Mostrando postagens com marcador #mel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #mel. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Guaco é uma planta medicinal e apícola!!


Fonte: site tua saúde

Guaco em plena floração, rua sinimbu em porto alegre


Guaco é uma planta medicinal, também conhecida por ervas de serpentes, cipó-catinga ou erva de cobra, muito utilizada em problemas respiratórios devido ao seu efeito broncodilatador e expectorante.
O seu nome científico é Mikania glomerata Spreng e pode ser comprada em lojas de produtos naturais e farmácias de manipulação com o preço médio de 30 reais.

Para que serve o guaco

O guaco serve para tratar gripe, tosse, rouquidão, infecção na garganta, bronquite, alergias, infecções na pele e reumatismo.
Guaco combate a tosse e reumatismo

Propriedades do guaco

As propriedades do guaco incluem sua ação broncodilatadora, anti-séptica, expectorante, febrífuga, antiasmática, sudorífica, anti-reumática e cicatrizante.

Modo de uso do guaco

Para fins terapêuticos são usadas as folhas da planta ou xarope do guaco.
  • Chá para reumatismos ou inflamações: Colocar 10 g de folhas em 500 ml de água fervente por 10 minutos. Beber 2 xícaras de café ao dia. Veja como preparar chá com esta planta em 3 Receitas com Chá de Guaco para Aliviar a Tosse
  • Tinturas para reumatismo: A tintura pode ser feita deixando-se em infusão 100 gramas das folhas trituradas em 300 ml de álcool a 70° para ser usada externamente. Depois de filtrada, pode ser utilizada em fricções ou compressas locais.
Algumas receitas com guaco estão:

Efeitos colaterais do guaco

Os efeitos colaterais do guaco incluem hemorragias, aumento dos batimentos cardíacos, vômitos e diarreia. O guaco contém cumarina que pode apresentar um agravamento nos quadros de falta de ar e tosse em pacientes com alergia a cumarina

Contraindicações do guaco

O guaco está contraindicado para indivíduos com doenças no fígado, indivíduos que utilizam anticoagulantes e para crianças menores de 1 ano de idade.

Os tipos de mel e suas propriedades medicinais especificas

Fonte:http://naturalsaudeebeleza.blogspot.com.br/2012/08/os-tipos-de-mel-e-suas-propriedades.html


É importante saber, que as abelhas não escolhem a flor a ser visitada, e que um mel classificado como de uma florada (macieira, por exemplo) é produzido por causa da presença de maior quantidade e oferta de uma flor de planta mais marcante e proeminente numa região.

Podemos concluir que qualquer mel é quase multifloral, mas com maior concentração da florada mais abundante na região (até um raio de10 quilômetros em torno das colmeias).

De flores silvestres – é um mel multifloral mencionado, resultante da mistura do néctar colhido de diversas flores dos campos, matas ou florestas. Pode ser produzido por abelhas silvestres também, como a jataí, a urussú, mas é um mel mais escuro, mais líquido e menos viscoso. 

O mel silvestre produzido pelas abelhas europeias ou africanizadas é dourado, mais denso, e tem o sabor tradicional suave. É muito rico em sais minerais, usado como tônico e fortificante para crianças, adultos e idosos. É peitoral, auxilia no tratamento popular do reumatismo e da artrite.

Da cana-de-açúcar – diferentemente dos demais desta lista, não é mel de flores, mas elaborado a partir da seiva da cana dos canaviais queimados ou cortados. Tem valor nutritivo superior ao melado. É muito escuro e pouco viscoso, com forte aroma de rapadura. 

Muito rico em ferro, colabora na formação óssea das crianças, é recomendado para idosos por ter propriedades antianêmicas, fortificantes, anti-raquitismo e contra reumatismo e artrite.

Da flor da acácia – é o mel mais rico em frutose.

Da flor da bracatinga – característico por ser escuro e ter gosto amargo. Age no fígado, vesícula, estômago e intestinos. É um vermífugo, recomendado para problemas circulatórios e hipoglicemia.

Da flor de carqueja – mel um tanto amargo, recomendado para cálculos biliares, doenças do fígado, bexiga e rins. Além de anemia, má circulação do sangue, inflamação das vias urinárias e vermes intestinais. Digestivo e tônico do estômago.

Da flor de caju – é conhecido tradicionalmente como afrodisíaco e tônico, usado popularmente contra cólicas intestinais e eczemas. É rico em anacardina, o princípio ativo do cajueiro.

