quinta-feira, 16 de abril de 2026

Plantas suculentas: um bom negócio no campo


Elas são irresistivelmente fofas, delicadas, gordinhas, exóticas e até engraçadinhas, com suas cores e formas surpreendentes. Estamos falando das suculentas, plantas que são capazes de armazenar água em suas folhas, e por isso mesmo não exigem rega frequente.

Pela facilidade de cuidar (elas são pouco exigentes quanto à rega, e você saberá mais sobre isso daqui a pouco), tem gente que coleciona várias delas e, com isso, recheia de verde qualquer cantinho da casa. Você pode cultivar cada espécie individualmente, em um vasinho, ou criar terrários com um mix de espécies. Fica um charme!

Existem cerca de 22 mil espécies catalogadas, o que inclui plantas como cactos, arbustos e trepadeiras. Elas são provenientes das mais diversas regiões do planeta, sejam elas mais secas ou menos seca, e isso vai determinar a quantidade de água que elas armazenam, em condições naturais, para a sua sobrevivência.

Mesmo sendo fáceis de cuidar, como todo ser vivo, elas exigem minimamente uma dose mínima de atenção às questões de incidência de luz, frequência de rega e substrato.

E, sim, mesmo resistentes, elas podem morrer, mais facilmente pelo excesso do que pela falta de água. Conhecer a sua origem vai ajudar você a saber se elas gostam de mais ou menos água, e a reproduzir em casa as condições em que elas se encontram na natureza.

A seguir, confira alguns cuidados básicos para você tomar no cultivo dos diversos tipos de suculentas e mantê-las lindas de verdade.

E com a ajuda do arquiteto Daniel Melo, sócio proprietário do ateliê Vento Verde, preparamos uma lista bem bacana com 20 tipos de suculentas, entre raras, pendentes e miniaturas, para você aumentar sua coleção.

Antes de continuar, inspire-se assistindo este vídeo tour do canal Leroy Merlin Brasil com os meninos do Folha Paisagismo passeando pela seção de jardinagem e mostrando as melhores plantas para aparamento, fertilizantes, adubos, vasos adequados e muito mais. Confira!


Fonte canal Leroy Merlin Brasil

LEITE FUNGICIDA NATURAL PARA TOMATEIROS


Extraído do blog saberes do jardim

Eu amo cultivar tomates. É uma das minhas plantas preferidas, mas são bem sensíveis e costumam apresentar várias doenças se você ainda não tem a “manha” do cultivo, por isso eu fiz o máximo com meu tempo mínimo para terminar esse post e colocar no blog porque sei que tem muita gente que cultiva tomates, ou tenta, e precisa urgente dessa dica ótima.
Recentemente estive pesquisando sobre jardinagem (pra variar) e achei um blog maravilhoso, já devidamente incluído nos meus favoritos, que se chama You Grow Girl. Nesse blog achei, entre muitas coisas interessantes, sem contar as fotos maravilhosas da autora, vários posts sobre tomates e um deles especialmente chamou minha atenção pelo nome “Tomatoes Like Milk”. Lendo o post vi que ela falava que já há muitos anos mantém os tomates que cultiva livre de doenças usando leite.
Li todo o post e depois comecei a pesquisar mais sobre isso. Não encontrei sites em português falando sobre o assunto (pelo menos por algumas páginas do google que eu tive paciência de abrir), mas encontrei alguns sites em inglês que davam a mesma dica.
Claro que eu resolvi testar. Tenho alguns pés de tomate crescendo vigorosamente e estão bonitos, mas as folhas mais próximas ao solo estão começando a apresentar os malditos fungos e eles estão se espalhando e sei que, provavelmente, é questão de tempo até começar a tomar todos os tomateiros, como já aconteceu uma vez e eu perdi todos. Sempre fico vigiando para ver se estão piorando muito e claro fico preocupada com meus tomateiros, afinal eu mesma os plantei e vi crescer desde que eram só sementinhas.
Eu ainda não tinha usado nenhum produto para diminuir o progresso dos fungos ou eliminá-los porque não conhecia nada orgânico para tentar resolver o problema e não uso produtos químicos no cultivo de ervas, frutas, vegetais e afins. Além disso já havia tentado outras soluções com tomateiros anteriores e não consegui conter os fungos. Felizmente descobri esse blog e pesquisando mais sobre o assunto encontrei outros blogs e sites que me convenceram e me fizeram ir comprar leite em pó desnatado para os meus tomates.
Vamos às instruções…
O que Usar
Pode ser leite de caixinha ou leite em pó, depende do que você usa em casa. Se costuma ter leite em casa use o leite que tem, pode ser inclusive leite que azedou na sua geladeira ou aquele ficou esquecido em cima da pia de um dia para o outro.
Se você não costuma ter leite em casa como eu, compre leite em pó que dura uma eternidade, só prefira comprar o desnatado.
O Preparo
Se for leite de caixinha (ou garrafa) dilua na proporção de 3 copos de leite para 7 de água para colocar a mistura diretamente na terra regando as raízes ou de 1 copo de leite para 9 de água para borrifar a mistura nas folhas.
Se for leite em pó prepare um copo com 250ml de água e uma colher de sopa de leite em pó e use 1 medida desse leite preparado para 4 medidas de água se for diluir para regar ou borrifar nas folhas. O leite em pó também pode ser colocado diretamente na terra, sem diluição alguma, mas se as folhas dos seus tomates já estão com fungos prefira regar a planta ou borrifar as folhas para um efeito mais rápido.
Como Usar
Se as folhas dos seus tomates já estiverem com fungos use a mistura de leite e água dia sim dia não, ou a cada 3, 4 ou 5 dias dependendo da gravidade do problema. Isso serve tanto para regas quanto para borrifar as folhas. Eu prefiro regar porque tomates não gostam de água nas folhas e isso facilita o aparacimento de fungos, mas já vi depoimentos de pessoas que borrifaram com sucesso e de outras que tiveram problemas (provavelmente borrifaram demais e acumulou líquido ou fizeram em horário inapropriado). Eu normalmente prefiro a rega, especialmente como preventivo, mas se os fungos estão alastrando borrifo diretamente nas folhas, mantendo também a rega.
Nunca borrife à noite. Eu já fiz isso e o fungo piorou, imagino que tenha sido porque as folhas ficaram úmidas por muito tempo. Borrife sempre pela manhã ou no fim da tarde para dar tempo das folhas secarem bem.
Se o seu tomateiro não apresenta problema de fungos e você vai usar a mistura como preventivo pode aumentar o intervalo para uma vez por semana (se houve problema recente), a cada 15 ou 30 dias e pode até misturar o leite em pó com o adubo orgânico que você costuma usar.
Quando for borrifar faça com alguma distância da planta para não acumular líquido sobre as folhas. Tome cuidado para não saturar as folhas com a mistura. Se ficarem gotas de leite na planta, tente sacudir delicadamente pegando pelo caule para tirar o excesso.
Agora vamos aos resultados que eu obtive com os meus tomateiros…
Como eu já mencionei as folhas mais baixas estavam com fungos. Eu não as retirei como normalmente faria exatamente para mostrar os resultados do uso do leite.Primeiro fiz a aplicação do leite (usei o leite em pó diluído na água) a cada rega, dia sim dia não basicamente. Essas são as folhas e o tomateiro como estavam antes do uso do leite como tratamento para os fungos:

As folhas amareladas são as da base com fungo em estágio mais avançado e as outras com pontos brancos são as um pouco acima para onde o fungo já estava se espalhando
Durante o uso, já na terceira aplicação, eu notei que as folhas que estavam mais afetadas pelos fungos não tiveram melhora, mas a velocidade com que elas pioraram foi bem menor do que o normal, apesar de não terem tido melhora alguma. As folhas menos afetadas, que estavam só com 2 ou 3 focos de fungos se mantiveram estáveis sem piora alguma. No geral não houve progresso do fungo para folhas que ainda não estavam afetadas. As saudáveis continuavam saudáveis, o que já é uma vitória, porque fungos se espalham absurdamente rápido nos tomateiros. Você percebe a piora a cada dia se a planta não for tratada.
Após 8 dias de uso do leite a cada rega, as folhas mais doentes pioraram, em ritmo bem mais lento do que o normal, mas pioraram, e algumas já secaram e  caíram; as menos doentes praticamente não tiveram piora, mas também não melhoraram e nenhuma folha saudável foi afetada. O tomateiro está bem mais bonito, as folhas mais novas, como não sofreram com os fungos, se desenvolveram bem e o desenvolvimento da planta no geral foi grande nesse período. Nesse momento praticamente só se via folhas verdinhas e saudáveis e vários brotos se formando, inclusive botões de flores.
O tomateiro nesse momento estava assim (tirei essas fotos com 10 dias de uso do leite):
Posso dizer que foi o método mais eficaz que já usei, sem contar químicos, de controle de fungos em tomateiros. Vale a pena pela praticidade e por não ser tóxico ou agressivo para a planta ou para nós que vamos consumir os tomates depois.
É um método lento de tratamento se for mantida só a rega, mas borrifando vai bem mais rápido. Os resultados vem desde as primeiras aplicações, mas acredito que leve algum tempo até que todas as folhas com fungos piorem, sequem e caiam sem que as demais sejam afetadas. Mas de qualquer forma é algo para ser utilizado como preventivo desde o crescimento do tomateiro e que servirá para que o problema não retorne caso sua planta já esteja doente. Mesmo que você não consiga recuperar seu tomateiro os próximos poderão crescer saudáveis sem maiores riscos de desenvolverem fungos.
Vou compartilhar um link que o Caio, um leitor do blog, gentilmente enviou e que achei muito interessante e serve para ratificar a eficácia do uso do leite tanto na prevenção como no combate aos fungos:
FONTE; BLOG SABERES DO JARDIM

