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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Adubação: dicas espertas para você!!


Fonte: jardineiro.net



Existem fertilizantes para cada momento e tipo de planta do seu jardim, horta ou pomar. Conheça-os e saiba utilizá-los na hora certa para o máximo desempenho das suas plantas. Foto de  UGA College
Existem fertilizantes para cada momento e tipo de planta do seu jardim, horta ou pomar. Conheça-os e saiba utilizá-los na hora certa para o máximo desempenho das suas plantas. Foto de UGA College
1. Faça a adubação quando as plantas necessitam dos nutrientes e seja específico com suas necessidades. Durante o crescimento, dê atenção à quantidade equilibrada de nitrogêniofósforo e potássio, para um crescimento vigoroso. Já em momentos como floração e frutificação, leve em consideração a redução do nitrogênio e o aumento de fósforo e potássio, importantes nessa fase.
2. Evite adubar as plantas quando elas entram em dormência, por dois motivos: Elas pouco aproveitam os fertilizante, já que seu crescimento estará naturalmente estagnado, e você evita de colocar dinheiro fora. Mas Raquel, quando as plantas entram em dormência? Geralmente no período frio ou no período seco. Algumas espécies resolvem ser ativas no inverno, florescendo ou frutificando, como algumas orquídeas, a flor de maio, etc. Use a regra geral, mas não esqueça de conhecer as individualidades de cada espécie.
3. Não negligencie a calagem. A correção do pH é primordial para que as plantas possam absorver os fertilizantes do solo. De nada adianta colocar litros de adubo em um solo excessivamente ácido. A absorção será pequena e você vai perder muito dinheiro, já que muitos fertilizantes são rapidamente perdidos para o ambiente. Por isso, antes da implantação e na manutenção de jardins, hortas e pomares, solicite a análise de solo. Ela lhe dá o diagnóstico correto do estado atual do solo, em termos de fertilidade e características físicas, além da necessidade de calcário.
4. Na praia e em outros solos arenosos, acostume-se a fertilizar com mais frequência. Isso acontece por os nutrientes percolam com mais facilidade neste tipo de solo, assim você os perde mais rapidamente para o ambiente.

A flor-de-maio está a todo vapor no inverno. Florescendo com esplendor. Não deixe de fertilizá-la nesta fase. Foto de  Björn Sahlberg
A flor-de-maio está a todo vapor no inverno. Florescendo com esplendor. Não deixe de fertilizá-la nesta fase. Foto de 
Björn Sahlberg
5. A adubação de base pode ser a diferença entre o sucesso e fracasso do plantio e transplante. Enriquecer o solo com uma boa quantidade de matéria orgânica, como esterco de curral bem curtido, e nutrientes próprios para um perfeito desenvolvimento das raízes, como fósforo e potássio, fazem toda a diferença no vigor inicial da planta muitas vezes no seu desenvolvimento final. Deixe para colocar as doses maiores de nitrogênio quando a planta já estiver bem estabelecida, dando sinais de crescimento. Nitrogênio na base pode ser utilizado, mas preferencialmente com adubos de liberação lenta e em quantidades modestas. A chance dele queimar as raízes feridas durante o transplante e as delicadas raízes em formação são grandes.
6. Jamais deixe faltar água às plantas durante o período subsequente à adubação. Elas tendem a acumular os sais dos fertilizante e podem se desidratar facilmente. Irrigando bem, você previne sérios danos às plantas.
7. A adubação ideal é aquela que é gradual e de acordo com a fase da planta, em termos de quantidade e qualidade de nutrientes. No entanto, geralmente os adubos de liberação lenta são caros e sua compra pode ser inviável. Aproveite a capacidade que as plantas tem de armazenar nutrientes em seus tecidos, como o nitrogênio por exemplo e lembre-se disso quando foi fertilizar hortaliças. Não adube se já estiver pensando na colheita. Os altos níveis de nitrogênio acumulados podem ser prejudiciais à saúde de quem consumir folhas e frutos.
8. Sempre aplique os fertilizantes em dose menor ou igual à indicada na embalagem do produto. Principalmente se eles forem adubos ricos em nitrogênio, como uréia, estercos, ou NPK 10-10-10, por exemplo. É muito comum as plantas murcharem e morrerem da noite para o dia, devido à aplicação excessiva de adubos.
9. Os dias nublados são os melhores para fertilizar as plantas. Evita-se a ação do sol intenso sobre as plantas, que ficam sensibilizadas e perde-se menos nitrogênio por volatilização. Da mesma forma, os dias chuvosos provocam grandes perdas de nutrientes, que são carregados pela água.

