quarta-feira, 22 de maio de 2019

10 ARMADILHAS PARA AFASTAR AS MOSCAS DE CASA

fonte site  greeme


armadilhas para moscas
Verão na área e vêm aí com toda a força as chatas das moscas. Se a presença delas te incomoda (e como!), esqueça os inseticidas clássicos que são prejudiciais ao meio ambiente e à nossa saúde.
Moscas existem em tudo que é clima da nossa Terra - dizem que existem mais de 1,2 milhão de tipos (espécies) de moscas voando em volta da gente. E moscas também são um dos mais perigosos vetores de doenças.

O risco das moscas

Sim, não é que elas só sejam assim, tão chatas mas, para além de incômodas as moscas são perigosas pois transportam, no seu vai e vem voador, 1 milhão de bactérias por indivíduo (não é força de expressão, não: cada mosca pode transportar cerca de 1 milhão de bactérias em seu corpinho voador!).
moscas tipos
Acontece que moscas voam, e pousam, em tudo que é lugar e, principalmente onde há matéria orgânica em decomposição - fezes, lixo, carniça, podridão - pois é esse o “aroma” de que elas mais gostam. Tem a ver com a busca pela alimentação - se bem que tem mosquinha que adora um néctar de flor, que nem abelha ou beija-flor - e também com a busca de lugar adequado para botar seus ovos, criar suas larvas e novas gerações de moscas.
Então, nesse voa e pousa, seja lá pela razão que for, a mosca se contamina com as bactérias da putrefação e mais, com as patogênicas que estão por lá dispersas.
Nem toda mosca pica - não é picando que a mosca vai te contaminar - e nem toda mosca vai te injetar ovos que virarão berne depois. Para contaminar basta a mosca pousar, levemente, na sua pele, na sua comida, na sua roupa, na sua água. e, conforme for o patógeno transportado por ela você poderá vir a sofrer de viroses diversas, diarréia, disenteria, febre tifóide ou cólera.
O melhor jeito da gente se proteger é não ter alimentos expostos, não ter ajuntamento de matéria orgânica em decomposição perto da casa e, claro, achar uma maneira efetiva de manter as moscas longe (a gente sabe que não bastam telas na janela para que isso seja realidade).
Assim, separei aqui algumas receitas antigas que vão ajudar você a lidar melhor com este problema. Faça você mesmo as armadilhas para as moscas, usando materiais reciclados e ingredientes naturais, que podem ser facilmente encontrados em sua cozinha. Aqui vão alguns exemplos:

1. Garrafa plástica

Para fazer essa armadilha você vai precisar de uma garrafa plástica, fita adesiva e uma panela com água e açúcar. Corte a garrafa em duas partes de uns 5 centímetros abaixo do seu “pescoço”, onde a garrafa começa a se alargar. Ponha o pedaço da “cabeça” (a parte menor) dentro do outro pedaço com o bico virado para baixo.
Fixe as duas partes da garrafa, onde elas foram cortadas, com uma fita adesiva fazendo toda a volta. Em uma panela, coloque 5 colheres de sopa de açúcar, espalhe uniformemente sobre o fundo e adicione água até cobri-lo. Mexa e deixe ferver até dissolver o açúcar completamente.
Deixe esfriar e despeje a mistura dentro da garrafa. A armadilha funciona melhor se você a esquentar ao sol ou esfregando-a com as mãos. Em vez do açúcar e água você pode colocar no fundo da garrafa de um pedaço de comida, por exemplo, uma fatia de maçã. Veja mais instruções aqui.
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fonte foto: wikihow.com
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2. Pote de vidro com cerveja

Uma opção para evitar o uso do plástico é utilizar um pote de vidro. Pegue um pote grande de vidro e coloque nele um pouco de cerveja. Ao que parece as moscas adoram cerveja! São atraídas pela presença de dióxido de carbono e por odores não muito agradáveis.
Também lhes atrai substâncias doces, então você pode tentar adicionar à cerveja uma ou duas colheres de chá de açúcar. Depois, com um pedaço de cartolina (reutilize capa de revista, flyer de festas etc) e fita adesiva, crie um cone para ser colocado na boca do pote. Funcionará como um funil e não deve entrar em contato com a cerveja.
Coloque a armadilha perto de uma janela, do cesto de frutas ou em cima da mesa quando você for comer ao ar livre. Provavelmente as moscas irão deixar você beber a tua cerveja em paz!
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Fonte foto: blogspot

3. Armadilha ao ar livre

Esta é uma armadilha pensada para espaços abertos como o quintal, o jardim ou a varanda. Você vai precisar de uma garrafa de plástico. Lave-as muito bem antes de preparar a armadilha. Encha pela metade a garrafa com água e despeje dentro meio copo de açúcar, agitando bem.
Com um funil, adicione vinagre, como você pode ver no vídeo. Em seguida, ponha uma casca inteira de banana. Basta agitar levemente o frasco e colocá-lo no jardim.Você também pode pendurá-lo. As moscasserão atraídas pelo cheiro do líquido no seu interior.

