Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
segunda-feira, 10 de abril de 2017
PASSOS PARA A OTIMIZAÇÃO DOS ESPAÇOS PRODUTIVOS
1. O conhecer bem suas necessidades deve ser um dos primeiros passos para iniciar o processo, pois é a partir deste levantamento que vamos conhecer as quantidades e a diversidade de tipos necessários para saciar nossas vontades e demandas. O passo um é conhecer a dieta o cardápio utilizado pela família. Operacionalize esta dieta tento como base de cálculo as necessidades de uma pessoa. Lembre-se que a demanda de kcal por pessoa é de aproximadamente de 2400 kcal/dia.
2. Distinguir as sazonalidades de cada produto (meses que ocorrem as safras). Este conhecimento é de suma importância, pois é a partir deste levantamento é que vamos saber como compor um cardápio levando em consideração os ciclos produtivos de cada produto não indo de encontro aos períodos não propícios. Períodos em que a natureza não permite sua produção.
3. Conhecer a longevidade dos produtos (tempo de vida mais longa que o comum de um vegetal ou animal) também é um dado importante, pois é partir desta informação que vamos fazer os cálculos da projeção temporal de cada produto no planejamento produtivo. Conhecendo-se as longevidades aproximadas dos produtos poderemos planejar um empilhamento de plantas e de tempo.
4. Escolher as variedades adequadas e ambientadas para o clima local, não se esquecendo de observar nas escolhas qual a estação climatológica daquela variedade escolhida. Esta observação evita que não se plante variedades de estação diferentes, como exemplo, existe variedades de alface de verão e de inverno e assim sucessivamente com outras culturas. A escolha da variedade deve levar em consideração a estação, a situação de fertilidade do solo e a cultura alimentar da região.
5. Conhecer a produtividade média de cada produto naquele ambiente, isto é na sua comunidade ou propriedade, para que não se faça projeções produtivas inalcançáveis. Ter números reais nos permite acertos nos resultados dos planejamentos. O quanto mais local for os números melhor. A unidade produtiva para ser utilizada deve ser kg por metro quadrado e não toneladas por hectare. É mais real e mais fácil fazer este levantamento na propriedade. Observe tabela com dados aproximados:
6. Iniciar o processo de posicionamento dos elementos no entorno da casa. Devem-se posicionar os elementos de forma que a interdependência entre eles sejam ao máximo. Quanto mais conexões criadas melhor para a sustentabilidade da propriedade. Arrume as plantas levando em consideração suas formas, necessidades por luz e nutrientes. Não permita espaços descobertos ou abertos sem vegetação, o solo precisa estar coberto e protegido durante todo o ano independentemente do clima.
8. Crie bordas ao máximo. Se formos bons observadores vamos notar que todo espaço que forma um canto consegue juntar mais coisas. Estas margens ou Bordas tornam-se mais ricas em diversidade. Uma diversidade de elementos se junta nestes ambientes naturalmente, ou através das forças da natureza como ventos, declives, etc. Os espaços onde a natureza cria borda são mais ricos em diversidade, pois conterá elementos de dois ambientes. Borda nesta colocação é percebida como limite entre espaços ou lugares e aumento de conexões e combinações entre componentes, logo devemos utilizar esta estratégia na natureza em nossos ecossistemas cultivados permitindo a criação de mais bordas, ou limites.
· Entre a Terra e água
· Entre a Floresta e campo
· Entre a Plantação e pomar
· Entre a Terra e mar
· Entre o Seco e molhado
· Entre o Urbano e rural
· Entre o Alto e baixo
· Entre o Longe e perto
· Entre Em pé ou deitado
· Entre o Claro e o escuro
No primeiro exemplo acima a interseção entre a terra e a água cria-se uma borda úmida que com certeza vai permitir a existência de elementos da água e da terra, enriquecendo o úmido. Através deste exemplo podemos ver que principio potencial fantástico temos ao nosso dispor. Precisamos então criar facilidades para que as bordas sejam uma tecnologia que esteja presente ao máximo em todos os espaços da propriedade. Quer seja criada pelos indivíduos ou pela própria natureza.
