

Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813


Entre
as preferidas para corte em propriedades leiteiras pode-se citar a
variedades mineiro, napier, taiwan, cameroon e cultivar roxo, com
plantas que apresentam diferentes tipos morfológicos. Os produtores têm
usado características individuais da planta para orientar a melhor forma
de uso das cultivares. O custo de formação, características produtivas e
adaptação ambiental das cultivares disponíveis são referências
importantes para orientar a escolha. Cultivares com predominância de
perfilhos basais são as mais indicadas para uso em capineiras. Poucas
são as cultivares para uso específico sob pastejo, constituindo exemplos
a pioneiro e a mott.
O
capim elefante é uma gramínea de alta produtividade (de 30 a 82 t de
massa seca por ha/a) e ciclo curto. A primeira colheita pode ser feita 6
meses após o plantio, possibilitando assim 2 cortes anuais. Por ser uma
planta com metabolismo fotossintético C4, assimila mais eficientemente o
carbono e assim torna-se uma alternativa atrativa para os projetos de
MDL. Por causa da alta produtividade requer áreas menores, baixando o
investimento em terras.
Na
biomassa vegetal do capim elefante o teor de carbono é aproximadamente
42%, na base de matéria seca. Assim, uma produção média de biomassa seca
de capim elefante de 40 t/ha/ano, acumularia um total de 16,8 toneladas
de carbono/ha/ano. Pode-se
estimar que uma empresa com 100 ha de capim elefante seqüestraria o
equivalente a 1.680 toneladas de CO2/ano e poderia captar cerca de US$
4.200,00 a cada ano somente por este como credito de carbono.
Produção coletiva de fermento crioulo
Famílias agricultoras, estudantes e técnicos rurais que atuam no município de Água Santa/RS estão produzindo fermento crioulo, desde a coleta dos materiais, a fermentação, a multiplicação e o envase final na forma líquida. O objetivo principal é contribuir para que as famílias agricultoras conheçam insumos alternativos para a produção, que sejam simples, de baixo custo e que não contaminem as pessoas e a natureza. Ações como essa são importantes para a transição agroecológica e a soberania produtiva.
O fermento crioulo contém fungos e bactérias do mato, podendo ser utilizado no solo, em mudas, para inocular sementes, pulverizar a parte aérea de plantas e contribuir na limpeza dos animais. Entre suas vantagens, destacam-se:
O preparo do fermento crioulo ocorreu em três etapas. A primeira, realizada no mês de outubro, foi a coleta de todo o material necessário para o preparo, sendo eles: serrapilheira, açúcar, farelo, leite e água sem cloro. Na primeira fermentação foram misturados todos os ingredientes sobre uma lona, umedecendo com leite e água até formar uma massa na mão (80% de umidade). Após, foi compactado a mistura dentro de sacos de silagem bem fechados para evitar a entrada de ar e animais. Na segunda etapa foi feita a montagem de um biorreator simples, fabricado com uma caixa d’água.
A terceira etapa aconteceu no dia 20 de janeiro de 2022, com uma oficina no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Água Santa, onde a equipe técnica do CETAP explicou para os agricultores e agricultoras o passo a passo da produção do fermento crioulo, a fabricação do biorreator e demonstrou a segunda fermentação para finalizar o preparo do insumo. Nesse momento, foi adicionada água na caixa de agitação com o volume a ser multiplicado, o inóculo (fermento parte 1), mais açúcar e, após os ingredientes devidamente postos, ligou-se o sistema de aeração por 24 horas. Passado o período de multiplicação, o insumo fermento crioulo líquido pode ser armazenado em litros para a distribuição aos agricultores e agricultoras familiares de Água Santa.
O trabalho foi desenvolvido em conjunto pelo Sindicato de Trabalhadores Rurais – STR, Secretaria da Agricultura de Água Santa, Centro de Tecnologias Alternativas Populares – CETAP, Emater e Cooperativa Aguassantense de Apicultores – Coapi. O fermento crioulo será distribuído para as famílias que tiverem interesse em utilizar nas suas produções.
