Se colocar muita água, as sementes brotarão cedo demais. Faça pequenas bolas com esta mistura e deixe-as secar por alguns dias ao sol. Um pouco antes ou durante a estação das chuvas, vá até o local onde você quer restaurar a vida vegetal e jogue as bolas. Construir primeiro valas nas curvas de nível e outras barreiras reduz e retém a água do escoamento superficial, necessária para ajudar as sementes a brotarem e crescerem.Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
quinta-feira, 23 de julho de 2026
Recuperar áreas degradadas com bolas de sementes - SEED BALL
Se colocar muita água, as sementes brotarão cedo demais. Faça pequenas bolas com esta mistura e deixe-as secar por alguns dias ao sol. Um pouco antes ou durante a estação das chuvas, vá até o local onde você quer restaurar a vida vegetal e jogue as bolas. Construir primeiro valas nas curvas de nível e outras barreiras reduz e retém a água do escoamento superficial, necessária para ajudar as sementes a brotarem e crescerem.quarta-feira, 22 de julho de 2026
Além da compostagem: um legado real para as próximas gerações
Fonte Jornal O São Paulo
Fotos: Planta Feliz
Em 2009, quando a compostagem ainda era um tema pouco difundido no
Brasil, a hoteleira Marina Sierra decidiu deixar de enviar seus resíduos
orgânicos para o sistema de coleta de lixo. Mesmo com o acesso limitado a
informações sobre o assunto na época, ela já compreendia que a destinação
inadequada desses materiais contribui diretamente para as mudanças climáticas,
responsáveis por eventos extremos cada vez mais frequentes.
“Comecei com a compostagem doméstica, utilizando minhocas, mas percebi
que aquele modelo resolvia apenas parte do problema, pois apresentava algumas
restrições em relação aos alimentos que podiam ser compostados”, relembra
Marina.
Naquele período, ela conheceu o marido, Adriano Sgarbi. Ao compartilhar
com ele o desejo de encontrar uma solução mais ampla para os resíduos
orgânicos, recebeu a proposta de mudar-se para um sítio e ampliar o projeto. No
novo endereço, Adriano passou a estudar métodos de compostagem capazes de
receber todos os tipos de resíduos orgânicos, inclusive os de origem animal.
Foi assim que o casal chegou à compostagem termofílica, tecnologia que permite
processar resíduos vegetais e animais de forma segura e eficiente.
A chegada da filha do casal, Valentina, em 2017, fortaleceu ainda mais
esse propósito. Foi naquele momento que Marina e Adriano sentiram que era hora
de transformar o sonho em algo concreto. Nascia, então, a Planta Feliz,
iniciativa criada para deixar um legado capaz de contribuir para um mundo
melhor às futuras gerações.
DE 42
MIL METROS QUADRADOS PARA A CIDADE INTEIRA
Localizada no bairro Jardim Casa Grande, na zona Sul da capital
paulista, a Planta Feliz ocupa uma área de 42 mil metros quadrados e é o
primeiro pátio privado de compostagem da cidade a possuir a Licença de Operação
(LO) da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), autorização
ambiental que permite a uma empresa, indústria, comércio ou empreendimento
iniciar e manter suas atividades em funcionamento.
Atualmente, a Planta Feliz mantém parceria com a Prefeitura,
desenvolvida principalmente por intermédio do Polo de Ecoturismo de São Paulo,
território que abrange Parelheiros, Marsilac e a Ilha do Bororé, áreas de
grande relevância ambiental para a capital.
Por meio dessa colaboração, a Planta Feliz tem fortalecido o turismo
rural, o turismo de base comunitária e as vivências pedagógicas promovidas na
propriedade, aproximando a população da compostagem, da agroecologia e da
preservação ambiental.
“Além da destinação correta dos resíduos orgânicos, conseguimos promover
experiências práticas de educação ambiental para escolas, turistas, empresas e
grupos interessados em conhecer soluções sustentáveis aplicadas no território”,
explica Marina.
A Prefeitura também apoia a realização da Semana da Compostagem Planta
Feliz, evento anual com atividades educativas, debates, oficinas e vivências
sobre compostagem, mudanças climáticas, sustentabilidade e regeneração. Neste
ano, a programação aconteceu em maio.
