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quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Minhoca na Cabeça evita envio de 950 toneladas por ano ao aterro em Florianópolis

 FONTE: SITE ND+

O programa já distribuiu 3.000 kits de compostagem doméstica para transformar resíduos orgânicos em adubo

Foto do perfil do autor - Branded Studio

Florianópolis

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Cascas e restos de frutas, legumes e verduras, borra e filtro de café, entre outros resíduos, são colocados na caixa. As minhocas californianas e os microrganismos atuam na sua decomposiçãoFoto: Andy Puerari/PMF/Divulgação/NDCascas e restos de frutas, legumes e verduras, borra e filtro de café, entre outros resíduos, são colocados na caixa. As minhocas californianas e os microrganismos atuam na sua decomposiçãoFoto: Andy Puerari/PMF/Divulgação/ND

Ao lado do fogão da casa da educadora ambiental Gisele Hohgraefe Lopes de Souza, nos Ingleses, um pequeno balde recebe as sobras orgânicas produzidas pela família. Quando está cheio, o conteúdo segue para o minhocário, onde é coberto com serragem ou folhas secas e começa a ser transformado em adubo.

Em uma casa com quatro adultos, são preenchidos entre três e quatro baldes de cinco litros por semana. Cascas, restos de frutas, legumes e outros resíduos que poderiam seguir para o aterro sanitário permanecem no próprio terreno e depois retornam às plantas.

“É como montar uma lasanha. A gente coloca a matéria orgânica úmida e cobre com a matéria seca. Quando aprende a fazer esse equilíbrio, não tem erro”, conta Gisele.

Ela participou de uma das primeiras turmas do programa Minhoca na Cabeça, criado em 2018 pela Prefeitura de Florianópolis. Professora em um colégio no Norte da Ilha, fez a capacitação com o objetivo de utilizar o minhocário como recurso pedagógico nas aulas de educação ambiental.

“Com o Minhoca na Cabeça, a compostagem deixa de ser uma prática distante e passa a fazer parte da rotina das famílias. O programa oferece o equipamento, a capacitação e o acompanhamento necessário para que cada participante consiga transformar os resíduos dentro de casa e manter esse hábito ao longo do tempo”, afirma o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Luís Felipe Kronbauer.

No início, o equipamento circulava pelas salas e pelos auditórios. Mais tarde, com a implantação de uma área de compostagem na escola, passou a permanecer no local. Gisele participou novamente da oficina para ter outro kit em casa.

A experiência da professora faz parte de uma rede que já recebeu 3.000 minhocários em Florianópolis. Segundo as estimativas do programa, os equipamentos em operação evitam o envio de aproximadamente 950 toneladas de resíduos orgânicos ao aterro sanitário por ano.

Os dados indicam que uma residência participante pode tratar, em média, cerca de 32 quilos desses materiais por mês. Além de reduzir o volume recolhido e transportado, o processo produz húmus e biofertilizante que podem ser utilizados em vasos, jardins e hortas.

“Quando o morador trata os resíduos orgânicos dentro de casa, evita que esse material precise ser coletado, transportado e encaminhado ao aterro. Um minhocário pode parecer uma estrutura pequena, mas o resultado de milhares de famílias participando representa centenas de toneladas recuperadas todos os anos”, destaca Kronbauer.

Gisele Hohgraefe participou de uma das primeiras oficinas da iniciativa, criada em 2018 pela Prefeitura de Florianópolis. Criou um minhocário na escola onde atua e depois instalou um minhocário na própria casaFoto: Arquivo pessoal/NDGisele Hohgraefe participou de uma das primeiras oficinas da iniciativa, criada em 2018 pela Prefeitura de Florianópolis. Criou um minhocário na escola onde atua e depois instalou um minhocário na própria casaFoto: Arquivo pessoal/ND

Aprendizado chega aos estudantes

Na escola, os próprios estudantes participam do manejo do minhocário e acompanham a transformação dos restos de alimentos. Quando o húmus fica pronto, o material é levado para a horta. As crianças também coletam o biofertilizante, fazem a diluição em água e utilizam o produto nas plantas.

Parte do material é entregue às famílias ou distribuída durante eventos escolares. A experiência permite trabalhar a educação ambiental a partir de uma atividade presente na rotina dos estudantes.

“Aprendi na minha trajetória como educadora ambiental que resíduo orgânico não é lixo. É matéria-prima, é alimento para a terra. É isso que procuro ensinar aos estudantes”, afirma Gisele.

A prática iniciada com o kit também abriu caminho para outras formas de compostagem. Hoje, além do minhocário, a professora mantém composteiras maiores e uma leira diretamente no solo de casa.

O receio de mau cheiro ou da presença de animais indesejados, segundo ela, desapareceu com o aprendizado sobre o equilíbrio entre os materiais.

