sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Como fazer ADUBO CASEIRO de ARROZ: serve para HORTA, ORQUÍDEA e todas as...


Um adubo orgânico, preparado na sua casa e que pode ser usado sem contra indicações em qualquer planta, até as comestíveis. Nossa jardineira Carol Costa mostra o passo a passo pra você preparar, aí na sua casa, essa calda que traz vida pro solo!

O nome técnico é calda de bactérias acidoláticas mas, nossa professora jardineira apelidou de adubo de arroz e que conheceu a receita num curso de adubação orgânica, ministrado pelo agrônomo colombiano Jairo Restrepo. O que essa calda faz é levar uma microbiologia pro substrato e esses serezinhos microscópicos trabalharão junto com a adubação pra que suas plantas produzam mais frutos, flores, folhas e cresçam saudáveis. Você pode usar o adubo de arroz junto com outro tipo de adubação, como o Bokashi ou a calda da composteira, por exemplo.

O principal aqui, é tomar nota de todos os ingredientes e só fazer substituições quando a receita sugerir. Assistir a explicação e a demonstração até o final é primordial pra compreender como é o preparo e a ordem dos ingredientes. Importante: quando o adubo ficar pronto, você usará 100 ml do preparado em cada 5 litros de água. Ingredientes pro adubo de arroz – 1 L de água destilada (você encontra em lojas de autopeças, farmácia ou loja de produtos hospitalares) ou água de chuva – 500 g de arroz integral (de preferência, orgânico e, não pode ser parboilizado) – 50 grs de farelo de arroz integral ou farinha de arroz integral – 500 ml de leite cru de vaca ou, se não tiver na sua cidade, 500 ml de leite tipo A com um tablete de fermento biológico fresco (15g)
  • 50 ml de melaço de cana ou mel (de preferência, orgânico) na primeira etapa
  • 100 ml de melaço de cana ou mel (de preferência, orgânico) na hora de usar o adubo diluído na água

Utensílios
– funil
– medidor
– garrafão plástico de 5 L
– tule ou telinha
– elástico
– coador
– balde de 5 L

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Ricardo Cardim | O erro que tornou as cidades brasileiras mais quentes

 

Estamos pagando um preço muito alto por termos tirado as árvores e plantas nativas das cidades brasileiras. Rita Lobo recebe o botânico Ricardo Cardim para uma conversa que vai mudar a forma como você olha para a natureza, ou para a falta dela, ao seu redor. A boa notícia é que até um vaso de planta em casa conta para melhorar a sua qualidade de vida. 🌳 Por que árvores e plantas das cidades brasileiras não são nativas? 🌱 Qual o impacto da “cegueira botânica” nas nossas vidas? 🌡️ Qual é a relação entre vegetação urbana e a segurança climática regional? 🏙️ Que árvores precisam ser replantadas nas nossas ruas? 🪴 Quais plantas nativas funcionam em apartamentos? 👧 Como aproximar crianças que vivem em grandes cidades da natureza? Ricardo também conta como funciona a Floresta de Bolso, técnica que criou para levar espécies nativas para áreas urbanas. 🔔 Inscreva-se no canal Panelinha e ative as notificações para acompanhar os próximos episódios do Mesa da Rita.

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Como está nossa composteira??

 


Así puedes borrar las fotos y vídeos de un chat cuando lo eliminas en  Whatsapp5134074813

agropanerai@gmail.com

• Amostragem e interpretação de análise de solo;

+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia
.


A melhor época de plantar amendoim forragéiro

 


Fonte: site safra viva

O amendoim forrageiro (Arachis pintoi e Arachis repens) é uma leguminosa perene de crescimento rasteiro, nativa do nosso Brasil.

Como se pode imaginar, esta plantinha poderosa é parente do amendoim, comumente conhecida como amendoim bravo ou grama amendoim.

Sim, esta é aquela “graminha” florida que deixa qualquer gramado mais bonito e atraente.

Só que o seu valor é muito maior que o ornamental: o amendoim forrageiro é excelente solução para fixar nitrogênio em solos pobres, sendo usada como adubação verde.

Além disso, é claro, o amendoim forrageiro é fonte de alimento para o gado, com alto valor nutritivo e baixo custo.

Acompanhe o passo a passo para o plantio que preparamos para você:

1. Atente-se às condições climáticas

O amendoim forrageiro gosta de sol e água, mas a boa notícia é que esta espécie tem demonstrado ampla adaptação a diferentes condições de clima e solo, sendo cultivada do sul do país até a Amazônia.

