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quarta-feira, 22 de julho de 2026

Além da compostagem: um legado real para as próximas gerações


Fonte Jornal O São Paulo 

Jenniffer Silva



Fotos: Planta Feliz

Em 2009, quando a compostagem ainda era um tema pouco difundido no Brasil, a hoteleira Marina Sierra decidiu deixar de enviar seus resíduos orgânicos para o sistema de coleta de lixo. Mesmo com o acesso limitado a informações sobre o assunto na época, ela já compreendia que a destinação inadequada desses materiais contribui diretamente para as mudanças climáticas, responsáveis por eventos extremos cada vez mais frequentes.

“Comecei com a compostagem doméstica, utilizando minhocas, mas percebi que aquele modelo resolvia apenas parte do problema, pois apresentava algumas restrições em relação aos alimentos que podiam ser compostados”, relembra Marina.

Naquele período, ela conheceu o marido, Adriano Sgarbi. Ao compartilhar com ele o desejo de encontrar uma solução mais ampla para os resíduos orgânicos, recebeu a proposta de mudar-se para um sítio e ampliar o projeto. No novo endereço, Adriano passou a estudar métodos de compostagem capazes de receber todos os tipos de resíduos orgânicos, inclusive os de origem animal. Foi assim que o casal chegou à compostagem termofílica, tecnologia que permite processar resíduos vegetais e animais de forma segura e eficiente.

A chegada da filha do casal, Valentina, em 2017, fortaleceu ainda mais esse propósito. Foi naquele momento que Marina e Adriano sentiram que era hora de transformar o sonho em algo concreto. Nascia, então, a Planta Feliz, iniciativa criada para deixar um legado capaz de contribuir para um mundo melhor às futuras gerações.


DE 42 MIL METROS QUADRADOS PARA A CIDADE INTEIRA

Localizada no bairro Jardim Casa Grande, na zona Sul da capital paulista, a Planta Feliz ocupa uma área de 42 mil metros quadrados e é o primeiro pátio privado de compostagem da cidade a possuir a Licença de Operação (LO) da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), autorização ambiental que permite a uma empresa, indústria, comércio ou empreendimento iniciar e manter suas atividades em funcionamento.

Atualmente, a Planta Feliz mantém parceria com a Prefeitura, desenvolvida principalmente por intermédio do Polo de Ecoturismo de São Paulo, território que abrange Parelheiros, Marsilac e a Ilha do Bororé, áreas de grande relevância ambiental para a capital.

Por meio dessa colaboração, a Planta Feliz tem fortalecido o turismo rural, o turismo de base comunitária e as vivências pedagógicas promovidas na propriedade, aproximando a população da compostagem, da agroecologia e da preservação ambiental.

“Além da destinação correta dos resíduos orgânicos, conseguimos promover experiências práticas de educação ambiental para escolas, turistas, empresas e grupos interessados em conhecer soluções sustentáveis aplicadas no território”, explica Marina.

A Prefeitura também apoia a realização da Semana da Compostagem Planta Feliz, evento anual com atividades educativas, debates, oficinas e vivências sobre compostagem, mudanças climáticas, sustentabilidade e regeneração. Neste ano, a programação aconteceu em maio.


QUANDO O LIXO VOLTA A SER RECURSO

Com o projeto consolidado, a Planta Feliz oferece um serviço especializado de coleta e compostagem para garantir a destinação ambientalmente adequada de resíduos orgânicos gerados por escritórios, empresas, comércios, restaurantes, escolas, clubes e eventos.

Para que o serviço seja realizado, no entanto, todo o material recebido precisa estar corretamente segregado na origem. Isso significa que os estabelecimentos devem manter, no mínimo, três categorias de descarte: recicláveis secos, rejeitos destinados aos aterros sanitários e resíduos compostáveis. Além disso, é necessário estar regularizado no Sistema Estadual de Gerenciamento On-line de Resíduos Sólidos (Sigor), para garantir a rastreabilidade por meio da documentação ambiental emitida pela Planta Feliz.

“Mesmo para os geradores que não possuem obrigatoriedade de rastreabilidade, emitimos relatórios com indicadores ambientais, informando quanto de resíduos deixou de ser enviado aos aterros sanitários, quanto deixou de emitir gases de efeito estufa e quanto de composto orgânico foi gerado a partir desse material”, destaca Marina.

