Christiane Rodrigues Congro – Mtb-SC 00825/9
Colaboração: Carlos Salvador (estagiário)
Embrapa Clima Temperado
Contatos: (53) 3275-8113 – christiane.congro@cpact.embrapa.br
Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813


O Jasmim-dos-Poetas é uma das trepadeiras floríferas mais perfumadas e decorativas que existem. Muito apreciado em paisagismo, destaca-se pela floração intensa e pelas nuvens de flores brancas que exalam um aroma adocicado marcante, ideal para pergolados, caramanchões, cercas, muros e entradas de residências. De crescimento rápido e extremamente adaptável, é perfeito para quem deseja um visual exuberante em pouco tempo, aliado ao perfume clássico dos jasmins.
Nome científico: Jasminum polyanthum
Nome popular: Jasmim-dos-Poetas
Família: Oleaceae
Origem: China
Tipo de planta: Trepadeira perene
Crescimento: Rápido
Altura estimada adulta: 4 a 6 metros (quando conduzida)
Luminosidade: Sol pleno a meia-sombra
Ciclo: Perene
Floração: Principalmente no final do verão e outono, podendo florir também em outras épocas conforme o clima
Aroma: Forte e adocicado
Uso: Pergolados, muros, cercas, treliças, portais, jardins perfumados
O Jasmim-dos-Poetas possui folhagem verde brilhante e delicada, com ramos flexíveis que se apoiam facilmente em estruturas. Suas flores surgem em botões rosados que se abrem brancas, criando um contraste muito ornamental. A floração abundante é uma de suas maiores qualidades, atraindo polinizadores e perfumando intensamente o ambiente ao redor.
Luminosidade: Desenvolve-se melhor em sol pleno, mas tolera meia-sombra. Quanto mais luz, mais flores.
Rega: Mantê-lo em solo levemente úmido, sem encharcar. Após bem estabelecido, torna-se relativamente resistente.
Solo: Fértil, bem drenado e enriquecido com matéria orgânica.
Poda: Responde muito bem a podas de formação e limpeza, mantendo a planta vigorosa e estimulando nova brotação.
Condução: Necessário suporte (treliça, arame, pergolado) para que a planta se desenvolva como trepadeira.
Clima: Adapta-se bem a diferentes regiões do Brasil. Pode sofrer em geadas fortes, mas rebrota na primavera.
Uma das trepadeiras mais perfumadas do mundo.
Crescimento rápido, ideal para cobrir áreas grandes em pouco tempo.
Floração farta e extremamente ornamental.
Baixa exigência de manutenção e alta adaptabilidade.
Fonte: notícia MAX
A Embrapa estuda o estabelecimento de uma parceria com a empresa Raiar Orgânicos para avaliar o uso do amendoim forrageiro em sistemas de produção de ovos orgânicos, em Avaré (SP). A iniciativa busca diversificar a cobertura vegetal dos piquetes de pastejo das aves e aumentar a resiliência das pastagens contra pragas.
Atualmente, nos sistemas
de criação orgânica, as aves têm acesso diário a áreas externas por períodos de
seis a oito horas. No entanto, os piquetes disponíveis nas instalações da
empresa contam predominantemente com gramíneas, constituindo um ambiente de
monocultura. "A ideia é fazer uma pastagem biodiversa: colocar leguminosa
para aportar o nitrogênio por meio da fixação biológica por bactérias nativas
no solo e diversificar a qualidade da dieta das aves", explica o
pesquisador da Embrapa Acre, Judson Valentim, que esteve na agroindústria junto
com o analista Daniel Lambertucci, no dia 13 de agosto.
O planejamento da
iniciativa prevê a transferência de mudas de amendoim forrageiro BRS Oquira da
Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos (SP), para implantação nas áreas
experimentais a partir de outubro. Inicialmente, a pesquisa focará na avaliação
agronômica para confirmar a persistência da leguminosa em consórcio com as
gramíneas atualmente utilizadas nas pastagens. A combinação entre capim e
amendoim forrageiro visa aumentar o valor nutritivo das forrageiras e conferir
maior resiliência ao sistema, prevenindo perdas decorrentes do ataque de pragas
específicas, como a cigarrinha, que atingem apenas as gramíneas.
Após a instalação do
experimento, a equipe pretende investigar os efeitos da dieta enriquecida no
produto final. Como o amendoim forrageiro é rico em carotenoides, na segunda
etapa do trabalho, os pesquisadores pretendem analisar o impacto da leguminosa
na pigmentação da gema e na qualidade nutricional dos ovos orgânicos, com o
apoio de novas parcerias institucionais, incluindo o suporte técnico de
outras unidades da Embrapa.
A prospecção com a Raiar
Orgânicos integra o conjunto de ações do Instituto Nacional de Ciência e
Tecnologia (INCT) Superar a Tríplice Monotonia do Sistema Agroalimentar. A
agenda recente do projeto incluiu a realização do workshop de lançamento do
plano de comunicação e o balanço do primeiro ano de operação do INCT, ocorrido
no dia 12 de agosto, em São Paulo.
