Estágio no Sítio dos Herdeiros
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quinta-feira, 30 de julho de 2026
GANHE 5 mil por mês INVESTINDO apenas R$ 500,00 na criação de MINHOCA.
terça-feira, 28 de julho de 2026
Os efeitos do #biofertilizante no controle de pragas e doenças
Os fenômenos podem estar diretamente associados à complexa e pouco conhecida composição química e biológica dos biofertilizantes. Um composto coloidal, de consistência mucilaginosa (goma) e de composição ainda não conhecida, foi observado por Medeiros (2000b), causando a imobilização e morte do ácaro B.phoenicis sobre a folha devido à obstrução de seu sistema digestivo.Princípios da Biomineralização ou a utilização de rochas moídas como adubo
Na história recente da agricultura ecológica do estado do Rio Grande do Sul, a partir dos anos 70, o uso das rochas era reconhecido, com destaque as rochas basálticas. Primeiro por serem abundantes no estado, segundo, porque era a mais citada na literatura técnica permitida na época. Somente ao final da década de 90 é que começaram os experimentos com composições de diversas rochas moídas de diferentes regiões de dentro como fora do estado. Destaque-se o trabalho pioneiro da Fundação Juquira Candiru e do Núcleo Técnico de Agricultura da Cooperativa Ecológica Coolmeia.Benefícios da carambola são muitos, mas cuidado com o excesso!!
Fonte: site ativo saúde
É bom para emagrecer?
O primeiro sinal de que você deve incorporar a carambola na sua dieta de emagrecimento é o fato de que ela tem poucas calorias – aproximadamente 31 a cada 100 gramas.“Além disso, ela ajuda a combater o colesterol alto, pois têm fibras que evitam que o corpo absorva grandes quantidades dele”, diz Paula.
Alguns ramos de medicina alternativa consideram a fruta e o chá das folhas da caramboleira uma fonte importante de diversas características medicinais.
A principal delas seria a função hipoglicemiante, o que significa que podem ajudar a diminuir os níveis de glicose no sangue.
“A presença do chá das folhas de carambola no organismo humano atua diretamente no metabolismo, dificultando a retenção de açúcar pelo corpo”, conta Paula Stempniewski.
A carambola, portanto, também ajuda a perder peso neste sentido, uma vez que a absorção de açúcar está diretamente ligada ao acúmulo de gordura corporal.
Como consumir?
Cozinhas que utilizam a carambola
Os perigos da carambola
Receitas que levam carambola
Doce de carambola
Ingredientes
- 1 unidade de carambola;
- 1 colher de açúcar de coco para cada unidade de carambola;
- 1 pau de canela
Modo de preparo
Chutney de carambola
Ingredientes
- 1 colher (chá) de pimenta calabresa;
- 3 unidades de carambolas picadas sem sementes;
- 4 colheres (sopa) de açúcar demerara;
- ½ colher (chá) de canela em pó.
Modo de preparo
sexta-feira, 24 de julho de 2026
Rachel Carson, ciência e coragem contra os efeitos nocivos do uso de agrotóxicos
Mas Carson já se interessava pelo tema dos pesticidas desde 1945, quando biólogos norte-americanos começaram a estudar os efeitos do dicloro-difenil-tricloroetano (o inseticida DDT) no ambiente.
Após a Segunda Guerra Mundial, o DDT começou a ser usado no combate aos insetos que atacavam as culturas agrícolas, mas em pouco mais de uma década começaram a ser noticiados episódios de contaminação da água e do solo e de morte de animais.
Quatro anos de estudo
Em 1958, Carson recebeu carta de uma amiga, a jornalista Olga Huckins (1900-1968), contando sobre pássaros mortos em seu quintal, devido a pulverizações aéreas de DDT. Essa foi a ‘gota d’água’ para a decisão de escrever Primavera silenciosa (leia resenha do livro publicada na CH 275). À medida que investigava e obtinha informações sobre os pesticidas, Carson percebia a gravidade do problema e, ao mesmo tempo, a urgência de denunciá-lo ao mundo.Ela sabia que o tema era polêmico e poderia provocar reação negativa dos fabricantes de pesticidas. Para precaver-se das acusações, pesquisou muito. Entrou em contato com cientistas de diferentes países, formando uma rede de colaboradores.