Todos estes dados podem levar o leitor a pensar: é complicado, de difícil operacionalização, mas a efetivação na prática é fácil. Todos estes dados são coletados uma única vez e não se precisa mais, eles vão servir de base real para o planejamento da área.
Morando independentemente do local, se somos urbanos ou rurais devemos nos perguntar quantos kg de alimento posso produzir na minha casa? Na zona urbana caso não tenha um bom quintal posso tentar produzir em jardineiras, vasos, latas, caixotes ou até em garrafas pet. A idéia intencional é produzir. Comece aos poucos aumentando a área de plantio conhecendo, aprendendo e diminuindo o percentual de alimentos comprados.
Lembre-se de criar parcerias entre as plantas e com as plantas. A natureza também deve sugerir neste processo arregimentando plantas para fazer parte dos espaços como dinamizadora, cicatrizantes, criadeiras e adubadeiras.
Uma área aproximadamente de 0,5 hectares seria um tamanho ideal para se buscar alcançar uma sustentabilidade alimentar para uma família de mais ou menos 05 pessoas. Podendo esta área ser manejada pelos jovens da família sem comprometer o tempo escolar de estudo. Nesta área deve-se aproveitar e reutilizar todas as águas usadas de forma a garantir um mínimo de irrigação para os cultivos já que o tamanho da área não é tão grande. Deve-se também captar toda água possível para garantir o beber das plantas e dos animais inclusive da família. A adubação desta área deverá ser feita com a reciclagem ao máximo dos restos das culturas além do aproveitamento dos restos de casa e do esterco dos animais que fazem parte destas zonas de produção de segurança alimentar.
Esperamos que esta texto desperte nos leitores a vontade de conhecer mais profundamente as suas capacidades, do fazer produzir no entorno da casa diminuindo os gastos, economizando recurso evitando o não comprar, aumentando a diversidade da propriedade e da mesa, além de uma produção limpa e nutricionalmente mais saudável e equilibrada.
Antônio Roberto Mendes Pereira
Técnico, Permacultor, Pedagogo e Especialista em metodologia da educação ambiental
11 de fevereiro de 2011
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domingo, 9 de abril de 2017
Onde Plantar Orquídeas
Orquídeas são todas as plantas que compõem a família Orchidaceae, pertencente à ordem Asparagales, uma das maiores famílias de plantas existentes. Apresentam muitíssimas e variadas formas, cores e tamanhos e existem em todos os continentes, exceto na Antártida, predominando nas áreas tropicais
APRENDA CULTIVAR ORQUÍDEAS CLICANDO AQUI: http://bit.ly/2cvdb7O
1 - Onde Plantar Orquídeas ?
Para quem está iniciando na arte do cultivo às orquídeas a situação nem sempre é fácil, parece que encontramos um pouco de informação em cada lugar mas nunca temos acesso a informações completas sobre o assunto!
Existem muitas espécies de orquídeas e cada uma delas parece possuir uma personalidade própria, com necessidades e exigências especiais.
2 - Orquídeas - Como Cuidar?
Quantas pessoas ganham orquídeas de presente para ver a florzinha morrer em breve, simplesmente pelo fato de não saber como cuidar? Cuidar de orquídeas é fácil e prazeroso, basta ter acesso às informações corretas;
A maior parte das orquídeas acaba morrendo ou não dando flores por causa de erros bastante simples que cultivadores cometem. Estes erros podem ser evitados facilmente.
Para saber cuidar de orquídeas é preciso entender os sinais que a plantinha lhe fornece e você pode aprender a identificar o que precisa ser feito antes da planta sofrer.
Existem métodos comprovados e que funcionam sempre para cuidar desta linda flor. Estes métodos podem ser utilizados por quem está começando agora ou mesmo por aqueles que já possuem algumas orquídeas!
Cada orquídea tem uma personalidade especial e se você dedicar sua atenção para conhecê-la ela lhe retribuirá com as mais lindas flores que já viu!
3- Onde Comprar Orquideas?
Descubra todos os SEGREDOS de como comprar a orquidea certa, saudável, além de cultivar orquídeas facilmente com explicações passo a passo! Transforme as orquídeas de seu jardim em orquídeas lindas de exposição.
