segunda-feira, 6 de março de 2017

Você faz ideia qual é o tamanho do desperdício de alimentos no Brasil e no mundo?


Um terço dos alimentos produzidos no mundo é desperdiçado a cada ano – junto com toda a energia, mão de obra, água e produtos químicos envolvidos em sua produção e descarte (FAO 2013). O Brasil tem 3,4 milhões de brasileiros que estão em situação de insegurança alimentar, o que representa 1,7% da população. 

Segundo relatório da FAO de 2013, 805 milhões de pessoas, ou seja, 1 em cada 9 sofre de fome no mundo. 



Você sabia que:


Cada brasileiro gera em torno de um quilo de lixo por dia. Cerca de 58% desse total é representado por lixo orgânico, formado de restos de alimentos (Akatu) 

Para produção de 1 kg de banana são utilizados 500 litros de água (Water food print 2011). 

A sua casca corresponde de 30 a 40% do peso, ou seja, a cada quilo de banana consumido, se jogarmos fora a casca estaremos desperdiçando até 200 litros de água! 

1 banana pesa aproximadamente 120g, ou seja, 60 litros de água para ser produzida, se jogarmos a casca fora, são desperdiçados 24 litros numa única casca banana não consumida! O que daria para tomar 3 minutos de banho, dar 2 descargas ou lavar o rosto 2 vezes! (Sabesp 2014) 





 70% da água disponível no mundo é para agricultura (FAO 2013).


Segundo relatório da FAO de 2013,  1,3 bilhão de toneladas de alimentos são jogadas fora por ano no mundo, o equivalente ao desperdício de 750 bilhões de dólares. Traduzido em recursos naturais, consome cerca de 250 quilômetros cúbicos de água e ocupa cerca de 1,4 bilhão de hectares de terra. 

A FAO estima que os alimentos desperdiçados correspondem à emissão de 3,3 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano. Se fosse um país, seria o terceiro maior emissor do mundo. (FAO 2013) 

sábado, 4 de março de 2017

SUCO DE ROMÃ PODE FREAR METÁSTASE DE CÂNCER DE PRÓSTATA





Componentes químicos do suco da romã também poderiam ser usados em outros tipos de câncer.

Pesquisadores da Universidade Riverside, da Califórnia, identificaram componentes no suco de romã que podem inibir os movimento de células cancerosas e a metástase do câncer de próstata.

A descoberta, diz Manuela Martins-Green, uma das pesquisadoras, pode ainda ter impacto no tratamento de outros tipos de câncer.

Quando o câncer de próstata reaparece no paciente depois de tratamentos como cirurgia e/ou radiação, geralmente o próximo passo é a supressão do hormônio masculino testosterona, um tratamento que inibe o crescimento das células cancerosas, pois elas precisam do hormônio para crescer.

Mas, com o tempo, o câncer desenvolve formas de resistir também a esse tratamento, se transforma em um câncer muito agressivo e sua metástase ataca a medula óssea, pulmões, nódulos linfáticos e geralmente resulta na morte do paciente.

O laboratório americano aplicou o suco de romã em células de câncer de próstata cultivadas em laboratório que já eram resistentes à testosterona - quanto mais resistente à testosterona uma célula cancerosa é, maior é a sua tendência à metástase.

Os pesquisadores então descobriram que as células tratadas com o suco de romã que não morreram com o tratamento mostraram uma maior adesão, o que significa que menos células se separavam, e também queda na movimentação dessas células.

Em seguida os pesquisadores identificaram os grupos ativos de ingrediente no suco de romã que tiveram impacto molecular na adesão das células e na migração de células cancerosas no câncer de próstata já em estado de metástase.

'Depois de identificá-los, agora podemos modificar os componentes inibidores do câncer no suco de romã para melhorar suas funções e fazer com que eles sejam mais eficazes na prevenção da metástase do câncer de próstata, levando a terapias com remédios mais eficazes', disse Manuela Martins-Green.

