terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Aprenda as técnicas para fazer mudas de plantas

Fonte: blog plantei

      A reprodução de plantas pode ocorrer de duas formas. São elas: Sexuada – Nesse tipo são formadas as células especiais, chamadas de gametas. Um gameta feminino une-se a um gameta masculino através da fecundação que dá origem a um zigoto, que desenvolve-se até formar a planta adulta e dar continuidade ao ciclo de propagação.
Assexuada (ou vegetativa – Essa propagação pode ser dividida em Espontânea e Induzida.
Espontânea: é quando a propagação se dá através de estruturas próprias. São essas estruturas: sementes (todas as plantas com frutos); estolho (morango, grama, clorofito, hortelã, etc.); tubérculos e bulbos (batata, beterraba, inhame, mandioca, lírio, dália, amarílis, copo-de-leite, etc.) e rizomas (gengibre, orquídeas, samambaia, lúpulo, aspidistra, helicônia, schefflera, guaimbé, filodendro, etc).
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Foto: http://www.espacepourlavie.ca
Induzida: são as técnicas de propagação que iremos ver nessa matéria. Possui como vantagens a aceleração do crescimento, a propagação de plantas que não possuem sementes e a formação de indivíduos idênticos (clone), padronizando o produto e favorecendo a comercialização.
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Foto: http://www.birminghamgardeningtoday.com
1. Divisão de touceiras
Nesse tipo, o caule emite brotações laterais, surgindo filhotes idênticos à mãe. Os filhotes devem ser cortados com uma faca bem afiada e cada pedaço irá constituir novas plantas ou brotações.
      Algumas plantas propagadas dessa forma são: bromélia, grama, cebolinha, clorofito, helicônia, cimbidium, entre outras.
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Foto: Pinterest
2. Estaquia
      Estaquia é o processo que usa um fragmento da planta, visando regenerar as partes faltantes. Nas plantas herbáceas as partes comumente utilizadas são:
Ramos (gerânio, pingo de ouro, rosas, etc.)
Folhas (suculentas, violetas, peperômia, folha da fortuna, etc.)
Pedaços de folhas (espada-de-são-jorge, begônia, etc.)
      Este método de propagação já foi citado aqui no blog e têm uma matéria todinha somente sobre ele. Clique aquipara conferir.
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Foto: http://www.needlesandleaves.net
3. Enxertia
      Esse é o processo pelo qual se faz a união íntima entre duas plantas de maneira que se cria uma interdependência na qual uma não pode sobreviver sem a outra. Uma fica embaixo e é chamada cavalo ou porta-enxerto. Sua função é fornecer água e sais minerais, modificar o porte, conferir resistência, tolerância ou imunidade contra fatores adversos.
A outra fica em cima, é chamada de cavaleiro ou enxerto e tem a finalidade de produção.
Esta técnica se divide em 3 itens:
Borbulhia (o enxerto é uma borbulha ou gema): consiste na justaposição de uma única gema sobre um porta-enxerto enraizado. Com a ponta do canivete de enxertia, abre-se a região da casca abrangida pelas incisões, levantando-a para inserção da borbulha que é introduzida com a gema voltada para o lado externo. Em seguida, deve-se amarrá-la de cima para baixo, com o auxílio de um fitilho plástico, fita de banana (casca do caule) ou fita biodegradável. Toda essa operação deve ser rápida, para que não ocorra ressecamento das regiões de união dos tecidos ou cicatrização dos cortes antes que ela seja finalizada.
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Foto: http://www.figs4funforum.websitetoolbox.com
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Foto: http://www.figs4funforum.websitetoolbox.com
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Foto: http://www.tropicalbonsainursery.net
Encostia (união entre duas plantas inteiras): consiste na junção de duas plantas inteiras, que são mantidas dessa forma até a união dos tecidos. Após essa união, uma será utilizada somente como porta-enxerto e a outra como copa. Para fazer essa enxertia, o porta-enxerto enxerto deve ser transportado em um recipiente até a planta que se quer propagar sendo geralmente colocado na altura da copa, através da utilização de suportes de madeira que o sustentarão. Deve-se cortar uma porção do ramo de cada uma das plantas, de mesma dimensão e encostam-se as partes cortadas, amarrando-as em seguida com fita plástica para haver união dos tecidos. O enxerto é representado por um ramo da planta matriz, sem dela se desligar até que ocorra a soldadura ao porta-enxerto. Após 30-60 dias, havendo a união dos tecidos, faz-se o desligamento da nova planta, cortando-se acima do ponto de união do porta-enxerto. Nessa fase, retira-se o fitilho plástico que estava amarrado e destaca-se o ramo da planta original, formando uma nova copa. Tem-se, assim, a muda, constituída de copa e porta-enxerto. A primavera é a estação mais adequada para a prática da encostia e as que são realizadas no outono desenvolvem-se muito lentamente.
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Foto: http://www.aggie-horticulture.tamu.edu
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Foto: http://www.courses.cit.cornell.edu
Garfagem: consiste na retirada e transferência de um pedaço de ramo da planta matriz (copa), também denominado garfo, que contenha uma ou mais gemas para outra planta que é o porta-enxerto. Através deste método, é possível ter em uma mesma planta, variedades diferentes de frutos, por exemplo: 2 maçãs com cores diferentes ou um limoeiro que produza, limões, laranjas e mexericas, etc. O que garante a produção é a compatibilidade genética das espécies do mesmo gênero.
Este processo possui duas técnicas principais demonstradas nas fotos abaixo. São elas:
