quarta-feira, 17 de outubro de 2018

As mudas de Ipê Amarelo da av da cavalhada



 NOVA AÇÃO:

ONTEM 16/10/2018 , coloquei alguns pedaços de cano PVC para proteção das mudas e aplicamos aproximadamente 30 gramas de  NPK 10.10.10 em cada uma delas.


Estas mudas que aparecem na foto são de ipê amarelo e segundo as imagens do google, devem ter sido plantadas em 2011. Crescimento muito lento, provavelmente devido a carência nutricional do solo e injúrias pela roçada da grama. No final de 2016, coloquei alguns pedaços de cano PVC para proteção das mudas e aplicamos aproximadamente 30 gramas de  NPK 10.10.10 em cada uma delas. Em um ano já visualizamos um crescimento.27/12/2017





Ipê-Amarelo-da-Serra (Tabebuia alba)

Classificação:
Reino Plantae
Divisão Magnoliophyta
Classe Magnoliopsida
Subclasse Asteridae
Ordem Lamiales
Família Bignoniaceae
Gênero Tabebuia
Espécie T. alba
Sinônimia botânica: Handroanthus albus (Mattos), Tecoma alba (Charm)
Nomes Populares: Ipê-do-Morro, Ipê-Amarelo-Cascudo, Aipé, Pau-d’arco-amarelo, Ipê-açu e etc
O nome:
O nome ipê-amarelo é utilizado para designar não uma mas várias espécies do gênero Tabebuia que em tupi-guaraní significa “pau que flutua”, é denominado pelos índios de Caxetá, o nome Ipê, também de origem tupi, significa “árvore de casca grossa”.
Caracteristícas:
Espécie nativa brasileira oriunda da região Sul e Sudeste abrangendo a Floresta Estacional Semidecidua, a Mata de Araucária e também o Cerrado, com crescimento rápido podendo alcançar até 30 metros de altura e 10 de diâmetro, sendo que hoje se estende por todo o território nacional devido a sua adaptabilidade. Seu tronco tem característica de crescimento retilíneo, porem pode apresentar curvaturas onde se ramificam por entre 5 e 8 metros de altura, possui suber fissurada grossa e de zoloração acinzentada.
Suas folhas são compostas tomentosas (pilosas), filotaxia oposta, com face superior verde e a inferior de coloração prateada, dispostas de 5 a 7 folíolos, com ápice pontiagudo, base arredondada e margem serreada. Forma uma copa larga e alongada na base.
Suas raízes são profundas e não possuem muita exigência de nutrientes, mas preferem solos úmidos com drenagem lenta, profundos e não muito ondulados.
A floração do Ipê-Amarelo e da maioria dos Ipês ocorre no mês de Agosto, no final do inverno, logo sua floração é influenciada por ele, assim quanto mais frio e seco o inverno maior a florada do Ipê. Suas flores dispostas em cachos são grandes, gamossépalas e gamopétas em número de 5, simetria zigomórfa, assumindo uma forma cônica, possui 4 estames epipétalos didínamos. Sua coloração amarelo-ouro chama a atenção de diversos polinizadores como beija-flores, e insetos de diversos portes incluindo a abelha Mamangava, polinizadora natural desta espécie e também do maracujá (Passiflora edulis).
Seus frutos são do tipo síliqua, secos e bivalvares, deiscentes o que auxilia a dispersão das sementes que são aladas, de coloração marrom brilhante, sua coleta deve ser feita antes da abertura dos frutos pois possuem viabilidade curta, a espécie não possui dormência, sua germinação ocorre após 30 dias e o estimado é de 80% de brotamento.
Utilização:
A madeira do Ipê é extremamente resistente, flexivel e durável, sendo utilizada na fabricação de tacos, na construção civíl e naval (devido a sua resistencia a umidade), marcenaria, carpintaria.
Utilizada na arborização urbana, por seu belo espetáculo de flores, porem não é recomendado seu plantio em baixo de redes elétricas, em canteiros estreitos, próximo a dutos ou em locais de solo compactado pois suas raízes tendem a se direcionar para a superfície, nestes casos recomenda-se a espécie Tabebuia chrysotricha de menor porte.
Árvore Símbolo:
Houve um projeto de lei que visava declarar o Ipê árvore simbolo do Brasil, porém esse lugar foi ocupado pelo Pau-Brasil (Caesalpinia echinata), hove um novo projeto onde foi proposto o Ipê como flor símbolo do Brasil, este projeto foi arquivado na Câmara.
Referência:

A amoreira – em pequenos quintais para ornamentar, alimentar e vestir

por Redação dio Fórum da Construção

Observe os quintais que sobreviveram à implacável marcha imobiliária que transforma de uma hora para outra espaços outrora verdes em garagens, edículas e novos cômodos.

Embora a grama possa ter sido substituída por placas de cimento ou porcelanatos, ainda é possível ver roseiras quase selvagens, samambaias capilares, vasinhos com gerânios e azaleias e algumas árvores frutíferas.

Algumas delas já não encontram mais lugar nos novos quintais por conta dos frutos ou do crescimento radicular incompatível com as tubulações de água e esgoto. Uma delas, contudo, resiste à sanha urbana graças ao seu porte ornamental e aos seus frutos deliciosos: a amoreira.



Não é raro ver uma amoreira ao andar por bairros ainda não verticalizados. Seja nos fundos ou os jardins de boas vindas, as diversas espécies que são comumente chamadas como amoreira espalham-se como se fosse o último oásis de um tempo que não existe mais.

A sombra quando as folhas não caem, os pequenos e delicados frutos cuja doçura remete à infância, os pássaros que são atraídos. Quem mantém um pé de amora por perto quer apenas algo palpável e que ative sinapses saudosas. E não é para menos; a amoreira faz parte indissociável da história da humanidade, sem exageros.

Existem diversas espécies de plantas arbustivas com frutos semelhantes porém pertencentes a famílias e gêneros botânicos diferentes, mas que foram designadas popularmente de amoreiras para facilitar a vida de quem não estuda taxonomia.

Em Inglês, as diversas espécies tem a mesma terminação – berry - e são diferenciadas através de diversos sufixos (strawberry, raspberry, blackberry, entre outros).

Existem espécies nativas da Ásia, Américas e Europa. Na China, a morácea Morus nigra – a amora-preta - é usada há milênios como fonte de alimento do bicho da seda, a larva de uma mariposa cujo casulo fornece o fio da seda tão incensado pela indústria têxtil. Os frutos desta espécie são dulcíssimos e ricos em ácido ascórbico (vitamina C); por serem extremamente frágeis, os frutos são colhidos para consumo imediato ou para confecção de geleias, doces e licores. A árvore pode atingir até 12 metros de altura.

A Morus nigra é rústica e pouco exigente em termos de solo; basta que ele seja rico em matéria orgânica e com boa drenagem. Aprecia climas subtropicais e boa quantidade de água nas regas. A amoreira é uma espécie decídua, ou seja, perde todas as folhas no Inverno. Estudos sérios realizados pela Embrapa e diversas universidades destacam o poder antioxidante e anti-inflamatório do fruto roxo.


Já a rosácea Rubus fruticosus é arbustiva e atinge no máximo 2 metros, podendo ramificar-se quando tutorada. A maioria das espécies possuem espinhos e seus frutos são formados por pequenas circunferências, cada uma com uma semente, ao contrário do fruto da Morus nigra, que forma uma massa compacta com pequenos frutos arredondados.

Esta amora, também chamada de amora-preta ou blackberry, é um pouco mais exigente quanto às condições climáticas para frutificar seus doces e arroxeados frutos, por precisar de um tempo determinado de temperaturas baixas (abaixo de 7 graus Celsius) e de calor tropical. Afora estas características, a Rubus fruticosa é tão rústica quanto sua distante parente, exigindo apenas substrato com boa nutrição e regas constantes, além de solo drenável e podas de limpeza. Ambas as espécies também são altamente resistentes a pragas.




