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segunda-feira, 14 de setembro de 2026
ADUBAÇÃO VERDE - Consórcio Leguminosas x Banana
domingo, 6 de setembro de 2026
conhece o JASMIM DOS POETAS (Jasminum polyanthum)??
O Jasmim-dos-Poetas é uma das trepadeiras floríferas mais perfumadas e decorativas que existem. Muito apreciado em paisagismo, destaca-se pela floração intensa e pelas nuvens de flores brancas que exalam um aroma adocicado marcante, ideal para pergolados, caramanchões, cercas, muros e entradas de residências. De crescimento rápido e extremamente adaptável, é perfeito para quem deseja um visual exuberante em pouco tempo, aliado ao perfume clássico dos jasmins.
Ficha Técnica da Espécie
Nome científico: Jasminum polyanthum
Nome popular: Jasmim-dos-Poetas
Família: Oleaceae
Origem: China
Tipo de planta: Trepadeira perene
Crescimento: Rápido
Altura estimada adulta: 4 a 6 metros (quando conduzida)
Luminosidade: Sol pleno a meia-sombra
Ciclo: Perene
Floração: Principalmente no final do verão e outono, podendo florir também em outras épocas conforme o clima
Aroma: Forte e adocicado
Uso: Pergolados, muros, cercas, treliças, portais, jardins perfumados
Características da planta
O Jasmim-dos-Poetas possui folhagem verde brilhante e delicada, com ramos flexíveis que se apoiam facilmente em estruturas. Suas flores surgem em botões rosados que se abrem brancas, criando um contraste muito ornamental. A floração abundante é uma de suas maiores qualidades, atraindo polinizadores e perfumando intensamente o ambiente ao redor.
Como cultivar
Luminosidade: Desenvolve-se melhor em sol pleno, mas tolera meia-sombra. Quanto mais luz, mais flores.
Rega: Mantê-lo em solo levemente úmido, sem encharcar. Após bem estabelecido, torna-se relativamente resistente.
Solo: Fértil, bem drenado e enriquecido com matéria orgânica.
Poda: Responde muito bem a podas de formação e limpeza, mantendo a planta vigorosa e estimulando nova brotação.
Condução: Necessário suporte (treliça, arame, pergolado) para que a planta se desenvolva como trepadeira.
Clima: Adapta-se bem a diferentes regiões do Brasil. Pode sofrer em geadas fortes, mas rebrota na primavera.
Diferenciais para paisagismo
Uma das trepadeiras mais perfumadas do mundo.
Crescimento rápido, ideal para cobrir áreas grandes em pouco tempo.
Floração farta e extremamente ornamental.
Baixa exigência de manutenção e alta adaptabilidade.
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
Azolla: a planta que pode ajudar a combater o aquecimento global
Por Tássio Cesar -
Enquanto Pryer diz que suas motivações para pesquisar Azolla são, em maioria, acadêmicas, ela certamente vê o potencial para que o empreendedorismo cresça em volta da planta no futuro.
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
A melhor época de plantar amendoim forragéiro
Fonte: site safra viva
O amendoim forrageiro (Arachis pintoi e Arachis repens) é uma leguminosa perene de crescimento rasteiro, nativa do nosso Brasil.
Como se pode imaginar, esta plantinha poderosa é parente do amendoim, comumente conhecida como amendoim bravo ou grama amendoim.
Sim, esta é aquela “graminha” florida que deixa qualquer gramado mais bonito e atraente.
Só que o seu valor é muito maior que o ornamental: o amendoim forrageiro é excelente solução para fixar nitrogênio em solos pobres, sendo usada como adubação verde.
Além disso, é claro, o amendoim forrageiro é fonte de alimento para o gado, com alto valor nutritivo e baixo custo.
Acompanhe o passo a passo para o plantio que preparamos para você:
1. Atente-se às condições climáticas
O amendoim forrageiro gosta de sol e água, mas a boa notícia é que esta espécie tem demonstrado ampla adaptação a diferentes condições de clima e solo, sendo cultivada do sul do país até a Amazônia.
Mas então quando plantar amendoim forrageiro? Escolha realizar o plantio entre os meses de setembro e março, isto é, durante o período chuvoso.
2. Prepare bem o solo
O amendoim forrageiro é pouco exigente quanto à fertilidade do solo.
Desenvolve-se bem em solos sujeitos a encharcamento, como os de várzeas, mas também se adapta a solos bem drenados e com maiores períodos de déficit hídrico.
