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| Potes com húmus e muitas minhocas composteiras |
É muito fácil!!
Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
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| Potes com húmus e muitas minhocas composteiras |
Frutas de dar água na boca.
Ontem aproveitei esta folhas para fazer uma cobertura morta no canteiro do jardim.
O QUE É COBERTURA MORTA ?
Cobertura orgânica – ou, em inglês 'mulch' – é qualquer tipo de resíduo vegetal que se acumula sobre a terra. Bactérias, fungos e outros microorganismos usarão esse material como alimento, em um processo que conhecemos como decomposição – a maneira natural de retornar à terra o material orgânico utilizado pela geração anterior.
A cobertura morta orgânica - 'mulch' - não apenas conserva umidade, mas também alimenta as plantas, as minhocas, micróbios e outras espécies de vida no solo. A matéria orgânica decomposta por estas várias formas de vida facilita a aglutinação das partículas do solo em uma estrutura mais grumosa, que retém melhor a água e os gases necessários para a vida das plantas.
As pessoas podem adaptar técnicas de “mulching” às suas práticas culturais habituais, em hortas e no paisagismo, com o uso do material orgânico disponível. O grande interesse na prática dessa cobertura do solo deriva de vários fatores: economia de trabalho, vantagens para as plantas, reutilização adequada para o que era considerado “lixo”.
A prática de manter sempre coberta a terra de hortas e jardins não realiza milagres instantâneos, mas certamente auxilia as plantas a crescerem e se desenvolverem melhor, e torna todo o trabalho de jardinagem mais fácil. Esses benefícios ocorrem em qualquer clima, frio ou quente, seco ou úmido.
O Mulch pode ser incorporado a cada ano, mas dois fatores devem receber nossa atenção: o estado de decomposição da cobertura anterior e a salinidade do material utilizado, que pode nos causar problemas se usado sem moderação.
Precisamos prestar atenção à eventual necessidade de adicionarmos nitrogênio (N) ao mulch, pois o material fresco utiliza o nitrogênio disponível para se decompor, que poderá ser retirado das plantas próximas. Adubos de lenta disponibilidade são a melhor solução, de acordo com a recomendação do fabricante.
As
Invasoras |
Indicam
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|---|---|
Barba-de-bode (Aristida pallens)
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pastos queimados com frequência, falta de fósforo, cálcio e umidade.
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Capim-arroz (Echinochloa crusgallii)
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terra com nutrientes reduzidos em susbstâncias tóxicas.
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Cabelo-de-porco (Carex spp)
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terra muito cansada.
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Capim-rabo-de-burro (Andropogon bicornis)
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uma camada impermeável em 80 a 100 cm de profundidade, que represa água..
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Capim-favorito (Rhynchelytrum roseum)
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terras muito compactas e secas, a água não penetra facilmente.
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Capim-amoroso ou carrapicho (Cenchrus ciliatus)
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terra de lavoura depauperada e muito dura, pobre em cálcio.
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Capim-marmelada ou capim-papuã (Brachiaria plantaginea)
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terra de lavoura com laje superficial e falta de zinco.
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Capim-seda (Cynodon dactylon)
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terra muito compactada e pisoteada.
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Carneirinho ou carrapicho-de-carneiro (Acanthospermum hispidum)
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falta de cálcio.
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Cravo-brabo (Tagetes minuta)
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terra infestada de nematóides.
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Fazendeiro ou picão-branco (Gaslinsoga parviflora)
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terras cultivadas com excesso de nitrogênio e falta de cobre.
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Gramão ou batatais ou grama mato-grosso (Paspalum notatum)
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terra cansada, com baixa fertilidade.
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Guanxuma ou malva (Sida spp)
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terra muito compactada e dura.
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Lingua de boi (Rumex spp)
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excesso de nitrogênio.
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Maria-mole ou berneira (Senecio brasiliensis)
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camada compactada em 40 a 50 cm de profundidade, falta potássio.
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Mamona (Ricinus communis)
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solo arenoso com falta de potassio.
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Samambaia (Gleiquênia)
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solo ácido.
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Fonte: cuidados com a terra – IDACO – 1994 | |
As folhas secas são abundantes em muitos quintais, calçadas arborizadas e jardins, mas costumam ser tratadas como lixo. Na prática, representam uma reserva importante de carbono, fundamental para a formação de um bom composto, porém, sozinhas, se decompõem lentamente por terem pouco nitrogênio e pouca energia imediata para os microrganismos.