Mas então quando plantar amendoim forrageiro? Escolha realizar o plantio entre os meses de setembro e março, isto é, durante o período chuvoso.

2. Prepare bem o solo

O amendoim forrageiro é pouco exigente quanto à fertilidade do solo. 

Desenvolve-se bem em solos sujeitos a encharcamento, como os de várzeas, mas também se adapta a solos bem drenados e com maiores períodos de déficit hídrico.

A adubação e a calagem (se necessário for) depende primeiramente da análise de solo. Saiba aqui como coletar amostras de solo e garantir análises mais precisas

Se você vai fazer o plantio em novas áreas, prepare o solo de maneira completa, ou seja, fazendo aração e gradagem.

Isso é importante para oferecer maior contato entre a semente e o solo e também controlar as espécies de invasoras presentes.

consórcio gramínea e leguminosa
Consórcio de amendoim forrageiro com capim xaraés. — Foto: Judson Ferreira Valentim/ Embrapa

3. Coloque a mão na massa: como plantar amendoim forrageiro

A propagação do amendoim forrageiro pode ser feita de duas maneiras: por sementes e por estolões, que são as ramificações espontâneas da planta.

Se optar por sementes, saiba que você vai precisar de 10 a 12 kg por hectare.

E aqui vai uma dica: no caso de plantio com máquina plantadeira, aproveite para misturar as sementes com uma parte do superfosfato simples recomendado na análise do solo.

Já o plantio por estolões deve ser feito com segmentos de ramos com cerca de 20 cm de comprimento.

Para o plantio em sulcos, utilize 5 a 8 cm de profundidade, com espaçamento entre eles de 1 metro.

Para o plantio em covas, adote a  profundidade de 5 a 10 cm e a largura de 15 a 20 cm, abertas com um espaçamento de aproximadamente 1,0 m entre linhas e 0,5 m entre covas.

Posicione as mudas no sulco ou na cova de modo a enterrar apenas ¾ delas.

Plantio em pastagens já estabelecidas

Para o plantio em pastagens já estabelecidas com forrageiras gramíneas, faça o rebaixamento do pasto por meio do pastejo ou pelo roço.

Em seguida, com a ajuda de um enxadão, espeque de madeira ou terçado, abra covas no solo descoberto, entre as touceiras do capim.

Depois, pegue um pedaço de estolão da leguminosa, com aproximadamente 20 cm  de comprimento e insira na cova, compactando o solo com o pé.

Por fim, vede o pasto por cerca de 30 dias.

4. Realize o manejo

Depois da germinação das forrageiras, em caso de consórcio, você vai precisar fazer  um manejo de formação por meio de um pastejo leve, com o objetivo de uniformizar a área, favorecer o perfilhamento da gramínea e, com o maior consumo desta, garantir o estabelecimento da leguminosa. 

Portanto, faça o primeiro pastejo de 2 a 3 meses após o plantio do amendoim forrageiro, para reduzir a concorrência da gramínea e favorecer o estabelecimento da leguminosa.

Sendo assim, o pastejo pode ser de um ou dois dias, com alta carga animal.

No manejo, cada detalhe conta : Confira clicando aqui técnicas de adubação eficientes

5. Capriche na adubação

Capriche na adubação de cobertura, especialmente no início da brotação, pois os nutrientes que as plantas recebem nesses momentos fazem toda a diferença na energia que elas serão capazes de dar ao gado.

Com esse propósito, os bioestimuladores têm papel fundamental na aceleração da brotação, o que vai reduzir o ciclo da planta, refletindo-se em maior produtividade em menos tempo. Isso é o que garante o sucesso em toda a cadeia produtiva. Para garantir a adubação correta, comece com uma amostragem gratuita de solo profissional.

amendoim forrageiro brs oquira
Amendoim forrageiro BRS Oquira. — Foto: Giselle Mariano Lessa de Assis/ Embrapa

As nossas dicas fizeram sentido para você?  Ficou com alguma dúvida? Vamos fazer, juntos, um cultivo de sucesso!

sábado, 15 de agosto de 2026

CAMAPU ou FISALIS, BENEFICIOS PARA ALZHEIMER E PARKINSON

 


As informações contidas neste canal são informativas, portanto não devem ser usadas para autodiagnostico ou automedicação, e o Profissional de saúde deve ser sempre procurado para acompanhamento. Quaisquer duvidas deixe nos comentários e assim que possível responderei. Dr Edelson Beling CRM-SP 181.261

