quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Técnicos participam de curso sobre riscos de queda de árvores


Foto: Sérgio Louruz/Divulgação PMPA
Capacitação qualificará tomada de decisões
Capacitação qualificará tomada de decisões
Trinta técnicos da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam), que trabalham diretamente com o manejo da arborização urbana, iniciaram na manhã desta segunda-feira, 25, capacitação ministrada pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT). O curso, que ocorre até a próxima sexta-feira, 29, tem como objetivo treinar os técnicos municipais em diagnóstico e análise de risco de queda de árvores, qualificando as decisões sobre o manejo da arborização. 
 
O curso, com 40 horas de duração e aulas teóricas e práticas, é ministrado pelo chefe do Laboratório de Árvores, Madeiras e Móveis (LAMM) do IPT, Sérgio Brazolin, considerado um dos maiores especialistas brasileiros em avaliação de risco, e pelo Biólogo Vinícius Felix Pacheco. A capacitação integra conjunto de ações da Smam para qualificar a prestação de serviços e reduzir os riscos de quedas de vegetais a partir de vistorias técnicas. A Smam contratou o IPT para realizar a análise  externa e interna de 150 árvores de Porto Alegre e capacitar os técnicos municipais. O relatório final será apresentado à imprensa na próxima sexta-feira, 29, às 17h, na sala 111 da Smam (Av. Carlos Gomes, 2120). 
 
Árvores analisadas pelo IPT - Dos 150 vegetais, 86 situam-se na Redenção (das quais duas já foram removidas), 13 na Praça Dom Feliciano, 13 na rua Padre Tomé, 12 na Praça da Alfândega, 11 na Praça da Matriz, 2 na Praça XV de Novembro e 2 na Guilherme Alves. No Parque Moinhos de Vento (Parcão), na Praça José Comunal e nas vias João Pessoa, Gonçalo de Carvalho, Andradas, Barão do Gravataí, João Alfredo, Teresópolis, Saicã, Felizardo Furtado e Protásio Alves houve a avaliação de um vegetal. 

sábado, 23 de agosto de 2014

Conheça o papel de cada nutriente para suas plantas

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Macronutrientes

Nitrogênio (N):
Tem ação na parte verde da planta, as folhas. É um dos principais componentes das proteínas vegetais, sem ele as plantas não podem realizar a fotossíntese nem a respiração. Atua no crescimento e nas brotações da planta. Sem nitrogênio, a planta não cresce normalmente, se torna pequena e com um menor número de folhas.
Como perceber se está faltando: A presença de folhas amareladas é um bom indício de falta de nitrogênio.
Onde encontrar:
Químicos: Ureia, Sulfato de Amônio, Salitre do Chile e adubos compostos com grande percentual de N, como NPK 20.05.20.
Orgânicos: Esterco bovino e de aves, húmus de minhoca e farinha de peixe.

Fósforo (P):
Atuando principalmente na floração e na maturação e formação de frutos, no crescimento das raízes e na multiplicação das células, o fósforo é essencial às plantas e deve estar presente em uma forma inorgânica simples para que possa ser assimilado.
Como perceber se está faltando: Atraso no florescimento, flores quebradiças e pequeno número de frutos e de sementes.
Onde Encontrar:
Químicos: Superfosfatos, Termofosfatos e adubos compostos com alto percentual de P, como NPK 04.14.08.
Orgânicos: Farinha de ossos e Farinha de peixe.

Potássio (K):
Essencial para o crescimento e responsável pelo equilíbrio de água nas plantas. Atua no tamanho e na qualidade dos frutos e na resistência a doenças e falta de água.
Como perceber se está faltando: Crescimento lento, raízes pouco desenvolvidas, caules fracos e muito flexíveis e formação de sementes e frutos pouco desenvolvidos.
Onde Encontrar:
Químicos: Cloreto de Potássio, Sulfato de Potássio e em adubos compostos com alto percentual de K, como NPK 20.05.20.
Orgânicos: Cinza de madeira e esterco bovino.

