sexta-feira, 29 de maio de 2026

Produza biofertilizante! Aprenda como fazer uma composteira doméstica com minhocas!! fonte: ecycle





Descubra como fazer uma composteira caseira com minhocas e crie seu Fontepróprio húFonte mus
como fazer uma composteira
Ilustração: Larissa Kimie/Portal eCyle

Considerando que produzimos 600 gramas de lixo orgânico por dia, é uma necessidade destinarmos de forma mais sustentável nossos resíduos para que eles não acabem parando em lixões e aterros, contaminando solos e lençóis freáticos, produzindo inclusive o gás metano. Aprender como fazer uma composteira evita esse tipo de emissão e ainda produz um recurso muito rico: o húmus! Além disso, também faz bem à saúde. De acordo com um estudo, o contato com uma bactéria presente no húmus funciona como um antidepressivo, diminui alergias, dor e náusea.

A vermicompostagem é um tipo de compostagem que faz uso de vermes, mais especificamente, as minhocas, e pode ser realizada em casas e apartamentos com uso da composteira doméstica. Com essa técnica, há a formação do vermicomposto, que é o produto obtido por meio da ação das minhocas em resíduos orgânicos. O vermicomposto é também conhecido como húmus de minhoca e é um ótimo adubo orgânico, muito rico em micro-organismos benéficos para o solo. Basicamente, é a matéria orgânica "reciclada".

Como fazer uma composteira

Descole um recipiente para fazer sua composteira doméstica. Ele servirá para deter os restos de comida, regular a umidade do sistema e bloquear a luz (que é prejudicial para as minhocas). Existem diversos modelos de recipientes que são vendidos no mercado, mas você também pode improvisar um.

O recipiente pode ser uma caixa de madeira que facilita a circulação de oxigênio e absorve a umidade. Lembre-se de utilizar madeira que não foi quimicamente tratada, pois os químicos podem fazer mal às minhocas, além de infiltrar no seu composto.

As caixas de plástico empilháveis, ou baldes também podem ser usados, devendo ser opaco para bloquear a luz. É necessário que as caixas sejam perfeitamente empilháveis, encaixando facilmente umas nas outras, sendo as duas de cima as digestoras e a de baixo a coletora. A última de cima precisa ter uma tampa. As dimensões das caixas podem variar com o tamanho da família e do local disponível para armazenar as caixas. Para um local pequeno é mais comum que se use as de 15 litros, com dimensões de 43 cm X 35 cm X 43 cm, ideal para casas com até três pessoas, com capacidade de 0,5 litro orgânico por dia. Para ampliação de sua capacidade, acrescente caixas digestoras extras.

como fazer uma composteira
Ilustração: Larissa Kimie/Portal eCyle

O ideal é empilhar três ou mais caixas, pois enquanto uma é alimentada com resíduos, a outra vai realizando o processo de decomposição e assim alternadamente (caixas digestoras), a última será para coletar o biofertilizante (caixa coletora).

Para fazer a composteira é necessário fazer de 50 a 100 furos (varia conforme tamanho da caixa) de quatro a seis milímetros de diâmetro no fundo das duas caixas digestoras. Utilize uma furadeira. Na tampa, é preciso fazer uma fileira com três furos em cada lateral com o diâmetro de 1 milímetro (mm) a uma distância de dois centímetros (cm) entre eles (atenção para que os furos não sejam feitos sobre o encaixe da tampa!). Na parte lateral e superior das caixas digestoras, faça furos em todo o contorno seguindo as mesmas medidas. É importante respeitar essas medidas porque são suficientemente largas para a evasão dos vapores e pequenas o bastante para que as minhocas não fujam.

Como fazer composteira

A caixa coletora de biofertilizante pode conter uma torneira para saída do líquido ou este pode ser retirado manualmente. O biofertilizante rico em nutrientes, pode ser diluído à uma proporção de 1/5 até 1/10, e ser borrifado nas folhas de sua horta caseira ou nas plantas de sua casa. Compre uma torneira do tipo bebedouro, meça seu diâmetro e faça um furo circular na parte inferior da caixa coletora (última debaixo) do tamanho que seja possível encaixar a torneira.

