Cultivar uma orquídea em árvore é uma boa maneira de enfeitar a casa com plantas sem precisar de muito paparico - nos primeiros meses, você vai regá-la mais vezes, mas, com o tempo, as raízes novas surgem e a orquídea quase não precisa de cuidados. A jardineira Carol Costa, do site Minhas Plantas, convidou o pequeno Fabricio para mostrar como é fácil prender uma Phalaenopsis num galho. Quem sabe agora o pessoal nos supermercados e floriculturas para de jogar planta no lixo e começa a doar para que elas enfeitem ruas e praças da cidade? Mais vídeos e informações sobre orquídeas em http://www.minhasplantas.com.br.
Você ama a natureza? Tem interesse especial pelo cultivo de orquídeas? Tem paciência para esperar um ano que uma planta floresça? Cultivar orquídeas é mais fácil do que se pensa. Leia nossa matéria especial e junte-se a nós. Seja um orquidófilo.
As 10 principais dicas de cultivo de orquídeas
1. Na grande maioria, as orquídeas brasileiras são epífitas
As orquídeas epífitas crescem presas às árvores, sem, contudo, roubar delas quaisquer nutrientes. As raízes são usadas apenas para fixar a planta no caule das árvores.
2. Não colete ou adquira plantas oriundas das matas
As orquídeas já foram bastante dilapidadas pelos mateiros e colecionadores gananciosos. Procure adquiri-las de empresas produtoras de mudas ou de orquidófilos que tenham plantas disponíveis.Diga não às orquídeas coletadas do mato.
3. Escolha espécies de orquídeas adaptadas à sua região
Como as orquídeas florescem apenas uma ou duas vezes por ano, é interessante possuir várias espécies diferentes (cujo ciclo de floração costuma ser também diferente). Isso aumenta as chances de ter sempre alguma planta florida. Ao escolher o que vai cultivar, dê preferência às espécies de orquídeas que crescem na sua região. Se você mora no Ceará, confira asorquídeas que já foram catalogadas na região.
4. Irrigação das orquídeas
Mantenha o vaso úmido, jamais encharcado. É mais fácil matar uma orquídea por excesso do que por falta d’água. Não colocar pratinho com água debaixo do vaso, pois as raízes poderão apodrecer. Molhe abundantemente duas ou três vezes por semana, deixando a água escorrer totalmente. Nos outros dias, basta vaporizar as folhas de manhã cedo ou no final da tarde, quando a planta não estiver sob o sol.
5. Luminosidade do ambiente
Instale suas plantas em locais onde elas possam ser banhadas pelo sol no horário da manhã (até as 9 horas) ou no final da tarde (depois das 16 horas). Se a planta não tomar sol, ela não vai florescer. As orquídeas podem ser fixadas também no tronco de árvores, desde que estas não tenham uma sombra muito densa, como as mangueiras. O problema é que, quando florescerem, elas não poderão ser levadas para dentro de casa. Aliás, é recomendável manter os vasos, o máximo possível, na mesma posição e local.
6. Ventilação do ambiente
As orquídeas necessitam de locais arejados. Evite, porém, a ventilação muito forte, que pode derrubar os vasos e danificar suas plantas.
7. Adubação das orquídeas
Utilize um desses adubos foliares (líquidos) que se encontram na seção de jardinagem de todos os supermercados. Adicionar algumas gotas à água com que será feita a vaporização, no caso de usar pequenos pulverizadores. Procure molhar sobretudo a parte inferior das folhas de sua orquídea, pois é aí que se encontram os estômatos, que absorvem água e nutrientes.
8. Pragas e doenças em orquídeas
Se as plantas forem cultivadas de uma forma adequada, elas estarão mais resistentes a pragas e doenças. Se não houver excesso de umidade, por exemplo, dificilmente os fungos irão atacar. De qualquer modo, previna-se. Um dos grandes inimigos do cultivo de orquídeas são as cochonilhas. Esses pequenos organismos sugam a seiva da planta e podem matá-la se não forem combatidos. Quem possui poucas plantas pode catá-los, um a um, antes que se propaguem. No caso de uma coleção maior, haverá necessidade de apelar para os defensivos. Dê preferência às fórmulas naturais, pois os produtos químicos industrializados costumam ser tão prejudiciais às plantas quanto a quem as cultiva. Veja estareceita para combater as pragas com um defensivo natural. É recomendável consultar uma pessoa que tenha experiência com produtos naturais.
9. Anote o nome da espécie de sua orquídea numa plaqueta
Também é interessante atribuir-lhe um código (numérico ou alfanumérico, como queira), para facilitar a identificação no caso de uma coleção de médio ou grande porte. Um desafio que os orquidófilos enfrentam é memorizar o nome de suas plantas, quase todos em Latim ou latinizados – raramente as orquídeas têm nomes populares. Mas isto termina se tornando um excelente exercício de memória. Desenvolva igualmente o hábito de anotar a data da floração de cada planta. Se ela não voltar a florescer na mesma época, no ano seguinte, isto pode ser um sinal de alerta: talvez ela esteja com algum problema. Examine, então, as condições de irrigação, luminosidade, ventilação, etc.