Micronutrientes Principais

Cálcio (Ca):
Principal componente da parede celular, é importante para a formação de novas células, desenvolvimento de frutos, raízes e caules.
Como perceber se está faltando: Frutos deformados e manchados, pontas murchas e retorcidas nas folhas mais novas, raízes fracas e mal formadas.
Onde Encontrar:
Químico: Calcáreo dolomítico.
Orgânicos: Farinha de ossos, cinza de madeira.
Magnésio (Mg):
Principal componente da molécula de clorofila, o magnésio é fundamental para a fotossíntese.
Como perceber se está faltando: As folhas mais velhas ficam sem coloração, apesar das nervuras permanecerem verdes.
Onde Encontrar:
Químico: Calcáreo dolomítico
Orgânicos: Cinza de madeira e húmus de minhoca.
Enxofre (S):
Participa ativamente da fotossíntese.
Como perceber se está faltando: Na sua falta, as folhas não se desenvolvem bem e caem com facilidade, vão perdendo a cor verde e ficando com uma tonalidade avermelhada. Ocorre diminuição no volume de flores e na produção de frutos.
Onde Encontrar:
Químicos: Sulfato de Amônio, Superfosfato Simples.
Orgânicos: Esterco de frango e de boi.

Micronutrientes Secundários

Boro: Atua na formação dos frutos que, em sua falta, tornam-se feios e deformados. Há reflexos também nas folhas novas, que se tornam deformadas e caem. As raízes escurecem e podem morrer.
Cloro: Atua nas reações hídricas da planta. Normalmente presente nos solos, costuma ser desnecessário na adubação.
Cobre: Age nas folhas, no processo de fotossíntese. Na sua falta, as folhas mais novas ficam com as pontas enroladas.
Ferro: É um componente importante na formação da clorofila. A deficiência de ferro causa a perda da cor verde das folhas, que vão adquirindo uma tonalidade amareloesbranquiçada.
Manganês: Também atua na formação da clorofila, e sua falta pode causar mudança de coloração entre as nervuras das folhas.
Zinco: Faz parte da formação de enzimas responsáveis pelo crescimento celular, sua falta pode fazer com que as folhas novas não se desenvolvam corretamente.
Molibdênio: Sem ele, a planta não consegue absorver o nitrogênio.
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por Alexandre Bacelar

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Os benefícios do brócolis à saúde

Como aumentar o potencial dos benefícios anticancerígenos do brócolis

Pesquisa aponta que variedade da verdura congelada não tem as propriedades contra a doença no alimento


Como aumentar o potencial dos benefícios anticancerígenos do brócolis reprodução/reprodução
Consumir de três a cinco porções de brócolis por semana ajuda a prevenir o câncer Foto: reprodução / reprodução
Se você quiser aproveitar todos os benefícios do brócolis à saúde, ignore colocá-lo no freezer, já que uma nova pesquisa sugere que a variedade da verdura congelada não tem as propriedades anticancerígenas contidas no alimento.
Mesmo que as famílias muito ocupadas muitas vezes recorram aos sacos de brócolis congelados por conta da conveniência, uma equipe de cientistas norte-americanos descobriu que escaldar ou cozinhar os vegetais no calor muito elevado, parte do processo para o congelamento, tira a mirosinase do brócolis. Ela nada mais é do que uma enzima-chave necessária para produzir o sulforafano, o composto poderoso que previne o câncer.
O sulforafano é formado quando o brócolis fresco é cortado ou mastigado, um processo que coloca glucoraphanin e mirosinase em contato uma com a outra. Depois da realização de uma série de experimentos, no entanto, os cientistas da Universidade de Illinois observaram que escaldar os legumes em uma temperatura um pouco mais baixa do que o padrão da indústria atual poderia ajudar a preservar a maior parte das enzimas mirosinase, sem comprometer a segurança e qualidade alimentar. Em vez de 86ºC, os cientistas recomendam aquecer o brócolis a 76ºC.
Mas nem tudo está perdido quando se trata de brócolis congelado. O composto contra o câncer pode ser desbloqueado tanto no estado congelado, como no cozido, quando combinado com outros alimentos que contenham a mirosinase.
Por exemplo, o brócolis congelado com rabanetes crus, repolho, rúcula, agrião, raiz forte, mostarda picante ou wasabi pode receber uma ativação dos compostos bioativos, dizem os cientistas. E consumir de três a cinco porções de brócolis por semana tem apresentado benefícios quanto à prevenção do câncer.
O estudo completo foi publicado no Journal of Food Science.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

