– Melhora a aeração do solo; – Enriquece o solo com micro-organismos; – Melhora a capacidade de retenção de água; – O húmus atrai outros animais benéficos presentes nas camadas mais profundas do solo; – É rico em ácidos húmicos, que condicionam o solo e contribui para equilíbrar o pH reduzindo a acidez do solo; – Melhora a reciclagem de nutrientes
Benefícios do Húmus de minhocas para o crescimento das plantas:
– Melhora a germinação, o crescimento das plantas e produtividade da cultura – Melhora o crescimento e estrutura das raizes; – Enriquece o solo com micro-organismos – Fornece nutrientes essenciais para as plantas e ajuda na supressão de doenças; – Contêm os principais minerais necessários para o crescimento das plantas tendo 5 vezes mais nitrogênio, 7 vezes mais fósforo e 11 vezes mais potássio do que o solo comum. Com um minhocário caseiro você irá produzir húmus e biofertilizante (chorume) em sua casa a partir dos resíduos orgânicos como cascas de frutas, talos e folhas de verduras e legumes, grãos, sementes, borra de café e chás, entre outros!
Utilize o húmus (composto sólido) produzido em seu minhocário colocando um “punhado” deste húmus diretamente no solo ao redor do “pé” da planta. Para isso você pode utilizar uma pazinha, uma colher ou as próprias mãos. Repita este procedimento periodicamente (a cada 2 ou 3 meses). Após a plicação regue o solo.
O Biofertilizante (composto líquido) produzido em seu minhocário também pode ser utilizado em todos os tipos de plantas. Para isso você deve diluir este composto na proporção 10 partes de água para 1 uma parte do biofertilizante. Regue sua horta, plantas de vasos, gramados e jardins com este composto a cada 5 a 10 dias dependendo da planta.
Mesmo plantada em fundo de quintal, a
fruteira oferece oportunidade de rendimentos se for cultivada com
irrigação e adubação corretas
Por João Mathias
Dadas as características que possuem, muitas mangueiras
plantadas em fundo de quintal e sítios, se bem trabalhadas, têm
condições de produzir comercialmente. Chamada de rainha das frutas
tropicais, a manga tem bom potencial de vendas no varejo graças ao seu
aspecto atrativo, com diferentes formas, cores, aromas e sabores,
resultado dos cruzamentos de plantas que ocorrem espontaneamente no
campo e que geram novas variedades.
Uma das primeiras frutas introduzidas aqui, logo após o descobrimento
das terras brasileiras, a manga tem hoje o Brasil como seu terceiro
maior produtor global. A produção nacional perde somente para a da
Índia, de onde a planta foi trazida para cá pelos colonizadores
portugueses, e a da China. Além de atender ao mercado interno, e por ser
muito apreciada no mundo inteiro, a manga também é exportada para
vários destinos, principalmente para Europa, Japão e Estados Unidos.
Com manejo correto e cuidados necessários, como irrigação e adubação
adequadas, a mangueira tem cultivo fácil, crescimento rápido e
capacidade produtiva de norte a sul do país. Embora seja uma árvore
vigorosa, podendo chegar a 20 metros de altura, em plantios comerciais
recomenda-se, por meio da execução de podas, mantê-la com 3 metros a
altura.
A mangueira também pode ser cultivada em vasos com capacidade para, no
mínimo, 50 litros de solo. O plantio em vasos pode, inclusive, produzir
alguns frutos se contar com boa drenagem e adubação parcelada durante o
ano todo, principalmente orgânica. A muda também deve ser proveniente de
enxertia; até o século XIX, o processo de propagação era feito apenas
por semente e as plantas demoravam muito para produzir.
Por serem mais fáceis de cuidar e se desenvolverem com rapidez, as
mudas enxertadas são as mais indicadas para o plantio de mangueira. No
segundo ano de cultivo, elas já produzem os frutos com as mesmas
características das mangas geradas pela planta-mãe. Por outro lado,
plantas oriundas de sementes levam sete ou mais anos para frutificar e,
ainda, são vulneráveis ao surgimento de mangas com características
diferentes do tipo que as originou.
No varejo, o preço das mudas enxertadas varia de R$ 5 a R$ 10 cada.
Podem ser compradas de viveiros locais, preferencialmente daqueles que
tenham referências no mercado.
Mãos à obra
INÍCIO Entre as variedades de manga mais comuns e
comercializadas no mercado interno estão bourbon, coração de boi, keit,
haden, adam, extrema e outras mais rústicas, como carlota, espada,
coquinho e rosinha, além de diversas conhecidas regionalmente. Tommy
atkins e palmer são consideradas as melhores para exportação.