4. Papel Mosca

Para preparar seu papel mosca você precisa ter à disposição papel de embrulho (papel de pão), água, açúcar e mel ou xarope líquido (de milho, arroz ou agave). Em uma panela, coloque um copo de água, um copo de açúcar e um de xarope ou mel. Mexa em fogo baixo até que a mistura fique homogênea e pegajosa.
Despeje-a em uma panela ou em um prato e mergulhe uma a uma as tiras feitas com o papel de embrulho. Pendure-as no varal e espere a chegada das moscas… longe de você!
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5. Armadilha de vinagre aquecido

Dizem que é preciso fazer essa armadilha com vinagre de maçã mas, na verdade, é suficiente que seja vinagre, ácido acético, de qualquer tipo (o mais barato também funciona).
O truque é você colocar o vinagre quentinho em um vidro de boca larga na boca do qual você ajeita um funil (de plástico, de papel, como preferir) para que a entrada das moscas seja facilitada e a saída, não.
Deixe essa sua armadilha no lugar mais frequentado pelas moscas, em sua casa. Enquanto o vinagre estiver quentinho o seu cheiro se espalhará atraindo as moscas do entorno que, afoitas, entrarão no funil e ficarão presas no vidro. De tempos em tempos, esvazie a armadilha e renove o vinagre.
Mas, também é verdade que o vinagre atrai, assim como as frutas maduras, aquelas mosquinhas pequeninas (mosca de fruta ou mosca de vinagre que é uma Drosophila sp.) que voam em nuvens rodeando a fruteira.
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6. Vaporizador com vinagre

Você também pode vaporizar vinagre puro nas moscas que por aí voam - elas não morrerão mas ficarão mais lentas sendo mais fácil de usar o “cata-mosca” de forma eficiente. É bem melhor do que a antiga “bomba de Flit” que a gente usava, tão eficiente quanto, mais barato e muito mais saudável para você e o resto da humanidade.

7. Limão

O cheiro de limão na casa não atrai nem moscas nem pernilongos, mais bem os afasta assim como outros cheiros - canela, cravo, alfazema, calêndula, capim santo e, bem, arruda que espanta mosquinha, moscão e encosto.
Para usar limão como “espanta mosca” a receita começa na noite anterior:
Corte um limão em quartos e deixe-os nas prateleiras do seu forno, a porta aberta, o forno apagado, durante a noite.
Na manhã seguinte, ligue o forno na temperatura mais baixa que tiver. O objetivo é só espalhar o aroma pelo aquecimento das células do limão, por isso a temperatura deve ser suave (até, no máximo, 100ºC). Apague o forno assim que o aroma do limão se espalhar.

8. Armadilha de leite, açúcar e pimenta

Esta é uma antiga receita inglesa para a qual você vai precisar de meio litro de leite, 2 colheres de sopa de açúcar (quanto mais escuro, melhor pois é mais atrativo para as moscas) e 4 colheres de sopa de pimenta-do-reino moída.
Cozinhe os ingredientes, todos juntos, em fogo baixo, por 15 minutos. Despeje em pratos rasos e espalhe estes pela casa nos locais habituais que as moscas frequentam. Após um tempo você verá que o leite está coalhado de moscas mortas que você poderá “coar e jogar no lixo”.

9. Defumador de ervas para afastar moscas

Café, canela, cravo, alfazema, calêndula, capim santo, crisântemo e arruda são alguns dos aromas que não agradam às moscas e mosquitos.
Uma boa dica é você deixar defumadores acesos com os aromas que lhe agradem mais, da lista acima, nos cômodos de onde precisa expulsar as moscas caseiras.
Esta dica também é eficaz se você usar o óleo essencial em difusor de calor, com vela ou na tomada, ou até quando você ferve, durante um tempo, a erva escolhida espalhando seu aroma pela cozinha.
Leia também:
Eu gosto de fazer borrifador de ambiente com as ervas e usar, a torto e a direito.

10. Plantas aromáticas na janela da cozinha

Outra dica interessante bastante usada nos países mediterrânicos é ter, nas janelas da cozinha e nas portas (à saída) jardineiras com plantas aromáticas como as alfazemas, sálvia, alecrim, tomilho, manjericão, orégano, crisântemos e arruda que, de por si espantam moscas e mosquitos por seus fortes óleos aromáticos que se expandem ao vento invadindo os cômodos.
Esta solução é linda, colorida e adequada para quem tem janelas ao sol, com beirais que permitam a colocação de vasos.

terça-feira, 21 de maio de 2019

Estaquia: Como plantar por estaca.


É praticamente impossível obter determinadas plantas a partir da semente. Um dos métodos que pode aplicar para reproduzir as suas plantas preferidas é a estaquia.
A estaquia, ou “multiplicação por estacas”, é um método de reprodução assexuada de plantas, consiste no plantio de pequenas estacas de caule, raízes ou folhas que, plantados em meio úmido, se desenvolvem em novas plantas. In “Wikipedia

