A
criação de minhocas em cativeiro, também conhecida como Minhocultura ou
Vermicompostagem, é uma zootecnologia conhecida no Brasil há 20 anos e
tem a finalidade de produzir /extrair o precioso adubo (Húmus) produzido
por ela, além, é claro, da multiplicação contínua da própria minhoca.
E para que tantas minhocas?Quem é quecompra isto?A
minhoca é rica em proteína pura (83%) e é utilizada para alimentar
filhotes de outras criações como, por exemplo: rãs, aves domésticas,
passarinhos de gaiola, camarão de água doce, peixinhos de aquário,
tartaruga e – obviamente – para o anzol do felizpescador.
E o Húmus?
O
Húmus é o excremento da minhoca, ou seja, as fezes propriamente dito,
porém, sem cheiro, sem moscas e com aspecto e consistência de pó-de-café
geladinho.
O húmus é o único adubo orgânico completo de Micro e Macronutrientes, que são necessários para o desenvolvimento ideal das plantas.
O Húmus serve para todas asplantas?
Sim,
pode ser aplicado nas plantas ornamentais (com ou sem flor), em
frutíferas nos pomares, para a lavoura e agricultura em geral e –
principalmente - paragramados esportivos. Os
grandes clubes de futebol como o Flamengo, Fluminense, Botafogo, Vasco
etc. colocam regularmente toneladas e toneladas de Húmus em seus
gramados.
Toneladas de “cocô”? A minhoca produz tanto assim?
Sim, por incrível que pareça, a minhoca come por dia mais do que o seu próprio peso! Já pensou se você tem que comer todo santo
dia mais ou menos o equivalente a um saco de cimento que pesa 50 kg
cheio de arroz e feijão? Então, vamos lá, quem é bom em matemática faça
os cálculos: Se a minhoca pesa na média uma grama, então ela come uma grama por dia, né? Então, para produzir 50 Quilos de húmus, uma única minhoca levaria 50.000 dias, ou seja, uns137 anos! É muito, não é?
A criação de aves para a produção de carne do tipo caipira, no sistema semi-intensivo, é um dos segmentos da avicultura que tem se mostrado promissor.
A carne produzida apresenta sabor diferenciado, que agrada ao paladar de consumidores à procura de alimentos com maiores atributos de qualidade.
No entanto, o desafio nesse tipo de criação é tornar a produção mais eficiente, ao diminuir os custos com a alimentação, sem perder as características dos produtos.
O aumento na demanda por fontes de proteína e o seu alto custo tem estimulado pesquisas que buscam novas alternativas para substituir as tradicionais fontes proteicas, principalmente a do farelo de soja.
O feijão guandu [Cajanus cajan (L.) Millsp.] é uma dessas alternativas, pois apresenta boas quantidades de proteína bruta, que variam entre 22 e 27%. 2011). Além disso, é uma leguminosa resistente à seca, fator importante para sua cultura em regiões semiáridas.
Aconteceu no domingo (21/06)... Festejamos esta data histórica do Movimento no Rio Grande do Sul...
Desde as 10 horas da manhã estavamos reunidos tomarndo chimarrão, cantando, rezando e agradecendo por está caminhada de fé, e louvando a Deus pela vida e pela criação... Houve doação de limões e bergamotas, numa linda partilha.
Alguns casais trouxeram alimentos para as famílias atendidas pela pastoral da criança.
Foi lindo demais!!
Padre Henri caffarel intercedei por nós!! Local: Praça Franklin Perez, Av Pereira Passos, 520 - bairro Assunção, Porto Alegre/RS...
Foram plantadas três mudas de Guamirim-ubá (Myrcia Glaba)
Myrcia glabra / guamirim-araçá
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PePequenos frutos de ca. 1 cm de diâmetro, suculentos e de coloração vermelha a quase negra na maturação. A árvore pode atingir ca. 10 m em cultivo, apresentando copa em forma de taça e de folhagem densa, muito bonita. Tronco rugoso e descamante, como muitas mirtáceas.
