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segunda-feira, 2 de março de 2026

Meio Ambiente e Sustentabilidade * Como fazer compostagem em casa

Que tal transformar os seus restos de comida em adubo para suas plantas?

Você pode fazer isso por meio da compostagem! A compostagem é um processo no qual a matéria orgânica se decompõem e se transforma em nutrientes que podem ser aproveitados pelos vegetais. Mas a compostagem não é apenas uma boa estratégia para que você se livre de comprar fertilizantes, ela é uma excelente maneira de reduzirmos a quantidade de resíduos (lixo) que vão para os aterros, o que é de suma importância!
Como vocês sabem, o lixo traz muitos problemas, então quanto menos resíduos mandarmos para os aterros, melhor! O Brasil produz 260 mil toneladas de resíduos por dia, sendo que apenas 14% desse total são realmente não reaproveitáveis, ou seja, 86% desses resíduos não precisariam estar sendo descartados. Muitos dos matérias que jogamos fora poderiam ser reciclados e o lixo orgânico poderia ser usado na compostagem. Mais da metade dos resíduos produzidos, 51%, são formados por resíduos orgânicos (dados do CEMPRE, 2012). Então pensem só, se adotarmos a compostagem, vamos mandar para os aterros METADE da quantidade de lixo que enviamos hoje.
Que tal então você começar a fazer compostagem do seu lixo orgânico em casa? Da para fazer tanto em casas como em apartamentos. Vamos ver como?!!!
Existem duas maneiras de fazer compostagem em casa. Uma delas é utilizando minhocas e a outra não. O que muda é que a compostagem com as minhocas é mais rápida e gera um adubo melhor. Mas a elaboração da sua composteira vai ser igual. O ideal é montar um sistema com três caixas empilhadas. Você vai colocar os restos de comida na caixa de cima. Quando esta estiver cheia, você troca a caixa de cima e a caixa do meio de lugar. Nunca coloque restos na caixa de baixo, ela serve para que o chorume que escorre das caixas de cima se acumule. As duas caixas digestoras são furadas no fundo para facilitar o fluxo das minhocas e do chorume. É bastante útil se a caixa coletora possuir uma torneira para facilitar a retirada do chorume. A composteira deve ficar em local protegido do Sol e da chuva.
Geralmente, quando você termina de encher a segunda caixa, os restos que foram colocados na primeira já foram compostados e já podem ser utilizados como adubo.
Você pode comprar este tipo de composteira já pronta (eu comprei a minha no site www.ecoisas.com.br), vem com as minhocas e tudo! Hahaha, sim, até minhocas já se manda pelo correio! Kkkkkk! Mas você mesmo pode elaborar a sua composteira, usando bombonas de plástico, caixas de madeira ou o que a sua criatividade mandar! Se você mora em casa e tem espaço no quintal pode optar por outros tipos de composteiras, como cercadinhos de tela ou tijolos.
O tamanho das composteiras depende do tamanho da sua família e da quantidade de resíduos que vocês produzem.
Infelizmente nem todos os restos de comida devem ser colocados na composteira, alguns porque são de difícil decomposição, outros porque atraem muitos insetos e outros porque alteram muito o pH do adubo. Mas a boa notícia é que você pode e deve usar na compostagem também os restos de jardinagem, guardanapos e jornais.
Tem uma coisa muito importante que você precisa fazer para que a sua compostagem funcione. É colocar camadas alternadas de resíduos ricos em nitrogênio e resíduos ricos em carbono. Calma, não se preocupe que é fácil identificar! Os ricos em nitrogênio são basicamente os restos de alimentos, como as cascas de frutas. As folhas ainda verdes do jardim também entram nesta categoria. Os ricos em carbono são basicamente os resíduos secos ou acastanhados, como folhas secas, galhos e também o papel.
Para facilitar, a seguir tem uma tabelinha com os resíduos que você pode colocar na composteira que são ricos em carbono, os que são ricos em nitrogênio e os resíduos que você não deve colocar (clique na figura para ampliar).
Sempre que você for colocar novos resíduos, antes dê uma revirada nos resíduos que já estavam na composteira.