É útil colocar um pedaço de tijolo que sirva de escada caso as minhocas desçam até essa caixa de baixo, para que não se afoguem no chorume. É importante saber que as minhocas nunca descem da caixa, sempre sobem - se isso aconteceu é porque o ambiente de uma das caixas digestoras não está saudável, então é necessário verificar qual foi o erro.

Coloque a composteira em um local fresco e ventilado para que ele não superaqueça.

Faça a cama das minhocas

Adicione uma camada de dez centímetros de húmus de minhoca no chão da primeira caixa digestora.

Adicione as minhocas

Adquira minhocas californianas (Eisenia hortensis) para sua composteira caseira. Cerca de 450 gramas de minhocas desse tipo é o ideal para começar.

Não se preocupe pois geralmente elas mesmas fazem o controle da população. Algumas pessoas podem ficar com nojo ou ter algum receio em ter tantas minhocas em casa, mas elas não exalam cheiro e muito menos transmitem doenças (veja mais na matéria "Entrevista: composteiras caseiras são higiênicas").

Alimente seus novos bichinhos

As minhocas precisam de uma dieta rica em restos de alimentos para se manterem saudáveis e produzirem adubo. Guarde seus resíduos em um pote fechado até a hora de adicionar ao sistema de compostagem, isso evita que mosquinhas coloquem seus ovos nesses alimentos.

O tamanho ideal dos resíduos alimentares é de um a cinco centímetros, ou uma trituração parcial, pois as partículas muito grandes levam mais tempo para se decompor.

No início, alimente-as apenas um vez por semana com pequenas porções acumuladas em um canto. Sempre após acrescentar o material orgânico cubra os alimentos com serragem ou folhas secas, em uma proporção de 1:3 respectivamente. Depois disso, você pode inserir resíduos em pequenas porções com mais frequência.

composteira caseira pode receber restos de vegetais e de frutas, vários tipos de grãos, folhas de chá, borra de café e cascas de ovos. Misture o material orgânico ao alimentar as minhocas, o que afastará moscas. Se puder, triture o material orgânico antes de introduzi-lo na caixa de compostagem, isso fará com que as minhocas o comam mais rápido ao digerir alimentos menores. Saiba mais na matéria "Alimentando as minhocas na compostagem?".

Não alimente as minhocas com alimentos difíceis de digerir, por exemplo:

  • Alimentos cítricos (não devem compor mais que 1/5 da dieta);
  • Carne;
  • Gorduras ou restos de alimentos gordurosos;
  • Laticínios;
  • Fezes caninas ou felinas;
  • Galhos, sejam eles grossos ou finos;

Saiba o que deve ou não ir na composteira lendo a matéria "O que pode colocar na composteira?".

Não alimente demais suas minhocas. Se você der mais alimento do que elas conseguem digerir o recipiente irá começar a exalar mau cheiro devido à decomposição por meio dos micro-organismos, fazendo o sistema superaquecer, matando seus bichinhos.

Realize a manutenção periódica da composteira

O processo não acaba ao inserir os resíduos, sua composteira precisa de cuidados para resultar em minhocas saudáveis e um bom funcionamento do sistema. A aeração é um fator importantíssimo na vermicomposteira, deve-se mexer o material orgânico periodicamente. A primeira aeração deve ocorrer na fase termofílica, ou seja, quando o material orgânico estiver quente. Após aproximadamente 15 dias do começo da compostagem revire o material orgânico e depois repita o procedimento cerca de uma vez por semana.

Sem a presença de oxigênio há um atraso na decomposição dos resíduos e a produção de maus odores como gás sulfídrico e compostos com enxofre que atraem moscas. Caso isso ocorra revolva mais vezes a caixa com o material orgânico e pare de acrescentar resíduos até o sistema voltar ao normal.

