Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
quarta-feira, 3 de outubro de 2018
A inteligência das abelhas
Confira o Tweet de @dw_brasil: https://twitter.com/dw_brasil/status/1046778038648795142?s=09
terça-feira, 2 de outubro de 2018
Camu-camu, uma fruta nativa da Amazônia de grande potencial - Programa R...
A Amazônia Legal possui grande diversidade de fruteiras nativas ainda
exploradas economicamente de forma rudimentar. É o caso do camu-camu,
planta com elevado potencial funcional, mas praticamente ignorada pelos
habitantes da Região Amazônica.
Informações: Escritórios Municipais Emater/RS-Ascar ou
www.emater.tche.br - Plantão Técnico
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
Embrapa ensina como produzir minhocas e húmus em pequenas propriedades
A minhocultura é um processo de reciclagem de resíduos orgânicos
(restos de alimentos, folhas, esterco, etc) por meio da criação de
minhocas com o intuito de produzir o húmus, um excelente adubo para a
atividade agrícola. Pensando em difundir essa tecnologia, que ajuda a
diminuir o lixo orgânico nas cidades e no campo, a Embrapa Roraima (Boa
Vista, RR) montou, em sua vitrine tecnológica, um minhocário.
O espaço servirá como ponto de transferência de tecnologia para que agricultores e interessados em geral possam conhecer as principais técnicas de criação de minhocas em pequenas propriedades. A iniciativa faz parte do projeto Arcoverde, que busca difundir modelos agrícolas sustentáveis para produtores da Região Norte do Brasil.
Segundo o agrônomo Silvio Levy, a minhocultura é perfeitamente adaptada à pequena propriedade agrícola, pois possui um manejo simples. "Essa atividade tem como produto principal o húmus, que constitui um excelente fertilizante orgânico, capaz de melhorar as características físicas, químicas e biológicas do solo", explica.
Mas a minhocultura não tem apenas essa utilidade. Além de fabricar o poderoso adubo, as minhocas também podem ser utilizadas para a alimentação animal e como isca para a pesca.
Acredita-se que no mundo existam mais de 8
mil espécies diferentes de minhocas. No Brasil, são conhecidas entre 240
e 260 espécies, sendo as mais utilizadas para a produção de húmus as
minhocas Vermelha-da-Califórnia e a Gigante-Africana. Ambas estão sendo
usadas no minhocário da Embrapa.
Os interessados em aprender um pouco mais sobre a minhocultura podem entrar em contato com o setor de Transferência de Tecnologia da Embrapa Roraima pelo telefone (95) 4009-7135 e agendar uma visita.
Minhocários
Existem vários tipos de minhocários, dos mais simples até os mais caros. Para agricultores familiares, que não pretendem vender comercialmente o húmus produzido, mas apenas utilizá-lo na propriedade, o mais indicado é fazer um minhocário de baixo custo e pouca manutenção.
O folder Minhocultura ou vermicompostagem, da Embrapa Agrobiologia (Seropédica-RJ), mostra os principais aspectos para aqueles que desejam começar uma criação de minhocas e produção de húmus. Entre os pontos abordados estão: local ideal de construção do minhocário, técnicas de criação e manejo, comercialização e as principais fontes de matéria prima para produção de húmus.
Outra publicação da Embrapa que fala sobre a minhocultura para a agricultura familiar é a Circular Técnica Minhocultura e produção de húmus para a agricultura familiar, da Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS), também disponível para download.
Você sabia?
As minhocas não possuem olhos nem ouvidos e por isso seu sentido de direção não é muito bom. Sua movimentação é influenciada por células sensíveis à luz que existem em sua pele. Em geral, evitam a luz direta do sol, preferindo os ambientes sombreados e mais úmidos. Contudo, as minhocas não toleram ambientes encharcados, pois sua respiração é feita pela pele. Em lugares onde há acúmulo excessivo de água, a tendência é de haver pouco oxigênio. Nestes casos, é comum vermos as minhocas saindo do solo para procurar locais mais secos.
O espaço servirá como ponto de transferência de tecnologia para que agricultores e interessados em geral possam conhecer as principais técnicas de criação de minhocas em pequenas propriedades. A iniciativa faz parte do projeto Arcoverde, que busca difundir modelos agrícolas sustentáveis para produtores da Região Norte do Brasil.