Tem duas coisinhas que você pode fazer para evitar mau cheiro e insetos. A primeira é sempre fazer a camada que fica por cima com resíduos ricos em carbono. A segunda é colocar na composteira os seus restos de pó de café, inclusive o filtro de papel usado.
O nível de umidade não deve ser nem muito baixo nem muito alto. Se você perceber que está tudo muito molhado, coloque a composteira durante alguns minutos no Sol. Se estiver seco demais, borrife água entre os resíduos.
Os microrganismos que vão fazer a decomposição dos resíduos precisam de oxigênio, então é importante que sua composteira tenha alguma entrada de ar, como orifícios ou você pode deixar a tampa aberta alguns minutos todos os dias.
Se você optar pela composteira com torneirinha, você pode usar o chorume como fertilizante também. É só diluí-lo com água na proporção de 9/1, ou seja, pegue um recipiente e preencha 90% dele com água e os demais 10% com o chorume. Aí é só colocar em um regador ou borrifador e colocar nas plantas.
Quanto menor o tamanho das partículas dos resíduos, maior a facilidade dos microrganismos em decompô-las. Então sua compostagem vai ser mais rápida se você picar (com as mãos mesmo) os resíduos que colocar na composteira.
Evite o excesso de cascas e polpas de frutas cítricas e cascas e restos de cebola e alho. A razão é que esses resíduos modificam o pH do minhocário e prejudicam tanto as minhocas quanto a qualidade do adubo produzido. Você pode colocar estes itens, só cuide para não colocar em excesso.
Não é aconselhável o uso de resíduos de jardinagem tratados com pesticidas.
Bom, eu moro em um apartamento, mas meus pais moram em uma fazenda, onde temos duas composteiras. Então, como vou para a casa deles toda semana, guardo meus resíduos orgânicos compostáveis em um pote dentro da geladeira e uma vez por semana estes resíduos vão para as composteiras na casa dos meus pais. Uma de nossas composteiras é esta comercializada, que mostrei para vocês o site. Ela fica em um pequeno galpão de material próximo a casa. Deixamos perto da pia na cozinha um lixeirinho só para o que vai para a compostagem. Uma vez por dia colocamos o que está no lixeirinho na composteira do galpão. Temos também uma composteira maior, como se fosse um container construído com madeira, com uma tampa e um respiradouro em cima. Nesta composteira vão resíduos maiores da fazenda, como galhos, frutas que caíram por estarem amadurecidas demais etc.
O processo de compostagem pode demorar de 3 a 12 meses, depende muito do seu cuidado a respeito de tudo que foi colocado aqui. Se sua compostagem não der certo logo de cara, não desanime. Conforme a gente vai mexendo com a compostagem, vai aprendendo o que da certo e o que não da.
A utilidade do adubo está no fato de que ele é um excelente fertilizante natural, pois melhora de forma bastante significativa as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo. O adubo resultante da compostagem devolve à terra os nutrientes de que ela necessita, como nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre, ferro, zinco, cobre, manganês, boro e outros, evitando o uso de fertilizantes sintéticos. O adubo de compostagem pode ser aplicado em hortas, na produção de mudas, ou mesmo em plantas ornamentais. A prática da compostagem pode facilmente ser executada também em escolas, restaurantes, hotéis, áreas de atividades agropecuárias e diversas outras organizações.
É isso pessoal, se vocês puderem dedicar um pouco do seu tempo para fazer a compostagem de parte dos seus resíduos vão estar ajudando muito o meio ambiente, diminuindo o lixo nos aterros e devolvendo muitos nutrientes para as plantas!
Para terminar quero cumprimentar duas amigonas minhas que fizeram o mestrado de Engenharia Ambiental comigo, Bruna Grosch Schroeder e Zaira Chiodini Pedri!! Tudo que vocês leram neste post faz parte de uma longa pesquisa que fizemos para a disciplina de Gestão de Resíduos Sólidos! Então muito obrigada às duas!!!!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

