Estágio no Sítio dos Herdeiros
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
PLANTAS que CRESCEM RÁPIDO e ENCHEM o JARDIM NO VERÃO
Physalis: a pequena notável
Ela começou a aparecer nas feiras e quitandas brasileiras há bem pouco tempo. E muita gente a observou com curiosidade e se perguntou: que frutinha amarela é essa, com formato de acerola, mas que vem embrulhada nas próprias folhas? É a physalis (fisális), uma delícia azedinha típica da região amazônica. Atualmente, a Colômbia é o maior produtor e exportador da fruta – e é de lá que vem a maior parte da physalis vendida por aqui.

Receita: Geleia de Physalis
Ingredientes
2 caixinhas de 100 g de physalis
1 xícara de água
1/2 xícara de açúcar
Modo de fazer
Retire a physalis do casulo e corte-a em pedacinhos
Leve a fruta com a água e o açúcar ao fogo, mexendo sempre
Deixe ferver até a calda começar a engrossar e desligue o fogo
Amasse um pouquinho com um garfo ou colher e espere esfriar
http://www.revistaherbarium.com.br/physalis-a-pequena-notavel/
The Golden Berry - Fisalis- camapu
This Golden Berry is one of the most adaptable and easy growing of fruits and is an exceptional source of nutrition. Its common name is Cape Gooseerry. This is truly, in every sense of the word, the GOLDEN BERRY
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
Restaurar florestas vai além de plantar árvores | Pedro Brancalion | TED...
Rotação de culturas: rentabilidade na entresafra da cana com plantio de amendoim forrageiro
A rotatividade com outras culturas é uma opção simples que
beneficia a terra, o produtor e a economia. Por ser a bola da vez, a
plantação de cana-de-açúcar tem ocupado áreas cada vez maiores,
suprimindo a produtividade do solo.
As potencialidades do amendoim forrageiro conforme a Embrapa !!
Por.:
O BRS Oquira é uma cultivar de amendoim forrageiro (Arachis pintoi) propagada por mudas. Pode ser consumida por bovinos, equinos e ovinos, pelo pastejo direto, em pastagens consorciadas ou puras (bancos de proteína), e fornecida no cocho, como forragem verde picada, feno ou silagem. É recomendada para solos de média fertilidade, podendo, também, ser utilizada em sistemas intensivos, com irrigação e adubação.
Apresenta elevada produtividade de forragem, excelente resistência ao pisoteio, alta compatibilidade com capins de porte baixo e maior tolerância à seca. Além disso, é tolerante ao encharcamento temporário do solo. Pode ser introduzida em pastagens já estabelecidas, preferencialmente em faixas, ou plantada em estandes puros. Recomenda-se a formação de viveiros na propriedade para multiplicação das plantas e posterior plantio no pasto.
A cultivar é recomendada para os biomas Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.
Destaques
– Cultivar de amendoim forrageiro (Arachis pintoi) propagada por mudas.
– Indicada para bovinos, equinos e ovinos.
– Fornecida no cocho, como forragem verde picada, feno ou silagem.
– Uso em pastejo direto, em pastagens consorciadas ou puras (bancos de proteína).
– Recomendada para solos de média fertilidade e também em sistemas intensivos, com irrigação e adubação.
– Tolerante ao encharcamento temporário do solo.
– Pode ser introduzida em pastagens já estabelecidas, preferencialmente em faixas, ou plantada em estande puro.
– Uso na formação de viveiros para multiplicação das plantas e posterior plantio no pasto.
– Elevada produtividade de forragem.
– Excelente resistência ao pisoteio.
– Alta compatibilidade com capins de porte baixo e maior tolerância à seca.
Foto: ASSIS, Giselle Mariano Lessa de
domingo, 1 de fevereiro de 2026
Sua BANANEIRA NÃO PRODUZ CACHOS conheça os ERROS mais comuns na hora da ...
sábado, 31 de janeiro de 2026
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Plantas alimentícias não convencionais ganham destaque como alternativa sustentável para a agricultura familia
Foto: Waldemore Moriconi
Participantes do dia de campo
Dia de Campo em
Sítio Agroecológico da Embrapa apresenta tecnologias, cultivos, usos e
potencial de geração de renda das PANC
Espécies vegetais pouco conhecidas do grande
público, mas com alto valor nutricional, rusticidade e forte ligação com a
biodiversidade local, as Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) vêm
ganhando espaço como alternativa estratégica para a agricultura familiar e para
sistemas produtivos sustentáveis. Esse potencial foi apresentado durante o Dia
de Campo “Conhecendo as Plantas Alimentícias Não Convencionais: cultivo, usos e
geração de renda”, realizado no Sítio Agroecológico, na Embrapa Meio Ambiente
no final de janeiro de 2026.
A atividade foi coordenada por pesquisadores da
Embrapa Meio Ambiente e da Embrapa Mandioca e Fruticultura, em parceria com a
Cooperativa de Agricultores Familiares de Americana e Região (Cooperacra), a
Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), a Agência Paulista de
Tecnologia dos Agronegócios (APTA), a Fundação Instituto de Terras do Estado de
São Paulo “José Gomes da Silva” (ITESP) e as prefeituras de Jaguariúna e
Mogi-Mirim.