A História da Agricultura e a Economia Verde

O futuro de nosso mundo depende de tratar agora desafios globais. Precisamos criar meios de vida sustentáveis, alimentar uma população crescente e proteger o meio ambiente. Precisamos fazer a economia global verde.

Conheça nove alimentos que ajudam a prevenir o colesterol

Fonte: jornal zero hora

O colesterol é um tipo de gordura natural do corpo e agente de funções importantes no organismo. Porém, quando esse tipo de substância atinge um nível muito elevado, os cuidados com a saúde do coração devem ser redobrados. 

Colesterol elevado pode prejudicar fertilidade
Uma boa forma de prevenir o surgimento do colesterol é incluir alguns alimentos no cardápio. A nutricionista Flavia Morais indica alguns alimentos que podem ser incluídos na dieta. Confira:
1) Frutas vermelhas
 

Framboesa, amora, mirtilo, cranberry, goji, cereja, açaí, morango. Todas elas ajudam a controlar as taxas de colesterol sanguíneo e atuam na prevenção da hipertensão arterial, levando ao relaxamento das artérias e contribuindo para uma boa saúde cardiovascular.
2) Peixes (salmão, atum, sardinha)
 
Ricos em ômega-3, um tipo de gordura benéfica que diminui a captação de LDL pela parede das artérias, previnem contra as placas. Prefira as versões assadas, grelhadas e ensopadas.
4) Chá verde
 
A ingestão regular de chá verde está relacionada à prevenção e controle de doenças cardiovasculares. É fonte de epigalocatequinas (EGCG), poderoso antioxidante que ajuda na redução dos níveis de colesterol total e LDL.
5) Chocolate amargo
 

Rico em polifenóis, uma classe poderosa de antioxidantes, que ajudam a potencializar os níveis de HDL, conhecido como o "bom colesterol". Além disso, impede que as plaquetas grudem umas nas outras, mantendo as artérias desobstruídas.
6) Abacate 
 
Grande fonte de gordura monoinsaturada, que contribui para a redução do LDL colesterol e aumento do HDL colesterol, auxiliando na prevenção contra doenças cardiovasculares. Concentra altas quantidades de beta-sitosterol, um fitosterol que reduz a quantidade de colesterol absorvida dos alimentos.
7) Alho
 

Contem aliina e alicina, antioxidantes que contribuem para diminuir o colesterol e reduzir a pressão arterial.
8) Azeite de oliva
 

Fonte de ômega-9 (gordura do tipo monoinsaturada) e ácidos fenólicos com alto potencial antioxidante. Conferem benefícios na prevenção de doenças cardiovasculares, controle da pressão arterial e do colesterol.
9) Vinho tinto
 
Contém uma substância chamada resveratrol, que atua na redução do colesterol e tem efeito antioxidante. Ao impedir que as partículas de LDL, conhecido como "mau colesterol", se oxidem, a substância evita indiretamente que elas grudem na parede dos vasos. No entanto, é preciso consumir com moderação.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Goji Berry: conheça os benefícios dessa fruta milenar

Goji Berry in natura (Foto: Divulgação)Goji Berry in natura (Foto: Divulgação)
Pode ser que você nunca tenha ouvido falar em Goji Berry - alimento tradicional na medicina chinesa ela é conhecida como a fruta da longevidade entre os tibetanos e vem conquistando cada vez mais espaço no cardápio dos brasileiros. Originária do sul da Ásia (China, Tibet e Índia) a fruta, por ter propriedades antioxidantes, ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, inflamatórias e distúrbios do sistema neurológico e imunológico. Porém, seu consumo crescente está mais associado à prevenção e tratamento do envelhecimento precoce - o que torna o Goji Berry a “fruta do momento”.
Qual é a quantidade recomendada?
Com tantos benefícios resta saber como tirar o melhor proveito deste alimento. No Brasil, a fruta é encontrada na forma desidratada e para alcançar seu efeito medicinal a dosagem recomendada pelos nutricionistas é de uma a três colheres por dia.
Emagrece?

