


Joop Stoltenborg - Sítio A Boa Terra -
Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813






As pastagens são as principais fontes de alimento dos rebanhos. No entanto, por diversos fatores, como o uso de gramíneas puras e a falta de dinheiro para a correção da fertilidade do solo, levam a uma ausência de proteínas, necessária para a engorda dos animais.
Além do amendoim forrageiro, seu João introduziu uma versão para galinhas do sistema de rotação de pastagem com uso de cerca elétrica.
Foto: ASSIS, Giselle Mariano Lessa de
BRS Oquira é uma cultivar de amendoim forrageiro (Arachis
pintoi) propagada por mudas. Pode ser consumida por bovinos, equinos e
ovinos, pelo pastejo direto, em pastagens consorciadas ou puras (bancos de
proteína), e fornecida no cocho, como forragem verde picada, feno ou silagem. É
recomendada para solos de média fertilidade, podendo, também, ser utilizada em
sistemas intensivos, com irrigação e adubação. Apresenta elevada produtividade
de forragem, excelente resistência ao pisoteio, alta compatibilidade com capins
de porte baixo e maior tolerância à seca. Além disso, é tolerante ao
encharcamento temporário do solo. Pode ser introduzida em pastagens já
estabelecidas, preferencialmente em faixas, ou plantada em estandes puros.
Recomenda-se a formação de viveiros na propriedade para multiplicação das
plantas e posterior plantio no pasto.
A cultivar é recomendada para os biomas Amazônia, Mata
Atlântica e Cerrado.
Destaques
- Cultivar de amendoim forrageiro (Arachis pintoi) propagada
por mudas.
- Indicada para bovinos, equinos e ovinos.
- Fornecida no cocho, como forragem verde picada, feno ou
silagem.
- Uso em pastejo direto, em pastagens consorciadas ou puras
(bancos de proteína).
- Recomendada para solos de média fertilidade e também em
sistemas intensivos, com irrigação e adubação.
- Tolerante ao encharcamento temporário do solo.
- Pode ser introduzida em pastagens já estabelecidas,
preferencialmente em faixas, ou plantada em estande puro.
- Uso na formação de viveiros para multiplicação das plantas
e posterior plantio no pasto.
- Elevada produtividade de forragem.
- Excelente resistência ao pisoteio.
- Alta compatibilidade com capins de porte baixo e maior
tolerância à seca.
Onde Encontrar:
Cristhyan Alexandre Carcia de Carvalho
Ramal do Cacirian km 8. ramal do km 15 na BR 364, sentido Sena Madureira - Rio
Branco, zona rural de Sena Madureira
CEP:69940000
Cidade: Sena Madureira
UF: AC
Telefone: (68) 9 9993-2906
E-mail: cristhyancarvalho@gmail.com
Laudelino Joaquim de Carvalho
Estrada Municipal da Cachoeira KM 2, Sítio Recanto da Prainha
CEP:13880000
Cidade: Vargem Grande do Sul
UF: SP
Telefone: (19) 9 9267-0498
E-mail: netofernandes@uol.com.br
R. J. C. DOS REIS FILHO AGROPECUÁRIA - ME
DT Perímetro Irrigado Tabuleiro de Russas, S/N
CEP:62900000
Cidade: Fortaleza
UF: CE
Telefone: (85) 9 9646-2959
E-mail: rdo.reis40@gmail.com
Mário Augusto Silveira Pinhão
Sitio Botucatu - Rod Pará de Minas, São José da Varginha, km 05 - Zona Rural
CEP:35660000
Cidade: Pará de Minas
UF: MG
Telefone: (37) 9 9821-1469
E-mail: tiago.santiago@grupoagromg.com.br
Mater Biotecnologia LTDA EPP
Rod. Maria Theodoro do Couto Oliveira, 170, Figueira Grande
CEP: 12380000
Cidade: Santa Branca
UF: SP
Telefone: (12) 9 8820-6224
E-mail: contato@matergenetica.com.br
Produto: Cultivar convencional Ano de
Lançamento: 2022
País: Brasil Região: Centro-Oeste,
Nordeste, Norte, Sudeste Estado: Distrito Federal, Goiás, Mato
Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do
Norte, Sergipe, Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins,
Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo Bioma: Amazônia,
Cerrado, Mata Atlântica
Unidade Responsável: Embrapa Acre
Unidades Participantes: Embrapa Gado de Corte,
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Embrapa Cerrados, Embrapa Amazônia
Oriental, Embrapa Pecuária Sudeste
Palavras-chave: Amendoim
forrageiro, Arachis
pintoi, Banco
de proteína, Compatibilidade
com gramíneas, Consorciação
de pastagens, Leguminosa
forrageira, Produtividade
de forragem, Sistemas
intensivos de produção
A adubação verde, traz múltiplos benefícios para o sistema produtivo, como principal, o incremento na fertilização dos solos agrícolas.
A princípio, pode parecer uma prática complicada de se fazer, especialmente quando é a primeira vez que se realiza na propriedade.
Desse modo, apresentarei como você pode começar a utilização da adubação verde em sua lavoura sem grandes complicações.