A adubação e a calagem (se necessário for) depende primeiramente da análise de solo. Saiba aqui como coletar amostras de solo e garantir análises mais precisas
Se você vai fazer o plantio em novas áreas, prepare o solo de maneira completa, ou seja, fazendo aração e gradagem.
Isso é importante para oferecer maior contato entre a semente e o solo e também controlar as espécies de invasoras presentes.

3. Coloque a mão na massa: como plantar amendoim forrageiro
A propagação do amendoim forrageiro pode ser feita de duas maneiras: por sementes e por estolões, que são as ramificações espontâneas da planta.
Se optar por sementes, saiba que você vai precisar de 10 a 12 kg por hectare.
E aqui vai uma dica: no caso de plantio com máquina plantadeira, aproveite para misturar as sementes com uma parte do superfosfato simples recomendado na análise do solo.
Já o plantio por estolões deve ser feito com segmentos de ramos com cerca de 20 cm de comprimento.
Para o plantio em sulcos, utilize 5 a 8 cm de profundidade, com espaçamento entre eles de 1 metro.
Para o plantio em covas, adote a profundidade de 5 a 10 cm e a largura de 15 a 20 cm, abertas com um espaçamento de aproximadamente 1,0 m entre linhas e 0,5 m entre covas.
Posicione as mudas no sulco ou na cova de modo a enterrar apenas ¾ delas.
Plantio em pastagens já estabelecidas
Para o plantio em pastagens já estabelecidas com forrageiras gramíneas, faça o rebaixamento do pasto por meio do pastejo ou pelo roço.
Em seguida, com a ajuda de um enxadão, espeque de madeira ou terçado, abra covas no solo descoberto, entre as touceiras do capim.
Depois, pegue um pedaço de estolão da leguminosa, com aproximadamente 20 cm de comprimento e insira na cova, compactando o solo com o pé.
Por fim, vede o pasto por cerca de 30 dias.
4. Realize o manejo
Depois da germinação das forrageiras, em caso de consórcio, você vai precisar fazer um manejo de formação por meio de um pastejo leve, com o objetivo de uniformizar a área, favorecer o perfilhamento da gramínea e, com o maior consumo desta, garantir o estabelecimento da leguminosa.
Portanto, faça o primeiro pastejo de 2 a 3 meses após o plantio do amendoim forrageiro, para reduzir a concorrência da gramínea e favorecer o estabelecimento da leguminosa.
Sendo assim, o pastejo pode ser de um ou dois dias, com alta carga animal.
No manejo, cada detalhe conta : Confira clicando aqui técnicas de adubação eficientes
5. Capriche na adubação
Capriche na adubação de cobertura, especialmente no início da brotação, pois os nutrientes que as plantas recebem nesses momentos fazem toda a diferença na energia que elas serão capazes de dar ao gado.
Com esse propósito, os bioestimuladores têm papel fundamental na aceleração da brotação, o que vai reduzir o ciclo da planta, refletindo-se em maior produtividade em menos tempo. Isso é o que garante o sucesso em toda a cadeia produtiva. Para garantir a adubação correta, comece com uma amostragem gratuita de solo profissional.

As nossas dicas fizeram sentido para você? Ficou com alguma dúvida? Vamos fazer, juntos, um cultivo de sucesso!
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
Mirtilo, uma grande opção para os pequenos agricultores.
O mirtilo é nativo da América do Norte: Estados Unidos e Canadá, onde é denominado blueberry, também, onde se produz e consome 90% do mirtilo do mundo. No final da década passada uma série de estudos realizados por universidades norte americanas colocam essa fruta como a de maior poder antioxidante associado a isto uma série de propriedades nutracêuticas. A partir daí seu consumo como fruta fresca tem aumentado em todo o mundo. Esse cenário tem levado o mercado norte americano oferecer frutas frescas aos consumidores durante todo ano. Por ser uma fruta de curta vida de conservação a alternativa de ofertar ao mercado todo o ano é importar fruta do hemisfério sul. O Chile tem sido o principal produtor, com uma área superior a 2.000ha de cultivo, atingindo um volume de exportação de fruta fresca em torno de 6.000 toneladas. Mais recentemente, a Argentina e o Uruguai, também se inseriram como produtores e exportadores de mirtilo, com uma área em torno de 1.500ha e 500ha respectivamente, com plantios crescentes a cada ano. Nesses países predominam os plantios dos grupos highbush e southern highbush Na Europa o consumo de mirtilo tem crescido muito. O crescimento da produção é limitado pelo clima e pela escassa e cara mão de obra dos países europeus. Existe uma grande demanda pelo mirtilo e outras pequenas frutas por países europeus.