Durante a visita técnica
às instalações da Raiar Orgânicos, que aconteceu no dia 13 de agosto, a equipe
apresentou palestras sobre o tema e alinhou os detalhes do plano de trabalho.
A atuação da Embrapa Acre
no INCT engloba ações focadas no desenvolvimento, validação e transferência de
tecnologias em sistemas pecuários baseados em pastagens biodiversas nos biomas
Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica. A iniciativa visa promover a
transição de sistemas homogêneos para pastagens biodiversas nos biomas
brasileiros, hoje dominadas pelo gênero Urochloa (Brachiaria), por meio
do consórcio de gramíneas com leguminosas e da expansão do Sistema Guaxupé, com
foco em propriedades de produtores familiares.
Além das pesquisas
agronômicas e do desenvolvimento de produtos, como uma colhedora mecânica de
sementes de amendoim forrageiro, o projeto prevê ações de valorização da
cultivar BRS Mandobi, propagada por sementes, e uma ampla estratégia de
capacitação e transferência de tecnologia. Estão previstas a implantação de
Unidades de Referência Tecnológica (URTs), a produção de cursos na modalidade
EAD e de materiais audiovisuais, além da realização de eventos, como o III
Simpósio Internacional sobre o Uso de Leguminosas em Pastagem (SIMPLEG),
previsto para novembro de 2028, em Rio Branco-AC.
Fonte: site safra viva
O amendoim forrageiro (Arachis pintoi e Arachis repens) é uma leguminosa perene de crescimento rasteiro, nativa do nosso Brasil.
Como se pode imaginar, esta plantinha poderosa é parente do amendoim, comumente conhecida como amendoim bravo ou grama amendoim.
Sim, esta é aquela “graminha” florida que deixa qualquer gramado mais bonito e atraente.
Só que o seu valor é muito maior que o ornamental: o amendoim forrageiro é excelente solução para fixar nitrogênio em solos pobres, sendo usada como adubação verde.
Além disso, é claro, o amendoim forrageiro é fonte de alimento para o gado, com alto valor nutritivo e baixo custo.
Acompanhe o passo a passo para o plantio que preparamos para você:
O amendoim forrageiro gosta de sol e água, mas a boa notícia é que esta espécie tem demonstrado ampla adaptação a diferentes condições de clima e solo, sendo cultivada do sul do país até a Amazônia.
Mas então quando plantar amendoim forrageiro? Escolha realizar o plantio entre os meses de setembro e março, isto é, durante o período chuvoso.
O amendoim forrageiro é pouco exigente quanto à fertilidade do solo.
Desenvolve-se bem em solos sujeitos a encharcamento, como os de várzeas, mas também se adapta a solos bem drenados e com maiores períodos de déficit hídrico.
A adubação e a calagem (se necessário for) depende primeiramente da análise de solo. Saiba aqui como coletar amostras de solo e garantir análises mais precisas
Se você vai fazer o plantio em novas áreas, prepare o solo de maneira completa, ou seja, fazendo aração e gradagem.
Isso é importante para oferecer maior contato entre a semente e o solo e também controlar as espécies de invasoras presentes.

A propagação do amendoim forrageiro pode ser feita de duas maneiras: por sementes e por estolões, que são as ramificações espontâneas da planta.
Se optar por sementes, saiba que você vai precisar de 10 a 12 kg por hectare.
E aqui vai uma dica: no caso de plantio com máquina plantadeira, aproveite para misturar as sementes com uma parte do superfosfato simples recomendado na análise do solo.
Já o plantio por estolões deve ser feito com segmentos de ramos com cerca de 20 cm de comprimento.
Para o plantio em sulcos, utilize 5 a 8 cm de profundidade, com espaçamento entre eles de 1 metro.
Para o plantio em covas, adote a profundidade de 5 a 10 cm e a largura de 15 a 20 cm, abertas com um espaçamento de aproximadamente 1,0 m entre linhas e 0,5 m entre covas.
Posicione as mudas no sulco ou na cova de modo a enterrar apenas ¾ delas.
Para o plantio em pastagens já estabelecidas com forrageiras gramíneas, faça o rebaixamento do pasto por meio do pastejo ou pelo roço.
Em seguida, com a ajuda de um enxadão, espeque de madeira ou terçado, abra covas no solo descoberto, entre as touceiras do capim.
Depois, pegue um pedaço de estolão da leguminosa, com aproximadamente 20 cm de comprimento e insira na cova, compactando o solo com o pé.
Por fim, vede o pasto por cerca de 30 dias.
Depois da germinação das forrageiras, em caso de consórcio, você vai precisar fazer um manejo de formação por meio de um pastejo leve, com o objetivo de uniformizar a área, favorecer o perfilhamento da gramínea e, com o maior consumo desta, garantir o estabelecimento da leguminosa.
Portanto, faça o primeiro pastejo de 2 a 3 meses após o plantio do amendoim forrageiro, para reduzir a concorrência da gramínea e favorecer o estabelecimento da leguminosa.
Sendo assim, o pastejo pode ser de um ou dois dias, com alta carga animal.