Da flor do alecrim do campo – mel energético, com ação no aparelho digestivo, contra gases intestinais, distúrbios nervosos e cardiovasculares em geral.

Da flor do angico – é um mel tônico, recomendado para o raquitismo, agindo também como peitoral e emoliente nas vias respiratórias, tosses catarrais, afecções pulmonares, bronquite, faringite, asma, com ação fortemente expectorante. Além disso, é adstringente, indicado na diarreia e nas disenterias. Popularmente é muito aplicado externamente em feridas e úlceras.

Da flor do assa-peixe – um mel bem claro e suave. Utilizado tradicionalmente na medicina popular como depurativo do sangue e tônico geral. Um remédio popular muito famoso no combate à gripe e tosse seca, pois é um bom expectorante. Participa na fórmula de muitos xaropes. Aplicado também nas doenças das vias urinárias, contra cálculos renais, sendo ligeiramente diurético. Recomendado para queimaduras, picadas de inseto e doenças da pele.

Da flor do cambará-do-campo – um mel consagrado popularmente e tradicional na medicina popular para afecções do aparelho respiratório, como gripe, tosse em geral, coqueluche, laringite, rouquidão. Muito eficaz como coadjuvante nos casos de crises de asma. Também contra a úlcera gástrica.

Da flor do capixingui – muito recomendado para os casos de gastrite e úlceras pépticas. Tem leve efeito diurético e tônico.

Da flor do cipó-uva – mel famoso por ser desintoxicante do fígado e estimulante da secreção biliar. Aplicado para proteção do fígado nos casos de alcoolismo, na cirrose hepática e hepatite, além de proteger contra os demais efeitos do excesso do álcool.

Da flor do dente-de-leão – um famoso mel, levemente amargo, regulador das funções hepáticas e das secreções biliares. Recomendado no cálculo biliar, nas doenças do fígado, principalmente hepatite e cirrose. Também um tônico estomacal e digestivo.

Da flor da erva-cidreira (melissa) – um mel suave, aromático, perfumado, de grande efeito sedativo sobre o sistema nervoso e digestivo. Recomendado para pessoas nervosas, de digestão lenta e difícil, e nos casos de insônia.

Da flor do eucalipto – é rico em eucaliptina, o principio ativo do eucalipto. Um mel escuro, e sabor forte pela alta concentração de ferro, cálcio, enxofre e magnésio, e de fácil cristalização. Utilizado na medicina popular como expectorante, descongestionante e dilatador de brônquios, sendo eficaz na desobstrução do catarro acumulado. 

Combate a tosse, nos casos de gripe, resfriados, asma, asma cardíaca, bronquite, coqueluche. Útil na coriza, sinusite e nas rinites alérgicas. Um recurso popular no tratamento da tuberculose, pois é tônico popular. Tem aplicação também cistite, catarro da bexiga, febres em geral, maleita, nefrite e inflamação da garganta.

Da flor do girassol – muito rico em fósforo. É um mel dourado que adquire uma tonalidade âmbar-claro e, por vezes, esverdeado ao cristalizar. Muito indicado como tônico cerebral, sendo excelente para estudantes e para fortalecer as atividades intelectuais, indicado no cansaço mental e também físico. Combate o excesso de colesterol se utilizado regularmente.

Da flor de hortelã – raramente é um mel monofloral, mas se houver vasta plantação de hortelã numa região e na época da florada, e as abelhas colherem bastante néctar das flores dessa planta medicinal, o mel adquire um sabor típico de menta. Nesse caso, o mel é recomendado como digestivo, fadiga e as verminoses em geral.

Da flor da laranjeira – um dos méis mais consagrados na medicina popular, tido por muitos como o melhor, mais saboroso e aromático. Tem cor clara e dourada. É um famoso regulador das funções intestinais, com ação laxante. É antiespasmódico e calmante, com recomendação antiga na insônia, aplicado também nas palpitações cardíacas.

Da flor da macieira – um mel amarelo-claro, suave, de perfume delicado e de gosto delicioso, pois assimila as propriedades da maçã. Anti-reumático por excelência, atua nas doenças nervosas como sedativo. Um auxiliar contras a obesidade, em pequenas quantidades como adoçante.