PROPAGAÇÃO
Recomenda-se fazer por enxertia, método que garante fidelidade das
características da planta-mãe aos frutos e produção precoce. Por meio de
sementes, a propagação só é importante para trabalhos de melhoramento
genético, pois pode resultar em plantas e frutos bem distintos da
variedade utilizada, devido aos cruzamentos espontâneos no campo.
AMBIENTE
Como trata-se de planta de clima tropical, o ideal é que o cultivo de
mangueira ocorra em locais de temperatura quente, onde a planta tem
melhor capacidade de produção, principalmente quando irrigada
corretamente. No entanto, poder ser desenvolvida em todos os Estados do
país.
PLANTIO Pode ser realizado em
qualquer tipo de solo, embora o encharcado não seja tolerado pela
planta, pois provoca apodrecimento das raízes e morte. Em solo arenoso e
muito seco, no entanto, precisa de irrigação, como é o caso da região
de Petrolina, no interior de Pernambuco.
ESPAÇAMENTO Conduzida
com poda, para mantê-la baixa e com a copa aparada, a mangueira tem nos
dias de hoje um plantio mais adensado, com medida sugerida de 7 x 6
metros a 6 x 4 metros. O tamanho das covas recomendado é de 40 x 40 x 40
centímetros.
CUIDADOS Misture com a
terra 20 litros de esterco de curral curtido, ou orgânico similar, mais
250 gramas de superfosfato simples e 250 gramas de calcário, para a
adubação. A poda deve ser feita desde o primeiro ano de plantio, dando
forma à copa. Proteja o ramo podado com pincelamento de pasta à base de
cobre ou tinta látex. Atenção ao ataque de pragas como cochonilhas nas
folhas e no tronco da mangueira, além de perfurações por brocas nos
ramos. Procure por um engenheiro agrônomo da região para obter as
orientações sobre o controle químico. Quando os frutos começarem a
amadurecer, proteja-os do ataque de moscas-dasfrutas ensacando-os com
saco de papel, método que evita a necessidade de aplicação de
agrotóxicos.
PRODUÇÃO É possível de ser
obtida no segundo ano de cultivo quando o p
lantio é realizado com uso
de mudas enxertadas. Cada variedade tem suas características que definem
o ponto ideal de colheita “de vez”. Em geral, se colhida muito verde, a
manga não fica saborosa e tem gosto azedo. Quando retirada da árvore
muito madura, a fruta machuca-se facilmente e tem menos tempo de duração
para o consumo.
Raio x
Solo: qualquer tipo, desde que não seja encharcado
Clima: quente
Área mínima: fundo de quintal
Colheita: segundo ano após o plantio se a muda for de enxertia
Custo: mudas enxertadas são vendidas entre R$ 5 e R$ 10
*José Antonio Alberto da Silva é pesquisador em
fruticultura da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, da
Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, tel.
(17) 3341-1400
Onde comprar: em viveiros idôneos, que podem ser indicados por casas de agricultura da região
Mais informações: portal Toda Fruta (todafruta.com.br)
Os problemas respiratórios se agravam com a chegada do inverno e do ar
seco, mas existem espécies de plantas que dão uma ajuda valiosa para
manter seu pulmão livre de alguns poluentes.
Vamos em frente, fica o guabijuzeiro e seus frutos!! Em 18 meses fizemos alguns manejos nessa muda, como proteção ao anelamento por corte de grama, adubação e poda. Quem sabe a primavera mostre seus frutos??
Guaco em plena floração, rua sinimbu em porto alegre
Guaco é uma planta
medicinal, também conhecida por ervas de serpentes, cipó-catinga ou erva
de cobra, muito utilizada em problemas respiratórios devido ao seu
efeito broncodilatador e expectorante.
O seu nome científico é Mikania glomerata Spreng e pode ser comprada em lojas de produtos naturais e farmácias de manipulação com o preço médio de 30 reais.
Para que serve o guaco
O guaco serve para tratar gripe, tosse, rouquidão, infecção na garganta, bronquite, alergias, infecções na pele e reumatismo.
Propriedades do guaco
As
propriedades do guaco incluem sua ação broncodilatadora, anti-séptica,
expectorante, febrífuga, antiasmática, sudorífica, anti-reumática e
cicatrizante.
Modo de uso do guaco
Para fins terapêuticos são usadas as folhas da planta ou xarope do guaco.
Chá para reumatismos ou inflamações:
Colocar 10 g de folhas em 500 ml de água fervente por 10 minutos. Beber
2 xícaras de café ao dia. Veja como preparar chá com esta planta em 3 Receitas com Chá de Guaco para Aliviar a Tosse.
Tinturas para reumatismo:
A tintura pode ser feita deixando-se em infusão 100 gramas das folhas
trituradas em 300 ml de álcool a 70° para ser usada externamente. Depois
de filtrada, pode ser utilizada em fricções ou compressas locais.