- Para escrever ‘Primavera silenciosa’, Rachel Carson (na foto) pesquisou o tema durante quatro anos e contou com a colaboração de cientistas de vários países. (foto: EUA Fish and Wildlife Service)
O estudo sobre os pesticidas consumiu muita energia e, em meio à sua elaboração, a escritora descobriu que estava com câncer. O trabalho no livro chegou a ser suspenso durante o tratamento com radioterapia, mas depois de quatro anos de muita dedicação, a primeira versão de Primavera silenciosa foi publicada, em fascículos, em junho de 1962, na revista New Yorker. Em setembro do mesmo ano, foi lançado o livro.
Em suas páginas, Carson denunciou vários efeitos negativos do uso do DDT em plantações e em campanhas de prevenção de doenças. As aplicações não matavam apenas as pragas (insetos, ervas daninhas, fungos etc.) às quais se dirigia, mas também muitas outras espécies, inclusive predadores naturais dessas pragas. Esse pesticida, mostrou ela, atinge todo o ecossistema – solo, águas, fauna e flora – e entra na cadeia alimentar, chegando aos humanos.
Segundo Carson, a “ecologia do solo” é gravemente afetada, pois o DDT mata organismos responsáveis pela drenagem do solo – como as minhocas, que melhoram a penetração da água – e pela fixação de nitrogênio.
Além dos animais aquáticos, Carson constatou que os pesticidas ameaçavam ‘aguietas’ (filhotes de águia), papos-roxos, andorinhas, melros e outros pássaros de duas formas: as aplicações de pesticidas causavam sua morte ou prejudicavam sua reprodução, já que o veneno agia nas células reprodutoras dessas espécies. Essa era a ‘primavera silenciosa’ que ela queria evitar: uma estação sem pássaros.
Questão ainda atual
Usando uma linguagem que mesclava pesquisa rigorosa com habilidade literária, para aproximar o conhecimento científico do público leigo, Primavera silenciosa teve impacto instantâneo, ficou mais de dois anos nas listas dos livros mais vendidos e logo repercutiu mundialmente.Enquanto a população enviava inúmeras cartas de apoio a Carson, os fabricantes de pesticidas se uniram para desacreditar a autora e seus colaboradores. Cientistas comprometidos com a produção de agrotóxicos publicaram artigos questionando a legitimidade do livro porque a autora não tinha doutorado (era mestre em zoobotânica), e outros a atacaram com argumentos preconceituosos, chamando-a de “freira da natureza”, “solteirona”, “feiticeira”, insinuando que deveria se calar apenas pelo fato de ser uma mulher.
Apesar desse fogo cruzado – as difamações e o avanço do câncer –, Rachel Carson depôs no Senado dos Estados Unidos e participou de debates e de programas na televisão, divulgando os perigos dos agrotóxicos para a saúde humana e para o ambiente. Infelizmente, a doença venceu e a bióloga morreu em 1964, sem ver os resultados de suas palavras ao longo das décadas seguintes.
O DDT foi banido de vários países, a começar por Hungria (1968), Noruega e Suécia (1970) e Alemanha e Estados Unidos (1972). Hoje, a Convenção de Estocolmo sobre Poluentes Orgânicos Persistentes, assinada por cerca de 180 países, restringe o uso do composto a casos especiais de controle de vetores de doenças. No Brasil, a fabricação, importação, exportação, manutenção em estoque, comercialização e uso do DDT só foram proibidos em 2009.
