Transformar o lixo orgânico em adubo é uma opção SUSTENTÁVEL
para reduzir as emissões de gases que causam efeito estufa.
TRANSFORME SEU LIXO EM ADUBO! QUER SABER MAIS, LEIA O QR CODE
Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
Transformar o lixo orgânico em adubo é uma opção SUSTENTÁVEL
para reduzir as emissões de gases que causam efeito estufa.
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Fonte Jornal O São Paulo
Em 2009, quando a compostagem ainda era um tema pouco difundido no
Brasil, a hoteleira Marina Sierra decidiu deixar de enviar seus resíduos
orgânicos para o sistema de coleta de lixo. Mesmo com o acesso limitado a
informações sobre o assunto na época, ela já compreendia que a destinação
inadequada desses materiais contribui diretamente para as mudanças climáticas,
responsáveis por eventos extremos cada vez mais frequentes.
“Comecei com a compostagem doméstica, utilizando minhocas, mas percebi
que aquele modelo resolvia apenas parte do problema, pois apresentava algumas
restrições em relação aos alimentos que podiam ser compostados”, relembra
Marina.
Naquele período, ela conheceu o marido, Adriano Sgarbi. Ao compartilhar
com ele o desejo de encontrar uma solução mais ampla para os resíduos
orgânicos, recebeu a proposta de mudar-se para um sítio e ampliar o projeto. No
novo endereço, Adriano passou a estudar métodos de compostagem capazes de
receber todos os tipos de resíduos orgânicos, inclusive os de origem animal.
Foi assim que o casal chegou à compostagem termofílica, tecnologia que permite
processar resíduos vegetais e animais de forma segura e eficiente.
A chegada da filha do casal, Valentina, em 2017, fortaleceu ainda mais
esse propósito. Foi naquele momento que Marina e Adriano sentiram que era hora
de transformar o sonho em algo concreto. Nascia, então, a Planta Feliz,
iniciativa criada para deixar um legado capaz de contribuir para um mundo
melhor às futuras gerações.
DE 42
MIL METROS QUADRADOS PARA A CIDADE INTEIRA
Localizada no bairro Jardim Casa Grande, na zona Sul da capital
paulista, a Planta Feliz ocupa uma área de 42 mil metros quadrados e é o
primeiro pátio privado de compostagem da cidade a possuir a Licença de Operação
(LO) da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), autorização
ambiental que permite a uma empresa, indústria, comércio ou empreendimento
iniciar e manter suas atividades em funcionamento.
Atualmente, a Planta Feliz mantém parceria com a Prefeitura,
desenvolvida principalmente por intermédio do Polo de Ecoturismo de São Paulo,
território que abrange Parelheiros, Marsilac e a Ilha do Bororé, áreas de
grande relevância ambiental para a capital.
Por meio dessa colaboração, a Planta Feliz tem fortalecido o turismo
rural, o turismo de base comunitária e as vivências pedagógicas promovidas na
propriedade, aproximando a população da compostagem, da agroecologia e da
preservação ambiental.
“Além da destinação correta dos resíduos orgânicos, conseguimos promover
experiências práticas de educação ambiental para escolas, turistas, empresas e
grupos interessados em conhecer soluções sustentáveis aplicadas no território”,
explica Marina.
A Prefeitura também apoia a realização da Semana da Compostagem Planta
Feliz, evento anual com atividades educativas, debates, oficinas e vivências
sobre compostagem, mudanças climáticas, sustentabilidade e regeneração. Neste
ano, a programação aconteceu em maio.
QUANDO
O LIXO VOLTA A SER RECURSO
Com o projeto consolidado, a Planta Feliz oferece um serviço
especializado de coleta e compostagem para garantir a destinação ambientalmente
adequada de resíduos orgânicos gerados por escritórios, empresas, comércios,
restaurantes, escolas, clubes e eventos.