Conheça o Manual Completo Como Cuidar de Orquídeas, feito por Alberto Schuman, cultivador de Orquideas a mais de 20 anos, o material é de ótima qualidade, completo, ilustrado e cheio de dicas especiais.
CLIQUE AQUI E CONHEÇA AGORA: http://bit.ly/2cvdb7O
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1 - Onde Plantar Orquídeas ?
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Existem muitas espécies de orquídeas e cada uma delas parece possuir uma personalidade própria, com necessidades e exigências especiais.
2 - Orquídeas - Como Cuidar?
Quantas pessoas ganham orquídeas de presente para ver a florzinha morrer em breve, simplesmente pelo fato de não saber como cuidar? Cuidar de orquídeas é fácil e prazeroso, basta ter acesso às informações corretas;
A maior parte das orquídeas acaba morrendo ou não dando flores por causa de erros bastante simples que cultivadores cometem. Estes erros podem ser evitados facilmente.
Para saber cuidar de orquídeas é preciso entender os sinais que a plantinha lhe fornece e você pode aprender a identificar o que precisa ser feito antes da planta sofrer.
Existem métodos comprovados e que funcionam sempre para cuidar desta linda flor. Estes métodos podem ser utilizados por quem está começando agora ou mesmo por aqueles que já possuem algumas orquídeas!
Cada orquídea tem uma personalidade especial e se você dedicar sua atenção para conhecê-la ela lhe retribuirá com as mais lindas flores que já viu!
3- Onde Comprar Orquideas?
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Prosa Rural - Produção integrada de vegetais e peixes em aquaponia
Região Nordeste/Vale do Jequitinhonha, Região Centro-Oeste/Sudeste e Região Sul
O Prosa Rural desta semana vai apresentar o sistema de produção de peixes e vegetais com baixo consumo de água e alto aproveitamento do resíduo orgânico gerado. É a aquaponia.
A aquaponia permite que se produzam peixes e hortaliças usando pouca água. No sistema, a água é recirculada e tem sua carga orgânica e de minerais reduzida, pela ação de bactérias e absorção pelas raízes das plantas.
Dessa forma, a água retorna ao tanque de criação dos peixes com qualidade superior à que saiu.
O convidado do programa é o pesquisador Paulo César Falanghe Carneiro, da Embrapa Tabuleiros Costeiros.
O Prosa Rural é o programa de rádio da Embrapa!
A aquaponia permite que se produzam peixes e hortaliças usando pouca água. No sistema, a água é recirculada e tem sua carga orgânica e de minerais reduzida, pela ação de bactérias e absorção pelas raízes das plantas.
Dessa forma, a água retorna ao tanque de criação dos peixes com qualidade superior à que saiu.
O convidado do programa é o pesquisador Paulo César Falanghe Carneiro, da Embrapa Tabuleiros Costeiros.
O Prosa Rural é o programa de rádio da Embrapa!
Escute no PROSA RURAL
Saulo Coelho (MTb/SE 1065)
Embrapa Tabuleiros Costeiros
tabuleiros-costeiros.imprensa@embrapa.br
Telefone: (79) 4009-1381
tabuleiros-costeiros.imprensa@embrapa.br
Telefone: (79) 4009-1381
Embrapa Informação Tecnológica
informacao-tecnologica.imprensa@embrapa.br
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Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Assunto de Primeira: cultivo e mercado de orquídeas
As orquídeas pertencem a uma das maiores famílias de plantas, com uma grande variedade de gênero e espécies. Suas plantas e flores possuem muitas formas, cores e tamanhos.
Sobre o cultivo e o mercado de orquídeas, o apresentador Marcelo Espíndola conversa com a produtora da espécie, Erica Shirozu. Confira!
Sobre o cultivo e o mercado de orquídeas, o apresentador Marcelo Espíndola conversa com a produtora da espécie, Erica Shirozu. Confira!
Como cultivar araruta
Fonte: hortas info


Maranta arundinacea
A araruta é uma planta perene da floresta tropical úmida que é nativa da América do Sul, América Central, México e parte do Caribe. Podendo atingir de 60 cm a 1,8 m de altura, é cultivada para a colheita de seus rizomas, dos quais é possível extrair um amido de excelente qualidade e de fácil digestão. Os rizomas também podem ser consumidos assados ou cozidos, porém são bastante fibrosos.
