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segunda-feira, 26 de junho de 2017
A revolução da palha - Masanobu Fukuoka
Por: Joop Stoltenborg
O agricultor e filósofo japonês Masanobu Fukuoka revolucionou a agricultura.
Em seguida, semeia um cereal de inverno como aveia, centeio ou trigo, junto com trevo e colhe novamente 6.000 kg de cereais da mesma área. Ele consegue tirar 12.000kg de cereais por hectare sem adubo trazido de fora, está fazendo isso a 50 anos e a terra melhora cada vez mais.
Qual é o segredo?
1.Cobrir a terra sempre com palha antes ou depois da semeação.
2. Usar adubação verde, que no caso dele é o trevo que ajuda a tirar Nitrogênio do ar.
3. Não usar agrotóxicos restabelecendo o equilíbrio do solo e meio ambiente, e com isso não tem problemas com as pragas.
4. Plantar faixas de quebra vento.
O trabalho dele chamou a atenção no mundo todo e o livro “ One Straw Revolution” e “The natural way of farming” se espalhou no mundo.
Na Somália ajudou agricultores de modo que suas terras queimadas
voltassem a ser campos verdes. Na Índia, o seu método de fazer
agricultura com os meios mais simples abriu novamente perspectivas aos
agricultores mais pobres. Na Tailândia e alguns países africanos,
transformou pequenas regiões diversificadas em paisagens verdes, ricas
em diversidade florestal. Em março de 98 começou na Gré-cia a primeira
ação de reflorestamento na Europa.Hoje com a idade de 86 anos recebeu o prêmio Magsasay (Prêmio Nobel da Paz no Extremo Oriente) pela sua contribuição para o bem da humanidade.
Riqueza ignorada - plantas alimentícias não concencionais
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| ora pro nobis |
Eliege Fante/EcoAgência
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Silvana e Ingrid mostraram o potencial alimentício e praticamente desconhecido das plantas não-convencionais
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Por Glauco Menegheti, especial para EcoAgência de Notícias
A Terça Ecológica desta semana, promovida pelo Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul (NEJ/RS), com apoio da EcoAgência de Notícias e Instituto Goethe, que trouxe a professora titular do Departamento de Horticultura e Silvicultura da Faculdade de Agronomia da UFRGS, Ingrid de Barros, e a engenheira agrônoma e proprietária do Sítio Capororoca, Silvana Bohrer, mostrou que é possível usufruir desse patrimônio no meio urbano. A mediação foi do jornalista e diretor do NEJ/RS Juarez Tosi.
A chave do sucesso da atividade de plantio, segundo a professora Ingrid, está ligada à rusticidade e capacidade de adaptação dessas plantas. “Elas podem ser manejadas ou cultivadas em terrenos baldios, quintais, jardins, muros, cercas-vivas, telhados verdes, entre outros”, explica. As espécies alimentícias subutilizadas também possibilitam a criação de distintos cardápios, favorecendo a segurança nutricional. Elas igualmente podem gerar a diversificação de renda, com potencial econômico para empreendimentos na agricultura familiar.
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| Hibiscus |
Em 2004, “Kinupp” ajudou a implementar no Sítio Capororoca e produzir plantas alimentícias não-convencionais, como a capuchinha, a urtiga, que é usada na massa dos pães, o ora-pró-nóbis, as bertalhas, o lulo, o jaracatiá, o tomate de capote, entre outras, que atualmente são produzidas e comercializadas e podem atingir grande valor econômico. Além de plantar, Silvana passou a testar essas plantas em diferentes receitas. O hibisco, por exemplo, foi trazido ao Brasil pelos escravos, e com o qual pode-se fazer o tradicional chá, suco, geleia e o arroz de cuxá maranhense.
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| lírio do brejo |
Há também o lírio-do-brejo, que das flores extraem-se essências utilizadas na indústria da perfumaria. Já a indústria farmacêutica aproveita a planta inteira na fabricação de medicamentos indicados para doenças cardiovasculares. Assim como o lírio-do-brejo, muitas outras espécies enquadram-se como alimentos nutracêuticos – quando os alimentos vão além de suas funções nutricionais básicas, contribuindo com a redução de risco das doenças crônico-degenerativas.