Fonte: Copyright Cetap - Centro de Tecnologias Alternativas Populares
Na Somália ajudou agricultores de modo que suas terras queimadas
voltassem a ser campos verdes. Na Índia, o seu método de fazer
agricultura com os meios mais simples abriu novamente perspectivas aos
agricultores mais pobres. Na Tailândia e alguns países africanos,
transformou pequenas regiões diversificadas em paisagens verdes, ricas
em diversidade florestal. Em março de 98 começou na Gré-cia a primeira
ação de reflorestamento na Europa.
Não
há como negar o fato de que a ecologia de ecossistemas de água Caxemira
está mudando rapidamente devido a uma miríade de fatores ambientais,
principalmente antrópicas na natureza. De
tarde, arquitetura vegetação macrofíticos começou a mudar, e geralmente
considerada uma planta daninha aquática tropical, Eichornia sp. feito incursões em águas Caxemira. Mais
recentemente, outro de plantas aquáticas, estranho e exótico
pteridófitas água samambaia (Azolla sp) desconhecido, até agora, foi
encontrada crescendo exuberantemente formação flor grande (esteiras) ao
longo de vastas extensões de corpos d'água, incluindo Dal Lago. Como
esperado, o fenômeno desencadeou um debate considerável na mídia local
destacando os efeitos ambientais adversos da erva em ecologia aquática
da Caxemira. No
entanto, é pertinente mencionar que a água tem-samambaia multifacetadas
qualidades positivas que vão de seu papel na melhoria do ambiente
(através de fitorremediação) para fixação simbiótica de nitrogênio
biológico benéfico para a agricultura a produtividade das culturas. A
associação simbiótica de Azolla-Anabaena é de grande importância para o
efeito devido a sua alta capacidade de fixação de taxa de nitrogênio. Apropriadamente
denominada «mina de ouro verde", esta associação simbiótica continua a
atrair a atenção dos trabalhadores de diversas pesquisas em casa e no
exterior. Azolla
é considerado um candidato promissor para a sua ampla aplicabilidade no
cultivo de arroz, adubação verde, biofertilizantes, piscicultura, ração
para aves, a produção de biogás e de alta energia (hidrogênio) de
combustível, melhoria do ambiente (através de ervas daninhas
fitorremediação, e controle de mosquito).
Azolla tem uma enorme importância na sustentabilidade da agricultura. É
um fato bem sabido que mais de metade da população mundial está
dependente de arroz, que é uma fonte de 20% da energia global, por
humano capita e 15% de proteína por habitante. Azola abriga o cyanobiont N2 fixação simbiótica (Anabaena azollae). A erva daninha com a sua Anabaena endossimbiótica fornece uma excelente e notável fenômeno fisiológico. Pesquisas
realizadas na International Rice Research Institute (IRRI), nas
Filipinas, mostram que Azolla-Anabaena fixa nitrogênio em taxas mais
elevadas do que as leguminosas; 1100 kg de N por ano para
Azolla-Anabaena contra 400 kg N por ano para as leguminosas. Na
Índia, vários testes de campo realizados em cianobactérias em campos de
arroz mostram que 1/3 do fertilizante nitrogenado recomendada pode ser
conservada sem afetar a produtividade das culturas. É
animador ver que em um estudo recente conduzido sob a égide de uma
universidade distante (Pondicherry Univ.), Najar e Khan (2010) relatou a
vermicompostagem de espécies invasoras Azolla pinnata com Eisenia
fetida. O
estudo indica que a vermicompostagem pode ser tecnologia eficaz para
converter a ameaça de água-samambaia em produto de valor agregado como
vermicomposto, que sendo rico em nutrientes podem ser utilizados na
produtividade agrícola. Talvez, universidades agrícolas aqui precisa ter um taco de tal estudo, e explorar possibilidade de sua utilização.
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO? ...