QUANDO
O LIXO VOLTA A SER RECURSO
Com o projeto consolidado, a Planta Feliz oferece um serviço
especializado de coleta e compostagem para garantir a destinação ambientalmente
adequada de resíduos orgânicos gerados por escritórios, empresas, comércios,
restaurantes, escolas, clubes e eventos.
Para que o serviço seja realizado, no entanto, todo o material recebido
precisa estar corretamente segregado na origem. Isso significa que os
estabelecimentos devem manter, no mínimo, três categorias de descarte:
recicláveis secos, rejeitos destinados aos aterros sanitários e resíduos
compostáveis. Além disso, é necessário estar regularizado no Sistema Estadual
de Gerenciamento On-line de Resíduos Sólidos (Sigor), para garantir a
rastreabilidade por meio da documentação ambiental emitida pela Planta Feliz.
“Mesmo para os geradores que não possuem obrigatoriedade de
rastreabilidade, emitimos relatórios com indicadores ambientais, informando
quanto de resíduos deixou de ser enviado aos aterros sanitários, quanto deixou
de emitir gases de efeito estufa e quanto de composto orgânico foi gerado a
partir desse material”, destaca Marina.
Os resíduos passam pelo processo de compostagem termofílica e são
misturados à poda triturada. Durante o tratamento, as leiras atingem
temperaturas controladas que aceleram a decomposição da matéria orgânica,
eliminam patógenos e inviabilizam sementes. Ao final do ciclo, o que antes era
considerado lixo retorna à natureza na forma de composto orgânico. Parte desse
adubo é doada mensalmente para hortas que ajudam a abastecer a população,
fortalecendo a economia circular e a regeneração do solo.
Segundo Marina, o composto também é comercializado para todo o Brasil
por meio do Mercado Livre e em pontos parceiros em São Paulo que apoiam a
agricultura familiar, como o Instituto Chão e o Instituto Baru.
MUDANÇA
DE HÁBITOS
Outro eixo importante da iniciativa é a formação. Para Marina, mais do
que oficinas, as vivências pedagógicas realizadas com escolas, turistas,
empresas e grupos interessados em conhecer o funcionamento de um pátio de
compostagem dentro do Polo de Ecoturismo de São Paulo têm potencial para
transformar a forma como as pessoas enxergam os resíduos.
“Muitas chegam acreditando que lixo orgânico é apenas lixo e saem
entendendo que aquilo é, na verdade, um recurso capaz de regenerar o solo,
produzir alimento e reduzir impactos ambientais.”, destaca Marina.
O trabalho tem atraído visitantes de diferentes regiões do Brasil e de
outros países interessados em implantar iniciativas semelhantes. No ano
passado, por exemplo, o projeto recebeu comitivas das Filipinas e da Tanzânia
durante as agendas relacionadas à COP30.
Para os próximos anos, a meta é ampliar o acesso da população à
compostagem e fortalecer a conexão entre resíduos, regeneração do solo e
mudanças climáticas.
A iniciativa também deseja inspirar as empresas a incorporar a agenda
ESG – conjunto de critérios e práticas corporativas que aliam os aspectos
ambiental, social e de governança (Environmental,
Social, Governance). Para Marina, a destinação correta dos resíduos orgânicos precisa
fazer parte desse compromisso. Ela destaca, ainda, que a com-postagem é uma
urgência para tornar os centros urbanos mais sustentáveis e resilientes diante
dos desafios climáticos.
terça-feira, 21 de julho de 2026
Plantando O eucalipto arco-íris
O eucalipto arco-íris é uma árvore de grande porte, que se destaca pelo colorido espetacular do seu tronco. É o único representante do gênero dos eucaliptos que ocorre naturalmente no hemisfério norte, nas Ilhas da Nova Bretanha, Nova Guiné, Ceram, Celebes e Mindanau. No seu habitat pode atingir 75 metros de altura, com 240 centímetros de diâmetro de tronco; mas em cultivo geralmente permanece entre 20 a 30 metros de altura. O segredo por trás do colorido especial desta árvore está na forma como ela vai se descascando e revelando as partes coloridas. Inicialmente a casca fina, lisa e marrom se despreende, e uma cor verde clara e vibrante aparece. Esta mancha de cor torna-se então sucessivamente verde escura, azulada, púrpura, laranja e por fim vermelha. Acontece que o processo ocorre a todo momento, formando manchas coloridas em diferentes estágios. A impressão que se tem é de que a árvore foi misteriosamente pintada, tornando-se uma verdadeira obra de arte da natureza.
