Enquanto Pryer diz que suas motivações para pesquisar Azolla são, em maioria, acadêmicas, ela certamente vê o potencial para que o empreendedorismo cresça em volta da planta no futuro.
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quarta-feira, 2 de setembro de 2026
Azolla: a planta que pode ajudar a combater o aquecimento global
Enquanto Pryer diz que suas motivações para pesquisar Azolla são, em maioria, acadêmicas, ela certamente vê o potencial para que o empreendedorismo cresça em volta da planta no futuro.
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
A melhor época de plantar amendoim forragéiro
Fonte: site safra viva
O amendoim forrageiro (Arachis pintoi e Arachis repens) é uma leguminosa perene de crescimento rasteiro, nativa do nosso Brasil.
Como se pode imaginar, esta plantinha poderosa é parente do amendoim, comumente conhecida como amendoim bravo ou grama amendoim.
Sim, esta é aquela “graminha” florida que deixa qualquer gramado mais bonito e atraente.
Só que o seu valor é muito maior que o ornamental: o amendoim forrageiro é excelente solução para fixar nitrogênio em solos pobres, sendo usada como adubação verde.
Além disso, é claro, o amendoim forrageiro é fonte de alimento para o gado, com alto valor nutritivo e baixo custo.
Acompanhe o passo a passo para o plantio que preparamos para você:
1. Atente-se às condições climáticas
O amendoim forrageiro gosta de sol e água, mas a boa notícia é que esta espécie tem demonstrado ampla adaptação a diferentes condições de clima e solo, sendo cultivada do sul do país até a Amazônia.
Mas então quando plantar amendoim forrageiro? Escolha realizar o plantio entre os meses de setembro e março, isto é, durante o período chuvoso.
2. Prepare bem o solo
O amendoim forrageiro é pouco exigente quanto à fertilidade do solo.
Desenvolve-se bem em solos sujeitos a encharcamento, como os de várzeas, mas também se adapta a solos bem drenados e com maiores períodos de déficit hídrico.
A adubação e a calagem (se necessário for) depende primeiramente da análise de solo. Saiba aqui como coletar amostras de solo e garantir análises mais precisas
Se você vai fazer o plantio em novas áreas, prepare o solo de maneira completa, ou seja, fazendo aração e gradagem.
Isso é importante para oferecer maior contato entre a semente e o solo e também controlar as espécies de invasoras presentes.

3. Coloque a mão na massa: como plantar amendoim forrageiro
A propagação do amendoim forrageiro pode ser feita de duas maneiras: por sementes e por estolões, que são as ramificações espontâneas da planta.
Se optar por sementes, saiba que você vai precisar de 10 a 12 kg por hectare.
E aqui vai uma dica: no caso de plantio com máquina plantadeira, aproveite para misturar as sementes com uma parte do superfosfato simples recomendado na análise do solo.
Já o plantio por estolões deve ser feito com segmentos de ramos com cerca de 20 cm de comprimento.
Para o plantio em sulcos, utilize 5 a 8 cm de profundidade, com espaçamento entre eles de 1 metro.
Para o plantio em covas, adote a profundidade de 5 a 10 cm e a largura de 15 a 20 cm, abertas com um espaçamento de aproximadamente 1,0 m entre linhas e 0,5 m entre covas.
Posicione as mudas no sulco ou na cova de modo a enterrar apenas ¾ delas.
Plantio em pastagens já estabelecidas
Para o plantio em pastagens já estabelecidas com forrageiras gramíneas, faça o rebaixamento do pasto por meio do pastejo ou pelo roço.
Em seguida, com a ajuda de um enxadão, espeque de madeira ou terçado, abra covas no solo descoberto, entre as touceiras do capim.
Depois, pegue um pedaço de estolão da leguminosa, com aproximadamente 20 cm de comprimento e insira na cova, compactando o solo com o pé.
Por fim, vede o pasto por cerca de 30 dias.
4. Realize o manejo
Depois da germinação das forrageiras, em caso de consórcio, você vai precisar fazer um manejo de formação por meio de um pastejo leve, com o objetivo de uniformizar a área, favorecer o perfilhamento da gramínea e, com o maior consumo desta, garantir o estabelecimento da leguminosa.
Portanto, faça o primeiro pastejo de 2 a 3 meses após o plantio do amendoim forrageiro, para reduzir a concorrência da gramínea e favorecer o estabelecimento da leguminosa.
Sendo assim, o pastejo pode ser de um ou dois dias, com alta carga animal.
No manejo, cada detalhe conta : Confira clicando aqui técnicas de adubação eficientes
5. Capriche na adubação
Capriche na adubação de cobertura, especialmente no início da brotação, pois os nutrientes que as plantas recebem nesses momentos fazem toda a diferença na energia que elas serão capazes de dar ao gado.
Com esse propósito, os bioestimuladores têm papel fundamental na aceleração da brotação, o que vai reduzir o ciclo da planta, refletindo-se em maior produtividade em menos tempo. Isso é o que garante o sucesso em toda a cadeia produtiva. Para garantir a adubação correta, comece com uma amostragem gratuita de solo profissional.