Usos: Os frutos, embora pequenos, são consumidos ao natural e divertem a criançada. São também extremamente atraentes para diversas espécies de pássaros. A árvore possui ótimas características ornamentais, assim como grande valor para reflorestamento de áreas nativas.
Cultivo: A sol pleno ou meia sombra, em solos com capacidade de retenção de umidade. Climas tropicais e subtropicais, resisistindo bem a geadas. Floresce e frutifica fartamente.
Origem: Floresta Pluvial Atlântica, de SP ao RS.
Família: Myrtaceae.
Observações: Para maiores informações, consulte o livro Árvores Brasileiras, de Harri Lorenzi, vol. 2, pág. 259.
Na Semana do Meio Ambiente, celebrada em junho, uma história
que reúne ciência, sustentabilidade, qualidade de vida e geração de renda ganha
destaque em Santa Catarina. Trata-se do trabalho de Vilma Fontanive Reichert,
57 anos, moradora de Luiz Alves, que apostou no cultivo de morangos em sistema
suspenso e protegido com o apoio da Epagri. A produção ganhou novo fôlego com o
uso de um biofertiliante aeróbico desenvolvido pela Estação Experimental da
Epagri de Itajaí e apresentado recentemente no TecnoHorti 2025.
Vilma iniciou o cultivo há seis anos, buscando uma atividade
que complementasse sua renda após a aposentadoria sem exigir esforço físico
excessivo. Com a orientação técnica da Epagri e motivada pelos bons resultados,
ela já planeja dobrar a produção em 2026 com a construção de mais um abrigo.
“Não tem comparação. Sem o biofertilizante, a planta demora mais a produzir e
produz menos morangos porque dá menos flor”, relata.
Uso do biofertilizante resolveu o
problema de ácaro na plantação de morangos de uma forma ecológica – – Foto:
MFX/Secom/SC
O biofertilizante usado por Vilma foi destaque no TecnoHorti
2025, evento realizado no dia 3 de junho na Estação Experimental da Epagri em
Itajaí. Apesar do frio e da chuva, mais de 500 pessoas compareceram para
conhecer as inovações da pesquisa catarinense na produção de hortaliças
orgânicas. Um dos coordenadores do evento, pesquisador Alexandre Visconti,
apresentou o bioinsumo e também demonstrou o sistema de termoterapia para
desinfecção de substratos.
O produto, fabricado a partir de farinha de peixe, amido de
milho e de mandioca, açúcar, farelo de arroz, esterco e água, é fermentado com
bombeamento de oxigênio contínuo por até oito dias. Na propriedade de Vilma,
são fabricados 200 litros por mês. Ela aplica o produto por gotejamento, o que
garante mais vigor às plantas, prolonga o ciclo produtivo e reduz a incidência
de pragas e doenças.
“Aqui a gente tinha muito problema de ácaro. Desde que
comecei a usar esse fertilizante da Epagri, os bichinhos sumiram”, comemora. No
abrigo de 400m2, a produtora tem 2.700 mudas. Durante o auge da safra, ela
planta de 70kg a 80kg por mês e fornece para particulares, padarias,
lanchonetes e creches do município.
Tecnologias para produção orgânica
Durante o TecnoHorti 2025, outras experiências como a de
Vilma também mostraram o impacto positivo da pesquisa da Epagri no campo.
Produtores como Josnei Nowak, de Três Barras, e Fabiana Barros, de
Massaranduba, relataram os benefícios do cultivo protegido e do uso de
bioinsumos em suas propriedades, tanto para a saúde quanto para a renda
familiar.
O cultivo suspenso de hortaliças
foi outra inovação apresentada no evento que humaniza o trabalho no campo –
Foto: Renata Rosa/Epagri/Fapesc
O evento apresentou as seguintes tecnologias desenvolvidas
pela pesquisa da Epagri para auxiliar os produtores catarinenses de hortaliças
orgânicas:
Compostagem
– mostrou como resíduos agrícolas são transformados em adubo orgânico de
alta qualidade;
Mudas
Orgânicas – atendendo à nova exigência das Normas da Produção Orgânica no
Brasil, válidas a partir de 2026;
Biofertilizantes
Aeróbicos – fermentado líquido que promove o crescimento das plantas e o
controle de doenças do solo;
Cultivares
Orgânicos da Epagri – variedades como a alface Litorânea, o tomate Kaiçara
e novos materiais em desenvolvimento (pimentões, tomate cereja, rúcula e
alface de inverno).
