Todos os dias, Porto Alegre produz toneladas de resíduos. Restos de comida, embalagens, papel, plástico e vidro. O que sobra da vida das pessoas espalhadas pela cidade. Depois que o lixo sai de casas, empresas e órgãos públicos, ele começa um percurso pouco conhecido — e nem sempre simples.
Leia a reportagem completa: https://gzh.rs/4eXsNT2Estágio no Sítio dos Herdeiros
Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
domingo, 24 de maio de 2026
sábado, 23 de maio de 2026
Esta sopa de brócolis é como remédio para o meu estômago
5 receitas utilizando CASCAS - colocando o Aproveitamento integral dos A...
Compostagem doméstica: o que é e como fazer uma em casa?
Fonte:blog esfera
Já
reparou na quantidade de lixo que é gerado na sua casa por dia? Provavelmente
sim. E já pensou que pelo menos uma parte pode ser reaproveitada? Uma alternativa viável para a
maioria das casas é a compostagem doméstica.
No
Brasil, são gerados mais de 80 milhões de toneladas de lixo
por ano, segundo o Sindicato Nacional das Empresas de
Limpeza Urbana (Selurb). Haja espaço nos lixões e aterros
sanitários, não é mesmo?!
Mas tão fácil quanto separar plástico, vidro e metais para fazer a
coleta seletiva e direcionar esses itens para a reciclagem, é fazer compostagem
em casa com o lixo orgânico do dia a dia.
Quer saber o que é, como fazer compostagem doméstica, o que colocar e o
que não colocar e os benefícios para o meio ambiente? Continue lendo este
artigo e aprenda tudo sobre esta técnica.
Boa leitura!
O que é compostagem doméstica?
A
compostagem doméstica é o processo que transforma o lixo orgânico em um adubo
natural e rico em nutrientes para ser utilizado em plantas, hortas e outras
formas de cultivo.
O
chorume, produto da decomposição de alimentos, é rico em fósforo, um nutriente
importante para as plantas, o que permite manter cultivos mais sustentáveis e que não agridem o meio
ambiente como a adubação química.
Utilizando um ambiente controlado, a decomposição do lixo orgânico é
aproveitada, dando outro fim para os resíduos que descartamos costumeiramente
na lixeira.
Essa é uma forma simples de reduzir a geração de lixo dentro das casas,
afinal as cascas de fruta e ovos, alguns vegetais e outros alimentos
representam grande parte do lixo doméstico.
Mesmo
sendo um método relativamente fácil, é importante ter cuidado na montagem
e manutenção da composteira, a estrutura na qual é feita a transformação do
lixo orgânico em adubo, para que ela cumpra o seu objetivo principal.
Leia
também: Como reciclar o lixo em casa? Aprenda 5
formas.
Por que fazer compostagem em casa?
A
compostagem doméstica ou caseira é importante, primeiro, para a diminuição
da quantidade de resíduos descartados por residência e, segundo,
porque ajuda a manter áreas de cultivo sem prejudicar o solo, a água e o ar.
Muitas pessoas fazem compostagem em sítios, onde mantêm pequenas
produções de vegetais e hortaliças. Outro aproveitamento dessa técnica é a
comercialização do adubo natural em forma de chorume ou húmus para pequenos
produtores.
Esses são alguns dos motivos relevantes que incentivam as pessoas a
investir na compostagem doméstica.
Então, se
você está atento ao impacto que você e sua família geram no meio ambiente e
além do consumo consciente, também gostaria de apostar
em outras iniciativas, vale a pena conhecer a compostagem.
Como fazer compostagem em casa?
A estrutura da composteira doméstica é em formato de caixa e possui três partes separadas. Ela pode ser comprada pronta para uso em casas de produtos agrícolas.
Imagem: Rastro sustentabilidade.
Algumas pessoas com experiência em reciclagem montam a própria estrutura
de compostagem utilizando um balde ou caixas de madeira. Nesses casos, é
preciso ter mais domínio do processo para evitar erros que comprometam a
eficácia da compostagem.
O próximo
passo, depois da composteira pronta, é a escolha de um local para colocá-la.
Esse ambiente precisa ser arejado e ficar longe do sol, da chuva, de animais de estimação e áreas
de circulação.
Quem mora em apartamento pode fazer compostagem caseira também, se tiver
um pouco mais de espaço disponível na cozinha, na área de serviço ou na
varanda.
Vale
destacar que o principal método de compostagem doméstica utiliza minhocas vermelhas,
também conhecidas como californianas. As minhocas são as estrelas principais
desse processo porque se alimentam dos restos orgânicos, acelerando a
compostagem.
Por fim, com a caixa instalada e pronta para uso, o passo a passo para
fazer compostagem doméstica é o seguinte:
1. Coloque a terra com as minhocas na caixa
superior
A caixa
superior da composteira é uma das caixas digestoras e onde fica o lixo
orgânico. Ela tem furos no fundo que vão permitir que o excesso de líquido
da decomposição dos resíduos escorra para a caixa de baixo e também alguns na
tampa.
O primeiro passo da montagem é espalhar a terra com as minhocas em todo
o fundo da caixa até cobrir toda a base.
2. Coloque os restos orgânicos
Ao colocar
os restos orgânicos na composteira não espalhe. O correto é que você
coloque os resíduos em um canto e cubra-os completamente com algum tipo de
matéria vegetal seca como serragem, grama, palha ou folhas.
Isso equilibra os níveis de nitrogênio e carbono durante a compostagem e
evita o aparecimento de moscas e de mau cheiro da decomposição.
3. Deixe os resíduos descansarem
A caixa
gestora superior vai sendo cheia com mais lixo e os resíduos devem ficar
“descansando” por, no mínimo, 30 dias para o ciclo de compostagem
acontecer.
De 15 em 15 dias, o material pode ser misturado para aerar a terra. Isso
contribui para que a decomposição aconteça mais rápido.
Caso faça muito calor na sua região, regue a composteira para manter a
umidade da caixa, pois a umidade também é um fator fundamental para que as
minhocas se mantenham vivas e trabalhando na decomposição dos resíduos
orgânicos.
4. Troque a posição das caixas digestoras
Depois de
completar o ciclo de 30 dias, a primeira caixa digestora passa para o meio e a
segunda caixa digestora passa para o topo. Dessa forma, ela pode ser abastecida
de terra com minhoca e receber mais lixo orgânico para ser decomposto por mais
30 dias.
Depois, o ciclo se repete, assim como o revezamento das caixas, e a
composteira se mantém ativa e gerando adubo de forma natural e
sustentável.
5. Retire o adubo
Ao
completar o segundo ciclo, a caixa do meio terá uma terra rica em nutrientes,
chamada de húmus de minhoca, um adubo natural poderoso que pode ser
usado em diversos cultivos e nos cuidados com as plantas e nos jardins de casa.
Para retirar o húmus, coloque a caixa no sol, pois as minhocas vão para
o fundo para fugir da luz e, assim, é possível raspar a terra sem retirá-las.
Na
terceira caixa, fica armazenado o chorume orgânico, também chamado de
biofertilizante líquido, que pode ser diluído em água e ser usado para
regar plantas e o jardim.
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Tamarilho ou Tamarillo ou tomate de árvore

