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quarta-feira, 3 de junho de 2026

Aprenda em 06 passos a ter sucesso no Cultivo de Violetas

Fonte: site terral.agr.br

Há muito tempo as flores exercem um poder especial sobre as pessoas. Em formas de presentes, agradecimentos, pedido de desculpas, declarações de amor ou apenas um jeito de demonstrar carinho, elas falam o que jamais poderia ser dito através de palavras. As flores das violetas fascinam por suas flores, cores e formas e por serem umas das mais belas manifestações da natureza. A violeta africana é uma espécie florífera perene, percentence à família Gesneriaceae, a mesma das gloxíneas, na qual existem cerca de 25 espécies e acima de 8 mil variedades conhecidas, das quais 100 têm sido cultivadas comercialmente.
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Fonte da foto: www.evergreennursery.com

1º Passo: Replantio do vaso

Embora as violetas sejam normalmente comercializadas em vasos de plástico, o ideal é que elas sejam plantadas em vasos de barro. O vaso de barro tem a vantagem de absorver o excesso de água e permitir que as raízes da planta “respirem” adequadamente. As violetas são plantas com tecido interno rico em água e por isso são muito sensíveis ao excesso de umidade elas tendem a melar e apodrecer. 
O ideal é que após adquirir o vasinho de violeta este seja replantado em condicionador de solo "Classe A", produto rico em turfa (matéria orgânica capaz de reter água), nutrientes (as raízes das violetas precisam absorver para um bom desenvolvimento) e esterco (além de ser fonte de matéria orgânica e nutrientes também retém umidade). O substrato que as plantas são comercializadas, são produtos leves, aerados, isentos de matéria orgânica, nutrientes e incapazes de reter água, desidratam a planta rapidamente, dessa forma, é imporante fazer o replantio para que a planta cresça de forma bonita e saudável.
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Fonte da Foto: www.ipm.iastate.edu

2º Passo: Condições ideais de crescimento

As violetas são flores de interior, não suportam luz solar direta e devem ser mantidas rigorosamente à meia-sombra. Porém é importante que haja claridade e ventilação para que as folhas da planta possa realizar a fotossintese e respiração, caso contrário, as folhas ficam amareladas e as raízes ficam mais susceptíveis ao ataque de pragas e doenças. O contato com o sol direto deixa as folhas queimadas e desidratadas (Foto abaixo).
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Fonte da Foto: www.missouribotanicalgarden.org

3º Passo: Nutrição mineral

A violeta é uma planta sensível à adubação de fertilizantes químicos, sendo que, apenas os nutrientes contidos no Condicionador de Solo "Classe A" são suficientes para a nutrição de suas raízes. No entanto, se o plantio for feito em terra vegetal, pode-se fazer a complementação dos nutrientes com fontes naturais: cinzas de churrasqueira peneirada, casca de ovo seca e moída no liquidificador, esterco curtido e moído, húmus de minhoca, etc. Caso se use o NPK, deve-se ater às formulações com baixo percentual de nitrogênio, como o 04-14-08 (os percentuais da formulação são: 4% Nitrogênio, 14% Fósforo e 8% Potássio) muito usado para o plantio em geral. O nitrogênio, embora seja o nutriente do crescimento, para a violeta ele queima as raízes das plantas. Esta formulação deve ser misturada no condicionador de solo antes do plantio. Além disso, as folhas das violetas possuem pêlos que impedem o acúmulo de excesso de água em suas folhas, uma medida natural da planta de evitar a mela foliar, dessa forma, caso a adubação seja foliar, o que não for absorvido pelas folhas irá escorrer para o solo e ser absorvido pelas raízes. A adubação foliar é considerada a mais eficiente e por isso a mais indicada para as plantas envasadas.
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Fonte da Foto: www.seggleston.com