Sistema
de Plantio Direto de Hortaliças (SPDH) – tecnologia consagrada para o
manejo sustentável do solo;
Cultivo
Suspenso de Hortaliças – inovação que valoriza a ergonomia e humaniza o
trabalho no campo.
Além das visitas, o TecnoHorti 2025 contou com palestras
técnicas ministradas por especialistas de empresas parceiras, com temas
alinhados à produção orgânica e ao uso responsável dos recursos naturais
Visconti ressalta que a integração entre pesquisa
agropecuária, extensão rural e produtores reforça o papel estratégico da
ciência no enfrentamento de desafios como a segurança alimentar, a sucessão
familiar e a preservação ambiental. “Em plena Semana do Meio Ambiente, essas
histórias demonstram que a sustentabilidade no campo passa por inovação,
parceria e protagonismo da agricultura familiar”, diz ele.
O Instituto de Biociências da USP e o Instituto Estadual de Florestas lançam publicação que reúne dados botânicos e saberes locais da região da Serra do Espinhaço; e-book está disponível para download gratuito
Por Claudia CostaPublicação apresenta plantas da Serra do Espinhaço, em Minas Gerais – Foto: Reprodução/Catálogo de Plantas Secas Decorativas
. Entre dados botânicos, histórias e modos de viver do território, o novo Catálogo de Plantas Secas Decorativas Comercializadas no Espinhaço Mineiro propõe um diálogo entre ciência, gestão pública e cultura popular da região, localizada na porção mineira da Serra do Espinhaço, cadeia montanhosa que atravessa o Estado de norte a sul. A área é marcada por grande diversidade biológica, paisagens de campos rupestres e comunidades tradicionais que vivem e manejam esses ambientes. “Mais do que um registro, é um chamado que une conhecimento e responsabilidade socioambiental, para que os recursos naturais caminhem lado a lado com o fortalecimento das identidades regionais”, afirmam os autores Renato Ramos da Silva e Paulo Takeo Sano. O catálogo está disponível para download gratuito neste link (o arquivo está em alta resolução, com 300 MB).
A publicação é uma parceria entre o Instituto de Biociências (IB) da USP e o Instituto Estadual de Florestas (IEF), e integra as ações do Plano de Ação Territorial (PAT) para a conservação de espécies ameaçadas da região e representa uma ferramenta para o fortalecimento da bioeconomia local. O objetivo principal é conciliar a conservação e a geração de renda.
Para Gabriela Brito, coordenadora do PAT Espinhaço Mineiro, que assina o prefácio, “esta publicação surge com o intuito de lançar um novo olhar sobre o uso das espécies vegetais da região, com um enfoque especial nas plantas secas decorativas, como as famosas sempre-vivas. Este catálogo não só destaca a importância dessas plantas, mas também busca ampliar o conhecimento sobre essa categoria ainda pouco explorada”, afirma, completando que o catálogo é peça fundamental para o compromisso central do PAT Espinhaço Mineiro, de conectar novas possibilidades de estratégias de conservação, integrando a proteção da biodiversidade com o desenvolvimento regional sustentável.
Capa e páginas do livro que tem download gratuito – Foto: Reprodução/Catálogo de Plantas Secas Decorativas
. Plano de Ação Territorial
Em 2020, o Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais (IEF/MG) firmou parceria com o projeto Pró-Espécies: Estratégia Nacional para a Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e implementado pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), sendo a agência executora o WWF-Brasil. O objetivo era coordenar a elaboração e execução do Plano de Ação Territorial – PAT para conservação de espécies ameaçadas de extinção do território Espinhaço Mineiro.