Clima
Cresce bem em clima quente e úmido, com temperaturas acima de 20°C. Em regiões de clima quente pode ser cultivada o ano todo. Em regiões onde o inverno apresenta baixas temperaturas, pode ser cultivada nos meses quentes do ano.
Luminosidade
Pode ser cultivada com luz solar direta ou em sombra parcial.
Solo
O ideal é que o solo seja leve, profundo, bem drenado, fértil e rico em matéria orgânica. A faixa de pH ideal do solo é de 5,8 a 6,3. Solos compactados ou solos argilosos pesados não são adequados para o plantio.
Irrigação
Irrigue com frequência para que o solo seja mantido sempre úmido, porém sem que permaneça encharcado. Esta planta é relativamente sensível a falta de água, entrando em dormência quando há seca.
Plantio
A araruta é propagada geralmente por pedaços de rizoma. O ideal é usar rizomas pequenos, com cerca de 4 a 7 cm de comprimento. Estes devem ser plantados diretamente no local definitivo a uma profundidade de aproximadamente 5 cm no solo.
O espaçamento pode variar entre 60 cm e 1 m entre as linhas de plantio e 40 a 50 cm entre as plantas.
Tratos culturais
Retire as ervas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes.
Retirar as flores da planta pode favorecer o crescimento dos rizomas.


Colheita
A colheita geralmente é feita de 6 a 12 meses após o plantio, preferencialmente quando as folhas ficam amareladas, o que depende das condições climáticas da região. A terra deve ser revolvida e os rizomas coletados. Os menores rizomas de plantas saudáveis e produtivas podem ser separados para o replantio.
Para a obtenção da fécula de araruta, os rizomas colhidos são lavados, descascados e ralados ou triturados até a obtenção de uma polpa. A polpa é diluída em água potável e este líquido é passado por peneiras finas para a retirada do material fibroso. O líquido é deixado em repouso para que ocorra a decantação do amido. Posteriormente, a parte líquida é retirada e a pasta obtida é colocada para secar ao ar por vários dias, ou em equipamento de secagem a baixas temperaturas (55°C a 60°C) por cerca de 2 ou 3 horas. A fécula de araruta obtida é pulverizada (reduzida a pó) e pode então ser armazenada em local seco.
quinta-feira, 6 de abril de 2017
Plantas medicinais-coletanea-de-saberes
A idéia de organizar esta coletânea de saberes referentes às plantas medicinais vem de longa data. É um trabalho muito mais de pesquisa do que de criação. O tema é apaixonante e encontra-se disperso em vasta literatura, di- ante disto sentimos a necessidade de fornecer um material de apoio às pesquisas escolares, à comunidade em geral para que possa ser lido e lembrado em qualquer momento. Inúmeras fontes foram consultadas e nas bibliografias locais são en- contradas diversas referências de trabalhos realizados nos diferentes bi- omas do Estado de Mato Grosso.
terça-feira, 4 de abril de 2017
Estudo mostra que agricultura orgânica pode alimentar o mundo inteiro
Fonte: ciclo vivo
A produção orgânica pode ser rentável, ao mesmo tempo em que melhora as condições ambientais e dos trabalhadores.
Para os especialistas a solução para a agricultura seria mesclar métodos orgânicos com tecnologias modernas usadas nos plantios tradicionais. | Foto: iStock by Getty Images
Um estudo feito pela Universidade Estadual de Washington, EUA, mostrou que a agricultura orgânica pode ser usada para alimentar de maneira eficiente toda a população mundial. O relatório mostra que com este tipo de produção é possível ter rendimentos suficientes aos produtores, ao mesmo tempo em que melhora as condições ambientais e dos trabalhadores rurais.
Liderado pelo professor de Ciência do Solo e Agroecologia, John Regalnold, juntamente com o doutorando Jonathan Wather, o relatório “Agricultura Orgânica para o Século 21” contou com análises detalhadas de outras centenas de estudos acadêmicos sobre o tema. A proposta era examinar a eficiência da agricultura ecológica baseada nos pilares da sustentabilidade: econômico, social e ambiental.