Um pomar bem nutrido produz em abundância e é mais resistente a doenças. Foto de  Jon RB
Um pomar bem nutrido produz em abundância e é mais resistente a doenças. Foto de Jon RB
10. Jamais utilize estercos frescos ou mal curtidos, assim como restos de alimentos, cascas, diretamente sobre o solo. A fermentação destes materiais produz substâncias que são muito prejudiciais às plantas, podendo queimar a apodrecer raízes e colo. Faça sempre a compostagem destes materiais antes de utilizar, para evitar este tipo de problema e aproveitar melhor os ricos nutrientes que eles contém.
11. A fertilização mal calculada, seja em excesso ou aplicada em dias impróprios, não é somente um desperdício de dinheiro. Os nutrientes perdidos para o ar por volatilização são prejudiciais à camada de ozônio. Da mesma forma, os que são carregados pela água da chuva e regas, podem percolar até os lençóis subterrâneos e contaminar importantes fontes de água potável. Além disso, ainda é bastante comum que cheguem aos cursos de água, como lagos e rios, e provoquem a eutrofização, por crescimento exagerado de algas e plantas aquáticas.

Foto de Samuel
Foto de Samuel

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sexta-feira, 22 de maio de 2026

Tamarilho ou Tamarillo ou tomate de árvore

O Tamarilho por vezes escrito tamarillo, tomate japonês, tomate inglês ou tomate arbóreo (estes dois últimos nomes usados na Madeira), é o fruto da espécie Solanum betaceum, pertencente à família Solanaceae.
Nativa dos Andes na América do Sul, é rica em vitamina A, sendo indicada para controlar o colesterol[carece de fontes]. É apreciada ao natural e seu sabor agridoce também pode ser explorado com sucesso no preparo de sucos, geleias ou compotas, salada de frutas e molhos para acompanhar carnes.
É comercialmente cultivada na Nova Zelândia, Califórnia e Portugal. No Brasil, a fruta é cultivada em quintais, principalmente nos estados da Bahia, de Minas Gerais e de São Paulo. Na Bahia recebe o nome de "tomatão" e em São Paulo de "tomate francês". Na região sul de Minas Gerais é popularmente conhecida como "tomate de árvore". Em Portugal também é conhecida como "tomate brasileiro".
Nasce em uma árvore de pequeno porte, que não requer cuidados especiais, mas que sofre bastante com as geadas pelo que necessita de ser protegida no Inverno. Propaga-se por semente e por estacas dos ramos.


Descasquei com uma faquinha de legumes e fiz esta salada com catalonha, laranja, cebola, pimenta, tomatinho, hortelã, temperada com sal, azeite e um mínimo de suco de limão rosa e de laranja (só o sal, o azeite e a cebola não são do sítio).

