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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021
Plante a flor crista de galo " Celosia cristata"
A flor crista de galo tem como nome científico Celosia cristata, mas pode ser conhecida no Brasil por outros apelidos como Amaranto, Celósia e Suspiro. É uma planta extremamente usada em decoração de eventos porque tem cacho cheio e pode ser encontrada em algumas variações de cores. Para casamentos é uma das mais pedidas para arranjos de mesas de convidados.
Visite: https://iloveflores.com/flor-crista-de-galo/
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021
FLORES PARA ALIMENTO DAS ABELHAS SEM FERRÃO
Fonte:http://meliponariocapixaba.blogspot.com.br/2010/02/pasto-para-abelhas-sem-ferrao.html
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| moringa |
Mesmo estando em uma área que ainda conta com um bom verde, é sempre interessante oferecer uma ajuda extra para as meninas.
Vamos agora falar um pouco do já temos para plantar, já plantamos ou que está chegar neste incio de ano. Aproveito para agradecer aos amigos de diferentes lugares que enviaram sementes, mudas e estacas. Estejam à vontade para sugerir mais espécies. Agradecemos a colaboração.
Cosmos: Planta herbácea, anual, que pode atingir alturas de 0,45 a 1,2 m. A sua folhagem é muito fina, de corte pinulado, plumosa, caduca e de cor verde. As flores de Cosmos são singelas, circulares, com cerca de 10-15 cm de diametro, balanceadas em longas e finas hastes, com variadas cores desde o branco, amarelo, rosa, vermelho , laranja, carmesin. As flores de Cosmos são brilhantes e atrativas para abelhas e borboletas. São plantas muito fáceis de cultivar. Já temos deste alaranjado e agora recebemos bastante sementes de cores diversas.
Amor Agarradinho: Planta arbustiva tuberosa, trepadeira tipo liana de ramos finos e flexíveis, providos de gavinhas, com folhas verde-claro em forma de coração e flores pequenas completas, cor-de-rosa ou brancas, numerosas e muito duradouras, reunidas em grande inflorescências, muito apreciadas pelas abelhas.
Muitos produtores de mel a cultivam para alimento destes insetos.
Floresce praticamente o ano todo.
A Dombeya Walliachii, conhecida popularmente como astrapéia, astrapéia-rosa, dombéia, aurora e lombeija é uma árvore da família das Sterculiáceas, originária da África do Sul, que pode atingir até 10 m de altura.
Do ponto de vista ornamental, a “ora-pro-nobis” apresenta uma florada generosa que ocorre entre os meses de janeiro a abril, produzindo um espetáculo surpreendente. Uma outra característica interessante é que suas flores são muito perfumadas e melíferas, tornando o seu cultivo indicado também aos apicultores.
Após a floração, o “ora-pro-nobis” produz frutos em forma de pequenas bagas amarelas e redondas, entre os meses de junho e julho. E aí vem um ponto importante a ser observado: nem todas as variedades desta planta são comestíveis; apenas a que tem flores brancas, com miolo alaranjado e folhas pequenas.
As folhas do ora-pro-nobis, desidratadas, contém 25,4% de proteína; vitaminas A, B e C; minerais como cálcio, fósforo e ferro. É uma planta que merece atenção especial por seu alto valor nutritivo e facilidade de cultivo, inclusive doméstico.
A raiz é em forma de tubérculo e armazena energia para a planta, que favorece em seu rebrote. A madeira é mole, porosa e amarelada.
Visitada pro diferentes espécies de abelhas é originária da Índia é considerada por botânicos e biólogos, um milagre da natureza. Uma esperança para o combate da fome no mundo. Rica em vitaminas e sais minerais, cálcio, proteína e ferro.
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| moringa |
O Mutre é um arbusto de tamanho médio que medra a pleno sol ou até mesmo a meia sombra. Suas pequenas flores, brancas e perfumadas, dispostas em racemos terminais, recobrem a planta à maior parte do ano, especialmente durante os meses mais quentes. Em certas regiões de clima quente o Mutre floresce o ano inteiro, mas em outras, dependendo das condições do inverno, a planta diminui e até mesmo pode parar a floração e perder parte de suas folhas.