Adubação verde é uma técnica agrícola que promove a reciclagem de nutrientes do solo por meio do plantio de determinadas espécies de plantas, preferencialmente espécies que pertencem à família das leguminosas e gramíneas, a fim de tornar o solo mais fértil.
A adubação do solo pode ser aprimorada com a utilização da adubação verde, quer ver como?
Primeiramente, vamos para a definição,
Bem como, visa recuperar solos degradados, melhorar solos pobres e conservar os que já são apresentam boa produtividade.
Essa técnica pode ser utilizada na agricultura em geral.
A adubação verde melhora a fertilidade do solo, porque mobiliza os nutrientes das camadas mais profundas, os deixando disponíveis para o próximo cultivo da cultura de interesse econômico.
Desse modo, os adubos verdes, ao absorverem os nutrientes do solo, contribuem para a redução das perdas por lixiviação.
Da mesma forma, o uso dessa adubação é uma forma viável de amenizar os impactos da agricultura, trazendo maior fertilidade aos solos agrícolas e sustentabilidade ao sistema de produção.
Vejamos a seguir, as vantagens da utilização de adubos verdes e de como seus efeitos podem refletir positivamente na fertilidade do solo.
Com efeito, a adubação verde possui muitas vantagens nos sistemas agrícolas, como, evita o desenvolvimento indesejado de ervas daninhas e diminui as perdas de água no solo.
Logo, a necessidade de se investir em adubos químicos, controle de plantas daninhas e o uso de manejo para descompactar o solo é reduzido consideravelmente.
Conheça as principais vantagens da adubação verde:
Vejamos a seguir como a adubação age no solo.
O processo de nutrição do solo por meio desta técnica, age como um arado biológico, uma vez que, com suas raízes criam galerias e macroporos, após sua decomposição.
Essas galerias favorecem o crescimento de microorganismos nas camadas mais profundas, rompendo as barreiras físicas do solo.
Algumas espécies de adubos verdes, possuem relação biótica ou associativa com os microorganismos benéficos do solo.
Um exemplo, é a adubação verde à partir de plantas leguminosas. Essas plantas favorecem a absorção de nitrogênio do solo, com auxílio das bactérias (rizóbio) alojadas em suas raízes.
Essas bactérias são especializadas em metabolizar o nitrogênio no solo, ou seja, elas têm a capacidade de absorver o nitrogênio presente na atmosfera e fixá-las no solo.
Dentro das plantas utilizadas para adubação verde, está presente também, as gramíneas, elas possuem alto poder de associação com fungos presentes no solo, formando as micorrizas.
Desse modo, com as hifas formadas à partir dessa associação, aumenta o sistema radicular da planta e consequentemente, o seu aumento da absorção de nutrientes e água do solo.

Na escolha do adubo verde, é preciso estar atento quanto as condições que interferem diferentemente sobre o rendimento das espécies.
Estas é uma das razões por que há diferenças entre o comportamento das espécies para adubação, quando plantadas em diferentes locais.
Umas dessas condições, seria a do solo. A baixa fertilidade, por exemplo, é um diferencial na produtividade.
Desse modo, a escolha pode se dar devido à maior habilidade da espécie em capturar nutrientes que estejam numa condição menos disponível às plantas.
Em razão disso, o conhecimento sobre o comportamento dessas espécies deve ser regionalizado.
Isso para que seja feito a escolha com maior potencial de produção de biomassa, de reciclagem de nutrientes e que melhor se ajuste ao sistema agrícola adotado na produção de culturas comerciais.
Além disso, ainda deve ser considerada a taxa de decomposição do adubo verde, que irá regular a intensidade da liberação dos nutrientes imobilizados na biomassa e que serão absorvidos, na sequência, pela cultura já em crescimento ou cultivada na sucessão.

Foto: Canal do Horticultor
As principais espécies para adubação verde são:
Como visto acima, a escolha do adubo verde deve levar em conta alguns fatores, como a possibilidade de acréscimo de nitrogênio proveniente da fixação biológica nas leguminosas, bem como, a capacidade de fornecimento de biomassa.
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO? ...