No manejo, cada detalhe conta : Confira clicando aqui técnicas de adubação eficientes
Capriche na adubação de cobertura, especialmente no início da brotação, pois os nutrientes que as plantas recebem nesses momentos fazem toda a diferença na energia que elas serão capazes de dar ao gado.
Com esse propósito, os bioestimuladores têm papel fundamental na aceleração da brotação, o que vai reduzir o ciclo da planta, refletindo-se em maior produtividade em menos tempo. Isso é o que garante o sucesso em toda a cadeia produtiva. Para garantir a adubação correta, comece com uma amostragem gratuita de solo profissional.

As nossas dicas fizeram sentido para você? Ficou com alguma dúvida? Vamos fazer, juntos, um cultivo de sucesso!

2. As caixas furadas são as caixas digestoras, é nelas que o seu lixo será processado pelas minhocas. Encaixe a primeira caixa digestora por cima da caixa coletora.
O mirtilo é nativo da América do Norte: Estados Unidos e Canadá, onde é denominado blueberry, também, onde se produz e consome 90% do mirtilo do mundo. No final da década passada uma série de estudos realizados por universidades norte americanas colocam essa fruta como a de maior poder antioxidante associado a isto uma série de propriedades nutracêuticas. A partir daí seu consumo como fruta fresca tem aumentado em todo o mundo. Esse cenário tem levado o mercado norte americano oferecer frutas frescas aos consumidores durante todo ano. Por ser uma fruta de curta vida de conservação a alternativa de ofertar ao mercado todo o ano é importar fruta do hemisfério sul. O Chile tem sido o principal produtor, com uma área superior a 2.000ha de cultivo, atingindo um volume de exportação de fruta fresca em torno de 6.000 toneladas. Mais recentemente, a Argentina e o Uruguai, também se inseriram como produtores e exportadores de mirtilo, com uma área em torno de 1.500ha e 500ha respectivamente, com plantios crescentes a cada ano. Nesses países predominam os plantios dos grupos highbush e southern highbush Na Europa o consumo de mirtilo tem crescido muito. O crescimento da produção é limitado pelo clima e pela escassa e cara mão de obra dos países europeus. Existe uma grande demanda pelo mirtilo e outras pequenas frutas por países europeus.
No Brasil, estima-se uma a área de cultivo de mirtilo ao redor de 100 ha, sendo 30 ha em Vacaria ( predominando highbush), 20 ha na região de Caxias do Sul (predominando rabitteye) e 10 ha na região de Pelotas (predominando rabitteye). O restante da área de cultivo está disperso em pequenos pomares em outros municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais.
O mirtilo, nos últimos anos, tem ganhado as prateleiras dos supermercados nos mais diversos produtos industrializados, o que tem aumentado a demanda pela fruta congelada. Mas, a maior parte da produção é comercializada na forma de fruta “in natura”. O apelo nutricional e terapêutico (nutraceutico), destacando o mirtilo e as frutas vermelhas como alimentos funcionais, capaz de prevenir e controlar determinadas doenças, tem atraído as pessoas para o consumo dessas frutas. A fruta produzida para o mercado “in natura” e congelada no Brasil, tem como principal produtor o município de Vacaria. Essa produção tem sido exportada em pequenos volumes para países europeus. Sabe-se também, que existe a importação de determinados volumes, principalmente de fruta congelada para processamento industrial. Na região da Serra Gaúcha e Serra da Mantiqueira, nos estados de São Paulo e Minas Gerais existem pequenos cultivos para atender a demanda de fruta fresca nas regiões metropolitanas de Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte.
Não se encontram muitos dados sobre a produção, consumo e comercialização de mirtilo no Brasil, nem mesmo sobre volumes importados e exportados. No entanto, percebe-se, que a oferta no Brasil parece ser menor que a demanda, e os preços são compensadores aos produtores. Na região de Vacaria e na Serra Gaúcha, pequenos produtores, recebem em torno de R$ 10,00 a R$15,00 pelo quilo da fruta fresca, podendo chegar a R$ 20,00/quilo, quando vendida sem intermediação.Lista de culturas: Acerola, Berinjela, Lentilha, Ervilha, Maçã, Salsa, Batata-doce, Trigo, Algodão, Batata, Couve-flor, Manga, Pera, Tomate, Alfafa, Pimenta, Pimentão, Cacau, Couve, Grão-de-bico, Morango, Pepino, Soja, Brócolis, Cebolinha, Milho, Amendoim, Citrus, Melão
Extrato de folhas de Mamoeiro para controle de Pulgão em diversas culturas.
Ingredientes
1 Kg de folhas do mamoeiro picada; 5 L de água; 250g de sabão.
Modo de Preparo
Triture as folhas, loque em 1 L de água e bata em um liquidificador. Coe a calda e adocione 4 L de água com sabão.
Aplicação
Dilua a calda em 25 L de água. Pulverize sobre as folhas doentes.
*Se você é agricultor orgânico certificado, antes de aplicar qualquer tipo de calda, extrato, adubo ou produto, consulte a sua certificadora.
FONTE: maneje bem
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO? ...