Os resíduos passam pelo processo de compostagem termofílica e são misturados à poda triturada. Durante o tratamento, as leiras atingem temperaturas controladas que aceleram a decomposição da matéria orgânica, eliminam patógenos e inviabilizam sementes. Ao final do ciclo, o que antes era considerado lixo retorna à natureza na forma de composto orgânico. Parte desse adubo é doada mensalmente para hortas que ajudam a abastecer a população, fortalecendo a economia circular e a regeneração do solo.

Segundo Marina, o composto também é comercializado para todo o Brasil por meio do Mercado Livre e em pontos parceiros em São Paulo que apoiam a agricultura familiar, como o Instituto Chão e o Instituto Baru.


MUDANÇA DE HÁBITOS

Outro eixo importante da iniciativa é a formação. Para Marina, mais do que oficinas, as vivências pedagógicas realizadas com escolas, turistas, empresas e grupos interessados em conhecer o funcionamento de um pátio de compostagem dentro do Polo de Ecoturismo de São Paulo têm potencial para transformar a forma como as pessoas enxergam os resíduos.

“Muitas chegam acreditando que lixo orgânico é apenas lixo e saem entendendo que aquilo é, na verdade, um recurso capaz de regenerar o solo, produzir alimento e reduzir impactos ambientais.”, destaca Marina.

O trabalho tem atraído visitantes de diferentes regiões do Brasil e de outros países interessados em implantar iniciativas semelhantes. No ano passado, por exemplo, o projeto recebeu comitivas das Filipinas e da Tanzânia durante as agendas relacionadas à COP30.

Para os próximos anos, a meta é ampliar o acesso da população à compostagem e fortalecer a conexão entre resíduos, regeneração do solo e mudanças climáticas.

A iniciativa também deseja inspirar as empresas a incorporar a agenda ESG – conjunto de critérios e práticas corporativas que aliam os aspectos ambiental, social e de governança (Environmental, Social, Governance). Para Marina, a destinação correta dos resíduos orgânicos precisa fazer parte desse compromisso. Ela destaca, ainda, que a com-postagem é uma urgência para tornar os centros urbanos mais sustentáveis e resilientes diante dos desafios climáticos.

terça-feira, 16 de junho de 2026

Manual ensina a fazer composteira e a descartar de forma adequada o lixo orgânico

 

Publicação gratuita do Instituto de Química de São Carlos da USP explica de maneira simples e didática como transformar os resíduos orgânicos em adubo e nutrientes para plantas

  26/05/2023 - Publicado há 3 anos     Atualizado: 29/05/2023 às 7:51
Publicação explica processo para produção de uma composteira – Foto: Freepik

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Já pensou em transformar os resíduos orgânicos que você gera durante o dia (restos de comida, cascas de frutas, podas de árvores, entre outros) em um novo material de grande valor agregado? Uma alternativa é a produção de insumos orgânicos (adubos), para uso desde em hortas até na agricultura de extensão. Esse processo, que utiliza uma tecnologia ambiental chamada de compostagem, pode ser realizado em locais de pequeno porte, como escolas e casas.

O Manual de Compostagem, produzido pelo Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP, explica de maneira simples e didática o passo a passo de como construir uma composteira. A publicação teve apoio da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU) da USP e do Edital Santander/USP/FUSP de Fomento às Iniciativas de Cultura e Extensão. O download é gratuito e está disponível neste link.

O material foi produzido a partir do projeto Compostagem Com Ciência, iniciado em 2021 em escolas da cidade de São Carlos, como forma de contribuir com o desenvolvimento sustentável da região. Como a disposição não adequada de resíduos orgânicos gera graves problemas ao meio ambiente, com contaminação das águas e aumento do efeito estufa, a ideia de compostar resíduos orgânicos e transformá-los em nutrientes para plantas faz parte da educação ambiental e pode ser realizada sem grandes recursos. A ideia também está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, especialmente, ao ODS 11, que diz respeito a tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

A ciência da composteira

Os autores explicam que a composteira pode ser montada de diferentes formas, como pilhas, leiras ou aterramento, utilizando materiais como caixas plásticas ou madeira. O tamanho e a forma da composteira dependem da quantidade de material a ser compostado e do espaço disponível. A localização da composteira é crucial, levando em consideração o fácil acesso, períodos de sol e sombra, incidência de vento e outros fatores que influenciam nas condições do processo de compostagem, como a presença de microrganismos, aeração, umidade e temperatura adequadas.