4º Passo: Reprodução

A violeta possui uma forma simples de reprodução vegetativa através do enraizamento da folha. Deve-se cortar o pedúnculo ("cabinho") da folha com faca, tesoura ou mesmo quebrá-la na base do caule. É importante nao deixar um pedunculo comprido pois ele irá apodrescer e há risco de contaminar a planta com alguma doença. O pedúnculo deve ser reduzido ao tamanho de 1 cm próximo à folha. Em um recipiente furado no fundo (caixa plástica comprida e rasa, copo plástico, vaso de cerâmica, etc.), deve-se completar com substrato (o mesmo de hortaliças) até a borda, apertar e molhar. Em seguida deve-se plantar as folhas cobrindo a base da folha com substrato. As folhas podem ser plantadas uma ao lado da outra, deixando uns 5 cm de distância da folha da frente para o crescimento das mudinhas. Esse recipiente deve ficar em um lugar sombreado. A umidade é fundamental para o enraizamento e brotamento das mudas. Para saber a hora de molhas basta enfiar o dedo, se estiver úmido, deve-se molhar. Com o tempo as mudinhas irão nascer na base da folha enraizar e estarão prontas para serem replantadas em vasos individuais. Aguarde o crescimento de mais de 5 folhas para fazer o transplantio. Utilize condicionador de solo "Classe  A" para o transplantio das novas mudinhas, elas precisarão de nutrientes, matéria organica e boa retenção de água no solo para crescerem saudáveis. Faça também uma boa adubação foliar para acelerar o crescimento das mesmas.
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Fonte da Foto: www.cutoutandkeep.net
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Fonte da foto: www.indoor-plants.net
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Fonte da Foto: www.plantcaretoday.com

5º Passo: Controle de pragas

Geralmente, as pragas atacam as plantas nos momentos de debilidade nutricional, excesso ou stress hídrico. É importante que as plantas estejam bem nutridas e regadas adequadamente para que possam tolerar ou rebrotar após o ataque. Além disso, é possível através de alguns produtos naturais, fazer um tratamento preventivo. O produto mais utilizado é o óleo de neem, porém dependendo da dosagem este óleo intoxica e até fecha os estômatos das folhas (pequenas bocas por onde as folhas respiram e se alimentam) prejudicando drasticamente o seu crescimento. Até o momento, para o combate orgânico, o produto mais eficiente disponível no mercado é o Inseticida Spruzit, da Empresa alemã Neudorff. Este produto é distribuído pela Terral em Minas Gerais e pode ser facilmente encontrado nos nossos parceiros. Além deste, seguindo a mesma linha de produtos orgânicos, temos o lesmicida Ferramol (único no mercado tóxico apenas para lesmas, caracóis e caramujos), as Armadilhas de Placas Amarelas (grande e pequena) onde a coloração é um atrativo para insetos voadores que ficam grudados ao pousarem na placa. Soluções simples, orgânicas e muito eficazes no combate de pragas de plantas.
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Fonte da Foto: www.en.allexperts.com

6º Passo: Coleção de belas plantas

Há muitas variedades de violetas disponíveis no mercado. É interessante se colecionar a variação de cores, tamanhos e formas de flores e cores de folhas. Um mix de cores que transforma o ambiente trazendo mais paz e harmonia para nossas casas.
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 Fonte da Foto: www.greenwomanmagazine.com
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Fonte da Foto: www.suggestkeyword.com
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Fonte da Foto: www.flickr.com
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Fonte da Foto: www.pinterest.com
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Fonte da Foto: www.debalconesyflores.es
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Fonte da Foto: www.ruhrnachrichten.de
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Fonte da Foto: www.giardinaggio.it
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Fonte da Foto: www.club.anflower.co.kr
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Fonte da Foto: www.pinterest.com

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Flor de Cera (Hoya Carnosa) tenho mudas

Resultado de imagem para Flor de Cera (Hoya Carnosa)

Nome Técnico: Hoya carnosa (L.f.)R.Br. Sin: Asclepias carnosa L.f., Hoya australis R.Br. ex Traill, Hoya mtoskei Teij.
Nomes Populares: Flor-de-cera
Família: Angiospermar – Família Asclepiadaceae
Origem: Originário da Austrália e Ásia Observação: Alguns pesquisadores após estudos de filogenia fazem recomendações de que as plantas da Família Asclepiadaceae sejam consideradas como pertencentes à Família Apocynaceae. (Souza,Vinicius & Lorenzi Harri.Botânica sistemática. Plantaram, N.Odessa, 2000).