- O DDT foi inicialmente empregado, com sucesso, no combate a insetos transmissores de doenças. O composto começou a ser banido de vários países no final da década de 1960. (foto: Otis Historical Archives/ National Museum of Health and Medicine – CC BY 2.0)
Para Carson, a humanidade estava em guerra com a natureza. Trilhando um caminho equivocado, começava a sofrer um tipo de risco introduzido pelo próprio ser humano. Em nome do progresso científico, os agrotóxicos eram anunciados como a maneira mais moderna de se erradicar pragas na agricultura e, com isso, resolver o problema da fome no mundo. Essa ‘promessa’, no entanto, não foi cumprida: os insetos se tornaram resistentes aos venenos e ainda há muita gente passando fome.
Mesmo passados 50 anos, o livro de Rachel Carson permanece extremamente relevante. No contexto recente, em que o Brasil carrega o assustador título de maior consumidor de agrotóxicos do mundo, Primavera silenciosa é atual e necessário. As palavras dessa pesquisadora e escritora podem nos ajudar a repensar nossos valores. Afinal, vale muito mais a pena ter primaveras bem barulhentas, nas quais possam ser ouvidos tanto os sons das pessoas quanto os sons da natureza.
Elenita Malta Pereira
Programa de Pós-graduação em História
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Texto originalmente publicado na CH 296 (setembro de 2012).
Um dos livros que marcaram o século XX - Primavera Silenciosa
Ao ser introduzido para uso no combate a pragas, o DDT — o mais poderoso pesticida que o mundo já conhecera — terminou por mostrar que a natureza é vulnerável à intervenção humana. A maior parte dos pesticidas é efetiva contra um ou outro tipo de insetos, mas o DDT era capaz de destruir de imediato centenas de espécies diferentes de insetos. O DDT, cujo inventor recebeu o Prêmio Nobel, tornou-se conhecido durante a II Guerra Mundial, quando foi usado pelas tropas americanas contra insetos causadores da malária. Ao mesmo tempo, na Europa, começou a ser usado sob a forma de pó, eficiente contra pulgas e outros pequenos insetos.
Quando o DDT se tornou disponível para uso também por civis, poucas pessoas desconfiavam do miraculoso produto, talvez apenas aquelas que eram ligadas a temas da natureza. Uma dessas pessoas foi o escritor E. W. Teale, que advertia: "Um spray que atua de forma tão indiscriminada como o DDT, pode perturbar a economia da natureza tanto quanto uma revolução perturba a economia social. Noventa por cento dos insetos são benéficos e, se são eliminados, as coisas em pouco tempo fogem do controle." Fonte: www.geocities.com
Primavera Silenciosa #silentspring
Em setembro de 1962, a bióloga norte-americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa.
O livro se tornou um best-seller, e influenciou o movimento ambientalista em todo o mundo.
quinta-feira, 23 de julho de 2026
Recuperar áreas degradadas com bolas de sementes - SEED BALL
Se colocar muita água, as sementes brotarão cedo demais. Faça pequenas bolas com esta mistura e deixe-as secar por alguns dias ao sol. Um pouco antes ou durante a estação das chuvas, vá até o local onde você quer restaurar a vida vegetal e jogue as bolas. Construir primeiro valas nas curvas de nível e outras barreiras reduz e retém a água do escoamento superficial, necessária para ajudar as sementes a brotarem e crescerem.quarta-feira, 22 de julho de 2026
Além da compostagem: um legado real para as próximas gerações
Fonte Jornal O São Paulo
Fotos: Planta Feliz
Em 2009, quando a compostagem ainda era um tema pouco difundido no
Brasil, a hoteleira Marina Sierra decidiu deixar de enviar seus resíduos
orgânicos para o sistema de coleta de lixo. Mesmo com o acesso limitado a
informações sobre o assunto na época, ela já compreendia que a destinação
inadequada desses materiais contribui diretamente para as mudanças climáticas,
responsáveis por eventos extremos cada vez mais frequentes.
“Comecei com a compostagem doméstica, utilizando minhocas, mas percebi
que aquele modelo resolvia apenas parte do problema, pois apresentava algumas
restrições em relação aos alimentos que podiam ser compostados”, relembra
Marina.