Meia fenda – Nessa técnica, o garfo é cortado em bisel duplo. O porta-enxerto é cortado transversalmente, fazendo-se, em seguida, uma incisão igual a largura do bisel. Aprofunda-se a incisão para baixo, por meio de movimentos com o canivete de enxertia, então introduz-se o garfo na fenda, de tal modo que as camadas das duas partes fiquem em contato em pelo menos um dos lados. Esse tipo de garfagem é utilizado quando os garfos são de diâmetros diferentes do porta-enxerto, sendo necessário que pelo menos um dos lados esteja em contato com os tecidos para que ocorra o processo de cicatrização e sobrevivência do enxerto.
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Foto: http://www.smallkitchengarden.net
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Foto: http://www.the-night-gardener.blogspot.com
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Foto: http://www.greenhousebed.com
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Foto: http://www.starkbros.com
Fenda cheia – Nessa técnica, a obtenção do garfo é idêntica ao caso anterior. O porta-enxerto é cortado transversalmente à altura desejada, praticando-se em seguida uma fenda cheia, do mesmo tamanho do garfo que será introduzido nessa fenda, de maneira que os dois lados desse garfo coincidam por completo com o diâmetro do porta-enxerto. Após a introdução do garfo no porta-enxerto amarra-se com fita ou coloca-se parafina para que o lugar seja vedado da contaminação do ar (doenças) e facilite a cicatrização do corte.
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Foto: http://www.gardenaction.co.uk
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Foto: http://www.gardenaction.co.uk
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Foto: http://www.gardenaction.co.uk
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Foto: http://www.northernpecans.blogspot.com
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Foto: http://www.gardenaction.co.uk
4. Alporquia
      A alporquia é um método de propagação em que se faz o enraizamento de um ramo ainda ligado à planta matriz (parte aérea), que só é destacado da mesma após o enraizamento. O método consiste em selecionar um ramo da planta, de preferência com um ano de idade e diâmetro médio. Nesse ramo, escolhe-se a região sem brotação e faz-se um anelamento, de aproximadamente dois centímetros, retirando toda a casca (floema) e expondo o lenho. Depois disso, deve-se cobrir o local exposto com substrato umedecido (fibra de coco ou esfagno) e envolvê-lo com plástico transparente (para facilitar a visualização das raízes), cuja finalidade é evitar a perda de água, amarrando bem as extremidades com um barbante, ficando com o aspecto de um “bombom embrulhado”.
      Os fotoassimilados elaborados pelas folhas e as auxinas pelos ápices caulinares deslocam- se pelo floema e concentram-se acima do anelamento, promovendo a formação das raízes adventícias nesse local. Recomenda-se que a alporquia seja feita de preferência na época em que as plantas estejam em plena atividade vegetativa (primavera), após a colheita dos frutos, com o alporque mantido sempre úmido.
      A separação do ramo que sofreu alporquia da planta matriz depende da espécie e da época do ano em que foi feito o alporque. Após a separação, o ramo enraizado deve ser plantado em condicionador de solo com nutrientes e mantido à meia sombra até a estabilização das raízes e a brotação da parte aérea. Quando isso ocorrer, as mudas estarão prontas para serem plantadas no campo. A alporquia é utilizada na propagação de muitas espécies frutíferas e floríferas, por exemplo, lichia, jabuticaba, hibiscos híbridos e trepadeira-jade.
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Foto: http://www.instructables.com
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Foto: http://www.instructables.com
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http://www.cityplanter.co.uk
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Foto: http://www.gardenofeaden.blogspot.com
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Foto: http://www.dqfarm.blogspirit.com
5. Mergulhia
      A técnica consiste em mergulhar um ramo no solo, sem separá-lo da planta mãe, com a finalidade de o mesmo regenerar um novo sistema radicular para depois ser separado. A mergulhia é feita no solo, vaso ou canteiros, quando os ramos das espécies são flexíveis e de fácil manejo. O método de mergulhia consiste em enterrar partes de uma planta, como ramos, por exemplo, com o objetivo de que ocorra o enraizamento na região coberta. É um processo usado na obtenção de plantas que dificilmente se propagariam por outros métodos.
      O enraizamento ocorre devido ao acúmulo de auxinas (hormônios endógenos) pela ausência de luz na região enterrada ou coberta, que promove a formação das raízes adventícias e também pelo aproveitamento do fornecimento contínuo de água e nutrientes da planta matriz. É muito importante que o local para a realização da mergulhia esteja isento de patógenos, pois como é utilizado o solo para o enraizamento, há sempre o risco de contaminação das novas plantas por doenças e/ou pragas.
      É importante colocar um tutor na planta a ser enraizada para que a mesma cresça ereta. A mergulhia é um método bastante utilizado na obtenção de porta-enxertos de macieira, pereira e marmeleiro e trepadeira-jade.
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Foto: http://www.jury.co.nz
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Foto: http://www.agardenforthehouse.com
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Foto: http://www.rodalesorganiclife.com
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Foto: http://www.boundless.com
Material de apoio / Fonte – Terral