Para que o serviço seja realizado, no entanto, todo o material recebido
precisa estar corretamente segregado na origem. Isso significa que os
estabelecimentos devem manter, no mínimo, três categorias de descarte:
recicláveis secos, rejeitos destinados aos aterros sanitários e resíduos
compostáveis. Além disso, é necessário estar regularizado no Sistema Estadual
de Gerenciamento On-line de Resíduos Sólidos (Sigor), para garantir a
rastreabilidade por meio da documentação ambiental emitida pela Planta Feliz.
“Mesmo para os geradores que não possuem obrigatoriedade de
rastreabilidade, emitimos relatórios com indicadores ambientais, informando
quanto de resíduos deixou de ser enviado aos aterros sanitários, quanto deixou
de emitir gases de efeito estufa e quanto de composto orgânico foi gerado a
partir desse material”, destaca Marina.
Os resíduos passam pelo processo de compostagem termofílica e são
misturados à poda triturada. Durante o tratamento, as leiras atingem
temperaturas controladas que aceleram a decomposição da matéria orgânica,
eliminam patógenos e inviabilizam sementes. Ao final do ciclo, o que antes era
considerado lixo retorna à natureza na forma de composto orgânico. Parte desse
adubo é doada mensalmente para hortas que ajudam a abastecer a população,
fortalecendo a economia circular e a regeneração do solo.
Segundo Marina, o composto também é comercializado para todo o Brasil
por meio do Mercado Livre e em pontos parceiros em São Paulo que apoiam a
agricultura familiar, como o Instituto Chão e o Instituto Baru.
MUDANÇA
DE HÁBITOS
Outro eixo importante da iniciativa é a formação. Para Marina, mais do
que oficinas, as vivências pedagógicas realizadas com escolas, turistas,
empresas e grupos interessados em conhecer o funcionamento de um pátio de
compostagem dentro do Polo de Ecoturismo de São Paulo têm potencial para
transformar a forma como as pessoas enxergam os resíduos.
“Muitas chegam acreditando que lixo orgânico é apenas lixo e saem
entendendo que aquilo é, na verdade, um recurso capaz de regenerar o solo,
produzir alimento e reduzir impactos ambientais.”, destaca Marina.
O trabalho tem atraído visitantes de diferentes regiões do Brasil e de
outros países interessados em implantar iniciativas semelhantes. No ano
passado, por exemplo, o projeto recebeu comitivas das Filipinas e da Tanzânia
durante as agendas relacionadas à COP30.
Para os próximos anos, a meta é ampliar o acesso da população à
compostagem e fortalecer a conexão entre resíduos, regeneração do solo e
mudanças climáticas.
A iniciativa também deseja inspirar as empresas a incorporar a agenda
ESG – conjunto de critérios e práticas corporativas que aliam os aspectos
ambiental, social e de governança (Environmental,
Social, Governance). Para Marina, a destinação correta dos resíduos orgânicos precisa
fazer parte desse compromisso. Ela destaca, ainda, que a com-postagem é uma
urgência para tornar os centros urbanos mais sustentáveis e resilientes diante
dos desafios climáticos.
Infelizmente jogamos no lixo muita comida!!! O lixo orgânico representa mais de 50% do montante de lixo descartado nas grandes cidades e, quando descartado sem tratamento, é o que mais polui. Através do processo de fermentação, os resíduos geram o gás metano e o chorume, líquido ácido que contamina os lençóis freáticos.
Então, que tal aproveitar a semana Mundial do Meio Ambiente e começar a dar um destino diferente para lixo orgânico da sua casa?
Estamos implantando nosso ‘minhocário doméstico’ uma alternativa simples e barata para reduzir o volume de material descartado, manter as lixeiras vazias e dar nova utilidade aos restos orgânicos. Demais !!! Tô curtindo pra caramba essa ideia!!!
