A physallis, Cape gooseberry ou lanterna chinesa (Physalis peruviana) é da família Solanaceae, juntamente com o tomate. É um arbusto perene que produz flores brancas, seguidos de bagas comestíveis, laranja envolto em uma casca finas. Plantas de Physallis têm geada-curso, mas podem ser overwintered em uma casa verde ou mesmo em ambientes fechados. O fruto tem sabor algo como um cruzamento entre um morango e um tomate e é ligeiramente ácido.
Instruções
Coisas que você precisa
Bandeja de sementes
Envasamento compost
potes de 6 polegadas
Estacas de jardim
Semear sementes de physallis na Primavera, diretamente sobre a superfície do composto envasamento úmido em uma bandeja rasa. Cobrir com uma camada fina, escassa do composto peneirada somente 1/8 de uma polegada de espessura. Manter a bandeja em um lugar quente e luminosa, como uma janela, até que as sementes germinam. Semear sementes mais do que o esperado para precisa como a taxa de germinação de sementes de physallis é baixa. Em áreas tropicais as sementes podem ser semeadas diretamente sobre o solo do jardim.
Transplante as mudas em potes individuais de 6 polegadas, uma vez que eles são grandes o suficiente para lidar com. Manter os potes em uma casa verde ou cloche dar-lhes uma vantagem inicial protegida enquanto ele ainda está demasiado frio para plantar em jardim.
Prepare um patch do solo para suas plantas de physallis depois que todos os perigo de geada tiver passado. Eles preferem condições de sol e solo bem drenado, ligeiramente ácido, mas não estão confusos sobre o tipo de solo. Solos pobres mesmo podem produzir mais frutos como muitos nutrientes incentivar as plantas para a produção de folhas ao invés de fruta.
Transplante de mudas fora para o jardim depois de sete semanas. Deixe pelo menos 12 centímetros entre plantas, mais se você planeja permitir que eles fiquem grandes. Coloque uma estaca ao lado de cada planta quando você primeiro planta-las para evitar danos de raiz posterior. Plantas de Physallis não precisa stakes, mas apoio facilita a colheita da fruta.
Aperte as dicas crescente de suas plantas de physallis uma vez que eles são 12 polegadas de altura para incentivar o crescimento espesso e aumentam o rendimento dos frutos.
Existe cerca de 1,5 mil espécie de pulgões que atacam as mais diversas espécies de plantas cultivadas.
Os pulgões são pequenos insetos sugadores de seiva elaborada e que prejudicam as culturas não apenas pela sucção de seiva, mas pela inoculação de toxinas e transmissão de viroses, esta última sendo o dano mais sério.
Nas condições do Brasil os pulgões se reproduzem exclusivamente por partenogênese telítoca, na qual fêmeas produzem larvas fêmeas sem o concurso dos machos.
Certas espécies de pulgões como Aphis nerii são capazes de atacar plantas tóxicas como a espirradeira Nerium oleander e a erva invasora Asclepias curassavica. O organismo dessa espécie de pulgão tem a capacidade de seqüestrar esses princípios tóxicos e de usá-los como mecanismo de defesa contra os inimigos naturais. O pulgão Brevicoryne brassicae é capaz de desativar a toxina sinigrina presente nas crucíferas (couve, repolho, nabo, rabanete) das quais se alimenta.
Algumas espécies de pulgões se especializaram como formadores de galhas que podem se constituir a partir do enrolamento das folhas ou formação de tumores induzidos pelos hormônios de crescimento produzidos por esses insetos. É o caso da filoxera Daktulosphaira vitifoliae que provoca a formação de galhas em folhas e raízes da videira. As formas aladas da filoxera voam para as folhas da videira, onde depositam ovos. Desses nascem as larvas formadoras de galhas. Completando o desenvolvimento, a filoxera sai da galha e desce pelos ramos da planta até chegar às raízes, onde forma novas galhas em forma de nodosidades. Para o controle da filoxera é recomendado que se use porta-enxertos resistentes. Mesmo assim a filoxera consegue se estabelecer na videira enxertada, atacando somente a parte aérea suscetível. Todavia seus danos são menores que no caso do comprometimento das raízes. Embora protegidos no interior das galhas, os pulgões ainda são atacados pelos inimigos naturais especializados em perseguí-los dentro dessas estruturas.
