quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

SC: adubação com pó de rocha é barata e ecologicamente correta



No lugar do adubo convencional, ele começou a aplicar basalto moído e se surpreendeu com o resultado. Os custos de produção caíram e, hoje, ele planta milho, feijão, soja e cebola no sistema agroecológico usando basalto misturado com adubo orgânico.

Wilfrit associa essa técnica com adubação verde de inverno, plantio direto e rotação de culturas. O sistema tem aumentado a p rodutivide: no primeiro ano com pó de rocha, o agricultor colheu 180 sacas de milho por alqueire. No ano seguinte, colheu 220 sacas na mesma área.

Para o agrônomo Daniel Dalgallo, extensionista do Escritório Municipal da Epagri, o pó de basalto pode substituir com vantgens a adubação sintética. “Com o adubo químico, o produtor se limita a 6 ou 7 nutrientes. O basalto tem 108 elementos químicos. Desses, 42 são importantes para o metabolismo da planta. Com uma nutrição equilibrada, a planta fica mais resistente a doenças”, destaca. Em Porto União, também há testes de aplicação do pó com adubo orgânico em pastagens, no plantio de grãos e na fruticultura. Na região, mais de 400 agricultores já usam a técnica.

De acordo com o biólogo Bernardo Knapik, que há mais de 20 anos estuda o pó de basalto, análises foliares das plantas que receberam a técnica apontam que elas são mais ricas em nutrientes. “O pó de rocha não agride o meio ambiente porque não se dissolve rapidamente. Ele é trabalhado pelos microrganismos e pelas raízes e, assim, o solo se regenera. Já o adubo sintético é solúvel, a planta aproveita o que pode, e o que ela não absorve pode causar problemas ambientais”, compara.

Em Guaraciaba, no Extremo-Oeste, o basalto é usado misturado com adubo orgânico em pastagens perenes de verão. “Houve um desenvolvimento de rebrota em menor período de tempo e diminuiu a incidência de pragas”, conta o agrônomo Clístenes Guadagnin, extensionista do Escritório Municipal da Epagri. Os resultados estão associados a um melhor manejo do gado, da pastagem e do solo, com a divisão em piquetes. Em testes realizados com lavouras de arroz sequeiro e milho, houve menor incidência de doenças foliares, maior produção e rsisência das plantas a períodos de estresse hídrico.

Em Ituporanga, no Vale do Itajaí, o pó de ardósia é usado na produção de cebola. “Usamos esse material associado à adubação verde e percebemos que o teor de potássio subiu rapidamente. Além disso, a acidez do solo diminuiu”, conta o agrônomo Hernandes Werner, pesquisador da Estação Experimental de Ituporanga.

Para ser usada na agricultura, a rocha é moída até se transformar em um pó semelhante ao cimento.Mas antes de usar esse material na lavoura, o agricultor deve fazer uma análise do solo e buscar o acompanhamento de um engenheiro agrônomo ou técnico agrícola.

Fonte: Epagri

http://www.portaldecanoinhas.com.br/noticias/6711

Transforme a água de arroz em um adubo líquido poderoso para suas plantas

 


Por que a água de arroz traz benefícios para o solo?

O amido presente na água do arroz é um complemento importante para o solo, estimulando o desenvolvimento das plantas. Esse carboidrato serve como fonte de energia natural para organismos do solo, ajudando a criar um ambiente mais saudável para as raízes.

Além disso, com o uso contínuo da água do arroz, é comum observar plantas com folhas mais verdes e crescimento acelerado. O solo responde positivamente a essa nutrição, tornando-se mais fértil e equilibrado.

Quais resultados esperar ao usar a água de arroz nas plantas?

O uso regular da água de arroz pode resultar em folhas mais verdes, plantas mais viçosas e crescimento acelerado. A redução no uso de fertilizantes industriais torna o cultivo mais sustentável e econômico, promovendo práticas mais naturais.

Além desses benefícios visíveis, plantas mais saudáveis também podem apresentar uma maior resistência a pragas e doenças, devido ao solo enriquecido e microbiologicamente mais ativo.

Como a reutilização da água de arroz incentiva a sustentabilidade?