No Brasil, estima-se uma a área de cultivo de mirtilo ao redor de 100 ha, sendo 30 ha em Vacaria ( predominando highbush), 20 ha na região de Caxias do Sul (predominando rabitteye) e 10 ha na região de Pelotas (predominando rabitteye). O restante da área de cultivo está disperso em pequenos pomares em outros municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais.
O mirtilo, nos últimos anos, tem ganhado as prateleiras dos supermercados nos mais diversos produtos industrializados, o que tem aumentado a demanda pela fruta congelada. Mas, a maior parte da produção é comercializada na forma de fruta “in natura”. O apelo nutricional e terapêutico (nutraceutico), destacando o mirtilo e as frutas vermelhas como alimentos funcionais, capaz de prevenir e controlar determinadas doenças, tem atraído as pessoas para o consumo dessas frutas. A fruta produzida para o mercado “in natura” e congelada no Brasil, tem como principal produtor o município de Vacaria. Essa produção tem sido exportada em pequenos volumes para países europeus. Sabe-se também, que existe a importação de determinados volumes, principalmente de fruta congelada para processamento industrial. Na região da Serra Gaúcha e Serra da Mantiqueira, nos estados de São Paulo e Minas Gerais existem pequenos cultivos para atender a demanda de fruta fresca nas regiões metropolitanas de Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte.
Não se encontram muitos dados sobre a produção, consumo e comercialização de mirtilo no Brasil, nem mesmo sobre volumes importados e exportados. No entanto, percebe-se, que a oferta no Brasil parece ser menor que a demanda, e os preços são compensadores aos produtores. Na região de Vacaria e na Serra Gaúcha, pequenos produtores, recebem em torno de R$ 10,00 a R$15,00 pelo quilo da fruta fresca, podendo chegar a R$ 20,00/quilo, quando vendida sem intermediação.sexta-feira, 31 de julho de 2026
Controle biológico de pulgão com Extrato de folhas de Mamoeiro
[Controle Alternativo] Extrato de folhas de Mamoeiro para controle de Pulgão
Lista de culturas: Acerola, Berinjela, Lentilha, Ervilha, Maçã, Salsa, Batata-doce, Trigo, Algodão, Batata, Couve-flor, Manga, Pera, Tomate, Alfafa, Pimenta, Pimentão, Cacau, Couve, Grão-de-bico, Morango, Pepino, Soja, Brócolis, Cebolinha, Milho, Amendoim, Citrus, Melão
Extrato de folhas de Mamoeiro para controle de Pulgão em diversas culturas.
Ingredientes
1 Kg de folhas do mamoeiro picada; 5 L de água; 250g de sabão.
Modo de Preparo
Triture as folhas, loque em 1 L de água e bata em um liquidificador. Coe a calda e adocione 4 L de água com sabão.
Aplicação
Dilua a calda em 25 L de água. Pulverize sobre as folhas doentes.
*Se você é agricultor orgânico certificado, antes de aplicar qualquer tipo de calda, extrato, adubo ou produto, consulte a sua certificadora.
FONTE: maneje bem
sexta-feira, 24 de julho de 2026
Um dos livros que marcaram o século XX - Primavera Silenciosa
Ao ser introduzido para uso no combate a pragas, o DDT — o mais poderoso pesticida que o mundo já conhecera — terminou por mostrar que a natureza é vulnerável à intervenção humana. A maior parte dos pesticidas é efetiva contra um ou outro tipo de insetos, mas o DDT era capaz de destruir de imediato centenas de espécies diferentes de insetos. O DDT, cujo inventor recebeu o Prêmio Nobel, tornou-se conhecido durante a II Guerra Mundial, quando foi usado pelas tropas americanas contra insetos causadores da malária. Ao mesmo tempo, na Europa, começou a ser usado sob a forma de pó, eficiente contra pulgas e outros pequenos insetos.
Quando o DDT se tornou disponível para uso também por civis, poucas pessoas desconfiavam do miraculoso produto, talvez apenas aquelas que eram ligadas a temas da natureza. Uma dessas pessoas foi o escritor E. W. Teale, que advertia: "Um spray que atua de forma tão indiscriminada como o DDT, pode perturbar a economia da natureza tanto quanto uma revolução perturba a economia social. Noventa por cento dos insetos são benéficos e, se são eliminados, as coisas em pouco tempo fogem do controle." Fonte: www.geocities.com
quarta-feira, 15 de julho de 2026
PORQUE ANALISAR O SOLO???