Fonte:www.jardinagemepaisagismo.com.

Receita para adubo natural e orgânico




Escrito por Marlene Affeld 

Traduzido por Elia Regina Previato


         



Receita para fertilizante natural e orgânico
Plantas de interiores melhoram a umidade do ambiente
Polka Dot Images/Polka Dot/Getty Images
Plantas caseiras são um acréscimo bem-vindo à maioria dos planos de decoração de interiores. Elas acrescentam textura, cor e elementos naturais às casas, além de limparem o ar e aumentarem a umidade e o interesse visual. Para florir, plantas de interiores requerem luz adequada, umidade e nutrição. Incentive um crescimento e um desenvolvimento saudáveis alimentando as plantas regularmente com um fertilizante orgânico rico em nutrientes. Tente as receitas abaixo para produzir fertilizantes naturais usando ingredientes caseiros.

Aparas de grama

Aparas frescas de grama, quando molhadas e envelhecidas, produzem um fertilizante rico em nitrogênio que pode ser aplicado em plantas caseiras e de jardim. Coloque as aparas de grama em um balde de 20 litros cheio até a metade de grama. Encha o balde com água e cubra com uma tampa apertada. Coloque em um local ensolarado por seis a oito semanas. Quando a mistura estiver madura, terá um cheiro de terra fermentada e uma composição espumante. Dilua despejando uma xícara da mistura em 3 litros de água. Use essa mistura diluída para aguar as plantas da casa. Aplique semanalmente durante a fase de crescimento. Folhas secas ou restos de jardim podem ser usados em vez de aparas de gramas. Faça diversos recipientes dessa mistura de nutrientes para um suprimento contínuo de fertilizante orgânico. A alta concentração de nitrogênio incentivará um desenvolvimento vigoroso das folhas.

Chá de estrume

O estrume curtido de animais herbívoros (vacas, ovelhas, cabras, lhamas e cavalos) é muito benéfico para as plantas. Em um balde de 20 litros ou em um balde de lixo de 140 litros, coloque o estrume curtido e água para maturar. Encha o recipiente com um terço de adubo verde, adicione água até encher e cubra com uma tampa apertada. Coloque no sol em um lugar quente e deixe maturar por diversas semanas. Coe o líquido e use o fertilizante diluído em três partes de água para molhar as plantas. Esse é um processo contínuo. Acrescente mais estrume e mais água, conforme for usando a mistura, para ter um suprimento de fertilizante natural o ano todo. Não fertilize as plantas em excesso. Plantas de interior devem ser fertilizadas somente quando estiverem em crescimento ativo — não fertilize durante o inverno, quando muitas plantas estão dormentes. Plantas caseiras se beneficiarão de aplicações de fertilizante orgânico diluído entre a primavera e o verão. Durante os dias curtos de inverno, as plantas caseiras precisam de pouco ou nenhum fertilizante adicional.

Café

Molhe as plantas caseiras com café frio e coloque pó de café usado no solo. Rico em nitrogênio, o café ajuda as plantas a criar raízes resistentes e folhas verdes exuberantes.

Ovos

Enxágue cascas de ovos, esmague-as, coloque-as em um recipiente de 3 litros e cubra com água. Deixe maturar por alguns poucos dias e coe a água para molhar as plantas. Continue acrescentando cascas de ovos enxaguadas e moídas e água ao recipiente e use quando as plantas precisarem ser regadas. As cascas de ovos são ricas em cálcio, que incentiva o desenvolvimento de raízes fortes e o crescimento das folhas.