Descrição

Planta perene, de folhas rígidas e coriáceas, carnosas e glabras, caule tortuoso com raízes que se prendem a suporte ou outras plantas, sendo considerada um cipó de tamanho médio.
É cultivada pela beleza de suas flores, pequenas, estreladas com pecíolo cor-de-rosa claro, parecendo açucaradas e que se prendem a estruturas cilíndricas que florescem todos os anos. Seu florescimento vai da primavera até o outono.

Como plantar

O característico formato esférico
Necessita de meia sombra, o sol forte queima suas folhas.
Tutores, fios de arame,treliças são necessárias para suportar seus ramos, podendo ser cultivada em solo de canteiro junto a muros ou mesmo em vasos.
Preparar o solo com uma mistura rica em matérial orgânica, como composto de folhas e húmus de minhoca, colocando na cova de plantio o adubo granulado formulação NPK 10-10-10. No fundo da cova não esquecer de colocar areia para garantir boa drenagem.
A adubação de cobertura poderá ser feita uma vez por ano, no inverno,antes que inicie sua florada.
As regas deverão ser regulares no verão e quase suspensas no inverno.
Locais protegidos de ventos e do frio são os melhores para cultivo, pois a flor-de-cera não tolera temperaturas muito baixas.
Para fazer a propagação da espécie, utilizar ramos com folhas pois as gemas têm capacidade de enraizamento fácil.
Por vezes ao tocar as folhas no solo estes enraizam, aproveitar a ocasião para fazer as mudas, mas aguarde a planta não estar com flores, evitando um stress muito grande.
Resultado de imagem para Flor de Cera (Hoya Carnosa)

Paisagismo e uso decorativo

A flor de cera também pode ser vermelha
Seu cultivo em pérgolas e arcos é muito interessante, porém não conseguirá sozinha preencher uma pérgola, necessitando de muitas mudas.
O melhor modo de colocá-la num projeto de ajardinamento é um poste da pérgula, enrolar a planta ao redor de uma luminária no jardim(desde que não fique com sol da tarde forte nas folhas), colocar num vaso com treliça de bambu.
A consorciação com outras plantas não costuma dar muito certo, pois ela é um cipó, uma liana que vai se enrolando nas outras plantas perto.
Se permitir ela irá se enrolar nas grades de ferro e formar uma rede, quando desejar pintar a grade verá que sua benevolência com ela é prejuizo seu.
Mas é uma bela trepadeira, exótica, que atrai olhares quando está florida e para pequenos espaços nos jardins, para jardins de sacada faz belo efeito.
 http://www.fazfacil.com.br/jardim/trepadeira-flor-de-cera/

domingo, 5 de abril de 2026

Garoto de 4 anos ensina a por orquídea na árvore (+playlist)




Cultivar uma orquídea em árvore é uma boa maneira de enfeitar a casa com plantas 
sem precisar de muito paparico - nos primeiros meses, você vai regá-la mais vezes, 
mas, com o tempo, as raízes novas surgem e a orquídea quase não precisa de cuidados. 
A jardineira Carol Costa, do site Minhas Plantas, convidou o pequeno Fabricio para mostrar
 como é fácil prender uma Phalaenopsis num galho. 
Quem sabe agora o pessoal nos supermercados 
e floriculturas para de jogar planta no lixo e
 começa a doar para que elas enfeitem ruas e praças da cidade? 
Mais vídeos e informações sobre orquídeas em http://www.minhasplantas.com.br.



quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Como cultivar a zabumba ou zinia, tendo um lindo jardim florido!