Às vezes acontece, de uma hora pra outra, de a gente passar a gostar de alguma coisa a que nunca deu valor. Pois desta vez me encantei com os tamarillos ou tomates de árvore (Cyphomandra betacea) de um pé que tenho plantado em Fartura-SP. Comprei a mudinha no Posto Frango Assado da Rodovia Anhanguera, já com fruto, e levei para o sitio há uns 4 anos. A planta cresceu rápido, tem hoje uns 4 metros, e desde então não parou de frutificar. Frutos como ovos alaranjados. Tem também o vermelho sanguíneo, meu atual objeto do desejo. Acontece que, embora tenha tentado algumas receitas com ele, não me apeteceu logo no começo. E a ninguém da família. Então, durante todo este tempo os tomates laranjas ficaram para as galinhas, o chão forrado deles sempre. Muitos, e na porta de casa. 

Há alguns dias, Nina Horta me mostrou dois deles, que alguém lhe deu e me perguntou o nome. O desprezo era tanto que os chamei displicentemente de tomatillos, fazendo confusão com o nome das physalis mexicanas. Mas também, são todos parentes do tomate e da berinjela, família das Solanáceas. Só sei que desta vez cheguei lá olhando diferente para o tal tree tomato ou tomate francês (é originário da América do Sul, provavelmente do Peru). 

Descasquei, polvilhei sal e comi. Como não havia descoberto aquele sabor antes? Meio tomate, meio goiaba, meio maracujá, meio camapu, um blend, um corte dos bons. O hummm foi tão convincente que contaminou a família e logo todos estavam festejando a fartura deles a qualquer tempo, ao nosso alcance. A pele é mais firme e amarguinha que a do tomate e deve ser tirada. Já as sementes são mais duras, mas não atrapalham.
 E a polpa é mais cremosa e densa que a do tomate. É ainda mais perfumado, ácido e doce, sendo, portanto, mais versátil. Vai bem como legume em molhos, sopas, cremes, chutneys e saladas. Ou como fruta em sucos, compotas, sorvetes ou simples, cru, de colherinha. Mais uma coisa boa? A planta é resistente, não dá praga alguma (pelo menos a nossa é assim).

São bons quando maduros, macios.

Pode ser despelado como o tomate. Faça um corte em cruz na casca e mergulhe por 1 minuto na água fervente. Ou descascado com faquinha.

Grelhado com azeite, flor de sal, pimenta-do-reino e folhas de manjericão. Foi um teste rápido para ver se ficava bom. Nem preciso comentar. Entradinha perfeita. 

fonte:http://come-se.blogspot.com.br/2008/03/tamarillo-ou-tomate-de-rbore.html

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Conheces o manjericão tailandês??

Manjericão Tailandês: sabor do Oriente

Por Gabriela Pastro

Ahhh o nosso amor pelos manjericões ❤ ❤

Aqui no viveiro trabalhamos com mais de 10 espécies: manjericão-comum, manjericão-roxinho, manjericão-limão, manjericão-folha-de-alface, manjericão-grego, manjericão-italiano, manjericão-italiano-roxo, manjericão-cravo, manjericão-roxinho, manjericão-anis, manjericão-zahtar e…manjericão-tailandês ou manjericão thai (thai basil em inglês).

Manjericão-tailandês (Ocimum basilicum Horapha)

Manjericão-tailandês (Ocimum basilicum Horapha)

Assim como a maioria dos manjericões, com exceção do manjericão-cravo (alfavaca) e manjericão-anis (aniseto), ele pertence à espécie Ocimum basilicum, mais especificamente a variedade ‘Horapha’.

Seu aroma é bem diferente dos manjericões mais comuns, possuindo um aroma e sabor de anis, levemente apimentado. Não tem como confundi-lo fisicamente também, pois suas folhas são verdes e com manchas roxas. Seus caules também possuem coloração arroxeada.

Manjericão-tailandês (Ocimum basilicum Horapha)

Manjericão-tailandês (Ocimum basilicum Horapha)

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É um arbusto perene, com até 50 cm de altura, reproduzindo-se através de semente, principalmente na primavera, e estaquia. Deve ser cultivado preferencialmente em terra rica, bem drenada e levemente úmida, tanto em vasos como canteiros.