10. Freqüente uma associação de orquidófilos
É o local mais apropriado para trocar idéias, tirar dúvidas sobre o cultivo de orquídeas e, de quebra, fazer novas amizades. Procure tirar proveito do convívio com os orquidófilos mais experientes. Na grande maioria, eles adoram repartir seus conhecimentos (conhecimentos que, aliás, serão sempre incompletos, pois, em se tratando de orquídeas, eternamente, todos têm algo para aprender).
Quer aprender mais sobre cultivo de orquídeas?
Adquira a nossa Cartilha de Cultivo.Escrita pelo professor e jornalista Italo Gurgel – orquidófilo de longa data e estudioso das orquidáceas, que já proferiu palestras sobre o tema no Brasil e em Portugal – a Cartilha é uma obra essencial para quem está ingressando no universo das orquídeas. Você vai aprender, em linguagem simples e descomplicada, todas as informações necessárias para cuidar bem das suas orquídeas.
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Multiplicar as próprias orquídeas é o desejo de todo jardineiro
aplicado. Elas crescem devagar e é muito difícil multiplicá-las por
sementes, o que torna a tarefa de dividi-las um verdadeiro acontecimento
que, se cercado dos cuidados necessários, resultará em belas e
saudáveis orquídeas.
As vandas apresentam crescimento monopodial e é bem mais difícil dividi-las. Foto de Maja Dumat
Tenha
em mente que a divisão somente é possível nas orquídeas com crescimento
simpodial, como catléias e laelias, e de orquídeas cespitosas como
cimbídios e dendróbios. Plantas com crescimento monopodial, como vandas e
falenópsis são um pouco mais complicadas de multiplicar por divisão e
exigem muita experiência e um tanto de sorte.
Em primeiro lugar, saiba que o cuidado mais importante ao se dividir
uma orquídea é verificar se está no momento certo para isso. Se dividida
antes do tempo, na ânsia de se obter novas orquídeas rapidamente,
corre-se o risco de atrasar a floração, ou pior, deixar a planta fraca e
suscetível as doenças. Esse é um erro frequente dos iniciantes na
orquidofilia, eu mesma cometi esse erro no começo, retrocedendo diversas
orquídeas adultas para o estágio de seedlings.
O fato de sua orquídea não estar cabendo mais no vaso, não é motivo
para divisão. Neste caso, o simples replantio resolve. Então, como saber
o momento de dividir? Conte os pseudobulbos. A planta deve ter pelo
menos três pseudobulbos bem desenvolvidos, e ao menos dois brotos guias
bem separados, de forma que cada nova muda tenha três pseudobulbos e uma
guia (eu particularmente prefiro deixar quatro pseudobulbos em cada
nova muda – deve ser trauma). Ahhh… entendi, mas e se sobrar dois
pseudobulbos posso fazer uma nova muda? Não! Corte a orquídea de forma
que estes pseudobulbos acompanhem as novas mudas formadas. Resista a
tentação de uma mudinha “extra”, definitivamente não vale à pena.
Se minha orquídea nunca floresceu posso dividir? Até pode, mas não
recomendo. Uma orquídea com tantos pseudobulbos e que ainda não
floresceu pode estar com problemas, geralmente falta de luminosidade ou
fertilizante. A floração é a garantia de que sua planta está adulta e
saudável. Portanto esperar ela alcançar este estágio é como um teste de
suas habilidades com orquídeas. E você só pode passar para a próxima
fase após completar a anterior.
As raízes novas com a ponta verde denunciam o momento de replantar ou dividir. Foto de Josef Makower
Posso
dividir em qualquer momento do ano? Pode sim! Vai depender mais da
espécie de orquídea do que da sua vontade. Quando ela estiver começando a
emitir novas raízes (aquelas com as pontinhas verdes) somente então
será o momento ideal, seja inverno ou verão. Isso geralmente ocorre logo
após a floração.
Pegue uma tesoura ou faca bem afiados, esterilize em água clorada,
álcool ou calor e comece por remover os pseudobulbos secos, murchos ou
doentes. Preserve o máximo de raízes possível, mas não deixe de cortar
as raízes secas e mortas. Esterilize os instrumentos a cada orquídea,
evitando assim a transmissão de eventuais doenças entre elas. Não é
necessário remover todo o substrato velho que estiver emaranhado nas
raízes, remova apenas o excesso e o que estiver mais fácil. Aliás,
quanto menos as raízes forem manipuladas melhor, pois elas se quebram
com muita facilidade. Limpe a orquídea com uma escova bem macia, sabão
neutro e sob água corrente, mas somente se ela estiver muito suja ou
infestada com pragas, como cochonilhas por exemplo.
O vaso pode ser de qualquer material, mas é primordial que seja bem
drenável, com furos grandes na base e se possível nas laterais. Vasos de
cerâmica costumam ser os mais indicados, por serem mais frescos,
ventilados e duráveis, mas atualmente até garrafas pet podem ser
utilizadas com sucesso. Esqueça o pratinho, ele é totalmente
contraindicado no cultivo de orquídeas.