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Pequenos sítios, saiba como produzir minhocas e húmus

FONTE: SITE agroemdia, 

minhoca vale 2 15
As minhocas também podem ser utilizadas para a alimentação animal e como isca para a pesca
A minhocultura é um processo de reciclagem de resíduos orgânicos (restos de alimentos, folhas, esterco, etc) por meio da criação de minhocas com o intuito de produzir o húmus, excelente adubo para a atividade agrícola. Para difundir essa tecnologia, que ajuda a diminuir o lixo orgânico nas cidades e no campo, a Embrapa Roraima (Boa Vista) montou, em sua vitrine tecnológica, um minhocário.
O espaço servirá como ponto de transferência de tecnologia para que agricultores e interessados em geral possam conhecer as principais técnicas de criação de minhocas em pequenas propriedades. A iniciativa faz parte do projeto Arcoverde, que busca difundir modelos agrícolas sustentáveis para produtores da Região Norte do Brasil.
Segundo o agrônomo Silvio Levy, a minhocultura é perfeitamente adaptada à pequena propriedade agrícola, pois tem um manejo simples. “Essa atividade tem como produto principal o húmus, que constitui um excelente fertilizante orgânico, capaz de melhorar as características físicas, químicas e biológicas do solo”, explica.
Mas a minhocultura não tem apenas essa utilidade. Além de fabricar o poderoso adubo, as minhocas também podem ser utilizadas para a alimentação animal e como isca para a pesca.
Estima-se que no mundo existam mais de 8 mil espécies diferentes de minhocas. No Brasil, são conhecidas entre 240 e 260 espécies. As mais utilizadas para a produção de húmus são as minhocas Vermelha-da-Califórnia e a Gigante-Africana.  Ambas estão sendo usadas no minhocário da Embrapa.
Os interessados em aprender um pouco mais sobre a minhocultura podem entrar em contato com o setor de Transferência de Tecnologia da Embrapa Roraima pelo telefone (95) 4009-7135 e agendar uma visita.
Minhocários
Existem vários tipos de minhocários, dos mais simples até os mais caros. Para agricultores familiares, que não pretendem vender comercialmente o húmus produzido, mas apenas utilizá-lo na propriedade, o mais indicado é fazer um minhocário de baixo custo e pouca manutenção.
O folder Minhocultura ou vermicompostagem, da Embrapa Agrobiologia (Seropédica-RJ), mostra os principais aspectos para aqueles que desejam começar uma criação de minhocas e produção de húmus. Entre os pontos abordados estão: local ideal de construção do minhocário, técnicas de criação e manejo, comercialização e as principais fontes de matéria prima para produção de húmus.
Outra publicação da Embrapa que fala sobre a minhocultura para a agricultura familiar é a Circular Técnica Minhocultura e produção de húmus para a agricultura familiar, da Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS), também disponível para download.
SAIBA MAIS
As minhocas não têm olhos nem ouvidos.  Por isso, seu sentido de direção não é muito bom. Sua movimentação é influenciada por células sensíveis à luz que existem em sua pele. Em geral, evitam a luz direta do sol, preferindo os ambientes sombreados e mais úmidos.
Contudo, as minhocas não toleram ambientes encharcados, pois sua respiração é feita pela pele. Em lugares onde há acúmulo excessivo de água, a tendência é de haver pouco oxigênio. Nestes casos, é comum vermos as minhocas saindo do solo para procurar locais mais secos.
Da redação, com Embrapa Roraima

domingo, 12 de abril de 2026

Projeto transforma cascos de caranguejo e siri em biofertilizante para a agricultura familiar!!

Iniciativa sustentável em São Cristóvão une marisqueiras, pescadores e agricultores na produção de insumo orgânico que fortalece a produção rural e reduz impactos ambientais


Uma iniciativa inovadora está transformando resíduos de crustáceos em oportunidade para o fortalecimento da agricultura familiar em Sergipe. Em parceria com a Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro), a Prefeitura de São Cristóvão, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Aquicultura e Pesca (Semagri), iniciou a implantação de um projeto pioneiro que utiliza cascos de caranguejo e siri, especialmente do caranguejo uçá, para a produção de biofertilizante destinado aos produtores rurais do município.

A diretora de Aquicultura e Pesca da Prefeitura de São Cristóvão, vinculada à Secretaria Municipal de Agricultura, Aquicultura e Pesca (Semagri), Elaine de Jesus, disse que a ação é resultado de diagnóstico feito nas comunidades pesqueiras. “A ação nasceu a partir de um diagnóstico técnico realizado na comunidade do povoado Tinharé, tradicional vila de marisqueiras e marisqueiros de São Cristóvão. Durante as visitas de campo, técnicos identificaram o descarte inadequado dos cascos de caranguejo, resíduo que, além de gerar impactos ambientais, poderia ser reaproveitado de forma produtiva”.