É bastante conhecida a relação de mutualismo que os pulgões estabelecem com formigas: enquanto os primeiros fornecem substâncias açucaradas que secretam às formigas, estas os defendem contra a aproximação de seus inimigos naturais e os carregam para colonizarem novas plantas.
Na tabela (veja no final do texto como visualizar este artigo em PDF) encontram-se as principais viroses em plantas e as espécies de pulgões que as transmitem.
Os pulgões são capazes de desenvolver resistência contra pesticidas químicos como os organofosforados e carbamatos. As espécies mais estudadas com relação a esse aspecto são os pulgões Myzus persicae e Aphis gossypii. O desenvolvimento de resistência é facilitado pela aplicação repetida do mesmo agroquímico na cultura.
Como os pulgões possuem numerosas espécies de inimigos naturais representados pelos parasitóides e predadores, valeria a pena realizarem-se esforços para substituir o controle químico pelo biológico, viabilizando-se a criação massal e o fornecimento de inimigos naturais aos agricultores.
O controle biológico clássico de pulgões, que alcançou expressivo sucesso no Brasil é o dos pulgões do trigo pertencentes às espécies Metopolosiphium dirhodum (pulgão da folha), Sitobium avenae (pulgão da espiga e da folha), Schyzaphis graminum (pulgão da espiga e da folha), Rhopallosiphum padi (pulgão da folha e da bainha) e R. rufioabdominale (pulgão da raiz). Para o controle biológico dos mesmos foram introduzidas 12 espécies de parasitóides trazidos da Europa e da Ásia, dos quais apresentaram melhor sucesso quanto ao estabelecimento Aphidius colemani, A. ropalosiphi, A. uzbekistanus, A. ervi, Diaeretiella rapae, Praon volucre e Ephedius plagiator. Essas introduções foram necessárias pois as pragas do trigo (planta originária do Velho Mundo) foram introduzidas no Brasil desacompanhadas de seus inimigos naturais nativos.
O parasitóide Lysephlebus testaceipes foi introduzido com sucesso nos países do Mediterrâneo para controle dos pulgões dos citros Toxoptera spp.
O parasitismo é estabelecido quando a vespa fêmea deposita o ovo no interior do organismo do pulgão. A larva que eclode do ovo se desenvolve alimentando-se da hemolinfa e dos tecidos internos do hospedeiro. Finda a fase larval do parasitóide, o pulgão já está morto e transformado em múmia. A pupa do parasitóide se forma no interior da múmia e a vespa adulta emerge abrindo um orifício na parede da múmia. Pulgões novos, quando parasitados, morrem sem chegar à idade adulta; os que chegam a esse estágio produzem menor número de descendentes. Com o parasitismo ocorre degeneração dos ovários do pulgão, cessando a formação dos embriões. São predadores de pulgões coleópteros, dípteros, neurópteros, heterópteros, himenópteros e aranhas.
Existem mais de 5 mil espécies de coccinelídeos (insetos da família dos coleópteros) que são predadores de pulgões e são encontrados em quase todas as partes do mundo. Larvas jovens de pulgões são mais vulneráveis ao ataque de coccinelídeos.
Os neurópteros das famílias Chrysopidae e Hemerobiidae são encontrados também em quase todas as partes do mundo. Suas larvas são predadores ativos de pulgões, chegando a destruir 25 pulgões/dia. Um casal e seus descendentes são capazes de destruir 4 milhões de pulgões/ano. As larvas dos dípteros das famílias Syrphidae e Cecidomyiidae chegam a destruir mais de 500 pulgões durante esse estágio.
Maria Aico Watanabe
Embrapa Meio Ambiente
* Este artigo foi publicado na edição número 07 da revista Cultivar Hortaliças e Frutas, de abril/maio de 2001.
* Confira este artigo, com fotos e tabelas, em formato PDF. Basta clicar no link abaixo:
A Embrapa Clima Temperado, juntamente com outras Unidades do Sul do Brasil, participa da Expointer 2010 e apresenta na Casa da Embrapa,
as últimas novidades em ciência e tecnologia para o setor agropecuário,
apresentados por meio de impressos, audiovisuais e degustações que
ocorrem ao longo da feira. Dentre os produtos desenvolvidos pela
pesquisa, destaca-se o húmus líquido, que está sendo apresentado ao
público nessa edição do evento, em Esteio
.
