terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Compreendendo nosso solo: o ciclo do nitrogênio, fixadores e fertilizantes


domingo, 11 de janeiro de 2026

Composto para alimentar as minhocas gigantes africanas


Por ser animais onívoros ( ter uma alimentação variável), e também é saprófago - alinenta-se de materiais orgânicos em diferentes estágios de decomposição- como restos de vegetais( resíduos domiciliares, podas e varreduras), mas como estou lidando com as minhocas gigantes africanas ( mais sensíveis ao trato). nesse caso procuro fazer o pré composto na estrutura de um freezer sem funcionamento.

Nele procuro colocar fontes de material orgânico, sendo uma previamente rica em nitrogênio( estercos ) e outra rica em carbono ( folhas / bagaço da cana), além de enriquecer o composto com casca de ovo trituradas, fubá, açúcar mascavo ( excelente dinamizador de microorganismos), água com pasta de amendoim ( leguminosa), e o húmus dos tenebrios ( rico em nitrogênio), sempre procurando equilibrio nesses ingredientes.

As minhocas gigantes africanas tenho aprendido com elas que Somente o esterco curtido não tem sido suficiente para a engorda e por essa razão tenho feito esse processo de composto para observar como funciona , tenho observado a grande dificuldade que outros criadores tem passado em relação à criação da mesma.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Doce de melancia: uma forma de aproveitamento integral dos frutos

 

FONTE BLOG 


A melancia é uma das frutas mais apreciadas no verão e costuma ser consumida in natura, com a polpa servida em cubos ou através de sucos. Porém as cascas geralmente são descartadas, tanto nos preparos em casa como nos restaurantes. Convidamos a Nutricionista Irany Arteche para nos ensinar o passo-a-passo de um doce feito com a entrecasca da melancia (a parte branca dos frutos).

Esta receita é uma forma de aumentar o aproveitamento dos frutos, evitando o desperdício desta parte do alimento, além de ser uma forma de resgatar as receitas tradicionais de doces de culturas alemãs e italianas.

Irany comenta que as partes brancas dos frutos de melancia têm um valor nutricional bastante interessante, sem tanta frutose quanto a polpa. 

Vamos à Receita!

Ingredientes:

1 kg de Entrecasca da Melancia (quantidade aproximada de meia melancia pequena)
15 g Cal culinário (2 colheres de sobremesa)
1 litro e meio de água
350 g de açúcar (2 xícaras rasas)
Especiarias à gosto (usei duas estrelas de anis, 6 grãos de zimbro, 3 fatias de gengibre)

Modo de fazer:

Descascar a melancia ainda fechada, usando descascador de legumes (isto facilita a retirada da casca verde);
Retirar a polpa vermelha;
Cortar a entrecasca no formato desejado (fatias, cubos, ralado grosso, cortes aleatório, etc);
Colocar em um pote e acrescentar a cal já diluída em água (esta solução deve cobrir totalmente a melancia);
Deixar o preparo descansando por, no mínimo, 8 horas (aconselhável fazer de véspera);
Após descanso, lavar os pedaços e retirar totalmente a cal;
Fazer a calda com açúcar, água e especiarias;
Colocar a melancia na calda e deixar fervendo por no mínimo 20 minutos.

Melancia sem a parte externa da casca

Doce de melancia, com cal

Doce de melancia, sem cal

 

Sugestões e dicas:

Este é um doce/sobremesa versátil e oportuno, já que evita o desperdício dessa porção nutritiva da melancia que é a entrecasca. A quantia de açúcar pode ser aumentada até duas partes de entrecasca para uma parte de açúcar, ficando mais próxima em dulçor dos doces em calda convencionais; parte deste açúcar pode ser caramelizado no início, trazendo outros aromas à calda.

Aromatizar a calda com cumaru fica excelente. Experimente diferentes variações de especiarias e crie a própria receita.

 

Escolha as suas sementes para plantar melancia!

 

Qual a finalidade da cal?
É como nos doces de abóbora, batata doce, pêra, chuchu e outros, quando usamos a cal, os pedaços ficam com uma crocância maior nas bordas, como se tivessem uma “casca” mantendo a polpa super macia e suculenta. Os doces feitos sem a cal, ficam um pouco mais moles e com aspecto mais gelatinoso. Você pode testar estas variações e criar a própria receita!

Cal virgem usada para doces – pode ser comprada em lojas de especiarias ou agropecuárias

 

Este doce pode ser feito sem a cal, no entanto o resultado é diferente, sem o crocante característico que a cal propicia.

Sirva com uma fatia de queijo ou uma bola de sorvete; aproveite a safra e guarde em vidros após o banho-maria.

 

 

Use a criatividade que este ingrediente permite e vamos comer melhor!

Cultive um jardim na praia! Dicas com a areia, a maresia e o vento.

Getty Images

Para não errar na composição do jardim 
use plantas nativas da região

Simone Sayegh
Fonte Site: Do UOL, em São Paulo

Quem tem casa na praia sabe que muitas plantas perfeitamente adaptadas às condições urbanas “distantes do mar”, não aguentam o solo arenoso, a maresia ou o vento marítimo. Além disso, as espécies ideais para um jardim no litoral do nordeste podem não ser as mesmas indicadas para o cultivo no extremo sul do país.
Assim, a regra é optar por plantas nativas da respectiva região para a composição de um jardim litorâneo.