Leva aproximadamente um mês para que a caixa superior fique cheia: quando isso acontecer, troque-a com a caixa intermediária, que deve ter tido um cuidado anterior - a colocação de dois dedos de terra misturada com serragem, fazendo a vez de cama para as minhocas.

Nessa segunda caixa, elas devem se sentir mais seguras, já que não há alterações de temperatura e nem de umidade. É um ambiente estável para a fuga das minhocas caso haja algum problema na caixa de cima. Deixe essa caixa descansando até que a caixa intermediária, que agora ocupou o lugar da superior, encha por completo, isto é, um mês para a caixa do topo encher e outro mês para a do meio ficar descansando e produzindo húmus.

A caixa coletora (próxima ao chão) deve ser esvaziada, ou ter seu líquido coletado pela torneirinha, semanalmente. Se este chorume não for drenado ocasionalmente os fluidos se acumulam, tornando o sistema anaeróbio (sem a presença de oxigênio), produzindo odores e toxinas que podem eventualmente exterminar as pobres minhocas.

A umidade também é um fator que deve ser observado constantemente, o material não pode estar nem encharcado nem seco, a umidade deve estar entra 55% e 60% e pode ser controlada com serragem (saiba mais na matéria "Umidade dentro das composteiras: fator muito importante").

A minhocas necessitam de um ambiente de pH compreendido entre 5 e 8 - fora desse intervalo, pode haver diminuição da sua atividade (veja outros detalhes na matéria "Qual é a influência do pH na compostagem?");

O metabolismo das minhocas fica baixo em temperaturas inferiores a 15°C; mais frio do que isso elas morrem; e em temperaturas altas, também (saiba mais na matéria "Condições básicas para manutenção de composteiras: temperatura e umidade").

A relação carbono nitrogênio deve ser equilibrada, por exemplo, estercos e restos de comida são ricos em nitrogênio e as folhas e serragens são ricas em carbono. Geralmente, ao se colocar uma quantidade de restos de alimentos, é colocada três vezes essa quantidade em serragem ou folhas secas (saiba mais detalhes na matéria "Saiba equilibrar a relação entre carbono e nitrogênio na compostagem").

Com o passar do tempo, a caixa digestora intermediária irá se encher de húmus, chegando bem próxima à caixa de cima. A partir de então, as minhocas passarão para o outro recipiente e você poderá repetir o processo, agora com a caixa superior. Quando isso ocorrer, espere o processamento completo do húmus e a migração total das minhocas para a caixa superior. Quando isso ocorrer, retire o húmus da caixa intermediária e a inverta de posição com a que estava na parte de cima. Utilize o húmus para fortificar suas plantas e repita o processo.

Recolha e utilize o húmus e o chorume

O tempo necessário para a degradação da matéria orgânica na composteira depende de diversos fatores, que se deve ter uma atenção especial para obter os melhores resultados da compostagem. Geralmente com os fatores ótimos do meio da composteira, a compostagem acontece entre dois a três meses.

Quando pronto, o composto tem coloração escura, de cinza a preta. Teste em suas mãos a umidade deste composto, pegue uma amostra e molde-a com os dedos e esfregue-a contra palma da mão - se sua mão ficar limpa e o material se desfizer em pedaços, o composto está cru; se parte ficar na mão, deixando mancha como de café, o composto está semicurado; se sua mão ficar bem suja, o composto estará curado.

Algumas minhocas podem morrer, mas não tem problema, elas devem ter se multiplicado bastante até esse momento.

Abra a caixa na luz do dia e espere alguns minutos para que as minhocas desçam para outra caixa (elas não gostam de luminosidade). Retire o húmus superficial e espere mais alguns minutos para retirar outra camada.

Utilize esse adubo orgânico rico em nutrientes nas suas plantas ou horta caseira e veja a diferença no crescimento das plantas!

Para retirar o chorume, é só abrir a torneira. Dilua-o em água na proporção de uma parte de chorume para dez partes de água e utilize como adubo líquido. Para repelir pragas da hortas, dilua-o em água na proporção meio a meio e aplique nas folhas quando o sol estiver baixo.