Do mesmo modo que as plantas oferecem um potencial escassamente conhecido, também podem representar grandes perigos. Um exemplo é o próprio lírio-do-brejo, que tanto a planta, seu chá ou extratos não devem ser consumidos sem acompanhamento médico, pois trata-se de uma espécie muito tóxica que pode levar à morte. De acordo com Ingrid, a evolução deste mercado deve ser acompanhado de cursos de capacitação para a identificação das plantas. Igualmente de políticas públicas que valorizem essa riqueza desconhecida. “Os sem-terra, por exemplo, torravam o inhame e a partir dele faziam café nos assentamentos. Depois que melhoravam de vida, compravam o café convencional. Esses alimentos precisam deixar de serem marginais, para serem incorporados como cultura”, pondera a engenheira Silvana.
Ao final do evento, os participante degustaram pães feitos com hibisco e urtiga, com pasta de hibisco e chimia de abóbora com jaracatiá, fornecidos pelo Sitio Capororoca.
Leia ainda:
Hoje, na Terça Ecológica, as plantas alimentícias que os brasileiros não conhecem
EcoAgência Solidária de Notícias Ambientais
http://maps.google.com.br/maps?t=h&ie=UTF8&ll=-30.242163,-51.073723&spn=0.144443,0.220757&z=12
domingo, 25 de junho de 2017
Chá de Cavalinha, resistência a pragas e doenças

Podemos utilizar os princípios da agricultura orgânica no nosso
dia-a-dia, com as nossas plantas ornamentais, do jardim e com as plantas
de interiores. São práticas baratas e com o mesmo cuidado com o meio
ambiente.
O chá de cavalinha é muito usado na agricultura biodinâmica, que é uma das principais linhas da agricultura orgânica.
A cavalinha, Equisetum arvense, é muito rica em silício, por isso
que é importante. O silício e o cálcio são elementos que participam do
equilíbrio de forças terrestres (cálcio) e cósmicas (silício). Havendo
um equilíbrio entre essas forças no ambiente, os vegetais também vão se
beneficiar, desenvolvendo-se mais resistentes.
Assim o chá de cavalinha vai dar mais resistência para as plantas contra as pragas e doenças.
Preparo: ferver 10 gramas de cavalinha seca, ou 30 gramas de planta
verde, em 1 (um) litro de água para maceração, por 10 minutos. Deixar
esfriar e coar. Diluir esse chá em 9 litros de água.
Aplicação: Pulverizar ou regar as plantas. Sugestão: para prevenir pragas e doenças usar uma vez por mês.
Onde encontrar
Pode ser encontrada como muda em viveiros e floriculturas e ser
cultivada como ornamental. Também é encontrada processada, seca, em
lojas e casas de chá.
É um fertilizante agrícola, que pela mistura simples de macro e
micronutrientes essenciais com a cal hidratada (hidróxido de cálcio) e
água, produz uma mistura coloidal em suspensão, com vários compostos
complexados (cobre, boro, zinco, magnésio, etc. com o cálcio).
Composição: A mistura de sulfato de cobre, micronutrientes com o
cal, permite a presença do cálcio na solução, principalmente na forma de
sulfato de cálcio, nutriente importante, que também produz maior
aderência da calda nas folhas, prolongando a sua ação e oferecendo
elevada resistência à insolação e às chuvas.
Efeito sobre a planta
Nos períodos desfavoráveis (chuvas, calor, estiagens, etc) ou
quando são empregados excessos de nutrientes solúveis nas adubações,
agrotóxicos, são liberados na seiva das plantas os radicais livres
(aminoácidos, açucares, etc), que são alimentos prontamente disponíveis
para os insetos nocivos e patógenos. Este processo é conhecido como
próteo-lise (liberação de aminoácidos).