“Eu também tinha medo de dar mau cheiro ou atrair animais, mas resolvi experimentar. Até hoje, nunca tive nenhum problema. O minhocário é uma maneira muito simples de começar, principalmente para quem tem pouco espaço ou ainda tem receio da compostagem”, relata.

O kit inclui quatro caixas plásticas, insumos para iniciar o processo e minhocas californianas; a retirada é feita mediante Termo de Empréstimo e pode permanecer com o morador pelo tempo em que estiver em FlorianópolisFoto: Andy Puerari/`MF/Divulgação/ND MaisO kit inclui quatro caixas plásticas, insumos para iniciar o processo e minhocas californianas; a retirada é feita mediante Termo de Empréstimo e pode permanecer com o morador pelo tempo em que estiver em FlorianópolisFoto: Andy Puerari/`MF/Divulgação/ND Mais

Capacitação acompanha a entrega

Para receber o kit do Minhoca na Cabeça, o morador precisa participar de uma capacitação sobre montagem, funcionamento e cuidados necessários. A formação apresenta os materiais que podem ser compostados, a quantidade de matéria seca utilizada e a forma correta de retirar o húmus e o biofertilizante.

O kit inclui quatro caixas plásticas, insumos para iniciar o processo e minhocas californianas, que aceleram a decomposição dos resíduos. O equipamento pode ser mantido tanto em casas quanto em apartamentos.

Os kits são retirados mediante a assinatura de um Termo de Empréstimo e podem permanecer com os participantes enquanto eles residirem em Florianópolis e mantiverem o equipamento em uso.

As solicitações recebidas preencheram a capacidade disponível nesta etapa. Por isso, as inscrições estão temporariamente suspensas e não haverá abertura de lista de espera. Os minhocários que estão em produção serão destinados aos pedidos que já foram registrados no sistema e aguardam atendimento.

“A procura mostra que os moradores estão dispostos a adotar soluções sustentáveis dentro de casa. Neste momento, a produção está direcionada às solicitações já recebidas, para que possamos atender essa demanda com os equipamentos e a capacitação necessária”, afirma Kronbauer.

Quando novas inscrições forem abertas, as informações estarão disponíveis em minhocacabeca.pmf.sc.gov.br. Dúvidas podem ser encaminhadas pelo WhatsApp (48) 3261-4808.

Como funciona o minhocário

Minhocário fica em caixas de diferentes tamanhosFoto: Andy Puerary/PMF/ND MaisMinhocário fica em caixas de diferentes tamanhosFoto: Andy Puerary/PMF/ND Mais

Separação dos resíduos

Cascas e restos de frutas, legumes e verduras, borra e filtro de café, erva de chimarrão e outros materiais orgânicos são separados na cozinha.

Montagem das camadas

Os resíduos são colocados na caixa e cobertos com matéria seca, como serragem ou folhas. O equilíbrio entre materiais úmidos e secos ajuda a controlar a umidade e evita mau cheiro.

Ação das minhocas

As minhocas californianas e os microrganismos atuam na decomposição. Quando uma caixa fica cheia, a seguinte passa a receber os resíduos, enquanto o material armazenado continua em processamento.

Produção do húmus

Ao fim do processo, os resíduos são transformados em húmus, um adubo rico em nutrientes que pode ser utilizado em vasos, hortas e jardins.

Coleta do biofertilizante

A caixa inferior, que não possui furos, recebe o líquido formado durante a compostagem. Depois de diluído em água conforme as orientações do programa, o biofertilizante pode ser aplicado nas plantas.

Como é o kit

O conjunto fornecido pelo Minhoca na Cabeça possui quatro caixas plásticas, insumos para iniciar o processo e minhocas californianas. O tamanho permite a instalação em casas ou apartamentos.

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Como está nossa composteira??

 


Así puedes borrar las fotos y vídeos de un chat cuando lo eliminas en  Whatsapp5134074813

agropanerai@gmail.com

• Amostragem e interpretação de análise de solo;

+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia
.


segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Transformar o lixo orgânico em adubo é uma opção SUSTENTÁVEL

  

Transformar o lixo orgânico em adubo é uma opção SUSTENTÁVEL 

para  reduzir as emissões de gases que causam efeito estufa.  

  TRANSFORME SEU LIXO EM ADUBO! QUER SABER MAIS, LEIA O QR CODE


quinta-feira, 30 de julho de 2026

GANHE 5 mil por mês INVESTINDO apenas R$ 500,00 na criação de MINHOCA.


Criar minhoca dá dinheiro? Veja quanto rende um minhocário investindo R$ 500,00 e ganhando todo mês mais de R$ 5.000,00 com apenas 4 canteiros de minhocas. Baixo investimento, rápido retorno e grande lucratividade! Saiba tudo sobre a minhocultura e veja como ganhar dinheiro em um pequeno espaço em sua chácara, sítio ou até mesmo em seu quintal.



