Bom dia! Neste carrinho de mão, podem ver algumas mudas de capim elefante (Pennisetum purpureum) que coletei no sítio em montenegro.
São para revenda a clientes interessados em estabelecer esta espécie , como quebra-vento ou pastagem em produção olerícula.
Entre
as preferidas para corte em propriedades leiteiras pode-se citar a
variedades mineiro, napier, taiwan, cameroon e cultivar roxo, com
plantas que apresentam diferentes tipos morfológicos. Os produtores têm
usado características individuais da planta para orientar a melhor forma
de uso das cultivares. O custo de formação, características produtivas e
adaptação ambiental das cultivares disponíveis são referências
importantes para orientar a escolha. Cultivares com predominância de
perfilhos basais são as mais indicadas para uso em capineiras. Poucas
são as cultivares para uso específico sob pastejo, constituindo exemplos
a pioneiro e a mott.
O
capim elefante é uma gramínea de alta produtividade (de 30 a 82 t de
massa seca por ha/a) e ciclo curto. A primeira colheita pode ser feita 6
meses após o plantio, possibilitando assim 2 cortes anuais. Por ser uma
planta com metabolismo fotossintético C4, assimila mais eficientemente o
carbono e assim torna-se uma alternativa atrativa para os projetos de
MDL. Por causa da alta produtividade requer áreas menores, baixando o
investimento em terras. Pode ser utilizado em tratamentos de esgoto domiciliar (Sabesp) e futuramente será matéria prima para combustíveis líquidos (etanol de segunda geração via hidrólise enzimática, ácida ou mista).
Na
biomassa vegetal do capim elefante o teor de carbono é aproximadamente
42%, na base de matéria seca. Assim, uma produção média de biomassa seca
de capim elefante de 40 t/ha/ano, acumularia um total de 16,8 toneladas
de carbono/ha/ano. Pode-se
estimar que uma empresa com 100 ha de capim elefante seqüestraria o
equivalente a 1.680 toneladas de CO2/ano e poderia captar cerca de US$
4.200,00 a cada ano somente por este como credito de carbono.














