segunda-feira, 25 de maio de 2026

Adubação: dicas espertas para você!!


Fonte: jardineiro.net



Existem fertilizantes para cada momento e tipo de planta do seu jardim, horta ou pomar. Conheça-os e saiba utilizá-los na hora certa para o máximo desempenho das suas plantas. Foto de  UGA College
Existem fertilizantes para cada momento e tipo de planta do seu jardim, horta ou pomar. Conheça-os e saiba utilizá-los na hora certa para o máximo desempenho das suas plantas. Foto de UGA College
1. Faça a adubação quando as plantas necessitam dos nutrientes e seja específico com suas necessidades. Durante o crescimento, dê atenção à quantidade equilibrada de nitrogêniofósforo e potássio, para um crescimento vigoroso. Já em momentos como floração e frutificação, leve em consideração a redução do nitrogênio e o aumento de fósforo e potássio, importantes nessa fase.
2. Evite adubar as plantas quando elas entram em dormência, por dois motivos: Elas pouco aproveitam os fertilizante, já que seu crescimento estará naturalmente estagnado, e você evita de colocar dinheiro fora. Mas Raquel, quando as plantas entram em dormência? Geralmente no período frio ou no período seco. Algumas espécies resolvem ser ativas no inverno, florescendo ou frutificando, como algumas orquídeas, a flor de maio, etc. Use a regra geral, mas não esqueça de conhecer as individualidades de cada espécie.
3. Não negligencie a calagem. A correção do pH é primordial para que as plantas possam absorver os fertilizantes do solo. De nada adianta colocar litros de adubo em um solo excessivamente ácido. A absorção será pequena e você vai perder muito dinheiro, já que muitos fertilizantes são rapidamente perdidos para o ambiente. Por isso, antes da implantação e na manutenção de jardins, hortas e pomares, solicite a análise de solo. Ela lhe dá o diagnóstico correto do estado atual do solo, em termos de fertilidade e características físicas, além da necessidade de calcário.
4. Na praia e em outros solos arenosos, acostume-se a fertilizar com mais frequência. Isso acontece por os nutrientes percolam com mais facilidade neste tipo de solo, assim você os perde mais rapidamente para o ambiente.

A flor-de-maio está a todo vapor no inverno. Florescendo com esplendor. Não deixe de fertilizá-la nesta fase. Foto de  Björn Sahlberg
A flor-de-maio está a todo vapor no inverno. Florescendo com esplendor. Não deixe de fertilizá-la nesta fase. Foto de 
Björn Sahlberg
5. A adubação de base pode ser a diferença entre o sucesso e fracasso do plantio e transplante. Enriquecer o solo com uma boa quantidade de matéria orgânica, como esterco de curral bem curtido, e nutrientes próprios para um perfeito desenvolvimento das raízes, como fósforo e potássio, fazem toda a diferença no vigor inicial da planta muitas vezes no seu desenvolvimento final. Deixe para colocar as doses maiores de nitrogênio quando a planta já estiver bem estabelecida, dando sinais de crescimento. Nitrogênio na base pode ser utilizado, mas preferencialmente com adubos de liberação lenta e em quantidades modestas. A chance dele queimar as raízes feridas durante o transplante e as delicadas raízes em formação são grandes.
6. Jamais deixe faltar água às plantas durante o período subsequente à adubação. Elas tendem a acumular os sais dos fertilizante e podem se desidratar facilmente. Irrigando bem, você previne sérios danos às plantas.
7. A adubação ideal é aquela que é gradual e de acordo com a fase da planta, em termos de quantidade e qualidade de nutrientes. No entanto, geralmente os adubos de liberação lenta são caros e sua compra pode ser inviável. Aproveite a capacidade que as plantas tem de armazenar nutrientes em seus tecidos, como o nitrogênio por exemplo e lembre-se disso quando foi fertilizar hortaliças. Não adube se já estiver pensando na colheita. Os altos níveis de nitrogênio acumulados podem ser prejudiciais à saúde de quem consumir folhas e frutos.
8. Sempre aplique os fertilizantes em dose menor ou igual à indicada na embalagem do produto. Principalmente se eles forem adubos ricos em nitrogênio, como uréia, estercos, ou NPK 10-10-10, por exemplo. É muito comum as plantas murcharem e morrerem da noite para o dia, devido à aplicação excessiva de adubos.
9. Os dias nublados são os melhores para fertilizar as plantas. Evita-se a ação do sol intenso sobre as plantas, que ficam sensibilizadas e perde-se menos nitrogênio por volatilização. Da mesma forma, os dias chuvosos provocam grandes perdas de nutrientes, que são carregados pela água.