As nossas dicas fizeram sentido para você? Ficou com alguma dúvida? Vamos fazer, juntos, um cultivo de sucesso!
segunda-feira, 6 de julho de 2026
Backyard Azolla Cultivation Technology - Video legendado
segunda-feira, 8 de junho de 2026
RS: Polo Ervateiro Alto Taquari - adubos verdes
Imagem: Marcel OliveiraComo forma de dar sequência à série de eventos virtuais sobre a cadeia produtiva da erva-mate, o Polo Ervateiro Alto Taquari realizou na noite desta quinta-feira (27/05) sua edição do Seminário Gaúcho Sobre Produção de Erva-Mate. Transmitida pelo canal da Emater/RS-Ascar no Youtube e acompanhada por técnicos, produtores, viveiristas e representantes de entidades do setor ervateiro, a atividade teve o objetivo de estimular o aumento da qualidade e da produtividade da erva-mate nas cinco regiões produtoras do Estado.
O Seminário integra as ações do Programa Gaúcho Para a Qualidade e Valorização da Erva-Mate da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) do Governo do Estado. Representando a secretária Silvana Covatti, o engenheiro florestal do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA) Jackson Freitas destacou a importância do trabalho desenvolvido pela Emater/RS-Ascar com envolvimento em toda a cadeia produtiva, o que permite aos agricultores o acesso as mais diversas politicas públicas da pasta.
Já o presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri, lembrou o fato de o Polo Ervateiro Alto Taquari representar cerca de 60% da produção total do Estado, tendo uma importância não apenas agrícola, mas também cultural, história e social. Reconhecendo o valor do cultivo, Sandri lembrou a Abertura da Colheita da Erva-Mate, evento realizado na última segunda-feira (24/05), em Ilópolis, do qual esteve presente. Trata-se de um cultivo que não gera apenas renda, mas também desenvolvimento e qualidade de vida para as famílias produtoras, destacou.
Dividido em três painéis, o Seminário sintetizou, inicialmente, o capítulo Solo do Diagnóstico Nutricional dos Ervais. Nesta etapa, o extensionista da Emater/RS-Ascar Fabiano Zenere apresentou resultado de trabalho realizado nos municípios de Ilópolis, Arvorezinha, Putinga, Anta Gorda e Doutor Ricardo, em que se procurou saber quais se havia indicativos de algum tipo de deficiência nutritiva do solo e quais os caminhos para a correção. Em sua fala, valorizou ainda a análise de solo como ferramenta fundamental para que sejam feitas as recomendações adequadas no que diz respeito à adubação.
Em um segundo momento, o extensionista da Emater/RS-Ascar Cezar Burille ministrou painel sobre Controle de pragas com ênfase na ampola da erva-mate. Além de falar do comportamento da ampola, das condições para o seu desenvolvimento, os prejuízos causados e as maneiras de identificar a sua presença no erval, Burille apontou maneiras de prevenir a adversidade. Nesse sentido, é importante manter vegetação variada no erval, adubar de forma criteriosa, cultivar com árvores companheiras, não podar na primavera e colher um limite de 70% da massa foliar, pontou. É uma questão de manejo, completou.
Na sequência, a terceira e última parte contou com a participação dos extensionistas da Emater/RS-Ascar Cleber Schuster e Julio Marcon, que debateram Adoção de Cobertura de Solo e do Sombreamento em Cultivos de Erva-Mate. Em sua fala, Schuster enfatizou os efeitos físicos, químicos e as funções da cobertura verde, que protege o solo, aumenta a matéria orgânica, diminui a amplitude térmica, fixa o nitrogênio e reduz a população de plantas daninhas, entre outras vantagens. Fora o fato de que também reduz erosão e os custos com adubos químicos, além de melhorar a fertilidade, explicou.