 


A Zabumba ou zínia (zinnia elegans) apresenta uma grande variedade de cores, de tamanhos e de formatos. Há cultivares pequenos, com aproximadamente 15 cm, e plantas grandes, que chegam a quase um metro de altura.

Essas flores podem ser plantadas por sementes em vasos, floreiras ou jardins. Clique aqui e confira as nossas dicas para semear flores e obter sucesso.

Como cultivar zínias
As zínias são flores versáteis e apresentam um ótimo aspecto para serem plantadas em grupos, seja no quintal ou em jardineiras.

Clima e iluminação

As zínias são plantas ideais para clima quente e seco. Elas não suportam baixas temperaturas e, principalmente, as geadas. A umidade em excesso é muito favorável para o surgimento de doenças, por isso é importante se atentar a essa questão.

A planta necessita de luz solar direta por algumas horas diárias para seu bom desenvolvimento e crescimento. Dê preferência para locais abertos. 

cultivo e plantio de zínias
O verão é uma boa estação para o plantio de zínia.

Solo

A zínia é bastante tolerante quando o assunto é solo. Mas é importante que ele seja bem drenado e leve. Precisa ser fértil, rico em matéria orgânica e com um pH entre 5,5 e 7,5.

O espaçamento dependerá da altura da variedade cultivada. Mas, geralmente, recomenda-se um espaçamento de 10 a 60 centímetros. Porém, é importante lembrar que a zínia também pode ser cultivada em vasos ou jardineiras.

Irrigação

É indispensável manter o solo levemente úmido durante a fase inicial de crescimento. É até mesmo permitido que o solo fique superficialmente seco entre as regas quando as plantas já estiverem bem desenvolvidas.

Como citado acima, a planta é relativamente resistente a seca. Bem tolerante a climas quentes. Por outro lado, não cresce bem e tem seu desenvolvimento interrompido em solos excessivamente úmidos. Sugestão: faça as regas pela manhã. 

Ciclo de cultivo

As zínias são plantas de ciclo anual. Ou seja, geralmente germinam, florescem e morrem no período de um ano. Porém podem viver mais de um ano caso sejam cultivadas em condições apropriadas.

semente de flores

Época de floração 

Em condições adequadas nas regiões de clima quente, a planta pode florescer durante todo o ano. Já nas regiões de clima frio, floresce apenas no verão e no comecinho do outono. Geralmente começa a florescer de 45 a 70 dias após a germinação. As flores podem ter cerca de 2 cm ou até mesmo 15 cm de diâmetro.

Propagação das zínias

A propagação de zínias é feita através de sementes que, na maioria das vezes, já são semeadas diretamente no local definitivo. As mudas geralmente não suportam bem o transplante.

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É necessário semeá-las a uma profundidade de aproximadamente 0,5 cm no solo. Bem superficialmente. A germinação é rápida ocorrendo normalmente em menos de duas semanas ou até mesmo de uma.

No site da Plantei, maior garden center online do Brasil, você pode adquirir sementes de zínia e começar o seu plantio agora! Clique aqui e confira.

Gostou de conhecer mais sobre a espécie?

Então mãos à terra e vá colorir o jardim com zínias! 


sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Cultive um jardim na praia! Dicas com a areia, a maresia e o vento.

Getty Images

Para não errar na composição do jardim 
use plantas nativas da região

Simone Sayegh
Fonte Site: Do UOL, em São Paulo

Quem tem casa na praia sabe que muitas plantas perfeitamente adaptadas às condições urbanas “distantes do mar”, não aguentam o solo arenoso, a maresia ou o vento marítimo. Além disso, as espécies ideais para um jardim no litoral do nordeste podem não ser as mesmas indicadas para o cultivo no extremo sul do país.
Assim, a regra é optar por plantas nativas da respectiva região para a composição de um jardim litorâneo.


 Desta forma, coníferas, azaleias, rododendros, hortênsias, íris, glicínias e todas as variedades típicas de climas frios devem ser evitadas, pois terão seu desenvolvimento prejudicado, com floração menos expressiva, por exemplo. Outra dica é eleger espécies com florada no verão, para que se possa apreciar a beleza das flores na época em que mais se desfruta das praias.

