A terramicina é uma planta medicinal que tem muitas funções curativas, tem ação antibiótica, anti-inflamatória, diurética, digestiva, depurativa, antigripal, expectorante, antiviral contra gripes, herpes simples e resfriados, antifúngica, cicatrizante...
Ela possui alguns nomes populares: terramicina, penicilina, erva-doril e benzetacil, perpétua-do-brasil, sempre-viva, caaponga, carrapichinho, ervanço.
00:00 Como a terramicina é conhecida?
00:50 o que é a terramicina?
01:50 ação antibiótica, anti-inflamatória, diurética, anti gripal, cicatrizante
02:33 como ela pode ser utilizada
04:00 utilização interna e externa
04:42 pomada feita com extrato das folhas da terramicina
05:00 antitumoral
MODO DE USAR:
A infusão das folhas ou inflorescências, preparada com 1 colher de sopa das folhas picadas para um litro de água fervente, deixe em infusão por 10 minutos e beba 2x/dia
Esta mesma infusão pode ser usada externamente na forma de gargarejos em casos de dor de garganta, para lavar feridas, herpes ou fazer banho de assento para corrimento vaginal.
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Máquina montando as leiras (monte) – Crédito: Dan Gonçalves
A Unidade de Triagem e Compostagem de Porto Alegre opera na
finalização de todo o lixo da capital. São centenas de resíduos
descarregados diariamente em uma balança eletrônica.
Por Dan Gonçalves
Jornalismo Ambiental / Noite
A reportagem de Jornalismo Ambiental, do blog da Uniritter, visitou a
UTC (Unidade de Triagem e Compostagem) de Porto Alegre, que está
localizada no Bairro Lomba do Pinheiro, na Estrada Afonso Loureiro
Mariante. O local foi fundando em julho de 2000. Nestes 16 anos, ela é a
única em toda capital. Quando a equipe chegou no local não havia homens
trabalho no momento, apenas uma máquina operava um monte de podas,
preparando-as para a compostagem.
Na UTC são sete pessoas trabalhando na parte operacional da
compostagem. Deste quadro, cinco são da Cootravipa e dois concursados.
Além destes, ainda tem a engenheira ambiental Mariza Reis, responsável
pela parte técnica, e Manoel Antônio, que cuida de toda parte
operacional da unidade.Manoel contou sobre os horários em que a equipe
trabalha:
“Iniciamos as 07:00 horas da manhã e terminados às 15:00 da tarde.
Têm os dias em que temos plantões que são segunda-feira e quinta-feira,
que trabalhamos até às 19h. Os sábados intercalamos: em um trabalhamos
até ao meio-dia no outro até às 15h”, certifica Manoel Antônio.
A compostagem é uma forma de reaproveitar os resíduos orgânicos,
gerando adubo para plantações. A base do composto é a parcela dos
resíduos domiciliares, das sobras de alimentos, do resto de jardins,
entre outros. O processo é a decomposição natural dessa mistura.
Em baixo temos o esquema:
Crédito: Site da Prefeitura de Porto Alegre
Segundo a engenheira Química do Departamento Municipal de Limpeza
Urbana (DMLU), Mariza Reis, responsável pela parte técnica da UTC desde
2009, a compostagem não é mais com resíduos orgânicos e sim feita apenas
com podas de árvores, devido às leis ambientais e também à coleta
seletiva. O lixo de Porto Alegre, nos dias atuais, é recolhido e
distribuído para 16 unidades de triagem e mais a UTC. Todo resíduo é
separado e passa pela estação de transbordo, que fica no mesmo local da
unidade de compostagem. Depois, é separado e vai para o aterro
sanitário, localizado no munícipio de Minas de Leão, a 105 Km da
capital:
“Mudou um pouco a situação aqui, porque aumentou muito o resíduo da
coleta seletiva. Hoje fazemos a compostagem basicamente de podas
urbanas, porque mudou a legislação ambiental, então exige uma cobertura
da parte de compostagem para tratar outros resíduos orgânicos, por isto
estamos trabalhando apenas com podas”, afirma Mariza Reis.