A criação de minhocas para pesca ou para produção de humus pode ser em caixa d'água, em caixas, caixas plásticas ou até mesmo em baldes. As espécies mais cultivadas são a californiana, a gigante africana e o minhocuçu. Mas afinal criação de minhocas é lucrativa? Para ter essa resposta, assista ao vídeo e veja qual o lucro da minhocultura, sendo que o criador deve seguir as orientações da Embrapa na implantação do minhocário, tendo assim uma melhor rentabilidade e produtividade. Saiva como criar minhocas e tenha isca o ano todo!

fale conosco: agropanerai@gmail.com

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Além da compostagem: um legado real para as próximas gerações


Fonte Jornal O São Paulo 

Jenniffer Silva



Fotos: Planta Feliz

Em 2009, quando a compostagem ainda era um tema pouco difundido no Brasil, a hoteleira Marina Sierra decidiu deixar de enviar seus resíduos orgânicos para o sistema de coleta de lixo. Mesmo com o acesso limitado a informações sobre o assunto na época, ela já compreendia que a destinação inadequada desses materiais contribui diretamente para as mudanças climáticas, responsáveis por eventos extremos cada vez mais frequentes.

“Comecei com a compostagem doméstica, utilizando minhocas, mas percebi que aquele modelo resolvia apenas parte do problema, pois apresentava algumas restrições em relação aos alimentos que podiam ser compostados”, relembra Marina.

Naquele período, ela conheceu o marido, Adriano Sgarbi. Ao compartilhar com ele o desejo de encontrar uma solução mais ampla para os resíduos orgânicos, recebeu a proposta de mudar-se para um sítio e ampliar o projeto. No novo endereço, Adriano passou a estudar métodos de compostagem capazes de receber todos os tipos de resíduos orgânicos, inclusive os de origem animal. Foi assim que o casal chegou à compostagem termofílica, tecnologia que permite processar resíduos vegetais e animais de forma segura e eficiente.

A chegada da filha do casal, Valentina, em 2017, fortaleceu ainda mais esse propósito. Foi naquele momento que Marina e Adriano sentiram que era hora de transformar o sonho em algo concreto. Nascia, então, a Planta Feliz, iniciativa criada para deixar um legado capaz de contribuir para um mundo melhor às futuras gerações.


DE 42 MIL METROS QUADRADOS PARA A CIDADE INTEIRA

Localizada no bairro Jardim Casa Grande, na zona Sul da capital paulista, a Planta Feliz ocupa uma área de 42 mil metros quadrados e é o primeiro pátio privado de compostagem da cidade a possuir a Licença de Operação (LO) da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), autorização ambiental que permite a uma empresa, indústria, comércio ou empreendimento iniciar e manter suas atividades em funcionamento.

Atualmente, a Planta Feliz mantém parceria com a Prefeitura, desenvolvida principalmente por intermédio do Polo de Ecoturismo de São Paulo, território que abrange Parelheiros, Marsilac e a Ilha do Bororé, áreas de grande relevância ambiental para a capital.

Por meio dessa colaboração, a Planta Feliz tem fortalecido o turismo rural, o turismo de base comunitária e as vivências pedagógicas promovidas na propriedade, aproximando a população da compostagem, da agroecologia e da preservação ambiental.

“Além da destinação correta dos resíduos orgânicos, conseguimos promover experiências práticas de educação ambiental para escolas, turistas, empresas e grupos interessados em conhecer soluções sustentáveis aplicadas no território”, explica Marina.

A Prefeitura também apoia a realização da Semana da Compostagem Planta Feliz, evento anual com atividades educativas, debates, oficinas e vivências sobre compostagem, mudanças climáticas, sustentabilidade e regeneração. Neste ano, a programação aconteceu em maio.


QUANDO O LIXO VOLTA A SER RECURSO

Com o projeto consolidado, a Planta Feliz oferece um serviço especializado de coleta e compostagem para garantir a destinação ambientalmente adequada de resíduos orgânicos gerados por escritórios, empresas, comércios, restaurantes, escolas, clubes e eventos.

Para que o serviço seja realizado, no entanto, todo o material recebido precisa estar corretamente segregado na origem. Isso significa que os estabelecimentos devem manter, no mínimo, três categorias de descarte: recicláveis secos, rejeitos destinados aos aterros sanitários e resíduos compostáveis. Além disso, é necessário estar regularizado no Sistema Estadual de Gerenciamento On-line de Resíduos Sólidos (Sigor), para garantir a rastreabilidade por meio da documentação ambiental emitida pela Planta Feliz.

“Mesmo para os geradores que não possuem obrigatoriedade de rastreabilidade, emitimos relatórios com indicadores ambientais, informando quanto de resíduos deixou de ser enviado aos aterros sanitários, quanto deixou de emitir gases de efeito estufa e quanto de composto orgânico foi gerado a partir desse material”, destaca Marina.