Suas folhas são muito utilizadas na culinária asiática e vietnamita, principalmente em ensopados, molhos e sopas. Popularmente acredita-se que suas folhas atraiam dinheiro e protejam contra negatividades.

Que tal este manjericão!? 😉

Av. Nadir Dias de Figueiredo, 395 – Vila Maria, São Paulo
(11) 2631-4915
sabordefazenda@sabordefazenda.com.br

sábado, 16 de maio de 2026

MUROS E CERCAS COMESTÍVEIS EM ÁREAS URBANAS E RURAIS




A maioria dos brasileiros vive hoje em áreas urbanas e periurbanas e precisa de comprar praticamente tudo
que come.

A violência é uma constante e a cada dia tem mais pessoas enjauladas em suas casas: muros de tijolo, grades de ferro e cercas elétricas. O mesmo ocorre nas escolas.

Quase não existe terreno livre e os lotes são cada vez menores, mas é possível aproveitar a estrutura dos muros e cercas e transformá-los em “canteiros” de hortaliças, frutas e remédios.

1 - Muro/cerca de seguranca: usar plantas cin espinho como os cactos (palma) comestiveis e o ora-pro-nobis, O que falta na abóbora (caloria, proteínas e ferro) está na semente e o que falta na abóbora e na semente (cálcio, e vitamina A) está na folha.



Ora-pro-nóbis

3 - Muro/cerca de alimentos: bertalha, cará-do-reino, cará-aéreo, abóbora, bambu, chuchu, cardeal, feijão
de metro, quiabo de metro, capim-cidrão (ervacidreira, capim-limão), palma.

4 - Muro/cerca de remédios: insulina, chuchu, guaco, maracujá, batata-de-purga, aveloz, coroa-de-cristo.

5 - Muro/cerca antipoluente:
- o uso do bambu (chega a crescer até 1,5 cm por hora) além de fornecer brotos como alimento pode eliminar a poluição visual, reduzir a poluição sonora e a fuligem e melhorar a temperatura. Exemplo: creches, escolas, residências ou fábricas ao lado das rodovias movimentadas podem, em alguns meses, contar com a proteção desse maravilhoso muro vivo.

6 - Cerca viva de árvores de pitanga, nin, leucena, sansão-do- campo (sabia), juca, palma.

Cára-do-ar

7 - O ora-pro-nóbis, de árvore, vive 60, 70, 80 anos ou mais, sem nunca ser adubada ou aguada, e, a cada ano, nos presenteia com inúmeros buquês de flores e folhas carnosas, cheias de vida. E quanto mais é podada, mais alimento fornece. Todo galho enterrado “pega”. Produz uma cerca viva belíssima.
É também uma proteção de fato por causa dos espinhos. Come-se crua, cozida, em sucos.
 
FONTE: LIVRO HORTAS PERENES
http://www.multimistura.org.br/livreto%20hortas.pdf

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Em 7 dicas, saiba o que plantar na horta - blog belagro

 


o que plantar na horta

Entre as preocupações de quem pensa em cultivar hortaliças ― para consumo próprio ou para fins comerciais ― podemos destacar duas: em quais espécies investir e quais são os cuidados para manter a saúde e a vistosidade da lavoura. Estas são questões que podem impactar diretamente nos resultados. Por esta razão, apresentamos este texto com dicas sobre o que plantar na horta e como fazer da maneira correta.

A primeira dica para ter sucesso nessa empreitada é olhar com atenção o seu arredor. É evidente que, com as técnicas adequadas, é possível plantar qualquer coisa em qualquer lugar. Entretanto, os melhores resultados são aqueles obtidos ao cultivar culturas compatíveis com a biologia existente e, por isso, podem extrair daquela terra e clima as condições mais favoráveis para crescer.

Contudo, é claro que apenas isso não basta na hora de colocar a semente na terra. Para decidir o que plantar na horta, também é preciso observar quais variedades têm o trato mais adequado à sua rotina, ao espaço existente e ao objetivo que você almeja. Vamos lá, então?