Segundo o agrônomo Silvio Levy, a minhocultura é perfeitamente adaptada à pequena propriedade agrícola, pois possui um manejo simples. "Essa atividade tem como produto principal o húmus, que constitui um excelente fertilizante orgânico, capaz de melhorar as características físicas, químicas e biológicas do solo", explica.
Mas a minhocultura não tem apenas essa utilidade. Além de fabricar o poderoso adubo, as minhocas também podem ser utilizadas para a alimentação animal e como isca para a pesca.
Acredita-se que no mundo existam mais de 8
mil espécies diferentes de minhocas. No Brasil, são conhecidas entre 240
e 260 espécies, sendo as mais utilizadas para a produção de húmus as
minhocas Vermelha-da-Califórnia e a Gigante-Africana. Ambas estão sendo
usadas no minhocário da Embrapa.Os interessados em aprender um pouco mais sobre a minhocultura podem entrar em contato com o setor de Transferência de Tecnologia da Embrapa Roraima pelo telefone (95) 4009-7135 e agendar uma visita.
Minhocários
Existem vários tipos de minhocários, dos mais simples até os mais caros. Para agricultores familiares, que não pretendem vender comercialmente o húmus produzido, mas apenas utilizá-lo na propriedade, o mais indicado é fazer um minhocário de baixo custo e pouca manutenção.
O folder Minhocultura ou vermicompostagem, da Embrapa Agrobiologia (Seropédica-RJ), mostra os principais aspectos para aqueles que desejam começar uma criação de minhocas e produção de húmus. Entre os pontos abordados estão: local ideal de construção do minhocário, técnicas de criação e manejo, comercialização e as principais fontes de matéria prima para produção de húmus.
Outra publicação da Embrapa que fala sobre a minhocultura para a agricultura familiar é a Circular Técnica Minhocultura e produção de húmus para a agricultura familiar, da Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS), também disponível para download.
Você sabia?
As minhocas não possuem olhos nem ouvidos e por isso seu sentido de direção não é muito bom. Sua movimentação é influenciada por células sensíveis à luz que existem em sua pele. Em geral, evitam a luz direta do sol, preferindo os ambientes sombreados e mais úmidos. Contudo, as minhocas não toleram ambientes encharcados, pois sua respiração é feita pela pele. Em lugares onde há acúmulo excessivo de água, a tendência é de haver pouco oxigênio. Nestes casos, é comum vermos as minhocas saindo do solo para procurar locais mais secos.
Clarice Rocha (MTb 4733/PE)
Embrapa Roraima
roraima.imprensa@embrapa.br
Telefone: (95) 4009-7114
Embrapa Roraima
roraima.imprensa@embrapa.br
Telefone: (95) 4009-7114
Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/
Minhocas e minhocários no Rio Grande do Sul.
Contate agropanerai@gmail.com
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/
Minhocas e minhocários no Rio Grande do Sul.
Contate agropanerai@gmail.com
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
12 maneiras de transformar troncos de árvore em “vasos” para flores
Encontramos doze ideias para deixá-los mais bonitos e cheios de vida.
Retirando um pouco da parte central interior do tronco, é possível
adicionar terra e plantar algumas mudinhas. Após florescer, o resultado
vai ser surpreendente!
Confira as imagens abaixo e veja como os troncos podem ganhar nova vida com esse trabalho!






PUBLICIDADE







Fonte: Bored Panda
domingo, 23 de setembro de 2018
Produzindo proteção para mudas na arborização urbana !
Sabes aqueles pedaços de cano PVC 100 mm que vai colocar fora. Doe para nós, assim salvamos mais algumas árvores da
morte por anelamento.