Cinzas

Cinzas de madeira contêm potássio e fosfato, além de oligoelementos. Misture um quarto de xícara de cinzas com um litro de água e aplique nas plantas. Use uma vez ao mês.

http://www.ehow.com.br/receita-fertilizante-natural-organico-estrategia_135650/

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Pasto consorciado aumenta produção de carne em até 40%

Teor proteico elevado contribui para ganho de peso

Marina Salles





Há oito anos, Francisco Militão Matheus Brito começou a ter problemas com morte súbita de pasto em suas propriedades em Alta Floresta (MT), onde cultivava braquiária brizanta, conhecida como braquiarão. “No início era um ponto que secava aqui, outro ali, formava uma reboleira, mas o problema se agravou”, diz.

Passados quatro anos, o pecuarista precisou intervir. Iniciou um processo de reforma de pastagens quando já tinha em torno de 70% da área sob estresse. De acordo com o que se apurou na época, a morte súbita de pasto tem causas múltiplas, entre elas a ação de fungos, encharcamento da terra, superpastejo e mudança de uso do solo. Segundo o Instituto Centro de Vida, ONG que presta entre outros serviços assistência técnica a produtores que precisam reformar a pastagem, diante do comprometimento de 60% da área é necessário iniciar a substituição do capim.  

No caso de Francisco, outra motivação para trocar o brizantão pelo mombaça, capim do gênero Panicum, mais resistente, foi a intenção de aumentar a produtividade. Nos piores estágios de degradação, seu pasto não suportava mais de 0,7 unidades animais/ha. Hoje, ele conta que já alcança a média de 2,5 UA/ha nas áreas ainda em processo de reforma. 

Feita gradativamente, a implantação do mombaça custou R$ 2 mil por ha, incluídos custos com adubação e calcareamento. Não estão contabilizados aí gastos com infraestrutura. “O mombaça é mais exigente quanto aos nutrientes do solo, mas nos trouxe bons resultados e, agora, queremos seguir investindo no uso sustentável da pastagem”, afirma. O plano do criador é fazer testes com consórcios das gramíneas humidícola e estrela africana com amendoim forrageiro. O objetivo é diversificar as opções de pastagem e não ficar refém só de um capim.

“Consórcios de leguminosas com gramíneas são velhos conhecidos de produtores do Acre”, comenta o pesquisador da Embrapa, Judson Ferreira Valentim. No Estado, o surto da morte do braquiarão veio há mais tempo e, hoje, o amendoim forrageiro já é adotado em mais de 138 mil hectares de pastagem. A puerária, outra leguminosa, em mais de 450 mil ha. “Temos que estar preparados para o ataque seja de fungos, cigarrinhas ou lagartas. Fazer isso é ter alternativas para não perder todo o capim”, diz o pesquisador da Embrapa Acre.

Os benefícios do consórcio vão além. “Ele reduz o risco de ataque por pragas e doenças, mas também aumenta a qualidade da forragem, é suprimento nitrogenado para o capim e ainda encurta o tempo de terminação dos animais, diminuindo suas emissões de metano”, afirma Judson. Com a implantação de consórcios assim, o aumento na produção de carne e leite por hectare pode chegar a 40% em relação ao manejo tradicional.

A principal explicação é a melhora na nutrição animal. Por mais bem manejado que seja, o capim mombaça não apresenta teor de proteína bruta maior que 14%. Nas condições ambientais do Acre, o amendoim forrageiro cultivar Belmonte tem teor proteico entre 20 e 25%. Os animais engordam mais rápido e são abatidos mais cedo. “Enquanto em pasto puro o criador abate um boi Nelore após 36 meses, a pasto consorciado consegue abater aos 30. Se for cruzamento industrial, o tempo cai de 30 para 24 meses na média”, afirma Judson.