Para o chefe do escritório local da Emdagro em São Cristóvão, engenheiro agrônomo Renato Figueiredo, o projeto demonstra como a extensão rural pode gerar soluções práticas e sustentáveis para desafios enfrentados pelas comunidades. “A partir dessa demanda da própria comunidade, a equipe técnica da Emdagro, em parceria com a Semagri, desenvolveu uma alternativa sustentável: a produção de um biofertilizante foliar orgânico. O processo começa com a trituração dos cascos, que são transformados em farinha e posteriormente submetidos a um processo de fermentação biológica utilizando esterco bovino fresco”.

O engenheiro agrônomo Renato Figueiredo explicou que o diferencial do produto está na composição, rica em nutrientes, microrganismos benéficos e, principalmente, na presença de quitina, substância natural encontrada nos exoesqueletos de crustáceos. "Durante a fermentação, a quitina é convertida em quitosana, composto reconhecido por estimular os mecanismos naturais de defesa das plantas. Esse processo contribui para a prevenção de doenças, aumenta a resistência das culturas a pragas e favorece o desenvolvimento vegetativo das plantas. A quitosana também melhora a absorção de nutrientes pelas lavouras e potencializa a resposta imunológica das culturas, podendo reduzir a necessidade do uso de insumos químicos e tornar a produção mais sustentável e economicamente viável. Aplicado por pulverização, o biofertilizante foliar proporciona nutrição rápida às plantas e reforça a produtividade das lavouras. O tempo médio de preparo do produto varia entre 30 e 60 dias, e a expectativa é de que a iniciativa beneficie cerca de quatro mil produtores locais”, detalhou o engenheiro.

A experiência piloto foi aplicada na propriedade de uma moradora da comunidade, a produtora Andréia Cristina Lima dos Santos. “Coloquei minha propriedade à disposição dos demais moradores da comunidade, porque vi que essa iniciativa resolve dois problemas. Estamos aproveitando um resíduo abundante da atividade das marisqueiras para gerar um insumo agrícola de alto valor, que fortalece a agricultura familiar e promove a sustentabilidade”, destacou.

O representante da Associação do Povoado Tinharé, José Valmiro Alves dos Santos, afirmou que a iniciativa ainda visa amenizar o impacto da atividade ao ambiente e na saúde dos moradores locais. “Para a comunidade, essa poluição não é benéfica, porque grande parte das cascas de mariscos acumula água, favorecendo a reprodução de mosquitos da dengue. Além disso, há uma grande quantidade de lixo nos quintais, com mau cheiro, e tudo isso prejudica a saúde”. Ele acrescenta que a inovação será positiva, pois eliminará esse descarte irregular, que será transformado em biofertilizante, beneficiando outras pessoas, como os agricultores familiares.

Meio ambiente agradece

De acordo com as instituições parceiras, Emdagro e Semagri, o projeto ainda fortalece a inclusão social ao integrar marisqueiras, pescadores e agricultores familiares em uma cadeia produtiva circular, na qual o resíduo de uma atividade passa a ser insumo estratégico para outra. Como política pública estruturada, o biofertilizante produzido será adquirido pela Prefeitura de São Cristóvão e destinado aos produtores rurais cadastrados no município, garantindo acesso a um insumo sustentável, de baixo custo e com respaldo técnico, ampliando as condições para uma produção agrícola mais eficiente e ambientalmente responsável.

sábado, 11 de abril de 2026

Conversa sobre compostagem

 🌱 Porto Alegre vai receber uma conversa necessária!

Como as cidades podem lidar melhor com seus resíduos orgânicos?

No dia 13/04, vamos reunir experiências internacionais e soluções locais para discutir compostagem urbana e cidades mais resilientes 💭

CONHEÇA NOSSOS PARTICIPANTES:

✨ Andrea Lieske - Earth Matter – NY | @earthmatterny 
Gerente do programa Zero Waste Island (ZWI) da Earth Matter NY, na Governors Island (Nova York). Com mais de uma década de experiência em recuperação de resíduos orgânicos e consultoria em lixo zero, é certificada como TRUE Advisor e Master Composter. Apaixonada por capacitar pessoas por meio de atividades práticas de compostagem e por treinar equipes diversas para alcançar objetivos ambientais.

✨ Natália Pietzsch – ARCO
Engenheira ambiental, mestre em Engenharia de Produção e especialista em economia circular. Fundadora da ARCO – Ações para Reciclagem e Compostagem, atua com gestão de resíduos, educação ambiental e soluções sustentáveis para empresas e eventos. Desde 2018, lidera projetos de compostagem urbana e logística reversa.

✨ Artur – @igapo.eco 
Inventor, empreendedor e especialista em soluções ambientais, com mais de 14 anos de experiência na execução de projetos. Atua com abastecimento de água, tratamento de esgotos sanitários e valorização de resíduos orgânicos, desenvolvendo iniciativas que unem inovação e eficiência. Entusiasta de tecnologias sustentáveis, dedica sua trajetória à criação de soluções que promovem o equilíbrio entre desenvolvimento e preservação ambiental, com foco em gestão de recursos naturais e desenvolvimento de produtos voltados à sustentabilidade.