Segundo o pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Gustavo Schiedeck, a utilização de fertilizantes orgânicos alternativos com
alto valor nutricional e biológico é uma das principais demandas dos
horticultores que optam por uma produção de base ecológica. Ele destaca
que a aplicação do húmus de minhoca é complexa em adubações de pós-plantio nos cultivos com
cobertura morta, podendo se tornar um agente disseminador de sementes
de plantas espontâneas, especialmente quando o esterco é proveniente de
diferentes áreas.
Devido a este aspecto, Gustavo defende a aplicação do húmus líquido
na adubação orgânica aplicada em hortaliças. Este novo fertilizante é composto principalmente por húmus de minhoca, porém seu diferencial é a adição de água em sua composição.
“Para cada 100 litros de húmus líquido, em concentração aproximada de
10% na relação entre sua massa e seu volume, é necessária a utilização
de 20 kg de húmus sólido adicionados à água preferencialmente sem
cloro”, salientou Schiedeck.
Preparada a mistura, o húmus líquido deve ser agitado durante dois ou
três dias, pelo menos uma vez a cada 24 horas, para que os nutrientes
possam ser liberados para a água. Após este período, o fertilizante deve
ser deixado em repouso para que as partículas sólidas que ainda possam
estar presentes em sua constituição se dirijam ao fundo do recipiente. A
próxima etapa do processo é a filtragem das partículas mais finas que
ainda possam ser encontradas em suspensão.
A filtragem pode ser realizada tanto com filtros de areia como com
filtros de discos. Quando a escala de húmus líquido não for elevada,
pode-se realizar uma filtragem simples, utilizando um recipiente coberto
no fundo com uma tela ou
tecido de seda que retenha as partículas em suspensão, incluindo
sementes que possam entupir os gotejadores das hortas.
Segundo o pesquisador, o húmus líquido pode ser aplicado em
hortaliças via sistema de irrigação através do Tuboventure, equipamento
que mistura o fertilizante à água que será destinada à irrigação das
plantas. Durante este processo, a entrada de água nos canos de irrigação
é desviada até o Tuboventure, onde o húmus líquido será automaticamente
misturado à água para posteriormente ser aplicado nas hortas através
dos gotejadores. Schiedeck ressalta que nas hortas de morango da Embrapa
Clima Temperado é utilizado 1 l/m2 de húmus líquido a cada quinzena,
sendo colhido, em média, 1 kg de frutas em áreas onde há a aplicação do
fertilizante.
Outro aspecto favorável à utilização do húmus líquido é a
reutilização do material obtido após a filtragem de suas partículas
finas em outras adubações, pois, mesmo contendo menos nutrientes do que o
material original, sua eficácia como fertilizante ainda é significativa.
Christiane Rodrigues Congro – Mtb-SC 00825/9
Colaboração: Carlos Salvador (estagiário) Embrapa Clima Temperado
Contatos: (53) 3275-8113 – christiane.congro@cpact.embrapa.br
Com a chegada do frio, o agricultor precavido sabe que está chegando a hora correta. Começa a amolar as ferramentas, limpa as lâminas impregnadas de ferrugem por estarem guardadas desde o ano anterior, engraxa a mola da tesoura e afia o serrote. O ritual do corte está para começar. Todo ano é a mesma coisa. Mas porque fazer ? Por que deixar esse ao aquele ramo ? Qual o verdadeiro objetivo da Poda ? Devo ou não devo cortar ?
Essas são perguntas que mais ouvimos desde um simples possuidor de uma fruteira de fundo de quintal até um grande fruticultor. Mas quais são as finalidades desta habilidosa arte milenar, a poda, que dela depende em grande parte a explosão da vida na primavera que virá a seguir, a fartura e a qualidade da colheita de qualquer pomar.
Muito embora seja praticada para dirigir a planta segundo a vontade do homem, como no campo da estética em algumas árvores, arbustos e jardins ornamentais, em fruticultura, ela é utilizada para regularizar a produção e melhorar a qualidade dos frutos.
A poda é umas das práticas culturais mais antigas realizadas em fruticultura que, juntamente com outras atividades não menos importantes, torna o pomar muito mais produtivo.
Alguns autores chegam a citar a poda como uma espécie de bisavó da enxertia e da hibridização, citando que foi um jumento que, devorando os sarmentos de uma videira, deu aos nauplianos a idéia de podá-la. Verdade ou não, o fato é que ela se tornou imprescindível no manejo de pomares frutíferos, principalmente.