Esta orquídea leva no substrato apenas casca de pinus e isopor. Foto de Maja Dumat
A
escolha do substrato deve levar em consideração a espécie de orquídea e
a disponibilidade de material na sua região. Você pode usar materiais
como pedra britada, cacos de cerâmica, fibra de coco, argila expandida,
carvão vegetal, casca de coco, casca de pinus, esfagno, caroços de
coquinhos (de palmeiras como açaí, butiá), sabugo de milho, casca de
arroz carbonizada, etc. Eu gosto de juntar ramos secos finos que caem no
jardim, ou devido à poda das árvores, picá-los em pedaços com 1 a 3 cm
de diâmetro. Obtenho assim um substrato natural, barato e bem próximo do
que as orquídeas epífitas apreciam. A mistura de materiais é uma boa
pedida para equilibrar a capacidade de retenção de água com a drenagem.
Alguns retém muita água, enquanto outros praticamente nada. Case a
espécie de orquídea com a frequência das regas e descubra o que funciona
melhor para você. Não esqueça que orquídeas rupícolas e terrestres
pedem substratos apropriados ao seu habitat.
Com suas mudas já devidamente limpas e separadas proceda o envase.
Aqui vem as dicas para o replante também. Sempre coloque a ponta do
rizoma mais antigo o mais próximo possível da parede do vaso. Assim
sobra mais espaço para a guia crescer e se desenvolver. O rizoma deve
ser sobreposto ao substrato e jamais ser enterrado. Essa tarefa é um
tanto árdua, pois a orquídea tende a ficar completamente solta no vaso. A
tentação de enterrar um pouquinho é forte! Mas resista, pegue barbante e
tutores de bambú, madeira, arame ou plástico e vá amarrando sua
orquídea ao tutor. Cuidado para não apertar demais. Se possível arame o
rizoma ao vaso, pois também ajuda.
Fique de olho na nova muda. Folhas amareladas indicam sol em excesso,
e folhas verde-escuras demais, indicam sombra demais. Regue
normalmente, o enraizamento é um tanto lento e há que se ter paciência.
Boa Sorte nas suas multiplicações!
Raquel Patro é a criadora e administradora do site Jardineiro.net.
Formou-se em Veterinária em 2006, quando curiosamente passou a se
dedicar ao estudo das plantas e sua interação com os jardins.
Orquídeas são plantas de flores maravilhosas, que encantam a todos.
Seu cultivo é muito simples (cultivo de orquídeas) e podemos cultivá-las em qualquer parte do país.
Orquídeas podem ser plantadas no jardim ou em árvores
Não é preciso ter um recanto especial, como um ripado ou estufa, a não ser que nosso desejo seja de cultivar orquídeas híbridas, que necessitam de maiores cuidados.
Podemos cultivar no jardim mesmo, em vasos pendentes ou presas em ramos de árvores, tornando o ambiente do jardim mais bonito e aconchegante na época das floradas.
As orquídeas têm hábitos simples e substrato especial, devem receber muita luz e adubações nas épocas apropriadas.
Vamos deixá-la habitar nosso espaço e anotar a época de seu florescimento para nos deliciarmos com seu perfume.
Idéias de orquídeas fáceis de cuidar
Uma das orquídeas mais simples de cuidar é a chuva-de-ouro (Oncidium), de pequenas flores amarelas em grandes cachos que floresce no final da primavera.
Prender a muda em placas para pendurar ou amarrar em ramos de árvores ou palmeiras.
Quando regar o jardim não esquecer de umedecer as raízes.
Algumas têm belo efeito ornamental como os dendróbios (Dendrobium fimbriatum) com suas flores num tom de amarelo que chega a ofuscar a vista de tão intenso.
O gênero Dendrobium tem flores com diversas cores, como o Dendrobium nobile que nos encanta sempre e que num jardim poderá enfeitar uma árvore grande.
Também pode ser cultivada em vasos e ao iniciar sua florada poderemos pendurar e enfeitar o jardim junto ao nosso recanto de lazer.
Também as catléias são orquídeas fáceis de cultivar e dentre elas destaco a Cattleya intermédia, que se adapta até a cultivo com palmeiras e plantas xerófitas.
Algumas orquídeas têm hábito terrestre como a Phaius que pode ser cultivada em vasos ou no solo, num espaço preparado para ela especialmente.
Já a Laelia tenebrosa deve ser cultivada em vaso, mas este poderá ser pendurado em ramos na árvore do jardim e ornamentar o espaço na época do Natal.
Floresce em dezembro, um belo presente natalino e que é esperados todos os anos.
Algumas plantas têm flores diferentes e com seu exotismo fazem a atração de quem não conhece, como a brássia (Brassia verrucosa).
Dentre tantas orquídeas cultivadas é difícil destacar a que mais gostamos, a que esperamos aparecer o pendão floral, a abrir suas flores, a admirar a forma e delicadeza de suas pétalas, a fotografá-la.