📍 Tecnopuc @tecnopuc 
🕘 9h às 12h
🎟️ Inscrições gratuitas – link na bio da @arco.eco

Carências e excessos de nutrientes nas plantas

Fonte: Eco Center PT

Algumas noções básicas para se identificarem carências nutritivas nas plantas são:
  • CLOROSE - Amarelecimento geral da folha, palidez
  • CLOROSE INTERVENAL- Amarelecimento geral da folha à excepção das veias que se mantém verdes
  • NECROSE – Depois da clorose os tecidos ganham uma cor acastanhada e morrem
  • PONTOS NECRÓTICOS – pontos mortos nas folhas geralmente negros
  • CRESCIMENTO PARADO – Planta mais pequena do que o normal e que não mostra sinais de desenvolvimento
Os elementos essenciais são classificados por elementos móveis ou fixos, ou seja, os móveis movem-se por toda a planta e os fixos não. Quando existe falta de um elemento móvel numa parte da planta esse elemento é movido da parte mais baixa da planta para onde quer que seja necessário, como resultado a deficiência vai-se manifestar na parte mais baixa da planta (ex: Nitrogénio). Se existir a falta de um elemento fixo a deficiência vai-se mostrar nas folhas mais jovens (ex: Ferro)
  • ELEMENTOS MÓVEIS - Nitrogénio, Fósforo, Potássio, Cloro
  • ELEMENTOS SEMI-MÓVEIS -Cobre, Magnésio, Manganês, Zinco
  • ELEMENTOS FIXOS - Boro, Cálcio, Ferro, Enxofre
Por vezes os mesmos sintomas visuais não estão propriamente relacionados com deficiências nutritivas e sim com os factores ambientais, por exemplo, se as folhas de um tomateiro ficarem com um tom púrpura pode não ser uma deficiência de fósforo como seria à partida mas sim uma intolerância da planta ao frio. As distorções nas folhas também podem estão relacionadas com grandes mudanças na humidade, uma pequena clorose intervenal pode ser uma deficiência de magnésio ou de manganês ou um primeiro sinal de stress por parte da planta, por sua vez a palidez das folhas pode ser um sinal de falta de Nitrogénio ou de poluição no ar e o que por vezes é designado por deficiência de Nitrogénio pode ser só a planta a chegar ao final do seu ciclo de vida. Pontos mortos nas folhas podem ser devido a um fungo, vírus ou excesso de Nitrogénio.
As deficiências não são muito comuns em hidroponia e se usarmos bons nutrientes, tivermos um sistema dinâmico e uma boa oxigenação da solução a probabilidade de se manifestarem carências é quase zero e nós até agora só encontramos uma “verdadeira” carência que foi a falta de cálcio em tomates que é algo muito comum e normalmente designado por BER ( Bear End Rot).
DEFECIÊNCIAS E EXCESSOS NUTRITIVOS
NutrienteCarênciaExcesso
NITROGÉNIOfolhas inferiores pálidas e amarelecidas, toda a planta fica com um tom verde mais claro, as ramificações são reduzidasas folhas ganham um tom verde escuro e a floração é retardada, pode influenciar o sabor final
FÓSFOROa planta ganha um tom púrpura e o crescimento é reduzidosão raros e não são de recear, a sua presença acelera a maturação e aumenta a estabilidade dos caules
POTÁSSIOamarelecimento das margens das folhas inferioressão raros mas podem interferir com a absorção de Magnésio
CÁLCIOpontas das folhas queimadas, as folhas perdem estrutura, no caso do tomate causa uma podridão no final do frutopode interferir com a absorção de magnésio e de Potássio, pode reagir como Enxofre e Fósforo e criar compostos insolúveis.
MAGNÉSIOclorose intervenal que começa nas folhas mais velhas e progride para as novas, a floração é reduzidasão raros
ENXOFREamarelecimento das folhas mais jovens progredindo para as mais velhas, a floração é reduzidafolhas mais pequenas do que o normal, podem cair
COBREamarelecimento das flores, se num estado avançado as flores podem passar de um amarelo para brancoAs folhas ganham um tom bronze com pontos necróticos
FERROAs bordas das folhas enrolam para cima e as folhas mais jovens murchamelemento tóxico em excesso, o crescimento é parado, as raízes ganham uma cor escura e morrem
MANGANÊSamarelecimento intervenal, deformação das folhas mais jovenscrescimento reduzido, saúde pobre, pontos necróticos nas folhas.
ZINCOamarelecimento das folhas mais jovens entre as veias, crescimento reduzidoem excesso é como um veneno para as plantas e começa por bloquear a absorção de ferro, pode causar a morte da planta
BOROas novas ramificações morrem, as folhas ficam torcidas com algumas manchas de tom mais claroamarelecimento da ponta das folhas seguido de necrose, as folhas caem
MOLIBDÉMIOdeformação das folhas com tendência para se torcerem para cimadescoloração das folhas e a grandes concentrações as folhas podem ficar cor de laranja
Como muitos dos sinais visuais podem apontar para várias interpretações é mesmo importante ter um sistema dinâmico e usar bons nutrientes, se elas aparecerem à mesma é porque as raízes morrem e não conseguem absorver nutrientes dando origem a todos os tipos de deficiências e é por isto que raramente uma deficiência vem sozinha pois a dificuldade na absorção afecta todos os elementos. 
As carências também podem aparecer quando as raízes estão saudáveis, podendo ser só um desequilíbrio no pH ou na solução nutritiva. Outros problemas podem ser gerados pela competição na absorção entre os elementos pois um elemento pode estar em excesso e bloquear a absorção de outro.
Para resolver estes problemas primeiro temos de encontrar as causas e para isso devemos começar a nossa inspecção pelas raízes, estas podem ser podadas (puxando gentilmente) caso seja necessário pois as raízes fracas e estragadas sairão facilmente. Caso estas não apresentem nenhum dano então passamos aos níveis de pH e EC, averiguar se há acumulação de depósitos no tanque dos nutrientes, etc. Se for este o caso deve-se trocar a solução nutritiva por água com o pH balanceado, sem nutrientes e se possível com um estimulador de raízes. Em paralelo pode-se borrifar a planta com uma solução média de nutrientes (EC=0,5), de preferência pela manhã, até a planta recomeçar a crescer normalmente e retomando-se depois a solução nutritiva adequada.
As deficiências que têm origem em elementos móveis normalmente são curadas e desaparecem, as de elementos fixos não vão desaparecer mas as novas folhas e ramificações vão nascer saudáveis.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