Além do tronco cilíndrico e ornamental, suas folhas são atrativas também. Elas são opostas, ovadas a lanceoladas, e apresentam cor verde-escura na página superior e cinza na página inferior. As flores se reunem em inflorescências do tipo umbela, terminais ou axilares. Elas são numerosas, de cor branco-creme a amareladas, com longos estames, perfumadas e produzem néctar em abundância, atraindo abelhas. Os frutos que se seguem são cápsulas globulares, de cor marrom, contendo de 3 a 12 sementes por válvula. As sementes são diminutas, achatadas e com uma pequena asa. O florescimento ocorre diversas vezes ao ano, com mais profusão na primavera e outono.
Ficha Técnica
Nome Botânico:
E
ucalyptus deglupta
Sinonímia: Eucalyptus naudiniana, Eucalyptus schlechteri, Eucalyptus multiflora
Nome Popular: Eucalipto Arco-íris
Outros Nomes: Eucalipto-da-nova-guiné, Eucalipto-das-filipinas
Luminosidade: Sol Pleno
Origem: Filipinas, Indonésia, Nova Guiné, Oceania
Clima: Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical
Ciclo de Vida: Perene
Altura: acima de 12 metros
Família: Myrtaceae
Fonte jardineiro net
domingo, 19 de julho de 2026
Pó de rochas fecunda os solos


O pó de basalto, por ser pouco solúvel, diminui os riscos de perdas por lixiviação; corrige gradativamente o pH do solo; em conjunto com a matéria orgânica, incentiva a vida; proporciona equilíbrio de macro e micronutrientes nas plantas, fortificando-07 Plantas para atrair Energias Positivas e afastar a negatividade!
Fonte: blog somos verdes
Imagem via plantaornamental
Imagem via Bluesadventures
Imagem via Wikipedia
Imagem via Culturamix
Imagem via Wunderground
Imagem via Uol Marcia Sorgenfrei e Sandra Kelm / Daiana Dalfito, Agapanthus Floricultura – Curitibaquinta-feira, 16 de julho de 2026
quarta-feira, 15 de julho de 2026
Receitas de Inseticidas, Fungicidas e Repelentes para Hortas Agroecológicas
Vamos ver algumas receitas para fazer inseticidas, fungicidas e repelentes para pragas comuns em hortas biológicas.
1 – Inseticidade de Alho
Rale 10 dentes de alho com a varinha mágica, adicione 2 litros de água, mexa a mistura e deixe repousar por 24 horas. Após as 24 horas coe os 2 litros de preparado, misture com mais 5 litros de água e pulverize de imediato as plantas. Recomenda-se que faça uma pulverização por semana em dias secos e até 3 em dias de chuva.
Ps. Um dos mais fortes inseticias, fungicidas e repelentes naturais. Serve para repelir pulgões, borboleta da couve, afideos, mosca branca e cicadelas.
2 – Chorume de Urtigas
Vai precisar de 1kg de urtigas frescas sem flôr, 10 litros de água e um recipiente onde possa misturar ambos. Coloque a água e as urtigas dentro de recipiente, mexa bem mexida a mistura, tape o recipiente e deixe repousar. Ao final de alguns dias devem aparecer algumas borbulhas no topo da misturar, essas borbulhas são sinal de que a fermentação está em curso. Quando deixar de ver essas borbulhas é sinal que o chorume de urtigas está pronto.
Retire as urtigas, coe o liquido resultante da fermentação e guarde num local fresco e limpo.
- Para repelir os pulgões das suas plantas, dilua 1 litro de chrume de urtiga em 10 litros de água e pulverize as plantas. Lembre-se que prevenir é o melhor remédio! Portanto pulverize as suas plantas semanalmente com este repelente mesmo antes das pragas atacar a sua horta biológica.
- Para utilizar como adubo liquido natural, dilua 3 litros de chrome em 10 litros de água e regue as plantas.