10 Plantas que Definem o Paisagismo de 2026 | Nativas, Tendências e Jard...


O paisagismo de 2026 vai além da estética. Ele valoriza plantas nativas, baixa manutenção, volumes naturais e escolhas que fazem sentido para o clima, o espaço e o estilo de vida. Neste vídeo, eu apresento 10 plantas que definem o paisagismo de 2026, explicando por que cada uma delas está em destaque em projetos contemporâneos — tanto em jardins quanto em vasos. Mais do que seguir tendências, o paisagismo atual propõe escolhas conscientes, jardins mais vivos, sensoriais e possíveis. São plantas que respeitam o tempo da natureza, o lugar onde são cultivadas e quem cuida delas. 10 Plantas que Definem o Paisagismo de 2026 🌱 Nativas em destaque 1️⃣ Manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis) 2️⃣ Grama-amendoim (Arachis repens) 3️⃣ Clúsia (Clusia fluminensis) 4️⃣ Caliandra (Calliandra spp.) 5️⃣ Dipladênia (Mandevilla spp.) 6️⃣ Guaimbê (Thaumatophyllum bipinnatifidum) ✅ 🌿 Estruturais e complementares 7️⃣ Agave (Agave spp.) 8️⃣ Liriopes (Liriope muscari) 9️⃣ Cactos colunares 🔟 Capins ornamentais (Pennisetum spp.) Se você ama jardinagem e paisagismo, se inscreva no canal Vida no Jardim 🌱

terça-feira, 12 de novembro de 2024

Técnica “Sem Cavar”: Alimente O Solo, Não As Plantas, Para Mais Colheita...


Descubra o poder do "não cavar" na jardinagem com este vídeo super informativo! Aprenda a perturbar o solo o mínimo possível, preservando e alimentando a vida que nele habita. Vamos explorar a técnica de cobertura com composto, comparar o crescimento de vegetais em solo cavado e não cavado e entender como isso impacta a colheita. A jardinagem pode ser mais fácil e produtiva sem o trabalho árduo de cavar! Não perca essas dicas valiosas para transformar seu jardim. Inscreva-se no nosso canal e deixe nos comentários o que mais te surpreendeu no vídeo!

sexta-feira, 9 de agosto de 2024

5 CUIDADOS com as PLANTAS no INVERNO



O inverno pode ser uma estação desafiadora para quem cuida de plantas, especialmente em regiões onde as temperaturas caem drasticamente. No entanto, com alguns cuidados especiais, é possível manter suas plantas saudáveis e bonitas durante toda a estação. Aqui estão algumas dicas essenciais para cuidar das suas plantas no inverno. 1 - Proteção Contra o Frio As baixas temperaturas podem ser prejudiciais para muitas plantas, especialmente as tropicais. Para proteger suas plantas do frio, considere as seguintes estratégias: Cobertura: Utilize coberturas de tecido, plástico ou palha para proteger as plantas do gelo e da geada. As mantas térmicas são ideais para essa finalidade, pois ajudam a reter o calor. Mudança de Local: Para plantas em vasos, mova-as para locais mais protegidos, como varandas cobertas ou interiores da casa. Colocá-las próximas a janelas que recebam luz solar pode ser benéfico. 2 - Rega Adequada A rega é um aspecto crucial no cuidado das plantas durante o inverno. As necessidades de água das plantas diminuem nesta estação, mas ainda assim é importante manter um equilíbrio: - Menos Água: Reduza a frequência da rega, pois o solo retém a umidade por mais tempo no inverno. Regar em excesso pode levar ao apodrecimento das raízes. - Temperatura da Água:Utilize água em temperatura ambiente para evitar choque térmico nas raízes. 3 - Luz Solar e Iluminação A luz solar é menos intensa e os dias são mais curtos no inverno, o que pode afetar a fotossíntese das plantas: - Posicionamento Estratégico: Coloque as plantas em locais onde possam receber a máxima quantidade de luz solar possível. Em áreas internas, posicioná-las perto de janelas voltadas para o norte pode ser uma boa opção. - Iluminação Artificial: Para plantas que necessitam de mais luz, considere o uso de lâmpadas de cultivo ou luzes fluorescentes para complementar a iluminação natural. 4 - Controle de Pragas e Doenças As plantas podem ser suscetíveis a pragas e doenças mesmo no inverno. Fique atento aos sinais de infestação e tome medidas preventivas: - Inspeção Regular: Verifique as plantas regularmente em busca de sinais de pragas, como pulgões, ácaros e cochonilhas. - Higiene: Mantenha o ambiente ao redor das plantas limpo e livre de folhas mortas ou detritos que possam abrigar pragas. 5 - Poda e Manutenção A poda é uma prática importante para manter as plantas saudáveis e estimular o crescimento: - Poda Leve: Realize podas leves para remover galhos mortos ou danificados. Isso ajuda a planta a concentrar sua energia nas partes saudáveis. - Limpeza das Folhas: Limpe as folhas das plantas para remover poeira e permitir uma melhor absorção de luz. Conclusão Com os cuidados certos, suas plantas podem atravessar o inverno de maneira saudável e vigorosa. Lembre-se de ajustar a rega, proteger contra o frio, garantir luz adequada e manter a vigilância contra pragas. Ao seguir essas dicas, você estará preparado para manter suas plantas em excelente estado durante toda a estação.