Passo a passo explica como construir uma composteira – Foto: Reprodução/IQSC

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O Manual também destaca que é importante manter a umidade adequada na composteira, entre 50% e 60%, para favorecer a decomposição dos materiais orgânicos. A exposição prolongada ao sol pode levar à perda de umidade, prejudicando os microrganismos envolvidos no processo. Por outro lado, composteiras em locais com excesso de sombra tendem a apresentar alta umidade, acima de 65%, reduzindo a decomposição e gerando odores indesejáveis. O monitoramento da umidade pode ser feito apertando uma porção do material em decomposição nas mãos e observando se há poucas gotas de água. Caso necessário, ajustes podem ser feitos adicionando água ou resíduos secos à composteira, além de revirar o material para melhorar a aeração.

O adubo orgânico produzido pela compostagem possui características nutricionais que variam de acordo com o material de origem e o processo de produção. Geralmente, é composto de ácidos graxos, compostos húmicos e fúlvicos, além de compostos orgânicos xenobióticos. Apresenta cor escura e contém macros e micronutrientes, fornecendo nutrientes essenciais para melhorar as propriedades físicas e biológicas do solo.

Escolha dos resíduos

Para garantir o sucesso da compostagem, os autores do Manual explicam que é importante que os materiais orgânicos utilizados sejam ricos em carbono e nitrogênio. Os substratos ricos em carbono incluem materiais lenhosos, como cascas de árvores, galhos e palhas, que devem estar secos e acastanhados. Já os materiais ricos em nitrogênio podem ser folhas verdes, esterco animal e restos de vegetais frescos e verdes, que tendem a ser mais ricos na substância devido a presença de clorofila.

Materiais como vidros, plásticos, tintas, óleos, metais e pedras não devem ser adicionados à compostagem, assim como gorduras em excesso e ossos inteiros. Além disso, é importante evitar resíduos de carne, pois podem atrair insetos indesejados. O tamanho das partículas também é fundamental, com o ideal sendo em torno de 3 cm, já que a decomposição começa na superfície onde há oxigênio, mas partículas muito pequenas aumentam o risco de compactação e falta de oxigênio.

Para baixar o Manual de Compostagem clique aqui.


sábado, 23 de maio de 2026

Compostagem doméstica: o que é e como fazer uma em casa?


Fonte:blog esfera 

 

Já reparou na quantidade de lixo que é gerado na sua casa por dia? Provavelmente sim. E já pensou que pelo menos uma parte pode ser reaproveitada? Uma alternativa viável para a maioria das casas é a compostagem doméstica.

No Brasil, são gerados mais de 80 milhões de toneladas de lixo por ano, segundo o  Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana (Selurb). Haja espaço nos lixões e aterros sanitários, não é mesmo?!

Mas tão fácil quanto separar plástico, vidro e metais para fazer a coleta seletiva e direcionar esses itens para a reciclagem, é fazer compostagem em casa com o lixo orgânico do dia a dia.

Quer saber o que é, como fazer compostagem doméstica, o que colocar e o que não colocar e os benefícios para o meio ambiente? Continue lendo este artigo e aprenda tudo sobre esta técnica. 

Boa leitura!

O que é compostagem doméstica?

A compostagem doméstica é o processo que transforma o lixo orgânico em um adubo natural e rico em nutrientes para ser utilizado em plantas, hortas e outras formas de cultivo.

O chorume, produto da decomposição de alimentos, é rico em fósforo, um nutriente importante para as plantas, o que permite manter cultivos mais sustentáveis e que não agridem o meio ambiente como a adubação química.

Utilizando um ambiente controlado, a decomposição do lixo orgânico é aproveitada, dando outro fim para os resíduos que descartamos costumeiramente na lixeira.

Essa é uma forma simples de reduzir a geração de lixo dentro das casas, afinal as cascas de fruta e ovos, alguns vegetais e outros alimentos representam grande parte do lixo doméstico. 