CONCEITOS E IMPORTÂNCIA DA PODA:
Existem diversos conceitos para o termo poda dentre os quais:
- É o conjunto de cortes executados numa árvore, com o objetivo de regularizar a produção, aumentar e melhorar os frutos, mantendo o completo equilíbrio entre a frutificação e a vegetação normal;
- É a arte e a técnica de orientar e educar as plantas, de modo compatível com o fim que se tem em vista;
- É a técnica e a arte de modificar o crescimento natural das plantas frutíferas, com o objetivo de estabelecer o equilíbrio entre a vegetação e a frutificação.
- É a remoção metódica das partes de uma planta, com o objetivo de melhorá-la em algum aspecto de interesse do fruticultor.
Poderíamos continuar com vários conceitos, mas como podemos notar, tudo se resume em cortar para direcionar e equilibrar. Com uma boa filosofia de interpretação, podemos até considerar a poda como uma autêntica cirurgia. Quando a decisão foi de podar, é porque todos os parâmetros indicaram que ela é necessária. Mas qual é a importância de se podar ?
A importância de se podar varia de espécie para espécie, assim poderá ser decisiva para uma, enquanto que para outra, ela é praticamente dispensável. Com relação à importância, as espécies podem ser agrupadas em:
O podador, deverá fazer uso de seus conhecimentos e habilidades, onde um gesto seguro reflete a convicção de quem acredita que a interferência humana é imprescindível para modelar um pomar. Na natureza, as plantas crescem sem qualquer modelamento, buscam sempre a tendência natural de crescerem em direção à luz, tomando a forma vertical, e com isso perdem a regularidade de produção.
Toda a importância da arte de usar a tesoura, não está em simplesmente cortar esse ou aquele ramo, dessa ou com aquela espécie. Cada fruteira tem o seu hábito específico de frutificação, tendo conseqüentemente, exigência muito diversa quanto à poda. E quanto a isso, devemos então entender o básico de como funciona a planta frutífera, para adaptarmos a cada espécie que pretendemos podar. Com citamos anteriormente, o podador assemelha-se a um cirurgião, e como tal, não opera sem entender como funciona o organismo que ele está lidando.
O Jasmim-dos-Poetas é uma das trepadeiras floríferas mais perfumadas e decorativas que existem. Muito apreciado em paisagismo, destaca-se pela floração intensa e pelas nuvens de flores brancas que exalam um aroma adocicado marcante, ideal para pergolados, caramanchões, cercas, muros e entradas de residências. De crescimento rápido e extremamente adaptável, é perfeito para quem deseja um visual exuberante em pouco tempo, aliado ao perfume clássico dos jasmins.
Ficha Técnica da Espécie
Nome científico:Jasminum polyanthum Nome popular: Jasmim-dos-Poetas Família: Oleaceae Origem: China Tipo de planta: Trepadeira perene Crescimento: Rápido Altura estimada adulta: 4 a 6 metros (quando conduzida) Luminosidade: Sol pleno a meia-sombra Ciclo: Perene Floração: Principalmente no final do verão e outono, podendo florir também em outras épocas conforme o clima Aroma: Forte e adocicado Uso: Pergolados, muros, cercas, treliças, portais, jardins perfumados
Características da planta
O Jasmim-dos-Poetas possui folhagem verde brilhante e delicada, com ramos flexíveis que se apoiam facilmente em estruturas. Suas flores surgem em botões rosados que se abrem brancas, criando um contraste muito ornamental. A floração abundante é uma de suas maiores qualidades, atraindo polinizadores e perfumando intensamente o ambiente ao redor.
Como cultivar
Luminosidade: Desenvolve-se melhor em sol pleno, mas tolera meia-sombra. Quanto mais luz, mais flores.
Rega: Mantê-lo em solo levemente úmido, sem encharcar. Após bem estabelecido, torna-se relativamente resistente.
Solo: Fértil, bem drenado e enriquecido com matéria orgânica.
Poda: Responde muito bem a podas de formação e limpeza, mantendo a planta vigorosa e estimulando nova brotação.
Condução: Necessário suporte (treliça, arame, pergolado) para que a planta se desenvolva como trepadeira.
Clima: Adapta-se bem a diferentes regiões do Brasil. Pode sofrer em geadas fortes, mas rebrota na primavera.