Os resíduos passam pelo processo de compostagem termofílica e são misturados à poda triturada. Durante o tratamento, as leiras atingem temperaturas controladas que aceleram a decomposição da matéria orgânica, eliminam patógenos e inviabilizam sementes. Ao final do ciclo, o que antes era considerado lixo retorna à natureza na forma de composto orgânico. Parte desse adubo é doada mensalmente para hortas que ajudam a abastecer a população, fortalecendo a economia circular e a regeneração do solo.

Segundo Marina, o composto também é comercializado para todo o Brasil por meio do Mercado Livre e em pontos parceiros em São Paulo que apoiam a agricultura familiar, como o Instituto Chão e o Instituto Baru.


MUDANÇA DE HÁBITOS

Outro eixo importante da iniciativa é a formação. Para Marina, mais do que oficinas, as vivências pedagógicas realizadas com escolas, turistas, empresas e grupos interessados em conhecer o funcionamento de um pátio de compostagem dentro do Polo de Ecoturismo de São Paulo têm potencial para transformar a forma como as pessoas enxergam os resíduos.

“Muitas chegam acreditando que lixo orgânico é apenas lixo e saem entendendo que aquilo é, na verdade, um recurso capaz de regenerar o solo, produzir alimento e reduzir impactos ambientais.”, destaca Marina.

O trabalho tem atraído visitantes de diferentes regiões do Brasil e de outros países interessados em implantar iniciativas semelhantes. No ano passado, por exemplo, o projeto recebeu comitivas das Filipinas e da Tanzânia durante as agendas relacionadas à COP30.

Para os próximos anos, a meta é ampliar o acesso da população à compostagem e fortalecer a conexão entre resíduos, regeneração do solo e mudanças climáticas.

A iniciativa também deseja inspirar as empresas a incorporar a agenda ESG – conjunto de critérios e práticas corporativas que aliam os aspectos ambiental, social e de governança (Environmental, Social, Governance). Para Marina, a destinação correta dos resíduos orgânicos precisa fazer parte desse compromisso. Ela destaca, ainda, que a com-postagem é uma urgência para tornar os centros urbanos mais sustentáveis e resilientes diante dos desafios climáticos.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

QUE TAL TER UM MINHOCÁRIO EM CASA OU NO APARTAMENTO??? MUITO FÁCIL

 


VENDEMOS MINHOCAS

Infelizmente jogamos no lixo muita comida!!! O lixo orgânico representa mais de 50% do montante de lixo descartado nas grandes cidades e, quando descartado sem tratamento, é o que mais polui. Através do processo de fermentação, os resíduos geram o gás metano e o chorume, líquido ácido que contamina os lençóis freáticos.

Então, que tal aproveitar a semana Mundial do Meio Ambiente e começar a dar um destino diferente para lixo orgânico da sua casa? 





Estamos implantando nosso ‘minhocário doméstico’ uma alternativa simples e barata para reduzir o volume de material descartado, manter as lixeiras vazias e dar nova utilidade aos restos orgânicos. Demais !!! Tô curtindo pra caramba essa ideia!!!

Rapaziada, este sistema de compostagem doméstica utiliza minhocas para converter resíduos orgânicos de todo tipo em fertilizantes naturais. É uma opção limpa e prática que pode ser utilizada tanto em casas como em apartamentos, já que ocupa pouco espaço e não libera mau cheiro.

Você vai precisar de:

• 3 caixas modulares;

• 1 torneira pequena;

• 1 pedaço de papelão para servir como tampa;

• Furadeira;

• Terra;

• Minhocas;

• Resíduos orgânicos, folhas secas e papéis picados.

É bom lembrar, que neste projeto estou trabalhando de assistente do meu pai, “Seu Cidão”, suas habilidades são fundamentais!! Essa é uma super dica galera!



Passo a passo do seu minhocário:

1. Faça furos no fundo de duas das caixas modulares e na tampa de papelão, para possibilitar a passagem de ar;


2. Na caixa que fica embaixo das outras, faça um furo maior na lateral para encaixar a torneira (usadas em filtros de água);

3. Empilhe as caixas e coloque a terra com as minhocas na de cima, na altura de mais ou menos dois dedos. Faça o mesmo com a caixa do meio;

4. Despeje o lixo orgânico, folhas secas e papéis picados, na caixa de cima;


Flores despetaladas, cascas de banana e laranja, talos de verduras e alguns guardanapos usados picados

5. Quando a caixa de cima ficar cheia, troque-a pela do meio. Os furos nas caixas vão permitir que as minhocas passem de uma para outra. Quando despejar novos resíduos na caixa de cima, elas voltarão ao trabalho.

6. Quando a caixa de cima ficar cheia, a do meio terá adubo (em média 50 dias), que pode ser usado no jardim e em hortas. A caixa de baixo acumulará um líquido que deve ser retirado pela torneira e usado para regar plantas.

O que garante uma boa decomposição?