O encontro reuniu agricultores familiares, gestores
e técnicos de prefeituras e de instituições de extensão rural, estudantes e
pessoas interessadas em conhecer, na prática, o cultivo e o uso dessas
espécies.
As PANC são plantas com potencial alimentício ainda
pouco explorado pela agricultura convencional. Em sua maioria nativas ou
naturalizadas, mas também algumas exóticas que adaptam-se bem às condições
locais de solo e clima, exigem menos insumos e apresentam elevada capacidade de
produção mesmo em ambientes adversos. Além disso, contribuem para a conservação
da biodiversidade e para a diversificação dos sistemas agrícolas.
Segundo Joel Queiroga, pesquisador da Embrapa Meio
Ambiente e um dos coordenadores do evento, a valorização dessas plantas está
diretamente ligada aos princípios da agroecologia. “As PANC ampliam o
repertório alimentar, reduzem a dependência de agricultores às poucas culturas
dominantes e fortalecem a segurança e a soberania alimentar. São espécies que
dialogam com o território, com a cultura local e com a realidade da agricultura
familiar”, afirma.
Durante o dia de campo, os participantes conheceram
as Unidades de Observação (UO) já existentes no Sítio Agroecológico e a mais
nova delas, dedicada exclusivamente às Plantas Alimentícias Não Convencionais.
Nessas áreas, são desenvolvidas e avaliadas de forma participativa com
agricultores e técnicos, práticas de manejo, cultivo e propagação das espécies,
permitindo o intercâmbio de conhecimentos e que estes agricultores e técnicos
observem o efeito das práticas e o comportamento das plantas em condições reais
de produção.
Para Guilherme Reis Ranieri, autor do livro “Matos de Comer”,
responsável pela apresentação dos fundamentos teóricos das PANC, o
desconhecimento ainda é um dos principais entraves para a ampliação do uso
dessas plantas. “Muitas PANC são vistas como mato ou plantas sem valor, quando,
na verdade, têm grande potencial nutricional e culinário. O trabalho de
divulgação e de formação é essencial para mudar essa percepção”, destaca.
A programação incluiu visitas práticas e técnicas
às áreas de cultivo, onde os participantes puderam conhecer diferentes espécies
e variedades, seus usos alimentares e as principais formas de propagação.
Também foram discutidos arranjos produtivos integrados, como o cultivo
consorciado de mandioca em faixas rotativas, apresentado por Marcelo Ribeiro
Romano, da Embrapa Mandioca e Fruticultura.
De acordo com Romano, a diversificação é uma
estratégia fundamental para sistemas agroecológicos. “O consórcio de culturas e
a inclusão de espécies como as PANC aumentam a eficiência do uso da área,
melhoram a saúde do solo e ampliam as possibilidades de renda para o
agricultor”, explica.
Outro destaque do evento foram os sistemas
agroflorestais (SAFs), apresentados em diferentes abordagens. O SAF Frutas,
conduzido por Luiz Octávio Ramos Filho, da Embrapa Meio Ambiente, demonstrou
como espécies frutíferas podem ser integradas a sistemas mais biodiversos e
resilientes. Já o SAF Medicinal, apresentado por Joel Queiroga, evidenciou o
potencial das plantas medicinais associadas às PANC em sistemas produtivos
diversificados e como estes sistemas conciliam produção e conservação da
socioagrobiodiversidade.
Também foram apresentadas cultivares de mangueiras
adaptadas a sistemas de produção agroecológicos e orgânicos, reforçando a
importância da escolha de variedades adequadas para esse modelo de manejo.
Para além da produção, o evento destacou o
potencial econômico das PANC. A diversificação de cultivos pode gerar novas
oportunidades de comercialização, seja por meio de feiras, mercados locais,
cooperativas ou do processamento artesanal de alimentos. Ao longo da
programação, os participantes puderam degustar os sabores de diferentes
cultivares de mangas e diversas PANC evidenciando as possibilidades
gastronômicas dessas espécies.
“O agricultor familiar pode agregar valor ao
produto, diversificar a renda e ainda oferecer alimentos mais saudáveis e
conectados com a identidade local”, ressalta Queiroga. Segundo ele, iniciativas
como Dias de Campo ajudam a aproximar a pesquisa científica da realidade do
campo e a fortalecer redes locais de produção e consumo.
O evento foi encerrado com uma avaliação coletiva,
na qual os participantes destacaram a importância de ações de capacitação e
demonstração prática para ampliar o uso das Plantas Alimentícias Não
Convencionais. Ao integrar pesquisa, extensão e saberes tradicionais, o projeto
reforça o papel das PANC como aliadas na construção de sistemas alimentares
mais sustentáveis, diversos e socialmente justos.
Cristina
Tordin (MTB 28499/SP)
Embrapa Meio Ambiente
Contatos para a imprensa
meio-ambiente.imprensa@embrapa.br
Telefone: 199 92626751
Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/
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