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Barraginhas. Estratégia na estiagem de chuva ou seca



Um sistema simples que retém a água da chuva, evita erosão e alagamento. As Barraginhas têm feito sucesso entre os produtores da região de Magé, no Rio de Janeiro. A tecnologia social criada pela Embrapa está sendo reaplicada pela Fundação Banco do Brasil junto com outros parceiros. Conheça mais esta solução que ajuda a mudar a vida no campo. Saiba mais pelo site www.fbb.org.br

Plantas Sagradas e Consagradas - Mandioca, Macaxeira

Folhas de mandioca

O pó da folha de mandioca é riquíssimo em minerais e vitaminas. O uso diário de poucas pitadas em nosso prato estimula o sistema imunológico, reduzindo a gravidade de qualquer doença infecciosa, seja gripe, diarréia, dengue, malária, tuberculose, hanseníase, aids, infecção hospitalar, pneumonia etc.

Essa folha que, no verão nos ajuda a adquirir aquele bronzeado e na maturidade retarda o embranquecimento dos cabelos, por sua riqueza em Vitamina A, acaba com a “coceira” do olho, com a cegueira noturna e ajuda a prevenir a catarata e a degeneração macular, que deixa tantos idosos cegos. A sua ação inibidora de infecções pode reduzir em até 10 vezes a mortalidade em crianças pequenas.

No Nepal, a vitamina A, que a folha da mandioca, o pequi, o dendê e as outras folhas verde-escuras e alimentos amarelos possuem em abundância, reduz em até 50% a mortalidade de mulheres grávidas. No Peru, a “Universidad de la Selva” produziu o chá em saquinho, que é usado para prevenir câncer de próstata. Custa mais de 6 dólares a embalagem de 100 saquinhos de 2g cada.

Devemos nos lembrar da saborosíssima maniçoba, a “feijoada” de folha de mandioca, que não pode faltar na mesa do paraense e em parte da dos baianos e sergipanos.