  • Veja boas espécies para um jardim à beira-mar e saiba como cultivá-las
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  • André Guimarães/ Divulgação
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O local onde o jardim será implantado também é importante: terrenos baixos, que podem ser invadidos pela maré, comprometem o resultado final, sendo necessário elevá-los e /ou dotá-los de elementos de contenção. Além disso, adequações do substrato podem ser necessárias, bem como do regime de regas e adubação.

Solo arenoso
Em princípio, quando falamos de jardins à beira-mar, tratamos de solos arenosos. Portanto é mais adequado dar preferência a espécies que sejam bem adaptadas a este tipo de substrato ou, ao menos, tolerantes a tal condição. 

Para cultivar plantas que preferem terrenos argilosos, deve-se substituir o solo das áreas de plantio - o que tem custos financeiro e ambiental muito maiores e resultado estético potencialmente inferior.

Alternativas são a adição de terra argilosa e muita matéria orgânica para manter a umidade por mais tempo e, em conjunto, aplicar adubos que contenham macros e micronutrientes com o cálcio (Ca) já disponível. Assim o próprio insumo promove a correção do pH.

Getty Images

Vento salino
Há grande variação da incidência de ventos nas diversas regiões do litoral brasileiro, mas onde as rajadas são mais intensas, as plantas devem estar mais preparadas para essa condição, pois a exposição ao vento pode provocar rápida desidratação em plantas não-adaptadas, com um agravante: o “spray” salino (maresia) intensifica processo da perda de água.

Espécies que se adaptam ao vento litorâneo geralmente apresentam camada de cera protetora nas folhas; espessamento da estrutura (para maior acúmulo de água em seu interior); forma mais compacta/ modificada e/ou a redução da superfície foliar (folhas pequenas).  Portanto, observe tais características ao escolher os espécimes.

Regime de baixa manutenção
Muitas vezes os jardins à beira-mar são instalados em casas de veraneio e a manutenção tende a ser menos frequente e as inspeções mais esparsas. Nesse caso, plantas delicadas ou mais exigentes quanto ao zelo não são recomendáveis.

 O uso de variedades mais rústicas facilita o trato cotidiano e previne danos maiores se houver interrupções imprevistas dos cuidados com o jardim, mesmo que mais prolongadas.

Fontes: Heloiza Rodrigues, bióloga e paisagista, e Marcos Malamut, paisagista.

segunda-feira, 16 de junho de 2025

O Manacá da Serra

Lindo exemplar plantado por moradores na ru Fernando Machado em Porto Alegre RS.

Site: Ponto Garden

O manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis) é uma árvore originária do Brasil, é uma Angiosperma e pertence à família Melastomataceae, ao gênero da quaresmeira.

O Manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis) é uma arvore originária do Brasil, é uma Angiosperma e pertence à família Melastomataceae, ao gênero da quaresmeira (Tibouchina granulosa) e da orelha-de-onça (Tibouchina holosericea). Pode atingir de 2 até 15 m de altura. Possui flores brancas e rosas. A flor de centro branco e pétalas azuis muda de cor após fecundada. Floresce durante o inverno e podendo florescer na primavera e no verão, com flores que variam do branco ao lilás colorindo a mata.

A multiplicação pode ser feita por sementes ou por estacas. Devido ao porte alto e sistema radicular não agressivo, é muito usada como ornamental em jardins e ainda na arborização urbana, não danificando as calçadas. Podemos encontrar também o manacá-da-serra-anão, que possui flores menores, assim como o porte, em torno de 3 metros, muito recomendado para áreas menores, como pequenos jardins e vasos grandes.