Outros tipos de câncer

A pesquisadora afirma que a descoberta pode ter impacto no tratamento de outros tipos de câncer.'Devido (ao fato de) os genes e proteínas envolvidas no movimento das células de câncer de próstata serem essencialmente os mesmos que os envolvidos no movimento de células em outros tipos de câncer, os mesmos componentes modificados do suco poderão ter um impacto muito mais amplo no tratamento do câncer', afirmou.

Manuela Martins-Green explicou ainda que uma proteína importante produzida na medula óssea leva as células cancerosas a se mover para a medula onde elas poderão formar novos tumores.
'Mostramos que o suco de romã inibe a função dessa proteína e, assim, esse suco tem o potencial de evitar a metástase das células do câncer de próstata para a medula', disse.

Os próximos planos da pesquisadora são fazer testes adicionais em um organismo vivo com câncer de próstata em em fase de metástase para determinar se os mesmos componentes que foram eficazes nas células cultivadas em laboratório poderão evitar a metástase sem efeitos colaterais.

Data Edição: 15/12/2010


PLANTE ROMÃ E FRUTIFERAS EM GERAL, SUA SAÚDE AGRADECE!
ALEXANDRE

sexta-feira, 3 de março de 2017

Os líquens, indicadores da qualidade do ar


Em meio à floresta e sua diversidade natural, observamos que algumas arvores tinham algumas “manchas” vermelhas vem acentuadas.

Estas “manchas” são chamadas de LIQUENS, que são seres vivos muito simples que constituem uma simbiose de um organismo formado por um fungo e uma alga, geralmente se proliferam nos substractos mais variados: sobre rochas, solo, casca das árvores e madeira. São seres pioneiros nas rochas nuas, dos solos de florestas queimadas e de escoadas vulcânicas.

Porém um dos fares mais curiosos e que Olhamos os liquens vermelhos, podemos perceber que estamos em um local onde a predominância de ar puro e muito forte no local.

Os liquens são extremamente sensíveis à poluição, sobrevivendo de bioindicadores de poluição, podendo indicar a qualidade do ar e até quantidade de metais pesados em áreas industriais.

Portanto quando você for a uma floresta e identificar uma mancha vermelha conforme a foto postada, pode ter certeza que você esta em um local onde há ar puro, mas lembre nunca os toque, porque são muito sensíveis e morrem facilmente.



Ora-pro-nobis, o bife dos pobres

quinta-feira, 2 de março de 2017

Cinco mandamentos para salvar sua horta no verão





O excesso de sol, a seca e as chuvas fortes no verão podem colocar sua horta em risco. 

A drenagem, o uso do sombrite e o horário das regas são alguns dos cuidados 

que ajudarão no cultivo das suas hortaliças na estação mais quente do ano.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Estudo da USP identifica agrotóxicos mais frequentes em alimentos consumidos no Brasil

Entre as substâncias autorizadas no País está o brometo de metila, utilizado como inseticida e para o controle de pragas