Os
efeitos colaterais do guaco incluem hemorragias, aumento dos batimentos
cardíacos, vômitos e diarreia. O guaco contém cumarina que pode
apresentar um agravamento nos quadros de falta de ar e tosse em
pacientes com alergia a cumarina
Contraindicações do guaco
O
guaco está contraindicado para indivíduos com doenças no fígado,
indivíduos que utilizam anticoagulantes e para crianças menores de 1 ano
de idade.
IX Fórum Gaúcho de Arborização César Luiz Rodrigues 14 e 15 de setembro de 2017 – Charqueadas, RS
Público-alvo: Acadêmicos, servidores de prefeituras, órgãos estaduais e federais, concessionárias de energia elétrica e outros serviços urbanos, instituições de ensino, empresas particulares e interessados em geral, cujas atribuições estejam relacionadas ao manejo da arborização urbana.
Local: Salão de Eventos do Centro Administrativo Manuel de Souza João, situado na Avenida Cruz de Malta, 1610
PROGRAMAÇÃO
Quinta-feira (14 de setembro) – 8h: Credenciamento e Inscrições – 8h30: Abertura Oficial – 9h: PALESTRA – Panorama Ambiental e Urbanístico do município de Charqueadas/RS – Eng. Ambiental Cássio Silva de Souza e Prof.ª Lisiane da Silva Lopes. – 9h30: Conselho da Cidade de Charqueadas – Conselheiro representante. – 10h: Coffee break – 10h15: PALESTRA – Árvores, Estruturas e Eventos Extremos – Eng. PhD Carlos André Bulhões Mendes, Diretor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas – IPH/UFRGS – 11h30: PALESTRA – Relato do Histórico da Arborização no Brasil nos últimos 40 anos – Bióloga Maria do Carmo Sanchotene – 12h as 12h30: DEBATES – 12h30 às 13h30: Intervalo para almoço – 13h30: MESA REDONDA – Debatendo o presente e o futuro da arborização – Com Representantes do CRBio-03 E CREA-RS – 14h30: DEBATES – 14h45: Coffee break – 15h: PALESTRA – A importância da valorização da arborização como política pública do verde urbano – Eng. Agr. Anderson Leite Fontes Junior – Prefeitura de João Pessoa/PB; – 16h30: DEBATES – 17h: Reunião com Produtores/Viveiristas – Construção do perfil de muda padrão – elaboração da CARTA DE CHARQUEADAS: Eng. Agrônomo Ricardo Senger – Viveiro Senger Biólogo Eduardo Olabarriaga – Viveiro de Porto Alegre – SMAMS – 18h: Encerramento do 1º dia. – 20h: Momento de Convivência
Sexta-feira (15 de setembro) AULÃO – 8h30: Desmitificando a Vistoria Técnica – Biólogo Flavio Barcelos de Oliveira – 9h15: DEBATES – 9h45: Coffee break – 10h: Técnicas de Manejo Vegetal de acordo com a Norma Técnica ABNT NBR 16.246-1 – Biólogo João Augusto Bagatini – 11h30: DEBATES – 12h: Ato de Encerramento – 12h10 às 13h30: Intervalo para almoço – 13h30: Visita Técnica ao Bairro Aços Finos Piratini e à Reserva Particular do Patrimônio Nacional – RPPN Porto Capela *Vagas limitadas: 40 lugares (inscrições no evento) – 16h30: Término das Atividades
INVESTIMENTO a) Valor antecipado, pago até dia 11/09: R$ 25,00 b) Associado SBAU, pago até dia 11/09: R$ 20,00 c) Valor no dia do evento: R$ 50,00, condicionada à existência de vagas.
INSCRIÇÕES ANTECIPADAS (VAGAS LIMITADAS): a) Informe no e-mail:forumgaucho.contato@gmail.comseu nome completo, CPF, RG, e-mail, telefone e cidade, e anexe o comprovante de depósito identificado na Caixa Econômica Federal, Agência 1548, Operação 003, C/C 2497-7, em nome da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana. b) Sua vaga é garantida mediante o depósito identificado do valor da taxa de inscrição correspondente: Informações podem ser obtidas pelo e-mail acima informado ou pelo, pelos telefones 051-3958- 8400 e 051-3958- 8484, com Fernanda ou Suelen.
Neste final de semana plantei 4 mudas deste eucalipto, para utilização em paisagismo e decorações.
Eucalipto Prateado
Eucalyptus cinerea
Família: Myrtaceae. Altura: 15 m. Diâmetro: 8 m. Ambiente: Pleno Sol. Clima: Subtropical, Tropical de altitude. Origem: Austrália. Época de Floração: Outono, Inverno. Propagação: Sementes. Mes(es) da Propagação: Inverno. Persistência das folhas: Permanente. Obs: Deve seu aspecto ornamental à cor acinzentada da folhagem, possuindo porte adequado para o cultivo em parques e jardins. Os ramos são utilizados para arranjos ornamentais.