O que plantar na horta

A decisão sobre o que plantar na horta depende do espaço que você tem. Raízes, como batata ou cenoura, rendem melhor em espaços maiores. Já os temperos, como a pimenta, o manjericão e o orégano, não demandam um grande pedaço de terra.

Em contrapartida, se a intenção for comercializar, os ganhos podem ser mais interessantes ao vender cenoura do que manjericão. Logo, tudo depende do seu objetivo!

Para saber reconhecer quais culturas são mais interessantes para o fim que você pretende dar para a horta (consumo próprio, plantio comunitário, venda em pequena ou grande escala), vamos listar alguns cultivos que são mais interessantes e algumas dicas básicas de cuidados para cada um. Confira!

 1 – Alface

Quando pensamos em hortaliças, sem dúvida a alface é uma das mais lembradas. Normalmente plantadas em um substrato a partir de mudas ― pois o plantio direto com as sementes costuma ser menos produtivo ―, elas demandam irrigação frequente (mas sem encharcar o solo), alto teor de matéria orgânica no solo e iluminação constante. A colheita pode ocorrer de 55 a 130 dias após a semeadura, dependendo do tipo que for plantado e da época do ano.

2 – Couve

Fácil de plantar, esta hortaliça rende melhor em espaços maiores, pois as folhas variam de 60 centímetros a 1 metro. Como a alface, é imprescindível ficar sob alta luminosidade, com sol direto, e solo constantemente úmido (não encharcado). O clima frio é ideal para o crescimento, pois o calor interfere negativamente no desenvolvimento, aparência e sabor.

Para o plantio, a semente deve ser posta diretamente na terra com aproximadamente 1 centímetro de profundidade. Brotos laterais retirados de plantas adultas também podem servir como método de cultivo. O corte da ponta do caule principal facilita o manuseio e a colheita e favorece o desenvolvimento de brotos laterais. Após 70 dias e em até 112 após o plantio, a colheita pode ser feita.

3 – Brócolis

Cultura que não exige muito espaço, o brócolis pode ser plantado em sementes ou mudas diretamente na terra. O ideal é iniciar o plantio em uma época de temperatura mais amena, apesar de ela se desenvolver razoavelmente o ano inteiro.

O único cuidado fundamental é com a nutrição do solo, já que o brócolis é extremamente exigente em nutrientes e requer muita matéria orgânica e adubagens frequentes. A colheita pode ocorrer de 60 a 110 dias após o plantio, dependendo da espécie.

4 – Repolho

Pode ser plantado por meio das sementes no local definitivo ou transplantado com aproximadamente 10 centímetros de altura depois de iniciar o desenvolvimento em algum substrato à parte. A produtividade desta hortaliça é bastante impactada pelo espaço disponível: quanto maior ele for, maiores serão as cabeças. O plantio pode ocorrer o ano inteiro.

Como as outras culturas que apresentamos até aqui, a luz direta é fundamental e a irrigação constante é outro requisito. De dois a quatro meses após o plantio, as cabeças já devem estar bem formadas e firmes: este é o ponto ideal para colheita.

5 – Abóbora e abobrinha

Esses dois cultivares têm recomendações bem parecidas para o plantio. Ambos exigem solo rico em matéria orgânica e se desenvolvem melhor em épocas quentes. Portanto, iniciar o cultivo no início da primavera é a melhor decisão! As sementes podem ser colocadas diretamente na horta ou em substratos à parte. Neste caso, o transplante deve ocorrer quando os ramos tiverem três folhas.

O solo úmido com irrigações frequentes é um cuidado essencial. No caso da abóbora, a colheita acontece aproximadamente quatro meses após o plantio. Já a abobrinha está pronta para ser colhida de 45 até 80 dias depois de plantada. Aqui, uma dica é observar os frutos: eles já devem estar bem desenvolvidos, mas ainda não maduros.