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Foto: Agência Brasil
De acordo com estimativas, o brometo de metila é o agrotóxico mais encontrado nos alimentos consumidos rotineiramente pela população brasileira – Foto: Agência Brasil
A dieta dos brasileiros é rica em agrotóxicos, inclusive os mais tóxicos. Ao cruzar os dados sobre o que come habitualmente a população brasileira com a lista de agrotóxicos autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a serem aplicados na cultura desses alimentos, pesquisa realizada na USP identificou 68 compostos que excediam o valor de ingestão diária aceitável de acordo com limites estabelecidos pela própria Anvisa.
Entre os 283 agrotóxicos verificados, o brometo de metila (BM) – pertencente à classe dos inseticidas, formicidas e fungicidas e listado como extremamente tóxico – foi a substância com maior estimativa de frequência nos alimentos. Os resultados fazem parte da dissertação de mestrado de Jacqueline Mary Gerage, defendida na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em 2016. A ideia foi avaliar o risco de exposição crônica de agrotóxicos na dieta da população, sabendo-se do uso regular dessas substâncias em cultivos como arroz, feijão, soja e frutas.
A mesma substância também foi identificada por meio de outra pesquisa da Esalq, cujo enfoque foi estimar a ingestão de agrotóxicos a partir da dieta dos alunos das escolas urbanas da rede municipal de ensino da cidade de Guariba, interior de São Paulo. Os dois trabalhos tiveram a orientação da professora Marina Vieira da Silva, do Departamento Agroindústria, Alimentos e Nutrição da Esalq.
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Foto: Gilberto Marques/SEE-SP
Alimentos potencialmente contaminados por agrotóxicos autorizados também estão na dieta de alunos da rede pública de ensino – Foto: Gilberto Marques/SEE-SP
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O BM é um gás que age como inseticida para desinfestação de solo, controle de formigas e fumigação de produtos de origem vegetal. Mata insetos, fungos e bactérias, ervas daninhas ou qualquer outro ser vivo presente no solo. Embora tenha esta utilidade na agricultura, Jacqueline relata que o produto é altamente prejudicial à saúde humana e ao meio ambiente. “Seu uso está em descontinuação global por causar danos à camada de ozônio e provocar riscos à saúde de trabalhadores rurais e moradores de regiões próximas às áreas de produção agrícola.” Em 1990, na assinatura do Protocolo de Montreal, houve um comprometimento de 180 países para diminuir o uso de produtos semelhantes ao BM na agricultura. O Brasil aderiu ao tratado internacional com a promessa de diminuir gradualmente o manejo ao longo dos anos.

Passo a passo

Baseada em dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares de 2008/2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Jacqueline obteve os alimentos que compunham a dieta habitual de 33.613 brasileiros, com idade superior a dez anos. Foram considerados 743 itens alimentares. Em seguida procurou saber da Anvisa, a quantidade de agrotóxicos que era autorizada para alimentos que compunham o banco de pesquisa, chegando a 283 compostos. Destes, Jacqueline verificou que 68 excediam o valor máximo permitido pela agência.

Protesto no Dia Internacional de Luta contra os Agrotóxicos (2014) - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Protesto no Dia Internacional de Luta contra os Agrotóxicos (2014) – Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Para avaliar a exposição da população aos agrotóxicos, foi aplicado o cálculo de Ingestão Diária Máxima Teórica (IDMT), que relaciona o consumo médio dos alimentos e as concentrações médias de agrotóxicos. O resultado obtido do cálculo IDMT foi então comparado ao parâmetro de Ingestão Diária Aceitável (IDA), para caracterização do risco de exposição. Apresentando valores acima do Limite Máximo de Resíduos (LMR), os índices eram considerados preocupantes. Periodicamente, a Anvisa publica informações técnicas sobre os agrotóxicos autorizados para uso no Brasil.
Apesar de este tipo de exposição não ter sido avaliado por meio da pesquisa, a especialista ressalta que na área rural há também os riscos de intoxicação aguda envolvidos com a aplicação destes produtos, ao inalar ou manipulá-los diretamente.
Já a pesquisa Ingestão de resíduos de agrotóxicos potencialmente contidos na dieta habitual de escolares foi conduzida pela nutricionista Ana Paula Gasques Meira, aluna da Pós-Graduação da Esalq, com base em informações disponíveis e na análise de dados locais que levantou. Os resultados obtidos em Guariba, cidade do interior de São Paulo, seguiram a tendência das informações observadas nacionalmente: o brometo de metila se confirmou como uma das maiores médias de ingestão. Nesta pesquisa, participaram 341 crianças e adolescentes, com idade entre 7 e 16 anos.
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Dos 9 agrotóxicos cujo consumo se estima superar os limites da Anvisa…
5
2
IIIIII
pertencem à classe toxicológica I 
(extremamente tóxico)
pertencem à classe toxicológica II 
(muito tóxico) 
pertencem à classe toxicológica III 
(medianamente tóxico)
brometo de metila 
está nesta categoria
 .
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.Mais informações com Ana Paula Gasques Meira – e-mail anapuava@gmail.com; e Marina Vieira da Silva – e-mail marinavieiradasilva@usp.br
Com colaboração de Caio Albuquerque/ Divisão de Comunicação da Esalq

Como fazer inseticidas naturais!!Bom para: Pulgão, vaquinha, grilos e lagartas.