Assim como todas as frutas, o consumo regular de Goji Berry pode ajudar no emagrecimento associado a uma alimentação adequada e hábitos de vida saudáveis como a realização de atividade física. “Não podemos esperar que apenas o consumo isolado do Goji Berry seja eficiente no emagrecimento. Já tivemos o óleo de coco, chocolate amargo, quinoa, chia, e agora temos o Goji Berry como o alimento da vez. O que é preciso entender é que não há fórmula mágica para emagrecimento”, explica Julianna Shibao, coordenadora do curso de Nutrição da Universidade Anhanguera de São Paulo - unidade Maria Cândida.

A planta da fruta Goji Berry (Foto: Divulgação)A planta da fruta Goji Berry (Foto: Divulgação)
Consumo excessivo
Um mito que envolve a fruta é em relação à celulite, o Goji Berry possui atividade anti-inflamatória, mas seu consumo não está evidenciado nos estudos científicos como tratamento de desordens estéticas. O consumo excessivo de Goji Berry pode ocasionar alergias por alguns compostos presentes na fruta. “O Goji Berry pode dificultar a coagulação sanguínea, principalmente, em pacientes que já tomam anticoagulantes”, alerta Juliana. Por isso, vale ressaltar que seu consumo deve ser orientado por um médico ou nutricionista.
Onde comprar
Nas 280 lojas da Mundo Verde espalhadas pelo Brasil, a fruta Goji Berry pode ser encontrada em forma de cápsulas ou em pó para chá.
Goji Berry - Katigua: A opção em cápsula é uma forma prática para consumo, possui ainda colina, magnésio, selênio, zinco, vitamina B6, ácido fólico e cromo. Deve-se seguir a orientação de consumo presente no rótulo da embalagem do produto.
Goji Berry Instantâneo – Chá Mais: O goji instantâneo é enriquecido com vitaminas, minerais, colágeno, hibisco e é adoçado com estévia. É uma opção prática para consumo, a recomendação é adicionar 10 gramas em 200 ml de água e mexer até completa dissolução.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Ora-pro-nobis - Pereskia aculiata + Pão verde com ora-pro-nobis


Uma planta rica em proteínas que pode ajudar a minimizar o problema da fome não só no Brasil.



Conhecida popularmente como “ora-pro-nobis”, a planta Pereskia aculiata pertence à família dos cactos. É uma cactácea nativa da região que vem desde a Flórida até o Brasil. Trata-se de uma trepadeira que apresenta folhas suculentas e comestíveis, cuja forma lembra a ponta de uma lança. Por apresentar ramos repletos de espinhos e crescimento vigoroso, a planta pode ser usada com sucesso como uma cerca-viva intransponível.

Do ponto de vista ornamental, a “ora-pro-nobis” apresenta uma florada generosa que ocorre entre os meses de janeiro a abril, produzindo um espetáculo surpreendente. O curioso é que poucas pessoas conhecem ou tiveram a oportunidade de presenciar sua floração que, embora seja exuberante, é efêmera, pois dura apenas um dia. Uma outra característica interessante é que suas flores são muito perfumadas e melíferas, tornando o seu cultivo indicado também aos apicultores. Foto abaixo a raríssima flor da ora-pro-nobis

Após a floração, o “ora-pro-nobis” produz frutos em forma de pequenas bagas amarelas e redondas, entre os meses de junho e julho. E aí vem um ponto importante a ser observado: nem todas as variedades desta planta são comestíveis; apenas a que tem flores brancas, com miolo alaranjado e folhas pequenas.