3 – Cebola
A cebola é um excelente de todo o tipo de insectos.
Corte uma cebola às rodelas, junte um pouco de água e rele no liquidificador ou com varinha mágica, filtre a mistura, junte dois litros de água e borrife as plantas com o preparado.
4 – Hortelã
O chã de hortelã tem se mostrado um excelente repelente de insectos.
Coloque água a ferver e junte folhas de hortelã quanto baste, deixe ferver por 3 minutos, deixe arrefecer, coe e aplique de imediato depois de frio.
5 – Vinagre com Oregãos
Ferva o vinagre com oregãos durante três minutos como de estivesse a fazer um chã, deixe a arrefecer, coe e aplique nas folhas e caules das plantas, serve para repelir formigas, alguns insetos e lagartas.
6 – Tomateiro
Chã de folha de tomateiro tem ação inseticida contra pulgões. Ferva algumas folhas e pedacinhos de caule em 2 litros de água, deixe arrefecer e aplique de imediato nas plantas a tratar.
7 – Chã de Cavalinha
O chã de cavalinha é bom para afugentar insetos nocivos à sua horta.
Vai precisar de 10 gr de cavalinha seca ou 30 gr de cavalinha verde.
Ferva as folhas de cavalinha em 1 litro de água por 25 minutos. Dissolva a calda resultante em 9 litros de água.
Deixe arrefecer e aplique nas plantas com um pulverizador.
8 – Inseticida de Leite
O leite é tembém ele um excelente inteticida e fungicida para a sua horta. Use uma porção de leite para dez de água. Num recipiente, misture 1 litro de leite e 10 de água, mexa bem a mistura e borrife as plantas a tratar.
9 – Quadrados de papel ou plástico amarelo garrido
Já é sabido que muitos insetos se sentem atraídos pelo amarelo. Para evitar pragas como a mosca branca e outros insetos nocivos para a suas plantas, coloque quadrados grandes de papel ou plástico amarelos untados com mel (ou outra substância pegajosa) espalhados pela sua horta.
10 – Cinzas
Espalhe cinzas de madeira pelo meio das suas plantas para evitar lesmas e caracóis. Além disso, as cinzas são um excelente fertilizante para as suas plantas.
11 – Casca de Ovo
As cascas de ovo bem trituras e colocadas junto aos pés das plantas, evita que lesmas e caracóis subam pelo pé e danifiquem a planta.
12 – Ervas aromáticas
Plantar ervas aromáticas pelos canteiros da sua horta, vai ajudar a repelir vários insetos nocivos. A hortelã, deverá ser presença obrigatória na sua horta.
13 – Sabão de potassa
Vai precisar de 10 l de água, 200 gr de sabão de potassa ou sabão azul, 100 ml de óleo vegetal (óleo Fula, de girassol, de milho etc)
Em aproximadamente 5 l de água misturar 200 gr de sabão de potassa (se utilizar sabão sólido, diluir em água morna mexendo com frequência até completa diluição), misturar os 100 ml de óleo lentamente ir mexendo sempre. Para finalizar junte os outros 5 litros de água para terminar a calda.
Deixe arrefecer e pulverize as plantas de preferência de manhã.
PORQUE ANALISAR O SOLO???
Usado de forma correta, a aplicação de calcário permite a maximização dos efeitos do fertilizante, tornando o solo mais produtível além de melhorar o custo beneficio na lavoura.
Em resumo, o processo é simples e acessível, se feito de forma eficiente. O primeiro passo é providenciar a análise do solo, seguida da aplicação de calcário, e depois o uso do fertilizante. Em alguns meses, após o plantio, o resultado pode ser uma colheita farta e lucrativa.
Para coletar uma analise de solo siga as instruções abaixo:
A análise do solo é o melhor meio para avaliar a fertilidade do solo. Com base nos resultados das análises é possível determinar as doses adequadas de calcário e adubo para garantir maior produtividade e lucratividade para a sua lavoura.
Para obter bons resultados com a análise é muito importante retirar as amostras corretamente. Siga as instruções e veja como é fácil.