Um pomar bem nutrido produz em abundância e é mais resistente a doenças. Foto de  Jon RB
Um pomar bem nutrido produz em abundância e é mais resistente a doenças. Foto de Jon RB
10. Jamais utilize estercos frescos ou mal curtidos, assim como restos de alimentos, cascas, diretamente sobre o solo. A fermentação destes materiais produz substâncias que são muito prejudiciais às plantas, podendo queimar a apodrecer raízes e colo. Faça sempre a compostagem destes materiais antes de utilizar, para evitar este tipo de problema e aproveitar melhor os ricos nutrientes que eles contém.
11. A fertilização mal calculada, seja em excesso ou aplicada em dias impróprios, não é somente um desperdício de dinheiro. Os nutrientes perdidos para o ar por volatilização são prejudiciais à camada de ozônio. Da mesma forma, os que são carregados pela água da chuva e regas, podem percolar até os lençóis subterrâneos e contaminar importantes fontes de água potável. Além disso, ainda é bastante comum que cheguem aos cursos de água, como lagos e rios, e provoquem a eutrofização, por crescimento exagerado de algas e plantas aquáticas.

Foto de Samuel
Foto de Samuel

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Efeitos da arborização urbana: bem-estar físico (conforto térmico) e bem-estar psicológico!!


Tese de doutorado mostra como a arborização urbana influencia no conforto e na saúde humana
Por Ana Carolina Brunelli, de Piracicaba, no Jornal da USP.

Bairro Jardim das Paineiras destacou-se com maior quantidade de cobertura arbórea e temperatura ambiente mais baixa (crédito: Lea Yamaguchi Dobbert)

Determinar as influências da arborização urbana no bem- estar físico (conforto térmico) e no bem-estar psicológico foi a proposta da tese de doutorado de Léa Yamaguchi Dobbert, defendida na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba. O estudo, orientado pelo professor Demóstenes Ferreira da Silva Filho, do Departamento de Ciências Florestais, propõe também qualificar espaços urbanos em relação à arborização existente. “O objetivo foi avaliar a interferência de áreas verdes inseridas nas cidades, corroborando outros estudos realizados sobre os efeitos da arborização urbana no conforto e na saúde humana”, afirma Léa.
A tese, desenvolvida na cidade de Campinas (SP), avaliou o conforto térmico e o bem-estar dos usuários de quatro áreas com características distintas em relação à tipologia das edificações, à cobertura arbórea, à população residente e outras características físico-espaciais: o Centro e os bairros do Cambuí, Jardim das Paineiras e Vila Brandina. “Entrevistas foram realizadas com as populações das diferentes áreas, sendo aplicados dois tipos de questionário. O primeiro, analisando a sensação térmica, e o segundo, relacionado à percepção”, explica a pesquisadora.
Umidade – Outro aspecto relevante, que contribuiu para a realização da pesquisa, foi a utilização de dois índices de avaliação de conforto térmico – o PMV (Predicted Mean Vote) e o PET (Physiological Equivalent Temperature). A realização das entrevistas ajudou a verificar se os resultados obtidos por meio dos índices PMV e PET correspondiam à real sensação de conforto térmico relatada pelos entrevistados. Uma estação meteorológica portátil aferiu os dados climáticos (temperatura e umidade relativa do ar, temperatura do globo e velocidade do vento) utilizados nos cálculos de ambos os índices.
Entre as quatro áreas analisadas, o Jardim das Paineiras, que possui maior quantidade de cobertura arbórea, apresentou temperatura ambiente mais baixa e umidade relativa mais alta que as demais. Segundo a pesquisadora, foi realizado um estudo de simulação por meio do programa ENVImet e pôde-se constatar que a cada acréscimo de 10% de copas de árvores obtem-se redução de 1°C.
Até o momento, não existe um valor específico de área verde adequada padrão, mas alguns estudos indicam a quantidade desejada de áreas verdes por habitante. Outros estudos podem ser realizados com a finalidade de apresentar um índice mais adequado às realidades específicas de cada local avaliado. “O que esta pesquisa conseguiu comprovar foi a estreita relação entre o aumento de quantidade de cobertura arbórea e a redução da temperatura do ar, além de maior sensação de bem-estar em áreas providas de vegetação”, resume Léa.
Segundo a pesquisadora, populações de diversas regiões, há anos, modificam o espaço natural que habitam para atender a necessidades individuais e coletivas. Essas transformações provocam impactos ambientais negativos e afetam os usuários do espaço urbano. A redução de áreas verdes no ambiente urbano é hoje um dos principais problemas causados por alterações humanas, prejudicando a qualidade de vida das pessoas, finaliza.
Publicado no Portal EcoDebate, 05/06/2015

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domingo, 24 de maio de 2026

Caminho do lixo: rastro de descarte incorreto e dificuldade de reciclagem | MINI DOC | ZERO HORA

 Todos os dias, Porto Alegre produz toneladas de resíduos. Restos de comida, embalagens, papel, plástico e vidro. O que sobra da vida das pessoas espalhadas pela cidade. Depois que o lixo sai de casas, empresas e órgãos públicos, ele começa um percurso pouco conhecido — e nem sempre simples.