sexta-feira, 28 de junho de 2024

TOP 10 HORTALIÇAS para PLANTAR no INVERNO



O inverno chegou e ocorre de maneira diferente no Brasil. É importante cultivar conforme cada região e clima. Mesmo assim existem algumas espécies de hortaliças que podem ser plantadas em todo país. Segue a lista das 10 hortaliças para plantar no inverno: Alface, couve, repolho, rúcula, brócolis, couce flor, abóboras, beterraba, rabanete e salsinha! Podemos plantar por sementes ou mudas. Para isso prepare bem a terra, colocando composto orgânico ou húmus de minhoca. Regue com regularidade e mantenha em local arejado e com sol. Obrigada por assistir, curta se gostou do vídeo e se inscreva no canal caso ainda não seja inscrito.

sexta-feira, 9 de junho de 2023

A Unidade de Triagem e Compostagem de Porto Alegre transforma lenhas de podas em adubo

Fonte: jornalismo ambiental uniritter



Máquina montando as leiras (monte) - Crédito: Dan Gonçalves
Máquina montando as leiras (monte) – Crédito: Dan Gonçalves

A Unidade de Triagem e Compostagem de Porto Alegre opera na finalização de todo o lixo da capital. São centenas de resíduos descarregados diariamente em uma balança eletrônica.

Por Dan Gonçalves
Jornalismo Ambiental / Noite
A reportagem de Jornalismo Ambiental, do blog da Uniritter, visitou a UTC (Unidade de Triagem e Compostagem) de Porto Alegre, que está localizada no Bairro Lomba do Pinheiro, na Estrada Afonso Loureiro Mariante. O local foi fundando em julho de 2000. Nestes 16 anos, ela é a única em toda capital. Quando a equipe chegou no local não havia homens trabalho no momento, apenas uma máquina operava um monte de podas, preparando-as para a compostagem.
Na UTC são sete pessoas trabalhando na parte operacional da compostagem. Deste quadro, cinco são da Cootravipa e dois concursados. Além destes, ainda tem a engenheira ambiental Mariza Reis, responsável pela parte técnica, e Manoel Antônio, que cuida de toda parte operacional da unidade.Manoel contou sobre os horários em que a equipe trabalha:
“Iniciamos as 07:00 horas da manhã e terminados às 15:00 da tarde. Têm os dias em que temos plantões que são segunda-feira e quinta-feira, que trabalhamos até às 19h. Os sábados intercalamos: em um trabalhamos até ao meio-dia no outro até às 15h”, certifica Manoel Antônio.
A compostagem é uma forma de reaproveitar os resíduos orgânicos, gerando adubo para plantações.  A base do composto é a parcela dos resíduos domiciliares, das sobras de alimentos, do resto de jardins, entre outros. O processo é a decomposição natural dessa mistura.
Em baixo temos o esquema:


Crédito: Site da Prefeitura de Porto Alegre
Crédito: Site da Prefeitura de Porto Alegre
Segundo a engenheira Química do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), Mariza Reis, responsável pela parte técnica da UTC desde 2009, a compostagem não é mais com resíduos orgânicos e sim feita apenas com podas de árvores, devido às leis ambientais e também à coleta seletiva. O lixo de Porto Alegre, nos dias atuais, é recolhido e distribuído para 16 unidades de triagem e mais a UTC. Todo resíduo é separado e passa pela estação de transbordo, que fica no mesmo local da unidade de compostagem. Depois, é separado e vai para o aterro sanitário, localizado no munícipio de Minas de Leão, a 105 Km da capital:
“Mudou um pouco a situação aqui, porque aumentou muito o resíduo da coleta seletiva. Hoje fazemos a compostagem basicamente de podas urbanas, porque mudou a legislação ambiental, então exige uma cobertura da parte de compostagem para tratar outros resíduos orgânicos, por isto estamos trabalhando apenas com podas”, afirma Mariza Reis.



Leira (monte), que é feito na UTC - Crédito: Dan Gonçalves
Leira (monte), que é feito na UTC – Crédito: Dan Gonçalves
Além das mudanças das leis em 2009, a maneira de não deixar a UTC sem utilidade é também pelo fechamento de aterros que recebiam as podas. A solução encontrada foi a compostagem com as podas:
“Porque em 2009 fechou os aterros que recebiam as podas urbanas, então nós tivemos aqui espaço para recebê-las”, ratifica Mariza Reis.
Com as mudanças, as etapas também se alteraram:
A 1°  recolhe as podas e as mistura com a terra preta para fazer montes misturadas que são chamadas de leiras.
O 2° passo é esperar naturalmente estas leiras virar adubo, o que demora cerca de seis meses a oito messes.
Já o 3°passo é recolher esse material para depois passar por uma peneira, que já é o composto final.


A compostagem pronta para uso - Crédito: Dan Gonçalves.
A compostagem pronta para uso – Crédito: Dan Gonçalves.
Segundo dados fornecidos pelo DMLU, o total de podas recolhidas é de 400 toneladas por mês. Deste número, 200 toneladas são destinadas a compostagem, onde é produzido 100 toneladas por mês de adubo.
O destino final desse adubo é a venda, para qualquer cidadão comprar. Para fazer a compra basta entrar em contanto com o DMLU. O dinheiro arrecado é para investimentos na cidade.
A compostagem de lixo orgânico também pode ser preparada em casa. Para fazê-la, o cidadão pode encontrar mais informações no site da prefeitura.
A região tem 10 hectares de terras a disposição do DMLU, onde se encontra também a Unidade de Triagem (UT). Esta unidade é responsável por receber o lixo domiciliar e separar o lixo orgânico. No local se recebe parte do lixo hospitalar. Devido ao grande tamanho da área, é possível realizar todos esses procedimentos. Dezenas de caminhões passam diariamente nas unidades, tanto para descarregar quanto para carregar dezenas de quilos de lixo e podas de árvores recolhidas pela SMAM.

quarta-feira, 19 de maio de 2021

Jardinagem orgânica: Dicas para começar

 

Jardinagem orgânica: 5 dicas para começar

A jardinagem orgânica produz plantas e alimentos sem o uso de substâncias químicas. É mais saudável, ajuda no equilíbrio do ecossistema e ainda é um modo mais barato de se cultivar, pois não necessita de fertilizantes, pesticidas e outras substâncias. Quer aprender a fazer um jardim orgânico na sua casa? Acompanhe as dicas!

Escolha do solo

Para escolher o melhor espaço para o seu jardim orgânico é importante saber as condições do solo, para que as espécies que você irá plantar se adequem bem ao ambiente. Depois disso, mexa na terra e a deixe solta, sem torrões.

Composto orgânico

Agora é hora de escolher um composto orgânico de sua preferência. Isso ajudará a deixar o solo do seu jardim orgânico, nutrido e pronto para auxiliar as suas plantinhas a se desenvolverem mais facilmente.