sábado, 22 de setembro de 2018
Como plantar um jardim de flores
fonte https://omeujardim.com/artigos/como-plantar-jardim-flores

Quem
adora jardinagem, adora um belo jardim de flores – principalmente se
for o seu! Quer seja um principiante ou simplesmente pretende retomar a
jardinagem depois de uma ausência desta atividade ao ar livre, saiba
quais os principais passos a dar para plantar um jardim de flores
irresistível
Localização e luz
Antes de plantar um jardim de flores é preciso analisar a sua localização: para principiantes, sugere-se um local plano e com muita exposição solar (no mínimo, meio dia de sol). Em termos de solo, é importante verificar o pH da terra (enquanto algumas flores requerem um solo ácido, outras preferem solo alcalino, mas existem flores que subsistem bem em ambos os tipos de solo); que tipo de nutrientes possui e qual o seu nível de humidade – conhecer as características da terra com a qual vai trabalhar vai facilitar a escolha de flores que são apropriadas para o terreno em questão. Se for a sua primeira experiência em matéria de jardinagem, comece por plantar uma pequena área (cerca de 1m20cm por 3 metros) que é fácil de manter inicialmente e que pode ser aumentada no caso de assim desejar. Certifique-se também que o seu jardim esteja próximo de um ponto de água acessível, para tornar a rega mais prática.Flores de todas as cores
Escolher flores e plantas para um jardim obedece a vários critérios, a começar pelos dois tipos de flores existentes – anuais (aquelas cuja esperança de vida se esgota num ano) e perianuais (aquelas que sobrevivem ao Inverno e voltam a nascer na Primavera). Para além disso, plantar flores também depende do estilo de jardim que quer conseguir, quais as cores dominantes que pretende ter, qual o orçamento disponível, se quer apostar exclusivamente em flores que requerem pouca manutenção ou não se importa de arriscar com flores que requerem mais cuidados, … Uma análise a todas estas questões vai ajudá-lo a decidir quais as melhores flores para o seu jardim e permitir o sucesso do mesmo nos meses e anos vindouros.Utensílios práticos
Trabalhar a terra e manter as flores impecáveis num jardim, requer ter as ferramentas certas para a atividade em questão. No que toca à jardinagem, os utensílios necessários para qualquer bom jardineiro passam pelas pás e tesouras, sem esquecer o sacho, forquilha e regador. Para poder garantir o sucesso do seu jardim de flores, certifique-se que tenha todos os utensílios de jardinagem necessários.Preparação do solo
O sucesso de um jardim de flores também depende da sua preparação prévia, ou seja, para evitar ervas daninhas e outros intrusos no seu futuro jardim, o solo deve ser cuidadosamente limpo de todo o tipo de ervas, raízes e lixo. A terra deve ser bem remexida para, de seguida, incorporar-se um bom adubo no solo. Depois do adubo ser bem incorporado na terra, esta deve ser alisada por completo e regada. Para facilitar a plantação das flores, pode aproveitar o solo liso para “desenhar”, com recurso a um pau, o layout do seu jardim, ou seja, a forma como quer dispor as diferentes flores. Saiba, por exemplo, que as plantas mais altas devem ser colocadas na parte de trás do jardim, as médias ao meio e as mais pequenas ou rastejantes, na parte da frente do jardim. Delimitar o jardim com pedras ou outros objetos não torna apenas o jardim mais apelativo e bonito, como previne que a terra do seu jardim escorra sempre que chover. Para além disso, criar uma borda para o jardim também evita que este seja “atacado” por ervas daninhas que possam vir de outras zonas do terreno.Plantar as flores
Escolhidas as flores e preparado o terreno, se optou por plantar as flores com recurso a sementes, deve seguir as instruções de plantação na embalagem das mesmas. Se optou por plantas envasadas/estacas, deve começar por fazer um buraco no solo que seja duas vezes maior que o vaso em que a flor se encontra e cerca de 6 ou 7 centímetros mais profundo do que o vaso. No fundo do buraco coloque uma camada de cerca de 6 ou 7 centímetros de compostagem ou adubo, o que ajudará a alimentar as flores nas primeiras semanas. Encha o buraco com água e espere que a terra a absorva, depois coloque a flor dentro do mesmo. Volte a encher o buraco com água e comece a cobri-lo com terra até chegar ao topo do buraco. Repita para todas as flores que plantar e, no final, regue todo o jardim e admire o seu trabalho!Manutenção e dedicação
A limpeza e rega diária, a par com a atenção a eventuais doenças, são as principais preocupações de quem quer manter o seu jardim de flores vibrante, colorido e perfumado. Para além disso, outra boa dica para assegurar um jardim florido a longo prazo consiste em observá-lo, ou seja, tomar notas relativamente às horas de sol ou falta delas, se existiram problemas com pragas ou doenças, se as flores deviam ou não ser removidas para outro local. Se pretender alargar o jardim e incluir novos tipos de flores, também pode estudar quais as flores que melhor combinam com aquelas que já tem, tanto em termos visuais, como em termos de crescimento.quarta-feira, 19 de setembro de 2018
Jardim botânico de Porto Alegre, vende mudas frutíferas nativas
Venda de Mudas
O Jardim Botânico, através de seu Setor de Viveiro, disponibiliza para comercialização, conforme relação abaixo, 100 espécies de mudas florestais nativas do RS (frutíferas e ornamentais) e medicinais, com preço de R$ 5,00 a R$ 80,00.Estas espécies são indicadas para trabalhos de recomposição e enriquecimento ambiental e para projetos com foco no paisagismo ecológico, com utilização de representantes da flora silvestre.