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Como esta fazenda PRÓSPERA se tornou um POLO ALIMENTAR a 11 km de Nova York

 


A apenas 11 quilômetros da cidade de Nova York, a Closter Farm & Livestock Co. administra uma próspera horta orgânica de 2,8 hectares — prova de que a agricultura em pequena escala pode funcionar em qualquer lugar, até mesmo nos subúrbios. Após mais de 20 anos em Wall Street, Jon Friedland comprou esta fazenda com sua família e decidiu responder a uma pergunta: o que uma pequena propriedade rural poderia produzir com chances reais de viabilidade comercial? Seis anos depois, a Closter Farm é a única fazenda com certificação orgânica do USDA no Condado de Bergen, a única operação de produção de carne orgânica certificada no estado de Nova Jersey e abriga uma equipe de 14 pessoas que cultivam alimentos durante todo o ano para a comunidade local. Neste episódio de The Good Life, Jon e Jared compartilham como eles: — Integram a criação de galinhas orgânicas em pasto com a produção biointensiva de hortaliças para melhorar a saúde do solo — Cultivam em todas as quatro estações com mais de 6 túneis Caterpillar ("tudo cresce melhor em um túnel") — Simplificam o controle de ervas daninhas e umidade com tecido geotêxtil pré-cortado — Cultivam tomates em treliças com um sistema mais baixo e inclinado — sem necessidade de escadas — Dispensam completamente a feira de produtores e vendem 5 dias por semana em seu próprio mercado na fazenda — Operam como um centro agrícola, agregando produtos de pequenas fazendas em um raio de 160 km 🌱 FERRAMENTAS APRESENTADAS NESTE VÍDEO • Túneis Caterpillar Clássicos → https://www.farmersfriend.com/p/class... • Tecido Quick-Plant → https://www.farmersfriend.com/p/quick... • Sistema de Treliças Qlipr → https://www.farmersfriend.com/p/qlipr... • Capinador de Ervas Flexíveis → https://www.farmersfriend.com/p/flex-...

O chorume que polui o ambiente pode ser transformado em adubo orgânico



Célia Guerra
Reportagem Local
A poluição ambiental causada pelo chorume, um dos grandes problemas da suinocultura, agora tem solução. Ele pode ser não só um aliado da agricultura como também um gerador de lucro extra na propriedade. Pesquisa realizada pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) mostra que o chorume (conjunto de fezes, urina, pêlos e água da lavagem dos chiqueiros) pode ser usado como adubo orgânico em áreas de plantio direto. O pesquisador Celso de Castro Filho, coordenador da área de solos do Iapar, está fazendo uma experiência numa propriedade em Palotina (96 km ao norte de Cascavel). Usando chorume ele já conseguiu aumentar a produtividade da soja em 35%.

O pesquisador explica que o uso do chorume como adubo não é recente mas a prática, sem fundamentação da pesquisa e em áreas de plantio convencional, transformou o produto num causador de danos ao solo. Há registros de erosão, perda da capacidade de infiltração da água, contaminação de lençóis freáticos e mananciais. A gordura presente no chorume, cujo teor é elevado, é um dos responsáveis por esses danos.

''A gordura estabelece uma hidrofobia (ação repelente à água) o que diminui a capacidade de infiltração'', destaca Castro Filho. Por isso a recomendação é apenas para o uso em áreas de plantio direto. De acordo com Castro Filho, a palhada de cobertura da terra retém o agente agressor e permite que apenas os nutrientes sejam incorporados ao solo.
Dosagem - A quantidade de chorume a ser aplicada, conforme testes realizados pelo pesquisador, é determinada pelo tipo de solo da propriedade. Devem ser levadas em conta características como a declividade do solo, quantidade de argila, profundidade e distância de lençóis freáticos. A dosagem máxima recomendada para um solo ideal (plano, argiloso, profundo e situado no topo do relevo), é de 90 metros cúbicos por hectare (a experiência usou até 120 metros cúbicos).

''Quando se aplica 90 metros cúbicos de chorume por hectare, a quantidade de nitrogênio é de no máximo 30 quilos, bastante inferior à dosagem contida na adubação química'', compara. Outra vantagem do chorume apontada pela pesquisa é que ele é rico em fósforo, um mineral existente em pequena quantidade nos solos. ''Os dois minerais são importantes nutrientes para plantas'', explica.
Além da riqueza de nutrientes, o chorume tem a vantagem de não agregar custos diretos no seu preparo. O pesquisador cita que a criação de suínos já deve prever a construção de um local, a esterqueira, para acomodação dos dejetos. Para a aplicação no solo o chorume deve ficar em repouso por, no mínimo, 90 dias. Nesse período ocorre naturalmente a fermentação do produto e a morte dos microorganismos danosos ao ambiente, eliminando ainda o mau cheiro.