Descasquei com uma faquinha de legumes e fiz esta salada com catalonha, laranja, cebola, pimenta, tomatinho, hortelã, temperada com sal, azeite e um mínimo de suco de limão rosa e de laranja (só o sal, o azeite e a cebola não são do sítio).
Às vezes acontece, de uma hora pra outra, de a gente passar a gostar de alguma coisa a que nunca deu valor. Pois desta vez me encantei com os tamarillos ou tomates de árvore (Cyphomandra betacea) de um pé que tenho plantado em Fartura-SP. Comprei a mudinha no Posto Frango Assado da Rodovia Anhanguera, já com fruto, e levei para o sitio há uns 4 anos. A planta cresceu rápido, tem hoje uns 4 metros, e desde então não parou de frutificar. Frutos como ovos alaranjados. Tem também o vermelho sanguíneo, meu atual objeto do desejo. Acontece que, embora tenha tentado algumas receitas com ele, não me apeteceu logo no começo. E a ninguém da família. Então, durante todo este tempo os tomates laranjas ficaram para as galinhas, o chão forrado deles sempre. Muitos, e na porta de casa.
Há alguns dias, Nina Horta me mostrou dois deles, que alguém lhe deu e me perguntou o nome. O desprezo era tanto que os chamei displicentemente de tomatillos, fazendo confusão com o nome das physalis mexicanas. Mas também, são todos parentes do tomate e da berinjela, família das Solanáceas. Só sei que desta vez cheguei lá olhando diferente para o tal tree tomato ou tomate francês (é originário da América do Sul, provavelmente do Peru).
Descasquei, polvilhei sal e comi. Como não havia descoberto aquele sabor antes? Meio tomate, meio goiaba, meio maracujá, meio camapu, um blend, um corte dos bons. O hummm foi tão convincente que contaminou a família e logo todos estavam festejando a fartura deles a qualquer tempo, ao nosso alcance. A pele é mais firme e amarguinha que a do tomate e deve ser tirada. Já as sementes são mais duras, mas não atrapalham.
E a polpa é mais cremosa e densa que a do tomate. É ainda mais perfumado, ácido e doce, sendo, portanto, mais versátil. Vai bem como legume em molhos, sopas, cremes, chutneys e saladas. Ou como fruta em sucos, compotas, sorvetes ou simples, cru, de colherinha. Mais uma coisa boa? A planta é resistente, não dá praga alguma (pelo menos a nossa é assim).