As mudas produzidas pelo Jardim Botânico tem como principal caracterísitica a qualidade genética, pois a busca do material reprodutivo prioriza coletas em ambientes naturais e ecológicamente equilibrados.
Horário de atendimento do Viveiro
De terça a sábado das 08h às 16h30min.
Telefone: (051)33202028
- Açoita-cavalo – Luehea divaricata
- Açucara – Xilosma ciliatifolium
- Algarrobo – Prosopis nigra
- Angico vermelho – Parapiptadenia rigida
- Araçá – Psidium cattleyanum
- Araticum cagão – Annona cacans
- Araticum – Rollinia silvatica
- Aroeira braba – Lithraea brasiliensis
- Aroeira cinzenta – Schinus lentiscifolius
- Aroeira piriquita – Schinus molle
- Aroeira vermelha – Schinus terebinthifolius
- Assobiadeira – Schinus plygamus
- Baga de macaco – Posoqueria latifolia
- Baguaçú – Magnolia ovata
- Batinga vermelha – Eugenia rostrifolia
- Bicuiba – Virola bycuiba
- Bracatinga – Mimosa scabrella
- Branquilho – Sebastiania brasiliensis
- Brinco de princesa – Fuchsia regia
- Buriti – Trithrinax brasiliensis
- Butiá – Butia odorata
- Caliandra rosa – Calliandra brevipes
- Camboatá vermelho – Cupania vernalis
- Camboim burro – Eugenia uruguaiensis
- Camboim – Myrciaria cuspidata
- Camboim – Myrciaria delicatula
- Canafístula – Peltophorum dubium
- Canela fogo – Criptocarya moschata
- Canjerana – Cabralea canjerana
- Caquizinho do mato – Diospyros inconstans
- Caroba – Jacaranda micrantha
- Catiguá – Trichilia claussenii
- Caúna – Ilex theezans
- Cedro – Cedrela fissilis
- Cerejeira – Eugenia involucrata
- Chá de bugre – Casearia silvestris
- Chal-chal – Allophylus edulis
- Chala- chal – Allophylus guaraniticus
- Cincho – Sorocea bonplandii
- Cipó de São João – Pyrostegia venusta
- Cocão – Erythroxylum argentinum
- Coração de bugre – Maytenus dasyclada
- Coração de negra- Maytenus cassineformis
- Coronilha – Sideroxylon obtusifolium
- Corticeira da serra – Erythrina falcata
- Corticeira do banhado – Erythrina cristagalli
- Cutia amarela – Esenbeckia grandiflora
- Embira branca - Daphnopsis fasciculata
- Embiruçu – Pseudobombax grandiflorus
- Escova de macaco – Combretum fruticosum
- Espinilho – Acacia caven
- Esporão de galo – Strychnos brasiliensis
- Farinha seca – Banara parviflora
- Farroupilha – Justicia floribunda
- Fedegoso da praia – Sesbanea virgata
- Figueirinha – Margaritaria nobilis
- Gema de ovo – Hennecartia omphalandra
- Grumixama – Eugenia brasiliensis
- Guabijú – Myrcianthes pungens
- Guabiroba – Campomanesia xanthocarpa
- Guajuvira – Cordia americana
- Guamirim - Myrcia palustris
- Guatambú mirim – Aspidosperma riedelii
- Hamélia – Hamelia patens
- Ingá beira-de-rio - Inga vera
- Ingá feijão – Ingá marginata
- Ingá ferradura – Ingá sessilis
- Ipê amarelo – Handroanthus umbellatus
- Ipê branco – Handroanthus roseo albus
- Ipê da serra – Handroanthus albus
- Ipê roxo – Handroanthus heptaphyllus
- Jaboticaba – Plinia trunciflora
- Jacobinia – Justiça carnea
- Jerivá – Syagrus ramanzoffiana
- Laranjeira do banhado – Gymnanthes concolor
- Laranjinha do mato – Eugenia speciosa
- Leiteira dois irmãos – Tabernaemontana catharinensis
- Leiteiro de folha miúda – Sebastiania brasiliensis
