazer sua composteira
Para compostar, basta misturar restos
alimentares com folhas secas ou podas de jardim, na proporção de um para três:
por exemplo, 500 gramas de restos de alimentos para 1,5 kg de folhas e podas. É
necessário aerar, ou seja, mexer a composteira de uma a duas vezes por semana,
para garantir oxigênio por toda sua área, além de cuidar para que haja
equilíbrio de umidade – nem seca nem encharcada de água. Não se deve cavar
buracos nem cobrir com lonas, para não impedir a aeração do monte, orientam
especialistas.
Ao final de dois meses seu composto
estará maduro, com a pilha fria, cor e cheiro de terra molhada e com minhocas.
O composto aumenta a fertilidade do solo e pode ser usado em vasos, hortas e
jardins.
A Superintendência de Gestão Ambiental
de Ribeirão Preto promove, bimestralmente, oficinas que introduzem os
conteúdos básicos de tratamento de resíduos orgânicos e a prática de técnicas
de compostagem que podem ser feitas em residências.
Composteiras também podem ser feitas em
residências – Fotos: Divulgação
Giovanna
Grepi / Serviço de Comunicação Social do Campus de Ribeirão Preto
sábado, 23 de agosto de 2025
Agricultora se livra das dívidas do fumo produzindo aipim ou mandioca!!
sexta-feira, 22 de agosto de 2025
quinta-feira, 21 de agosto de 2025
🍊 Citrus: poda e manejo da planta adulta para mais produtividade
quarta-feira, 20 de agosto de 2025
terça-feira, 19 de agosto de 2025
Plantou citrus e não sabe como cuidar? Especialista vai ensina a primeir...
segunda-feira, 18 de agosto de 2025
Água limpa garantida: programa de proteção de fontes e nascentes no RS
05 Adubos Orgânicos que vão Facilitar sua Vida no Jardim e Horta
http://somosverdes.com.br/05-adubos-organicos-que-vao-facilitar-sua-vida-no-jardim-e-horta/
Além dos macronutriente também são necessários micronutrientes comoCobre (Cu), Ferro (Fe), Molibdênio (Mb) e outros. A grande realidade é que dentre os diversos fatores essenciais à vida das plantas, precisamos destacar o ciclo que envolve grande diversidade de bactérias, insetos,
fungos, vermes, e outros aspectos como aeração, drenagem e acidez do solo. Ou seja, quando você utiliza adubação orgânica, este ciclo acontece naturalmente. Por outro lado, a utilização de adubação química pode prejudicar muito este ciclo que carinhosamente chamamos de “Biota”.
Imagem via farmersalmanac
Imagem via odairferreira
Imagem via ajdourado- 20 casas de ovos
- 4 litros de água
Imagem via gramasantarosa- 1 Balde de cinco litros com aparas de grama recém cortadas.
Imagem via wikipedia
Imagem via amantesdavida- 1 colher de sopa de sal de Epsom
- 4 litros de água
quarta-feira, 13 de agosto de 2025
Plantio de Juçara (ou Jussara)
PROVOCA | RICARDO CARDIM | 01/04/2025
A ESSENCIAL importância da compostagem
FONTE:https://anexo6.com/2024/05/01/a-importancia-da-compostagem/
Leonardo Milhomem*
Há algum tempo venho escrevendo sobre resíduos sólidos. Já abordamos aqui sobre plástico, sobre reciclagem de metais e outros resíduos, mas pretendo chamar a atenção para os resíduos orgânicos. Para os resíduos sólidos, que chamamos comumente de lixo seco, sabe-se que o destino mais adequado é a reciclagem, mas e o “lixo” orgânico, o que podemos fazer com ele?
A primeira ressalva que eu gostaria de fazer é sobre a palavra “lixo”. Lixo é aquilo que realmente não tem utilidade, que não serve para nada, que deve ser descartado ou desprezado e é por isso que os técnicos e as pessoas que trabalham com isso preferem chamar de “resíduos sólidos”, pois eles são resíduos e podem ser reaproveitados, reutilizados, reciclados, etc. Então vamos aos resíduos orgânicos.
Não se fala muito em reciclagem para o resíduo orgânico, no entanto se fala cada vez mais em compostagem. Mas por incrível que pareça, a compostagem é, em outras palavras, a reciclagem dos resíduos orgânicos como bem define a Embrapa: “A compostagem é um método aeróbio de reciclagem e tratamento dos resíduos orgânicos que busca reproduzir algumas condições ideais observadas no processo natural de degradação da matéria orgânica, bem como garantir a segurança do processo”.
O interessante é que tem muita ciência por trás da compostagem, o que muitas vezes parece ser um processo aleatório, natural e sem muito cuidado, na verdade, para que ele aconteça é necessário ter método.
A própria Embrapa oferece um curso para quem deseja entender ou mesmo fazer utilização de compostos orgânicos em suas propriedades rurais ou até mesmo em sua residência (Clique aqui para saber mais).
Mas confesso que esse processo pode ser bastante trabalhoso para quem, como eu, mora numa casa e quer dar uma destinação mais adequada aos seus resíduos sólidos orgânicos, sem gastar muito tempo. Por isso eu fui em busca de outro tipo de compostagem, a que é feita com minhocas. Meu objetivo é fazer com que se gaste menos recursos públicos e privados para que os resíduos orgânicos sejam transportados e despejados em um aterro sanitário.
Ao fazer a minha própria compostagem doméstica evito que esse material viaje por quilômetros para chegar a um aterro sanitário onde não será utilizado para absolutamente nada. E o que eu ganho com isso? A produção de um excelente composto orgânico para ser utilizado em hortas, assim como um biofertilizante líquido também muito rico para adubação de plantas.
Muitas pessoas ainda têm dúvidas se vale a pena ter uma composteira doméstica e como manejar essa composteira. Já tive relatos de colegas que tiveram problemas com suas composteiras e desistiram. Eu fiz um vídeo para o meu canal do YouTube em que você pode entender melhor como a composteira funciona, quais os tipos de produtos que ela gera e como utilizá-los. Assista ao vídeo aqui.
Lembrando que a compostagem com minhocas não fede, não contamina e se fizer direitinho você terá ótimos resultados. No condomínio onde eu moro ela também é feita em larga escala e os moradores recebem dois sacos de compostos (adubo) por mês, mas existem outras soluções para compostagem em larga escala como a demonstrada no curso da Embrapa supramencionado.
Em larga escala a compostagem tem se tornado economicamente viável e é a melhor alternativa para a reciclagem deste tipo de resíduo. Ela exige manejo, cuidados, mas os resultados são incríveis.
* Leonardo Milhomem é especialista em gestão de Políticas e Sistemas Educacionais pela Escola Nacional de Administração Pública. É mestre em Gestão de Políticas e Sistemas Educacionais pela Universidade de Brasília (UnB) e possui mais de 20 anos de experiência incluindo a área ambiental, educacional e social. Além disso, tem experiência no terceiro setor, setor privado e no serviço público, onde ocupou cargos importantes de coordenação-geral e direção em diversos ministérios.
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