Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
sábado, 7 de fevereiro de 2026
Como fazer ADUBO CASEIRO de ARROZ: serve para HORTA, ORQUÍDEA e todas as...
Um adubo orgânico, preparado na sua casa e que pode ser usado sem contra indicações em qualquer planta, até as comestíveis. Nossa jardineira Carol Costa mostra o passo a passo pra você preparar, aí na sua casa, essa calda que traz vida pro solo!
O nome técnico é calda de bactérias acidoláticas mas, nossa professora jardineira apelidou de adubo de arroz e que conheceu a receita num curso de adubação orgânica, ministrado pelo agrônomo colombiano Jairo Restrepo. O que essa calda faz é levar uma microbiologia pro substrato e esses serezinhos microscópicos trabalharão junto com a adubação pra que suas plantas produzam mais frutos, flores, folhas e cresçam saudáveis. Você pode usar o adubo de arroz junto com outro tipo de adubação, como o Bokashi ou a calda da composteira, por exemplo.
- 50 ml de melaço de cana ou mel (de preferência, orgânico) na primeira etapa
- 100 ml de melaço de cana ou mel (de preferência, orgânico) na hora de usar o adubo diluído na água
Utensílios
– funil
– medidor
– garrafão plástico de 5 L
– tule ou telinha
– elástico
– coador
– balde de 5 L
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
PLANTAS que CRESCEM RÁPIDO e ENCHEM o JARDIM NO VERÃO
O verão é a estação em que o jardim mais responde aos nossos cuidados 🌞🌱
Neste vídeo, eu te mostro plantas que crescem rápido, ganham volume e enchem o jardim em pouco tempo, aproveitando o calor, a luz e a umidade da estação.
São espécies ideais para quem quer resultado visível, seja em canteiros, vasos, bordaduras ou pergolados.
🌸 Plantas floríferas de crescimento rápido
• Cosmos (Cosmos bipinnatus)
• Zínia (Zinnia elegans)
• Canna / Cana-da-índia (Canna indica)
• Russélia (Russelia equisetiformis)
🌿 Folhagens que dão volume no verão
• Coleus (Plectranthus scutellarioides)
• Tostão (Callisia repens)
• Manjericão (Ocimum basilicum)
• Batata-doce ornamental (Ipomoea batatas – cultivares ornamentais)
🌾 Trepadeiras que crescem rápido e cobrem estruturas
• Ipoméia (Ipomoea purpurea e outras espécies do gênero)
• Thunbergias (Thunbergia spp.), com destaque para:
• Sapatinho-de-judia (Thunbergia mysoriensis)
🌱 Dica importante
Plantas de crescimento rápido precisam de:
✔️ solo bem preparado
✔️ regas regulares no verão
✔️ adubação equilibrada
✔️ podas leves para estimular ainda mais o crescimento
Assim, o jardim fica mais cheio, saudável e bonito.
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Me conta nos comentários: qual dessas plantas você já tem ou quer plantar no seu jardim?
#plantas #verão #jardim
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Physalis: a pequena notável
Essa estrela da amazônia é fonte de vitaminas A e C, além de ser rica também em fósforo, ferro, carotenoides e flavonoides
Ela começou a aparecer nas feiras e quitandas brasileiras há bem pouco tempo. E muita gente a observou com curiosidade e se perguntou: que frutinha amarela é essa, com formato de acerola, mas que vem embrulhada nas próprias folhas? É a physalis (fisális), uma delícia azedinha típica da região amazônica. Atualmente, a Colômbia é o maior produtor e exportador da fruta – e é de lá que vem a maior parte da physalis vendida por aqui.