Mesmo sendo um método relativamente fácil, é importante ter cuidado na montagem e manutenção da composteira, a estrutura na qual é feita a transformação do lixo orgânico em adubo, para que ela cumpra o seu objetivo principal.

Leia também: Como reciclar o lixo em casa? Aprenda 5 formas.

Por que fazer compostagem em casa?

A compostagem doméstica ou caseira é importante, primeiro, para a diminuição da quantidade de resíduos descartados por residência e, segundo, porque ajuda a manter áreas de cultivo sem prejudicar o solo, a água e o ar.

Muitas pessoas fazem compostagem em sítios, onde mantêm pequenas produções de vegetais e hortaliças. Outro aproveitamento dessa técnica é a comercialização do adubo natural em forma de chorume ou húmus para pequenos produtores.

Esses são alguns dos motivos relevantes que incentivam as pessoas a investir na compostagem doméstica. 

Então, se você está atento ao impacto que você e sua família geram no meio ambiente e além do consumo consciente, também gostaria de apostar em outras iniciativas, vale a pena conhecer a compostagem.

Como fazer compostagem em casa?

A estrutura da composteira doméstica é em formato de caixa e possui três partes separadas. Ela pode ser comprada pronta para uso em casas de produtos agrícolas. 




Imagem: Rastro sustentabilidade.

Algumas pessoas com experiência em reciclagem montam a própria estrutura de compostagem utilizando um balde ou caixas de madeira. Nesses casos, é preciso ter mais domínio do processo para evitar erros que comprometam a eficácia da compostagem.

O próximo passo, depois da composteira pronta, é a escolha de um local para colocá-la. Esse ambiente precisa ser arejado e ficar longe do sol, da chuva, de animais de estimação e áreas de circulação. 

Quem mora em apartamento pode fazer compostagem caseira também, se tiver um pouco mais de espaço disponível na cozinha, na área de serviço ou na varanda.

Vale destacar que o principal método de compostagem doméstica utiliza minhocas vermelhas, também conhecidas como californianas. As minhocas são as estrelas principais desse processo porque se alimentam dos restos orgânicos, acelerando a compostagem.

Por fim, com a caixa instalada e pronta para uso, o passo a passo para fazer compostagem doméstica é o seguinte:

1. Coloque a terra com as minhocas na caixa superior

A caixa superior da composteira é uma das caixas digestoras e onde fica o lixo orgânico. Ela tem furos no fundo que vão permitir que o excesso de líquido da decomposição dos resíduos escorra para a caixa de baixo e também alguns na tampa. 

O primeiro passo da montagem é espalhar a terra com as minhocas em todo o fundo da caixa até cobrir toda a base.

2. Coloque os restos orgânicos

Ao colocar os restos orgânicos na composteira não espalhe. O correto é que você coloque os resíduos em um canto e cubra-os completamente com algum tipo de matéria vegetal seca como serragem, grama, palha ou folhas. 

Isso equilibra os níveis de nitrogênio e carbono durante a compostagem e evita o aparecimento de moscas e de mau cheiro da decomposição.

3. Deixe os resíduos descansarem

A caixa gestora superior vai sendo cheia com mais lixo e os resíduos devem ficar “descansando” por, no mínimo, 30 dias para o ciclo de compostagem acontecer.

De 15 em 15 dias, o material pode ser misturado para aerar a terra. Isso contribui para que a decomposição aconteça mais rápido.

Caso faça muito calor na sua região, regue a composteira para manter a umidade da caixa, pois a umidade também é um fator fundamental para que as minhocas se mantenham vivas e trabalhando na decomposição dos resíduos orgânicos.

4. Troque a posição das caixas digestoras

Depois de completar o ciclo de 30 dias, a primeira caixa digestora passa para o meio e a segunda caixa digestora passa para o topo. Dessa forma, ela pode ser abastecida de terra com minhoca e receber mais lixo orgânico para ser decomposto por mais 30 dias.

Depois, o ciclo se repete, assim como o revezamento das caixas, e a composteira se mantém ativa e gerando adubo de forma natural e sustentável. 