Da flor do marmeleiro – é oriundo da flor da arvore chamada marmeleiro, não da fruta. Um mel de sabor muito agradável, claro, aromático. Regulador dos intestinos e tônico digestivo. Auxilia na prisão de ventre crônica. Muito famoso por suas aplicações nos casos de desidratação. Combate a enxaqueca crônica.

Da flor do trigo sarraceno – um mel mais raro, rico em cálcio e ferro. Usado como fortificante contra a anemia e raquitismo. Por ser alcalino, tem aplicação no excesso de acidez estomacal.

Da flor de vassourinha – regulador da menstruação, além de auxiliar no tratamento de hemorroidas e varizes. É tônico circulatório.
Os mais gostosos – em termos de sabor, os tipos de mel eleitos como os mais saborosos provêm do trigo-serraceno, das flores de frutas cítricas, como a laranjeira, e de flores de framboesa.

Créditos: livro “Mel – Uma vida doce e Saudável” do Dr. Marcio Bontempo (é médico homeopata, especialista em saúde publica, presidente da Federação brasileira de Medicina Tradicional)

terça-feira, 20 de maio de 2025

As TOP 10 Melhores Flores Para Abelhas Ápis por Vivendo Com Abelhas


A Top 10 Melhores Flores para Abelhas ápis e Nativas Por Apicultor Mauro J. Rezende, Apicultura para todos, Mel, Polem colmeias, Abejas, apiários. Quais as melhores Flores para as abelhas como plantar. Período e tempo de florada. Plantas que valem a pena ter para as Abelhas , produzirem muito mel e polem. 10 Melhores especies de Plantas para as Abelhas Nativas e Ápis. Lista dos Nomes das Flores 1. Amor Agarradinho, Cipo do Mel 2. Mata Pastos ou Nativas invasoras. 3. Margaridão Amarelo, Girassol Mexicano 4. Eucaliptos 5. Cambarás 6. Astrapeia Domeya 7. Cosmos 8. Cratylia 9. Glirícidia Sepium 10. Aroeira, Pimenta Doce.

terça-feira, 3 de setembro de 2024

Ouro negro: conheça o mel de melato de Bracatinga


No frio da Serra Catarinense, um mel que não tinha valor
comercial décadas atrás é conhecido hoje como ouro negro,
devido ao preço e à cor. O mel de melato de Bracatinga,
uma árvore da região, é visto como um produto nacional
único no mundo e cobiçado no exterior. Nossa equipe foi conferir. Conheça a programação da sua TV Brasil: http://tvbrasil.ebc.com.br/

quinta-feira, 21 de dezembro de 2023

Pasto Apícola e Medicinal no Brasil



(algumas das variedades mais conhecidas)
Alexandre Montenegro, E-mail: a.montenegro@uol.com.br )

Ainda não dispomos de um conhecimento sistêmico, regionalizado, das espécies nectaríferas e fornecedoras de substâncias para própolis. Pouco sabemos da excelência, propriedades, maior ou menor teor de glicose e frutose. As listagens disponíveis em literatura apícola, são fruto da observação de poucos apicultores.

O desmatamento e o monocultivo em áreas extensivas com uso de agrotóxicos, desperta para a necessidade de formar pasto apícola onde possível, unido à mata natural, primária ou secundária, promovendo o reflorestamento e garantindo o abastecimento de pólen e néctar sadios, durante todo o ano.

Consultando apicultores e estudiosos, organizamos esta lista, com algumas espécies que podem rodear os apiários, para a felicidade das abelhas e para uma futura apicultura profissional.

FRUTIFERAS


Abacate


Persa gratissima


óleos, perseitol, proteínas, vitaminas, sais minerais, clorofila, carotenóides


Amexeira


Eriobothria japonica





Araçá


Psidium araca





Cajú


Anacardium occidentale


Taninos, resinas, saponina


Coqueiro


Cocus nucifera


Glicose, frutose, proteínas, sais minerais, tanino


Carambola


Averrhoa carambola


Alcalóides, glicosídeos


Castanha portuguesa ou da India


Aesculus hippocastanus


Flavonóides, vitaminas, fitosterol


Goiaba


Psidium guayava


Mucilagens, minerais, pectina, taninos


Ingá


Ingá edulis





Jambo


Eugenia malaccensis





Jambolão


S. ambolanum





Jaboticaba


M. cauliflora


Ácido cítrico, açúcares, vitamina C


Laranja


Citrus sinensis


Flavonóides, vitamina C


Maçã


Malus sp.