6 – Batata

Nós já apresentamos um artigo detalhado sobre como plantar batata aqui no blog. Confira o texto completo aqui! Mas repetimos porque ela não poderia ficar de fora da lista de quem está querendo saber o que plantar na horta. Então, lá vai um resumo de como cultivá-la: usando uma batata em broto, plante diretamente no local que ela vai se desenvolver em um período ameno do ano e em um solo bem ventilado e não muito úmido, nem mesmo compacto demais.

Quando as plantas estiverem amareladas ― o que ocorre entre 14 e 16 semanas após o plantio ―, a batata já está boa para colheita. Uma dica interessante é parar a rega duas semanas antes de colher. Embora a dependência da água seja uma característica dos tubérculos, em excesso a umidade pode apodrecê-los.

7 – Tomate cereja

O tomate cereja aparece como uma opção a quem quer saber o que plantar na horta por que ele tem um trato mais fácil do que outros tipos de tomate. As sementes desta variedade podem ser plantadas diretamente na terra ou em sementeiras e transportadas ao atingirem aproximadamente 10 centímetros de altura. A melhor época para o cultivo é o início da primavera.

Uma dica importante é escorar o caule com varas de bambu ou madeira para que ele não envergue com o nascimento dos frutos. A luz do sol direta por algumas horas do dia é essencial para que a produtividade seja boa. O solo precisa ser mantido sempre úmido. Enfim, após 90 ou 100 dias do plantio, ele pode ser colhido, mesmo se não estiver totalmente maduro.

Para cuidar da sua horta, conte com a Bel Agro!

Além de saber o que plantar na horta e como fazer isso da forma correta, é essencial contar com o apoio de soluções que garantam os nutrientes necessários à lavoura e outras que protejam o seu cultivo de pragas e tantos outros inimigos indesejáveis. A Bel Agro tem produtos eficazes para todas essas necessidades. Conheça nosso portfólio e garanta a sua produtividade!

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Esperamos que este artigo seja útil e auxilie de maneira efetiva na decisão sobre o que plantar na horta. Em caso de dúvidas ou se você tiver alguma informação para contribuir, fique à vontade para deixar o seu comentário no espaço abaixo. Aproveite para compartilhar este artigo com seus colegas e, se quiser, entre em contato conosco! Estamos sempre à sua disposição.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

11 adubos e repelentes feitos em casa



Extraído do blog plantei


      Para quem tem desejo de cultivar, não importa se em uma varanda, um jardim ou em uma horta, o importante é fazê-lo. Mas muitas vezes plantar não é fácil e para complicar o trabalho, já duro e cansativo, chegam uma infinidade de insetos e parasitas que, se não forem controlados, podem estragar nossas plantas e frustrar nossos esforços.
      Abaixo sugerimos algumas “receitas” para fazer fertilizantes e repelentes 100% orgânicos, que vão ajudar você a manter afastados insetos indesejáveis, respeitando plenamente a natureza.
1. O estrume
      Existe maneira melhor para enriquecer o solo do seu jardim ou quintal que o bom e velho esterco? Você pode comprá-lo em lugares especializados ou, melhor ainda, produzi-lo, se você tiver animais como galinhas, cabras e coelhos. As fezes deste último são aquelas com a maior taxa de nitrogênio e podem ser usadas espalhando-as diretamente à terra. As dos outros animais, em geral, devem ser bem curtidas antes (composteiras).