Como fazer

Comece por escolher recipientes suficientemente fundos, entre 10 e 15cm,  individuais ou não, mas tendo o cuidado de nunca tentar reproduzir variedades diferentes no mesmo vaso. Depois, tenha cuidado na escolha da terra. Um substrato leve, composto por húmus e areia, que deverá “apertar” ligeiramente antes de abrir os buracos para as estacas. Estes deverão ter no mínimo 5cm de profundidade para facilitar o enraizamento, o que significa que o seu recipiente deve conter uma mistura de terra com pelo menos 7,5cm.
Escolha uma planta adulta e saudável. Se os nós dos caules forem visíveis, tente cortar uma secção com pelo menos 4 nós. Se não forem, corte estacas com cerca de 15cm. Pode também optar por um cortar um ramo novo, lateral, aproveitando assim para dar forma à planta original.
Para preparar a estaca para o enraizamento, retire todas as folhas em cerca de 1/3 do caule, deixando nua a parte inferior. Havendo nós, deverá deixar, por baixo do último, não mais de 5mm. O corte, em qualquer situação, deverá ser limpo, não deixando feridas nem rasgos na estaca. Corte as pontas das folhas grandes, que consomem energia de que a estaca precisará para o enraizamento. Retire também todas as flores ou “botões” que possam haver.
Coloque as mudas nos recipientes de destino e aperte a terra em volta das mesmas. Quando todas estiveram mudadas, humedeça a terra e a estaca com a ajuda de um pulverizador. Procure deixá-las num lugar abrigado, com luz mas sem sol directo. Se cobrir os vasos com um saco de plástico, pode utilizar suportes como canas ou outros para criar uma mini-estufa. Não feche completamente a parte inferior, permitindo a circulação de ar fresco que ajudará a reduzir problemas de manchas e bolores, mantendo no entanto a humidade.
O tempo de enraizamento varia de espécie para espécie, mas não espere ver raízes antes de passados pelo menos 10 dias. Pode verificar como se estão a comportar as suas estacas, levantando a terra por baixo da mesma com cuidado, com um agrafo, por exemplo, ou no caso de recipientes individuais de plástico, apertando com cuidado e levantando todo o conteúdo.
Se tiver terra e espaço suficientes, pode deixar as suas estacas nesta terra até à mudança definitiva de local. Se não, aguarde que as raízes mais longas atinjam 1cm e mude-as para novo recipiente contendo o mesmo tipo de terra para a qual as mudará mais tarde.

Dicas

Prepare as estacas de manhã, quando as plantas estão repletas de água. O caule por si só não vai conseguir absorver muita água nos próximos tempos. Se aparecerem rebentos mas a humidade não for suficiente, acabarão por morrer.
Se pretende enraizar a sua estaca directamente no local de destino, rodeie-a de pedras, por exemplo e coloque por cima uma jarra ou um copo de vidro. Isto ajudá-la-á a conservar a humidade. Mas atenção, vidro raios de sol directos, podem assar a sua estaca…
Tome nota das datas em que prepara as estacas. Se o fizer em alturas diferentes em anos diferentes, obterá resultados diferentes. Se tomar nota, saberá sempre qual a melhor altura para propagar cada uma das suas plantas.
Existe no mercado, uma hormona de enraizamento, em forma de pó, que poderá utilizar. Tenha sempre o cuidado de apenas mergulhar no pó metade da parte do caule que irá ficar enterrada e de deixar uma camada extremamente fina, sacudindo cuidadosamente os excessos.
Esta técnica é particularmente indicada para: Asteres, campânulas, crisântemos, clematites, dálias, alfazemas, e gerânios entre outras inúmeras variedades.
A partir de Setembro, e passada a época de floração, pode começar a fazer estacas de brincos-de-princesa, cravos, cravinas, sardinheiras, roseiras, salvia, santolinas…
Por altura do Natal, as estacas de aromáticas já estão suficientemente enraizadas para serem movidas…acrescente aroma aos seus presentes!

quarta-feira, 8 de maio de 2019

ADUBAÇÃO VERDE - Consórcio Leguminosas x Banana



Neste vídeo são apresentadas informações de um dos projetos de pesquisa desenvolvidos na Fazendinha Agroecológica de Palmas, da Fundação Universidade do Tocantins - UNITINS, em Palmas/TO.
- Projeto desenvolvido com apoio financeiro do Programa Primeiros Projetos - PPP CNPq/SEDECTI-TO.
- Adubação verde em consórcio com bananeira (var. Thap Maeo): Calopogônio e Feijão de Porco.
- Pesquisador: Dr. Arison José Pereira
- Maio/2013

Consórcio com guandu é alternativa para recuperar pastagens

Em área degradada, pesquisadores conseguiram aumento de 46% no ganho de peso médio por novilha usando a tecnologia