Pão e macarrão verdes

As folhas do ora-pro-nobis, desidratadas, contém 25,4% de proteína; vitaminas A, B e C; minerais como cálcio, fósforo e ferro. É uma planta que merece atenção especial por seu alto valor nutritivo e facilidade de cultivo, inclusive doméstico.

Por apresentarem fácil digestão, as folhas da planta podem ser usadas de diversas formas. Uma boa alternativa é triturá-las com água no liquidificador e juntar à massa do pão, acrescentando ao alimento mais nutrientes e uma atraente cor verde. O mesmo pode ser feito com a massa de macarrão. As folhas podem também enriquecer saladas, refogados, sopas, omeletes, tortas ou mesmo dar mais riqueza ao nosso velho arroz-com-feijão.

O cultivo mecanizado e o processamento industrial do ora-pro-nobis poderiam representar uma revolução nos recursos alimentícios da humanidade. No entanto, essa planta é pouco conhecida. Ela poderia integrar planos de governo na recuperação de áreas degradadas e no combate à fome, mas os políticos são cegos para o que o povo precisa. Assim, enquanto o ora-pro-nobis não desperta interesse no plano governamental, o cultivo doméstico pode representar o primeiro passo para a abertura de uma nova alternativa para as regiões áridas.

Os estudos para o desenvolvimento genético dessa planta poderiam trazer grandes benefícios, mas enquanto isso não acontece, o ora-pro-nobis pode ser cultivado em jardins e quintais, onde suas propriedades nutricionais e ornamentais têm a oportunidade de ser exploradas.

Pão verde com ora-pro-nobis:

Ingredientes
50g. de fermento para pão em tablete
½ copo de água morna
½ copo de água fria
2 colheres (sopa) de margarina
2 ovos inteiros
1 colher (sopa) rasa de açúcar
1 colher (sobremesa) de sal
500g. de farinha de trigo (pode ir um pouco mais ou menos, dependendo do ponto da massa)
100g. de folhas de ora-pro-nobis

Modo de fazer

Dissolver o fermento juntamente com açúcar na água morna. Misturar em seguida os ovos, a margarina e o sal. Reserve. Colocar as folhas de ora-pro-nobis no liquidificador e bater com a água fria. Juntar aos ingredientes reservados, adicionando a farinha até que a massa comece a soltar das mãos.

Sovar bem e deixar descansar até que dobre de volume. Dividir a massa em dois pães e colocar novamente para crescer. Levar para assar em forno já aquecido.

Fonte: http://www.jardimdeflores.com.br/floresefolhas/A03orapronobis.htm



come-se: Minha chia

come-se: Minha chia: Eu sempre começo um olhar torto para qualquer produto que já chegue se apresentando como milagroso. Mas também sempre lhe dou uma chance, ...

terça-feira, 12 de agosto de 2014

A agricultura tem, de muito, sido a âncora econômica

Leitura e Critica
Eleições e o médio produtor rural
Ciro Antonio Rosolem



A agricultura tem, de muito, sido a âncora econômica

Apesar do aborrecimento pela propaganda eleitoral gratuita no rádio e TV, ela traz esperança: chance de trocar pessoas, pensamentos, objetivos, enfim, mudança de políticas públicas. A agricultura brasileira precisa disso. E a urgência vai muito além do problema de logística. A agricultura tem, de muito, sido a âncora econômica. Cresceu embalada por tecnologias, investimentos, por vezes com preços internacionais atrativos. Mas novos tempos se avizinham. Até agora, crises de preços baixos foram vencidas com aumentos na produtividade, mas este elástico está quase no limite. Não deve ser mais esperado crescimento significativo na produtividade.

Grosseiramente, pode se dividir os produtores rurais em três “tamanhos”. Os pequenos (enquadrados como familiares), os médios e os grandes. Os pequenos, bem ou mal, vêm sendo assistidos, muitas vezes subsidiados por programas governamentais. Não quero aqui discutir o uso de recursos públicos em assentamentos que, muitas vezes, se configuram como duvidosos. Os programas existem. Os grandes, por sua capacidade econômica e gerencial, mais sua escala de produção, têm conseguido produzir a custos muito competitivos. E os médios?