2. Inseticida spray de alho
      O alho é um poderoso repelente natural, capaz de desencorajar muitos insetos e espantá-los para outros lugares. Para preparar o nosso inseticida, batemos no liquidificador uma cabeça de alho com alguns cravos da índia, juntamente com dois copos de água até obter um composto bem homogêneo. Deixe-o descansar por um dia para depois ser misturado em 3 litros d’água. A mistura assim obtida pode ser vaporizada com um spray, diretamente sobre as folhas das plantas.
3. Chá de urtiga
      Já tocou sem querer numa folha de urtiga e ficou sentindo uma coceira super irritante? Bem, a urtiga pode não ser tão irritante assim quando se torna uma grande aliada para seus cultivos. Calce um par de luvas grossas e colha um pouco de urtiga. Coloque-as de molho em um balde cobrindo-as com água e deixe-as descansar por pelo menos uma semana e estará pronto o seu novo fertilizante líquido 100% orgânico.
4. Inseticida spray de tomate
      As folhas de tomate são ricas em alcalóides, excelentes repelentes para pulgões, vermes e lagartas. Encha dois copos com folhas de tomate picadas e adicione água. Deixe descansar por pelo menos uma noite e dilua a mistura em outros dois copos d’água. Pronto! pode pulverizar seu spray de tomate sobre as plantas. Mantenha o repelente longe dos animais domésticos pois, pode ser tóxico à eles.
5. Cascas de ovos
      As cascas de ovos são um ingrediente interessante para o nosso jardim. Elas possuem um duplo benefício, podem ser usadas seja como fertilizantes seja como repelentes, em pedaços ou trituradas. Se trituradas, polvilhe o pó sobre a base das suas plantas, ou use pedaços, criando uma espécie de anel na base da planta: esta barreira pode afastar os caracóis e algumas lagartas.
6. Tabaco macerado
      A nicotina presente nas folhas de tabaco não cria dependência apenas em seres humanos, mas também em insetos, agindo como um ótimo repelente. Para preparar o tabaco macerado coloque 3 ou 4 cigarros em meio litro d’água. Deixe macerar por dois dias e depois filtre, ou passe o líquido obtido por uma peneira fina. Coloque-o em um spray e está pronto o seu inseticida natural.
7. Inseticida spray de pimenta
      A pimenta é um excelente repelente natural contra pragas. Para preparar o spray, bata no liquidificador em alta velocidade por 2 minutos, cerca de 6 a 10 pimentas (qualquer tipo, mas preferencialmente as mais fortes) com dois copos d’água. Deixe a mistura descansar durante a noite. No dia seguinte, filtre-a e adicione um copo d’água. Despeje o líquido no pulverizador e pronto!
8. Adubação verde
      Seu gramado não está tão verde como você gostaria? Não se preocupe, basta apenas um simples cuidado: quando você cortar a grama não a recolha, deixe-a no chão! Será uma valiosa fonte de nitrogênio. A grama recém-cortada, por ser muito curta, decompõe-se rapidamente, enriquecendo o solo de nutrientes e fazendo o seu gramado ficar ainda mais verde.
9. Adubação com borra de café
      Se você adora e bebe muito café, não jogue fora sua borra que é uma excelente fonte de nitrogênio para o solo, além de ser rica em antioxidantes. Adicione a borra à sua compostagem ou polvilhe-a diretamente sobre o solo.
10. Nematóides amigos
      Eu sei, pode parecer estranho existirem vermes amigos de seu jardim, mas è verdade! Muitas vezes, para controlar a população de pragas são necessárias outras pragas, ou melhor, outros insetos antagonistas. Este tipo de Nematóide bom é capaz de matar muitas pragas do seu jardim, incluindo besouros, gorgulhos e muitos outros. Você pode comprá-los em lojas especializadas.
11. Compostagens
      A compostagem é definitivamente um dos métodos mais simples e eficazes para enriquecer o solo e fazer o seu jardim florescente e produtivo. O que você precisa é de restos de comida e de todas as substâncias ricas em nitrogênio, como grama, folhas ou palha. Você pode fazer a compostagem mesmo vivendo na cidade.
Podemos fazer muito para preservar nossos cultivares sem o uso de produtos químicos e poluentes.
      Bom crescimento à todos!😉
Fonte – GreenMe

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