Marina Salles
Imagine uma área de braquiária com alta degradação, em solo arenoso, infestada de grama batatais e outras ervas daninhas. Que eficiência ela teria como pastagem? Pois foi numa área assim que dois anos depois de plantar feijão guandu BRS Mandarim, a pesquisadora Patrícia Anchão, da Embrapa Pecuária Sudeste, São Carlos, SP, conseguiu  alcançar lotação média de 3,4 novilhas/ha e ter ganho de peso médio diário de 429 g/ animal.
De acordo com ela, enquanto isso, a área de controle registrou lotação de 1, 8 novilhas/ha e proporcionou ganho de peso médio diário de 293 g/dia no final do biênio.
O incremento no ganho de peso com os animais tratados no pasto consorciado foi de 46%. E os benefícios foram além. 
Consórcio x pastagem degradada - “Com a implantação da leguminosa, foi possível ainda dispensar o uso de fertilizantes nitrogenados, que são aqueles de maior custo para o produtor”, afirma a pesquisadora.
Ela explica que isso acontece porque o guandu é capaz de fixar nitrogênio no solo e funciona muito bem como adubo verde, especialmente após o segundo ano de sua introdução na pastagem.
“No primeiro ano o que a gente tem é o efeito da leguminosa por si só”, conta Patrícia, “que embora seja positivo, vai se potencializar no segundo ano, com a massa verde que fica depositada no pasto”, diz. A matéria orgânica enriquece o solo, enquanto o guandu rebrota.
No entanto, a dispensa no uso de fertilizantes se restringe aos nitrogenados. “Para ter sucesso no uso da tecnologia, é preciso fazer uma calagem e correção dos níveis de fósforo e potássio no solo”, afirma Patrícia. “A recomendação fica a cargo de um engenheiro agrônomo, sempre mediante análise de solo”.
Responsável pelo desenvolvimento da cultivar da Embrapa, o pesquisador Rodolfo Godoy lembra de outros benefícios: “Por ter um sistema radicular grande e profundo, ela também melhora as características físicas do solo, e permite que nutrientes que não estariam disponíveis para outras espécies passem a estar”, diz, o que se estende durante o período de sua permanência, que é de até três anos. 
Segundo Patrícia, também vale destacar que a leguminosa permite a eliminação do gasto com sal mineral proteinado. “Além de melhorar o desempenho de ganho de peso dos animais, ela supre a demanda por esse tipo de suplemento e permite ao produtor fazer uso do sal mineral comum”, afirma a pesquisadora.
No balanço geral, com a cultivar sendo plantada em consórcio com uma pastagem de braquiária Marandu e decumbens o resultado foi de ganho de peso, por novilha, de 475 kg/ha/ano no primeiro ano e de 661 kg/ha no ano seguinte. Isso variou de 306 kg/ha/ ano para 244/kg/ ha/ ano, no caso da pastagem degradada. “A diferença é maior no segundo ano por conta daquele efeito da massa sobre o solo”. 
Para Patrícia, mesmo tendo sido desenvolvida como técnica para recuperação de pastagens, a tecnologia pode ser aplicada para proporcionar redução de custos e aumento de produtividade em sistemas semi-intensivos.
Abaixo, conheça a época adequada para fazer a semeadura do guandu e o passo a passo da técnica de manejo:
Fonte: Portal DBO

terça-feira, 7 de maio de 2019

Camu-Camu - Fruta c/ o Segundo Maior Teor de Vitamina C do Mundo



Nome científico: Myrciaria dubia

O camu-camu, caçari, ou araçá-d'água é uma pequena árvore pertencente a família Myrtaceae. Disperso em quase toda a Amazônia, é encontrado no estado silvestre nas margens dos rios e lagos. Em seu habitat natural a planta pode permanecer submersa por 4 a 5 meses! Por isso seu bom desenvolvimento está atrelado à água. Na terra firme, onde o camu-camu tem demonstrado boa adaptação, a floração ocorre durante praticamente o ano inteiro.

A árvore frutifica de novembro a março e os frutos têm valor nutritivo e sabor ácido, motivo pelo qual na  Amazônia peruana sejam bastante consumidos no preparo de refresco, sorvete, picolé, geléia, doce, licor, ou para conferir sabor a tortas e sobremesas. Aqui no Brasil, é mais costume que sejam tidos apenas como tira-gosto ou isca para peixe, sendo este o principal dispersor das sementes.

O valor mais latente em se consumir os frutos está no alto teor de vitamina C (30 vezes mais do que a laranja), geralmente com 2800 mg/ 100g de fruto, podendo chegar a mais de 6.000 mg/ 100 g do fruto, contra uma média de 1.700 mg/ 100 g da acerola. A fruta com mais alto teor de vitamina C no mundo é a australiana Kakadu plum, após ela é o Camu-camu!

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Como Podar Uma Roseira para dar muitas flores?


 Resultado de imagem para rosas

Fonte: blog Plantei

Quer uma roseira carregada de flores? Não tenha dó de podar drasticamente a planta. Sem esse cuidado anual, a planta produz poucas flores, fica com o formato desengonçado e, pior, vive pegando pragas e doenças. Há dois tipos de podas nas roseiras, a anual e a de manutenção. Conheça melhor cada uma.

Poda de manutenção
Deve ser realizada sempre que notar folhas secas e flores murchas, além de galhos tortos, secos ou mal formados. Não há uma época especial para fazer essa poda, mas evite o alto inverno para que os futuros brotos não queimem com a geada. Lembre-se de uma regra de ouro para roseiras: a flor nunca deve morrer no pé.

Poda anual ou de formação
Costuma ser feita uma vez por ano, de preferência entre o final de junho e o começo de julho (nas regiões mais quentes do país) ou no começo de agosto (nas cidades de inverno mais rigoroso). Há quem acredite que essa poda deva ser realizada no dia ou na véspera do São João (23 e 24 de junho), mas você não precisa ficar preso a essa crença – a tradição surgiu só para facilitar a lembrança de uma data anual. A poda de formação serve para que a planta produza novos galhos e esteja bem florida na primavera e no verão. Corte bem embaixo, 5 gemas acima do solo.