Esta planta é muito boa para as abelhas nativas pois floresce durante o ano inteiro, além disto possui um perfume muito agradavel
O Cardo Mariano é uma planta medicinal amplamente utilizada na Medicina Tradicional Europeia. Em França as raízes, folhas e frutos são usados no tratamento de prisão de ventre crónica, de várias doenças hepáticas tais como a icterícia, cálculos biliares, hepatite e fígado gordo, como descongestionante do sistema circulatório, no tratamento de hemorróidas e úlceras varicosas e, como anti-alérgico no tratamento da asma e urticária. Em Itália, os frutos do Cardo Mariano são usados no tratamento de doenças do fígado, devido à sua acção desintoxicante do fígado e também pelas suas propriedades diuréticas e cardiotónicas. Na Alemanha e na Hungria, em Medicina Tradicional, os frutos do Cardo Mariano são usados no tratamento de cálculos biliares devido à sua acção colagoga, estimulante da circulação entero-hepática e protectora do fígado. Na Grécia o Cardo Mariano é usado no tratamento de varizes, pedras da vesícula e na úlcera duodenal. A Medicina Homeopática também utiliza as tinturas dos frutos do Cardo Mriano no tratamento de doenças do fígado, cálculos biliares, peritonite, pleurite, congestão do útero e varizes.
Taiuiá: A taiuiá é da mesma família que o chuchu (Sechium edule) - tem uma folhagem parecida, com folhas palmadas, e gavinhas, extensões que parecem molas e fixam a planta sobre outras.
Melilotus Officinalis: da família Fabaceae é um exelente pasto apícula, com uma produtividade estimativa de 1.000 de mel/hectare com abelha africanizada, é visitado também pelas abelhas nativas. Como se trata de um planta considerada difícil de se conseguir, foi com muita alegria que ganhamos as sementes. conhecido também como trevo amarelo, é um importante em casos de insuficiencia venosa crônica graças à presença do dicumarol. Original da Europa e Ásia.
Grumixama, fruta desconhecida do público é protagonista de livro e pesquisas
A grumixama pode não ser um nome comum nas quitandas e supermercados brasileiros, mas deveria: repleta de substâncias antioxidantes, ela apresenta compostos que poderão ser usados na formulação de antibióticos, anti-inflamatórios e cosméticos, como protetores solares.
As pesquisas que demonstram tamanho potencial farmacológico são desenvolvidas em Ajapi, na propriedade de Sergio Sartori, que há 16 anos dedica-se, além da medicina, ao cultivo de espécies diversas da flora brasileira e mundial.
São 1,8 mil espécies de plantas frutíferas, muitas desconhecidas do público, mas genuinamente brasileiras, como a própria grumixama, nativa da mata atlântica.
Livro
O interesse pela fruta deu origem a um livro, escrito pelo próprio Sartori, que é lançado neste sábado no 8º Encontro Brasileiro de Frutas Raras, no Instituto Agronômico de Campinas (IAC), junto a outros livros da série "Frutas da Mata Atlântica", desenvolvida pela Associação Brasileira de Frutas Raras. Além da grumixama, a série traz dez livros com os títulos: Biribá, Cabeludinha, Cambucá, Cambuci, Cerejeira do Rio Grande, Grumixama, Guabijuzeiro, Jaracatiá, Pitangatuba e Pitomba, todos escritos por associados da ABFR com coordenação de Luiz Carlos Donadio e do próprio Sartori. Os livros podem ser adquiridos na Banca da Matriz, localizada na Rua 6 com a Avenida 3, ao valor de R$ 12 cada exemplar
A cereja da Mata Atlântica
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| foto de Ricardo Cardim |
É uma árvore elegante com flores brancas de muito perfume, dotada de copa densa e estreita. Quando adulta, pode alcançar até 15 metros de altura.
A madeira é própria para obras de marcenaria comum, carpintaria e forros. Podem também ser utilizadas para preparar sucos, licores, aguardentes, vinagres e doces (Veja abaixo receita de Cheescake).
Acredita-se que a Grumixama é rica em antioxidantes e tem alto teor de vitamina C, do complexo B (B1 e B2) e flavonoides. Pode ser usada como expectorante para cessar a tosse, quando feito um xarope com a sua casca e um pouco de mel.
A origem do nome Grumixama, segundo o vocabulário Tupi-Guarani, provém de “guamichã”: o que pega na língua. A fruta deve “pegar na língua” por ser bastante palatável e com sabor inigualável, misto de pitanga e jabuticaba.