Quando são feitas aplicações da calda viçosa, seus nutrientes
penetram na planta e promovem a formação de proteínas, isto é, retiram
os aminoácidos disponíveis, transformando-os em substâncias não
assimiláveis (proteínas) pela maioria dos insetos e patógenos.
Este processo é chamado de próteo-síntese. Além disso, estimulam os
mecanismos de defesa da planta e fortalecem os tecidos foliares,
dando-lhes maior resistência.
Culturas Dosagem Época/Intervalos de Aplicação:
Citrus: aplicar na pré-florada quando necessário. No final da queda
das flores, repetindo a cada 30 dias, no total de 3 a 5 pulverizações.
Feijão: Intervalos de 10 a 14 dias. Dosagens maiores nos períodos desfavoráveis.
Maracujá: Aplicar a cada 7 a 15 dias na fase de crescimento dos frutos. Dosagens maiores para intervalos maiores.
Manga: Aplicar em intervalos de 10 a 14 dias dependendo das condições.
Beterraba e Cenoura: Aplicações a cada 7 a 15 dias dependendo da necessidade. Dosagens menores em intervalos mais curtos.
Pimentão e Tomate: Após 15 dias após o transplante em local
definitivo, c/intervalos de 7 a 14 dias. Dosagens menores nos intervalos
mais curtos.
Goiaba: Aplicar até os frutos atingirem 3 cm. Intervalos de 7 a 14 dias. Usar dosagens baixas, aumentando em pós-colheita.
Plantas Ornamentais: Aplicar em Intervalos de 7 a 14 dias, conforme necessidade. Dosagens maiores nos períodos desfavoráveis
fonte: http://www.tvecorural.com/blog/agrodicas-3/
sábado, 24 de junho de 2017
Minha Horta Desafio #2: Quero um canteiro com flores
No segundo vídeo da webserie Minha Horta, criada pela Isla Sementes, nossa jardineira Carol Costa ensina o passo a passo para quem quer ervas e hortaliças e também flores comestíveis. Ou você não sabia que dá para comer girassol? Olha como fica lindo o vaso depois de pronto! Para acompanhar os próximos vídeos, inscreva-se no canal http://youtube.com/islasementes. E compartilhe conosco seu cantinho verde: siga @islasementes no Instagram e use #minhahorta para que a sua foto vá para nossa galeria
sexta-feira, 23 de junho de 2017
Adubo natural de Babosa , Aloe Vera
Os estudos científicos mais e mais apoio à utilização de aloe vera para tratar várias condições e doenças. Além disso, seu uso em cosméticos é bem estabelecida e gradualmente a ser introduzido como um ingrediente culinário. Mas esta planta é muito versátil e está provando a sua eficácia como fertilizante agrícola, que é muito interessante para as culturas organicamente exploradas.
É bastante lógico, considerando que aloe vera contém numerosos minerais e nutrientes que podem ser benéficos para as plantas.
A cooperativa Argentina Pergamino Aloe Vida realizou um estudo que demonstra a eficácia da aloe vera como um fertilizante estimulador e crescimento da cultura. Tudo começou com o conhecimento de um estudo realizado no laboratório de Plantas Medicinais de Doutor Juan Tomas Roig, em Havana, Cuba, em que a relação entre o uso de aloé vera como fertilizante e estimulação de crescimento e mostraram enraizamento. Após os estudos realizados e obtenção de dados favoráveis, a cooperativa comercializa atualmente o seu próprio adubo foliar aloe vera.
Adubo caseiro aloé vera
Mas para usar em casa aloe vera como um fertilizante natural basta ter um pedaço de aloe vera e fazer um esmagamento simples removendo os espinhos.
Quando esmagada a folha, você obtém um gel esverdeada. Adicionar uma pequena quantidade deste em cada planta.Também pode ser diluído em água a uma taxa de 100 ml por litro de água e irrigar plantas.
fonte:http://aloevaro.blogspot.com.br/2014/01/el-aloe-vera-como-abono-ecologico.html
segunda-feira, 19 de junho de 2017
Como podar uma Pereira? Veja!
A poda é uma prática fundamental para que se obtenha frutos e qualidade..