Mistura já com cascas, folhas secas, papel picado…

 Rapaziada, minhocário não gera nenhum cheiro e nem atrai insetos, e o que garante isso, é o correto balanceamento entre o úmido (nitrogênio) e o seco (carbono). Sempre que colocar seu lixo orgânico na caixa de cima você deve respeitar a proporção de uma parte de material úmido para duas de material seco, que pode ser composto só de folhas ou principalmente de folhas com um pouco de diferentes tipos de papel (guardanapos de papel usados, papel toalha, jornal…). O minhocário pode ser abastecido todos os dias, desde que respeitadas essas proporções. Ter uma pá ou um ancinho sempre à mão ajuda na hora de cavar um buraquinho pra depositar o material um dia num canto, outro dia no outro…

Importante: Pelos furos do fundo das caixas vai escorrer o excesso de chorume, deixando seu adubo sequinho e as minhocas vão se transferir entre as caixas conforme forem percebendo que você começou a enchê-la com “comida nova”.

Não pode colocar no minhocário!
Carne de qualquer espécie. Não é o alimento preferido das minhocas, tem decomposição lenta e pode atrair moscas!
Excesso de frutas cítricas. O sumo é ácido e atrapalha um pouco o processo. Uma dica é deixar cascas de frutas como limão, laranja e abacaxi secarem por alguns dias antes de irem para o minhocário.

Ah…e quais minhocas colocar?

As minhocas mais adequadas para um minhocário em caixas são as dos tipos Vermelha da Califórnia e Gigante Africana. Você pode comprar suas minhocas e até o kit pronto do minhocário pela internet, uma dica é o Minhocasa, mas com certeza vai encontrar algo no seu bairro mesmo!

Moçada, qualquer dúvida é só mandar um help, estamos começando por aqui também, mas podemos pesquisar juntos, flw?!


VENDEMOS MINHOCAS

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Compostagem e vermicompostagem auxiliam a transformação de resíduos em insumos agrícolas

Publicado em julho 14, 2015 por 


Caixa de compostagem. Foto: Minha Horta Suspensa – http://hortasuspensaquintal.blogspot.com.br/

Os resíduos de origem animal e vegetal, processados biologicamente, são transformados em composto orgânico e húmus de minhoca
Produzir fertilizante orgânico a custo relativamente baixo é possível sem dificuldade para o produtor rural por meio da compostagem ou vermicompostagem. Segundo o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS), Ivo de Sá Motta, adubos orgânicos alternativos são facilmente produzidos nas propriedades. E a matéria-prima pode ser obtida a partir de restos de frutas, verduras, cascas de ovos e outros tipos de alimentos, assim como de resíduos de palhas, camas de criações, esterco e resíduos agroindustriais. “Os resíduos transformados em insumos agrícolas por meio dessas duas práticas reciclam resíduos locais e contribuem para o aumento da capacidade produtiva dos solos, diz o pesquisador.
Segundo Motta, esses materiais no caso da compostagem são decompostos por microorganismos, como fungos e bactérias, e na vermicompostagem pela ação das minhocas) desde que estejam com a umidade adequada e na presença de ar. Como resultado, são transformados em húmus mais matéria orgânica em humificação.
“Se o produtor rural não tiver equipamentos, tais como trator com pá carregadeira, composteiras ou carretas para enleiramento do material para a preparação do composto ou vermicomposto, a operação pode ser realizada manualmente com forcados ou gadanhos, curvos e retos; enxadas, pás e carrinho de mão”, afirma.
Como consequência, estão os impactos sociais, econômicos e ambientais positivos, “já que as famílias poderão produzir seu próprio fertilizante (orgânico), diminuir custos na propriedade e até mesmo aumentar a renda, além de conservar o solo e a água dos rios e de lençóis freáticos”, destaca Motta.
Os produtos da compostagem e vermicompostagem podem ser utilizados em cultivos intensivos diversos, tais como hortas, pomares, ervas medicinais, floricultura e condimentares, como adubo orgânico, húmus liquido ou chá de composto e substrato para mudas.
Benefícios
Entre as vantagens no uso da adubação orgânica, estão a melhoria da fertilidade do solo, por fornecer nutrientes para as plantas, assim como nutrientes e energia para os organismos benéficos do solo; o aumento da infiltração e o armazenamento de água e aeração do solo entre outros.
“Podemos dizer que o “composto” e o “húmus de minhoca”, melhoram os atributos químicos, biológicos e físicos do solo. Quando utilizamos o composto (ou húmus) em vez de estercos temos os seguintes benefícios: maior rendimento devido à utilização de restos vegetais, eliminação de sementeira de plantas invasoras e microorganismos patogênicos devido ao aumento da temperatura no interior da pilha durante o processo de decomposição, além de fornecer para o solo/planta um adubo mais elaborado, prontamente disponível para a planta”, destaca o pesquisador Motta.
Entre os insumos produzidos temos os substratos para mudas, que além de baixo custo por serem produzidos com recursos locais, possibilitam a produção de mudas com qualidade, em substratos, tubetes ou sacos plásticos.
Requisitos mínimos
Entre as condições básicas para começar a produção do composto orgânico ou húmus de minhoca, está a escolha do local, que deve ficar a pleno sol ou, no máximo, semi-sombreado com árvores esparsas. O lugar deve ter disponibilidade de água para irrigação da pilha ou leira, mas não pode estar sujeito a encharcamento, por isso o terreno deve ser ligeiramente inclinado. Deve ser de fácil acesso e próximo aos cultivos, onde os resíduos orgânicos serão depositados para a montagem das pilhas.
Outro requisito que deve ser mencionado é sobre a diversidade e tamanho dos materiais usados: quanto mais variados e mais picados os componentes (tamanho máximo de 6 cm), melhor será a qualidade do composto ou húmus de minhoca e a finalização do processo será mais rápida.
Motta explica que, dependendo dos materiais utilizados, é possível ter o produto final pronto em aproximadamente 90 dias. O composto ou húmus deve ter cor escura marrom café, cheiro agradável de terra, de mato, aspecto “gorduroso” e consistência friável ou que se fragmenta com a pressão dos dedos. “Depois de pronto, o insumo deve ser utilizado logo em seguida, ou então desde que possível armazená-lo protegido do sol e da chuva para manter a sua qualidade”, orienta o pesquisador.
Curiosidade – Motta conta que a compostagem é uma técnica milenar, praticada pelos chineses há mais de cinco mil anos. Albert Howard “pai da agricultura orgânica” aperfeiçoou a técnica já no século XX, década de 1940, em Indore na Índia, por isso conhecido por método Indore de compostagem.
Colaboração de Sílvia Zoche Borges, NCO, Embrapa Agropecuária Oeste, in EcoDebate, 14/07/2015
MINHOCAS OU COMPOSTEIRAS? TEMOS agropanerai@gmail.com