Leira (monte), que é feito na UTC – Crédito: Dan Gonçalves
Além das mudanças das leis em 2009, a maneira de não deixar a UTC sem
utilidade é também pelo fechamento de aterros que recebiam as podas. A
solução encontrada foi a compostagem com as podas:
“Porque em 2009 fechou os aterros que recebiam as podas urbanas,
então nós tivemos aqui espaço para recebê-las”, ratifica Mariza Reis.
Com as mudanças, as etapas também se alteraram:
A 1° recolhe as podas e as mistura com a terra preta para fazer montes misturadas que são chamadas de leiras.
O 2° passo é esperar naturalmente estas leiras virar adubo, o que demora cerca de seis meses a oito messes.
Já o 3°passo é recolher esse material para depois passar por uma peneira, que já é o composto final.
A compostagem pronta para uso – Crédito: Dan Gonçalves.
Segundo dados fornecidos pelo DMLU, o total de podas recolhidas é de
400 toneladas por mês. Deste número, 200 toneladas são destinadas a
compostagem, onde é produzido 100 toneladas por mês de adubo.
O destino final desse adubo é a venda, para qualquer cidadão comprar.
Para fazer a compra basta entrar em contanto com o DMLU. O dinheiro
arrecado é para investimentos na cidade.
A compostagem de lixo orgânico também pode ser preparada em casa. Para fazê-la, o cidadão pode encontrar mais informações no site da prefeitura.
A região tem 10 hectares de terras a disposição do DMLU, onde se
encontra também a Unidade de Triagem (UT). Esta unidade é responsável
por receber o lixo domiciliar e separar o lixo orgânico. No local se
recebe parte do lixo hospitalar. Devido ao grande tamanho da área, é
possível realizar todos esses procedimentos. Dezenas de caminhões passam
diariamente nas unidades, tanto para descarregar quanto para carregar
dezenas de quilos de lixo e podas de árvores recolhidas pela SMAM.
O outono está vindo aí, e com a chegada de novas estações sempre aumentam as preocupações com o jardim, não é mesmo? Conheça esta florzinha que vai embelezar o seu quintal mesmo que o frio chegue com força na região onde você mora. A três-marias (Bougainvillea glabra), também conhecida como primavera, bouganville, buganvília, ceboleiro, buganvile e flor-de-papel, é oriunda do sul do Brasil, por isso possui resistência a condições extremas de temperatura, suportando as geadas típicas da região.
Para cultivar é simples! Confira os cuidados que você deve tomar para ter essa planta bela em sua casa.
1) A três-marias precisa de sol pleno. Portanto, escolha um local com bastante luminosidade.
2) Prepare o solo com adubos orgânicos. Uma boa mistura de substâncias orgânicas de sua preferência serão um diferencial. A planta se adapta em vasos e canteiros, escolha locais maiores.
3) As podas devem ser realizadas anualmente para estimular o florescimento e renovar a folhagem. A época ideal para podar é quando a planta não está florida. Você pode planejar a poda para dar o formato desejado, conduzindo como cerca-viva, através da topiaria, por exemplo.
4) Regue de uma a duas vezes por semana. Esta planta pode se adaptar bem em solo levemente úmido ou de boa drenagem.
5) Você também pode plantar a três-marias próxima de estacas ou suportes do tipo, para ir conduzindo seus ramos por ele e dando a ela um formato arbustivo.
A três-marias possui cores lindas para você escolher: branca, rosa claro, coral, carmim, púrpura, alaranjada e amarelo ouro. Corra até a floricultura mais próxima para adquirir suas mudinhas. Gostou das dicas? Compartilhe com os amigos. Até o próximo post!
As folhas são suculentas, de um verde vivo, e as flores oscilam entre diversos tons de azul, anil e violeta, com uma pincelada de amarelo no meio. Totalmente flutuante, o aguapé (Eichhornia crassipes) alcança um metro de altura, do topo dos talos, acima d’água, às pontinhas das raízes que se estendem abaixo da superfície. Eventualmente é considerada uma espécie-praga, quando se alastra sem controle, tomando a superfície de reservatórios de hidrelétricas ou de abastecimento. Ou mesmo quando chega a impedir a navegação em corixos e lagos do Pantanal.