Diferenciais para paisagismo
Uma das trepadeiras mais perfumadas do mundo.
Crescimento rápido, ideal para cobrir áreas grandes em pouco tempo.
Floração farta e extremamente ornamental.
Baixa exigência de manutenção e alta adaptabilidade.
A Embrapa estuda o
estabelecimento de uma parceria com a empresa Raiar Orgânicos para avaliar o
uso do amendoim forrageiro em sistemas de produção de ovos orgânicos, em Avaré
(SP). A iniciativa busca diversificar a cobertura vegetal dos piquetes de
pastejo das aves e aumentar a resiliência das pastagens contra pragas.
Atualmente, nos sistemas
de criação orgânica, as aves têm acesso diário a áreas externas por períodos de
seis a oito horas. No entanto, os piquetes disponíveis nas instalações da
empresa contam predominantemente com gramíneas, constituindo um ambiente de
monocultura. "A ideia é fazer uma pastagem biodiversa: colocar leguminosa
para aportar o nitrogênio por meio da fixação biológica por bactérias nativas
no solo e diversificar a qualidade da dieta das aves", explica o
pesquisador da Embrapa Acre, Judson Valentim, que esteve na agroindústria junto
com o analista Daniel Lambertucci, no dia 13 de agosto.
O planejamento da
iniciativa prevê a transferência de mudas de amendoim forrageiro BRS Oquira da
Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos (SP), para implantação nas áreas
experimentais a partir de outubro. Inicialmente, a pesquisa focará na avaliação
agronômica para confirmar a persistência da leguminosa em consórcio com as
gramíneas atualmente utilizadas nas pastagens. A combinação entre capim e
amendoim forrageiro visa aumentar o valor nutritivo das forrageiras e conferir
maior resiliência ao sistema, prevenindo perdas decorrentes do ataque de pragas
específicas, como a cigarrinha, que atingem apenas as gramíneas.
Após a instalação do
experimento, a equipe pretende investigar os efeitos da dieta enriquecida no
produto final. Como o amendoim forrageiro é rico em carotenoides, na segunda
etapa do trabalho, os pesquisadores pretendem analisar o impacto da leguminosa
na pigmentação da gema e na qualidade nutricional dos ovos orgânicos, com o
apoio de novas parcerias institucionais, incluindo o suporte técnico de
outras unidades da Embrapa.
INCT Superar a
Tríplice Monotonia Alimentar
A prospecção com a Raiar
Orgânicos integra o conjunto de ações do Instituto Nacional de Ciência e
Tecnologia (INCT) Superar a Tríplice Monotonia do Sistema Agroalimentar. A
agenda recente do projeto incluiu a realização do workshop de lançamento do
plano de comunicação e o balanço do primeiro ano de operação do INCT, ocorrido
no dia 12 de agosto, em São Paulo.
Durante a visita técnica
às instalações da Raiar Orgânicos, que aconteceu no dia 13 de agosto, a equipe
apresentou palestras sobre o tema e alinhou os detalhes do plano de trabalho.
A atuação da Embrapa Acre
no INCT engloba ações focadas no desenvolvimento, validação e transferência de
tecnologias em sistemas pecuários baseados em pastagens biodiversas nos biomas
Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica. A iniciativa visa promover a
transição de sistemas homogêneos para pastagens biodiversas nos biomas
brasileiros, hoje dominadas pelo gênero Urochloa (Brachiaria), por meio
do consórcio de gramíneas com leguminosas e da expansão do Sistema Guaxupé, com
foco em propriedades de produtores familiares.
Além das pesquisas
agronômicas e do desenvolvimento de produtos, como uma colhedora mecânica de
sementes de amendoim forrageiro, o projeto prevê ações de valorização da
cultivar BRS Mandobi, propagada por sementes, e uma ampla estratégia de
capacitação e transferência de tecnologia. Estão previstas a implantação de
Unidades de Referência Tecnológica (URTs), a produção de cursos na modalidade
EAD e de materiais audiovisuais, além da realização de eventos, como o III
Simpósio Internacional sobre o Uso de Leguminosas em Pastagem (SIMPLEG),
previsto para novembro de 2028, em Rio Branco-AC.