terça-feira, 23 de junho de 2026

Criação de Minhocas? Mas, afinal, para que serve isto?

 


A criação de minhocas em cativeiro, também conhecida como Minhocultura ou Vermicompostagem, é uma zootecnologia conhecida no Brasil há 20 anos e tem a finalidade de produzir /extrair o precioso adubo (Húmus) produzido por ela, além, é claro, da multiplicação contínua da própria  minhoca.
E para que tantas minhocas? Quem é que compra isto? A minhoca é rica em proteína pura (83%) e é utilizada para alimentar filhotes de outras criações como, por exemplo: rãs, aves domésticas, passarinhos de gaiola, camarão de água doce, peixinhos de aquário, tartaruga e – obviamente – para o anzol do feliz pescador


E o Húmus?
O Húmus é o excremento da minhoca, ou seja, as fezes propriamente dito, porém, sem cheiro, sem moscas e com aspecto e consistência de pó-de-café geladinho.
O húmus é o único adubo orgânico completo de Micro e Macronutrientes, que são necessários para o desenvolvimento ideal das plantas.


O Húmus serve para todas as plantas?
Sim, pode ser aplicado nas plantas ornamentais (com ou sem flor), em frutíferas nos pomares, para a lavoura e agricultura em geral e – principalmente - para gramados esportivos.  Os grandes clubes de futebol como o Flamengo, Fluminense, Botafogo, Vasco etc. colocam regularmente toneladas e toneladas de Húmus em seus gramados.
Toneladas de “cocô”? A minhoca produz tanto assim?
Sim, por incrível que pareça, a minhoca come por dia mais do que o seu próprio peso! Já pensou se você tem que comer todo  santo dia mais ou menos o equivalente a um saco de cimento que pesa 50 kg cheio de arroz e feijão? Então, vamos lá, quem é bom em matemática faça os cálculos: Se a minhoca pesa na   média uma grama, então ela come uma  grama por dia, né?  Então, para produzir 50 Quilos de húmus, uma única minhoca levaria 50.000 dias, ou seja, uns 137 anos! É muito, não é?

FONTE:http://www.minhocarioarboreum.com.br/page_22.html

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Mexer com a terra pode melhorar a qualidade de vida nas cidades

Veja exemplos de quem construiu uma horta, mesmo em pequenos espaços, e algumas dicas para fazer a sua própria