5. Retire o adubo

Ao completar o segundo ciclo, a caixa do meio terá uma terra rica em nutrientes, chamada de húmus de minhoca, um adubo natural poderoso que pode ser usado em diversos cultivos e nos cuidados com as plantas e nos jardins de casa.

Para retirar o húmus, coloque a caixa no sol, pois as minhocas vão para o fundo para fugir da luz e, assim, é possível raspar a terra sem retirá-las.

Na terceira caixa, fica armazenado o chorume orgânico, também chamado de biofertilizante líquido, que pode ser diluído em água e ser usado para regar plantas e o jardim.



 

sexta-feira, 13 de março de 2026

COMPOSTEIRA PARA APARTAMENTO: veja como fazer | Tutorial da Paloma | Ext...


Paloma Cipriano ensina como fazer uma COMPOSTEIRA DOMÉSTICA. Ela mostra o passo a passo de como montar uma composteira para apartamento, casa e outros ambientes. Paloma também dá dicas do que pode ou não se colocado na composteira e como fazer adubo natural para regar as plantas da sua residência. #PalomaCipriano #TutorialDaPaloma #ExtremeMakeoverBRnoGNT Com algumas caixas, materiais e ferragens, você vai transformar o LIXO ORGÂNICO em adubo para você regar as suas plantas. Além disso, você também vai precisar de minhocas californianas. Essas minhocas são conhecidas por serem comilonas e, por isso, realizam a compostagem muito mais rápido. Os lixos que podem ser usados na composteira são: cascas de ovos, restos de frutas, o resto café com filtro e os sachês de chá. Os lixos que devem ser colocados com moderação são: frutas cítricas (casca de laranja, casca de limão) e laticínios. Lixos que são PROIBIDOS: carne e qualquer tipo de fezes. Fazendo uma COMPOSTEIRA você também vai fazer um CHORUME DO BEM: um líquido escuro, limpo e sem odor que quando diluído em água é utilizado como fertilizante para as plantas. COMO FAZER UMA COMPOSTEIRA DOMÉSTICA: Materiais: - 3 caixas plásticas organizadoras (uma pequena e duas médias) - 1 flange ¾ - Torneira - 1 placa de madeira pinus (cortada um pouco maior do que a base das caixas) - 3 ripas de madeira - 4 pés para móveis - Parafusos - Serragem - Terra - Minhocas californianas Ferramentas: - Furadeira com broca 4 ou 6 - Serra copo - Parafusadeira Passo a passo: Com a furadeira, faça vários furos no fundo da caixa superior com 2cm de distância entre eles.Faça a mesma coisa com a tampa. Na outra caixa média, fure o fundo e as laterais (faça furos próximos a borda inferior) Na terceira caixa, a menor, faça um furo na parte da frente com a serra copo para encaixar a flange. Agora prenda a torneira nela. Faça um suporte com as madeiras: comece parafusando as ripas de madeira. Fixe os quatro pés e em um dos lados, deixa um pouco mais alto (assim sua composteira vai ganhar uma leve inclinação pra frente que vai facilitar a saída do líquido pela torneira. Com essa base montada, coloque a composteira por cima e pronto. Deixe a composteira em um lugar que não tenha sol direto e que seja arejado. Depois disso, vamos colocar a terra na composteira. Comece fazendo uma cama de terra com pelo menos três dedos de altura na caixa do meio. Depois, na caixa de cima, faça a mesma coisa com a terra e coloque as minhocas. Depois das minhocas, coloque o lixo orgânico. Para finalizar, coloque a serragem (sempre cubra o lixo com serragem para não ter problemas com cheiros indesejados). Posicione as três caixas uma em cima da outra (a que tem a torneira vai embaixo, a que tem apenas terra no meio e a com as minhocas e o lixo no topo). Quando a caixa de cima encher, você inverte com a caixa do meio e começa a colocar a matéria orgânica nela. Quando as minhocas terminarem de compostar a caixa do meio, elas vão subir sozinhas para a caixa de cima através dos buracos. Esse processo leva em torno de um mês. __________________________________________________ Inscreva-se no casa GNT: http://bit.ly/casaGNT Assista aos programas na íntegra no GNT Play: http://bit.ly/IntegrasNoGNTPlay Facebook:   / gnt   Instagram:   / gnt   Twitter:   / canalgnt   Pinterest:   / canalgnt  

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