Para os especialistas a solução para a agricultura seria mesclar métodos orgânicos com tecnologias modernas usadas nos plantios tradicionais. Alguns dos pontos enfatizados são: rotação de culturas, gestão natural de pragas, diversificação agrícola e pecuária, melhoras na condição do solo a partir de uso de compostagem, adubação verde e animais.
Os autores garantem que a agricultura orgânica é capaz de satisfazes todas as necessidades alimentares do mundo, independente das mudanças climáticas. Eles ainda justificam esta afirmação: “fazendas orgânicas têm o potencial para produzir altos rendimentos em consequência da capacidade mais elevada de retenção de água nos solos cultivados sem agrotóxicos”.
Em termos econômicos, no entanto, o estudo deixa claro que, apesar de ser rentável, o cultivo orgânico proporciona lucros menores do que os tradicionais. A explicação para isso é óbvia, já que os pesticidas acabam barateando parte da produção. Em compensação o ganho ambiental, social e na própria saúde da população é enorme. As evidências apontam para o fato de que os sistemas agrícolas orgânicos garantem maior benefício social, o que resulta em um planeta mais saudável.
Redação CicloVivo
Taioba ou Inhame?? Sabes identificar? verduras quase esquecidas.
Taioba, uma verdura quase esquecida.
A Taioba é uma planta que produz folhas comestíveis gostosas, rica em nutrientes e muito fácil de ser produzida, especialmente no verão.A planta era muito consumida em Minas e as pessoas falam com saudade das suas qualidades e as receitas que as mães faziam.
Seu sabor é parecido com o espinafre, sendo mais suave. Pode ser preparado refogado como a couve com alho e/ou cebola e existem várias receitas de bolinhos, recheios para pizzas, enriquece sopas e feijão e serve como ingrediente para uma vitamina verde. Suas folhas são muito ricas em vitaminas A, B, C, e os minerais cálcio, fósforo, ferro a tal ponto que evita e cura a anemia. Possui apenas 24 calorias por 100 gramas.

Nós temos a planta aqui no Sítio desde 1.984, mas ela nunca recebeu
muita atenção pois não reconhecíamos a planta. Suas folhas se parecem
muito com as folhas de inhame, que não são comestíveis. Do inhame só se
consome a batata que tem muitas qualidades. (Veja o livro de receitas "O
Universo na Panela")
A diferença está na posição do talo na folha como podemos ver no desenho. Na Taioba o corte na folha vai até o talo.
No artigo do nosso site tem fotos que mostram com clareza a diferença entre os dois.
Descobrimos que a planta cresce melhor na sombra e em lugares úmidos. Quem quiser plantá-la na sua horta ou quintal, se não tiver sombra, pode colocar no verão sombrite (tipo 50%) sobre as plantas. Colocar o sombrite de tal forma que fique na sombra entre 10:00 a 15:00 horas (Veja foto no site). Coloque uma camada grossa de folhas, grama ou palha em sua volta para manter a terra úmida. Quando não chove é preciso colocar água. Se a folha fica pequena ou amarelada, falta água e/ou tem excesso de sol.
Uma folha normal tem no mínimo o tamanho de uma folha A4 ou mais. A planta tem ácido oxálico como o espinafre e pode ser vista como fonte nutritiva de baixo custo podendo ser reincorporado a dieta da população.
Interessante que o movimento ‘’Slow food Brasil’’ descobriu a Taioba e
está preocupado com a extinção da planta nos quintais e feiras do
Brasil. Tem um artigo publicado no site deles: ‘’ A Taioba anda sumindo
da mesa brasileira’’.
O artigo tem comentários de 40 pessoas apoiando sua preservação, dando receitas e contando lembranças do passado quando a planta ainda era comum. Esta planta salvou a saúde de muitas famílias pobres.
O movimento Slow food é um movimento contra o Fast food (comida rápida) e trabalha no mundo para preservar alimentos que tem sabor agradável, sem produtos químicos que fazem mal para a saúde e ao meio ambiente, numa relação comercial socialmente justo (Fair trade) O movimento existe em 30 países, com 100.000 associados.