Na época de frutificação (novembro-dezembro) são as árvores repletas de frutos que fazem o convite para o início da festa das crianças e também dos adultos, que depois experimentar in natura várias frutinhas (é impossível comer uma só!) ainda levam mais um pouco para casa.
Como toda frutífera nativa a grumixama serve como alimento para a fauna e, apesar do seu crescimento lento, é muito utilizada nos projetos de restauração florestal.
Neste Natal, enquanto a natureza nos mostra cada dia mais que devemos valorizar a nossa biodiversidade, a Apremavi convida você a apreciar a beleza e os sabores da Mata Atlântica.
Grumixama
Nome científico: Eugenia brasiliensis Lam.Família: Myrtaceae
Utilização: Madeira utilizada para obras de torno, carpintaria. Bom potencial para paisagismo. Bastante cultivada para produção de frutos, que são saborosos e consumidos principalmente ao natural. São atrativos para a avifauna.
Época de coleta de sementes: Novembro a dezembro.
Coleta de sementes: Diretamente da árvore ou no chão após a queda dos frutos.
Fruto: Amarelo, vermelho ou preto carnoso.
Flor: Branca.
Crescimento da muda: Médio.
Germinação: Normal.
Plantio: Mata ciliar, área aberta.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021
Nogueira-Pecã - Alternativa para Diversificação da Matriz Produtiva da A...
Araçá atrai por múltiplos benefícios
Foto: Divulgação
Araçazeiro: as folhas brilhantes e as flores brancas tornam a planta decorativa para pequenos jardins
sábado, 13 de fevereiro de 2021
Quando falta adubação no milho. Olhem só
FONTE SENAR SANTA CATARINA
O desenvolvimento vegetal está diretamente relacionado à interação entre uma série de fatores, dentre os quais está a disponibilidade de nutrientes. Os nutrientes atuam em diversos processos fisiológicos das plantas, tais como fotossíntese e respiração, influenciando o crescimento e produção das culturas. Muitos deles são essenciais e absorvidos pelas plantas em quantidades específicas, ou seja, sem a presença desses nutrientes a planta não completa seu ciclo. A classificação pode ser realizada de acordo com a proporção em que aparecem na matéria seca dos vegetais:
- Macronutrientes: Nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K), cálcio (Ca), magnésio (Mg) e enxofre (S) fazem parte de moléculas essenciais e são necessários em grandes quantidades tendo, principalmente, função estrutural.
- Micronutrientes: Cloro (Cl), ferro (Fe), boro (B), manganês (Mn), zinco (Zn), cobre (Cu) e molibdênio (Mo) fazem parte das enzimas e tem função reguladora, são necessários em menores quantidades.
É importante ressaltar que essa divisão não significa que um nutriente seja mais importante do que outro, apenas que são necessários em quantidades e concentrações diferentes. Essas variações nas necessidades das plantas, tanto na estrutura quanto nas características químicas dos elementos, devem ser consideradas na adubação, tornando-se possível atender a demanda nutricional das plantas com foco no incremento da produção da cultura. Contudo, muitas vezes, a aplicação de fertilizantes pode não estar satisfazendo essa demanda e, consequentemente, a produção agrícola pode ser limitada.
A cultura do milho (Zea mays L.) refere-se a uma gramínea tropical originária do México, que é o terceiro cereal mais cultivado no mundo. No que se concerne à absorção de nutrientes, os macronutrientes mais limitantes para a cultura são, principalmente, o nitrogênio e o potássio, seguidos do fósforo, cálcio e magnésio. As plantas apresentam sintomas indicadores das deficiências, dependendo da função do elemento carente na planta e da mobilidade deste no vegetal.
- Nitrogênio (N): A carência de nitrogênio reduz o crescimento da planta e as folhas mais velhas tornam-se verde-amareladas, uma clorose generalizada, seguida de necrose.
Figura 1: deficiência de N.
Fonte: brasil.ipni.net
Se houver falta de N no período crítico da cultura, as espigas permanecem pequenas e com baixo conteúdo de proteína. Os grãos da extremidade da espiga não enchem.
Figura 2: espiga com deficiência de N:
Fonte: brasil.ipni.net
- Potássio (K): ocorre redução acentuada no porte da planta. As folhas mais velhas apresentam necrose, que se inicia nas pontas e margens da folha e evolui em direção à nervura central.