Os agricultores médios constituem vasta legião, responsáveis por significativa parte da produção. Vivem, trabalham, se divertem em sua cidade. Compram na revenda da esquina, nas lojas locais, contratam os profissionais do interior. Muito diferente das grandes empresas agrícolas. Assim, em função de sua escala de produção, seu produto é mais caro. Sua competitividade é menor no mercado. Por isso a agricultura de médio porte vem diminuindo de tamanho. Em algumas regiões, as cooperativas têm mantido o médio agricultor. Mas, onde estão os programas e as políticas públicas deste segmento? 

Nota-se aumento no número de grandes grupos, inclusive com empresas de capital aberto, atuando na agricultura brasileira. Isso tem trazido competitividade. Enquanto os preços internacionais estiverem altos, há esperança para os médios agricultores, mas isso deve mudar. Então, o que será daqueles que estão sendo expulsos da atividade? É isso que queremos? De um lado grandes empresas agrícolas, muito eficientes e de outro o agricultor familiar muitas vezes subsidiado? No meio de um deserto? Qual a consequência para a economia da maioria dos municípios?




Eleições: tempo de discussão de ideias e de mudar políticas. Quem encampa a defesa do médio produtor rural?
Correio Riograndense 5406

Cultive em casa e economize ; )


Confira 9 vegetais e temperos que você pode comprar uma vez e cultivar. Eles voltam a crescer sempre!

Por Nosso Bem Estar

LA BIO GUIA/ DIVULGAÇÃO/ NBE
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Plante uma vez e tenha sempre em casa o alimento

Existem alguns ingredientes de cozinha que usamos com frequência e compramos sempre. Cebola, alho, coentro, cenoura e ervas frescas são fundamentais para muitos pratos e até podem ser baratos, mas quando usamos todos os dias pode fazer uma boa diferença.
Alguns alimentos são realmente fáceis de crescer novamente em casa, e podem até ser cultivados na sua cozinha. Reunimos aqui 9 vegetais e ervas que você pode comprar uma vez e voltarão a crescer sempre!
1. Manjericão. Coloque alguns ramos com talos de 10 centímetros em um copo de água e deixe-os em um local com luz direta. Quando as raízes estiverem com cerca de dois centímetros de comprimento, você pode plantá-las em vasos para ver crescer toda uma planta de manjericão. 
2. Alho. Quando o alho começa a brotar, os pequenos brotos verdes são muito amargos para cozinhar. Mas, em vez de jogar no lixo os dentes germinados, você pode colocar em um copo de água e ver crescer brotos de alho. Eles têm sabor muito mais suave que os dentes de alho e são ótimos para saladas, massas e decorações.
3. Alface. Coloque o tronco de uma cabeça de alface ainda intacto em uma tigela com um centímetro e meio de água e deixe perto de uma janela. Em poucas semanas começará a ver novas folhas. Estará totalmente crescido em cerca de 3 ou 4 semanas.
4. Cebolinhas. Em menos de cinco dias você pode ver crescer um ramo inteiro de cebolinhas. Basta deixar três centímetros de brotos unidos com as raízes em um pequeno copo com água.
5. Folhas de cenoura. Geralmente cortadas e jogadas fora, podem voltar a crescer se colocar em uma tigela com um pouco d'água. Coloque o recipiente em uma janela bem iluminada e logo terá novos brotos de cenoura.
6. Gengibre. Pode ser plantado no solo para crescer novamente, mas o processo é um pouco mais longo. Pode levar vários meses para germinar. Você poderá colhê-lo totalmente crescido em 8 ou 10 meses.
7. Champignon. Cogumelos podem ser plantados no solo com um pouco de adubo ou pó de café usado. É preciso mantê-los em um ambiente úmido, de preferência onde será frio à noite. Pode ser difícil de cultivar, já que em poucos dias os talos começam a germinar e as cabeças apodrecem.
8. Coentro. Suas raízes podem crescer se as hastes forem colocadas em um copo de água. Como as raízes são longas, você pode simplesmente plantá-las em uma panela. Em duas semanas começará a brotar e em dois meses você terá uma planta inteira.
9. Cebolas. Plante a raiz que seria descartada em um vaso ou diretamente no solo para ela voltar a crescer. Você poderá cozinhá-la cedo e ter cebolas verdes e frescas ou esperar até que esteja completamente desenvolvida.
Fonte: La Bío Guia - www.labioguia.com