O corte correto
Use tesouras de poda compatíveis com a espessura dos galhos, que tenham lâminas afiadas e estejam bem limpas – ferramenta cega e enferrujada “mastiga” o ramo, ferindo a roseira e atraindo doenças. Faça a poda num dia fresco, de preferência manhãzinha, cortando sempre na diagonal, perto de uma gema.

O formato final
Procure deixar o arbusto com a aparência final de uma “taça” – de um único tronco do chão devem partir de 3 a 5 galhos que não se cruzam. Ao se decidir entre duas gemas próximas, mantenha a que esteja voltada para o lado de fora da “taça”. Não tenha dó: de cada ramo bem podado vão surgir outros três, carregados de botões.

Segredinhos
Pingue uma gota de própolis em cada corte do galho para estimular a rápida cicatrização e impedir que ele funcione como porta de entrada para doenças fúngicas e bacterianas. Aproveite os galhos eliminados para multiplicar suas roseiras: cada estaca tem 20 cm e deve ser mantida em terra adubada à sombra até enraizar.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Os tipos de mel e suas propriedades medicinais especificas

Fonte:http://naturalsaudeebeleza.blogspot.com.br/2012/08/os-tipos-de-mel-e-suas-propriedades.html


É importante saber, que as abelhas não escolhem a flor a ser visitada, e que um mel classificado como de uma florada (macieira, por exemplo) é produzido por causa da presença de maior quantidade e oferta de uma flor de planta mais marcante e proeminente numa região.

Podemos concluir que qualquer mel é quase multifloral, mas com maior concentração da florada mais abundante na região (até um raio de10 quilômetros em torno das colmeias).

De flores silvestres – é um mel multifloral mencionado, resultante da mistura do néctar colhido de diversas flores dos campos, matas ou florestas. Pode ser produzido por abelhas silvestres também, como a jataí, a urussú, mas é um mel mais escuro, mais líquido e menos viscoso. 

O mel silvestre produzido pelas abelhas europeias ou africanizadas é dourado, mais denso, e tem o sabor tradicional suave. É muito rico em sais minerais, usado como tônico e fortificante para crianças, adultos e idosos. É peitoral, auxilia no tratamento popular do reumatismo e da artrite.

Da cana-de-açúcar – diferentemente dos demais desta lista, não é mel de flores, mas elaborado a partir da seiva da cana dos canaviais queimados ou cortados. Tem valor nutritivo superior ao melado. É muito escuro e pouco viscoso, com forte aroma de rapadura. 

Muito rico em ferro, colabora na formação óssea das crianças, é recomendado para idosos por ter propriedades antianêmicas, fortificantes, anti-raquitismo e contra reumatismo e artrite.

Da flor da acácia – é o mel mais rico em frutose.

Da flor da bracatinga – característico por ser escuro e ter gosto amargo. Age no fígado, vesícula, estômago e intestinos. É um vermífugo, recomendado para problemas circulatórios e hipoglicemia.

Da flor de carqueja – mel um tanto amargo, recomendado para cálculos biliares, doenças do fígado, bexiga e rins. Além de anemia, má circulação do sangue, inflamação das vias urinárias e vermes intestinais. Digestivo e tônico do estômago.

Da flor de caju – é conhecido tradicionalmente como afrodisíaco e tônico, usado popularmente contra cólicas intestinais e eczemas. É rico em anacardina, o princípio ativo do cajueiro.

Da flor do alecrim do campo – mel energético, com ação no aparelho digestivo, contra gases intestinais, distúrbios nervosos e cardiovasculares em geral.

Da flor do angico – é um mel tônico, recomendado para o raquitismo, agindo também como peitoral e emoliente nas vias respiratórias, tosses catarrais, afecções pulmonares, bronquite, faringite, asma, com ação fortemente expectorante. Além disso, é adstringente, indicado na diarreia e nas disenterias. Popularmente é muito aplicado externamente em feridas e úlceras.

Da flor do assa-peixe – um mel bem claro e suave. Utilizado tradicionalmente na medicina popular como depurativo do sangue e tônico geral. Um remédio popular muito famoso no combate à gripe e tosse seca, pois é um bom expectorante. Participa na fórmula de muitos xaropes. Aplicado também nas doenças das vias urinárias, contra cálculos renais, sendo ligeiramente diurético. Recomendado para queimaduras, picadas de inseto e doenças da pele.

Da flor do cambará-do-campo – um mel consagrado popularmente e tradicional na medicina popular para afecções do aparelho respiratório, como gripe, tosse em geral, coqueluche, laringite, rouquidão. Muito eficaz como coadjuvante nos casos de crises de asma. Também contra a úlcera gástrica.

Da flor do capixingui – muito recomendado para os casos de gastrite e úlceras pépticas. Tem leve efeito diurético e tônico.

Da flor do cipó-uva – mel famoso por ser desintoxicante do fígado e estimulante da secreção biliar. Aplicado para proteção do fígado nos casos de alcoolismo, na cirrose hepática e hepatite, além de proteger contra os demais efeitos do excesso do álcool.