Divida sua propriedade em glebas homogêneas, nunca superiores a 20 hectares, e amostre cada área isoladamente. Separe as glebas com a mesma posição topográfica (solos de morro, meia encosta, baixada, etc.), cor do solo, textura (solos argilosos, arenosos), cultura ou vegetação anterior (pastagem, café, milho, etc.), adubação e calagem anteriores. Em culturas perenes, leve em conta também a idade e variedade das plantas. Áreas com uma mesma cultura, mas com produtividades muito diferentes, devem ser amostradas separadamente. Identifique essas glebas de maneira definitiva, fazendo um mapa para o acompanhamento da fertilidade do solo com o passar dos anos. A retirada das amostras deve ser em caminhamento em zig-zag.
A coleta das amostras pode ser feita com um enxadão ou com trados. O trado torna a operação mais fácil e rápida.
Além disso, ele permite a retirada da amostra na profundidade correta e da mesma quantidade de terra de todos os pontos amostrados.
De cada gleba devem ser retiradas diversas subamostras, para se obter uma média da área amostrada. Para isso percorra a área escolhida em ziguezague e colete 20 subamostras por gleba homogênea. Em cada ponto, retire com o pé detritos e restos de cultura. Evite pontos próximos a cupins, formigueiros, casas, estradas, currais, estrume de animais, depósitos de adubo, calcário ou manchas de solo. Introduza o trado no solo até a profundidade de 20 cm.
A terra coletada representa uma porção de solo na profundidade de 0-20cm.
Raspe a terra da lateral do trado, aproveitando apenas a porção central.
Em áreas cultivadas em sistema de plantio direto há vários anos, é interessante a amostragem na camada de 0 a 10cm, para monitorar o acúmulo de nutrientes na superfície do solo. Entretanto, as recomendações de adubação baseadas apenas na profundidade de 0 a 10 cm, podem subestimar a necessidade de nutrientes para as culturas. As pesquisas sobre o assunto ainda não são conclusivas.
Transfira a terra do trado para um balde ou outro recipiente limpo. Repita a tradagem do mesmo modo em cada um dos 20
pontos. Quebre os torrões de terra dentro do balde, retire pedras, gravetos ou outros resíduos e misture muito bem. Essa mistura de subamostras retiradas de vários pontos de uma gleba homogênea é chamada de amostra composta.
ATENÇÃO: todas as ferramentas e recipientes usados para a amostragem e embalagem da terra devem estar limpos e, principalmente, não devem conter resíduos de calcário ou fertilizantes.
Para amostras nas quais pretende-se também analisar micronutrientes, use trado de aço e evite baldes de metal galvanizado.
Retire cerca de 300g de terra do balde e transfira para um saco de plástico limpo apropriado. Essa porção de terra (amostra composta) será enviada ao laboratório. Jogue fora o resto da terra do balde e recomece a amostragem em outra área.
Identifique a amostra de solo com o seu nome, propriedade, gleba amostrada e data. Anote em um caderno, junto com um mapa da propriedade, o número de cada amostra e o local de onde foi retirada. Essas anotações são importantes para identificar o local para aplicações de calcário e fertilizantes. Além disso, facilitam o acompanhamento da evolução da fertilidade do solo de um ano para outro.
FREQÜÊNCIA DE AMOSTRAGEM
O solo deve ser analisado pelo menos a cada 2 ou 3 anos ou com maior freqüência em solos com problemas de fertilidade ou intensamente cultivados.
http://www.calcariosolofertil.com.br/index.php/representantes/analise-de-solo
terça-feira, 14 de julho de 2026
Physalis: 12 benefícios e como consumir (com receitas)
A physalis, conhecida também como camapu, fisális ou tomate-capucho, é uma fruta que traz diversos benefícios à saúde, ajudando a reduzir o colesterol, controlar os níveis de açúcar no sangue, manter a visão saudável e prevenir o câncer.
Esses benefícios se devem ao fato de a physalis ser rica em vitamina C, vitamina A, fibras, minerais e compostos antioxidantes, com propriedades anti-inflamatórias, sacietogênica, antioxidante, hipoglicemiante, hipocolesterolêmicas e laxante.