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Conhecendo a helicônia


Como germinar e plantar sementes de Pau-ferro

FONTE: http://estratificandoafrio.blogspot.com.br/2013/10/como-germiar-e-pantar-sementes-de-pau.html

 

 

Hoje vou mostrar como fiz para germinar sementes de pau-ferro. Trata-se de uma árvore bem alta, não faz uma copa muito grande mas é uma árvore muito bonita. Já li alguns comentários de pessoas que fazem remédios caseiro com ela. Parece interessante e bem útil.

Mas o que me chamou mesmo a atenção foi o porte dela, e os galhos retorcidos nas pontas proporcionam uma beleza sem igual. Se um dia eu tiver um sítio vou encher dessas árvores.


Assim que terminou a florada eu já me preparei para colher as sementes. Ela produz umas vagens que contém as sementes dentro:


Essa casca parece dura mas não é. Com um alicate de corte você rompe ela facilmente e consegue chegar na semente:

Só que essas sementes parece ser impermeáveis. É como se tivesse uma capinha de plástico revestindo ela. Para permitir que a água penetre facilmente para quebrar a dormência da semente é necessário fazer uma escarificação.
É um processo simples, basta pegar alguma coisa afiada como um estilete ou um alicatinho de cutícula e fazer ranhuras na casquinha até chegar na semente. Como eu sou uma pessoa lesada, desequilibrada e um pouco retardada sempre acabo me lascando quando trabalho com instrumentos cortantes:

Mas isso faz parte...
As sementinhas devem ficar mais ou menos assim:


Agora é só plantar num vasinho com terra vegetal. E é bom não esquecer de deixar a terra sempre úmida. As minhas sementes germinaram rápido. O primeiro brotinho apareceu em 4 dias.




sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Vermicomposteira e a reciclagem de orgânicos - mais um #minhocário fazendo #humus