Da flor do dente-de-leão – um famoso mel, levemente amargo, regulador das funções hepáticas e das secreções biliares. Recomendado no cálculo biliar, nas doenças do fígado, principalmente hepatite e cirrose. Também um tônico estomacal e digestivo.

Da flor da erva-cidreira (melissa) – um mel suave, aromático, perfumado, de grande efeito sedativo sobre o sistema nervoso e digestivo. Recomendado para pessoas nervosas, de digestão lenta e difícil, e nos casos de insônia.

Da flor do eucalipto – é rico em eucaliptina, o principio ativo do eucalipto. Um mel escuro, e sabor forte pela alta concentração de ferro, cálcio, enxofre e magnésio, e de fácil cristalização. Utilizado na medicina popular como expectorante, descongestionante e dilatador de brônquios, sendo eficaz na desobstrução do catarro acumulado. 

Combate a tosse, nos casos de gripe, resfriados, asma, asma cardíaca, bronquite, coqueluche. Útil na coriza, sinusite e nas rinites alérgicas. Um recurso popular no tratamento da tuberculose, pois é tônico popular. Tem aplicação também cistite, catarro da bexiga, febres em geral, maleita, nefrite e inflamação da garganta.

Da flor do girassol – muito rico em fósforo. É um mel dourado que adquire uma tonalidade âmbar-claro e, por vezes, esverdeado ao cristalizar. Muito indicado como tônico cerebral, sendo excelente para estudantes e para fortalecer as atividades intelectuais, indicado no cansaço mental e também físico. Combate o excesso de colesterol se utilizado regularmente.

Da flor de hortelã – raramente é um mel monofloral, mas se houver vasta plantação de hortelã numa região e na época da florada, e as abelhas colherem bastante néctar das flores dessa planta medicinal, o mel adquire um sabor típico de menta. Nesse caso, o mel é recomendado como digestivo, fadiga e as verminoses em geral.

Da flor da laranjeira – um dos méis mais consagrados na medicina popular, tido por muitos como o melhor, mais saboroso e aromático. Tem cor clara e dourada. É um famoso regulador das funções intestinais, com ação laxante. É antiespasmódico e calmante, com recomendação antiga na insônia, aplicado também nas palpitações cardíacas.

Da flor da macieira – um mel amarelo-claro, suave, de perfume delicado e de gosto delicioso, pois assimila as propriedades da maçã. Anti-reumático por excelência, atua nas doenças nervosas como sedativo. Um auxiliar contras a obesidade, em pequenas quantidades como adoçante.

Da flor do marmeleiro – é oriundo da flor da arvore chamada marmeleiro, não da fruta. Um mel de sabor muito agradável, claro, aromático. Regulador dos intestinos e tônico digestivo. Auxilia na prisão de ventre crônica. Muito famoso por suas aplicações nos casos de desidratação. Combate a enxaqueca crônica.

Da flor do trigo sarraceno – um mel mais raro, rico em cálcio e ferro. Usado como fortificante contra a anemia e raquitismo. Por ser alcalino, tem aplicação no excesso de acidez estomacal.

Da flor de vassourinha – regulador da menstruação, além de auxiliar no tratamento de hemorroidas e varizes. É tônico circulatório.
Os mais gostosos – em termos de sabor, os tipos de mel eleitos como os mais saborosos provêm do trigo-serraceno, das flores de frutas cítricas, como a laranjeira, e de flores de framboesa.

Créditos: livro “Mel – Uma vida doce e Saudável” do Dr. Marcio Bontempo (é médico homeopata, especialista em saúde publica, presidente da Federação brasileira de Medicina Tradicional)

Camapu, tomate capote, Physalis, a pérola das frutas


Physalis
A pérola das frutas

A Physalis – nome científico Physalis angulata – é considerada a pérola das frutas pelos mercados europeu e norte-americano. De sabor único e aparência delicada, a Physalis é produzida em grande escala na Colômbia, que abastece praticamente todo o mercado internacional. Contudo, já podem ser encontrados produtores no sudeste e nordeste do Brasil, que encontraram na fruta uma alternativa muito atraente para o aumento da renda na agricultura familiar.

As frutas são belíssimas. São pequenas e redondas, com coloração que vai do amarelo ao vermelho. Mas o que mais encanta na Physalis é o cálice que naturalmente a envolve: uma fina e delicada cápsula amarela, semelhante ao papel de arroz, lembrando o desenho de uma pequena lanterna. Contém alto teor de vitaminas A, C, fósforo e ferro, além de flavonóides e fitoesteróide.

A Physalis também possui propriedades medicinais recentemente comprovadas por uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz do Ceará. Os cientistas isolaram uma substância a qual chamaram “physalina”. Esta substância atua no sistema imunológico humano, evitando a rejeição de órgãos transplantados. Além disso, a Physalis é muito utilizadas pelos povos nativos da Amazônia (peruana, colombiana e brasileira) no combate ao reumatismo, mal de parkinson, diabetes e doenças de pele.