Usado de forma correta, a aplicação de calcário permite a maximização dos efeitos do fertilizante, tornando o solo mais produtível além de melhorar o custo beneficio na lavoura.
Em resumo, o processo é simples e acessível, se feito de forma eficiente. O primeiro passo é providenciar a análise do solo, seguida da aplicação de calcário, e depois o uso do fertilizante. Em alguns meses, após o plantio, o resultado pode ser uma colheita farta e lucrativa.
Para coletar uma analise de solo siga as instruções abaixo:
A análise do solo é o melhor meio para avaliar a fertilidade do solo. Com base nos resultados das análises é possível determinar as doses adequadas de calcário e adubo para garantir maior produtividade e lucratividade para a sua lavoura.
Para obter bons resultados com a análise é muito importante retirar as amostras corretamente. Siga as instruções e veja como é fácil.
Divida sua propriedade em glebas homogêneas, nunca superiores a 20 hectares, e amostre cada área isoladamente. Separe as glebas com a mesma posição topográfica (solos de morro, meia encosta, baixada, etc.), cor do solo, textura (solos argilosos, arenosos), cultura ou vegetação anterior (pastagem, café, milho, etc.), adubação e calagem anteriores. Em culturas perenes, leve em conta também a idade e variedade das plantas. Áreas com uma mesma cultura, mas com produtividades muito diferentes, devem ser amostradas separadamente. Identifique essas glebas de maneira definitiva, fazendo um mapa para o acompanhamento da fertilidade do solo com o passar dos anos. A retirada das amostras deve ser em caminhamento em zig-zag.
A coleta das amostras pode ser feita com um enxadão ou com trados. O trado torna a operação mais fácil e rápida.
Além disso, ele permite a retirada da amostra na profundidade correta e da mesma quantidade de terra de todos os pontos amostrados.
De cada gleba devem ser retiradas diversas subamostras, para se obter uma média da área amostrada. Para isso percorra a área escolhida em ziguezague e colete 20 subamostras por gleba homogênea. Em cada ponto, retire com o pé detritos e restos de cultura. Evite pontos próximos a cupins, formigueiros, casas, estradas, currais, estrume de animais, depósitos de adubo, calcário ou manchas de solo. Introduza o trado no solo até a profundidade de 20 cm.
A terra coletada representa uma porção de solo na profundidade de 0-20cm.
Raspe a terra da lateral do trado, aproveitando apenas a porção central.
Em áreas cultivadas em sistema de plantio direto há vários anos, é interessante a amostragem na camada de 0 a 10cm, para monitorar o acúmulo de nutrientes na superfície do solo. Entretanto, as recomendações de adubação baseadas apenas na profundidade de 0 a 10 cm, podem subestimar a necessidade de nutrientes para as culturas. As pesquisas sobre o assunto ainda não são conclusivas.
Transfira a terra do trado para um balde ou outro recipiente limpo. Repita a tradagem do mesmo modo em cada um dos 20
pontos. Quebre os torrões de terra dentro do balde, retire pedras, gravetos ou outros resíduos e misture muito bem. Essa mistura de subamostras retiradas de vários pontos de uma gleba homogênea é chamada de amostra composta.
ATENÇÃO: todas as ferramentas e recipientes usados para a amostragem e embalagem da terra devem estar limpos e, principalmente, não devem conter resíduos de calcário ou fertilizantes.
Para amostras nas quais pretende-se também analisar micronutrientes, use trado de aço e evite baldes de metal galvanizado.
Retire cerca de 300g de terra do balde e transfira para um saco de plástico limpo apropriado. Essa porção de terra (amostra composta) será enviada ao laboratório. Jogue fora o resto da terra do balde e recomece a amostragem em outra área.
Identifique a amostra de solo com o seu nome, propriedade, gleba amostrada e data. Anote em um caderno, junto com um mapa da propriedade, o número de cada amostra e o local de onde foi retirada. Essas anotações são importantes para identificar o local para aplicações de calcário e fertilizantes. Além disso, facilitam o acompanhamento da evolução da fertilidade do solo de um ano para outro.
FREQÜÊNCIA DE AMOSTRAGEM
O solo deve ser analisado pelo menos a cada 2 ou 3 anos ou com maior freqüência em solos com problemas de fertilidade ou intensamente cultivados.
http://www.calcariosolofertil.com.br/index.php/representantes/analise-de-solo
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