Práticas diárias, como reutilizar a água do arroz, contribuem para um consumo mais consciente e sustentável. Isso reduz a dependência de fertilizantes químicos e valoriza o uso completo dos recursos disponíveis.

Adotar uma postura sustentável na jardinagem traz vantagens como:

  • Economia de água
  • Redução do desperdício doméstico
  • Menor impacto ambiental devido ao uso de menos produtos químicos

O principal aqui, é tomar nota de todos os ingredientes e, só fazer substituições quando a receita sugerir. Assistir a explicação e a demonstração até o final é primordial pra compreender como é o preparo e a ordem dos ingredientes.

Ingredientes pro adubo de arroz
– 1 L de água destilada (você encontra em lojas de autopeças, farmácia ou loja de produtos hospitalares) ou água de chuva
– 500 g de arroz integral (de preferência, orgânico e, não pode ser parboilizado)
– 50 grs de farelo de arroz integral ou farinha de arroz integral
– 500 ml de leite cru de vaca ou, se não tiver na sua cidade, 1 L de leite tipo A com um tablete de fermento biológico fresco (15g)
- 50 ml de melaço de cana ou mel (de preferência, orgânico) na primeira etapa
- 100 ml de melaço de cana ou mel (de preferência, orgânico) na hora de usar o adubo diluído na água


terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

AGUAPÉ, Planta aquática é usada no tratamento do esgoto do Refúgio Biológico

 Um exemplo a ser seguido pelas prefeituras deste imenso Brasil!
bom dia!
Alexandre

No tratamento do esgoto no Refúgio Biológico Bela Vista (RBBV), uma planta aquática nativa do lago de Itaipu tem grande importância. O aguapé (Eichhornia crassipes) é uma espécie flutuante, ou seja, que não se prende por raízes ao fundo do lago. Por conta disso, depende da absorção da matéria orgânica suspensa na água para sobreviver. Tal característica torna a espécie um interessante filtro natural para tratar o esgoto doméstico.







Estação de tratamento no Refúgio Biológico utiliza a planta aquática aguapé como "filtro".

Segundo a bióloga Simone Benassi, gestora do programa Monitoramento Ambiental e da ação de Monitoramento das Plantas Aquáticas do Reservatório de Itaipu, o aguapé é capaz de retirar da água quantidades consideráveis de matéria orgânica e de nutrientes como fósforo e nitrogênio.

Segundo Simone, aguapé é uma das várias plantas aquáticas que podem ser utilizadas no tratamento de esgoto. Flutuante, a espécie utiliza os arênquimas, pequenos bulbos cheios de ar, para sustentar o seu peso fora da água.

“Essa planta é muito eficiente. A remoção de DBO é em média de 70%”, disse a bióloga, se referindo à Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), um parâmetro que analisa a quantidade de oxigênio exigida de um corpo d'água, medindo indiretamenmte a quantidade de matéria orgânica - quanto mais matéria orgânica, maior é a pressão sobre o oxigênio existente no lago e mais "poluída" está a água.

Toda semana, os técnicos do refúgio retiram grandes quantidades do aguapé da lagoa de tratamento.

O esgoto que chega à lagoa de tratamento do refúgio vem de algumas casas da Vila C e da parte administrativa do RBBV. Para medir a eficiência da retenção de matéria orgânica pelas plantas, é feita uma coleta na entrada e outra na saída da lagoa. As duas amostras são, então, comparadas sendo medida a DBO de cada uma. A água tratada pode, enfim, chegar ao lago, sem causar passivos ambientais.

A engenheira civil Lissa Maria Nock da Divisão de Serviços, da Coordenação, também participa dos estudos.

Por estarem em uma área de nutrientes fartos, os aguapés se multiplicam muito rapidamente. “Toda semana são retiradas grandes quantidades da planta do lago”, disse Simone. A cobertura vegetal na estação de tratamento, além de dar um aspecto paisagístico mais agradável, reduz o odor do esgoto no local.





A importância do quebra vento


 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Hibisco: do uso ornamental ao medicinal

É tempo de hibisco ... de novo


A flor cai depois de fecundada. O fruto cresce e seca com as sementes, enquanto o cálice (ou sépala) avermelhado se espessa - é isto que comemos.