Vitaminas, ácidos orgânicos sais minerais


Marmelo


Cidonia vulgaris





Mexerica, Tangerina


Eucitrus reticulata





Lima


Citrus bergamia





Pera


Pyrus communis





Pessegueiro


Prunus persica





Pitanga


Eugenia uniflora





Tamarindo


Tamarindus indica





Uva do Japão


Hovenia dulcis





Limão


Limão







REFLORESTAMENTO


Assa Peixe


Vernonia polyanthes


Flavonóides, glicosídeos, flavonóides, sais minerais


Capinxingui


Cróton foribunda





Canela branca


Mectandra cuspidata





Pau Brasil


Cesalpinia echinata





Pau ferro


Cesalpinia férrea





Sibipiruna


Cesalpinia peltophoroides





Guassatonga


Caesaria sylvestris


Óleo essencial, saponinas, taninos, antocianinas


Palmito Juçara


Euterpe edulis





Sangue de dragão


Cróton umuarama





Astrapéia


Dombeia natalensis–branca. 
Dombeia wallichii – rosa





Maria mole


Senecio pinniatus





Cedrinho


Cupressus sempervirens





Mamona ou Carrapateira


Ricinus communis


Proteínas, ácido ricinoléico, saponinas, taninos


Vassourinha


Baccharis dracunculifolia


Flavonóides, propolis, néctar


Pata de Vaca


Bauhinia forficata


Glicosídeos, flavonóides, quercetina, minerais, tanino


Leucena


Leucaena leucocephala


Proteinas, Vitamina A, mimosina




MEDICINAIS CULTIVADAS E INVASORAS, HORTA E JARDIN


Alfavaca anis


Oncimun selloii


Anetol, saponinas, taninos


Alecrim


Rosmarinus officinalis


Pineno, diterpeno, flavonóides


Amor agarradinho


Antigonus leptopus


Flores ano inteiro, 30% de néctar


Anis, Erva doce


Pimpinela anisum


Anetol


Babosa


Aloe Vera. 
Aloe barbadensis


Glicosídeos, mucilagens, taninos


Camomila


Matricaria camomilla


Flavonoides, azuleno, cumarinas, minerales


Calêndula


Calendula officinalis


Carotenóides, flavonóides


Carquejo


Baccharis genistelloides


Mirosina, glicose, frutose, pectina, minerales, antibióticos


Chagas ou Capuchinha


Tropaeolum peregrinum


Glicose, frutose, pectina, antibióticos


Chapéu-de-couro


Echinodorus macrophyllus


Flavonóides, minerais, saponinas, alcalóides


Cosmos


Cosmea bipinata


Pólen ano inteiro


Dente-de-leão


Taraxacum officinale


Látex, resina, carotenóides, fitosterol, colina


Guaco


Mikania speciosa


Resinas, taninos, ácidos orgânicos, néctar


Guandú


Cajanus indicus


Proteínas, minerais (fósforo), vitaminas A, B1, B2 e C


Jurubeba


Solanum paniculatum


Glicoalcalóides, flavonóides, resinas, ceras, saponinas


Manjericão


Ocimum basilicum


Eugenol, estragol, linalol e terpenos


Margaridão


Montanoa bipinnatifida


Pólen (outono e inverno)


Malva branca


Sida glaziovii


Mucilagem, antocianinas


Ora pro nobis


Pereskia aculeiaya


Vitaminas A, B, C, minerais, néctar


Sabugueiro


Sambucus albis. 
Sambucus nigra


Sais minerais, flavonóides


Serralha


Sonchus olaraceus


Látex, minerais, flavonóides, esteróis, resinas


Sete sangrias


Cuphea cartaginensis


Resina, óleo, flavonóides


Tanchagem


Plantago major


Xilose, galactose, taninos, minerais, saponinas


Urucum


Bixa orellana


Carotenóides, flavonóides, néctar


Bibliografia:
Neif P. Guimarães - Apicultura, a Ciência da Longa Vida, 1989.
Nei B. de Mello - Guia Prático do Apicultor, 1989.
Guia Rural Plantar, Dezembro, 1991.
Monsenhor Agenor Neves Marques - Abelha Maravilha, 1993.
Sylvio Paniza - Plantas que curam, 6ta. Edição, 1997.
Otto Andersen, Verônica U. Andersen - As Frutas silvestres Brasileiras, 1988

Postagem em destaque

JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO?

JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO?   ...

Mais visitadas no último mês