A qualidade do solo pela indicação das plantas espontâneas!


Escrito por 

Análise do solo conforme sua atividade biológica

A atividade biológica do solo é uma denominação genérica para a ação dos organismos vivos do solo, tanto animais quanto vegetais.
Esses organismos têm forte influência na gênese e manutenção da organização dos constituintes do solo, principalmente nos horizontes superficiais.
As raízes das plantas , por exemplo, alteram o pH do solo ao seu redor e, ao morrer e se decompor, deixam canais.
Formigas, cupins e minhocas manipulam, ingerem e excretam material de solo formando microagregados e construindo poros ).
A observação do solo de um terreno, as plantas que nela estão crescendo e, inclusive a presença das ervas daninhas já indicam características de sua composição química ou o que pode estar faltando.
Veja nossa tabela de problemas do solo conforme a presença das ervas daninhas.

Biológica do solo - Ervas daninhas indicam problemas no solo

As
Invasoras
Indicam
Barba-de-bode (Aristida pallens)
pastos queimados com frequência, falta de fósforo, cálcio e umidade.
Capim-arroz (Echinochloa crusgallii)
terra com nutrientes reduzidos em susbstâncias tóxicas.
Cabelo-de-porco (Carex spp)
terra muito cansada.
Capim-rabo-de-burro (Andropogon bicornis)
uma camada impermeável em 80 a 100 cm de profundidade, que represa água..
Capim-favorito (Rhynchelytrum roseum)
terras muito compactas e secas, a água não penetra facilmente.
Capim-amoroso ou carrapicho (Cenchrus ciliatus)
terra de lavoura depauperada e muito dura, pobre em cálcio.
Capim-marmelada ou capim-papuã (Brachiaria plantaginea)
terra de lavoura com laje superficial e falta de zinco.
Capim-seda (Cynodon dactylon)
terra muito compactada e pisoteada.
Carneirinho ou carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)
falta de cálcio.
Cravo-brabo (Tagetes minuta)
terra infestada de nematóides.
Fazendeiro ou picão-branco (Gaslinsoga parviflora)
terras cultivadas com excesso de nitrogênio e falta de cobre.
Gramão ou batatais ou grama mato-grosso (Paspalum notatum)
terra cansada, com baixa fertilidade.
Guanxuma ou malva (Sida spp)
terra muito compactada e dura.
Lingua de boi (Rumex spp)
excesso de nitrogênio.
Maria-mole ou berneira (Senecio brasiliensis)
camada compactada em 40 a 50 cm de profundidade, falta potássio.
Mamona (Ricinus communis)
solo arenoso com falta de potassio.
Samambaia (Gleiquênia)
solo ácido.
Fonte: cuidados com a terra – IDACO – 1994

PORQUE ANALISAR O SOLO???







Determinar o ph do solo e conhecer as quantidades necessárias de nutrientes a serem absorvidos é um fator importante para o aumento da produtividade na lavoura. Através da análise, pode-se qualificar e quantificar o tipo de calcário a ser utilizado na calagem, conseqüentemente, aumentando a eficiência da adubação e ao mesmo tempo corrigindo a acidez do solo.
Usado de forma correta, a aplicação de calcário permite a maximização dos efeitos do fertilizante, tornando o solo mais produtível além de melhorar o custo beneficio na lavoura.
Em resumo, o processo é simples e acessível, se feito de forma eficiente. O primeiro passo é providenciar a análise do solo, seguida da aplicação de calcário, e depois o uso do fertilizante. Em alguns meses, após o plantio, o resultado pode ser uma colheita farta e lucrativa.