 Inseticidas naturais

Agora que você já aprendeu a fazer uma horta dentro de casa, está na hora de conhecer formas de cuidar melhor dela. O Vida e Saúde e a agrônoma Elisa Vidal te ensinam a fazer inseticidas naturais, com produtos que você com certeza tem em casa. Ou seja, muito simples e barato! Tudo pra evitar aqueles bichinhos indesejáveis e, claro, os temidos agrotóxicos tão prejudiciais para a nossa saúde.

Vamos às nossas receitinhas! Você pode usá-las tanto para espantar insetos e fungos, quanto de forma preventiva.


ÁGUA E SABÃO DE COCO

Bom para: Pulgão, cochonilha e lagarta
Misture 1 barra de sabão de coco ralado (100 gramas) com 2 litros de água aquecida. Dilua bem o sabão na água quente. Depois, borrife a solução na sua plantinha. Quando for consumir a verdura, é só lavar e fazer aquela salada!

SOLUÇÃO DE PIMENTA

Bom para: Pulgão, vaquinha, grilos e lagartas
Como a pimenta é um repelente natural, só de plantar ela junto com as suas verduras, ela já estará ajudando a espantar os insetos. Fazer uma solução de pimenta também é uma boa opção. Se a sua horta for grande, use 1 xícara de pimenta para render 20 litros de solução. Porém, para uma horta pequena, bata ½ xícara de pimenta com um pouco de água. Depois de coado o líquido, dilua em 5 litros de água e borrife nas plantinhas. Após borrifada a solução, espere cerca de 12 dias para consumir o alimento.

SOLUÇÃO DE ALHO

Bom para: Pulgão, cochonilha e ácaro
O alho, além de repelente, é fungicida e bactericida. Você pode fazer uma solução batendo 10 gramas de alho com 1 litro de água. Ja para ajudar no combate ao míldio, uma espécie de bolor, coloque 5 colheres de óleo mineral em 250 gramas de alho triturado. Deixe agir por 24 horas. Após esse tempo, bata com um pouco de água no liquidificador. Você pode adicionar até 5 litros de água. Adicione também sabão de coco. Depois de borrifada a solução, aguarde cerca de 36 dias para consumir a verdura.

fonte:  http://novotempo.com/vidaesaude/como-fazer-inseticidas-naturais/#comment-17288

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Suco de romã funciona como Viagra natural







A superstição sempre avisou: romã traz fartura e fertilidade. E não é que a ciência comprovou mesmo a relação dessa fruta com o sexo? (Tem a ver com fertilidade, vai) Mas não adianta só guardar as sementes na carteira. Se quiser sentir o poder afrodisíaco da romã, você vai precisa beber pelo menos um copo de suco por dia.



Um estudo realizado pela Universidade Queen Margaret, na Escócia, escalou 58 voluntários (homens e mulheres entre 21 e 54 anos) para beber um copo de suco de romã por dia, durante duas semanas. Após o período, o nível de testosterona dos participantes aumentou de 16% a 30%.


Se aumenta a quantidade de testosterona no corpo, cresce também a vontade de fazer sexo. E isso acontece tanto com homens quanto com mulheres.


Os pesquisadores ainda descobriram outros benefícios da romã. Eles mediram, antes e depois da dose diária de suco, os níveis de algumas emoções, como medo, tristeza, culpa, timidez e autoconfiança. Depois do teste, as emoções positivas aumentaram e as negativas diminuíram. Ah, e a romã ainda reduziu a pressão arterial dos voluntários.