Leia a reportagem completa: https://gzh.rs/4eXsNT2




sábado, 23 de maio de 2026

Esta sopa de brócolis é como remédio para o meu estômago


Esta deliciosa sopa é boa para o meu metabolismo, dá-me a
melhor cobertura e ajuda-me a passar o dia. Tenho certeza
que você vai adorar esta sopa quando experimentar também.
Já tenho essa sopa de brócolis no meu repertório há algum
tempo porque sempre me faz bem - me sinto muito mais
fresca e com mais energia! Você também pode tomar esta
sopa muito bem com um copo de água para o jantar antes
do jantar ou para o café da manhã. Ingredientes: azeite 1 cebola 500g de brócolis 200 gramas de ervilhas 300 g de talos de aipo 1 litro de caldo de legumes 3 folhas de louro 1 colher de chá de vinagre balsâmico bianco 250ml de creme de soja azeite Sal Pimenta preta Tofu defumado ou um pouco de pão

5 receitas utilizando CASCAS - colocando o Aproveitamento integral dos A...


Vamos colocar o Aproveitamento integral dos Alimentos em prática? Neste vídeo você terá 5 opções de preparações, ou seja, de receitas, utilizando cascas de frutas e legumes, além de 3 dicas ao final. Para que a utilização das cascas ocorra de modo seguro, em questões higiênicas, ensino também neste vídeo como realizar a higienização correta de vegetais! Abaixo você encontra os links para as receitas apresentadas neste vídeo: 1- Bolo de casca de banana (site Ana Maria Braga): https://anamariabraga.globo.com/recei... 2- Doce de casca de melancia (site tudo receitas): https://www.tudoreceitas.com/receita-... 3- Omelete com casca de abóbora (site SESI Alimente-se bem): https://alimentesebem.sesisp.org.br/a... 4- Sopa Creme com casca de abóbora (site Iguaria): https://www.iguaria.com/entrada/sopa/... 5- Chips de casca de batata (site Panelinha): https://www.panelinha.com.br/receita/... Espero que gostem destas receitas selecionadas e bom apetite!

Compostagem doméstica: o que é e como fazer uma em casa?


Fonte:blog esfera 

 

Já reparou na quantidade de lixo que é gerado na sua casa por dia? Provavelmente sim. E já pensou que pelo menos uma parte pode ser reaproveitada? Uma alternativa viável para a maioria das casas é a compostagem doméstica.

No Brasil, são gerados mais de 80 milhões de toneladas de lixo por ano, segundo o  Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana (Selurb). Haja espaço nos lixões e aterros sanitários, não é mesmo?!

Mas tão fácil quanto separar plástico, vidro e metais para fazer a coleta seletiva e direcionar esses itens para a reciclagem, é fazer compostagem em casa com o lixo orgânico do dia a dia.

Quer saber o que é, como fazer compostagem doméstica, o que colocar e o que não colocar e os benefícios para o meio ambiente? Continue lendo este artigo e aprenda tudo sobre esta técnica. 

Boa leitura!

O que é compostagem doméstica?

A compostagem doméstica é o processo que transforma o lixo orgânico em um adubo natural e rico em nutrientes para ser utilizado em plantas, hortas e outras formas de cultivo.

O chorume, produto da decomposição de alimentos, é rico em fósforo, um nutriente importante para as plantas, o que permite manter cultivos mais sustentáveis e que não agridem o meio ambiente como a adubação química.

Utilizando um ambiente controlado, a decomposição do lixo orgânico é aproveitada, dando outro fim para os resíduos que descartamos costumeiramente na lixeira.

Essa é uma forma simples de reduzir a geração de lixo dentro das casas, afinal as cascas de fruta e ovos, alguns vegetais e outros alimentos representam grande parte do lixo doméstico. 

Mesmo sendo um método relativamente fácil, é importante ter cuidado na montagem e manutenção da composteira, a estrutura na qual é feita a transformação do lixo orgânico em adubo, para que ela cumpra o seu objetivo principal.

Leia também: Como reciclar o lixo em casa? Aprenda 5 formas.