Finalizando, Schuster apresentou exemplos de plantas para cobertura do solo, como crotalária, feijão de porco, amendoim forrageiro, trigo mourisco e painço. O que percebemos é que os agricultores têm investido cada vez mais nas coberturas de inverno, sendo também importante evoluir no verão. Fechando a noite, Marcon falou das funções do sombreamento no erval e quais as formas de planejá-lo para que haja uma boa ciclagem de nutrientes, sem competição. Condição que aumentará a biodiversidade, ocupará o espaço produtivo e ainda reduzirá a incidência de pragas e doenças, complementou.
Mediado pelo extensionista da Emater/RS-Ascar Ilvandro Barreto de Melo, o Seminário fecha um ciclo que contou ainda com atividades nos polos ervateiros Alto Uruguai (16/04), Região dos Vales (30/04), Nordeste Gaúcho (07/05) e Missões Celeiro (14/05). Em todos os produtores puderam tirar dúvidas, havendo ampla participação dos mais variados municípios gaúchos, de fora do Estado e até do exterior. Todos os Seminários estão disponíveis no Youtube. O do Pólo Ervateiro Alto Taquari pode ser encontrado no link: https://www.youtube.com/watch?v=_Dta2L9JWNA.
domingo, 26 de abril de 2026
Conhece o trevo-vermelho (Trifolium pratense L.) ??
A URS BRS Mesclador é uma cultivar de trevo-vermelho (Trifolium pratense L.), espécie de leguminosa forrageira perene de inverno, de porte ereto, raiz pivotante e multiplicação por sementes. Adapta-se a áreas mais altas e bem drenadas.
Cultivar recomendada para a formação de pastagens
cultivadas consorciadas com gramíneas e para melhoramento de pastagens naturais
na região Sul do Brasil.
Possui capacidade de estabelecer simbiose com
bactérias do gênero Rhizobium, que fixam nitrogênio atmosférico, reduzindo custos
e eventuais riscos ao meio ambiente. A cultivar de trevo-vermelho URS BRS
Mesclador foi selecionada para produção de forragem, persistência e tolerância
ao pastejo.
Esta solução tecnológica foi desenvolvida pela
Embrapa em parceria com outra(s) instituição(ões).
(55) 3314-0201
carlos@sementeslopes.com.br
quarta-feira, 25 de março de 2026
RECEITA de Adubação verde para obter e conservar uma fertilidade duradoura



Joop Stoltenborg - Sítio A Boa Terra -
quinta-feira, 19 de março de 2026
Utilizando o nabo forrageiro, adubo verde e apicultura.
Nabo Forrageiro

Além disso, possui um longo período de floração (mais de 30 dias), mostrando-se muito útil à criação de abelhas, com produção de mel de boa qualidade.
Nabo Forrageiro opção de adubação verde orgânica


terça-feira, 10 de março de 2026
As galinhas criadas a base de amendoim forrageiro.
As pastagens são as principais fontes de alimento dos rebanhos. No entanto, por diversos fatores, como o uso de gramíneas puras e a falta de dinheiro para a correção da fertilidade do solo, levam a uma ausência de proteínas, necessária para a engorda dos animais.
Além do amendoim forrageiro, seu João introduziu uma versão para galinhas do sistema de rotação de pastagem com uso de cerca elétrica.Data de Exibição: 04-03-2007
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5134074813 agropanerai @gmail.com • Amostragem e interpretação de análise de solo; + Venda de minhocas vermelhas da califórnia .
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no verão antes da poda O melhor período para fazer a poda da jaboticabeira é no inverno antes da floração. Como instrumentos p...


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