Seleção das espécies de plantas

Escolha as espécies de plantas que você mais gosta e que se adequam melhor com o ambiente que você irá plantar. Você poderá fazer o plantio através de sementes ou mudas. Ao utilizar sementes, misture areia no solo para que sejam espalhadas uniformemente. Já no uso de mudas, é preciso manter um espaçamento de um palmo entre cada mudinha plantada para que possam crescer tranquilamente.

Quantidade de sol e rega adequada

O espaço em que você fizer o jardim orgânico necessita receber uma boa incidência de sol todos os dias. Quanto à rega, é interessante molhar suas plantinhas de manhã. Assim, com a temperatura amena, elas se manterão hidratadas por mais tempo. Você poderá regar todos os dias, principalmente quando está mais seco, até o desenvolvimento das mudas.

Cuidados com seu jardim orgânico

Depois de pronto, para manter seu jardim sempre lindo, faça a limpeza de ervas daninhas e galhos secos deixando suas plantinhas livres para se desenvolverem.

Gostou das dicas? Agora é só colocar a mão na terra e fazer seu jardim orgânico! Comente se tiver alguma dúvida e siga o Jardim das Ideias STIHL no Instagram para saber mais.

terça-feira, 27 de abril de 2021

Curso grátis de jardinagem com certificado: #0800 #gratuito

 

Curso grátis de jardinagem com certificado: conheça o Pró-Jardim STIHL

Curso grátis de jardinagem com certificado: conheça o Pró-Jardim STIHL

Nunca é tarde para se reinventar. Aprender coisas novas, encontrar oportunidades. Chegou a hora de conhecer o Pró-Jardim, curso online gratuito de jardinagem STIHL. Uma grande oportunidade para quem já é jardineiro ou ainda quer ser, para quem tem desejo de aprender e empreender, encarar os desafios do jardim – e do mercado também.

No curso online de jardinagem da STIHL você vai ter a oportunidade de aprender técnicas profissionais, seja para espaços grandes ou dentro de uma casa. O curso é 100% online, gratuito e conta com o maior time de especialistas em jardinagem, paisagismo, engenharia florestal e agronomia do Brasil.

Conheça os educadores do Pró-Jardim:

Carol Costa: jardineira, colunista do quadro Jardinaria, da BandNews FM e da revista Natureza,  apresentadora dos programas “A Louca das Plantas” e “Mais cor por favor” do GNT, autora de 4 livros especializados na jardinagem, criadora do site Minhas Plantas, consultora e palestrante, viaja pelo Brasil dando cursos, workshops e treinamentos em gardens centers, floriculturas e outras empresas.

Gabriela Pileggi: sócia-fundadora do “Jardineiro Fiel”, um estúdio de paisagismo especializado em jardins urbanos que viabiliza projetos para quem quer um canto verde para chamar de seu. Palestrante e educadora em diversos eventos, cursos e workshops, foi apresentadora do programa “Meu Quintal virou Jardim” da TV Aparecida e também é responsável pelo paisagismo do programa “Mais Cor Por Favor”, do GNT.

Vania Chassot: engenheira agrônoma, entusiasta da jardinagem, palestrante convidada e consultora nos eventos Jardim das Ideias STIHL, além de ser a curadora de conteúdos e responsável técnica do curso Pró-Jardim.

Nô Figueiredo: paisagista, florista, especialista em desenho ambiental e arquitetura da paisagem. Desenvolve e participa de cursos sob medida para pessoas e empresas, presenciais e à distância. Atua com projetos e implantações de jardins residenciais, comerciais e industriais, prestando consultorias de plantas e também planeja e executa arranjos de flores para eventos, festas e casamentos.

Lúcia Borges: paisagista pós-graduada, professora de cursos de Paisagismo desde 1995. Leciona em cursos técnicos, profissionalizantes e superiores na área de Paisagismo, Design de Interiores e Revitalização Ambiental. Atualmente dirige uma empresa especializada em paisagismo e jardins verticais, prestando diversos serviços em projetos, consultoria paisagística, reforma e revitalização de jardins, elaboração e implantação de jardins verticais. Já participou de diversas reportagens em revistas especializadas em paisagismo e jardinagem.