- Louro pardo – Cordia trichotoma
- Louro salgueiro – Cordia ecalyculata
- Maria mole – Guapira oppositae
- Palmito – Euterpe edulis
- Pata de vaca – Bauhinia forficata
- Pau de ervilha – Trichilia elegans
- Pau ferro da campanha – Myracroduon balansae
- Pau-alazão – Eugenia multicostata
- Pau-gaioleiro – Aegiphila sellowiana
- Pessegueiro do mato – Eugenia myrcianthes
- Pinheiro brabo - Podocarpus lambertii
- Pinheiro brasileiro – Araucaria angustifolia
- Pitanga anã – Eugenia mattosii
- Pitanga – Eugenia uniflora
- Rabo de bugio – Lonchocarpus cultratus
- Rabo de bugio – Lonchocarpus nitidus
- Rabo de bugio – Machaerium paraguariensis
- Sarandi amarelo – Phyllanthus sellowianus
- Tarumã de espinho – Citharexylum montevidense
- Tarumã – Verbenoxylum reitzii
- Topete de cardeal – Calliandra tweediei
- Umbu – Phytolacca dioica
- Uvá vermelho – Myrcia glabra
- Uvaia – Eugenia pyrifor
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
Cultive girassol na primavera. Sabes como??
Girassóis
têm muitos usos, como para a produção de bio-diesel e óleo de cozinha.
Mas o melhor uso de um girassol é colocá-lo para alegrar o seu jardim
durante os meses mais ensolarados do ano, ou mesmo para alegrar a estufa
ou uma marquise em qualquer época do ano.
São plantas anuais que produzem flores amarelas grandes ou pequenas no verão. Eles são muito populares por causa da beleza e porque são fáceis de cultivar.
São plantas anuais que produzem flores amarelas grandes ou pequenas no verão. Eles são muito populares por causa da beleza e porque são fáceis de cultivar.
Apesar
de seu principal cultivo ser comercial, podem ser usadas muito bem como
planta ornamental graças às suas flores grandes e chamativas, que
atraem diversos tipos de insetos benéficos para o jardim.
Época de floração do Girassol
Originário da América do Norte, o girassol se reproduz por meio de sementes e é uma planta resistente e robusta, cujas flores surgem na primavera e no verão, porém podem aparecer o ano todo, sobretudo, sob temperaturas entre 18 e 30°C.
Época de plantio do girassol
Todo o ano, mas a floração será mais rápida se as sementes forem plantadas durante a primavera e o verão. É uma atividade divertida para adultos e crianças, pois você pode plantá-las com o mínimo de tempo e preparo.
Requerimento de luz do Girassol
Sol. Os girassóis são plantas extremamente fáceis de se plantar e adaptáveis a praticamente qualquer ipo de clima contanto que recebam pelo menos 6 horas diárias de luz solar direta.
Clima
Clima para cultivo do Girassol
A
temperatura mínima durante o ciclo de cultivo não deve ser inferior a
5°C, sendo melhor que não fique abaixo de 10°C. O Girassol também cresce
bem com temperaturas elevadas, podendo tolerar até mesmo temperaturas
próximas a 40°C. No entanto, ventos fortes e tempestades podem causar
danos as plantas, diminuindo a produtividade.
Tratos culturais
Retire plantas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes no início do plantio.
Dependendo da região e do tamanho da plantação, pode ser necessário colocar alguma proteção contra as aves, pois estas podem se alimentar das sementes e diminuir ou mesmo arruinar a colheita.