Para contornar essa limitação e acelerar o processo, é possível seguir um passo a passo simples, que organiza o trabalho e facilita a observação diária do material em decomposição:
| Etapa | O que fazer | Objetivo no processo |
|---|---|---|
| Preparar as folhas | Picar ou triturar as folhas secas antes de iniciar a compostagem. | Aumentar a área de contato para acelerar a decomposição. |
| Escolher o local | Usar um canto do jardim, tambor, balde grande ou caixa de compostagem com drenagem. | Evitar acúmulo de água e permitir boa circulação de ar. |
| Preparar a mistura ativadora | Diluir melado em água e adicionar húmus de minhoca ou composto pronto. | Fornecer microrganismos e energia para iniciar a decomposição. |
| Umedecer a pilha | Organizar as folhas em camadas e aplicar a mistura ativadora. | Manter o material úmido e ativo para os microrganismos. |
| Monitorar a umidade | Verificar diariamente se o material está úmido, ajustando com água ou revolvendo se necessário. | Manter equilíbrio entre umidade e oxigenação para a decomposição. |
Embora as folhas secas sejam o foco do método, outros resíduos podem ser incorporados para enriquecer o futuro solo fértil. Cascas de frutas, restos de legumes, borras de café, cascas de ovo trituradas e pequenos pedaços de galhos finos ajudam a fornecer uma gama maior de nutrientes, desde que se mantenha o equilíbrio entre materiais secos e úmidos.
Para manter a pilha saudável e evitar problemas de mau cheiro ou atração de animais, alguns cuidados básicos são essenciais. Eles garantem boa aeração, umidade adequada e seleção correta dos resíduos adicionados ao sistema:
A transformação de folhas secas em solo fértil deixou de ser um processo lento e distante da realidade de quem cultiva um pequeno jardim ou uma horta caseira. Com a chamada compostagem acelerada, é possível criar um composto orgânico estável em poucos dias, usando ingredientes simples e acessíveis. Essa técnica vem ganhando espaço entre moradores de áreas urbanas e rurais que buscam uma alternativa natural aos fertilizantes químicos e desejam aproveitar melhor a matéria orgânica que se acumula no quintal ou na cozinha.
A compostagem acelerada é um método que encurta o tempo de formação do composto, reduzindo um processo que normalmente levaria meses para um período de 3 a 7 dias, dependendo das condições. O princípio é direto: aumentar a atividade dos microrganismos responsáveis pela decomposição da matéria orgânica, por meio de três fatores principais: energia, umidade e presença de vida microbiana ativa.
No centro da técnica está a mistura de três componentes, que atuam em conjunto para ativar a pilha: uma fonte de açúcar, como o melado; um material biológico ativo, como húmus de minhoca ou composto já pronto; e água limpa. O melado fornece carboidratos de fácil assimilação, o húmus introduz microrganismos eficientes, e a água garante a umidade necessária para que esses organismos se movimentem e se multipliquem.A maneira simples de criar solo rico usando resíduos orgânicos
As folhas secas são abundantes em muitos quintais, calçadas arborizadas e jardins, mas costumam ser tratadas como lixo. Na prática, representam uma reserva importante de carbono, fundamental para a formação de um bom composto, porém, sozinhas, se decompõem lentamente por terem pouco nitrogênio e pouca energia imediata para os microrganismos.
Para contornar essa limitação e acelerar o processo, é possível seguir um passo a passo simples, que organiza o trabalho e facilita a observação diária do material em decomposição:
| Etapa | O que fazer | Objetivo no processo |
|---|---|---|
| Preparar as folhas | Picar ou triturar as folhas secas antes de iniciar a compostagem. | Aumentar a área de contato para acelerar a decomposição. |
| Escolher o local | Usar um canto do jardim, tambor, balde grande ou caixa de compostagem com drenagem. | Evitar acúmulo de água e permitir boa circulação de ar. |
| Preparar a mistura ativadora | Diluir melado em água e adicionar húmus de minhoca ou composto pronto. | Fornecer microrganismos e energia para iniciar a decomposição. |
| Umedecer a pilha | Organizar as folhas em camadas e aplicar a mistura ativadora. | Manter o material úmido e ativo para os microrganismos. |
| Monitorar a umidade | Verificar diariamente se o material está úmido, ajustando com água ou revolvendo se necessário. | Manter equilíbrio entre umidade e oxigenação para a decomposição. |
Embora as folhas secas sejam o foco do método, outros resíduos podem ser incorporados para enriquecer o futuro solo fértil. Cascas de frutas, restos de legumes, borras de café, cascas de ovo trituradas e pequenos pedaços de galhos finos ajudam a fornecer uma gama maior de nutrientes, desde que se mantenha o equilíbrio entre materiais secos e úmidos.
Para manter a pilha saudável e evitar problemas de mau cheiro ou atração de animais, alguns cuidados básicos são essenciais. Eles garantem boa aeração, umidade adequada e seleção correta dos resíduos adicionados ao sistema:



JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO? ...