Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
domingo, 11 de outubro de 2026
Aprenda a fazer um minhocário - até criança aprende.
A professora de culinária infantil Márcia Aruda, com a ajuda da pequena Lena María, ensina como se faz um minhocário. Com restos de comida, caixas plásticas e algumas minhocas, ele está pronto! Aí muita gente já pensa com nojo: "minhoca? argh!", e já torce o nariz para a pobre coitada da bichinha. Mas apesar de não ser um animal tão bonito que desperte uma simpatia imediata, as minhocas tem um papel bem importante na natureza: elas produze o húmus, um tipo de adubo que é um produto da digestão dela e tem muitos nutrientes para as plantas.
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Além da compostagem: um legado real para as próximas gerações
Fonte Jornal O São Paulo
Fotos: Planta Feliz
Em 2009, quando a compostagem ainda era um tema pouco difundido no
Brasil, a hoteleira Marina Sierra decidiu deixar de enviar seus resíduos
orgânicos para o sistema de coleta de lixo. Mesmo com o acesso limitado a
informações sobre o assunto na época, ela já compreendia que a destinação
inadequada desses materiais contribui diretamente para as mudanças climáticas,
responsáveis por eventos extremos cada vez mais frequentes.
“Comecei com a compostagem doméstica, utilizando minhocas, mas percebi
que aquele modelo resolvia apenas parte do problema, pois apresentava algumas
restrições em relação aos alimentos que podiam ser compostados”, relembra
Marina.
Naquele período, ela conheceu o marido, Adriano Sgarbi. Ao compartilhar
com ele o desejo de encontrar uma solução mais ampla para os resíduos
orgânicos, recebeu a proposta de mudar-se para um sítio e ampliar o projeto. No
novo endereço, Adriano passou a estudar métodos de compostagem capazes de
receber todos os tipos de resíduos orgânicos, inclusive os de origem animal.
Foi assim que o casal chegou à compostagem termofílica, tecnologia que permite
processar resíduos vegetais e animais de forma segura e eficiente.
A chegada da filha do casal, Valentina, em 2017, fortaleceu ainda mais
esse propósito. Foi naquele momento que Marina e Adriano sentiram que era hora
de transformar o sonho em algo concreto. Nascia, então, a Planta Feliz,
iniciativa criada para deixar um legado capaz de contribuir para um mundo
melhor às futuras gerações.
DE 42
MIL METROS QUADRADOS PARA A CIDADE INTEIRA
Localizada no bairro Jardim Casa Grande, na zona Sul da capital
paulista, a Planta Feliz ocupa uma área de 42 mil metros quadrados e é o
primeiro pátio privado de compostagem da cidade a possuir a Licença de Operação
(LO) da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), autorização
ambiental que permite a uma empresa, indústria, comércio ou empreendimento
iniciar e manter suas atividades em funcionamento.
Atualmente, a Planta Feliz mantém parceria com a Prefeitura,
desenvolvida principalmente por intermédio do Polo de Ecoturismo de São Paulo,
território que abrange Parelheiros, Marsilac e a Ilha do Bororé, áreas de
grande relevância ambiental para a capital.
Por meio dessa colaboração, a Planta Feliz tem fortalecido o turismo
rural, o turismo de base comunitária e as vivências pedagógicas promovidas na
propriedade, aproximando a população da compostagem, da agroecologia e da
preservação ambiental.
“Além da destinação correta dos resíduos orgânicos, conseguimos promover
experiências práticas de educação ambiental para escolas, turistas, empresas e
grupos interessados em conhecer soluções sustentáveis aplicadas no território”,
explica Marina.
A Prefeitura também apoia a realização da Semana da Compostagem Planta
Feliz, evento anual com atividades educativas, debates, oficinas e vivências
sobre compostagem, mudanças climáticas, sustentabilidade e regeneração. Neste
ano, a programação aconteceu em maio.
QUANDO
O LIXO VOLTA A SER RECURSO
Com o projeto consolidado, a Planta Feliz oferece um serviço
especializado de coleta e compostagem para garantir a destinação ambientalmente
adequada de resíduos orgânicos gerados por escritórios, empresas, comércios,
restaurantes, escolas, clubes e eventos.
Para que o serviço seja realizado, no entanto, todo o material recebido
precisa estar corretamente segregado na origem. Isso significa que os
estabelecimentos devem manter, no mínimo, três categorias de descarte:
recicláveis secos, rejeitos destinados aos aterros sanitários e resíduos
compostáveis. Além disso, é necessário estar regularizado no Sistema Estadual
de Gerenciamento On-line de Resíduos Sólidos (Sigor), para garantir a
rastreabilidade por meio da documentação ambiental emitida pela Planta Feliz.