Caule da mandioca

Triturado se faz ração para o gado ou é incorporado para melhorar o solo. Pode ser utilizado, também, quando seco, como lenha. É dele que se tiram as mudas.

Polvilho ou Fécula


Quem não conhece o brasileiríssimo pão de queijo que hoje invade o Japão, os Estados Unidos e a Europa? E o que dizer do maravilhoso beiju ou tapioquinha com ou sem coco?
A especial farinha de tapioca para acompanhar o nosso açaí, o bolinho de estudante, o grude, o sorvete de tapioca, o mingau e por aí afora.

Se substituíssemos 10% da farinha de trigo do pão por fécula de mandioca, economizaríamos em um ano, pelo menos, 20 milhões de dólares, criaríamos mais de 50 mil empregos no campo e estaríamos ajudando o pequeno produtor a permanecer na lavoura.

E de quebra, o pãozinho ficaria crocante por mais três horas. São dados da Associação de Produtores de Amido de Mandioca – ABAM e da Embrapa-PA.

Quer mais?

A folha da mandioca pode ser usada também na ração animal. Dada para a galinha, a pele, a gordura e o ovo ficam mais alaranjados, aumentando a vitamina A. Os ovos ficam maiores e com casca mais dura.
Fonte: Hortas Perenes

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

80% das árvores de São Paulo são "estrangeiras" - 24/07/2010





Em meio à selva de pedra, as árvores acabam, muitas vezes, sendo ignoradas pelos próprios moradores. Mas um apaixonado por elas revela o que a cidade de São Paulo esconde...

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Oficina de compostagem caseira é realizada pela Embrapa



Foto: Vinicius Kuromoto
Vinicius Kuromoto - Oficina aborda teoria e prática na confecção nas composteiras caseiras
Oficina aborda teoria e prática na confecção nas composteiras caseiras
Reaproveitar os resíduos orgânicos produzidos nas residências e provocar a reflexão sobre as relações entre as pessoas, o consumo e o meio ambiente é parte do objetivo da oficina de composto orgânico, realizada gratuitamente pela Embrapa Amazônia Oriental no dia 27. A procura foi tão grande que novas turmas serão montadas no segundo semestre para o público em geral e grupos distintos, como agricultores familiares e estudantes, estes, por meio da parceria com o programa Embrapa & Escola.
Durante a oficina, os participantes são convidados a repensar sobre o papel de cada um na comunidade em que vive, na relação com as outras pessoas, o consumo e em como reaproveitar ao máximo o que poderia virar lixo, como as sobras de frutas e cascas de legumes, e transformá-lo em um composto orgânico, que pode ser usado para adubar jardins, hortas ou ser comercializado, gerando renda extra à família.
Foi a primeira oficina destina à comunidade ofertada pelo Núcleo de Responsabilidade Socioambiental (Nures) da Embrapa Amazônia Oriental, conforme explicou o engenheiro agrônomo Silvio Levy, coordenador do núcleo. Segundo Silvio, o Nures funciona como um espaço de mobilização e integração das comunidades interna e externa e usa as tecnologias sociais geradas pela Embrapa e parceiros para capacitar multiplicadores comunitários em ações que reflitam diretamente em geração de renda, qualidade de vida e desenvolvimento das comunidades.
E foi a busca por novos conhecimentos e possibilidades de ações comunitárias que motivou a estudante de biologia Aline Nogueira a participar da oficina. Ela disse que sempre acessa a página da Embrapa na Internet e logo que soube da capacitação se inscreveu. Aline quer levar as técnicas de compostagem para um projeto na ilha de Cotijuba, em Belém, junto a um grupo de agricultores familiares locais. "A composteira é uma ótima forma de trabalhar a conscientização ambiental na comunidade, aproveitar os resíduos e ainda, quem sabe, gerar renda", avaliou.
A preocupação com o meio ambiente e a consciência de cada um pode e deve fazer a sua parte para uma vida mais saudável foi o que levou o funcionário público Felipe Pamblona a fazer a oficina. Ele comenta que já fazia compostagem em casa, mas de maneira muito experimental, com técnicas encontradas na Internet, e que espera agora poder seguir mais assertivamente na produção de seu composto orgânico e principalmente, gerar menos lixo. "Sou vegetariano, adotei a bicicleta como meio de transporte e penso que ações individuais e coletivas contribuem para uma vida mais saudável. A compostagem é mais uma delas", comentou.
Os presentes acompanharam o passo a passo para instalação de três diferentes formas de fazer compostagem em casa. Todas de baixo custo, com materiais acessíveis e com os resíduos produzidos pelas famílias. O coordenador do Nures adiantou que novas turmas serão ofertadas em breve, tanto para a comunidade em geral, como para ações de transferência de tecnologia, neste caso, utilizando a tecnologia junto a agricultores familiares. 
Tem interesse em oficina sobre compostagem em Porto Alegre? 
Cadastre-se em agropanerai@gmail.com  e aguarde.
Embrapa&Escola - Uma das novidades a serem ofertadas ainda esse semestre, são as oficinas de compostagem para escolas, por meio de parceria entre o Nures e o programa Embrapa&Escola. As escolas interessadas podem participar da oficina na Embrapa, em Belém, ou mesmo em suas sedes, tendo como público os alunos e a comunidade escolar.
Silvio Levy, coordenador do Nures, adiantou também que em breve, além da compostagem, o núcleo irá disponibilizar oficinas de instalação de hortas urbanas comunitárias, que podem ser feitas nas residências ou em escolas.
Kélem Cabral (MTb 1981/PA)
Embrapa Amazônia Oriental