Como cuidar – quando plantar no chão recomenda-se a utilização de um substrato ou terra preparada com adubo que contenha mais fósforo para agilizar o enraizamento. Regar todos os dias até o seu enraizamento (aproximadamente 1 mês). Após 1 mês iniciar a adubação com N-P-K mais micronutrientes, na dosagem recomendada pelo fabricante.
No caso de ser plantada em vaso, o cuidado deve ser maior, a freqüência de rega deve ser aumentada, principalmente quando a planta estiver mais desenvolvida. A adubação segue o mesmo princípio da rega, quanto maior a planta, maior a freqüência. Recomenda-se a adubação a cada 15 dias conforme a dosagem do fabricante, detalhe importante é escolher o adubo com N-P-K mais micronutrientes.

Pode ser podada para deixar na altura desejada. Recomenda-se fazer a poda sempre após a floração, deixando sempre algumas folhas para a árvore continuar sobrevivendo, se possível utilizar uma tesoura bem afiada e em seguida utilizar calda bordaleza para a cicatrização e evitar fungos.

segunda-feira, 19 de maio de 2025

Astrapeía - alimento para as abelhas no inverno!!

 




Nome científico: Dombeya wallichii

 

Tamanho: aprox. 30cm

 

Método de propagação: muda proveniente de estaquia.

 

 

Tipo de cultivo: O cultivo deve ser feito em meia sombra ou sol pleno, solo fértil e rico em matéria orgânica. Aprecia solos úmidos com boa drenagem. Floresce de junho a julho.

 

É uma árvore de pequeno porte ornamental nativa de Madagascar. Produz grande quantidade de flores rosa. As flores são formadas em pencas, normalmente, pendendo para baixo. As flores são perfumadas.

 

 

Curiosidades: Suas flores atraem abelhas melíferas.

 

Fotos dos frutos: Edilson e Gustavo Giacon - Viveiro Ciprest



Florescimento  Precoce, com  8 meses ja  inicia  a Floração

Arbusto muito ramificado e florífero, nos presenteia com maravilhosos pompons de flores brancas, com um doce odor de baunilha, muito atrativa de abelhas e outros insetos polinizadores. É uma excelente produtora de néctar para as abelhas no período de inverno. A abertura escalonada das flores garante uma floração por cerca de 90 dias, sendo que cada cacho de flores possuí de 10 a até 40 flores brancas e as flores de cada cacho permanecem abertas em torno de 02 semanas. A planta começa o florescimento da parte mais baixa dos ramos e a medida que o ramo vai crescendo, novos cachos de flores vão se formando enquanto os antigos ainda permanecem abertos, garantindo um espetáculo ímpar.

quarta-feira, 26 de março de 2025

Flores e arbustos para plantar num jardim à beira mar

extraído do site omeujardim


As flores e os arbustos que são tolerantes ao sal, à areia e às mais diversas condições climatéricas adversas são os ideais para serem cultivados num jardim à beira mar. Isso acontece porque dão-se bem nos solos que, à partida, não têm as melhores condições de cultivo e, ao mesmo tempo, garantem uma paisagem deslumbrante. Conheça as principais flores e os tipos de arbustos que pode plantar num jardim à beira mar.

MURTA (BACCHARIS HALIMIFOLIA)

A Murta tem o nome científico de Baccharis halimifolia e pertence à família das Asteraceae. Esta planta é a única da sua espécie que é capaz de atingir dimensões deárvore , uma vez que pode atingir cerca de 1,85 a 3,70 metros de altura. A Murta tem pequenas folhas verdes ovais e conjuntos de flores de cor verde e branca. A sua época de florescimento ocorre entre os meses de agosto e outubro e com isso surgem inúmeras borboletas e abelhas. Esta planta dá-se melhor num local húmido, com sombra parcial e exige um solo arenoso para crescer de uma forma saudável. A sua indiferença à água salgada do mar faz com que seja um arbusto ideal para ser utilizado num jardim à beira mar.