Do mesmo modo que para muitas outras culturas agrícolas, não é aconselhado plantar o girassol consecutivamente no mesmo local, devido a maior probabilidade de surgirem problemas com doenças quando o plantio é feito seguidamente na mesma área.
Retire plantas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes no início do plantio.
Dependendo da região e do tamanho da plantação, pode ser necessário colocar alguma proteção contra as aves, pois estas podem se alimentar das sementes e diminuir ou mesmo arruinar a colheita.
Do mesmo modo que para muitas outras culturas agrícolas, não é aconselhado plantar o girassol consecutivamente no mesmo local, devido a maior probabilidade de surgirem problemas com doenças quando o plantio é feito seguidamente na mesma área.
Como plantar sementes de Girassol
Na região sul ou locais com geada não é recomendável o plantio no inverno. No restante do país podem ser plantadas em qualquer época do ano, porém a floração é muito mais rápida na primavera e verão.
Os girassóis não requerem nenhum cuidado especial no plantio e as sementes podem ser enterradas diretamente no local definitivo. Enterre apenas uma semente por cova respeitando o espaço de pelo menos 30 cm entre elas. Mantenha o solo úmido até o aparecimento das primeiras folhas e depois disso molhe apenas quando o solo estiver seco ao toque.

Proteja as plantas das pragas
Pássaros,
esquilos e caracóis adoram sementes de girassol e podem cavá-las mesmo
antes dos brotos emergirem. Cubra o chão com uma rede, para dificultar
isso sem bloquear os brotos. Coloque iscas ou repelentes para caracóis
em um círculo, para formar uma barreira em torno da área plantada.
Caso
houver cervos na sua região, cerque as plantas com tela de galinheiro
assim que começarem a surgir as folhas, ou proteja o jardim com uma
cerca com pelo menos dois metros de altura.
Armazenamento de sementes
Outra forma de aproveitar o girassol é preservar suas sementes, que podem ser utilizadas em pratos culinários, como saladas e torradas, e para a alimentação de pássaros.
A conservação é simples. É preciso deixar as flores secarem até que sua parte de trás fique amarelada e as sementes comecem a escurecer.
Depois, corte as cabeças e pendure-as viradas para baixo num local seco e quente. As sementes começarão a cair. Desse modo, coloque embaixo dos girassóis um balde ou um saco para colhê-las.
Após algumas semanas, pegue as sementes e deixe-as secando por um ou dois dias. Finalmente, guarde-as em um recipiente bem fechado e num local fresco e escuro.
Outra forma de aproveitar o girassol é preservar suas sementes, que podem ser utilizadas em pratos culinários, como saladas e torradas, e para a alimentação de pássaros.
A conservação é simples. É preciso deixar as flores secarem até que sua parte de trás fique amarelada e as sementes comecem a escurecer.
Depois, corte as cabeças e pendure-as viradas para baixo num local seco e quente. As sementes começarão a cair. Desse modo, coloque embaixo dos girassóis um balde ou um saco para colhê-las.
Após algumas semanas, pegue as sementes e deixe-as secando por um ou dois dias. Finalmente, guarde-as em um recipiente bem fechado e num local fresco e escuro.
Flores cortadas
Para quem prefere cortar os girassóis e usá-los na decoração, existem técnicas simples que os conservam por mais tempo.
Depois de colher as flores, misture num recipiente um pouco de conservante floral e água morna.
Após isso, corte os pedúnculos na altura que desejar e tire todas as folhas. Em seguida, organize os girassóis na água, que deve ser trocada quando estiver turva.
Para quem prefere cortar os girassóis e usá-los na decoração, existem técnicas simples que os conservam por mais tempo.
Depois de colher as flores, misture num recipiente um pouco de conservante floral e água morna.
Após isso, corte os pedúnculos na altura que desejar e tire todas as folhas. Em seguida, organize os girassóis na água, que deve ser trocada quando estiver turva.

Irrigação do Girassol
Irrigue com a frequência necessária para que o solo seja mantido úmido, mas sem que permaneça encharcado. Contudo, plantas bem desenvolvidas podem suportar breves períodos de seca.