Apesar dessa fama, o fato é que o aguapé também ganhou notoriedade como faxineiro das águas, capaz de remover poluentes orgânicos. Em geral, a espécie prolifera de maneira exagerada em águas excessivamente ricas em matéria orgânica. Porém, quando instalada em sistemas controlados de tratamento natural de efluentes, sem químicos, essa planta aquática é um excelente agente de limpeza.
Ocorre que os prosaicos aguapés se provaram aliados das águas cristalinas também quando a fonte de poluição é pesada e os efluentes se encontram contaminados com detergentes, fenóis ou metais pesados (chumbo, cádmio, cromo). E ainda têm outras serventias depois de completar a faxina, transformados em adubo (após a compostagem), ração animal e matéria prima para a indústria de papel e celulose ou para a produção de artesanato.
Em seu mestrado de Engenharia Agrícola na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Juliana Bortoli Rodrigues Mees comprovou a eficácia do aguapé em remover poluentes orgânicos de efluentes de matadouros e frigoríficos. Além de reduzir a carga de matéria orgânica dissolvida na água e diminuir a turbidez, a planta aquática chegou a absorver 77% dos nutrientes associados à eutrofização, como nitrogênio, nitrogênio amoniacal e fósforo.
A eutrofização, vale lembrar, é um processo de “sufocamento” de um corpo d’água relacionado à poluição orgânica causada por esgotos domésticos, efluentes agroindustriais ou excesso de fertilizantes lavados pelas chuvas. Devido ao acúmulo de nutrientes na água, ocorre a multiplicação repentina de algas, que passam a impedir a penetração dos raios solares. Há, então, uma redução drástica da quantidade de oxigênio dissolvido (anóxia) com a consequente mortandade de microrganismos, invertebrados aquáticos e peixes.
No caso dos efluentes de matadouros e frigoríficos, os efluentes contém resíduos de sangue, carne, gordura e vísceras. A pesquisadora fez medições durante 11 meses em um tanque com aguapés de 870 metros quadrados e depois ainda avaliou quatro tipos de compostagem para saber qual o melhor tratamento para os aguapés retirados do sistema. Além de eficaz, o uso de aguapés também tem custo reduzido em relação aos tratamentos convencionais.
Outros estudos demonstraram o potencial do aguapé para limpar efluentes de laticínios e abatedouros de aves. Em seu mestrado em Ecologia Aquática na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Cátia Viviane Gonçalves ainda atestou a viabilidade de remover o metal pesado cromo dos efluentes da indústria de couro em um período mínimo de 5 dias num tanque com aguapés.
No experimento, a acidez da água foi monitorada diariamente pela pesquisadora. Segundo ela, o pH se manteve entre 6 e 7,2, caracterizando um ambiente ideal para o desenvolvimento da planta aquática, mas inviável para a redução do cromo hexavalente (industrial) para o cromo trivalente (de ocorrência natural). Ou seja: o cromo industrial poluente foi mesmo absorvido e acumulado pelo aguapé e não houve redução por atividade microbiana. A conclusão é condizente com análises de amostras de tecido da planta, onde a concentração de cromo aumentou ao longo do tempo.
Resta dizer que o aguapé se alastra de forma vegetativa, lançando novos talos nos quais crescem raízes e folhas. Assim, uma planta de aguapé pode se duplicar em duas semanas. Em um corpo d’água rico em matéria orgânica, a produtividade média chega a uma tonelada de biomassa por hectare por dia! Essa tonelada de aguapés, se processada em biodigestores, gera 30 metros cúbicos de biogás, passíveis de serem transformados em 300 litros de metanol.
Haja utilidade para um modesto aguapezinho!
Foto: Liana John
Liana John
Jornalista ambiental há mais de 30 anos, escreve sobre clima, ecossistemas, fauna e flora, recursos naturais e sustentabilidade para os principais jornais e revistas do país. Já recebeu diversos prêmios, entre eles, o Embrapa de Reportagem 2015 e o Reportagem sobre a Mata Atlântica 2013, ambos por matérias publicadas na National Geographic
Olá galera, hoje irei falar um pouquinho sobre esta cultura tão maravilhosa de se ver, mas que elas tem uma variedade de benefícios que vão muito além de sua aparência somente. Espero que gostem do post de hoje
Seu nome cientifico é (Helianthus annuus L.), é uma dicotiledônea anual, seu metabolismo fotossintético é C3, sua reprodução é alógama (por meio de polinização cruzada), seu nome é derivado do grego “helios”, que significa “sol” e “anthus” que significa “flor”, que juntando significa “flor do sol”, em que gira seguindo o movimento do sol.
