domingo, 7 de fevereiro de 2016

Como fazer um canteiro bem diferente | Vida & Saúde

Plantas Repelentes: plante-as perto de outras para protegê-las dos ataques de pragas

As plantas anti-pragas ajudam a proteger contra fungos e insetos as plantas mais vulneráveis

As plantas anti-pragas colocadas junto a espécies mais vulneráveis ​​são capazes de repelir os ataques de fungos e insetos aos nossos jardins e áreas cultivadas. Além disso, estas associações de plantas são benéficas porque consumem diferentes nutrientes sem competir umas com as outras. Quer saber quais são essas plantas?
Fritillaria contra roedores:
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odor vindo do bulbo da coroa imperial (Fritillaria imperialis) é tão desagradável para toupeiras e ratos que impede que se aproximem a pouca distância desta planta. Aconselhamos que plante perto de outras plantas que queira proteger de ataques de roedores, como os cultivos da horta. E é decorativo!
Tagetes para repelir vermes:
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As Tagetes não são apenas decorativas. Além de oferecer muitas variedades de tons, a substância desprendida das suas raízes mantém afastados os fungos, bactérias e os nematóides, que são vermes microscópicos que parasitam as raízes das plantas. Plantando vários exemplos de tagetes conseguirá mantê-los afastados das suas roseiras e batatas.
Manjericão para afastar o bolor
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O manjericão repele o bolor: as plantas que retêm gotas de água do orvalho ou chuva podem desenvolver bolor, um fungo que pode ser combatida com o plantio de manjericão que capturará todas essas gotas de água.
Plantas para eliminar o pulgão:
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Existem várias plantas resistentes ao pulgão que pode colocar junto daquelas mais sensíveis, como as roseiras. As dedaleiras acolhem os pulgões sem ficarem afetadas, protegendo do seu ataque outras plantas próximas.
A planta Cinco-chagas age como armadilha que atrai os pulgões e evitam que aproximem-se de árvores e hortaliças. Plantas aromáticas, tais como salva, rosmaninho e erva-cidreira também repelem os pulgões.

Fonte: Jardiland

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Aprenda a cultivar orquídeas



Dicas de cultivo de orquídeas

Você ama a natureza? Tem interesse especial pelas orquídeas? Tem paciência para esperar um ano que uma planta floresça? Leia nossa matéria especial e junte-se a nós. Seja um orquidófilo.