Para coletar uma analise de solo siga as instruções abaixo:



PORQUE ANALISAR O SOLO

A análise do solo é o melhor meio para avaliar a fertilidade do solo. Com base nos resultados das análises é possível determinar as doses adequadas de calcário e adubo para garantir maior produtividade e lucratividade para a sua lavoura.
Para obter bons resultados com a análise é muito importante retirar as amostras corretamente. Siga as instruções e veja como é fácil.

ESCOLHA DAS GLEBAS PARA AMOSTRAGEM

Divida sua propriedade em glebas homogêneas, nunca superiores a 20 hectares, e amostre cada área isoladamente. Separe as glebas com a mesma posição topográfica (solos de morro, meia encosta, baixada, etc.), cor do solo, textura (solos argilosos, arenosos), cultura ou vegetação anterior (pastagem, café, milho, etc.), adubação e calagem anteriores. Em culturas perenes, leve em conta também a idade e variedade das plantas. Áreas com uma mesma cultura, mas com produtividades muito diferentes, devem ser amostradas separadamente. Identifique essas glebas de maneira definitiva, fazendo um mapa para o acompanhamento da fertilidade do solo com o passar dos anos. A retirada das amostras deve ser em caminhamento em zig-zag.

QUAL FERRAMENTA USAR

A coleta das amostras pode ser feita com um enxadão ou com trados. O trado torna a operação mais fácil e rápida.
Além disso, ele permite a retirada da amostra na profundidade correta e da mesma quantidade de terra de todos os pontos amostrados.




COMO COLETAR AS AMOSTRAS

De cada gleba devem ser retiradas diversas subamostras, para se obter uma média da área amostrada. Para isso percorra a área escolhida em ziguezague e colete 20 subamostras por gleba homogênea. Em cada ponto, retire com o pé detritos e restos de cultura. Evite pontos próximos a cupins, formigueiros, casas, estradas, currais, estrume de animais, depósitos de adubo, calcário ou manchas de solo. Introduza o trado no solo até a profundidade de 20 cm.
A terra coletada representa uma porção de solo na profundidade de 0-20cm.
Raspe a terra da lateral do trado, aproveitando apenas a porção central.
Em áreas cultivadas em sistema de plantio direto há vários anos, é interessante a amostragem na camada de 0 a 10cm, para monitorar o acúmulo de nutrientes na superfície do solo. Entretanto, as recomendações de adubação baseadas apenas na profundidade de 0 a 10 cm, podem subestimar a necessidade de nutrientes para as culturas. As pesquisas sobre o assunto ainda não são conclusivas.
Transfira a terra do trado para um balde ou outro recipiente limpo. Repita a tradagem do mesmo modo em cada um dos 20
pontos. Quebre os torrões de terra dentro do balde, retire pedras, gravetos ou outros resíduos e misture muito bem. Essa mistura de subamostras retiradas de vários pontos de uma gleba homogênea é chamada de amostra composta.

ATENÇÃO: todas as ferramentas e recipientes usados para a amostragem e embalagem da terra devem estar limpos e, principalmente, não devem conter resíduos de calcário ou fertilizantes.
Para amostras nas quais pretende-se também analisar micronutrientes, use trado de aço e evite baldes de metal galvanizado.
Retire cerca de 300g de terra do balde e transfira para um saco de plástico limpo apropriado. Essa porção de terra (amostra composta) será enviada ao laboratório. Jogue fora o resto da terra do balde e recomece a amostragem em outra área.

AMOSTRA A SER ENVIADA AO LABORATÓRIO

Identifique a amostra de solo com o seu nome, propriedade, gleba amostrada e data. Anote em um caderno, junto com um mapa da propriedade, o número de cada amostra e o local de onde foi retirada. Essas anotações são importantes para identificar o local para aplicações de calcário e fertilizantes. Além disso, facilitam o acompanhamento da evolução da fertilidade do solo de um ano para outro.

FREQÜÊNCIA DE AMOSTRAGEM
O solo deve ser analisado pelo menos a cada 2 ou 3 anos ou com maior freqüência em solos com problemas de fertilidade ou intensamente cultivados.

http://www.calcariosolofertil.com.br/index.php/representantes/analise-de-solo

quarta-feira, 8 de abril de 2026

11 adubos e repelentes feitos em casa



Extraído do blog plantei


      Para quem tem desejo de cultivar, não importa se em uma varanda, um jardim ou em uma horta, o importante é fazê-lo. Mas muitas vezes plantar não é fácil e para complicar o trabalho, já duro e cansativo, chegam uma infinidade de insetos e parasitas que, se não forem controlados, podem estragar nossas plantas e frustrar nossos esforços.
      Abaixo sugerimos algumas “receitas” para fazer fertilizantes e repelentes 100% orgânicos, que vão ajudar você a manter afastados insetos indesejáveis, respeitando plenamente a natureza.
1. O estrume
      Existe maneira melhor para enriquecer o solo do seu jardim ou quintal que o bom e velho esterco? Você pode comprá-lo em lugares especializados ou, melhor ainda, produzi-lo, se você tiver animais como galinhas, cabras e coelhos. As fezes deste último são aquelas com a maior taxa de nitrogênio e podem ser usadas espalhando-as diretamente à terra. As dos outros animais, em geral, devem ser bem curtidas antes (composteiras).