Telefone: (91) 3204-1099
Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

sábado, 17 de dezembro de 2016

Pesquisadores estudam características e potenciais das frutíferas nativas do Rio Grande do Sul


Os trabalhos abrangem diversas linhas, como produção e propagação de mudas, biologia molecular e propriedades medicinais
Paulo Vitor Dutra de Souza coordena a linha de propagação de mudas por meio de clones - Gustavo Diehl/UFRGSPaulo Vitor Dutra de Souza coordena a linha de propagação de mudas por meio de clones - Gustavo Diehl/UFRGS

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

DEIXE SEU JARDIM MAIS COLORIDO COM GERÂNIOS


Veja como cultivar a espécie Pelargonium hortorum da flor
wall-flowers-164038_960_720Foto: Divulgação
O  gerânio é uma flor bastante usada para paisagismo.

Originários da África e com floradas que acontecem na primavera e verão, o gerânio é uma flor bastante usada para paisagismo. O tipo mais conhecido dessa flor é resultado do cruzamento entre o Pelargonium zonale e oPelargonium inquinans, um híbrido chamado Pelargonium hortorum – e é sobre esse tipo específico que vamos falar hoje.

Como principal característica seu melhor desenvolvimento em locais com temperatura mais amena, muita luz e água em abundância, os gerânios desta espécie podem apresentar flores simples ou dobradas, com uma variedade de flor branca, rosa, salmão, laranja, vermelho, (diversos tons de) magenta, lavanda e bicolores.

Como cultivar

Mesmo sendo uma planta de fácil cultivo, necessita de atenção especial quanto a luminosidade: os gerânios desta espécie necessitam de muita luz direta para seu desenvolvimento e florescimento – sem isso, ela não floresce.

A propagação de gerânios pode ser feita por estacas de ponteiros. Usa-se essas estacas com até 10 cm de comprimento, colocando em areia, vermiculita ou casca-de arroz carbonizada e mantidos úmidos, podendo cobrir o recipiente com saco de plástico transparente para não perder a umidade. A melhor época de realizar a estaquia é durante o inverno, período que antecede sua floração, e obtém-se resultado cerca de 15 dias.

Dicas para cuidar do seu gerânio

  • Certifique-se que o vaso ou jardineira tenha uma boa drenagem para que a água não fique empoçada no fundo e apodreça as raízes. O truque é colocar brita ou cacos de tijolos no fundo, por cima da areia úmida.

  • Não borrife água nas folhas, pois a flor prefere uma atmosfera seca.

  • Depois da floração na primavera e verão, pode os galhos pela metade para estimular o crescimento de novas flores. Se a sua planta estiver em vaso ou jardineira, replante-a a cada primavera ou verão.