“Mesmo para os geradores que não possuem obrigatoriedade de
rastreabilidade, emitimos relatórios com indicadores ambientais, informando
quanto de resíduos deixou de ser enviado aos aterros sanitários, quanto deixou
de emitir gases de efeito estufa e quanto de composto orgânico foi gerado a
partir desse material”, destaca Marina.
Os resíduos passam pelo processo de compostagem termofílica e são
misturados à poda triturada. Durante o tratamento, as leiras atingem
temperaturas controladas que aceleram a decomposição da matéria orgânica,
eliminam patógenos e inviabilizam sementes. Ao final do ciclo, o que antes era
considerado lixo retorna à natureza na forma de composto orgânico. Parte desse
adubo é doada mensalmente para hortas que ajudam a abastecer a população,
fortalecendo a economia circular e a regeneração do solo.
Segundo Marina, o composto também é comercializado para todo o Brasil
por meio do Mercado Livre e em pontos parceiros em São Paulo que apoiam a
agricultura familiar, como o Instituto Chão e o Instituto Baru.
MUDANÇA
DE HÁBITOS
Outro eixo importante da iniciativa é a formação. Para Marina, mais do
que oficinas, as vivências pedagógicas realizadas com escolas, turistas,
empresas e grupos interessados em conhecer o funcionamento de um pátio de
compostagem dentro do Polo de Ecoturismo de São Paulo têm potencial para
transformar a forma como as pessoas enxergam os resíduos.
“Muitas chegam acreditando que lixo orgânico é apenas lixo e saem
entendendo que aquilo é, na verdade, um recurso capaz de regenerar o solo,
produzir alimento e reduzir impactos ambientais.”, destaca Marina.
O trabalho tem atraído visitantes de diferentes regiões do Brasil e de
outros países interessados em implantar iniciativas semelhantes. No ano
passado, por exemplo, o projeto recebeu comitivas das Filipinas e da Tanzânia
durante as agendas relacionadas à COP30.
Para os próximos anos, a meta é ampliar o acesso da população à
compostagem e fortalecer a conexão entre resíduos, regeneração do solo e
mudanças climáticas.
A iniciativa também deseja inspirar as empresas a incorporar a agenda
ESG – conjunto de critérios e práticas corporativas que aliam os aspectos
ambiental, social e de governança (Environmental,
Social, Governance). Para Marina, a destinação correta dos resíduos orgânicos precisa
fazer parte desse compromisso. Ela destaca, ainda, que a com-postagem é uma
urgência para tornar os centros urbanos mais sustentáveis e resilientes diante
dos desafios climáticos.
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Vermicompostagem: conheça as vantagens dessa técnica que reduz o lixo orgânico
equipe eCycle
A vermicompostagem é a forma de compostagem
que mais enriquece o solo!
• Produção de adubo de alta qualidade para manutenção de jardins e hortas.
| Problema | Causa | Solução | |||
| Excesso de água |
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Pouca comida
Cama precisa de ser mudada |
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terça-feira, 10 de março de 2026
FAÇA VERMICOMPOSTAGEM E PRODUZA O ADUBO MAIS NOBRE DO PLANETA
Húmus de Minhoca: o adubo orgânico mais nobre do planeta
segunda-feira, 28 de abril de 2025
Como fazer uma composteira domestica para reciclar o próprio lixo e produzir humus!
Forneço 100 unidades por R$39,00 (é o suficiente para começar)
“Comece de onde você está. Use o que você tiver. Faça o que você puder.” ARTHUR ROBERT ASHE JR
O húmus e o composto não têm cheiro, não atraem moscas e podem ser aplicados diretamente nas lavouras, campos, outras lavouras e pastagens, pois não prejudicam as plantas. Podem, também, ser armazenados durante 3 a 4 meses, desde que em local coberto e ventilado.
O húmus é a produção da minhoca. É o seu excremento. É a transformação do esterco (alimento da minhoca), no mais completo e rico adubo orgânico existente. Podemos mesmo afirmar que a minhoca é uma micro-usina de transformação.Postagem em destaque
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO?
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO? ...
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Extraído do blog cadico minhocas Muita gente me escreve dizendo: Socorro! Apareceram larvas/vermes no meu minhocário! Por que a...
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