Já falei de hibisco aqui e aqui. De novo é tempo dele. Caruru-azedo, quiabo-roxo, quiabo-róseo ou simplesmente Hibiscus sabdariffa L.. Os mexicanos o chamam de flor da Jamaica e os franceses, de roselle. Não tem nada a ver com as groselhas, frutinhos redondos, em cachos, vermelhos. Mas talvez a similitude com roselle levou a nomes como rosélia e, finalmente, a groselha - já vi escrito assim em hortifrutis. Também não tem nada que ver com ameixas, embora japoneses o chamem de umê, pois pode ser feito em conserva como umeboshis. Quando batido é gosmento como o quiabo. Aliás, são da mesma família, originários da África. Por isto, a melhor maneira de fazer suco com ele é cozinhando ou picando para liberar a cor, mas não a baba (a acidez mais o calor cortam qualquer intenção babenta). Para geléia com pedaços, pode ser triturado ligeiramente ou picado. Para geléias límpidas, o melhor é usar a infusão combinada com suco de maçã. As folhas azedinhas também podem ser usadas como verdura. No Maranhão, é chamada de vinagreira e entra no Cuxá, prato que combina as folhas com camarões secos, gergelim e farinha de mandioca e é servido com arroz.

No Clube da Cidade (Pelezão, aqui na City Lapa) há dezenas de pés carregados espalhados pela trilha de caminhada. E em Fartura um só pé produziu o suficiente para muita coisa. Aqui vão algumas idéias:

Para descartar o fruto com as sementes, é só cortar a base e empurrar com o dedo ou com a própria ponta da faca.
Para desidratar: tirei o miolo com as sementes – é só cortar o fundinho e empurrar o fruto seco central (só descobri isto ao caso há pouco tempo e me parece a forma mais óbvia), lavei bem, sequei com pano limpo e espalhei numa peneira. Cobri com tule e coloquei sob sol - no final do dia, tem que recolher por causa do sereno. Quando saí de lá, ainda não estavam prontos. Mas agorinha meu pai disse que já estão guardados num vidro. Cinco dias no sol.


Para fazer chá de hibisco: coloquei numa chaleira 1 litro de água, 5 ou 6 hibiscos frescos (em lojas de especiárias há deles secos), sem sementes, umas 3 rodelas de maçã, um pau de canela e dois cravinhos. É só levar para ferver por 3 minutos ou até o pigmento ser todo liberado (os frutos devem ficar esbranquiçados). Adoce se quiser. Tome quente ou frio (gelado, numa taça de vinho) ou use para fazer reduções, gelatinas, sorbet, sugoli, sagu ou para reduzir o álcool do vinho-quente.

Muito melhor que aquelas caixinhas com pó artificial. Para fazer sagu de hibisco: levei o chá para ferver, juntei ½ xícara de bolinhas de sagu e mexi delicadamente, só para evitar que fiquem grudadas. Deixei cozinhar por uns 30 minutos em fogo baixo ou até que as bolinhas ficassem translúcidas. Juntei ¼ de xícara de açúcar nos últimos 5 minutos e mexi devagar para dissolver. Servi com natas (2 a 3 porções).


Para fazer geléia de hibisco (ou chimia de hibisco, como se diz lá no Sul): numa tábua piquei grosseiramente 350 g de hibisco bem lavado e sem sementes e coloquei numa panela de inox com 1 xícara (180 g) de açúcar. Mexi para dissolver o açúcar e cozinhei em fogo baixo até virar um doce cremoso e começar a soltar do fundo (cerca de 15 minutos). Sirva com torradinhas ou use para fazer sorvetes ou batidas com saquê (testei só por brincadeira e deu muito certo).


Batida de hibisco: use açúcar, hibiscos frescos picados, bastante gelo e saquê ou cachaça para completar. Mas, se quiser, faça como eu: coloquei 1 colher (sopa) da geléiade hibisco no fundo do copo, juntei um pouco da bebida e misturei para dissolver. Enchi o copo com gelo e completei com a bebida escolhida. Ficou gostoso, ligeiramente ácido, doce, refrescante e com uma cor linda.