Adubação do Girassol
Fertilize com moderação ou nem sequer faça isso. Se
estiver cultivando girassóis por diversão, a fertilização não é
recomendada, pois eles crescem bem sem isso e podem sofrer se forem
fertilizados em excesso.
Se
estiver tentando cultivar girassóis bem altos, ou estiver cultivando-os
para colheita, dilua o fertilizante em água e despeje-o em um “fosso”
em torno da planta, bem afastado da base.
Fertilizantes balanceados ou ricos em nitrogênio são provavelmente as melhores opções.
Outra opção é uma aplicação única de um fertilizante de liberação lenta misturado no solo.
Pode do Girassol (opcional).
Assim
que os girassóis tiverem cerca de 7,5 cm de altura, tire os menores e
mais fracos, até o restante ficar pelo menos 30 cm afastado. Isso dará
aos girassóis maiores e mais saudáveis mais espaço e nutrientes,
resultando em caules mais altos e flores maiores.
FONTES: http://pt.wikihow.com/ - http://blog.giulianaflores.com.br/ - http://hortas.info/ - WWW.EMPORIODASSEMENTES.COM.BR
sexta-feira, 14 de setembro de 2018
A guabiroba quase desapareceu na cidade de São Paulo
|
Cancele a assinatura para não receber mais posts de Árvores de São Paulo.
Altere as configurações do seu e-mail em Gerenciar Assinaturas.
Problemas para clicar? Copie e cole esta URL no seu navegador:
http://arvoresdesaopaulo. |
terça-feira, 11 de setembro de 2018
Multiplicando plantas por meio de estacas
O que é estaquia?A estaquia, ou "multiplicação por estacas", é um meio de reprodução assexuada (propagação vegetativa), muito utilizada nas produções de mudas de plantas, principalmente as ornamentais e frutíferas.
O método consiste no plantio de um ramo ou folha da planta, desenvolvendo-se uma nova planta a partir do enraizamento das mesmas. Todas a plantas podem ser reproduzidas assim? Não são todas as plantas que podem ser reproduzidas por estaquia. Cada espécie de planta possui um método diferente mais adequado para sua multiplicação. Algumas espécies muito difíceis de multiplicar por estaquia, podem ser reproduzidas facilmente por outro método: a alporquia. (Saiba mais sobre a alporquia)
Qual a vantagem de usar estacas?
As grandes vantagens de multiplicarmos as plantas por estaquia são a facilidade de fazê-la, e a possibilidade de propagarmos as melhores plantas, conservando as características da mesma.
Como fazer estaquia?
Como já foi dito, cada planta possui um método mais adequado de propagação. Há alguns tipos diferentes de estaquia, que apresentaremos a seguir. Para fazer a estaquia, é recomendável que procuremos saber qual é o melhor método para a planta que se pretende reproduzir. Caso você não encontre essa informação, tente alguns métodos até que dê certo, já que é um processo relativamente fácil.
Em alguns casos, o uso de hormônios enraizadores (em geral auxinas), ajuda a melhorar a formação de raízes nas estacas. Mas o uso domiciliar é raro, devido ao alto custo e dificuldade de manuseio.
Várias partes da planta podem ser usadas como estacas, com procedimentos levemente diferentes que detalhamos a seguir:
|
Assinar:
Postagens (Atom)
Postagem em destaque
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO?
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO? ...
Mais visitadas no último mês
-
As pastagens são as principais fontes de alimento dos rebanhos. No entanto, por diversos fatores, como o uso de gramíneas puras e a falta d...
-
Veja como fazer a desbrota da bananeira. Aprenda o conceito mãe-filha-neta e faça a desbrota correta do seu bananal. ...
-
Hoje iniciamos a criação de mais uma espécie de minhoca, visando a produção de humus e venda de iscas para pesca!! As minhocas Gig...
-
23/07/16 Extraído do blog Recriar Quando abordamos a momentosa questão da relação entre o homem e o mundo natural, não fazer nad...
-
Olá, tudo bem com você? Vamos falar um pouco hoje sobre essa planta tão comum, mas tão importante. Eu conheço ora-pro-nóbis desde que eu era...
-
Publicado em 30 de julho de 2024 por jaqueu Deixe um comentário O Brasil, com 8,5 milhões de km 2 , equivalentes a 850 milhões de he...