A alta digestibilidade da leguminosa reduz as emissões de metano em até 30%/kg/carne produzida e influencia no ganho de peso dos animais, diz o pesquisador. Na safra 2013/2014, com o amendoim forrageiro presente em 10% da área de pasto de humidícola, observou-se um incremento de produtividade de 18% no rebanho que ficou em pasto consorciado em relação àquele que ficou em pasto puro, só de gramínea. Em termos reais, o valor saltava de 278 kg/ha, em 101 dias de experimento, para 330 kg/ha. Já na safra 2014/2015, com a leguminosa tendo ocupado 25% da área, o incremento de peso foi de 45% na comparação do primeiro com o segundo grupo. O recomendado pela Embrapa é que a proporção entre capim e leguminosa seja de 70% um, 30% outro, respectivamente.

As combinações de espécies são muitas. Judson explica que o amendoim forrageiro, por exemplo, é mais indicado para a prática da pecuária intensiva do que a puerária. Por ser rasteiro, o amendoim resiste mais ao pisoteio e vai bem em sistemas rotacionados com taxas de lotação de 2 a 2,5 UA/ha. Também é uma planta que gosta de sombra e se desenvolve melhor nos períodos de seca quando consorciada ao capim. “A puerária já é diferente. Mais indicada para sistemas de pastejo contínuo com lotação de 1,5 UA/ha, é uma trepadeira e, se não resiste tanto ao pisoteio, por outro lado, pode ser consorciada com capins mais altos”, diz o pesquisador.
Para fazer a manutenção do pasto, principalmente na pecuária intensiva, o manejo do consórcio depende muito mais da altura do capim que de um tempo fixo de descanso dado aos piquetes (ver tabela abaixo).
Indicadores para uso consorciado de gramíneas com o amendoim forrageiro em sistemas de pasto rotacionado
Tipo de capim
Altura para entrada
dos animais
Altura para saída
dos animais
Brachiaria humidicola 30 cm  10-15 cm
Brachiaria brizantha 40-45 cm  20-25 cm
Estrela africana 40  cm 20 cm
Massai 60-70 cm 30 cm

O uso de variadas espécies é um trunfo com vantagens ilimitadas na mão do pecuarista. “O capim humidícola aguenta bem o pisoteio, o solo infértil, mas é menos nutritivo. Pode, então, ser uma boa opção para colocar vacas secas. No caso de uma boiada de terminação, vale a pena investir num Panicum, seja tanzânia, mombaça, ou cultivares novas, como zuri ou tamani”, indica Judson.
amendoim forrageiro
Quanto aos cuidados com o solo, as leguminosas acabam fazendo a maior parte do trabalho. Fixadoras de nitrogênio, adubam o pasto e promovem uma economia considerável. “Em uma pastagem com 30% de amendoim forrageiro consorciado você consegue incorporar até 60kg/N/ha/ano, o equivalente a 133 kg de ureia por ha”, afirma Judson. “Sem falar que elas não trazem despesas extras com máquinas ou operadores para fazer essa aplicação”, completa.
Custos
Corrigido pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), o custo de um hectare de pastagem consorciada (implantada em 2012) seria hoje de aproximadamente R$1.500. O valor compreende gastos com correção do solo, adubação, mão de obra e insumos.
Plantio das leguminosas
Em se tratando do amendoim forrageiro, o mais comum é que o produtor adquira as mudas e faça o cultivo em pequenos viveiros e sua posterior distribuição na pastagem.
Espécies comumente dispersadas por sementes podem ser plantadas a lanço ou direto no solo. Outra possibilidade é fazer a implantação com a ajuda do gado. “Para o produtor que não tem máquinas ou quer diminuir custos, uma prática válida é misturar sementes na ração. Ainda no rúmen dos animais acontece a quebra da dormência da semente e quando o gado defeca faz a distribuição delas ao acaso”, explica o pesquisador. Havendo um pastejo uniforme das áreas, a técnica se mostra eficiente.
Fonte: Portal DBO

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Como Usar Borra de Café nas Plantas?