Mais uma vez.
Uma se destaca, no entanto, a Cattleya leopoldi.
Suas flores não são grandes, mas têm formato delicado, reunidas em grande inflorescência, muito maior que a muda da planta.
Outra destas queridas amigas do jardim é a Miltonia flavescens, de pequenas flores muito simples e perfumadas, reunidas em grande inflorescência, que dão um acabamento perfeito num espaço enfeitado por plantas mais coloridas.
Cultivar, falar, apreciar orquídeas.
O cultivador é um entusiasta, quem começa a cultivar está sempre garimpando novas mudas em exposições e feiras.
O paisagista nem sempre adiciona orquídeas aos seus projetos, pois a floração pode não estar ocorrendo no momento da implantação dos trabalhos e nem todo o cliente entende isto.
Mas estas plantas deveriam ser incluídas de forma sistemática aos jardins, pois adicionam beleza e sua manutenção não é dispendiosa.
São as estrelas do jardim na época de florescimento.
Seu perfume encanta a todos e a forma e cores de suas flores são um bônus para quem as cultiva.
fonte: blog flores i flores Olá a todos, esta semana diversos clientes que compraram nossas orquídeas Phalaenopsis nos fizeram a mesma pergunta: - Como faço pra cuidar dela? Devido a isso decidi postar hoje sobre "Como cuidar da sua Phalaenopsis".
Decidi escolher esta orquídea para fazer parte do banner da loja devido à sua beleza incomparável. Vamos saber mais sobre ela.
O gênero Phalaenopsis foi criado em 1825 por Karl Ludwig von Blume , ela foi batizada com esse nome a partir de duas palavras gregas “phalaina” (falena, mariposa) e “ópsis,-eos” (visão, ação de ver) . segundo Karl suas flores sparecem com as asas de mariposas.
Na época ele fez o estudo o exemplar utilizado na pesquisa foi da espécie Phalaenopsis amabilis, descrita algum tempo antes (1741 e 1750) pelo botanista holandês Georg Ebehard Rumpf (ou Rumphius).
No gênero Phalaenopsis estão catalogadas cerca de 50 espécies, a maioria epífita e ocasionalmente litófitas, distribuídas por toda Ásia tropical, sudeste da Índia e Nepal, Nova Guiné, norte da China, Taiwan e Austrália, mas é nas Filipinas que está concentrada maior riqueza de espécies nativas.
CARACTERISTICAS DA ORQUÍDEA PHALAENOPSIS
Apresentam caule praticamente nulo com folhas largas e suculenta, onde é armazenada sua reserva nutricional, é monopodial, de crescimento sucessivo, possui raízes longas, grossas e flexíveis.
Sua floração ocorre a partir de uma haste que parte de seu caule e desenvolve suas flores no decorrer da mesma.
SUBSTRATO
O substrato pode ser composto por fibra de coco destratada, casca de pinus, carvão, casca de arroz carbonizada, semente de açaí carbonizada ou até mesmo uma mistura deles.
Deve ser mantido levemente úmido, não devendo ser encharcado, caso isso aconteça suas raízes apodrecerão e a planta morrerá.
LOCAL
É ideal para cultivo em ambientes fechados ou apartamentos, desde que o local tenha uma mínimo de ventilação natural e principalmente boa luminosidade indireta e esteja exposta a um mínimo de luminosidade solar filtrada entre 7 e 9 horas da manhã ou das 16hs até o anoitecer. Resolve-se isso colocando seu vaso sobre aparadores junto de janelas. No habitat de origem, as Phalaenopsis vegetam em baixas altitudes de florestas tropicais asiáticas onde a temperatura média diurna varia entre 28 e 35º C e noturna na faixa dos 20 a 24º C e sob luminosidade natural filtrada pela copa das árvores, sem incidir diretamente nas folhas, a não ser aquela ainda fraca do amanhecer ou anoitecer. Baseado nisso fica mais fácil seu cultivo em interiores ou exteriores.
REGAS E ADUBAÇÃO
A orquídea Phalaenopsis, como a maioria das orquidáceas, se desenvolve bem com boa umidade ambiente no substrato em vaso ventilado (vasos com furos nas laterais, mas nunca encharcado. Regas uma vez ao dia, preferencialmente no amanhecer ou entardecer, quando os estômatos (micro orifícios localizados na parte de baixo das folhas) nas folhas estão abertos e receptivos a nebulização úmida do ar absorve os nutrientes, o mesmo ocorrendo com os velames micro porosos que compõem todo o enraizamento da planta.
Para evitar acúmulo de água na junção de suas folhas, o ideal é cultivar a planta um pouco inclinada, principalmente nos casos em que se tenha muitos vasos, regando-os com esguicho ou aspersores. Na adubação de manutenção e crescimento há quem faça o uso de ADUBO CRISTALIZADO SOLÚVEL EM ÁGUA e que deve envolver além dos micronutrientes já incorporados na fórmula química, os macronutrientes N-P-K na proporção 10-10-10 ou 20-20-20. Para floração a composição muda para reforço maior em Fósforo (P) e pouca coisa a mais em Potássio (K)– válido para a maioria das orquídeas – na fórmula 10-30-20. Se na região onde você residir não tem a fórmula com esses valores, não é problema, compre o que encontrar desde que tenha proporção parecida ainda que apresente esses números reduzidos (aliás é o que mais encontramos no interior do Brasil nas lojas de jardinagem ou produtos agropecuários).