São bons quando maduros, macios.

Pode ser despelado como o tomate. Faça um corte em cruz na casca e mergulhe por 1 minuto na água fervente. Ou descascado com faquinha.

Grelhado com azeite, flor de sal, pimenta-do-reino e folhas de manjericão. Foi um teste rápido para ver se ficava bom. Nem preciso comentar. Entradinha perfeita.
fonte:http://come-se.blogspot.com.br/2008/03/tamarillo-ou-tomate-de-rbore.html
Se você tem abobrinha tem que fazer essa receita! Nunca comi tão gostoso!
quinta-feira, 21 de maio de 2026
Frutas brasileiras são ricas em antioxidantes e anti-inflamatórios!! Jornal da USP

As frutas nativas brasileiras são fontes de substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias, bem como de uma grande diversidade de compostos fenólicos, os quais podem propiciar importantes benefícios para a saúde humana. Essa é a conclusão de um estudo desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba. Em parceria com a Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) da Universidade de Campinas (Unicamp), a pesquisa da engenheira de alimentos Jackeline Cintra Soares avaliou o potencial antioxidante, anti-inflamatório e a composição fenólica de dez frutas nativas brasileiras ainda pouco conhecidas pela ciência, como o cajá e o cambuci.
“O Brasil possui condições climáticas adequadas para o desenvolvimento de um grande número de frutas nativas”, aponta Jackeline Soares. “Essa biodiversidade tem se tornado um caminho promissor para a descoberta de novos compostos bioativos capazes de ser utilizados na formulação de alimentos funcionais e medicamentos”, completa. O estudo tem orientação do professor Severino Matias de Alencar, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição da Esalq.
Segundo a pesquisadora, os compostos fenólicos apresentam ações específicas, podendo atuar como antioxidantes e anti-inflamatórios, assim prevenindo doenças crônicas não transmissíveis, como as cardiovasculares e a diabete, por exemplo. “Nosso objetivo foi avaliar a capacidade desativadora de espécies reativas de oxigênio e nitrogênio, atividade anti-inflamatória in vitro e in vivo e a composição fenólica. A técnica utilizada foi a espectrometria de massas de alta resolução, realizada em dez frutas nativas brasileiras.”
Assim, foram mapeados o araçá-boi (Eugenia stipitata), o cambuití-cipó (Sagerectia elegans), o murici vermelho (Bysonima arthropoda), o murici guassú (Byrsonima lancifolia), o morango silvestre (Rubus rosaefolius), o cambuci (Campomanesia phaea), o jaracatiá-mamão (Jacaratia spinosa), o juquirioba (Solanum alterno-pinatum), o fruta-do-sabiá (Acnistus arborescens) e o cajá (Spondias mombin L.). As amostras foram coletadas no Sítio Frutas Raras, localizado na cidade de Campina do Monte Alegre (SP), exceto o cajá, que foi coletado na Fazenda Gameleira, município de Montes Claros de Goiás (GO).