Por: Joop Stoltenborg
A Taioba é uma planta que produz folhas comestíveis gostosas, rica em nutrientes e muito fácil de ser produzida, especialmente no verão.A planta era muito consumida em Minas e as pessoas falam com saudade das suas qualidades e as receitas que as mães faziam.
Seu sabor é parecido com o espinafre, sendo mais suave. Pode ser preparado refogado como a couve com alho e/ou cebola e existem várias receitas de bolinhos, recheios para pizzas, enriquece sopas e feijão e serve como ingrediente para uma vitamina verde. Suas folhas são muito ricas em vitaminas A, B, C, e os minerais cálcio, fósforo, ferro a tal ponto que evita e cura a anemia. Possui apenas 24 calorias por 100 gramas.

Nós temos a planta aqui no Sítio desde 1.984, mas ela nunca recebeu
muita atenção pois não reconhecíamos a planta. Suas folhas se parecem
muito com as folhas de inhame, que não são comestíveis. Do inhame só se
consome a batata que tem muitas qualidades. (Veja o livro de receitas "O
Universo na Panela")A diferença está na posição do talo na folha como podemos ver no desenho. Na Taioba o corte na folha vai até o talo.
No artigo do nosso site tem fotos que mostram com clareza a diferença entre os dois.
Descobrimos que a planta cresce melhor na sombra e em lugares úmidos. Quem quiser plantá-la na sua horta ou quintal, se não tiver sombra, pode colocar no verão sombrite (tipo 50%) sobre as plantas. Colocar o sombrite de tal forma que fique na sombra entre 10:00 a 15:00 horas (Veja foto no site). Coloque uma camada grossa de folhas, grama ou palha em sua volta para manter a terra úmida. Quando não chove é preciso colocar água. Se a folha fica pequena ou amarelada, falta água e/ou tem excesso de sol.
Uma folha normal tem no mínimo o tamanho de uma folha A4 ou mais. A planta tem ácido oxálico como o espinafre e pode ser vista como fonte nutritiva de baixo custo podendo ser reincorporado a dieta da população.
Interessante que o movimento ‘’Slow food Brasil’’ descobriu a Taioba e
está preocupado com a extinção da planta nos quintais e feiras do
Brasil. Tem um artigo publicado no site deles: ‘’ A Taioba anda sumindo
da mesa brasileira’’.O artigo tem comentários de 40 pessoas apoiando sua preservação, dando receitas e contando lembranças do passado quando a planta ainda era comum. Esta planta salvou a saúde de muitas famílias pobres.
O movimento Slow food é um movimento contra o Fast food (comida rápida) e trabalha no mundo para preservar alimentos que tem sabor agradável, sem produtos químicos que fazem mal para a saúde e ao meio ambiente, numa relação comercial socialmente justo (Fair trade) O movimento existe em 30 países, com 100.000 associados.
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Galinhas d'angola são usadas como arma natural contra escorpiões
As galinhas são mesmo uma forma natural de tentar eliminar os escorpiões ou prevenir que eles acabem chegando dentro de casa.
Dentre elas, a galinha d’angola é a especialista e faz um excelente trabalho para o extermínio de escorpiões em terrenos. Mas para quintais ou jardins existem outros meios mais eficazes.
Isso porque as galinhas d’angola se alimentam deles e, consequentemente, promovem a diminuição de escorpiões no ambiente. Porém, as galinhas não ciscam áreas com entulho ou lixo acumulado – locais onde os escorpiões se escondem. Além disso, as galinhas possuem hábito diurno e os escorpiões possuem hábitos noturnos.
Outros animais também se alimentam dos escorpiões, como a lacraia, os louva-deus, os macacos, as aranhas, os sapos, os lagartos, as seriemas, os suricatos, as corujas, os gaviões, os quatis, os camundongos e algumas espécies de formigas.
O ideal mesmo é manter a higiene em casa e eliminar os focos de abrigos dos escorpiões, como armários, materiais de construção, entulho, pedaços de madeira e lixo.
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