No México este hibisco comestível é chamado de flor de jamaica. É que esta variedade, diferente dos tipos ornamentais, tem os cálices ou sépalas da flor espessos e são estas as partes úteis. A próxima receita, traduzida do livro Sazones de México, de Marilyn Tausend, não testei, mas não tem como dar errado. Por isto, transcrevo-a com segurança aqui:

Água de Jamaica: numa panela cozinhe por 5 minutos 1,5 litro de água e 2 xícaras de hibiscos secos (185 g). Se quiser, junte a casca de 1 laranja para cozinhar junto. Passe para uma jarra refratária, junte 1/2 xícara de açúcar ou 185 g de mel. Mexa bem. Depois de resfriado por 10 minutos, junte 2 colheres (sopa) de suco de limão. Junte mais açúcar ou mel, se julgar necessário (lembre-se que este suco será diluído - nota minha). Tampe e refrigere por até 3 dias. Na hora de servir, dilua a gosto o suco com água mineral com ou sem gás ou com suco de laranja. Sirva em copos altos com bastante gelo e rodelas de limão.

Azolla: A Genuine Super Plant

Bom dia , voce já usou a Azolla em sua horta?
 Veja como é fácil utiliza-la.

alexandre

Time for a look at a little plant with a big future.
Tempo para um olhar em uma planta pequena com um grande futuro



By Ian Maxwell (GranvilleSouth)
September 16, 2010


 Quem não gosta de tentar novas plantas?
 Eu certamente porque ocasionalmente, eu tropeçar em algo especial. Um exemplo disso aconteceu recentemente, quando eu decidi comprar alguns Azolla Vermelho (Azolla pinnata) .
 Esta é uma samambaia que flutua sobre a água.  Consegui-lo online, juntamente com alguns de inverno da Argélia e íris água que tinha sido o meu principal interesse.
A água era uma samambaia adicionado depois pensei, mas era a íris, que foram postas de lado, uma vez que todos chegaram.

 O aparecimento de Azolla sozinho é fascinante. 
 O efeito desta cobertura pequena samambaia água parada é um pouco como um fractal verdejantes. É a perfeição em miniatura tanto na estrutura e coloração verde atraente em sua folhagem.  Mas deixou no sol, esta Azolla se tornar vermelha e ganhe o seu nome comum. Imediatamente, ele me deu idéias sobre a sombra parcial e vermelhos mistura e verduras.

 Esta Azolla vermelhas ou Ferny é uma brasileira nativa, mas boa notícia é que existem mais seis espécies em todo o mundo. Você pode crescer muito e logo você pode querer porque é uma planta super.  O título é concedido pela sua capacidade de colonizar a água fresca e dobrar sua biomassa todos os dias.  Essa habilidade decorre de uma relação simbiótica Azolla tem uma espécie de algas verdes-azuis, azollae Anabaena . As algas fixa o nitrogênio atmosférico, permitindo Azolla para espalhar lugares onde muitas outras plantas aquáticas são incapazes de tomar posse.  Desta forma, Azolla é um blazer trilha ecológica que irá limpar a água, adição de nitrogênio ao sistema e permitir que outras espécies para ajudar a estabelecer regimes saudáveis.


 Azolla é também conhecido como mosquito ou Fern Lentilha. Ela tem sido usada como biofertilizante e supressor de plantas daninhas na agricultura aquáticas para milhares de anos.  Na China, por exemplo, tem sido cultivado em campos de arroz entre as épocas desde os tempos antigos. Segundo a Wikipedia , apodrecendo Azolla "libera nitrogênio para os arrozais, fornecendo até nove toneladas de proteína por hectare por ano".  Ela ainda é cultivada para fins semelhantes hoje em grande parte da Ásia e representa uma ótima opção para os produtores orgânicos.

 O nome Mosquito Fern é obtida a partir Azolla capacidade de impedir a procriação de mosquitos pela superfície da água, tapetes.  Esse fato, juntamente com a sua limpeza com água e nitrogênio-fixando características torná-lo bom para a cobertura de água armazenada para a jardinagem ou agricultura, mesmo que ela não é colhida para aplicação direta como adubo verde.