.
Antioxidantes
Foram identificados compostos fenólicos pertencentes à classe dos
flavonoides (catequina, epicatequina, rutina, quercetina glicosilada,
kaempeferol glicosilado, quercetina, procianidina B1 e procianidina B2),
subclasse do ácido hidroxibenzoico (ácido gálico) e subclasse dos
ácidos hidroxicinâmicos (ácido cumárico, ácido ferúlico e cafeico). Das
frutas analisadas, o araçá-boi, cambuití-cipó, murici vermelho, morango
silvestre e cajá foram as que apresentaram as maiores atividades
antioxidantes e/ou anti-inflamatórias, cujo perfil fenólico indicou a
presença de 18 compostos no araçá-boi, 32 no cambuití- cipó, 26 no
murici vermelho e 20 e 11 compostos no morango silvestre e cajá,
respectivamente.Nas frutas cambuití-cipó, murici vermelho e morango silvestre também foi possível a identificação e quantificação de antocianinas, sendo que no cambuití-cipó foi identificada a kuromanina e a mirtilina. Já para o murici vermelho e o morango silvestre, somente a kuromanina foi encontrada. “Esta é a primeira vez que se relata a presença destas antocianinas no cambuití-cipó e murici vermelho. Portanto, as frutas nativas estudadas apresentam compostos bioativos com atividades antioxidante e anti-inflamatória e, quando consumidas regulamente como alimentos funcionais, poderiam ajudar na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis.”

Um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) publicado em 2017 recomenda um mínimo de 400 gramas de frutas e vegetais por dia (excluindo batatas e outros tubérculos) para a prevenção de doenças crônicas, como doenças cardíacas, câncer, diabete e obesidade, especialmente em países menos desenvolvidos.
Ainda segundo Jackeline Soares, “existe a necessidade de se buscar novos alimentos que, além de nutrir, apresentem atividades biológicas que possam inibir ou amenizar danos oxidativos relacionados a processos inflamatórios, limitando assim a progressão de certas doenças de origem metabólica e degenerativas prevalentes, principalmente quando se considera que estamos em um país detentor de uma das maiores biodiversidades do Planeta”.
Caio Albuquerque / Divisão de Comunicação da Esalq
Mais informações: e-mail jackelinecintrasoares@gmail.com, com Jackeline Cintra Soares
Compostagem e aproveitamento de resíduos na propriedade. EMBRAPA Semiárido
O vídeo é resultado do projeto 'Capacitação de Extensionistas e Famílias Agricultoras em Tecnologias de Convivência com o Semiárido', que envolveu parceria entre a Embrapa
Semiárido (Petrolina-PE) e o Projeto Dom Helder Câmara, executado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, com co-financiamento do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA).
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Conheces o manjericão tailandês??
Manjericão Tailandês: sabor do Oriente
por Sabor de Fazenda
Por Gabriela Pastro
Ahhh o nosso amor pelos manjericões ❤ ❤
Aqui no viveiro trabalhamos com mais de 10 espécies: manjericão-comum, manjericão-roxinho, manjericão-limão, manjericão-folha-de-alface, manjericão-grego, manjericão-italiano, manjericão-italiano-roxo, manjericão-cravo, manjericão-roxinho, manjericão-anis, manjericão-zahtar e…manjericão-tailandês ou manjericão thai (thai basil em inglês).
Assim como a maioria dos manjericões, com exceção do manjericão-cravo (alfavaca) e manjericão-anis (aniseto), ele pertence à espécie Ocimum basilicum, mais especificamente a variedade ‘Horapha’.
Seu aroma é bem diferente dos manjericões mais comuns, possuindo um aroma e sabor de anis, levemente apimentado. Não tem como confundi-lo fisicamente também, pois suas folhas são verdes e com manchas roxas. Seus caules também possuem coloração arroxeada.

Manjericão-tailandês (Ocimum basilicum Horapha)
É um arbusto perene, com até 50 cm de altura, reproduzindo-se através de semente, principalmente na primavera, e estaquia. Deve ser cultivado preferencialmente em terra rica, bem drenada e levemente úmida, tanto em vasos como canteiros.
Suas folhas são muito utilizadas na culinária asiática e vietnamita, principalmente em ensopados, molhos e sopas. Popularmente acredita-se que suas folhas atraiam dinheiro e protejam contra negatividades.
Que tal este manjericão!? 😉

Av. Nadir Dias de Figueiredo, 395 – Vila Maria, São Paulo
(11) 2631-4915
sabordefazenda@sabordefazenda.com.br
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Publicado em 30 de julho de 2024 por jaqueu Deixe um comentário O Brasil, com 8,5 milhões de km 2 , equivalentes a 850 milhões de he...