  • Os gerânios são sensíveis e podem sofrer ataques de pragas e doenças. Verifique se sua flor não está adubada demais, se há luminosidade e água suficiente para ela ou se o local está frio demais.

Fonte: Mundo Husqvarna

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Kiwi e Batata doce - Saiba as vantagens de inclui-los na sua dieta alimentar



Nos últimos tempos, a preocupação com uma alimentação saudável aumentou acentuadamente. A procura por alimentos que melhorem a qualidade de vida é enorme, mas muitas pessoas sentem dificuldade em comprar muitos deles. Dois dos factores mais relevantes são os preços e a escassez no mercado de muitos dos alimentos. Por isso a REVIVER, decidiu apresentar duas óptimas opções para acrescentar ao seu plano alimentar, que para além de baratas podem ser compradas facilmente. 

8 Benefícios que o kiwi traz à sua saúde quando inserido na dieta alimentar
Claramente o kiwi é um fruto bem conhecido pelos portugueses. E sempre ouvimos falar dos seus benefícios para a saúde devido às suas ricas propriedades, como é o caso da Vitamina C, Vitamina A e Vitamina E mas também pela excelente fonte de potássio, cálcio, ferro, magnésio e fósforo. No entanto será que conhecemos todos os benefícios que este fruto pode trazer à nossa saúde? A REVIVER apresenta-lhe 8 vantagens em incluí-lo na sua dieta alimentar.

1º - Facilita a digestão e melhora as funções do sistema intestinal. Ao comermos kiwi estamos a ingerir uma enzima, a actinidia, que ajuda a digerir as proteínas e facilita a digestão das refeições. Para além de ajudar na digestão, este fruto é muito rico em fibras solúveis que melhoram o funcionamento do trânsito intestinal, evitando a obstipação e eliminam algumas toxinas evitando problemas intestinais. 

2º - Melhora e regula a pressão arterial. O kiwi como referido anteriormente é um fruto bastante rico em potássio. Ao ingerir boas quantidades de potássio obtém-se um efeito positivo no tónus vascular, contribuindo para a redução da pressão arterial, que aumenta quando existe um excesso de ingestão de sódio. Desta forma ao aumentar a ingestão de potássio está a criar um equilíbrio entre estes dois elementos, resultando numa pressão arterial regulada.  

3º - Reforça a imunidade, diminuindo gripes e constipações. Quando a maioria das pessoas para prevenir gripes e constipações opta por comer laranjas em busca da Vitamina C, deveria escolher o Kiwi. Pois 1 kiwi equivale a comer 3 laranjas quando falamos de Vitamina C. Para além da prevenção de gripes e constipações, os antioxidantes compostos no kiwi ajudam a fortalecer o sistema imunológico.

4º - Ajuda a prevenir e a combater doenças cardíacas. Ao ingerirmos 3 kiwis por dia, reduzimos o potencial de coagulação até 18% e os triglicéridos em 15%. Estes resultados são muito significativos tanto na prevenção de doenças cardíacas como na ajuda do tratamento das mesmas, visto alguns dos medicamentos neste tratamento ser para diminuir a coagulação do sangue. 

5º - Retarda o envelhecimento da pele. Sendo o kiwi rico em Vitamina E, este fruto é um excelente aliado para ter uma pele mais bonita e cuidada. Desta forma, os antioxidantes deste fruto conseguem ajudar a retardar o envelhecimento precoce da pele ou a progressão do mesmo. 

6º - Auxilia na prevenção da degeneração macular. A degeneração macular é uma das principais causas de perda de visão nos seniores. Um estudo efectuado revelou que comer 4 peças de fruta por dia, de preferência incluindo kiwis nesta escolha de fruta, diminui em 36% a degeneração macular numa amostra de 110 mil pessoas. Por isso, ao incluir o kiwi na sua dieta alimentar está a diminuir a hipótese de sofrer de degeneração macular mais tarde, como também poderá estar a combate-la. 

7º - Pode ser adicionado à dieta alimentar de diabéticos. O kiwi não aumenta significativamente o açúcar no sangue como muitos frutos. Este tem um índice glicémico bastante baixo, sendo seguro ser ingerido por pessoas que sofrem de diabetes. 