Extraído do site: http://flores.culturamix.com/


Cultivar um determinado tipo de planta é muito benéfico e importante para a grande maioria das pessoas. Sendo um elemento da natureza que está sempre presente no mundo todo, sua importância é algo inegável.



http://www.youtube.com/watch?v=2yc9-qPiV6c
Porém, muitas vezes não é fácil manter uma planta em um estado que possa desenvolver-se em toda a sua plenitude. Para isso muitos métodos foram desenvolvidos e descobertos ao longo do tempo pelo homem.
Entre tantas formas diferentes de melhoria no cultivo das plantas, alguns acabam sendo bem naturais como, por exemplo, a borra de café. Para quem não acredita que isso pode auxiliar no desenvolvimento das plantas e flores não sabe o que está perdendo!

 O Que é a Borra de Café? 

De uma forma bem direta a definição da borra de café é simplesmente um resíduo que fica bem no fundo de um tipo de vasilha, após a ebulição do café. Seu uso é empregado em diversas funções diferentes como, por exemplo:
  • Tingimento
  • Limpador
  • Repelente de pragas
  • Repelente de gatos
  • Desodorizante
  • Inibidor a poeira
  • Melhoria para plantas
Algumas pessoas ainda usam a borra de café para fins esotéricos como a leitura do futuro de uma pessoa com esse elemento. O que não é cientificamente comprovado. 

Dica Para a Borra de Café nas Plantas 

Muitas pessoas acabam não tendo esse conhecimento, mas a borra de café também pode ser usada nas plantas principalmente por sua grande fonte de nitrogênio que acaba sendo um dos principais elementos que compõe o solo e é muito consumido pelos vegetais.
Grandes resultados foram descobertos depois da borra ser usada em plantas como gardênias, rosas, hortências e outras espécies também. Os nutrientes que ela possui acabam favorecendo a acidez no meio do solo.
Algumas dicas são bem importantes para sua utilização. A saber:
  1. Primeiramente procurar usar o que conseguir de pequenos grãos de café presentes na borra juntamente com qualquer outro fertilizante podendo ser triturado com casca de legumes, cascas de ovos, substrato ou qualquer outro adubo.
  2. Após o processo citado acima procurar deixar ocorrer a fermentação em média por 60 dias mexendo tudo até que vire uma farinha homogênea que poderá então ser usada como fertilizante.
  3. Antes de realizar o momento de regar a planta, principalmente em um tempo anterior ao período das chuvas, realizar uma suplementação do plantio usando o pó de café usado.
  4. Fazer com que a borra de café se torne um fertilizante líquido mais suave misturando meio quilo de pó de café com cinco litros de água dentro de um balde. Ali dentro é possível criar uma mistura consistente para ser aplicada nos jardins com as plantas.
  5. Polvilhar esse pó de café meio molhado na base das plantas. Esse procedimento pode ajudar muito a afastar pragas contras as plantações.
  6. Procure não usar uma quantidade excessiva de borra de café para que isso não acabe atrapalhando a circulação de oxigênio. Lembre-se que tudo demais faz mal.

A Borra de Café e Seus Benefícios

Alguns dos outros benefícios que se tem em utilizar a borra de café para as plantas é a possibilidade de reciclar definitivamente todo o lixo e também auxiliar no crescimento e fortalecimento das mesmas.  Um exemplo disso é o tomate que tem um grande aumento na formação de seu fruto.
De uma forma geral é um suplemento de muito nitrogênio orgânico totalmente natural. Outra vantagem desse elemento é que não mata as plantas, mas atua como um grande repelente.
Devido a sua acidez e a intolerância a cafeína de certas larvas, caracóis e lesmas, esses pequenos seres procuram sempre se afastar de locais que possuem tal elemento na terra. A principal característica que favorece a borra de café como um fertilizante eficaz é sua composição com teores razoáveis de nitrogênio (2,3%), potássio (1,26%) e fósforo (0,42%), além de grande quantidade de matéria orgânica que chega até 90,46%.

Será o momento de renovar as suas mudas? 5 dicas.