Adubação orgânica composta pela mistura de torta de mamona substituindo o Nitrogênio (ureia) químico (N), a farinha de osso ou de ostras substituindo o Fósforo(P) e cinzas de madeiras diversas no lugar do Potássio (K), são excelente variante de adubação para orquídeas. Apesar de orgânico, esses componentes devem ser usados com a mesma cautela ou cuidado quando usamos adubação química, tendo em consideração que o ideal é usar em quantidade mínimas ou homeopáticas a fim de evitar danos à sua planta. Exemplificando: Se no folheto ou modo de usar do frasco diz uma colher de chá para um litro de água, diminua para uma colher de café, ou naquela quantidade maior, aumente em três vezes a quantidade de água, guardando em frasco plástico fechado (garrafa pet por exemplo) e com essa água molhe a planta uma vez ao dia, até que essa solução nutricional acabe. Lembre-se apenas de agitar o frasco antes do uso.
Agindo assim a orquídea não terá problema de super dosagem e intoxicação.
FLORAÇÃO E NOVAS MUDAS
A Phalaenopsis apresenta flores vistosas, coloridas, que variam do branco ao vermelho, passando pelo amarelo, creme-esverdeado, roxo, estriadas e incontáveis nuances de cores, pintalgadas ou não, principalmente nas espécies híbridas, plantas mais usadas para embelezar interiores.
São sempre trilobadas e podem apresentar diferenças de forma, considerando a origem de sua origem genética nos cruzamentos. Apesar da exuberância de suas florações seu perfume, se existir é praticamente nulo. Ainda não encontrei durante o dia uma Phalaenopsis híbrida perfumada. Diz-se que ela seria polinizada na madrugada por um tipo de mariposa (falena) que aliás, são insetos de hábitos noturnos, diferentes das borboletas que possuem hábito diurno. Qualquer dia desses vou acordar durante a madrugada para verificar e conto a você na próxima postagem (risos)!
As orquídeas Phalaenopsis costumam nos presentear com uma nova floração na mesma haste floral onde tenha tido floração anterior, soltando nova inflorescência nos nódulos velhos (ou gemas), por isso, mesmo depois da floração recomenda-se não cortar a haste até que ela esteja totalmente ressecada.
Em algumas situações a planta pode desenvolver nesses nódulos velhos, novas mudas.
Alguns orquidófilos após a floração anterior, costumam medir cerca de um palmo (cerca de 22 cm) na haste floral a partir da base da planta, cortando ali. Em seguida cauterizam o ferimento com uma colher quente e/ou passam pasta de canela em pó úmida evitando germes oportunistas como fungos e bactérias.
Nesse pedaço de 22 cm de haste que ficou na planta costuma nascer outra haste floral. Borrifar solução de água filtrada com complexo vitamínico B ou hormônio enraizador (tiamina de boro ou 2 comprimidos de BENERVA esmagados e dissolvidos num litro de água - e ácido giberélico). Com o tempo poderá surgir novas mudas nos nódulos dessa haste. Somente destacar as novas mudas quando estas estiverem com as folhas duplas crescidas e apresentando enraizamento, replantando-as conforme já explicado acima.
DICAS FINAIS: Muitos orquidófilos usam canela em pó colocada na palma da mão e soprando-a sobre as raízes das Phalaenopsis, visando proteção contra fungos e bactérias, e dizem, obtendo melhor floração com a planta mais saudável.
Em breve postaremos como fecundar a flor da Phalaenopsis para ela criar o bulbo e gerar sementes
Caso queira aprofundar seus conhecimentos a respeito do cultivo de orquídeas leia também nossa postagem sobre Adubação de orquídeas
Nome Técnico: Dendrobium nobile Lindl. Sin.Dendrobium formosoanum (Rchb.) Masam. Nomes Populares: orquídea olho-de-boneca Família: Família Orchidaceae Origem: Originária da China
Descrição
Planta herbácea de hábito epífita, forma grandes touceiras em geral
de 0,45 m de altura. Possui pseudobulbos sulcados, com nós e entrenós
bem marcados na cor verde.
As folhas são curtas, flexíveis e finas e estão inseridas nestes nós, ao
longo dos pseudobulbos de onde também surgem as flores. Estas são de
cores variadas, inclusive bicolores, de tamanho 6cm x 6,5 cm, sobre
haste floral de 2 cm.
A flor tem duração de aproximadamente 30 dias, conforme a região e a
temperatura, na época da primavera. O nome Dendrobium do grego significa
planta que vive nas árvores.
É um dos gêneros que mais tem espécies, cerde 1000 a 1400.