''O uso do chorume não dá problemas, ou melhor, livra o criador de um problema e dá mais lucratividade'', resume o agricultor Carlos Piovesan, dono da propriedade onde estão sendo realizados os testes, em Palotina. O sítio de 23 hectares tem uma granja para a produção de matrizes suínas, com um plantel de 160 animais. Pela dosagem de chorume recomendada pela pesquisa, o produtor diz que poderia até aumentar o plantel pois a propriedade absorveria todos os dejetos produzidos.
Efeito na soja - Piovesan traz no computador todos os dados da propriedade e diz que o único gasto com o chorume é no transporte e aplicação. Pelos cálculos comparativos ele tem registrado uma economia de R$ 60,00/ha em relação aos gastos que teria com a adubação química. Sobre o aumento da produtividade da soja, o produtor não esconde a surpresa: ''eu não acreditava que pudesse atingir esse índice''.

O agricultor, que estava acostumado a colher 52,5 sacas por hectare, na última safra colheu 70,3 um aumento de 35%. Por se tratar de um experimento, a dosagem de chorume utilizada pela pesquisa foi acima da recomendada. O Iapar acompanhou fazendo análises periódicas do solo.
O único dano registrado na propriedade, segundo Piovesan, foi a compactação do solo nos trechos de circulação do trator que faz o transporte e aplicação do chorume na lavoura. ''Estamos estudando a compra de um equipamento de irrigação para a aplicação do chorume'' diz Piovesan. O suinocultor suspendeu a utilização de adubo químico na propriedade e pretende continuar com a pesquisa ''até quando tiverem interesse''.
Além da propriedade de Palotina, o pesquisador Celso de Castro Filho realiza experimentos semelhantes em Cianorte (80 km a leste de Umuarama) e Marmeleiro (7 km a leste de Francisco Beltrão), regiões com diferentes tipos de terra. Os resultados também são positivos. Em Marmeleiro, região com menor profundidade de solo, a produtividade do milho aumentou em 50 sacas/ha. Já em Cianorte, onde o solo é mais arenoso, os testes ocorrem em área de pastagem. A produção de massa verde foi elevada e linear. Castro Filho diz que ''o pasto bonito, com folhas mais tenras, resultado do uso chorume, é o preferido pelo gado''.

Outra opção de uso do chorume, sugere o pesquisador, é para a produção de humus, como faz um empresário no oeste do Estado (veja matéria ao lado). A dica, entretanto, vale como opção de comercialização para os produtores que possuem muito chorume. ''A melhor opção para os pequenos produtores é utilizar os dejetos na propriedade, um resíduo antes considerado como lixo, mas que pode aumentar a produtividade'', finaliza Celso de Castro Filho. Serviço
Mais informações podem ser obtidas no Iapar - área de solos - com o pesquisador Celso de Castro Filho, telefone (43) 3376-2391 ou e-mail: ccastrof@iapar.br.
fonte: Folha de Londrina, 28/06/03

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Utilize Borra de café na sua horta








A borra de café é uma excelente fonte de nitrogénio  e pode ser utilizada diretamente em volta das plantas, principalmente vegetais de crescimento rápido. Também se pode misturar na terra dos canteiros ou dos vasos novos. Para conseguirmos um líquido fertilizante, basta diluir umas 100-150 gramas de borra em dez litros de água. Em alternativa, pode-se compostar, o que vai adicionar nitrogénio à pilha.
Como se não bastasse, certas pragas não gostam de café (cafeína para ser exato), entre elas os caracóis e lesmas. Uma solução muito concentrada de cafeína — 1 a 2%, mata 60% ou 95% dos caracóis e lesmas respectivamente (um café expresso tem cerca de 0,1% de cafeína). A borra não mata, mas actua como repelente.
A borra de café é bastante ácida, dependendo do seu tipo de solo, pode ter que contrariar esta questão, por exemplo com cinza, folhas ou serragem.
Por fim, não encontrei estudos científicos que confirmem todas estas técnicas, mas já arranjei um café que me irá fornecer a borra (que habitualmente vai para o lixo) para experimentar.

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