    Fonte: jardim de ideias sthill
    Ter um jardim em casa não é apenas uma maneira de decorar o ambiente.  Elas nos trazem diversos benefícios, auxiliam na qualidade do ar e temperatura do ambiente, fornecem energia, são umidificadoras naturais, além de, é claro, deixar a casa mais convidativa e aconchegante. 

    É possível ter muitos tipos de plantas como palmeiras, samambaias, flores, suculentas e para elas sempre se manterem com uma boa aparência, separamos essas dicas para você identificar qual é o melhor momento para renovar suas mudas. 

    Folhas e caules murchos:
    Quando a planta apresentar esse aspecto, verifique se a terra não está seca demais. Caso estiver, afofe a superfície com um garfo de jardineiro. Se a muda estiver inserida no vaso, mergulhe-o numa bacia cheia de água e use o borrifador para umedecer as plantas. Após um tempo, retire-o e deixe escorrer o excesso de água.  

    Apodrecimento da raiz: 
    Quando a planta sofre dificuldades de drenagem, sua raiz pode apresentar sinais de apodrecimento; se você enxergar faça um replantio imediato.  Para evitar você deve usar vasos que possuem furos na parte inferior, para facilitar na drenagem e assim a planta poder respirar.

    Manchas nas folhas:
    Pode ser a consequência de excesso de nutrientes, e ele pode resultar em folhas manchadas e malformadas. O aparecimento de uma crosta branca na superfície da terra ou nos vasos de cerâmica são sinais também. 

    Queda de flores, botões e folhas:
    É reflexo da iluminação inadequada. Determinadas espécies não produzem floração quando colocadas em locais com baixa luminosidade. A queda das flores pode ser também pela condição de temperatura. O calor excessivo para as plantas de clima temperado ou ameno pode reduzir o tempo de floração e provocar a queda de botões e flores. 

    Folhas amareladas e crescimento lento: 
    A escassez de fertilizantes provoca a falta de nutrientes e por isso a planta pode apresentar um crescimento lento, hastes fracas e folhas amareladas. Neste caso é necessário que você troque de vaso e cuide para não sufocar a raiz, mantendo a planta regada e com nutrientes. 

    Observar é a melhor maneira de notar os primeiros sinais – que podem ser tratados rapidamente para que não se tornem muito graves –. Curtiu as dicas? Elas podem auxiliar você a cuidar melhor do seu jardim. Compartilhe com seus amigos e fique de olho no nosso blog! Até a próxima.

    quinta-feira, 11 de outubro de 2018

    Curso sobre PANCs em Porto Alegre

    Primavera PANC

    A primavera é a estação do ano que muita gente gosta. Pessoas caminhando e conversando nas ruas, árvores com muitas flores, o canto afinado dos sabiás, filhotes de passarinhos iniciando seus voos, sol que traz o colorido das paisagens do campo e das cidades e plantinhas que brotam e crescem espontaneamente.

    A estação propicia o crescimento de muitas pancs (plantas alimentícias não convencionais) nos jardins,  o que pode indicar a presença de matéria orgânica por ali. Sempre que se tem um bom texto ou evento relacionados às pancs, a Rosal informa  seus leitores.

    Pois hoje a indicação é o texto de Carla Soares, do blog “Outra Cozinha”. Carla nos conta como é se reportar à infância ao ver e experimentar o “trevinho” que ela chama de “Trevinho da infância”. Clique aqui e saboreie o texto da Carla na íntegra.
    Para acrescentar mais sabor aos cardápios dos admiradores das pancs que tal um curso sobre essas plantas?

    O curso é “PANC – Plantas Alimentícias Não Convencionais: valorizando a sociobiodiversidade”, é oferecido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e está sendo organizado por várias instituições. A programação inclui caminhadas para identificação das espécies, palestras sobre as possibilidades gastronômicas, propriedades nutritivas das plantas, seu manejo, cultivo e muito mais .