 Azolla pode ser uma erva daninha nos cursos de água por isso é importante saber o que é certo para você.  Ele pode ser um atrativo ornamental, um limpador de água natural ou um estrume em grande escala verde; uma super planta verdadeira.

fonte: http://davesgarden.com/guides/articles/view/1150/

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Eugenia multicostata, a Sapiranga ou Araçá-piranga . Conheces???

 

De nome científico
Eugenia multicostata, a Sapiranga ou Araçá-piranga é árvore nativa de médio a grande porte, muito ornamental, seja pela beleza de sua folhagem, como pelo seu tronco vermelho-ferrugíneo-intenso. Sua excelente madeira, resistente à umidade, foi um dos motivos que levou a espécie à quase extinção em seu habitat natural.

É uma árvore muito rara, ameaçada de extinção devido a exploração de sua madeira, que é muito resistente. A fruta é consumida ao natural, ou ainda sob a forma de sucos, geléias e sorvetes. Compre lindas mudas de Sapiranga:

Site: www.safarigarden.com.br Blog: www.plantasexoticas.com.br
Facebook: www.facebook.com/safarigardenplantas

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Cinzas fermentada um potente adubo para suas plantas.

Aprenda a plantar bananeira corretamente!!


 

Como fazer ADUBO CASEIRO de ARROZ: serve para HORTA, ORQUÍDEA e todas as...


Um adubo orgânico, preparado na sua casa e que pode ser usado sem contra indicações em qualquer planta, até as comestíveis. Nossa jardineira Carol Costa mostra o passo a passo pra você preparar, aí na sua casa, essa calda que traz vida pro solo!

O nome técnico é calda de bactérias acidoláticas mas, nossa professora jardineira apelidou de adubo de arroz e que conheceu a receita num curso de adubação orgânica, ministrado pelo agrônomo colombiano Jairo Restrepo. O que essa calda faz é levar uma microbiologia pro substrato e esses serezinhos microscópicos trabalharão junto com a adubação pra que suas plantas produzam mais frutos, flores, folhas e cresçam saudáveis. Você pode usar o adubo de arroz junto com outro tipo de adubação, como o Bokashi ou a calda da composteira, por exemplo.

O principal aqui, é tomar nota de todos os ingredientes e só fazer substituições quando a receita sugerir. Assistir a explicação e a demonstração até o final é primordial pra compreender como é o preparo e a ordem dos ingredientes. Importante: quando o adubo ficar pronto, você usará 100 ml do preparado em cada 5 litros de água. Ingredientes pro adubo de arroz – 1 L de água destilada (você encontra em lojas de autopeças, farmácia ou loja de produtos hospitalares) ou água de chuva – 500 g de arroz integral (de preferência, orgânico e, não pode ser parboilizado) – 50 grs de farelo de arroz integral ou farinha de arroz integral – 500 ml de leite cru de vaca ou, se não tiver na sua cidade, 500 ml de leite tipo A com um tablete de fermento biológico fresco (15g)
  • 50 ml de melaço de cana ou mel (de preferência, orgânico) na primeira etapa
  • 100 ml de melaço de cana ou mel (de preferência, orgânico) na hora de usar o adubo diluído na água

Utensílios
– funil
– medidor
– garrafão plástico de 5 L
– tule ou telinha
– elástico
– coador
– balde de 5 L