Agora é só repetir todo o processo novamente. Veja o vídeo ensinando como fazer uma composteira de minh

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Pesquisa catarinense transforma resíduos de peixe em adubo e conquista prêmio internacional

 

A descoberta pode alterar o destino dos resíduos, segundo o pesquisador Guilherme Lenz, do Programa de Pós-Graduação em Agroecossistemas da UFSC

Sarah MouraFlorianópolis

Edição

Pesquisas sobre adubo foram feitas no cultivo de alfaceFoto: Arquivo pessoal de Guilherme Lenz/NDMaisPesquisas sobre adubo foram feitas no cultivo de alfaceFoto: Arquivo pessoal de Guilherme Lenz/NDMais

Um estudo feito na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) que transforma restos de peixe em adubo foi premiado no Innovation Awards Roullier 2025-2026, na França, nesta semana.

“De maneira geral, os resultados indicam que a utilização de resíduos de pescado como bioinsumos agrícolas pode contribuir simultaneamente para a valorização de resíduos e economia circular, manutenção da produtividade agrícola, melhoria da qualidade biológica do solo e promoção de sistemas agrícolas mais sustentáveis e resilientes”, afirmou o pesquisador, em nota.

Uma pesquisa inovadora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) conquistou um prêmio internacional ao transformar resíduos de pescado em um poderoso biofertilizante para a produção de alface. O projeto, desenvolvido pelo pesquisador Guilherme Lenz, venceu o prêmio internacional Innovation Awards Roullier 2025-2026 na categoria Scale Up. O adubo ecológico, testado tanto na forma líquida quanto em pó, passou por validação laboratorial na universidade e provou que pode manter a produtividade das plantas de forma idêntica aos fertilizantes químicos tradicionais.

Diferente dos adubos minerais comuns, que costumam atrair microrganismos causadores de doenças, o novo produto biológico melhorou a saúde do solo. Os testes de laboratório e de campo mostraram que o adubo feito com restos de peixe aumentou a presença de fungos e bactérias do bem, que ajudam na circulação de nutrientes e na decomposição da terra. De acordo com Guilherme, a técnica gera uma economia circular, pois aproveita materiais que antes virariam lixo ou produtos de baixo valor, transformando-os em um rico estimulante cheio de proteínas e minerais para a agricultura.

O prêmio garante mentoria e incubação técnica com especialistas do setor, dando ao pesquisador o direito de usar os laboratórios de ponta de uma multinacional francesa. Essa estrutura vai ajudar a adaptar a tecnologia para o mercado, facilitando novos testes práticos.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

BIOMINERALIZAÇÃO, Pó de Rocha - Uma agricultura com base em princípios ecológicos

Você já utilizou pó de rocha em sua propriedade?? envie sua experiência.

boa tarde! Alexandre


O uso das rochas moídas é uma prática que acompanha a história do homem na agricultura. Mas no século XIX teve em Julius Hensel um marco. Primeiro por sistematizar e organizar em publicações a importância do uso dos compostos de rochas moídas para a agricultura e para alimentação humana. Segundo por ligar, sabiamente, a produção de alimentos com questões éticas e de justiça social.

O Estado do Rio Grande do Sul possui rochas de ótima qualidade para uso na agropecuária. Hoje podemos formular composições de rochas moídas atendendo as necessidades específicas para criação animal e para a agricultura de cada região.

Os resultados agronômicos positivos, a redução dos custos de produção, a ampliação da margem de segurança das colheitas, a melhoria das condições do solo e a ampliação das qualidades nutricionais do produto estão viabilizando agricultores familiares de forma sustentável ecológica, econômica e social.

Um pouco de história Julius Hensel foi um cientista visionário contemporâneo de Justos Von Liebig, o inventor dos adubos químicos solúveis sintéticos, NPK. Dois grandes cientistas que travaram radical debate, onde Julius Hensel terminou banido da academia e tendo sua obra censurada e Liebig consagrado, devido aos interesses do estado militarista, do capitalismo monopolista e da academia reducionista.