Existem duas espécies dessa fruta, a Physalis angulata e a Physalis peruviana. A physalis é uma fruta amarela pequena, envolvida por um casulo formado por finas folhas, que possui um sabor doce e levemente ácido, podendo ser consumida com a casca, ao natural ou em preparações como bolos, geleia, doces, sucos e saladas.

Principais benefícios
Os principais benefícios da physalis para a saúde são:
1. Favorecer o emagrecimento
Por ser uma fruta rica em fibras, a physalis aumenta o tempo de digestão, controlando a fome ao longo do dia e favorecendo, assim, o emagrecimento.
Além disso, a physalis contém poucas calorias e, por isso, é uma ótima fruta para incluir em dietas para perda de peso. Confira outras frutas com poucas calorias.
2. Melhorar a memória
A physalis pode melhorar a memória e a cognição por conter luteína, quercetina, miricetina e kaempferol, pigmentos com ação antioxidante que protegem os neurônios contra a ação dos radicais livres, preservando as suas funções.
Leia também: Luteína: o que é, para que serve e alimentos ricostuasaude.com/luteina3. Tratar doenças intestinais
A physalis é rica em fiperunolido e witanolida, compostos bioativos que têm ação antioxidante e reduzem a inflamação no organismo, sendo úteis para ajudar a complementar o tratamento de doenças inflamatórias intestinais, como a doença de Crohn ou a colite ulcerativa, além de ajudar a prevenir o surgimento do câncer de cólon.
4. Combater a prisão de ventre
A physalis é rica em fibras insolúveis, um tipo de fibra que aumenta o volume das fezes e estimula os movimentos naturais do intestino, facilitando a evacuação e combatendo a prisão de ventre.
5. Prevenir a anemia
Por ter ótimas quantidades de vitamina C, a physalis favorece a absorção do ferro presente nos alimentos, ajudando na formação das hemoglobinas e prevenindo, assim, a anemia. Veja uma lista de alimentos ricos em vitamina C.
6. Diminuir o colesterol
A physalis ajuda a diminuir os níveis de colesterol do sangue, porque contém fibras que reduzem a absorção de gorduras, equilibrando a sua concentração no organismo e prevenindo doenças como aterosclerose, infarto e pressão alta.
Além disso, a physalis também tem boas quantidades de flavonoides, que são compostos bioativos com ação antioxidante que combatem os radicais livres, impedindo a oxidação das células de gordura e controlando, assim, os níveis de colesterol no sangue.
7. Evitar a diabetes
Por ser uma boa fonte de fibras, a physalis ajuda a diminuir a velocidade de absorção dos carboidratos, equilibrando os níveis de glicose no sangue e evitando, por isso, a resistência à insulina e a diabetes.
Além disso, a physalis também contém propriedades antioxidantes que melhoram a função da insulina, hormônio responsável pelo transporte da glicose aos tecidos.
8. Prevenir o envelhecimento precoce
A physalis previne o envelhecimento precoce, porque é rica em vitamina C, um nutriente que promove a produção de colágeno, uma proteína que ajuda a manter a elasticidade da pele, prevenindo a flacidez e o surgimento de rugas e linhas de expressão.
Além disso, a physalis também contém rutina e quercetina, que são compostos bioativos com ação antioxidante, que ajudam a combater o excesso de radicais livres, que são um dos responsáveis pelos danos na pele.
9. Fortalecer o sistema imunológico
Por ser rica em nutrientes e compostos bioativos com ação antioxidante, como vitamina C, vitamina A e flavonoides, a physalis diminui o estresse oxidativo e favorece a produção de células de defesa, ajudando a fortalecer o sistema imunológico.
10. Manter a saúde do olhos
A physalis ajuda a manter a saúde dos olhos, porque contém ótimas quantidades de vitamina A, que é um nutriente essencial para evitar a xeroftalmia, uma doença que causa secura nos olhos e dificuldade para enxergar em lugares escuros.
Além disso, a physalis também contém luteína e zeaxantina, que são carotenoides que protegem os olhos contra os raios ultravioletas do sol e a luz azul emitida por dispositivos eletrônicos, prevenindo a catarata e a degeneração macular.
11. Ajudar a prevenir o câncer
A physalis pode ajudar a prevenir o surgimento do câncer. Isso porque essa fruta é rica em flavonoides, vitamina A e vitamina C, que são nutrientes e compostos bioativos com ação antioxidante, protegendo o DNA das células e fortalecendo o sistema imunológico.