 Desta forma, coníferas, azaleias, rododendros, hortênsias, íris, glicínias e todas as variedades típicas de climas frios devem ser evitadas, pois terão seu desenvolvimento prejudicado, com floração menos expressiva, por exemplo. Outra dica é eleger espécies com florada no verão, para que se possa apreciar a beleza das flores na época em que mais se desfruta das praias.

  • Veja boas espécies para um jardim à beira-mar e saiba como cultivá-las
  • Getty Images

  • Getty Images
  • André Guimarães/ Divulgação
  • Getty Images
O local onde o jardim será implantado também é importante: terrenos baixos, que podem ser invadidos pela maré, comprometem o resultado final, sendo necessário elevá-los e /ou dotá-los de elementos de contenção. Além disso, adequações do substrato podem ser necessárias, bem como do regime de regas e adubação.

Solo arenoso
Em princípio, quando falamos de jardins à beira-mar, tratamos de solos arenosos. Portanto é mais adequado dar preferência a espécies que sejam bem adaptadas a este tipo de substrato ou, ao menos, tolerantes a tal condição. 

Para cultivar plantas que preferem terrenos argilosos, deve-se substituir o solo das áreas de plantio - o que tem custos financeiro e ambiental muito maiores e resultado estético potencialmente inferior.

Alternativas são a adição de terra argilosa e muita matéria orgânica para manter a umidade por mais tempo e, em conjunto, aplicar adubos que contenham macros e micronutrientes com o cálcio (Ca) já disponível. Assim o próprio insumo promove a correção do pH.

Getty Images

Vento salino
Há grande variação da incidência de ventos nas diversas regiões do litoral brasileiro, mas onde as rajadas são mais intensas, as plantas devem estar mais preparadas para essa condição, pois a exposição ao vento pode provocar rápida desidratação em plantas não-adaptadas, com um agravante: o “spray” salino (maresia) intensifica processo da perda de água.

Espécies que se adaptam ao vento litorâneo geralmente apresentam camada de cera protetora nas folhas; espessamento da estrutura (para maior acúmulo de água em seu interior); forma mais compacta/ modificada e/ou a redução da superfície foliar (folhas pequenas).  Portanto, observe tais características ao escolher os espécimes.

Regime de baixa manutenção
Muitas vezes os jardins à beira-mar são instalados em casas de veraneio e a manutenção tende a ser menos frequente e as inspeções mais esparsas. Nesse caso, plantas delicadas ou mais exigentes quanto ao zelo não são recomendáveis.

 O uso de variedades mais rústicas facilita o trato cotidiano e previne danos maiores se houver interrupções imprevistas dos cuidados com o jardim, mesmo que mais prolongadas.

Fontes: Heloiza Rodrigues, bióloga e paisagista, e Marcos Malamut, paisagista.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

IRRIGAÇÃO AUTOMÁTICA muito MELHOR do que você imagina!


Você sabe o que é irrigação automática? É uma tecnologia que salva a vida das plantas durante períodos sem chuva ou enquanto estamos fora de casa. Já vimos muitos modelos na internet, porém, o nosso gotejador tem diferenciais: ele é barato, fácil de fazer e dura muito mais! Geralmente, um gotejador é feito com garrafas pet de 600 mls com um simples furo feito com uma agulha no fundo -- ou com uma linha presa metade dentro e metade fora da garrafa. Mas qual o problema da experiência com o gotejador tradicional? É impossível controlar o fluxo da água que cai, sendo necessário contar com a sorte. Com o nosso sistema de irrigação automática, você pode ter um controle muito maior e até saber quantas gotas caem em sua planta. Outra vantagem é que nossa versão aprimorada dura muito mais tempo do que a tradicional feita com garrafas pequenas. Aqui no Manual do Mundo, você vai aprender a fazer uma irrigação automática com garrafa de suco de uva e garrafa pet de 2 litros, ou seja, vai poder ficar fora de casa sem se preocupar! Além das garrafas, também vamos precisar de: Mangueira de soro de hospital; Barbante de algodão; Arame bem fininho. Ao decorrer do vídeo, você vai perceber que fazer um gotejador é muito fácil e que há muita ciência envolvida! Portanto, vamos aproveitar e ter uma aula sobre pressão atmosférica? Com essa experiência, vamos responder perguntas como: Como a água permanece na garrafa mesmo com ela de ponta cabeça? Como o barbante atrai, freia e conduz o fluxo de água? Como essa experiência de física acontece sem nenhuma vedação? Além disso, estamos falando do Manual do Mundo, meus amigos! Então, aqui tem precisão! Assista esse vídeo até o final para saber quanto tempo dura o nosso gotejador e conta se o timelapse que fecha nosso vídeo não vale o seu joinha!

Postagem em destaque

JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO?

JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO?   ...

Mais visitadas no último mês