Como o manuseio com a terra pode melhorar a qualidade de vida nas cidades Bruno Alencastro/Agencia RBS
Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS
Suba as escadarias do viaduto da Avenida Borges de Medeiros. Entre no número 727. Vá até o terraço. O que irá encontrar é inusitado para o prédio de nove andares, encravado na região mais quente e barulhenta da cidade. Uma horta com culturas agrícolas reúne borboletas, passarinhos e minhocas, reproduzindo um cenário campestre em meio ao concreto do centro de Porto Alegre.
Em um antigo prédio do INSS, ocupado por moradores de baixa renda por meio de um financiamento de crédito solidário do governo federal, 42 famílias dão exemplo de como o verde pode ganhar espaço em meio ao cinza. No alto do residencial Utopia e Luta, o local a céu aberto, antes em desuso, recebeu antigas banheiras transformadas em vasos onde estão plantados tomate, rúcula, figo, alecrim, radite, uva e muito mais.
A iniciativa surgiu a partir de uma parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que auxiliou na escolha dos gêneros alimentícios, no plantio e na irrigação. A partir dali, foi diagnosticada a necessidade de uma cobertura para proteger a horta das variações rigorosas do clima gaúcho. Os responsáveis são os próprios moradores. Há três anos, o projeto foi contemplado por um edital da Petrobras para geração de renda. Então, as famílias conseguiram financiar e construir o primeiro jardim hidropônico em terraço do Brasil.
— As alfaces estão um pouco sofridas, mas rúcula, radite e manjericão estão indo de vento em popa — diz a socióloga Anna Simão, umas das administradoras do local.
Fertilizar a terra e espantar as pragas também fazem parte da lida. O trabalho requer paciência. O fato de estar na cidade não dispensa os cuidados da roça, mesmo sob o sol de quase 40°C. E como nem todos os vasos são irrigados pelos dutos automáticos da hidroponia, é necessário regar manualmente três vezes por dia. Anna transpira enquanto põe as mãos na terra para mostrar, orgulhosa, as plantas que já cresceram por ali. Depois de germinadas, as mudas podem servir para doação, venda e consumo próprio. Para os moradores do prédio, elas representam muito mais do que apenas plantas.
— Queremos mostrar que é possível transformar o cenário e o convívio entre as pessoas das grandes cidades — diz Anna.
O jardineiro fiel
Foto: Adriana Franciosi/Agência RBS 

Para compensar a saudade que sente da casa onde nasceu, em Itapuã, o bioconstrutor Clístenes Souza decidiu criar na área de serviço do apartamento em que mora, na Rua Duque de Caxias, um verdadeiro jardim. Com pedras, fontes, leguminosas, plantas medicinais, ornamentais e temperos, ele conseguiu dar ao local um ar fresco e suave de mato.
— É o lugar preferido de todos que vêm aqui. Quem passa pela porta vem direto ao jardim — diz.
Dois anos experimentando mudas de diferentes espécies e ele conseguiu desenvolver variedades de manjerona, cerejeira, pitangueira, alecrim, entre muitos outros. Hoje, são quase cem plantas que vivem no seu apartamento. No meio do caminho, alguns testes deram errado, e a ideia de ter um pé de maracujá e uma parreira, por exemplo, teve de ser abandonada:
— Faz parte de agricultura urbana. A gente vai testando, errando, acertando. A questão é não deixar de cuidar.
No dia a dia do jardineiro, não pode faltar a rega, a poda, o replantio e a adubação. Mexer na terra é uma terapia que torna a vida de Clístenes mais alegre morando no centro da cidade. Filho de agricultores, ele cresceu plantando de tudo um pouco. Depois de adulto, trabalhou em uma propriedade onde fazer jardins foi uma das suas principais missões. As plantas são quase como filhas para ele. Por isso, cuida delas até quando não está em casa, deixando um amigo ou vizinho responsável pela rega quando vai viajar.
Sofá depenado
Luz de menos, calor demais, frio extremo, viagens, pragas, desconhecimento. São vários os desafios de manter um jardim produtivo em grandes cidades. Em bairros da região central, um fator extra desafia o crescimento das hortinhas: os larápios. Na Cidade Baixa, por exemplo, uma horta comunitária de temperos foi criada pelos donos do Consultório Culinário, na Rua da República. Mesmo já tendo sido replantado diversas vezes, o jardim público, instalado dentro do assento de dois sofás na calçada, enfrenta problemas de desenvolvimento devido à ação de vândalos.
— Ou são os mendigos que sentam e dormem ali, enterram coisas, fazem o que não devem, ou são ladrões que vandalizam os temperos — diz Patrícia Guedes, sócia do restaurante.
No bairro Jardim Botânico, a horta comunitária dos moradores do Residencial Paineiras só não está ainda mais bonita porque um homem, já identificado nas câmeras de segurança do prédio, insiste em aparecer na calada da noite para passar a mão nas mudas de manjericão e espinafre.
Mais lúdido do que econômico
Você mora em apartamento ou casa? A horta será colocada em local de muito ou pouco sol? Só depois de responder a essas perguntas será possível começar o cuidadoso planejamento da sua horta. O menor espaço de cultivo pode ser um vaso pequeno. No livro O Prazer de Cultivar, os consultores de planejamento, execução e manutenção de jardins José Arimateas da Silva e Lisandre Figueiredo de Oliveira dão dicas de como você pode amar ter uma horta.
"Uma vez que você tenha ideia do que vai cultivar na horta, será preciso pensar em como monitorá-la. Aperfeiçoe sua capacidade de observação e saiba agir no momento certo", dizem os autores.
Antes de começar, lembre-se de que a função da horta urbana é muito mais lúdica e educativa do que alimentar, explica o engenheiro agrônomo João Manuel Linck Feijó, da Ecotelhado. Levando em conta o espaço, diz Feijó, tempo de cuidado e materiais, produzir alimentos em casa acaba sendo mais caro do que ir no súper e comprá-los. Mesmo assim, o aspecto filosófico justifica a sua execução:
— Um dos principais motivos para construir uma horta é o fato de ter em casa a possibilidade de produzir 5% a 10% da alimentação que se consome. É uma forma de não perder o contato com a natureza e saber de onde vêm os alimentos.
Com o ritmo apressado da vida contemporânea, a comida passou a ser adquirida embalada, congelada, ultraprocessada. Por isso, explica Feijó, a horta tem uma função lúdica e educativa, principalmente para as crianças.
Mesmo nas cidades, as hortas podem ser individuais ou coletivas. Quando em escala reduzida, normalmente no pátio de casa ou no interior dos apartamentos, o plantio ocorre em vasos, potes, latas e bacias. Mas o cuidado compartilhado de uma plantação pode unir as pessoas. É comum ver uma horta surgir ao redor de uma associação comunitária ou de bairro.
Segundo o engenheiro agrônomo Gabriel Specht, a maioria dos tratos culturais que são realizados nas cidades obedece aos preceitos da agricultura orgânica, uma vez que as áreas de cultivo são pequenas e permitem a eliminação de pragas de forma manual, sem o uso de pesticidas. Outra função da horta, esta mais social, é em relação ao significado da produção agrícola.
— Ter de respeitar o ritmo de crescimento de uma alface vai na contramão da lógica da sociedade imediatista em que vivemos, que nos ensina a simplesmente ir ao supermercado e, após passar o cartão, obter em menos de dois minutos a mesma alface — pondera.
Jardim de parede
Para quem quer começar uma pequena horta em casa, separamos três tipos simples, que podem variar de tamanho e preços, ou ser feitos por você mesmo, utilizando material reciclável. Confira, abaixo:


COMO PLANTAR
Escolha vasos com profundidade
Forre o fundo com pedrinhas ou cacos de cerâmica
Fure o fundo
Acrescente a terra ou substrato
Introduza a muda (sem destruir em volta da raiz)
Coloque terra adubada
Aperte com os dedos, sem compactar a superfície
Regue e deixe em local iluminado
COMO CUIDAR
Espaço
A horta pode ser iniciada em vasos ou pequenas bacias, mas preferencialmente deve ser montada em jardineiras. Para uma "horta interna", é importante pensar no espaço que se tem à disposição: se for restrito, o uso de temperinhos é o mais indicado. Se tiver uma boa área, alface, rúcula, espinafre, cenoura, beterraba podem ser opções (até tomateiro também).
Luminosidade
A instalação deve ser perto de uma janela ou na sacada, para permitir boa luminosidade às plantas. O ideal é de três a quatro horas de sol por dia. As hortaliças precisam de mais sol do que alguns temperos.
Água
Cada planta tem suas necessidades próprias, de acordo com espécie, tamanho, habitat e estações do ano. No inverno, recomenda-se que as regas sejam mais espaçadas. Para avaliar a necessidade de rega de modo bastante simples, basta pressionar o solo com os dedos e sentir a umidade da terra.
Podas
Em geral, as podas são feitas com finalidades estéticas, de rejuvenescimento, para dar forma, controlar o crescimento da planta e estimular a floração e a frutificação.
Adubação
Adubo orgânico é o mais completo alimento para as plantas. O adubo químico geralmente tem somente NPK, isto é, nitrogênio, fósforo e potássio, que são os três principais, mas muito pouco daquilo de que as plantas precisam para crescer.
Controle de pragas
Se a sua horta atrair bichinhos em torno das plantas, pode ser um indicativo de qualidade ambiental, pois eles só aparecem em ambiente são. Se tiver praga atacando as suas plantas, é importante controlar para que ela não destrua a produção.
Isto pode ser feito de forma manual ou com o uso de alguns fertilizantes. Há opções químicas e orgânicas.
Fontes: Gabriel Specht, engenheiro agrônomo, José Arimateas da Silva e Lisandre Figueiredo de Oliveira, no livro O Prazer de Cultivar (2009, editora Casa da Palavra)
Confira dicas de como montar uma horta em apartamento:
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/vida/noticia/2014/02/como-o-manuseio-com-a-terra-pode-melhorar-a-qualidade-de-vida-nas-cidades-4413473.html
http://videos.clicrbs.com.br/rs/zerohora/video/geral/2014/02/dicas-para-montar-uma-horta-apartamento/62147

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