Murilo Soares: engenheiro florestal, paisagista e especialista em plantas ornamentais, apresentador convidado do programa “É de Casa” da Rede Globo, colunista da revista Natureza, desenvolve e participa de cursos de jardinagem, atua com projetos e implantações de jardins residenciais, comerciais e industriais, prestando consultorias na gestão e manutenção de espaços.

Adriana Schuler: paisagista e bióloga, fundadora da Bendito Verde Paisagismo, convidada especial em programas de TV como o “É de Casa” da Rede Globo, presta serviços especializados de consultoria, atua no desenvolvimento de projetos e implantações de jardins residenciais comerciais, fazendo a gestão e manutenção dos espaços, desenvolve e participa de cursos e workshops no setor!

Sydney Brasil: engenheiro florestal, especialista em Arboricultura, é referência nacional em serviços de manutenção em árvores, sendo responsável por treinar e capacitar profissionais, estudantes e empresas públicas ou privadas que necessitam atuar com o manejo de arborização em todo o Brasil.

Vaner da Silva: sócio-fundador da Ecojardim Brasil, uma das maiores franquias especializadas em serviços de jardinagem e paisagismo do Brasil, começou como jardineiro, buscou caminhos para empreender, aprendeu com o tempo, erros e acertos e ao longo de sua trajetória descobriu como criar seu próprio negócio e prosperar no mercado, chegando ao modelo atual de uma rede de mais de 50 franqueados por todo o Brasil.

Fabricio Magayevski: consultor de negócios, já realizou projetos para inúmeras empresas, inclusive em colaboração com o SEBRAE, atua como um facilitador na formação de novos empreendedores e na orientação de pequenos e médios negócios, desde orientações na formalização, a gestão administrativa e de processos internos, até a promoção de produtos e serviços apoiados em técnicas e conhecimentos de Marketing Digital.

Conteúdo do curso de jardinagem online STIHL

O curso é dividido em quatro módulos:  introdução à jardinagem, podas, da jardinagem ao paisagismo e jardinagem como negócio. Cada módulo possui videoaulas, apostilas, testes de conhecimentos e certificado.

O primeiro módulo é a jardinagem da teoria à prática. Você vai entender sobre as necessidades básicas das plantas, como manipular diferentes espécies, como planejar um espaço e fazer um diagnóstico do ambiente onde irá plantar, e como fazer reformas para que o projeto de jardinagem fique bonito por muito mais tempo.

O segundo módulo do curso traz conteúdos mais aprofundados sobre poda. Entre os tópicos abordados estão a melhor época para podar, quais são as ferramentas que devem ser usadas, poda de limpeza, poda de formação, poda de raiz e como fazer uma poda bem-feita.

O terceiro modo do curso, da jardinagem ao paisagismo, traz inspirações e um pouco mais sobre estilos de jardim e as grandes tendências do mercado, como urban jungle, lagos e piscinas naturais, jardins verticais e projetos produtivos.

O quarto e último módulo é voltado a quem deseja utilizar a jardinagem como negócio. Você vai aprender como formalizar a sua empresa, métodos para trabalhar mais e melhor, como precificar o trabalho e como vender mais.

O curso é voltado tanto para quem já é profissional na área quanto para quem é apaixonado por esse universo e quer aprender mais.

Acesse aqui para fazer a sua inscrição no curso online e gratuito STIHL.


sábado, 4 de julho de 2020

Jardins e flores requerem mais cuidados no inverno


Inverno começa nesta sexta-feira: veja como será a estação mais ...

Com os devidos cuidados, as plantas dos jardins e dos vasos podem resistir bem aos efeitos do frio, chegando bonitas e sadias à primavera

Fonte: site o bonde
A beleza de sua casa passa necessariamente por ter um belo jardim, o que requer cuidados especiais no inverno. Assim como muitas pessoas ficam com a pele ressecada durante o clima frio, as plantas também sofrem com a baixa umidade e o ar seco, característicos do período. Para preservar a vegetação e a beleza do jardim durante os próximos meses é preciso estar atento e bem informado sobre o controle da irrigação das folhas e da terra.