Por que fazer compostagem em casa?

A compostagem doméstica ou caseira é importante, primeiro, para a diminuição da quantidade de resíduos descartados por residência e, segundo, porque ajuda a manter áreas de cultivo sem prejudicar o solo, a água e o ar.

Muitas pessoas fazem compostagem em sítios, onde mantêm pequenas produções de vegetais e hortaliças. Outro aproveitamento dessa técnica é a comercialização do adubo natural em forma de chorume ou húmus para pequenos produtores.

Esses são alguns dos motivos relevantes que incentivam as pessoas a investir na compostagem doméstica. 

Então, se você está atento ao impacto que você e sua família geram no meio ambiente e além do consumo consciente, também gostaria de apostar em outras iniciativas, vale a pena conhecer a compostagem.

Como fazer compostagem em casa?

A estrutura da composteira doméstica é em formato de caixa e possui três partes separadas. Ela pode ser comprada pronta para uso em casas de produtos agrícolas. 




Imagem: Rastro sustentabilidade.

Algumas pessoas com experiência em reciclagem montam a própria estrutura de compostagem utilizando um balde ou caixas de madeira. Nesses casos, é preciso ter mais domínio do processo para evitar erros que comprometam a eficácia da compostagem.

O próximo passo, depois da composteira pronta, é a escolha de um local para colocá-la. Esse ambiente precisa ser arejado e ficar longe do sol, da chuva, de animais de estimação e áreas de circulação. 

Quem mora em apartamento pode fazer compostagem caseira também, se tiver um pouco mais de espaço disponível na cozinha, na área de serviço ou na varanda.

Vale destacar que o principal método de compostagem doméstica utiliza minhocas vermelhas, também conhecidas como californianas. As minhocas são as estrelas principais desse processo porque se alimentam dos restos orgânicos, acelerando a compostagem.

Por fim, com a caixa instalada e pronta para uso, o passo a passo para fazer compostagem doméstica é o seguinte:

1. Coloque a terra com as minhocas na caixa superior

A caixa superior da composteira é uma das caixas digestoras e onde fica o lixo orgânico. Ela tem furos no fundo que vão permitir que o excesso de líquido da decomposição dos resíduos escorra para a caixa de baixo e também alguns na tampa. 

O primeiro passo da montagem é espalhar a terra com as minhocas em todo o fundo da caixa até cobrir toda a base.

2. Coloque os restos orgânicos

Ao colocar os restos orgânicos na composteira não espalhe. O correto é que você coloque os resíduos em um canto e cubra-os completamente com algum tipo de matéria vegetal seca como serragem, grama, palha ou folhas. 

Isso equilibra os níveis de nitrogênio e carbono durante a compostagem e evita o aparecimento de moscas e de mau cheiro da decomposição.

3. Deixe os resíduos descansarem

A caixa gestora superior vai sendo cheia com mais lixo e os resíduos devem ficar “descansando” por, no mínimo, 30 dias para o ciclo de compostagem acontecer.

De 15 em 15 dias, o material pode ser misturado para aerar a terra. Isso contribui para que a decomposição aconteça mais rápido.

Caso faça muito calor na sua região, regue a composteira para manter a umidade da caixa, pois a umidade também é um fator fundamental para que as minhocas se mantenham vivas e trabalhando na decomposição dos resíduos orgânicos.

4. Troque a posição das caixas digestoras

Depois de completar o ciclo de 30 dias, a primeira caixa digestora passa para o meio e a segunda caixa digestora passa para o topo. Dessa forma, ela pode ser abastecida de terra com minhoca e receber mais lixo orgânico para ser decomposto por mais 30 dias.

Depois, o ciclo se repete, assim como o revezamento das caixas, e a composteira se mantém ativa e gerando adubo de forma natural e sustentável. 

5. Retire o adubo

Ao completar o segundo ciclo, a caixa do meio terá uma terra rica em nutrientes, chamada de húmus de minhoca, um adubo natural poderoso que pode ser usado em diversos cultivos e nos cuidados com as plantas e nos jardins de casa.

Para retirar o húmus, coloque a caixa no sol, pois as minhocas vão para o fundo para fugir da luz e, assim, é possível raspar a terra sem retirá-las.

Na terceira caixa, fica armazenado o chorume orgânico, também chamado de biofertilizante líquido, que pode ser diluído em água e ser usado para regar plantas e o jardim.