8º - Ajuda quem está a tentar diminuir o seu peso. O kiwi para além de ter um índice glicémico baixo e um alto teor de fibra, a sua composição é cerca de 95% de água. O que promove a saciedade, reduzindo a vontade de estar constantemente a petiscar. 


8 Benefícios que a Batata doce traz à sua saúde quando inserido na dieta alimentar
A Batata doce tem sido apontada como um excelente acompanhamento para quem faz exercício físico mas também para aqueles que querem perder algum peso. É um dos alimentos mais nutritivos, pois é um carboidrato complexo de baixo índice glicémico, rico em fibras, uma excelente fonte de ferro, vitamina C, potássio, e ainda um alto teor de vitamina E e A. Para aqueles que não praticam exercício físico de forma regular, deve ser inserida na dieta alimentar em menor escala. Para obter os melhor benefícios deste alimento, a batata doce deve ser cozida com casca. A REVIVER apresenta-lhe as vantagens para a sua saúde em adicioná-la à sua dieta alimentar. 

1º - Reduz o risco de inflamações: A Batata doce tem propriedades anti-inflamatórias devido à forte presença de Vitamina C, mas também Vitamina B6 e manganês. Estas propriedades são muito eficazes na cura de inflamações internas e externas. Estudos realizados apresentam óptimos resultados após o seu consumo regular, reduzindo inflamações em tecidos cerebrais e nervosos. 

2º - Diminui e previne o aparecimento da Artrite reumatoide: A Batata doce é rica em beta-criptoxantina, que ajuda na prevenção de doenças inflamatórias cronicas, como é o caso da artrite reumatoide. Segundo alguns estudos, os alimentos ricos em beta-criptoxantina reduzem em 50% a hipótese de desenvolver esta inflamação cronica. E não é preciso consumir em acesso esta batata de sabor doce, basta apenas uma porção por dia para obter estes benefícios. 

3º - Estabiliza os níveis de açúcar no sangue: Os carotenoides presentes na Batata doce podem ajudar a estabilizar os níveis de açúcar no sangue. Para além disso, a presença de Vitamina B6 neste alimento ajuda a combater os problemas de coração nas pessoas que sofrem de diabetes. Outra das vantagens da batata doce é o seu alto teor de fibra solúvel, que diminui não só o açúcar no sangue como também os níveis de colesterol. 

4º Ajuda a prevenir úlceras no estômago: Para muitos a batata doce é um forte calmante para o estômago, isto devido as Vitaminas do complexo B, Vitamina C, potássio, cálcio e os seus carotenoides. Todas estas propriedades auxiliam no combate das úlceras no estômago. Quanto à sua riqueza de fibras ajuda na prevenção da prisão de ventre e acidez no estômago, prevenindo o aparecimento a longo prazo de úlceras.  

5º Auxilia na prevenção de problemas pulmonares: Segundo alguns dados recentes, a batata doce fornece mais de 90% das necessidades de Vitamina A no nosso organismo. Para os fumadores, é muito importante ingerirem alimentos ricos em vitamina A, podendo assim evitarem enfisemas e tantas outras doenças pulmonares associadas ao tabagismo. 

6º - Ajuda a combater os radicais livres: Como é do conhecimento comum nos dias que correm, o poder antioxidante de alguns alimentos é essencial no combate ao excesso de radicais livres no nosso organismo. Este tipo de alimentos ricos em antioxidantes têm sido muito procurados pela ajuda a combater e a prevenir doenças, como é o caso do cancro. A batata doce faz parte da vasta lista de alimentos ricos em antioxidantes. 

7º Promove o bom funcionamento do sistema digestivo: Como referido anteriormente a batata doce é uma excelente fonte de fibras. Como tal é uma óptima forma de ajudar a manter o bom funcionamento do sistema digestivo, incluindo a batata doce na sua dieta alimentar. 

8º - Previne algumas doenças oculares: A Vitamina A presente na batata doce é muito importante para a nossa visão. Alguns estudos revelaram que o consumo deste alimento obteve excelentes resultados na preservação da visão com o passar do tempo. 

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