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

PLANTAS que CRESCEM RÁPIDO e ENCHEM o JARDIM NO VERÃO


O verão é a estação em que o jardim mais responde aos nossos cuidados 🌞🌱 Neste vídeo, eu te mostro plantas que crescem rápido, ganham volume e enchem o jardim em pouco tempo, aproveitando o calor, a luz e a umidade da estação. São espécies ideais para quem quer resultado visível, seja em canteiros, vasos, bordaduras ou pergolados. 🌸 Plantas floríferas de crescimento rápido • Cosmos (Cosmos bipinnatus) • Zínia (Zinnia elegans) • Canna / Cana-da-índia (Canna indica) • Russélia (Russelia equisetiformis) 🌿 Folhagens que dão volume no verão • Coleus (Plectranthus scutellarioides) • Tostão (Callisia repens) • Manjericão (Ocimum basilicum) • Batata-doce ornamental (Ipomoea batatas – cultivares ornamentais) 🌾 Trepadeiras que crescem rápido e cobrem estruturas • Ipoméia (Ipomoea purpurea e outras espécies do gênero) • Thunbergias (Thunbergia spp.), com destaque para: • Sapatinho-de-judia (Thunbergia mysoriensis) 🌱 Dica importante Plantas de crescimento rápido precisam de: ✔️ solo bem preparado ✔️ regas regulares no verão ✔️ adubação equilibrada ✔️ podas leves para estimular ainda mais o crescimento Assim, o jardim fica mais cheio, saudável e bonito. ⸻ Se você gostou desse conteúdo, curta o vídeo, compartilhe com quem ama plantas e se inscreva no canal Vida no Jardim 🌿 Me conta nos comentários: qual dessas plantas você já tem ou quer plantar no seu jardim? #plantas #verão #jardim •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 📩 Para envio de dúvidas: contato@vidanojardim.com.br 👉 Quer anunciar sua empresa ou produto? Mídia Kit: comercial@vidanojardim.com.br 🔔 Curta e se inscreva no canal, episódios na quarta e domingo: https://goo.gl/ojQ8uW ❤️

Physalis: a pequena notável

 

















Texto: Raquel Marçal, de Curitiba

Essa estrela da amazônia é fonte de vitaminas A e C, além de ser rica também em fósforo, ferro, carotenoides e flavonoides

 Ela começou a aparecer nas feiras e quitandas brasileiras há bem pouco tempo. E muita gente a observou com curiosidade e se perguntou: que frutinha amarela é essa, com formato de acerola, mas que vem embrulhada nas próprias folhas? É a physalis (fisális), uma delícia azedinha típica da região amazônica. Atualmente, a Colômbia é o maior produtor e exportador da fruta – e é de lá que vem a maior parte da physalis vendida por aqui.

No Brasil, até de 2007, o cultivo era bem restrito e voltado a pesquisas. Mas desde 2008, a fruta começou a ser cultivada pra valer no país. É por isso que, agora, ela é vista o ano todo por aí. Ainda bem, já que a physalis é fonte de vitaminas A e C, além de ser rica também em fósforo, ferro, carotenoides e flavonoides (estes últimos, poderosos aliados contra o envelhecimento). “A physalis contém inúmeras substâncias medicinais e seu fruto, extremamente saboroso, tem grande valor nutritivo e terapêutico”, explica a técnica agrônoma Janaína Muniz, que virou especialista na planta durante seu mestrado em Produção Vegetal na Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). Uma dessas substâncias, a fisalina, já provou ser 30 vezes mais potente do que os antiinflamatórios hoje conhecidos. A descoberta, feita na Fundação Oswaldo Cruz de Salvador, foi publicada no European Journal of Pharmacology.

Dá para aproveitar tudo isso que a physalis tem de bom consumindo a fruta in natura, em recheios de bombons, em geleias e sucos (veja receita abaixo). Dá também para usá-la na decoração de bolos e tortas, no lugar das cerejas. E que tal ter essa beleza no jardim, com todos os benefícios bem ao alcance da mão? Segundo Janaína Muniz, o cultivo é simples – dá para plantá-la até em um vaso. E a planta se adapta bem a diversas condições de solo e clima. “Todas as famílias poderiam ter em seu quintal pelo menos uma physalis e consumir o fruto diariamente”, encoraja Janaína. Ficou interessado? Então, anote aí as dicas.

Sementes: o ideal é comprá-las de empresas especializadas que comercializam a espécie peruviana (Physalis peruviana L.) ou angulata (Physalis angulata). Também dá para plantar as sementes retiradas diretamente da fruta. “Mas a planta da espécie peruviana é de tamanho maior e do que da angulata. O fruto da peruviana também é maior e mais doce”, diz a técnica agrônoma Janaína Muniz.


Plantio: no solo a planta cresce mais rápido – pode chegar a três metros de altura –, produz frutos maiores e em maior quantidade. Mas nada impede que ela seja plantada em vasos. Eles devem ser grandes (entre três e cinco litros), pois as raízes são bem ramificadas e profundas (em torno de 50 cm de comprimento).