    CURSO DE EXTENSÃO
    Local: Faculdade de Agronomia – UFRGS – Av. Bento Gonçalves, 7712, Porto Alegre – RS
    Data: 17 e 18 de outubro de 2018

    Inscrições e outras informações:  (51) 3308-7440/3308-6020
    https://www.facebook.com/events/321965531714791/
    Inscrições de 24/09 a 12/10
    E-mail: cursopanc@gmail.com

    Fonte:https://rosalcomunica.com/2018/10/08/primavera-panc/

    quarta-feira, 10 de outubro de 2018

    Primavera é época de hortênsias

    Você sabia que a espécie produz dois tipos de flores? Veja mais informações
    hortensiaFoto: Shutterstock
    Popularmente chamadas de rosa-do-japão e hidrângea, as hortênsias (Hydrangea macrophylla) são mesmo conhecidas por sua floração única.

    Fato curioso: o nome hortênsia é uma homenagem à Hortense Lepante, dama francesa do século XVIII, mulher de um amigo do naturalista Philibert Commerson, responsável pela introdução da planta na Europa.

    Leia também:
    >> Primavera é a estação mais indicada para o cultivo de petúnias
    >> Deixe o jardim mais colorido com a plantação de cravos

    Vindas da China e do Japão, e se espalhando pelo mundo como planta ornamental em meados do século XIX, a hortênsia é considerada um arbusto de ciclo de vida longo que pode chegar a 1,5m de altura, com folhas grandes, ovaladas, de cor verde-clara, firmes e com bordas dentadas. Outra característica é que a espécie produz dois tipos de flores: as centrais, consideradas férteis, que não são ornamentais por serem desprovidas de pétalas bem desenvolvidas; e as periféricas, geralmente descritas como “estéreis” e consideradas ornamentais, com grandes pétalas coloridas.


    Hortênsias no Brasil


    No Brasil, a floração ocorre na época de primavera/verão, quando a espécie forma buquês arredondados com cores que variam entre violeta, azul, lilás, rosa, vermelho e branco.

    A hortênsia se dá muito bem em climas mais amenos, tendo melhor floração em lugares frios – como em Gramado, no Rio Grande do Sul.


    No calor e no frio


    Por precisar de luz, é necessário que a hortênsia esteja em uma posição em que a energia solar ajude em seu crescimento.

    Durante a época de maior calor, deixe a planta sempre fresca, podendo regar todos os dias. No entanto, não abuse da água para que ela não chegue a apodrecer, apenas mantenha a terra sempre úmida.

    Já na época de temperaturas mais baixas e possíveis geadas, é aconselhável que a hortênsia fique em uma área interna, evitando o excesso de frio para que na época da primavera ela cresça e dê muitas flores.


    Diversas utilizações na composição de um jardim


    A hortênsia pode ser plantada em vasos ou diretamente no solo, isolada ou em grupos, principalmente como uma cerca-viva. Se for cultivada como planta de interior, é necessário que haja uma boa ventilação e não faça calor excessivo no local onde ela ficará.

    Caso seja utilizada para a decoração, o ideal é compor arranjos variados e acompanhar outras flores e folhagens.


    Uma planta de poucos cuidados


    Solo: preferência por solos ácidos (onde suas folhas e flores crescem mais coloridas e têm maior desenvolvimento), mas em solos alcalinos, apesar de um colorido menos atraente, também vive muito bem. Dica: evite plantar hortênsias junto a árvores ou a outras plantas com as quais ela possa competir pela umidade.

    Rega: deve ser regada com muita frequência. Em climas mais secos, convém regar diariamente, principalmente enquanto está florindo.

    Exposição ao Sol: deve ser cultivada à meia-sombra, com luz solar indireta, mas em boa quantidade. Em regiões onde o clima é seco e quente, não é recomendável a exposição direta ao Sol, especialmente no verão. Já no sul do Brasil, pode ser cultivada sob o Sol pleno, já que o verão é chuvoso.

    Fonte: Mundo Husqvarna