No entanto, ainda são necessários mais estudos para confirmar essa propriedade da physalis na prevenção do surgimento do câncer.
12. Promover a saúde óssea
A physalis contém vitamina K, um nutriente necessário para a fixação do cálcio nos ossos, ajudando no desenvolvimento ósseo normal e na sua manutenção na idade adulta, promovendo a saúde óssea.
Porém, para vitamina K contribuir para a melhora da massa óssea, é necessária uma boa ingestão de alimentos fonte de cálcio, como como iogurte, leite, espinafre, sardinha, brócolis, amêndoas, mexilhão, sementes de linhaça e grão de bico, por exemplo.
Leia também: 34 alimentos ricos em cálciotuasaude.com/alimentos-ricos-em-calcioTabela de informação nutricional
A tabela a seguir contém a informação nutricional de 100 g, o que corresponde em média de 14 unidades, de physalis:
Componente | Quantidade em cada 100g de physalis |
|---|---|
Energia | 56 calorias |
Proteínas | 0,9 g |
Gorduras | 0,2 g |
Carboidratos | 9,4 g |
Fibras totais | 6,5 g |
Fibra insolúvel | 5,2 g |
Fibra solúvel | 0,9 g |
Vitamina C | 27,7 mg |
Vitamina A | 163 mcg |
| Vitamina K | 10,1 mcg |
Betacaroteno | 1909 mcg |
Luteína | 106 mcg |
Zeaxantina | 37 mcg |
Potássio | 382 mg |
Para se obter todos os benefícios da physalis, é importante também manter uma alimentação saudável e praticar atividades físicas regularmente.
Como consumir
A physalis pode ser consumida com casca, ao natural ou em preparações como bolos, geleia, doces, sucos e saladas.
Embora não exista uma quantidade específica indicada para o consumo de physalis, a recomendação mínima diária de frutas é entre 2 a 3 porções, o que corresponde entre 160 a 240 g por dia.
Para saber como incluir a physalis numa dieta saudável, marque uma consulta com o nutricionista mais perto de você:
Possíveis efeitos colaterais
A physalis só deve ser consumida madura. Isso porque quando essa fruta ainda está verde possui alto teor de solanina, um composto tóxico que pode causar diarreia, vômitos, dificuldades para respirar e alteração nos batimentos cardíacos.
Receitas saudáveis com physalis
Algumas receitas saudáveis e saborosas com essa fruta são o bolo e o suco de physalis:
1. Bolo de physalis
Ingredientes:
- 200 g de manteiga sem sal;
- 3 xícaras (de chá) de farinha de trigo;
- 200 g de physalis partidas ao meio;
- 4 colheres de sopa de açúcar mascavo ou adoçante para forno e fogão;
- 3 ovos;
- 2 xícaras de leite ou bebida vegetal;
- 1 colher de sopa de fermento químico em pó.
Modo de preparo:
Preaquecer o forno a 180 ºC. Untar uma fôrma com manteiga e farinha de trigo e reservar. Bater na batedeira a manteiga e o açúcar, até formar um creme fofo. Aos poucos e com a batedeira ligada, acrescentar o leite e a farinha de trigo.
Bater bem essa mistura, desligar a batedeira e adicionar o fermento, misturando delicadamente com uma colher ou espátula. Bater as claras dos ovos até ficarem em ponto de neve e misturá-las delicadamente na massa.
Numa tigela, colocar um pouco de farinha de trigo e passar as physalis. Colocar metade da massa na fôrma já untada, espalhando as frutas por cima. Completar a forma com o restante da massa. Levar para assar no forno por 40 a 45 minutos. Esperar amornar e servir.
2. Suco de physalis com abacaxi
Ingredientes:
- 100 g de physalis;
- 2 fatias de abacaxi;
- 1 colher de sopa de açúcar mascavo ou adoçante;
- 2 xícaras de água filtrada ou fervida.
Modo de preparo:
Lavar bem as physalis e cortá-las ao meio. Cortar o abacaxi em cubos grandes e colocar todos os ingredientes no liquidificador. Bater bem até ficar uma mistura homogênea e servir.
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