Essa árvore é nativa da Austrália nas províncias de Nova Gales do Sul e Vitória onde é chamada de "Silver Dollar" . Seu porte é pequeno ficando entre 6 a 8 metros e seu maior atrativo é a folhagem prateada. Suas folhas são arredondadas na coloração azul prateada com perfume característico e são bastante usadas em arranjos florais pelo mundo todo. Também é bastante usada em paisagismo sendo plantada em grupos, individualmente e em alamedas. Aqui no Brasil é conhecido como Eucalipto Argentino em alusão à sua folhagem cor de prata e deve ser cultivado preferencialmente em solos bem drenados.
Estudos científicos mais e mais apoio à utilização de aloe vera para tratar várias condições e doenças. Além disso, seu uso em cosméticos é bem estabelecida e gradualmente a ser introduzido como um ingrediente culinário. Mas esta planta é muito versátil e está provando a sua eficácia como fertilizante agrícola, que é muito interessante para as culturas organicamente exploradas.
É bastante lógico, considerando que aloe vera contém numerosos minerais e nutrientes que podem ser benéficos para as plantas.
A cooperativa Argentina Pergamino Aloe Vida realizou um estudo que demonstra a eficácia da aloe vera como um fertilizante estimulador e crescimento da cultura. Tudo começou com o conhecimento de um estudo realizado no laboratório de Plantas Medicinais de Doutor Juan Tomas Roig, em Havana, Cuba, em que a relação entre o uso de aloé vera como fertilizante e estimulação de crescimento e mostraram enraizamento. Após os estudos realizados e obtenção de dados favoráveis, a cooperativa comercializa atualmente o seu próprio adubo foliar aloe vera.
Fertilizante caseiro aloé vera
Mas se usar em casa o aloe vera como um fertilizante natural basta ter um pedaço de aloe vera , remover os espinhos e esmagar totalmente. Quando esmagada a folha, você obtém um gel esverdeada. A gel esverdeada pode ser diluída em água a uma taxa de 100 ml por litro de água e irrigar plantas.
Segundo Inglez de Souza,
1986, os sete objetivos principais da poda são:
1º- Modificar o vigor da planta
2º- Produzir mais e melhor fruta; 3º- Manter a planta com um porte conveniente ao seu trato e manuseio; 4º- Modificar a tendência da planta em produzir mais ramos vegetativos que frutíferos ou vice-versa; 5º- Conduzir a planta a uma forma desejada; 6º- Suprimir ramos supérfluos, inconvenientes, doentes e mortos; 7º- Regular a alternância das safras, de modo a obter anualmente colheitas médias com regularidade.
Por que é necessário o recurso da poda? Não é verdade que, no seu estado selvagem, as plantas não são podadas e, apesar disso, se desenvolvem em perfeitas condições? Esta pergunta é formulada muitas vezes, mas, de fato, a natureza tem o seu próprio método de poda. Os ramos pequenos desprendem- se naturalmente e os galhos finos, as folhas e as flores morrem e caem.
Vagarosa mas continuamente, todas as plantas sofrem um processo de renovação natural. Pela poda não fazemos mais do que acelerar, embora parcialmente esse processo normal.
O conhecimento de algumas regras sobre a fisiologia vegetal em muito auxilia o podador. Ele fica sabendo porque se poda, o que se pode e quando se poda.
Os vegetais nutrem-se por meio de suas raízes, que retiram do solo sais minerais e água, necessários para o seu desenvolvimento e frutificação.
A absorção determina uma pressão de baixo para cima. A seiva também pode ter sua ascendência
ligada à transpiração, pela ação da capilaridade, pela osmose, etc.
A poda não é uma ação unilateral. Ela vai ensinando quem a está praticando. Mas, para isso, é preciso respeitar seu ritmo, entender e conhecer sua fisiologia, saber qual é o momento certo da intervenção.
A poda baseia-se em princípios de fisiologia vegetal, princípios fundamentais que regem a vida das fruteiras. Um desses princípios mais importantes é a relação inversa que existe entre o vigor e a produtividade. O excesso de vegetação reduz a quantidade de frutos, e o excesso de frutos é prejudicial à qualidade da colheita. Assim, conseguimos entender que a poda, visa justamente estabelecer um equilíbrio entre esses extremos.
Mas deve ser efetuada com extremo cuidado. Se efetuada no momento impróprio, ou de forma incorreta, a poda pode gerar uma explosão vegetativa muito grande, causando um problema ainda maior para o produtor.
Inglez de Souza, J. S., Poda das Plantas Frutíferas. São Paulo: Nobel, 1986, 224 p.: il.