IPOMÉIA (IPOMOEA CAIRICA)

A Ipoméia tem o nome científico de Ipomoea cairica e pertence à família das Convolvulaceae. É uma trepadeira muito rústica que apresenta um rápido desenvolvimento e, na maioria das vezes, possui flores de coloração rosa com um centro roxo. É uma planta que pode ser utilizada para cobrir uma treliça, pérgola, cerca ou muro. A Ipoméia é cultivada em pleno sol e dá-se bem em solos arenosos, sendo por isso muito encontrada ao longo da costa de uma praia ou em dunas costeiras. Ela distingue-se das demais por ser resistente ao vento, sal e calor e isso faz com que seja uma das mais utilizadas na decoração de um jardim à beira mar.


BELDROEGA DA PRAIA (PORTULACASTRUM SESUVIUM)

A Beldroega da praia é a designação comum dada a várias espécies de plantas das famílias Aizoaceae, Urticaceae e Portulacaceae. Trata-se de uma planta perene que cresce nas áreas costeiras, chegando a atingir cerca de 7,5 a 20 metros de altura. Apresenta folhas verdes e brilhantes lanceoladas e as suas flores são de cor rosa ou roxa durante o ano inteiro. Esta planta cresce em terrenos argilosos, de calcário e arenito e exige um local quente e húmido para florescer corretamente. É de realçar que as folhas da Beldroega da praia são comestíveis e são muito utilizadas na medicina tradicional.

UVA DO MAR (COCCOLOBA UVIFERA)

A Uva do mar tem o nome científico de Coccoloba Uvifera e pertence à família das Polygonaceae. É um arbusto de fácil cultivo que cresce em solos arenosos, não é exigente com a irrigação e suporta os ventos fortes e as altas temperaturas. Trata-se de uma planta que chega a atingir cerca de 9 metros de altura, tem folhas verdes e redondas que apresentam uma nervura principal de cor vermelha. Os seus frutos são comestíveis ao natural ou dão origem a deliciosas geleias, doces ou vinhos. Esta planta é muito apreciada no mundo da jardinagem e isso deve-se à sua resistência e aparência tropical, o que transforma por completo a aparência e beleza de um jardim à beira mar plantado.

OS ARBUSTOS DE ALTO PORTE

Na constituição de um jardim à beira mar, os arbustos de alto porte são uma excelente opção, na medida em que impedem a passagem do vento e ajudam a construir um espaço mais privativo e pessoal. Dos mais utilizados, destaca-se o seguinte:

O PITOSPORO (PITTOSPORO TOBIRA)

O Pitosporo tem o nome científico de Pittosporo tobira e pertence à família das Pittosporaceae. É um arbusto que pode atingir cerca de 3 metros de altura e é muito utilizado como cerca viva, impossibilitando os olhares e a atenção alheia. Trata-se de um arbusto muito ramificado, com folhas verdes e ovais de ponta arredondada, tronco sinuoso e flores brancas. O Pitosporo é um arbusto de alto porte que se constitui como uma mais-valia na constituição de um jardim à beira mar e na decoração do seu espaço exterior, pois faz com que este seja um local mais íntimo e reservado.

OS ARBUSTOS DE BAIXO PORTE

Os arbustos de baixo porte são uma excelente alternativa para todos os que preferem trabalhar a beleza de um jardim. Trata-se de uma forma de unir a excelência de um jardim à espetacularidade da natureza circundante. Neste aspeto, existem várias árvores e plantas que combinam entre si, contudo, um dos arbustos de baixo porte mais populares é a Bela Emília.

 A BELA EMÍLIA (PLUMBAGO AURICULATA)

A Bela Emília é também conhecida como jasmim azul, tem o nome científico de Plumbago auriculata e pertence à família das Plumbaginaceae. Trata-se de um arbusto semi lenhoso, com formas irregulares e muito ramificado. As flores são pequenas e tubulares, têm pétalas arredondadas e estão disponíveis na cor branca, azul claro e azul-escuro. A Bela Emília é, sem dúvida, um arbusto de baixo porte fundamental na composição e ornamentação de um jardim e pode ser utilizado como uma cerca viva junto de um muro ou parede que esteja a delimitar o seu espaço exterior.

sábado, 4 de janeiro de 2025

Flores Comestíveis, conheces??

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