O pé de uva é chamado de videira, parreira ou vinha. No Brasil, são várias as espécies cultivadas que podem ser consumidas in natura (consumo natural das bagas) ou na confecção de vinhos secos e suaves. Para o consumo natural, a uva mais cultivada é a espécie Vitis labrusca, seu nome popular é Niagara rosada e Niagara branca. A Niagara Rosada é aquela uva comercializada, normalmente, na beira de estrada. Outras uvas cultivadas em casa são a Bordô, a Concord e a Itália.
Benefícios do consumo da uva
As uvas possuem diversas propriedades benéficas à saúde. Elas protegem o sistema circulatório e o coração; têm propriedades antioxidantes, o que significa que impedem a ação de radicais livres no organismo; apresentam características antiinflamatórias; inibem a aglomeração das plaquetas sangüíneas, reduzindo os riscos de ocorrência de infartos e derrames; além de impedir alguns processos desencadeadores do câncer. A fruta ainda é boa fonte de vitamina C e complexo B, rica em minerais como magnésio, enxofre, ferro, cálcio e fósforo, indispensáveis a uma boa saúde.
Fonte da Foto: gardener.blogg.se
Efeito ornamental da videira
Muito valorizadas por seus frutos que há milênios oferecem alimento e vinho ao homem, as videiras também podem ter uso ornamental e serem bem aproveitadas em jardins domésticos. Ao serem mantidas sobre caramanchões ou pergolados, essas trepadeiras podem adicionar altura em projetos de paisagismo e ainda prover sombra no verão. Além disso, dependendo da espécie escolhida e das condições de plantio, as parreiras de uvas podem gerar deliciosos frutos. Se o objetivo é somente produzir sombra, o melhor são as plantas que comercialmente são utilizadas como porta enxertos. Entre as variedades indicadas para regiões tropicais estão a IAC 572 Jales, a IAC 313 Tropical e a IAC 766 Campinas. Para regiões mais frias, as variedades mais apropriadas são a Paulsen 1103, a SO4, Solferino e a Kober 5BB.
Fonte da foto: zielonyfront.pl
Condução da videira
Por ser trepadeira, a cultura precisa de suporte para a sustentação dos ramos. A latada ou pérgola é formada por malhas suspensas a cerca de dois metros do chão. As plantas são, assim, conduzidas na horizontal, o que permite um melhor desenvolvimento foliar, maior formação de sombras e alta produção de frutos.
Fonte da foto: florafind.mainegardens.org
Poda de produção da videira
A poda é uma técnica usada para estimular a planta a produzir novas brotações a partir de gemas dormentes. A videira inicia sua produção após 3 anos de plantio. Nestes primeiros 3 anos ela desenvolve raízes para absorção de nutrientes e ramos vegetativos que irão sustentar os cachos produzidos. Após 3 anos de cultivo ela têm condições nutricionais para iniciar a sua produção, produzindo poucos cachos. Com o passar dos anos, essa produção aumenta até estabilizar na fase adulta da planta. Porém, se, após o início da produção não for feita a poda, a planta tende a produzir cada vez menos cachos. Isso ocorre pelo fato da planta produzir cachos apenas em ramos novos.
Fonte da foto: sagebud.com
Passo 01 - Desenvolvimento da videira
Para a videira produzir cachos é importante que seja feita uma boa adubação nutricional. Para o plantio da muda da videira deve-se fazer a cova 3 vezes maior o torrão da muda, encher a cova com um condicionador de solo "Classe A" misturado a 300 gramas do NPK formulação 04-14-08, plantar a muda sem desfazer o torrão, apertar em volta para que ela fique fixa e molhar em seguida. Após o plantio, deve-se iniciar a adubação foliar utilizando um fertilizante para o enraizamento e intercalar com uma formulação para o crescimento, ou seja, aplica-se, com um pulverizador nas folhas da videira, 1 vez por semana a formulação de enraizamento e na semana seguinte a formulação de crescimento. Este tratamento visa acelerar o crescimento da videira. Durante a época das chuvas, deve-se aplicar ao redor do pé da videira cerca de 100 gramas do NPK formulação 20-05-20 para o crescimento e desenvolvimento da planta. Após essa aplicação de NPK, a adubação foliar pode ser resumida apenas ao fertilizante de crescimento aplicado 1 vez a cada 15 dias.