Pesquisador da Embrapa de Pelotas José Francisco demonstra a maneira correta...
quarta-feira, 14 de junho de 2017
Substratos ideais para plantio em vasos
Autor: Sidnei Trindade, em Jardinagem,Paisagismo
A nova realidade urbana do Brasil do século XXI impõe uma única escolha aos amantes de jardins que moram em áridos locais rodeados de cimento e asfalto: os vasos. Hoje, muito por conta do desenvolvimento de espécies que se adaptam aos espaços cada vez mais diminutos, é possível ter árvores e palmáceas em ambientes internos, como nos provam o paisagismo de shopping centers. Se a escolha recai sobre flores e arbustos, as alternativas são inúmeras, tanto do lado dos cultivares quanto do tamanho dos recipientes. Contudo, é preciso um cuidado extra na escolha dos substratos ideais para plantio em vasos.



Casca de pinus
Além da tradicional e sempre lembrada terra vegetal, há diversos substratos criados a partir das necessidades físicas e nutricionais das diversas espécies de plantas ornamentais existentes. Como já foi dito em textos anteriores, o substrato é o vetor onde as plantas desenvolverão as raízes que a fixarão e o meio físico de onde elas retirarão os nutrientes essenciais à sua subsistência. Os substratos existentes são uma mistura homogênea de elementos orgânicos e minerais que podem ser produzidos pelo ser humano tanto de forma caseira quanto industrial.
Vermiculita
As características comuns a todos os substratos são:
- Ser o suporte monopodial ou simpodial à planta e aos seus rizomas;
- Ser fonte de nutrição e permitir a interação com os reforços de adubo;
- Perfeita retenção da umidade necessária à espécie de planta escolhida;
- Adequação ao crescimento rizomatoso (das raízes) e consequente agregamento;
- Estar livre de doenças e demais fatores de contaminação.
Dentre os substratos mais facilmente encontrados em casas de jardinagem, podemos destacar alguns. Para que todas as dúvidas sejam dirimidas a contento, deve-se procurar um especialista informando a planta escolhida, o tipo de vaso e o ambiente em que ela ficará.
Fibra de coco
Casca de arroz – material que agrega boa permeabilidade e porosidade ao substrato, permitindo crescimento adequado de raízes pivotantes e fasciculadas, além de fornecer micronutrientes importantes, como o potássio e magnésio.
Vermiculita – mineral de origem ígnea (oriundo do resfriamento do magma), cuja capacidade de retenção de água é muito utilizada em solos arenosos. Bom veículo para nutrientes, graças à sua capacidade de suportar a temida lixiviação causada pela chuva.
Fibra de coco – muito usada como substrato de orquídeas graças à porosidade e leveza. Capaz de reter água com muita facilidade e perfeita por ser um material facilmente esterilizável.
Turfa – material vegetal, resultado da decomposição parcial de musgos e cascas de árvores. O mais caro dentre os substratos aqui descritos, já que as chamadas turfeiras são ecossistemas que são protegidas por diretrizes ambientais específicas. Usada em conjunto com substratos vegetais e minerais que precisem de aporte poroso e nutritivo.
Casca de pinus – mais um substrato muito usado por orquidófilos por permitir retenção de água e rápida troca gasosa com o ambiente. Atóxica e perfeita para eliminar focos de erosão em terrenos degradados.
terça-feira, 13 de junho de 2017
As Verduras Verdes são parte importante da alimentação
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Other Tearfund sites: www.tearfund.org Youth & Students Connected Church Inspired Individuals Created
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Comum nos países árabes, figo roxo é aliado da saúde!
Fonte: revista encontro
Aproveite os nutrientes dessa fruta em três
receitas saudáveis
O figo é uma fruta típica dos países do Oriente
Médio e rica em nutrientes, como fibra, ferro e antioxidantes (foto: Pixabay)
Originário do Oriente Médio,
o figo é uma fruta que faz sucesso desde a antiguidade. Com
textura marcante e sabor suculento, ele pode fazer parte de saladas e
aperitivos, além de render deliciosas compotas e geleias. Para completar, a
fruta é recheada de nutrientes e ajuda desde a digestão até o combate de
doenças cardiovasculares.