Muito apreciada pelos grandes chefs e gourmets, a Physalis é uma fruta altamente versátil e sofisticada na gastronomia, podendo ser utilizada na confecção de sorvetes caldas e molhos. Seu sabor é único, levemente ácido e adocicado. Seu consumo in natura é embalado pelo doce encanto do ritual de abrir o cálice e saborear a fruta, mas também é muito utilizada em doces e sobremesas finas, fondue de chocolate e como tira gosto na degustação de vinhos.

(Fontes de pesquisa – Universidade de Los Andes e Depto. De Planeacion de Colômbia.- Ministério de Agricultura y Desarrollo de Colômbia.- Livro: Plantas Medicinais no Brasil – nativas e exóticas. Autores: Harri Lorenzi e Francisco José de Abreu Matos – Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda.http://www.plantarum.com.br – Internet: http://physalisorg.blogspot.com/http://physalisworld.webs.com ) www.ranchoecofruticola.com.br

fonte: http://wp.clicrbs.com.br/betobarreiros/2011/02/22/physalis-a-perola-das-frutas/

sábado, 27 de abril de 2019

Amsterdam conecta árvores à internet para reduzir poluição

O projeto TreeWiFi instalou casas de pássaros em árvores da capital holandesa, que oferecem acesso gratuito à internet quando o ar está respirável





Reprodução/Youtube

Amsterdam, capital da Holanda, está experimentando um projeto inovador, que pode trazer grandes resultados na redução de emissões poluentes no ar.

É o TreeWiFi, projeto que consiste na instalação de casinhas de pássaros, equipadas com sensores sofisticados que medem os níveis de contaminação atmosférica. Quando o ar não ultrapassa os índices máximos recomendados de poluição, a casinha se colore de verde e oferece acesso gratuito à internet sem fio. Do contrário, quando o ar fica irrespirável, a casinha fica vermelha e a conexão é interrompida (veja vídeo no fim da reportagem).

O projeto, desenvolvido por Joris Lam, produtor audiovisual holandês e dono da empresa TreeWiFi, ainda alcança determinados pontos da cidade, que tem 800 mil habitantes. Mas ele acredita que já é uma forma de criar consciência: ''se implantamos ferramentas que todo mundo pode entender como funcionam, em que as pessoas podem ver com os próprios olhos a contaminação, talvez deixemos de usar os carros, por exemplo, e poderemos observar as consequências de nossas ações'', acredita Joris Lam.

conexão de internet alcança um raio de cem metros das árvores onde estão instaladas as casinhas de pássaros. A ideia, mais à frente, é ampliar a lista de ''recompensas'' pelo controle da poluição, tais como download gratuito de música e de aplicativos e descontos no comércio da região onde estão os medidores. "Quem sabe oferecer um segundo café grátis numa cafeteria do bairro", sugere Lam, autor dessa ideia original e criativa para resolver um problema crítico do planeta.

fonte:http://www.em.com.br/app/noticia/especiais/bigideia/bigideia-noticia/2016/11/14/bigideia,823705/amsterdam-conecta-arvores-a-internet-para-reduzir-poluicao.shtml

AMORA Preta ou amora americana





O cultivo do Blackberry ou Amora Americana é recente no Brasil, mas a fruta já era utilizada pelos gregos no Séc. IV a.C., por seu sabor e seus efeitos medicinais. A planta crescia espontaneamente e era colhida em florestas nativas.

Só no Séc. XVII na Europa, começou o cultivo comercial, com a espécie Evergreen, selecionada e melhorada a partir de material nativo.
A maior parte das outras cultivares (espécies) foi criada no Século XIX.
Nos Estados Unidos, a exploração comercial da amora americana ou amora-preta se iniciou entre os anos de 1850 e 1860, com as cultivares Evergreen e Himalaya, trazidas da Europa.

A amora-preta é uma planta arbustiva, de porte ereto ou rasteiro. Ela pertence à família Rosaceae, gênero Rubus, da qual existem mais de trezentas espécies. Entre tantas variedades é sempre possível encontrar plantas adaptáveis às condições climáticas de cada região.
Dependendo da espécie, as exigências de frio podem variar de 1000 horas com temperatura abaixo de 7,2 graus centígrados, até cerca de apenas 100 horas de frio no inverno.
Com isso, a cultura da Amora-preta torna-se viável em inúmeras regiões do Brasil, com clima variado, sendo que é importante também para a planta, um grande número de horas de calor para estimular a brotação, a floração e a produção.
A cultura do Blackberry é permanente, e as plantas duraram mais de 15 anos em produção plena. Suas raízes são perenes e a parte visível da planta se renova anualmente. Os novos ramos crescem na primavera/verão, perdem as folhas durante o inverno e voltam a emitir novas brotações a partir de agosto. São essas brotações que produzem os frutos durante o período de primavera/verão do ano seguinte.
Após a colheita, todo o material aéreo da planta (galhos e folhas) é eliminado. Novas brotações surgem para formar as plantas da safra seguinte.

O fruto
O fruto é uma folidrupa formada por drupéolas, de coloração inicial verde, passando a vermelho-claro no início da maturação e atingindo a cor preta-brilhante na maturação plena. O fruto deve ser colhido quando atingir a coloração preta-brilhante e logo após sua colheita deve ser armazenado em geladeira ou câmara fria.