ORIGEM
O Centro de origem e domesticação desta cultura é o México, a partir daí – se espalhou para os países dos Estados Unidos, Espanha, Rússia e no Leste Europeu. Com seu sucesso como cultura oleaginosa no leste europeu, o girassol foi difundido ao resto do mundo inteiro.
No final do século XIX é que foi chegar ao Brasil, trazida pelas primeiras levas de colonos europeus. No próximo século (XX), inúmeras foram as tentativas de cultivo do girassol na maioria das regiões do país, mas só em 1998 foi que, através de iniciativas de cooperativas e indústrias voltadas ao setor de óleos vegetais e com o Programa Nacional de Biodiesel, que no ano de 2003, que a cultura começou a constar na pauta de oleaginosas remetidas à alimentação humana e energia veicular.
Seu sistema radicular é pivotante, formado por um eixo principal e raízes secundárias abundantes, tem capacidade de penetração que permite captar água e nutrientes em camadas mais profundas do solo, suas raízes crescem mais rápido que sua parte aérea no começo de seu desenvolvimento. Podem atingir uma profundidade entre 50 a 70 centímetros na fase de 4-5 pares de folhas e na floração atinge seu máximo potencial, podendo variar em uma profundidade de 2 a 5 metros.
O caule do girassol é ereto, vigoroso e cilíndrico, com seu interior maciço. Em que sua superfície é rugosa e estriada, possuindo poucos pelos ou nenhum. Tem coloração verde até o final do florescimento, depois fica com uma coloração e amarelada e por fim, pardacenta. Sua altura pode variar de 60 a 220 cm, em que seu diâmetro é de 2 a 5 cm, sendo que a porção que fica mais próxima ao solo mais espessa.
Suas folhas são grandes, alternas, trinervadas, largamente pecioladas, com números e formatos variados, acuminadas, dentadas e ásperas em ambas as faces da folha. A cor de suas folhas varia de um verde-escuro a verde-amarelado, podem resistir a ventos fortes em função de seu pecíolo ser elástico e grande. Seus cotilédones também são grandes e peciolados, com o limbo carnudo, ovalado, com um comprimento de 3 cm de comprimento e 2 cm de largura.
Sua inflorescência, também chamada de capitulo, é composta por dois tipos de flores: as liguladas (inférteis) e as tubulosas (férteis). As liguladas possui um número de 30 a 70, dispostas radialmente, em uma ou duas filas, assexuadas, com um comprimento de 6 a 10 cm de comprimento e 2 a 3 cm de largura, com formato lanceolado. As flores tubulosas são hermafroditas, são as que contém os órgãos reprodutores.
O cálice possui duas sépalas muito pequenas, a corola é actinomorfa, gamopétala, que possui 5 pequenos dentes no formato de um tubo. A cor da corola é amarela por fora e amarelo-alaranjado ou cor mais escura, como preto no interior. Possui 5 estames e filamentos livres de cor esbranquiçada, as anteras largas, unidas entre si através de uma cutícula fina e elástica, com coloração escura.
Seu pólen é relativamente grande e tem formato esférico. O fruto tem 7,5 a 17mm de comprimento, 3,5 a 9mm de largura e 2 a 5,5mm de espessura, com pericarpo duro e fibroso. O peso de 1000 grãos pode variar de 40 a 200 gramas, com formato plano e globoso.
Cuidar do lixo que produzimos para que seja o menos agressivo
possível ao meio ambiente, dando-lhe o destino adequado é nossa
responsabilidade, caso contrário, ficaremos literalmente submersos a
ele.