"É uma fruta pouco calórica e com baixo teor de açúcares naturais, sendo
ideal para manter a alimentação saudável. Além disso, possui fibras, que
contribuem para a saciedade e melhoram a digestão; ferro, mineral que ajuda
a reduzir a sensação de cansaço e fadiga muscular; e ainda contém antioxidantes, que fortalecem as defesas do organismo e
auxiliam na prevenção de doenças crônicas, principalmente as
cardiovasculares", explica Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti.
Os benefícios à saúde são atrativos para incluir a fruta no cardápio, mas, o
sabor e a versatilidade na cozinha não deixam a desejar. Pode ser consumido in
natura, desidratado, em compotas, geleias, saladas de folhas e compondo
aperitivos. "Quando aquecemos o figo para usá-lo em preparações, perdemos
parte de seus nutrientes, por isso, o melhor é optar por pratos sem cocção, por
exemplo, numa salada de frutas, servido em fatias com chocolate meio amargo derretido ou mel, ou ainda numa
bela salada de folhas com rúcula, agrião e queijo de cabra", indica a
profissional.
Como escolher
Figos com coloração mais viva e com a casca mais roxa são os melhores. Se for
para consumir logo, em até dois dias, leve os com a casca um pouco mais
"enrugada". Mas, se for armazenar por mais dias em casa, escolha os
frutos com a casca mais lisa.
Conservação
Se ainda estiver "verde", deixe por um ou dois dias fora da
geladeira, porém, em local sem contato direto com a luz do Sol ou calor. O figo
é uma fruta que gosta do frio, por isso, se ele já estiver maduro, armazene na
geladeira para ter uma maior durabilidade da fruta, na parte de baixo do
equipamento (na gaveta de vegetais ou em um pote com tampa).
Aproveitando a característica nutricional da fruta, a nutricionista
sugere três receitas deliciosas e saudáveis:
Salada fácil de figos roxos
Ingredientes:
·
1/2 maço de alface roxa
·
1 maço de rúcula
·
4 a 5 figos roxos maduros, sem pele,
cortados em quatro partes
·
100 gr de presunto tipo parma picado
Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes e tempere com vinagre balsâmico, azeite, sal e
pimenta a gosto.
Aperitivos de figo com queijo
Ingredientes:
·
100 gr de queijo ricota ou frescal
·
8 figos roxos
·
Mel
Modo de preparo:
Corte fatias médias do queijo (ricota ou frescal). Descasque o figo roxo e
corte em lâminas finas. Em um prato monte uma fatia de queijo para uma lâmina
de figo e despeje um fio de mel por cima. Leve para a geladeira e sirva gelado.
Torta recheada com figos roxos
Ingredientes:
·
8 colheres (sopa) de manteiga
derretida
·
1 xícara (chá) de açúcar
·
3 gemas de ovo
·
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
·
1/4 de colher (chá) de sal
·
3 colheres (sopa) de creme de leite
Para o recheio:
·
1 xícara (chá) de creme de leite
fresco
·
100 ml de leite integral
·
1 ovo inteiro e 2 gemas
·
3 colheres (sopa) de açúcar
·
15 figos roxos maduros
Modo de preparo:
Bata a manteiga com o açúcar na batedeira, até incorporar bem. Acrescente as
gemas e bata novamente. Finalize juntando a farinha, o sal e o creme de leite,
batendo até formar uma massa homogênea. Deixe na geladeira por uma hora.
Enquanto isso, prepare o recheio. Descasque e pique os figos. Misture todos os
ingredientes em uma panela, exceto os figos, e cozinhe em média por cinco
minutos. Abra a massa em uma forma de fundo removível, leve para assar por 10
minutos. Retire a massa do forno, acrescente o creme do recheio e arrume os
figos, distribuindo-os pela assadeira. Volte para o forno por mais 20 a 30
minutos, em fogo baixo. Leve para a geladeira por duas horas e sirva gelada.
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