Julius Hensel de forma profética pergunta e afirma:
O que se conseguirá ao fertilizar com as farinhas de rochas?
Converter pedras em “alimento”, e transformar regiões áridas em frutíferas.
Alimentar ao faminto.
Conseguir que sejam colhidos cereais e forragens sãs, e desta maneira, prevenir epidemias e enfermidades entre homens e animais.
Tornar a agricultura novamente um ofício rentável e economizar grandes somas de dinheiro, que hoje em dia são investidas em fertilizantes que em parte são prejudiciais e em parte inúteis.
Fazer que o desempregado regresse à vida do campo, ao instruí-lo sobre as inesgotáveis forças nutritivas que, até agora desconhecidas, encontram-se conservadas nas rochas, no ar e na água.
Isto é o que se conseguirá.

Tradução de Sebastião Pinheiro do Livro Pães de Pedra.
 

terça-feira, 26 de maio de 2026

Encontro com Sebastião Pinheiro 30 de maio de 2026

 PRÓXIMOS ENCONTROS: Prevenir é Melhor que Curar - Sebastião Pinheiro ✨

Nos preparamos para dar um passo mais na Formação Aberta em Agroecologia 2026. Nos dias 30 e 31 de maio, seremos conduzidos novamente pelo mestre Sebastião Pinheiro em uma jornada que entrelaça a ciência profunda e a sensibilidade para compreender o agroecossistema como um organismo vivo e integral e o papel do camponês como agente da vida em mutualismo.
Será um final de semana de imersão em práticas agroecológicas e trocas de conhecimento presencial e online. Confira o nosso fluxo:

👇 CRONOGRAMA DO FINAL DE SEMANA:

1️⃣ 30/05 (Sábado) às 9h - Aula Presencial: Prevenir é Melhor que Curar 
Nos encontraremos no Espaço UVAIA para estudar a energia em suas diferentes formas que regem a agricultura. Vamos compreender como a energia sutil e física do Sol se materializa em alimento, reserva de calor e memória na matéria orgânica. O húmus não é apenas carbono; é a própria expressão da vida e da resiliência da teia ecológica.

Oficinas Práticas: Ativação Biológica e Mineral 
Colocaremos os corpos em movimento para aprender técnicas ancestrais e científicas de autonomia camponesa:
• Peletização de sementes: minerais meteorizados (leite materno).
• Águas de vidro: contra qualquer escassez.
• Biofertilizantes: a estratégia da Evolução no Solo, para a planta emergencialmente.

2️⃣ 31/05 (Domingo) às 18h - Aula Online: "Sementes, Agrotóxicos, Calcário, Fertilizantes, Transgênicos" 
Fechamos o portal de maio com um olhar aguçado e crítico sobre os pacotes que tentam submeter a vida ao lucro. Um momento essencial para desmistificar a falsa ciência e fortalecer a verdadeira soberania alimentar.
Canal do YouTube - Espaço Toca
https://www.youtube.com/@canaldatoca

📋 INFORMAÇÕES IMPORTANTES E CERTIFICAÇÃO:

Textos de Estudo: O material de estudo para este final de semana segue o texto disponibilizado no link abaixo.
https://docs.google.com/document/d/1YSDb2liTEwBm9SoTNE0tMpm5tp0if-MO/

⚠️ Para receber o certificado das horas participadas: É necessário realizar a sua inscrição prévia no link abaixo e confirmar a sua presença. A confirmação deve ser feita presencialmente no sábado ou através dos comentários no canal do YouTube no domingo, informando seu nome completo.
https://forms.gle/3w3Li4v5vxgSUnxJA

⚠️ Aviso: Levem garrafas de vidro para levar um pouco da Água de Vidro para casa.

O evento será realizado na Faculdade de Agronomia, Av. Bento Gonçalves, 7712. Agronomia, Porto Alegre - RS
Preparem os mates e nos vemos em breve! 🧉🌱


Formação Aberta em Agroecologia 2026
Ciclo Bombeir@s Agroecológic@s
Grupo UVAIA - Juquira Candiru Satyagraha - Espaço Toca

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