O plano foi desenvolvido em conjunto com diversos atores como uma estratégia integrada para a conservação e para o uso sustentável dos recursos naturais dos ecossistemas presentes na região da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço. A proposta é conciliar a proteção da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos com o desenvolvimento socioeconômico das comunidades locais. Foi elaborado um conjunto de ações de conservação, com um planejamento partindo de um contexto territorial, visando a atender ao objetivo principal do PAT que é “aumentar a conservação dos hábitats, das espécies e da sociobiodiversidade no território Espinhaço Mineiro, com engajamento dos diversos atores sociais”.
O território do PAT abrange uma área com 105.251 km², perpassando os biomas Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica. São alvo do plano 24 espécies criticamente em perigo de extinção, sendo 19 espécies da flora, três espécies de peixes e duas espécies de invertebrados; entretanto, os efeitos positivos das ações do plano também serão refletidos em pelo menos 1.787 outras espécies ameaçadas presentes no território.
Partes utilizadas no comércio de plantas – Foto: Reprodução/Catálogo de Plantas Secas Decorativas
. Mercado alternativo
Segundo a publicação, o mercado de plantas secas externo está concentrado principalmente nos Estados Unidos e na Europa, onde esses materiais são revendidos. Com a recente emergência do uso das flores secas para montagem de arranjos de plantas secas no Brasil, houve uma mudança na proporção entre os destinos nacionais e internacionais. Enquanto o mercado externo prevalecia em volumes e valores de exportação, essa relação sofreu forte mudança, com uma equivalência atual de mercados.
Segundo os autores, tais mudanças acompanham discussões sobre a sustentabilidade do mercado de flores frescas, considerado como um produto de ciclo de vida curto, mas com alto investimento em cultivos em estufa, com alto consumo de insumos e itens descartáveis. “As flores secas nativas ou de origem cultivada constituem uma alternativa a esse cenário, contudo há que se observar a legislação para que o extrativismo, transporte e comércio sejam realizados de forma legal”, alertam.
Eles explicam que, devido às exigências da legislação ambiental, as espécies comercializadas devem estar identificadas com o nome científico, indicando sua presença ou não em listas de espécies ameaçadas de extinção. Esse, dizem, é um dos objetivos que esse catálogo busca suprir, constituindo bases para adequação e sustentabilidade das atividades, garantindo a conservação das espécies.
Mapa da região do Espinhaço – Foto: Reprodução/Catálogo de Plantas Secas Decorativas
. A pesquisa
O levantamento de dados foi iniciado a partir de visitas a galpões e entrepostos de comércio em Diamantina e Contagem, em Minas Gerais. As amostras das partes de plantas comercializadas foram tratadas, seguindo um fluxo de ação regular, para a inclusão de informações básicas sobre cada uma delas. Junto das amostras dos materiais foram obtidos os nomes comerciais ou populares, com informações sobre a origem do material coletado. As fotografias foram organizadas por um banco de imagens. Outras espécies obtidas de publicações científicas e de sites especializados também foram acrescentadas.
A área de estudo compreende a Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço (RBSE), no território de Minas Gerais, desde a região central até o norte do Estado. Ali estão as zonas núcleo, compreendidas pelas Unidades de Conservação de Proteção Integral, com a zona de amortecimento e de transição no seu entorno. As plantas estão inseridas no Reino Plantae e os seus diferentes grupos estão representados no catálogo por Angiospermas, Gimnospermas, Líquens, Musgos, Samambaias e Licófitas. As espécies comercializadas foram classificadas quanto à sua origem, distribuição, e ocorrência natural, entre nativas, cultivadas e exóticas.
Confira o Catálogo de Plantas Secas Decorativas Comercializadas no Espinhaço Mineironeste link.