No Brasil, até de 2007, o cultivo era bem restrito e voltado a pesquisas. Mas desde 2008, a fruta começou a ser cultivada pra valer no país. É por isso que, agora, ela é vista o ano todo por aí. Ainda bem, já que a physalis é fonte de vitaminas A e C, além de ser rica também em fósforo, ferro, carotenoides e flavonoides (estes últimos, poderosos aliados contra o envelhecimento). “A physalis contém inúmeras substâncias medicinais e seu fruto, extremamente saboroso, tem grande valor nutritivo e terapêutico”, explica a técnica agrônoma Janaína Muniz, que virou especialista na planta durante seu mestrado em Produção Vegetal na Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). Uma dessas substâncias, a fisalina, já provou ser 30 vezes mais potente do que os antiinflamatórios hoje conhecidos. A descoberta, feita na Fundação Oswaldo Cruz de Salvador, foi publicada no European Journal of Pharmacology.
Dá para aproveitar tudo isso que a physalis tem de bom consumindo a fruta in natura, em recheios de bombons, em geleias e sucos (veja receita abaixo). Dá também para usá-la na decoração de bolos e tortas, no lugar das cerejas. E que tal ter essa beleza no jardim, com todos os benefícios bem ao alcance da mão? Segundo Janaína Muniz, o cultivo é simples – dá para plantá-la até em um vaso. E a planta se adapta bem a diversas condições de solo e clima. “Todas as famílias poderiam ter em seu quintal pelo menos uma physalis e consumir o fruto diariamente”, encoraja Janaína. Ficou interessado? Então, anote aí as dicas.
Sementes: o ideal é comprá-las de empresas especializadas que comercializam a espécie peruviana (Physalis peruviana L.) ou angulata (Physalis angulata). Também dá para plantar as sementes retiradas diretamente da fruta. “Mas a planta da espécie peruviana é de tamanho maior e do que da angulata. O fruto da peruviana também é maior e mais doce”, diz a técnica agrônoma Janaína Muniz.

Plantio: no solo a planta cresce mais rápido – pode chegar a três metros de altura –, produz frutos maiores e em maior quantidade. Mas nada impede que ela seja plantada em vasos. Eles devem ser grandes (entre três e cinco litros), pois as raízes são bem ramificadas e profundas (em torno de 50 cm de comprimento).
Adubação: pode-se usar húmus de minhoca ou mesmo esterco de bovinos, suínos e aves. O esterco precisa estar bem curtido (seco) para ser misturado à terra. Também pode ser utilizada a compostagem orgânica, adubo natural obtido a partir de cascas de frutas, legumes, ovos, verduras etc.
Rega: deve ser feita diariamente e duas vezes por dia, no verão.
Pragas: As principais pragas observadas até hoje são a Epitrix (pulga do fumo) nas folhas após o transplante; o Aphys (pulgão verde) nas brotações novas e frutos; e a Heliothis (lagarta da maçã), nos frutos. Na produção orgânica, utiliza-se o Óleo de Neem, um inseticida natural que diminui os ataques das pragas.
Colheita: a partir de 120 dias depois do plantio. Ela dá frutos por seis ou oito meses e cada planta produz até três quilos de frutas.
Receita: Geleia de Physalis
Ingredientes
2 caixinhas de 100 g de physalis
1 xícara de água
1/2 xícara de açúcar
Modo de fazer
Retire a physalis do casulo e corte-a em pedacinhos
Leve a fruta com a água e o açúcar ao fogo, mexendo sempre
Deixe ferver até a calda começar a engrossar e desligue o fogo
Amasse um pouquinho com um garfo ou colher e espere esfriar
http://www.revistaherbarium.com.br/physalis-a-pequena-notavel/
The Golden Berry - Fisalis- camapu
This Golden Berry is one of the most adaptable and easy growing of fruits and is an exceptional source of nutrition. Its common name is Cape Gooseerry. This is truly, in every sense of the word, the GOLDEN BERRY
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
Restaurar florestas vai além de plantar árvores | Pedro Brancalion | TED...
Restaurar florestas exige algo mais profundo: criar as condições para que a própria natureza volte a funcionar.