Como Plantar
Na
época de crescimento esta planta necessita de regas freqüentes e
abundantes, principalmente no verão. Deixa-se secar entre regas para que
as raízes não fiquem encharcadas e não percam a capacidade de
respiração.
O local de cultivo deve ser bem arejado com muita luz, portanto o
sobreamento do ripado deve ter pelo menos 30%. Em lugares de verões
fortes, evitar o sol da tarde que poderá queimar as folhas.
Para adubar a planta, durante o período de crescimento, usar adubo
granulado tipo NPK fórmula 10-10-10, dissolvido, regando o substrato. Um
dia antes não esquecer de regar bem, evitando a concentração de sais
que podem prejudicar a planta.
Como o Dendrobium floresce no fim da primavera até a entrada de
verão, na início da primavera adubar com fertilizante com mais fósforo,
tipo NPK 4-14-8. Existem muitas recomendações de adubos de formulação
mais pesada, mas acreditamos que na natureza isto não ocorra, e quem é
mais leigo no assunto deve evitar experimentações com suas plantas.
Menos significam doses mais homeopáticas como a planta tem nas matas.
Excesso de adubo em orquídeas acaba no chão, sendo percolado no
perfil do solo contaminando lençóis freáticos, com toda a implicação
danosa ao meio ambiente que sabemos.
Pode
ser multiplicado pela divisão de touceira e por pequenas brotações que
aparecem nas laterais dos pseudobulbos. Aguardar até que estas brotações
tenham raízes para retirar e então preparar o vaso conforme explicado
no passo a passo.
Para fazer a propagação desta planta, separe a muda da planta-mãe,
faça a preparação do vaso colocando isopor e argila expandida no fundo e
por cima fibra de coco ou musgo seco e acomode a planta.
Prenda um tutor e fixe com atilho. Coloque arame para pendurar no ripado e regue bem. Veja as fotos do passo a passo.
Paisagismo
É um dos gêneros mais apreciados e pode ser cultivado em vasos pequenos ou ser fixado a troncos de árvores, cyccas e palmeiras.
Uma planta conhecida por sua bela flor, que pode ser de variadas cores, é a orquídea. Esta é uma planta que pode ser encontrada em quase todos os lugares do mundo – a única exceção é a Antártida. Por ser uma planta que se dá muito bem com o clima tropical, é uma ótima ideia cultivá-la nas terras brasileiras.
Uma orquídea bem tratada é uma planta que dá vida e cor para a casa. Mas, para chegar a este efeito, é necessário tomar alguns cuidados. Sobretudo com o replantio. Isso deve ser feito em algumas situações: quando o substrato está velho, quando a planta já não cabe no vaso ou quando a orquídea apresenta alguma doença.
Como transplantar a orquídea
1. Escolha bem o vaso
Antes de tudo é preciso garantir que a planta se desenvolverá como o esperado no novo ambiente. Para isso, a dica é escolher o vaso certo. Para as orquídeas, o ideal é optar por um recipiente de material poroso, que drena bem a água.
Antes de fazer o replantio, deixe sua planta de molho. O ideal é que a orquídea fique assim por algumas horas. Isso importante para que as raízes presas no antigo vaso se soltem com maior facilidade na hora de fazer a troca de recipiente.
3. Prepare o novo vaso
Enquanto a orquídea está de molho, aproveite para preparar o novo vaso. Faça uma camada com pedras pequenas no fundo. Isso vai ajudar a drenar a água. Depois, coloque terra especial para orquídeas no vaso. Para garantir uma planta vistosa e saudável, coloque também musgo lavado ou chips de fibra de coco no vaso. Molhe o solo do novo recipiente antes de fazer o replantio.
4. Remova a planta
Agora, é hora de trocar a orquídea de vaso. Segure a base da orquídea com as mãos e vire o vaso. A planta deve sair do vaso com facilidade. Caso alguma raiz fique presa, retire-a delicadamente com os dedos. Depois, é hora de preparar a planta para o replantio. Sacuda as raízes, para retirar todo o substrato velho. Você também pode enxaguar a planta em água corrente.
5. Retire as folhas danificadas
Também é importante retirar todas as folhas e caules que estejam danificados ou podres. Uma dica é passar um pouco de pó de canela, que é um cicatrizante natural, nos locais de corte.
6. Coloque a orquídea no novo vaso
Agora, é o momento de transplantar a orquídea. Para isso, encoste a parte posterior da planta no vaso, para firmar seu desenvolvimento. Como saber que parte é essa? É o oposto do lado em que nascem os novos brotos.
7. Espere que a planta se adapte ao novo ambiente
A orquídea demora cerca de sete dias para se adaptar ao novo ambiente. Nesse tempo, deixe a planta na sombra e use um borrifador para regá-la. Passado este tempo, a planta pode ser levada ao sol e molhada normalmente.