 

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Tamarilho ou Tamarillo ou tomate de árvore

O Tamarilho por vezes escrito tamarillo, tomate japonês, tomate inglês ou tomate arbóreo (estes dois últimos nomes usados na Madeira), é o fruto da espécie Solanum betaceum, pertencente à família Solanaceae.
Nativa dos Andes na América do Sul, é rica em vitamina A, sendo indicada para controlar o colesterol[carece de fontes]. É apreciada ao natural e seu sabor agridoce também pode ser explorado com sucesso no preparo de sucos, geleias ou compotas, salada de frutas e molhos para acompanhar carnes.
É comercialmente cultivada na Nova Zelândia, Califórnia e Portugal. No Brasil, a fruta é cultivada em quintais, principalmente nos estados da Bahia, de Minas Gerais e de São Paulo. Na Bahia recebe o nome de "tomatão" e em São Paulo de "tomate francês". Na região sul de Minas Gerais é popularmente conhecida como "tomate de árvore". Em Portugal também é conhecida como "tomate brasileiro".
Nasce em uma árvore de pequeno porte, que não requer cuidados especiais, mas que sofre bastante com as geadas pelo que necessita de ser protegida no Inverno. Propaga-se por semente e por estacas dos ramos.


Descasquei com uma faquinha de legumes e fiz esta salada com catalonha, laranja, cebola, pimenta, tomatinho, hortelã, temperada com sal, azeite e um mínimo de suco de limão rosa e de laranja (só o sal, o azeite e a cebola não são do sítio).

Às vezes acontece, de uma hora pra outra, de a gente passar a gostar de alguma coisa a que nunca deu valor. Pois desta vez me encantei com os tamarillos ou tomates de árvore (Cyphomandra betacea) de um pé que tenho plantado em Fartura-SP. Comprei a mudinha no Posto Frango Assado da Rodovia Anhanguera, já com fruto, e levei para o sitio há uns 4 anos. A planta cresceu rápido, tem hoje uns 4 metros, e desde então não parou de frutificar. Frutos como ovos alaranjados. Tem também o vermelho sanguíneo, meu atual objeto do desejo. Acontece que, embora tenha tentado algumas receitas com ele, não me apeteceu logo no começo. E a ninguém da família. Então, durante todo este tempo os tomates laranjas ficaram para as galinhas, o chão forrado deles sempre. Muitos, e na porta de casa. 

Há alguns dias, Nina Horta me mostrou dois deles, que alguém lhe deu e me perguntou o nome. O desprezo era tanto que os chamei displicentemente de tomatillos, fazendo confusão com o nome das physalis mexicanas. Mas também, são todos parentes do tomate e da berinjela, família das Solanáceas. Só sei que desta vez cheguei lá olhando diferente para o tal tree tomato ou tomate francês (é originário da América do Sul, provavelmente do Peru). 

Descasquei, polvilhei sal e comi. Como não havia descoberto aquele sabor antes? Meio tomate, meio goiaba, meio maracujá, meio camapu, um blend, um corte dos bons. O hummm foi tão convincente que contaminou a família e logo todos estavam festejando a fartura deles a qualquer tempo, ao nosso alcance. A pele é mais firme e amarguinha que a do tomate e deve ser tirada. Já as sementes são mais duras, mas não atrapalham.
 E a polpa é mais cremosa e densa que a do tomate. É ainda mais perfumado, ácido e doce, sendo, portanto, mais versátil. Vai bem como legume em molhos, sopas, cremes, chutneys e saladas. Ou como fruta em sucos, compotas, sorvetes ou simples, cru, de colherinha. Mais uma coisa boa? A planta é resistente, não dá praga alguma (pelo menos a nossa é assim).

São bons quando maduros, macios.

Pode ser despelado como o tomate. Faça um corte em cruz na casca e mergulhe por 1 minuto na água fervente. Ou descascado com faquinha.

Grelhado com azeite, flor de sal, pimenta-do-reino e folhas de manjericão. Foi um teste rápido para ver se ficava bom. Nem preciso comentar. Entradinha perfeita. 

fonte:http://come-se.blogspot.com.br/2008/03/tamarillo-ou-tomate-de-rbore.html

Se você tem abobrinha tem que fazer essa receita! Nunca comi tão gostoso!


-🔻 INGREDIENTES AQUI🔻 -- 0:01 - 2 abobrinhas. 0:27 - Sal. 0:47 - 1 ovo. 0:50 - 100ml de leite. 1:06 - 20g de parmesão. 1:09 - 60 g de farinha. 1:22 - Pimenta preta. 1:35 - 1 colher de chá de fermento em pó para dol.co 2:49 - Azeite. Se você tem abobrinha tem que fazer essa receita! Nunca comi tão gostoso!

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Frutas brasileiras são ricas em antioxidantes e anti-inflamatórios!! Jornal da USP









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