Figura 3: deficiência de K.
Fonte: brasil.ipni.net
A deficiência de K faz com que as em espigas possuam poucos grãos na extremidade e com sementes soltas, não aderidas ao sabugo.
Figura 4: espiga com deficiência de K:
Fonte: brasil.ipni.net
- Fósforo (P): Inicialmente as folhas mais velhas adquirem coloração arroxeada, que progride para as folhas mais novas e, posteriormente, evolui para necrose.
Figura 5: deficiência de P.
Fonte: brasil.ipni.net
A deficiência de P tem influência na polinização e no enchimento dos grãos. As espigas formadas são pequenas, frequentemente retorcidas e com grãos pouco desenvolvidos.
Figura 6: espiga com deficiência de P:
Fonte: brasil.ipni.net
- Cálcio (Ca): O sintoma característico da deficiência de cálcio inicia com a flacidez dos tecidos novos, que evolui para uma necrose seca e negra com encurvamento dos ápices. Os sintomas são visíveis nas folhas mais novas, uma vez que o Ca é um elemento praticamente imóvel no floema.
Figura 7: deficiência de Ca.
Fonte: Agrolink.
- Magnésio (Mg): As folhas mais velhas apresentaram clorose do tipo interneval, espalhando-se das margens para o centro das folhas; encurtamento de entrenós; redução do crescimento vegetal; inibição da floração; morte prematura das folhas e degeneração dos frutos.
Figura 8: deficiência de Mg.
Fonte: brasil.ipni.net
A acidez do solo afeta a absorção de muitos nutrientes pela planta e pode causar deficiências mesmo quando há suprimento adequado de nutrientes no solo. A análise de solo deve ser usada regularmente para identificar problemas de pH e monitorar os níveis de nutrientes no solo. Não existe uma solução nutritiva ideal para todas as culturas, visto que ela é influenciada por uma série de fatores, tais como: espécie de planta cultivada e cultivar utilizada; idade da planta e estágio de crescimento; época do ano, duração do período de luz (fotoperíodo); fatores ambientais, como: temperatura, umidade, luminosidade; a parte da planta colhida, tipo de solo, entre outros.
Os sintomas de deficiência dos macro e micronutrientes mostram relações diretas com os papéis que cada nutriente desempenha na bioquímica e no metabolismo vegetal. As deficiências nutricionais na cultura do milho resultam na diminuição da produtividade e do lucro do produtor.
Autor: Fernanda Maria Mieth – Acadêmica do 4º semestre de Agronomia e Bolsista do grupo PET Agronomia na Universidade Federal de Santa Maria – E-mail: fernandamieth@hotmail.com
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021
Porque meu pé de ameixa não produz frutos??
Fonte: Globo Rural On-line por João Mathias.
Plantados há oito anos, os três pés de ameixa na casa do meu pai nunca produziram um fruto sequer, embora todos se apresentem bastante floridos. Por que não conseguiram alguma produção até hoje? O que meu pai deve fazer para resolver o problema?
Gilberto Gonçalves da Silva – São Paulo (SP)
Fatores ambientais, deficiência nutricional e origem genética podem contribuir para a não frutificação de fruteiras. No caso da ameixeira, há ainda a possibilidade de problemas relacionados ao processo de polinização. Quando possui flores autoestéreis, a planta exige a polinização cruzada para frutificar. Para isso, é necessário que haja, no mínimo, duas variedades diferentes plantadas no local, mas com florescimentos coincidentes para ocorrer a fertilização das flores. Uma sugestão é adquirir, pelo menos, uma planta do grupo de variedades que tenham como característica uma moderada autofertilidade, como as cultivares kelsey paulista, reubennel, methley, harry pickstone e rosa mineira. Vale lembrar que as mudas devem ser compradas sempre de viveiristas idôneos e com referência, a fim de garantir a qualidade das plantas.
Consultor: Diego Xavier, técnico de apoio do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Campinas (SP), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, tel. (11) 4582-7284, dxavier@iac.sp.gov.br
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Publicado em 30 de julho de 2024 por jaqueu Deixe um comentário O Brasil, com 8,5 milhões de km 2 , equivalentes a 850 milhões de he...




