Hoje vamos falar sobre esse produto maravilhoso em nosso blog, o extrato pirolenhoso. O texto é longo, mas o assunto é um pouco complexo, então precisamos nos prolongar um pouco. Coloração e aspecto do extrato pirolenhoso
Escutamos sempre muitas opiniões sobre os produtos utilizados em
orquídeas. Há muitas coisas que as pessoas usam de invenção própria e
acabam prejudicando o desenvolvimento das plantas. Isso acabou deixando
muita gente com medo de usar isso ou aquilo, sendo que já escutei muita
gente falando que não usa o extrato pirolenhoso por medo de prejudicar a
planta, ou por não acreditar nos resultados.
O teste de produtos é algo que é feito cientificamente, ou seja, com
método correto e que mensura os resultados de maneira palpável e muitas
vezes matemática e que possibilite a comparação dos mesmos. E o extrato
pirolenhoso já foi alvo de alguns desses estudos, que serão apresentados
mais a frente no texto para consulta. O que é o extrato pirolenhoso
Na verdade, trata-se de um conjunto de ácidos (por isso também é
conhecido como ácido pirolenhoso) e compostos fenólicos e aldeídos, que
são obtidos pela condensação de fumaça, sendo, portanto, fumaça líquida.
Após a condensação da fumaça, o produto é decantado, filtrado e até
destilado para sua purificação. E o que o extrato pirolenhoso faz??
Há inúmeros efeitos do extrato pirolenhoso nas orquídeas e também em outras plantas, conforme listado a seguir:
Estimula a brotação e enraizamento;
Corrige o pH da água de irrigação;
Melhora a absorção de nutrientes, melhorando o crescimento das plantas;
Ativa a microbiota (em solos e também substratos); e
Atua como repelente de insetos e pragas.
Incrível, não acham? Mas isso tudo não somos nós que estamos dizendo,
existem alguns estudos científicos de renomadas universidades que
estudaram especialmente a brotação e crescimento das plantas. Além
disso, esse produto é natural e aceito pela agricultura biológica e até
orgânica, não sendo danoso ao meio ambiente. Esse produto é utilizado
pela cultura japonesa na agricultura a séculos (inclusive para plantas
comestíveis), o que por observações empíricas deve ter se mostrado bem
vantajoso! Como usar o extrato pirolenhoso?
O extrato pode ser utilizado juntamente com a adubação solúvel,
inclusive, ele auxilia na melhor absorção do adubo pelas plantas, pois
ele dilata os poros da planta. Adiciona-se a dose recomendada do extrato pirolenhoso (costumamos recomendar de 3 até 6ml/l) e do adubo utilizado. Quer saber mais sobre a adubação de orquídeas, leia este artigo. Recomenda-se o uso em conjunto com adubos
Caso você tenha um sistema automático de irrigação, você pode
adicioná-lo nos seus reservatórios ou adicionar as doses no irrigador
manual, não tendo problema algum com entupimento (com extratos de boa
qualidade). Indicamos que seja aplicado molhando a planta toda da folha à
raiz e, claro, tentar evitar o contato com botões de flores quando
houver.
Como o produto é muito estimulante, recomendamos também que seja
utilizado com parcimônia. Aqui utilizamos em média uma vez ao mês no
inverno e quinzenalmente no verão e primavera. Para plantas mais
debilitadas você pode fazer uma aplicação semanal para estimular uma
rápida brotação, enraizamento e recuperação da planta e, após a
recuperação da mesma, voltar à rotina normal. Super brotação em Cattleya após apenas 3 semanas de aplicação de 5ml/l com adubo plant prod 20-20-20
Após preparada a mistura, no caso de pessoas que possuem muito poucas
plantas, e fazem uma adubação manual e com borrifadores pequenos, caso
sobre algum resquício do preparado, ele pode ser armazenado por até 15
dias, não perdendo todo seu efeito, mas pode haver uma redução da
potencialidade do mesmo. Caso você tenha um jardim também poderá colocar
um pouco nas suas outras plantas, sem problemas algum! Efeito observado nas orquídeas
Um dos principais estudos brasileiros sobre o assunto é uma
dissertação de mestrado feito pela Jenniffer Aparecida Schnitzer na
Universidade Estadual de Londrina, que avaliou o efeito do extrato
pirolenhoso em duas espécies de Cattleya (loddigesii e intermedia). Em
suma, o estudo concluiu que o extrato pirolenhoso foi efetivo no cultivo
dessas espécies, melhorando diversos aspectos das plantas, aumentando
também a quantidade de brotos.
Foi indicado, para estas espécies o uso da concentração entre 0,3 e
0,4% em Cattleya intermedia e 0,6% em Cattleya loddigesii, que promoveu
os melhores resultados. O estudo completo pode ser baixado gratuitamente
no seguinte endereço: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp086513.pdf
A mesma autora voltou a realizar estudos com o produto, agora
comparando a Cattleya intermedia com a Miltonia clowesii e o uso de
diferentes subtratos de cultivo, estudo disponível neste link: http://www.scielo.br/pdf/asagr/v32n1/v32n1a20.pdf
A conclusão deste segundo estudo foi:”O extrato pirolenhoso
adicionado ao substrato incrementou o desenvolvimento vegetativo e
radicular das espécies estudadas. Para C. intermedia e Milt. clowesii, a
combinação de casca de pinus, fibra de coco, casca de arroz carbonizada
e carvão vegetal imerso no extrato pirolenhoso (PiCoCaCarEP)
proporcionou os melhores resultados.”