A Amora-preta pode ser consumida in natura ou em forma de geléias, sucos, doces em pasta e fermentados. Pode ainda ser congelada e utilizada como polpa para a produção de sorvetes, sucos, iogurtes, tortas e molhos para diversos pratos, inclusive para decoração dos pratos.

Principais variedades
Na fazenda St.Clair, cultivamos as variedades CHEROKEE, TUPI, GUARANI e CAIGANGUE.
CHEROKEE: é exigente em horas de frio (temperaturas abaixo de 7,2°C no inverno). De porte ereto, pode ser conduzida com dois fios de arame para evitar que os frutos tenham contato com o solo. Seus frutos são médios (4 a 5g), que se desprendem facilmente quando maduros.
TUPI: resultado de cruzamento entre as variedades Uruguai e Comanche, é menos exigente em horas de frio. Porte ereto, com espinhos, tem produção de até 3,8kg por planta/ano. Frutos de 7 a 9g, de sabor equilibrado em acidez e açúcar, consistência firme, sementes pequenas e aroma ativo.
GUARANI: resultado do cruzamento de várias espécies. Produz até 3,6kg por planta/ano, em frutos de 5 a 6g. Planta ereta, com espinhos. Brotação na terceira dezena de agosto, floração durante o mês de setembro e primeira dezena de outubro e colheita a partir de dezembro. Sabor pouco ácido, consistência firme, sementes pequenas, película resistente e aroma ativo.
CAIGANGUE: variedade nova, desenvolvida por técnicos da Embrapa, vem mostrando grande potencial. A Fazenda St. Clair vem avaliando e estudando a sua adaptação na região de Campos do Jordão em SP. Plantas vigorosas, eretas, com espinhos e boa capacidade de multiplicação. Brotação na primeira dezena de agosto, floração na primeira dezena de outubro e produção da segunda dezena de novembro a meados de dezembro. Pode ser cultivada em regiões com menos de 200 horas de frio no inverno. Produção média por planta acima 3,45kg e frutos de 5,6g.
 
SAÚDE
A amora-preta é uma ótima fonte de Vitamina A, Vitamina C, Tiamina, Riboflavina, Niacina.
Tem ainda em sua composição minerais importantes para a saúde, como Ferro, Cálcio, Fósforo, Potássio. E mais: proteínas, carboidratos e menos de 1% de gordura. Com tudo isso, uma porção de 144g da fruta contém apenas 85 calorias.


CULTIVO
Faça você mesmo a sua plantação de Blackberry
A Fazenda St.Clair, localizada nas proximidades do Pico do Itapeva em Campos do Jordão, estado de São Paulo, reúne ótimas condições climáticas e de solo para produzir as melhores mudas de Blackberry do Brasil
Com apenas algumas mudas você pode iniciar a sua pequena plantação e, em pouco tempo, colher deliciosos frutos produzidos organicamente, sem adubos químicos e sem agrotóxicos.
A Fazenda St.Clair fornece as mudas e dá a orientação para o plantio e cultivo, além de manter um completo site na Internet (www.fazendastclair.com.br), com informações detalhadas sobre o plantio desta e de outras frutas de clima temperado.

Dicas para o plantio
. Obtenha mudas de boa procedência.
. Não há necessidade de adubação prévia da cova, apenas após a muda pegar.
. Após plantar, colocar cobertura morta cobrindo a cova para proteger e manter a umidade.
. Para mudas enraizadas, a distância entre mudas deve ser de 70 cm.
. O espaçamento entre linhas pode ser de 2,5 a 3 metros.
. O solo deve ser bem drenado e com ph na faixa de 5,5 a 6,5.
. A melhor época para o plantio é o inverno, mas, a amora pode ser plantada em qualquer época do ano, quando se dispõe de irrigação ou condições de fornecer água semanalmente.
. Escolha a variedade mais adequada para o seu caso. As de porte ereto dispensam fios de arame para suporte na época da colheita. Cultivares de porte rasteiro exigem mais de um fio de arame.
. As plantas de Blackberry necessitam de frio no inverno (temperaturas abaixo de 7,2ºC), e de sol pleno no verão para frutificarem bem.


MUDAS
Com as mudas organicas da Fazenda St.Clair você colhe os melhores resultados.
A região da Serra da Mantiqueira e em particular as cidades de Campos do Jordão, São Bento do Sapucaí, Santo Antonio do Pinhal e outras cidades localizadas na região da Serra e Sul de Minas, oferecem ótimas condições para a cultura de frutas de clima temperado.
Seu clima garante as horas de frio necessárias para o bom desenvolvimento das plantas.
A umidade relativa do ar e a luminosidade também são adequadas. Em áreas de ventos fortes, pode ser necessária a instalação de barreiras físicas, como quebra-vento, para evitar dano às plantas.


Adquira nossas mudas de Blackberry ou Amora Preta nas lojas do Ponto Garden, uma localizada na estrada para Campos do Jordão (Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro), ao lado do Leite na Pista, Fone(12) 3686-4040 e outra localizada em Guarulhos, na Rua Prof. Gabriel José Antonio, 205-B, que é a Marginal da Via Dutra, fone (11) 6425-2974 ou 6425-4556. Ou entre em contato conosco.

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