Rapaziada, este sistema de compostagem doméstica utiliza minhocas para converter resíduos orgânicos de todo tipo em fertilizantes naturais. É uma opção limpa e prática que pode ser utilizada tanto em casas como em apartamentos, já que ocupa pouco espaço e não libera mau cheiro.
Você vai precisar de:
• 3 caixas modulares;
• 1 torneira pequena;
• 1 pedaço de papelão para servir como tampa;
• Furadeira;
• Terra;
• Minhocas;
• Resíduos orgânicos, folhas secas e papéis picados.
É bom lembrar, que neste projeto estou trabalhando de assistente do meu pai, “Seu Cidão”, suas habilidades são fundamentais!! Essa é uma super dica galera!
Passo a passo do seu minhocário:
1. Faça furos no fundo de duas das caixas modulares e na tampa de papelão, para possibilitar a passagem de ar;
2. Na caixa que fica embaixo das outras, faça um furo maior na lateral para encaixar a torneira (usadas em filtros de água);
3. Empilhe as caixas e coloque a terra com as minhocas na de cima, na altura de mais ou menos dois dedos. Faça o mesmo com a caixa do meio;
4. Despeje o lixo orgânico, folhas secas e papéis picados, na caixa de cima;
5. Quando a caixa de cima ficar cheia, troque-a pela do meio. Os furos nas caixas vão permitir que as minhocas passem de uma para outra. Quando despejar novos resíduos na caixa de cima, elas voltarão ao trabalho.
6. Quando a caixa de cima ficar cheia, a do meio terá adubo (em média 50 dias), que pode ser usado no jardim e em hortas. A caixa de baixo acumulará um líquido que deve ser retirado pela torneira e usado para regar plantas.
O que garante uma boa decomposição?
Rapaziada, minhocário não gera nenhum cheiro e nem atrai insetos, e o que garante isso, é o correto balanceamento entre o úmido (nitrogênio) e o seco (carbono). Sempre que colocar seu lixo orgânico na caixa de cima você deve respeitar a proporção de uma parte de material úmido para duas de material seco, que pode ser composto só de folhas ou principalmente de folhas com um pouco de diferentes tipos de papel (guardanapos de papel usados, papel toalha, jornal…). O minhocário pode ser abastecido todos os dias, desde que respeitadas essas proporções. Ter uma pá ou um ancinho sempre à mão ajuda na hora de cavar um buraquinho pra depositar o material um dia num canto, outro dia no outro…
Importante: Pelos furos do fundo das caixas vai escorrer o excesso de chorume, deixando seu adubo sequinho e as minhocas vão se transferir entre as caixas conforme forem percebendo que você começou a enchê-la com “comida nova”.
Não pode colocar no minhocário!
Carne de qualquer espécie. Não é o alimento preferido das minhocas, tem decomposição lenta e pode atrair moscas!
Excesso de frutas cítricas. O sumo é ácido e atrapalha um pouco o processo. Uma dica é deixar cascas de frutas como limão, laranja e abacaxi secarem por alguns dias antes de irem para o minhocário.
Ah…e quais minhocas colocar?
As minhocas mais adequadas para um minhocário em caixas são as dos tipos Vermelha da Califórnia e Gigante Africana. Você pode comprar suas minhocas e até o kit pronto do minhocário pela internet, uma dica é o Minhocasa, mas com certeza vai encontrar algo no seu bairro mesmo!
Moçada, qualquer dúvida é só mandar um help, estamos começando por aqui também, mas podemos pesquisar juntos, flw?!
VENDEMOS MINHOCAS
A
criação de minhocas em cativeiro, também conhecida como Minhocultura ou
Vermicompostagem, é uma zootecnologia conhecida no Brasil há 20 anos e
tem a finalidade de produzir /extrair o precioso adubo (Húmus) produzido
por ela, além, é claro, da multiplicação contínua da própria minhoca.| Problema | Causa | Solução | |||
| Excesso de água |
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Pouca comida
Cama precisa de ser mudada |
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JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO? ...