Fonte da Foto: www.alltomtradgard.se
Passo 02 - Poda de produção
Após 3 anos de crescimento a videira está apta à produção. A poda deve ser feita no período de dormência da planta, final do inverno ou início da primavera. Para identificação desse período, a videira deverá estar quase sem folhas. Deve-se contar 12 gemas a partir do enxerto e podar em forma de bisel com uma tesoura de poda afiada e esterilizada em fogo brando. No corte você deve polvilhar canela em pó (a mesma utilizada no arroz doce) para a cicatrização e impedimento da entrada de pragas e doenças. Plantas mais velhas e já estruturadas no pergolado seguem o mesmo princípio. A contagem das gemas deve ser feita sob o pergolado, para não desestruturar a planta durante o desenvolvimento dos ramos de produção.
Fonte da foto: davethegardenguy.typepad.com
Passo 03 - Poda de manutenção e limpeza
É importante podar os ramos que crescem no porta enxerto, das raízes e na base o solo. Estes ramos "roubam" a energia que o ramo principal utilizaria para o seu crescimento e a produção dos cachos. Deve-se deixar apenas o caule principal. Deve-se podar também galhos secos e aqueles que crescem fora da estrutura principal do pergolado. É importante manter a linha de crescimento e estruturação do pergolado.
Fonte da foto: napaprivatetours.com
Passo 04 - Adubação de produção
Todo ano, após a poda produção, deve ser feito uma adubação de produção, ou seja, é preciso dar nutrientes para que a videira produza mais cachos. Essa adubação deve ser feita utilizando-se o NPK granulado formulação 20-05-20 no pé da planta. Deve-se espalhar 300 gramas no pé da planta no 1º ano de produção ou 3º ano de vida; 400 gramas no 2º ano de produção; 500 gramas no 3º ano e assim, suscesssivamente, até estabilizar no 10º ano com 1 Kg do NPK. É importante que o produto seja muito bem espalhado sobre o solo para que no momento da sua diluição em água, uma maior gama de raízes absorva os nutrientes.
O amendoim forrageiro (Arachis pintoi e Arachis repens) é uma leguminosa perene de crescimento rasteiro, nativa do nosso Brasil.
Como se pode imaginar, esta plantinha poderosa é parente do amendoim, comumente conhecida como amendoim bravo ou grama amendoim.
Sim, esta é aquela “graminha” florida que deixa qualquer gramado mais bonito e atraente.
Só que o seu valor é muito maior que o ornamental: o amendoim forrageiro é excelente solução para fixar nitrogênio em solos pobres, sendo usada como adubação verde.
Além disso, é claro, o amendoim forrageiro é fonte de alimento para o gado, com alto valor nutritivo e baixo custo.
Acompanhe o passo a passo para o plantio que preparamos para você:
1. Atente-se às condições climáticas
O amendoim forrageiro gosta de sol e água, mas a boa notícia é que esta espécie tem demonstrado ampla adaptação a diferentes condições de clima e solo, sendo cultivada do sul do país até a Amazônia.
Mas então quando plantar amendoim forrageiro? Escolha realizar o plantio entre os meses de setembro e março, isto é, durante o período chuvoso.
2.Prepare bem o solo
O amendoim forrageiro é pouco exigente quanto à fertilidade do solo.
Desenvolve-se bem em solos sujeitos a encharcamento, como os de várzeas, mas também se adapta a solos bem drenados e com maiores períodos de déficit hídrico.
Se você vai fazer o plantio em novas áreas, prepare o solo de maneira completa, ou seja, fazendo aração e gradagem.
Isso é importante para oferecer maior contato entre a semente e o solo e também controlar as espécies de invasoras presentes.
Consórcio de amendoim forrageiro com capim xaraés. — Foto: Judson Ferreira Valentim/ Embrapa
3.Coloque a mão na massa: como plantar amendoim forrageiro
A propagação do amendoim forrageiro pode ser feita de duas maneiras: por sementes e por estolões, que são as ramificações espontâneas da planta.
Se optar por sementes,saiba que você vai precisar de 10 a 12 kg por hectare.
E aqui vai uma dica: no caso de plantio com máquina plantadeira, aproveite para misturar as sementes com uma parte do superfosfato simples recomendado na análise do solo.
Já o plantio por estolões deve ser feito com segmentos de ramos com cerca de 20 cm de comprimento.
Para o plantio em sulcos, utilize 5 a 8 cm de profundidade, com espaçamento entre eles de 1 metro.