2. Inseticida spray de alho
      O alho é um poderoso repelente natural, capaz de desencorajar muitos insetos e espantá-los para outros lugares. Para preparar o nosso inseticida, batemos no liquidificador uma cabeça de alho com alguns cravos da índia, juntamente com dois copos de água até obter um composto bem homogêneo. Deixe-o descansar por um dia para depois ser misturado em 3 litros d’água. A mistura assim obtida pode ser vaporizada com um spray, diretamente sobre as folhas das plantas.
3. Chá de urtiga
      Já tocou sem querer numa folha de urtiga e ficou sentindo uma coceira super irritante? Bem, a urtiga pode não ser tão irritante assim quando se torna uma grande aliada para seus cultivos. Calce um par de luvas grossas e colha um pouco de urtiga. Coloque-as de molho em um balde cobrindo-as com água e deixe-as descansar por pelo menos uma semana e estará pronto o seu novo fertilizante líquido 100% orgânico.
4. Inseticida spray de tomate
      As folhas de tomate são ricas em alcalóides, excelentes repelentes para pulgões, vermes e lagartas. Encha dois copos com folhas de tomate picadas e adicione água. Deixe descansar por pelo menos uma noite e dilua a mistura em outros dois copos d’água. Pronto! pode pulverizar seu spray de tomate sobre as plantas. Mantenha o repelente longe dos animais domésticos pois, pode ser tóxico à eles.
5. Cascas de ovos
      As cascas de ovos são um ingrediente interessante para o nosso jardim. Elas possuem um duplo benefício, podem ser usadas seja como fertilizantes seja como repelentes, em pedaços ou trituradas. Se trituradas, polvilhe o pó sobre a base das suas plantas, ou use pedaços, criando uma espécie de anel na base da planta: esta barreira pode afastar os caracóis e algumas lagartas.
6. Tabaco macerado
      A nicotina presente nas folhas de tabaco não cria dependência apenas em seres humanos, mas também em insetos, agindo como um ótimo repelente. Para preparar o tabaco macerado coloque 3 ou 4 cigarros em meio litro d’água. Deixe macerar por dois dias e depois filtre, ou passe o líquido obtido por uma peneira fina. Coloque-o em um spray e está pronto o seu inseticida natural.
7. Inseticida spray de pimenta
      A pimenta é um excelente repelente natural contra pragas. Para preparar o spray, bata no liquidificador em alta velocidade por 2 minutos, cerca de 6 a 10 pimentas (qualquer tipo, mas preferencialmente as mais fortes) com dois copos d’água. Deixe a mistura descansar durante a noite. No dia seguinte, filtre-a e adicione um copo d’água. Despeje o líquido no pulverizador e pronto!
8. Adubação verde
      Seu gramado não está tão verde como você gostaria? Não se preocupe, basta apenas um simples cuidado: quando você cortar a grama não a recolha, deixe-a no chão! Será uma valiosa fonte de nitrogênio. A grama recém-cortada, por ser muito curta, decompõe-se rapidamente, enriquecendo o solo de nutrientes e fazendo o seu gramado ficar ainda mais verde.
9. Adubação com borra de café
      Se você adora e bebe muito café, não jogue fora sua borra que é uma excelente fonte de nitrogênio para o solo, além de ser rica em antioxidantes. Adicione a borra à sua compostagem ou polvilhe-a diretamente sobre o solo.
10. Nematóides amigos
      Eu sei, pode parecer estranho existirem vermes amigos de seu jardim, mas è verdade! Muitas vezes, para controlar a população de pragas são necessárias outras pragas, ou melhor, outros insetos antagonistas. Este tipo de Nematóide bom é capaz de matar muitas pragas do seu jardim, incluindo besouros, gorgulhos e muitos outros. Você pode comprá-los em lojas especializadas.
11. Compostagens
      A compostagem é definitivamente um dos métodos mais simples e eficazes para enriquecer o solo e fazer o seu jardim florescente e produtivo. O que você precisa é de restos de comida e de todas as substâncias ricas em nitrogênio, como grama, folhas ou palha. Você pode fazer a compostagem mesmo vivendo na cidade.
Podemos fazer muito para preservar nossos cultivares sem o uso de produtos químicos e poluentes.
      Bom crescimento à todos!😉
Fonte – GreenMe

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