Naquele período, ela conheceu o marido, Adriano Sgarbi. Ao compartilhar
com ele o desejo de encontrar uma solução mais ampla para os resíduos
orgânicos, recebeu a proposta de mudar-se para um sítio e ampliar o projeto. No
novo endereço, Adriano passou a estudar métodos de compostagem capazes de
receber todos os tipos de resíduos orgânicos, inclusive os de origem animal.
Foi assim que o casal chegou à compostagem termofílica, tecnologia que permite
processar resíduos vegetais e animais de forma segura e eficiente.
A chegada da filha do casal, Valentina, em 2017, fortaleceu ainda mais
esse propósito. Foi naquele momento que Marina e Adriano sentiram que era hora
de transformar o sonho em algo concreto. Nascia, então, a Planta Feliz,
iniciativa criada para deixar um legado capaz de contribuir para um mundo
melhor às futuras gerações.
DE 42
MIL METROS QUADRADOS PARA A CIDADE INTEIRA
Localizada no bairro Jardim Casa Grande, na zona Sul da capital
paulista, a Planta Feliz ocupa uma área de 42 mil metros quadrados e é o
primeiro pátio privado de compostagem da cidade a possuir a Licença de Operação
(LO) da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), autorização
ambiental que permite a uma empresa, indústria, comércio ou empreendimento
iniciar e manter suas atividades em funcionamento.
Atualmente, a Planta Feliz mantém parceria com a Prefeitura,
desenvolvida principalmente por intermédio do Polo de Ecoturismo de São Paulo,
território que abrange Parelheiros, Marsilac e a Ilha do Bororé, áreas de
grande relevância ambiental para a capital.
Por meio dessa colaboração, a Planta Feliz tem fortalecido o turismo
rural, o turismo de base comunitária e as vivências pedagógicas promovidas na
propriedade, aproximando a população da compostagem, da agroecologia e da
preservação ambiental.
“Além da destinação correta dos resíduos orgânicos, conseguimos promover
experiências práticas de educação ambiental para escolas, turistas, empresas e
grupos interessados em conhecer soluções sustentáveis aplicadas no território”,
explica Marina.
A Prefeitura também apoia a realização da Semana da Compostagem Planta
Feliz, evento anual com atividades educativas, debates, oficinas e vivências
sobre compostagem, mudanças climáticas, sustentabilidade e regeneração. Neste
ano, a programação aconteceu em maio.
QUANDO
O LIXO VOLTA A SER RECURSO
Com o projeto consolidado, a Planta Feliz oferece um serviço
especializado de coleta e compostagem para garantir a destinação ambientalmente
adequada de resíduos orgânicos gerados por escritórios, empresas, comércios,
restaurantes, escolas, clubes e eventos.
Para que o serviço seja realizado, no entanto, todo o material recebido
precisa estar corretamente segregado na origem. Isso significa que os
estabelecimentos devem manter, no mínimo, três categorias de descarte:
recicláveis secos, rejeitos destinados aos aterros sanitários e resíduos
compostáveis. Além disso, é necessário estar regularizado no Sistema Estadual
de Gerenciamento On-line de Resíduos Sólidos (Sigor), para garantir a
rastreabilidade por meio da documentação ambiental emitida pela Planta Feliz.
“Mesmo para os geradores que não possuem obrigatoriedade de
rastreabilidade, emitimos relatórios com indicadores ambientais, informando
quanto de resíduos deixou de ser enviado aos aterros sanitários, quanto deixou
de emitir gases de efeito estufa e quanto de composto orgânico foi gerado a
partir desse material”, destaca Marina.
Os resíduos passam pelo processo de compostagem termofílica e são
misturados à poda triturada. Durante o tratamento, as leiras atingem
temperaturas controladas que aceleram a decomposição da matéria orgânica,
eliminam patógenos e inviabilizam sementes. Ao final do ciclo, o que antes era
considerado lixo retorna à natureza na forma de composto orgânico. Parte desse
adubo é doada mensalmente para hortas que ajudam a abastecer a população,
fortalecendo a economia circular e a regeneração do solo.