Cultivar orquídeas é mais fácil do que se pensa

1. Na grande maioria, as orquídeas brasileiras são epífitas, isto é, crescem presas às árvores, sem, contudo, roubar delas quaisquer nutrientes. As raízes são usadas apenas para fixar a planta no caule das árvores.
2. Ao escolher o que vai cultivar, dê preferência a espécies adaptadas a sua região. Como as orquídeas florescem apenas uma ou duas vezes por ano, é interessante possuir várias espécies diferentes (cujo ciclo de floração costuma ser também diferente). Isso aumenta as chances de ter sempre alguma planta florida.
3. Não colete ou adquira plantas oriundas das matas, pois as orquídeas já foram bastante dilapidadas pelos mateiros e colecionadores gananciosos. Procure adquiri-las de empresas produtoras de mudas ou de orquidófilos que tenham plantas disponíveis.
4. Irrigação: Mantenha o vaso úmido, jamais encharcado. É mais fácil matar uma orquídea por excesso do que por falta d’água. Não colocar pratinho com água debaixo do vaso, pois as raízes poderão apodrecer. Molhe abundantemente duas ou três vezes por semana, deixando a água escorrer totalmente. Nos outros dias, basta vaporizar as folhas de manhã cedo ou no final da tarde, quando a planta não estiver sob o sol.
5. Luminosidade: Instale suas plantas em locais onde elas possam ser banhadas pelo sol no horário da manhã (até as 9 horas) ou no final da tarde (depois das 16 horas). Se a planta não tomar sol, ela não vai florescer. As orquídeas podem ser fixadas também no tronco de árvores, desde que estas não tenham uma sombra muito densa, como as mangueiras. O problema é que, quando florescerem, elas não poderão ser levadas para dentro de casa. Aliás, é recomendável manter os vasos, o máximo possível, na mesma posição e local.
6. Ventilação: As orquídeas necessitam de locais arejados. Evitar, porém, a ventilação muito forte.
7. Adubação: Utilize um desses adubos foliares (líquidos) que se encontram na seção de jardinagem de todos os supermercados. Adicionar algumas gotas à água com que será feita a vaporização, no caso de usar pequenos pulverizadores. Procure molhar sobretudo a parte inferior das folhas de sua orquídea, pois é aí que se encontram os estômatos, que absorvem água e nutrientes.
8. Pragas e doenças: Se as plantas forem cultivadas de uma forma adequada, elas estarão mais resistentes a pragas e doenças. Se não houver excesso de umidade, por exemplo, dificilmente os fungos irão atacar. De qualquer modo, previna-se. Um dos grandes inimigos de nossas orquídeas são as cochonilhas. Esses pequenos organismos sugam a seiva da planta e podem matá-la se não forem combatidos. Quem possui poucas plantas pode catá-los, um a um, antes que se propaguem. No caso de uma coleção maior, haverá necessidade de apelar para os defensivos. Dê preferência às fórmulas naturais, pois os produtos químicos industrializados costumam ser tão prejudiciais às plantas quanto a quem as cultiva. É recomendável consultar uma pessoa que tenha experiência com produtos naturais.
9. Anote o nome da espécie de sua orquídea numa plaqueta. Também é interessante atribuir-lhe um código (numérico ou alfanumérico, como queira), para facilitar a identificação no caso de uma coleção de médio ou grande porte. Um desafio que os orquidófilos enfrentam é memorizar o nome de suas plantas, quase todos em Latim ou latinizados – raramente as orquídeas têm nomes populares. Mas isto termina se tornando um excelente exercício de memória. Desenvolva igualmente o hábito de anotar a data da floração de cada planta. Se ela não voltar a florescer na mesma época, no ano seguinte, isto pode ser um sinal de alerta: talvez ela esteja com algum problema. Examine, então, as condições de irrigação, luminosidade, ventilação…
10. Freqüente uma associação de orquidófilos. É o local mais apropriado para trocar idéias, tirar dúvidas sobre o cultivo de orquídeas e, de quebra, fazer novas amizades. Procure tirar proveito do convívio com os orquidófilos mais experientes. Na grande maioria, eles adoram repartir seus conhecimentos (conhecimentos que, aliás, serão sempre incompletos, pois, em se tratando de orquídeas, eternamente, todos têm algo para aprender).

Minhocultura: alternativa agroecológica para reciclagem de resíduos orgâ...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

PODA DA JABUTICABEIRA





Neste vídeo do TV Sítio, Roberto Losqui mostra porque muitas vezes o pé de jabuticaba demora para dar frutos. Primeiro, é preciso fazer todo ano o manejo adequado e garantir a planta muita água. Veja mais em www.tvsitio.com.br


+ venda de mudas de amendoim forrageiro(para POA e RS)

+ Venda de minhocasvermelhas da califórnia.

sábado, 30 de janeiro de 2016

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Cultivo de banana no Sul Gaúcho, como o sr. Maneco





Uma das frutas mais consumidas no mundo, a banana é produzida em regiões de clima tropical. Mas no sul do Rio Grande do Sul, onde o clima é temperado, alguns produtores têm conseguido produzir mesmo com temperaturas mais baixas.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Minhocário é alternativa para a produção de adubo orgânico - EMBRAPA





A minhocultura utiliza as minhocas para conversão e transformação de resíduos orgânicos em húmus. E um curso na Embrapa Clima Temperado capacitou agricultores nesta atividade.

Reportagem: Elise Souza
Imagens: Bruno Corrêa; Sérgio Tuninho
Edição: Elise Souza

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