Fora os benefícios para a saúde, o suco ainda sair até mais barato que o Viagra. Olha só: 4 comprimidos azuis custam uns R$ 50; já o litro do suco de romã de caixinha sai por uns R$ 10 – se for beber 250 mL todo dia, por duas semanas, os gastos serão de R$ 40. Mais barato. Mas o efeito do remédio natural deve ser bem mais fraco (sem contar que o suco industrial é “batizado”, vem com maçã e uva.). Ainda assim, você acha que vale acrescentar o suco dentro da sua dieta diária? Vai que…


Crédito da foto: flickr.com/mizzmurray
Carol Castro 9 de maio de 2012


http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/suco-de-roma-funciona-como-viagra-natural/

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Físalis atrai produtores da Serra. Dez vezes mais vitamina C que a laranja.



Ainda pouco conhecida no Brasil, ela tem de gosto semelhante ao butiá e alto valor comercial, alcançando até R$ 15 por quilo. Do tamanho de uma bola de gude, uma frutinha desconhecida da família do tomate e de gosto semelhante ao do butiá é a nova aposta de produtores da Serra Catarinense. Introduzida no Brasil uma década atrás, as primeiras sementes da físalis chegaram à região há quatro anos.



O que torna a fruta tão especial é o fato de que a produção é restrita no Brasil por exigir clima ameno – a temperatura não pode passar de 30ºC e nem ser muita baixa. Utilizada em sorvetes, sucos, geleias e cosméticos e consumida in natura, a físalis também é indicada no tratamento de doenças como diabetes, Parkinson e Alzheimer pela altíssima concentração de vitaminas A e C.

Uma única unidade tem 10 vezes mais vitamina C do que uma laranja, destaca o professor de fruticultura do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) da Udesc, Leo Rufato.



Foi o centro que trouxe as primeiras sementes para a Serra, importadas da Colômbia, maior produtor mundial. Em setembro de 2008, o CAV produziu 2 mil mudas para distribuir a produtores da região. A primeira safra ocorreu no inverno do ano passado. Em novembro, o CAV distribuiu mais 10 mil mudas, com custo variando entre R$ 0,25 e R$ 0,50 por unidade aos produtores, que ganham a assistência técnica.



Cada muda produz até quatro quilos de físalis. Os 12 produtores que cultivam a fruta na Serra Catarinense têm quatro hectares plantados e esperam que a segunda safra renda 36 toneladas. Os custos são amplamente compensados pelo alto valor comercial da físalis. Para cultivar uma pequena área de 3 mil metros quadrados, o produtor gasta em torno de R$ 2 mil, entre mudas, palanques e arame para fazer a condução da plantação, a mão de obra e o manejo.



Como o preço médio da fruta é de R$ 10 o quilo, podendo chegar a R$ 15 se o manejo for bem feito, a produção de três toneladas rende R$ 30 mil anuais, R$ 2,5 mil por mês. Na mesma área de 3 mil metros quadrados, a renda com milho e soja, culturas presentes na Serra, não passaria de R$ 600. Para o consumidor final, o quilo da físalis pode custar até R$ 50 nas grandes redes de supermercado.



Empresário investe para ganhar mercado





O empresário Robério Bianchini investiu, no ano passado, R$ 2,1 mil para plantar 1,2 mil pés de físalis na sua propriedade. Vendendo a produção para doceiras, obteve lucro líquido de R$ 3,7 mil.

Nesta safra, Robério registrou o produto na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, fez rótulo, embalagem e nota fiscal de olho em novos mercados. Pensando em voos mais altos, planeja conseguir a certificação de produção orgânica.



– Assim, eu pago os R$ 10 por quilo para os demais produtores, agrego valor à fruta e revendo por até R$ 30 o quilo. É um negócio que exige muitos cuidados, mas é bem lucrativo – diz Robério.



pablo.gomes@diario.com.br



PABLO GOMES
Lages
 fonte: http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2891457.xml&template=3898.dwt&edition=14619&section=1408

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