Para o plantio em covas, adote a profundidade de 5 a 10 cm e a largura de 15 a 20 cm, abertas com um espaçamento de aproximadamente 1,0 m entre linhas e 0,5 m entre covas.
Posicione as mudas no sulco ou na cova de modo a enterrar apenas ¾ delas.
Plantio em pastagens já estabelecidas
Para o plantio em pastagens já estabelecidas com forrageiras gramíneas, faça o rebaixamento do pasto por meio do pastejo ou pelo roço.
Em seguida, com a ajuda de um enxadão, espeque de madeira ou terçado, abra covas no solo descoberto, entre as touceiras do capim.
Depois, pegue um pedaço de estolão da leguminosa, com aproximadamente 20 cm de comprimento e insira na cova, compactando o solo com o pé.
Por fim, vede o pasto por cerca de 30 dias.
4.Realize o manejo
Depois da germinação das forrageiras, em caso de consórcio, você vai precisar fazer um manejo de formação por meio de um pastejo leve, com o objetivo de uniformizar a área, favorecer o perfilhamento da gramínea e, com o maior consumo desta, garantir o estabelecimento da leguminosa.
Portanto, faça o primeiro pastejo de 2 a 3 meses após o plantio do amendoim forrageiro, para reduzir a concorrência da gramínea e favorecer o estabelecimento da leguminosa.
Sendo assim, o pastejo pode ser de um ou dois dias, com alta carga animal.
Capriche na adubação de cobertura, especialmente no início da brotação, pois os nutrientes que as plantas recebem nesses momentos fazem toda a diferença na energia que elas serão capazes de dar ao gado.
Levantamentos mostram que o Brasil produz cerca de 241.614 toneladas de lixo/dia, onde 60% são resíduos orgânicos. Em média, cada um de nós geramos 5 kg de resíduos sólidos por semana, sendo 3kg formado por resíduos orgânicos. Para se ter uma idéia, numa cidade de 50 mil habitantes teríamos 150 toneladas de resíduos orgânicos por semana, que poderiam ser transformados em adubo para as plantas. Mas muito pouco ainda é destinado para esse fim.
O nosso lixo tem muito valor, mas precisamos transforma-lo em adubo orgânico de ótima qualidade. O processo é simples veja abaixo:
ATENÇÃO NO PRIMEIRO CICLO DE COMPOSTAGEM: A segunda caixa coletora deve ser colocada apenas quando a primeira estiver cheia.
Os passos 1 a 5 representam o primeiro ciclo do processo e os passos de 6 a 9 representam a manutenção periódica do seu Minhokas.
Passos 1 a 5 - INSTALAÇÃO
1. A caixa sem furos que e que contém a torneira deve ser posicionada abaixo das demais. Esta é a caixa coletora de chorume. O líquido produzido nas caixas furadas (digestoras) tem o nome de chorume vai para esta caixa. Coloque a caixa coletora no local que você escolheu para o seu minhocário.
2. As caixas furadas são as caixas digestoras, é nelas que o seu lixo será processado pelas minhocas. Encaixe a primeira caixa digestora por cima da caixa coletora.
3. Coloque um pouco de composto (aproximadamente 3cm) e as minhocas na primeira caixa digestora que você acabou de encaixar sobre a coletora.
4. Tampe e utilize a primeira caixa digestora como lixeira normalmente seguindo as instruções no capítulo de utilização até que esta caixa esteja cheia.
5. Quando a primeira caixa digestora estiver cheia, coloque a segunda caixa digestora por cima dela, passe a tampa para cima e passe a utilizar a segunda caixa digestora como lixeira enquanto as minhocas processam o lixo na primeira caixa digestora que ficou no meio.
Passos 6 a 9 - PROCEDIMENTO DE TROCA DE CAIXAS
6. Quando a caixa digestora de cima estiver cheia, troque-a de posição com a caixa digestora do meio que contém o composto produzido pelas minhocas enquanto você utilizava a caixa digestora de cima como sua lixeira orgânica.
7. Agora a caixa que está por cima contém minhocas e composto. As minhocas devem descer naturalmente pelos buracos se você deixar entrar luz por alguns instantes. Você pode retirar o composto da digestora superior ou deixá-lo. Você deve deixar um pouco de composto para facilitar o início de um novo processo de decomposição.
8. Passe a utilizar a caixa digestora que estiver por cima como lixeira normalmente seguindo as instruções no capítulo de utilização até que esta caixa esteja cheia.