A pesquisadora Giovanna Ribeiro comenta a patente de um biofertilizante produzido a partir de resíduos agrícolas comuns, desenvolvido no Instituto de Química de São Carlos da USP
Sem utilizar produtos químicos danosos ao solo e aos animais, pesquisadores conseguiram desenvolver um fertilizante eficiente e sustentável – Foto: Alexandre Marchetti/Itaipu Binacional
Fertilizantes são componentes utilizados para fornecer nutrientes ao solo, contribuindo para o desenvolvimento de plantas e vegetais, e são fundamentais para a Revolução Verde, conjunto de inovações tecnológicas no campo, e o consequente desenvolvimento da produção agrícola. Contudo, seu uso inadequado pode levar à degradação do meio ambiente. Tanto a produção quanto a aplicação de certos fertilizantes podem gerar poluentes que contaminam o ar e o solo. Além disso, o uso excessivo desses produtos pode levar à sua saturação, resultando em contaminação dos corpos hídricos através de um processo chamado lixiviação.
Pensando nisso, pesquisadores da USP desenvolveram a patente Biofertilizante Bioativo Líquido Produzido a Partir de Resíduos Agrícolas. De acordo com Giovanna Ribeiro, pesquisadora do Instituto de Química de São Carlos da USP, que participou do desenvolvimento do produto, “a patente visa à aplicação de um biofertilizante que não utiliza produtos químicos danosos ao solo e aos animais presentes no ambiente de aplicação”. Além disso, Giovanna destaca que o seu principal diferencial é a utilização de resíduos que seriam simplesmente descartados, neste caso a cama de frango, que nada mais é do que um material depositado no galpão de criação de aves, e o esterco bovino. A patente também não prevê a dispersão do biofertilizante pelo ar, o que inibe a poluição atmosférica.
O biofertilizante é um subproduto obtido a partir da fermentação anaeróbica (sem a presença de ar) de resíduos da lavoura ou dejetos de animais. No caso da patente, esse produto é diluído em água e é aplicado na forma líquida, o que permite melhor absorção dos nutrientes pelas plantas. Ele também pode ser utilizado na hidroponia, que é uma técnica de produção de hortaliças que não utiliza o solo, ou seja, o cultivo é realizado em estufas e uma solução nutritiva substitui o solo, devido à sua capacidade indutora de crescimento da raiz.
Desenvolvimento agrícola
Uma agricultura sustentável é essencial para a construção de um futuro verde e produtivo
A ideia teve origem no Laboratório de Química Ambiental da USP em São Carlos, sob a orientação da professora Maria Olimpia Oliveira, durante uma pesquisa de doutorado que investigava o potencial de desenvolvimento de bioprodutos para a agricultura. Giovanna explica que, a partir desse estudo, foi possível selecionar alguns resíduos agrícolas gerados em larga escala, que poderiam ser aproveitados como matérias-primas para o biofertilizante. Os pesquisadores escolheram a cama de frango e o esterco bovino, que são resíduos comuns na produção agrícola em pequena e grande escala.
Giovanna destaca que as matérias-primas utilizadas foram minuciosamente analisadas no laboratório durante todo o processo de desenvolvimento da patente, com o objetivo de verificar as melhorias na quantificação de macros e micronutrientes do produto, seguindo os padrões de qualidade estabelecidos inicialmente pelos pesquisadores.
O biofertilizante teve seu processo e efeitos validados em escala laboratorial, encontrando-se em um estágio de desenvolvimento avançado. O pedido de patente já foi depositado, porém, para que seja possível iniciar a comercialização, ainda são necessários alguns testes de desempenho em solo para ajustes de diluição, dosagem e aplicação, além do registro do produto junto aos órgãos reguladores e, também, a busca por uma parceria comercial.
* sob orientação de Cinderela Caldeira
Momento Tecnologia Produção: Henrique Giacomin e Breno Marino Edição de som: Produção geral e co-produção : Cinderela Caldeira E-mail: ouvinte@usp.br Horário: Quinzenalmente, terças-feiras, às 8h35
O Momento Tecnologia vai ao ar na Rádio USP, quinzenalmente, terças-feiras, às 8h35 – São Paulo 93,7 MHz e Ribeirão Preto 107,9 MHz e também nos principais agregadores de podcast Veja todos os episódios do Momento Tecnologia