Dessa forma, podemos dizer que não há dúvidas que o extrato pirolenhoso pode ajudar muito no cultivo de orquídeas, não é mesmo? Mas posso usar também nas micro-orquídeas e no EcoTronco?
Não foram realizados estudos científicos com espécies de
micro-orquídeas com a aplicação da substância, entretanto, temos
utilizado nas nossas micro-orquídeas no EcoTronco
com resultados interessantes. Utilizamos a concentração média de 5ml/L
combinada com a adubação foliar e estamos felizes com os resultados.
Parece até mágica, não é? Mas vamos nos lembrar que a diferença entre
o remédio e o veneno pode ser a dose. Por isso, nunca utilize dosagem
superior à indicada!!!!
Bom cultivo…
PS. Não é a toa que decidimos comercializar este produto fracionado em nossa loja on-line, clique aqui e visite nossa loja! Tem muita coisa boa pras suas orquídeas.
Veja aqui um vídeo sobre como preparar a adubação para sua orquídea.
Replantar uma orquídea que temos em casa e que já floresceu, em uma arvore, é devolve-la a seu habitat natural . Fixando esta planta no tronco ela poderá desenvolver o seu sistema radicular e viver em harmonia com a árvore e florescer novamente. A Orquídea não é uma planta parasita e portando não vai tirar os nutrientes da árvore. Ela simplesmente usa a casca da árvore para prosperar suas raízes que vão retirar do ambiente (ar úmido e chuvas) sua sobrevivência e esplendor !!
Orquídeas são todas as plantas que compõem a família Orchidaceae, pertencente à ordem Asparagales, uma das maiores famílias de plantas existentes. Apresentam muitíssimas e variadas formas, cores e tamanhos e existem em todos os continentes, exceto na Antártida, predominando nas áreas tropicais
Para quem está iniciando na arte do cultivo às orquídeas a situação nem sempre é fácil, parece que encontramos um pouco de informação em cada lugar mas nunca temos acesso a informações completas sobre o assunto!
Existem muitas espécies de orquídeas e cada uma delas parece possuir uma personalidade própria, com necessidades e exigências especiais.
2 - Orquídeas - Como Cuidar?
Quantas pessoas ganham orquídeas de presente para ver a florzinha morrer em breve, simplesmente pelo fato de não saber como cuidar? Cuidar de orquídeas é fácil e prazeroso, basta ter acesso às informações corretas;
A maior parte das orquídeas acaba morrendo ou não dando flores por causa de erros bastante simples que cultivadores cometem. Estes erros podem ser evitados facilmente.
Para saber cuidar de orquídeas é preciso entender os sinais que a plantinha lhe fornece e você pode aprender a identificar o que precisa ser feito antes da planta sofrer.
Existem métodos comprovados e que funcionam sempre para cuidar desta linda flor. Estes métodos podem ser utilizados por quem está começando agora ou mesmo por aqueles que já possuem algumas orquídeas!
Cada orquídea tem uma personalidade especial e se você dedicar sua atenção para conhecê-la ela lhe retribuirá com as mais lindas flores que já viu!
3- Onde Comprar Orquideas?
Descubra todos os SEGREDOS de como comprar a orquidea certa, saudável, além de cultivar orquídeas facilmente com explicações passo a passo! Transforme as orquídeas de seu jardim em orquídeas lindas de exposição.
Conheça o Manual Completo Como Cuidar de Orquídeas, feito por Alberto Schuman, cultivador de Orquideas a mais de 20 anos, o material é de ótima qualidade, completo, ilustrado e cheio de dicas especiais.
As orquídeas pertencem a uma das maiores famílias de plantas, com uma grande variedade de gênero e espécies. Suas plantas e flores possuem muitas formas, cores e tamanhos.
Sobre o cultivo e o mercado de orquídeas, o apresentador Marcelo Espíndola conversa com a produtora da espécie, Erica Shirozu. Confira!
Um resíduo da produção de carvão é reaproveitado em viveiros de mudas no município de Pareci Novo. O uso do extrato pirolenhoso já apresenta bons resultados a mais de 30 famílias, que contam agora com uma produção mais bonita, sadia e de rápido desenvolvimento. Isto melhorou a renda familiar e a qualidade de vida, por não usarem produtos químicos.
Os agricultores interessados em conhecer mais a técnica ou começar a utilizá-la, podem procurar o escritório municipal da Emater de Pareci Novo. Fica junto à prefeitura na Rua João Inácio Teixeira, número 70. Ou entrar em contato pelo telefone (51) 3633-9131, ou pelo e-mail empareci@emater.tche.br .
Jornalista Taline Schneider
Cinegrafista Aldir Marins
Pareci Novo - RS
ESTOU TESTANDO ESTE ADUBO NAS ORQUÍDEAS. VAMOS VER OS RESULTADOS!