Nesta palestra, a restauração florestal é apresentada como uma forma de medicina, em que cada área degradada precisa de diagnóstico, cuidado e acompanhamento, e em que o plantio de árvores pode ser um tratamento importante, mas nunca uma solução universal.
Ao reconhecer a complexidade das florestas e os limites do controle humano, emerge uma abordagem mais realista, eficiente e duradoura para a restauração. Conectando ciência, experiência de campo e reflexão pessoal, Pedro Brancalion mostra como trabalhar com a inteligência natural da floresta não apenas restaura paisagens degradadas, mas também transforma a forma como nos relacionamos com a natureza, e com o futuro do planeta.
Pedro Henrique Santin Brancalion é graduado em Engenharia Agronômica com Doutorado em Produção Vegetal pela ESALQ/USP. Pedro é Diretor de Inovação do CCARBON/USP e docente da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP). Ele foi recentemente homenageado pela Câmara dos Vereadores de Piracicaba por suas notáveis contribuições à ciência e à restauração florestal. Reconhecido como um dos pesquisadores mais influentes do mundo, Brancalion integra a lista "Highly Cited Researchers", que destaca cientistas cujas publicações estão entre as mais citadas globalmente.
A homenagem ressalta a dedicação de Brancalion à pesquisa em restauração de florestas tropicais em paisagens modificadas pelo homem, buscando integrar pesquisa, prática e políticas públicas. This talk was given at a TEDx event using the TED conference format but independently organized by a local community. Learn more at https://www.ted.com/tedx
Rotação de culturas: rentabilidade na entresafra da cana com plantio de amendoim forrageiro
A rotatividade com outras culturas é uma opção simples que
beneficia a terra, o produtor e a economia. Por ser a bola da vez, a
plantação de cana-de-açúcar tem ocupado áreas cada vez maiores,
suprimindo a produtividade do solo.
A cana-de-açúcar, como se sabe, é uma das principais culturas agrícolas
do Brasil, sendo utilizada principalmente para a produção de açúcares e
biocombustíveis. Entretanto, apesar de sua importância para a economia
do país, o uso de grandes extensões de terra para o seu plantio
prejudica o solo, a agricultura variada e a renda dos pequenos
produtores. Uma solução eficaz para amenizar o problema, apontada por
agrônomos e engenheiros, é a rotação da produção da cana com a de
amendoim forrageiro.
A rotatividade com outras culturas é uma opção simples que beneficia a
terra, o produtor e a economia. Por ser a bola da vez, a plantação de
cana-de-açúcar tem ocupado áreas cada vez maiores, suprimindo a
produtividade do solo. Uma das saídas para amenizar esse problema está
no rodízio do cultivo da gramínea com o de amendoim, a cada cinco anos,
em época de renovação da safra.
Segundo o engenheiro, o sistema de rotação possibilita vantagens
sociais, técnicas e econômicas. Dentro da escala social está o
aproveitamento do funcionário durante a entresafra – a rotação evita a
sazonalidade da renda e do trabalho. Parte da infraestrutura da cana
também pode ser aproveitada para o amendoim, otimizando o maquinário.
Ademais, nutrindo a terra de forma indireta, o produtor poupa com a
compra de fertilizantes e a produtividade do solo resulta em melhor
rendimento das duas culturas, gerando economia.
Na região de Ribeirão Preto renovam-se anualmente mais de 40 mil
hectares de terra com a plantação de amendoim durante a entresafra da
cana-de-açúcar. Esse fato permite ao produtor a redução de 50% nos
custos de renovação da cana.
http://www.informativorural.com.br/conteudo.php?tit=rotacao_de_culturas_rentabilidade_na_entresafra_da_cana_com_plantio_de_amendoim&id=45
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Publicado em 30 de julho de 2024 por jaqueu Deixe um comentário O Brasil, com 8,5 milhões de km 2 , equivalentes a 850 milhões de he...