Numa cidade como São Paulo, aproximadamente 60% do lixo coletado
consiste em material orgânico, diariamente descartado de nossas
cozinhas. Ter um minhocário urbano pode auxiliar a reciclar estes restos
de comida, produzir o húmus, valioso para os vasos e obter também um
biofertilizante excepcional para a nutrição das plantas. Saiba como funciona o minhocário:
http://www.dicasdoitaim.com.br/tag/minhocario/
por: Mariangela
em: 20 de junho de 2012
Minhocas e minhocários para o rio grande do sul? Fale conosco; agropanerai@gmail.com
O BET (Bacia de Evapotranspiração), também chamado de TEvap (Tanque de Evapotranspiração) e popularmente conhecido como Fossa de Bananeiras é uma técnica difundida por permacultores de diversas nacionalidades e que representa uma alternativa sustentável para o tratamento domiciliar de águas negras em zonas urbanas e periurbanas.
Consiste basicamente em um tanque impermeabilizado, preenchido com diferentes camadas de substrato e plantado com espécies vegetais de crescimento rápido e alta demanda por água, de preferência com folhas largas (bananeiras, taióba). O sistema recebe o efluente dos vasos sanitários, que passa por processos naturais de degradação microbiana da matéria orgânica, mineralização de nutrientes, e a consequente absorção e evapotranspiração da água pelas plantas. Portanto, trata-se de um sistema fechado que transforma os resíduos humanos em nutrientes e que trata, de forma limpa e ecológica, a água envolvida. Diferente de outros sistemas, a água presente neste processo retorna ao ambiente na forma de vapor através da transpiração das folhas, daí seu nome. Assim, o sistema de evapotranspiração evita a poluição do solo, dos lençóis freáticos, dos rios e mares.
A utilização de sistemas plantados para tratamento de esgotos já é comum em diversas partes do mundo (EPA, 2000); (Larsson, 2003).
FUNCIONAMENTO E PRINCÍPIOS
Um pré-requisito para o uso da BET é a separação da água servida na casa, em cinza e negra. Apenas a água negra, a que sai dos sanitários, deve ser direcionada para o sistema. A água cinza, aquela que sai da máquina de lavar, pias e chuveiros, deve ir para outro sistema de tratamento como por exemplo um filtro biológico.
Fermentação A água negra é decomposta pelo processo de fermentação (digestão anaeróbica) realizado pelas bactérias na câmara bio-séptica de pneus e nos espaços criados entre as pedras e tijolos colocados ao lado da câmara.
Segurança Os agentes patogênico são enclausurados no sistema pois não há como garantir sua eliminação completa e isso só é possível graças ao fato da bacia ser fechada, sem saídas para a água. A bacia precisa de espaços livres para o volume total de água e resíduos humanos recebidos durante um dia. A bacia deve ser construída de forma a evitar infiltrações e vazamentos.
Percolação Como a água está presa na bacia ela percola de baixo para cima e com isso, depois de separada dos resíduos humanos, vai passando pelas camadas de brita, areia e solo, chegando até as raízes das plantas, 99% limpas.
Evapotranspiração Sem sombras de dúvidas esse é um dos processos mais interessantes do sistema BET. Através da evapotranspiração realizada pelas plantas, principalmente as de folhas largas (bananeiras, mamoeiros, caetés, taioba, etc. ) , a água limpa é devolvida ao meio ambiente. Além disso, as plantas também consomem os nutrientes produzidos em seu processo de crescimento, permitindo que a bacia nunca encha.
Manejo Primeiro (obrigatório), a cobertura vegetal morta deve ser sempre completada com as próprias folhas que caem das plantas e os caules das bananeiras depois de colhidos os frutos. E, quando necessário, essa camada deve ser complementada com as aparas de podas de gramas e de outras plantas do jardim, impedindo assim que as águas das chuvas penetrem demais o sistema. Segundo (opcional), de tempos em tempos deve-se observar os dutos de inspeção e coletar amostras de água para exames. Outro ponto importante é que se deve observar a caixa de extravase, para checar se dimensionamento foi correto. Essa caixa só deve existir se for exigida por órgão públicos para que se possa fazer a ligação do sistema com o canal pluvial ou de esgoto.
Quer aprender como construir seu próprio sistema BET? Então entre aqui!
A prefeitura de Pindamonhangaba fez o lançamento do programa “Composta Pinda” que visa incentivar a prática de compostagem de resíduos orgânicos em domicílios, escolas, instituições públicas ou privadas e condomínios residenciais da cidade.
A apresentação do projeto foi realizada no no Parque da Cidade e contou com a presença de representantes do Executivo, Legislativo, convidados e alunos da Rede Municipal da Educação.
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