Grande parte dos resíduos domésticos são materiais de embalagens, que podem ser recolhidos pela coleta seletiva. Outra parte dos resíduos é orgânico, ou seja, são restos de comidas, frutas e folhas que geralmente vão para o lixo de não recicláveis.
Uma pena, pois esse lixo orgânico todo é material rico em nutrientes que podem servir para adubar plantas. Para não queimar as raízes das plantas, não atrair insetos ou produzir cheiros, os resíduos de alimentos devem passar antes por um processo de compostagem.
composteira_X.jpg
Créditos: Flickr Mr. Bsod
Há algum tempo, construi uma vermicomposteira que fica na varanda do apartamento. Os materiais necessários para a construção são extremamente simples e fáceis de se encontrar. Tanto os materiais quanto o modo de fazer, foram descritos antes, neste post.
Existem vermicomposteiras prontas para se vender, que já vem, inclusive com as minhocas, pelo correio. É o caso das minhocasas. Mas, se você, como eu, prefere construir com as próprias mãos ou não tem recursos suficientes para comprar uma pronta, fica a dica do post sobre vermicompostagem.
É importante tomar algumas dicas:
Minhocário fabricação própria
- A minhocasa comercial tem, na última caixa, (a que não tem furos), uma torneira. A torneira não é necessária – o que é necessário é explicar a função dessa última caixa. Ela serve como depósito de chorume, um líquido extremamente nutritivo que é liberando pelos alimentos no processo de decomposição. O chorume deve ser recolhido nessa caixa a parte para regular a umidade dentro da vermicomposteira. O excesso de água no solo das minhocas e torna o ambiente desagradável a elas. A torneirinha da minhocasa comercial serve para ajudar a retirar o chorume, mas ela é dispensável se você não se importar em colher o chorume de outra maneira, com a ajuda de copos ou virando a caixa e recolhendo o chorume em outro recipiente. O que eu costumo fazer é recolher o xorume em um recipinte com um spray e aplicar nas plantas que cultivo na varanda, como nos meus tomates (nas folhas e no solo).
- Depois de construir a estrutura da vermicomposteira, é hora de colocar as minhocas! Claro, as minhocas não podem ficar sozinhas na caixa – minhocas não vivem em caixas, afinal. Vivem no solo. Portanto é extremamente necessário colocar antes das minhocas um substrato, onde as minhocas vão viver. Melhor dos mundos é colocar o próprio substrato onde as minhocas já viviam antes. Outra possibilidade é colocar húmus de minhoca, comprada em algum lugar (foi o que eu fiz) e outra possibilidade ainda é colocar solo que você mesmo pode coletar, mas é importante que ele não seja muito pobre em nutrientes, senão as minhocas vão sofrer.
- Antes de colocar qualquer resíduo para a reciclagem, as minhocas vão precisar de umas duas semanas para se acostumarem com a nova casa. Esse tempo também é interessante para equilibrar o ambiente dentro das caixas. É o tempo que todo um conjunto de organismos associados às minhocas, bactérias por exemplo, precisam para crescer e se multiplicar. Esses outros organismos, assim como as minhocas, são essenciais para a decomposição dos alimentos, e para a velocidade da decomposição deles também (quanto mais rápido, melhor – a demora em decompor pode emitir cheiro e não vai ser bom…). É nesse período também que você vai precisar estar bastante atento a umidade dentro da caixa e colocar mais água se o substrato estiver muito seco e colocar folhas secas, papel picado ou serragem caso o substrato estiver muito molhado.
- Minhocas, organismos associados e substrato equilibrado, pode-se começar a colocar os resíduos. Os resíduos devem ser enterrados no substrato, aumentando a possibilidade de contato deles com um ambiente agradável para as minhocas. Reserve um lado da caixa para não colocar resíduo nenhum, para as minhocas retornarem para o ambiente a qual já estão acostumadas, caso seja necessário. Prefira colocar os alimentos picados, pois isso facilita a decomposição e aumenta a velocidade do processo (e evita cheiros).
- Teoricamente, qualquer alimento pode ser colocado na vermicomposteira. Eu, particularmente, optei por fazer algumas restrições. Por exemplo:
  • Evito colocar frutas cítricas em excesso. Isso torna o substrato muito ácido, e como não quero adicionar nada para neutralizar a acidez, prefiro contralar não colocando cítricos.
  • Não gosto de colocar restos de alimentos que tenham muita gordura, como alimentos que foram fritos ou cozidos com muito óleo ou manteiga e gordura animal.
  • Também não coloco carnes. Elas são de difícil decomposição e produzem muito cheiro.
  • Alguns outros vegetais produzem cheiros com os quais eu não me incomodo, mas podem ser incômodos para algumas pessoas, como brócolis, repolho e couve-flor.
  • Não tive uma experiência muito boa colocando pães… eles acabaram fungando e as minhocas se recusaram a comê-los. Tive que tirar com a mão (usando luvas sempre, claro!)
  • Sementes não são uma boa ideia também. Elas adoram o ambiente cheio de nutrientes e germinam. Como não tem luz na caixa, germinam brancas (estioladas é a palavra). Elas germinam e obviamente começam a absorver nutrientes do substrato, o que não é uma boa ideia se você quer usá-lo como fertilizante para as plantas depois.
E vocês? Tem alguma dica ou tiveram alguma experiência interessante?
 Gostaria de fazer uma vermicomposteira também e tem alguma dúvida?
http://scienceblogs.com.br/rastrodecarbono/2009/08/vermicomposteira_e_a_reciclage/

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