Segundo Marina, o composto também é comercializado para todo o Brasil
por meio do Mercado Livre e em pontos parceiros em São Paulo que apoiam a
agricultura familiar, como o Instituto Chão e o Instituto Baru.
MUDANÇA
DE HÁBITOS
Outro eixo importante da iniciativa é a formação. Para Marina, mais do
que oficinas, as vivências pedagógicas realizadas com escolas, turistas,
empresas e grupos interessados em conhecer o funcionamento de um pátio de
compostagem dentro do Polo de Ecoturismo de São Paulo têm potencial para
transformar a forma como as pessoas enxergam os resíduos.
“Muitas chegam acreditando que lixo orgânico é apenas lixo e saem
entendendo que aquilo é, na verdade, um recurso capaz de regenerar o solo,
produzir alimento e reduzir impactos ambientais.”, destaca Marina.
O trabalho tem atraído visitantes de diferentes regiões do Brasil e de
outros países interessados em implantar iniciativas semelhantes. No ano
passado, por exemplo, o projeto recebeu comitivas das Filipinas e da Tanzânia
durante as agendas relacionadas à COP30.
Para os próximos anos, a meta é ampliar o acesso da população à
compostagem e fortalecer a conexão entre resíduos, regeneração do solo e
mudanças climáticas.
A iniciativa também deseja inspirar as empresas a incorporar a agenda
ESG – conjunto de critérios e práticas corporativas que aliam os aspectos
ambiental, social e de governança (Environmental,
Social, Governance). Para Marina, a destinação correta dos resíduos orgânicos precisa
fazer parte desse compromisso. Ela destaca, ainda, que a com-postagem é uma
urgência para tornar os centros urbanos mais sustentáveis e resilientes diante
dos desafios climáticos.
terça-feira, 21 de julho de 2026
Plantando O eucalipto arco-íris
O eucalipto arco-íris é uma árvore de grande porte, que se destaca pelo colorido espetacular do seu tronco. É o único representante do gênero dos eucaliptos que ocorre naturalmente no hemisfério norte, nas Ilhas da Nova Bretanha, Nova Guiné, Ceram, Celebes e Mindanau. No seu habitat pode atingir 75 metros de altura, com 240 centímetros de diâmetro de tronco; mas em cultivo geralmente permanece entre 20 a 30 metros de altura. O segredo por trás do colorido especial desta árvore está na forma como ela vai se descascando e revelando as partes coloridas. Inicialmente a casca fina, lisa e marrom se despreende, e uma cor verde clara e vibrante aparece. Esta mancha de cor torna-se então sucessivamente verde escura, azulada, púrpura, laranja e por fim vermelha. Acontece que o processo ocorre a todo momento, formando manchas coloridas em diferentes estágios. A impressão que se tem é de que a árvore foi misteriosamente pintada, tornando-se uma verdadeira obra de arte da natureza.
Além do tronco cilíndrico e ornamental, suas folhas são atrativas também. Elas são opostas, ovadas a lanceoladas, e apresentam cor verde-escura na página superior e cinza na página inferior. As flores se reunem em inflorescências do tipo umbela, terminais ou axilares. Elas são numerosas, de cor branco-creme a amareladas, com longos estames, perfumadas e produzem néctar em abundância, atraindo abelhas. Os frutos que se seguem são cápsulas globulares, de cor marrom, contendo de 3 a 12 sementes por válvula. As sementes são diminutas, achatadas e com uma pequena asa. O florescimento ocorre diversas vezes ao ano, com mais profusão na primavera e outono.
Ficha Técnica
Nome Botânico:
E
ucalyptus deglupta
Sinonímia: Eucalyptus naudiniana, Eucalyptus schlechteri, Eucalyptus multiflora
Nome Popular: Eucalipto Arco-íris
Outros Nomes: Eucalipto-da-nova-guiné, Eucalipto-das-filipinas
Luminosidade: Sol Pleno
Origem: Filipinas, Indonésia, Nova Guiné, Oceania
Clima: Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical
Ciclo de Vida: Perene
Altura: acima de 12 metros
Família: Myrtaceae
Fonte jardineiro net
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