Adubação: pode-se usar húmus de minhoca ou mesmo esterco de bovinos, suínos e aves. O esterco precisa estar bem curtido (seco) para ser misturado à terra. Também pode ser utilizada a compostagem orgânica, adubo natural obtido a partir de cascas de frutas, legumes, ovos, verduras etc.

Rega: deve ser feita diariamente e duas vezes por dia, no verão.

Pragas: As principais pragas observadas até hoje são a Epitrix (pulga do fumo) nas folhas após o transplante; o Aphys (pulgão verde) nas brotações novas e frutos; e a Heliothis (lagarta da maçã), nos frutos. Na produção orgânica, utiliza-se o Óleo de Neem, um inseticida natural que diminui os ataques das pragas.

Colheita: a partir de 120 dias depois do plantio. Ela dá frutos por seis ou oito meses e cada planta produz até três quilos de frutas.



Receita: Geleia de Physalis

Ingredientes
2 caixinhas de 100 g de physalis
1 xícara de água
1/2 xícara de açúcar

Modo de fazer
Retire a physalis do casulo e corte-a em pedacinhos
Leve a fruta com a água e o açúcar ao fogo, mexendo sempre
Deixe ferver até a calda começar a engrossar e desligue o fogo
Amasse um pouquinho com um garfo ou colher e espere esfriar

http://www.revistaherbarium.com.br/physalis-a-pequena-notavel/
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The Golden Berry - Fisalis- camapu



This Golden Berry is one of the most adaptable and easy growing of fruits and is an exceptional source of nutrition. Its common name is Cape Gooseerry. This is truly, in every sense of the word, the GOLDEN BERRY

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Restaurar florestas vai além de plantar árvores | Pedro Brancalion | TED...


Restaurar florestas exige algo mais profundo: criar as condições para que a própria natureza volte a funcionar.

Nesta palestra, a restauração florestal é apresentada como uma forma de medicina, em que cada área degradada precisa de diagnóstico, cuidado e acompanhamento, e em que o plantio de árvores pode ser um tratamento importante, mas nunca uma solução universal.
Ao reconhecer a complexidade das florestas e os limites do controle humano, emerge uma abordagem mais realista, eficiente e duradoura para a restauração. Conectando ciência, experiência de campo e reflexão pessoal, Pedro Brancalion mostra como trabalhar com a inteligência natural da floresta não apenas restaura paisagens degradadas, mas também transforma a forma como nos relacionamos com a natureza, e com o futuro do planeta.

Pedro Henrique Santin Brancalion é graduado em Engenharia Agronômica com Doutorado em Produção Vegetal pela ESALQ/USP. Pedro é Diretor de Inovação do CCARBON/USP e docente da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP). Ele foi recentemente homenageado pela Câmara dos Vereadores de Piracicaba por suas notáveis contribuições à ciência e à restauração florestal. Reconhecido como um dos pesquisadores mais influentes do mundo, Brancalion integra a lista "Highly Cited Researchers", que destaca cientistas cujas publicações estão entre as mais citadas globalmente.

A homenagem ressalta a dedicação de Brancalion à pesquisa em restauração de florestas tropicais em paisagens modificadas pelo homem, buscando integrar pesquisa, prática e políticas públicas. This talk was given at a TEDx event using the TED conference format but independently organized by a local community. Learn more at https://www.ted.com/tedx

Rotação de culturas: rentabilidade na entresafra da cana com plantio de amendoim forrageiro


A rotatividade com outras culturas é uma opção simples que beneficia a terra, o produtor e a economia. Por ser a bola da vez, a plantação de cana-de-açúcar tem ocupado áreas cada vez maiores, suprimindo a produtividade do solo.


A cana-de-açúcar, como se sabe, é uma das principais culturas agrícolas do Brasil, sendo utilizada principalmente para a produção de açúcares e biocombustíveis. Entretanto, apesar de sua importância para a economia do país, o uso de grandes extensões de terra para o seu plantio prejudica o solo, a agricultura variada e a renda dos pequenos produtores. Uma solução eficaz para amenizar o problema, apontada por agrônomos e engenheiros, é a rotação da produção da cana com a de amendoim forrageiro.