Embora o inverno no Brasil não seja tão rigoroso como em outros países, o cuidado com as plantas não pode ser desprezado.

A dica é borrifar as folhas com água com maior freqüência para hidratá-las, evitando que elas sequem mais rápido. No inverno tem mais poluição porque chove menos. Quando você borrifa, além de limpar, você permite que a planta respire melhor.



Porém, não se deve confundir a rega das folhas com a irrigação da terra. Ao mesmo tempo que tem de borrifar mais no inverno porque o clima é mais seco, também deve-se diminuir a quantidade de água na irrigação, porque a evaporação é menor nessa estação. O excesso de água pode causar proliferação de fungos nas folhas e o apodrecimento das raízes.

Transplante e poda

O clima frio é a época ideal para podar algumas plantas como preparativo para a primavera. Junho, julho e agosto são os melhores meses para podar roseiras para darem mais flor na primavera. O período de baixa temperatura também é indicado para fazer transplante de plantas como trepadeiras, já que elas entram em dormência (param de se desenvolver).

Quanto às adubações, são recomendadas apenas para as plantas que se desenvolvem e florescem no inverno. Árvores, arbustos e cercas-vivas podem ser podados nesta época, desde que não estejam florindo.



Roseiras



Em julho e agosto, as roseiras devem ser podadas e adubadas com adubo orgânico. É a chamada poda anual das roseiras. A sabedoria popular afirma que o período mais propício para a poda é a lua minguante, quando o fluxo de energia da planta se volta para as raízes (na dúvida, não custa tentar...). Em regiões mais frias, é recomendável aguardar a passagem das geadas sendo, portanto, o final do inverno o período mais indicado. Já nas regiões mais quentes, onde as geadas são quase raras, a poda pode ser feita no mês de julho. De qualquer forma, é importante saber que as podas são muito importantes para as roseiras, para incentivar o surgimento de novos brotos e aumentar a floração. E atenção: o corte deve ser feito em diagonal, sempre 1 cm acima da gema mais próxima.

E ainda falando sobre as roseiras, por ocasião da poda recomenda-se uma adubação, aplicando a seguinte mistura:

20 litros de esterco curtido ou composto orgânico
200g de farinha de osso
100g de torta de mamona
Espalhe a mistura em volta das plantas e incorpore-a ao solo.

Gramados

Muita gente fica preocupada com o gramado durante o inverno e, às vezes, exagera nos cuidados. Nos meses frios, a grama merece realmente alguns cuidados: limpeza, aeração e cobertura, mas sem dramas!

Limpeza: Deve começar com a retirada das ervas daninhas, de preferência manualmente para que sejam extirpadas as raízes. Depois disso, a grama pode ser aparada.

Aeração: Após o corte, é recomendável recolher o excesso de aparas, pois durante o inverno é preciso garantir a aeração do gramado. Retire os restos do corte com um ancinho ou uma vassoura de arame - a tarefa vai melhorar a aeração e a luminosidade e, ainda, diminuir a temperatura e umidade junto à grama, fatores que facilitam o surgimento de doenças. Outra medida que contribui para aumentar a circulação de ar entre as raízes da grama é fazer perfurações finas e profundas no solo, manualmente, usando uma ferramenta apropriada. É preciso, entretanto, tomar cuidado para não perfurar e danificar demais as folhas.
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Cobertura: Em algumas regiões onde o inverno não é muito rigoroso, costuma-se dispensar a cobertura do gramado. Entretanto a prática não é indicada apenas como proteção contra o frio e geadas. A cobertura com terra vegetal incorpora ao solo alguns nutrientes e também ajuda a nivelar o gramado, cobrindo eventuais buracos. Não é preciso adicionar adubo à terra - nesta época a grama está em estado de repouso e a adubação não será bem aproveitada. Também não é preciso "soterrar" a grama: uma camada de no máximo 3 cm de altura é suficiente para cumprir a função. Caso o gramado apresente falhas, aproveite para corrigi-las antes da cobertura, completando as áreas com pedaços de placas de grama da mesma espécie. Após a cobertura, regue o gramado para ajudar a incorporar a terra.

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