A rotatividade com outras culturas é uma opção simples que beneficia a terra, o produtor e a economia. Por ser a bola da vez, a plantação de cana-de-açúcar tem ocupado áreas cada vez maiores, suprimindo a produtividade do solo.  Uma das saídas para amenizar esse problema está no rodízio do cultivo da gramínea com o de amendoim, a cada cinco anos, em época de renovação da safra.
Rotação de culturas: rentabilidade na entresafra da cana com plantio de amendoim






“A plantação de amendoim durante a entresafra da cana é uma escolha viável. O amendoim  forrageiro que é uma leguminosa, permite a recuperação do solo por meio da fixação de nitrogênio. Assim, as terras que ficariam ociosas mantêm a sua produtividade”, afirma o técnico e engenheiro agrônomo Juliano Coró.

Segundo o engenheiro, o sistema de rotação possibilita vantagens sociais, técnicas e econômicas. Dentro da escala social está o aproveitamento do funcionário durante a entresafra – a rotação evita a sazonalidade da renda e do trabalho. Parte da infraestrutura da cana também pode ser aproveitada para o amendoim, otimizando o maquinário. Ademais, nutrindo a terra de forma indireta, o produtor poupa com a compra de fertilizantes e a produtividade do solo resulta em melhor rendimento das duas culturas, gerando economia. 

Na região de Ribeirão Preto renovam-se anualmente mais de 40 mil hectares de terra com a plantação de amendoim durante a entresafra da cana-de-açúcar. Esse fato permite ao produtor a redução de 50% nos custos de renovação da cana.
http://www.informativorural.com.br/conteudo.php?tit=rotacao_de_culturas_rentabilidade_na_entresafra_da_cana_com_plantio_de_amendoim&id=45

As potencialidades do amendoim forrageiro conforme a Embrapa !!


Por.:

O BRS Oquira é uma cultivar de amendoim forrageiro (Arachis pintoi) propagada por mudas. Pode ser consumida por bovinos, equinos e ovinos, pelo pastejo direto, em pastagens consorciadas ou puras (bancos de proteína), e fornecida no cocho, como forragem verde picada, feno ou silagem. É recomendada para solos de média fertilidade, podendo, também, ser utilizada em sistemas intensivos, com irrigação e adubação.

Apresenta elevada produtividade de forragem, excelente resistência ao pisoteio, alta compatibilidade com capins de porte baixo e maior tolerância à seca. Além disso, é tolerante ao encharcamento temporário do solo. Pode ser introduzida em pastagens já estabelecidas, preferencialmente em faixas, ou plantada em estandes puros. Recomenda-se a formação de viveiros na propriedade para multiplicação das plantas e posterior plantio no pasto.

A cultivar é recomendada para os biomas Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.



Destaques

– Cultivar de amendoim forrageiro (Arachis pintoi) propagada por mudas.

– Indicada para bovinos, equinos e ovinos.

– Fornecida no cocho, como forragem verde picada, feno ou silagem.

– Uso em pastejo direto, em pastagens consorciadas ou puras (bancos de proteína).

– Recomendada para solos de média fertilidade e também em sistemas intensivos, com irrigação e adubação.

– Tolerante ao encharcamento temporário do solo.

– Pode ser introduzida em pastagens já estabelecidas, preferencialmente em faixas, ou plantada em estande puro.

– Uso na formação de viveiros para multiplicação das plantas e posterior plantio no pasto.

– Elevada produtividade de forragem.

– Excelente resistência ao pisoteio.

– Alta compatibilidade com capins de porte baixo e maior tolerância à seca.

Foto: ASSIS, Giselle Mariano Lessa de

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Sua BANANEIRA NÃO PRODUZ CACHOS conheça os ERROS mais comuns na hora da ...


Bananeira que produz muitas folhas não produz bananas! Saiba que a poda e manejo correto da bananeira influenciam tanto na alta produção de cachos de banana quanto na alta quantidade de folhas. Entenda quais folhas devem ser podadas e porque devem ser podas na medida certa.

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