Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
sábado, 10 de outubro de 2020
Uso de caldas bioativas na agricultura orgânica - Programa Rio Grande Rural
A agricultura orgânica dispensa o uso de inseticidas e adubos químicos. A fertilização do solo e o controle de pragas e doenças é feito através de métodos não-venenosos. Como algumas caldas bioativas. No município de Arroio do Padre, os agricultores participaram de uma reunião, onde viram como preparar estas caldas.
Jornalista Gabriela Guido
Cinegrafista Fernando Veríssimo
Pelotas - RS
terça-feira, 6 de outubro de 2020
Por que as mudas de árvores estão morrendo em Botucatu? Porto Alegre? ETC?
Mas a causa da morte e estagnação maciça dos plantios
é
muito simples, embora insuspeita
por Patrícia Shimabuku*
Nos últimos anos aumentou sensivelmente o número de árvores plantadas em nossa cidade por força popular (voluntariado), compensação ambiental e políticas públicas de arborização. Tornou-se comum, para quem observa árvores, ver alças de acesso, praças, parque, canteiros centrais e as margens da ciclovia repletas de mudas de árvores finas e compridas.
Contudo, é interessante notar que, após plantadas, muitas dessas mudas parecem que simplesmente não crescem, ficam estagnadas, sofridas. E outro tanto significativo simplesmente seca e morre, se transformando em um graveto retorcido. Poucos percebem esse problema silencioso, e quando há algum tipo de justificativa oficial a culpa é geralmente de supostos “atos de vandalismo” ou ataque de “insetos sociais” como as formigas.
Mas a causa da morte e estagnação maciça dos plantios é muito simples, embora insuspeita. Para descobri-lo basta olhar na base do tronco da muda, o que chamamos de “colo”. O que se vê invariavelmente é um tronco com inúmeras marcas de cicatrizes, buracos e cascas brutalmente arrancadas, às vezes em toda a circunferência, dando um aspecto de uma grave doença.
Observe: a cena de trabalhadores com roçadeiras cortando o gramado entre árvores ainda jovens nas áreas verdes. Isso faz parte das medidas para deixar a cidade com um aspecto melhor, mais arrumada, prevenir o aparecimento de animais peçonhentos.
A questão fica por conta de um detalhe inusitado, pois o tipo de equipamento (cortador de grama) geralmente chega bem perto do tronco da arvorezinha e encosta nela. Na tentativa de “caprichar” o trabalho e não deixar grama alta em volta da árvore, o equipamento arranca em círculo a casca, fazendo algo que pode matar o exemplar e é conhecido como “anelamento”, promovendo a interrupção total ou parcial do fluxo de seiva e sequelas para a planta.
A origem dessas lesões severas é relacionada diretamente com a existência de grama nos pés da muda e os equipamentos usados para seu corte. No Brasil, a maior parte dos gramados são podados com “roçadeiras”, máquinas com fios de nylon ou lâminas que em movimentos circulares cortam as folhas da grama. Durante o corte, o operador da roçadeira busca eliminar todas as folhas de grama alta em volta do tronco da árvore para um resultado estético, e nesse ato, o instrumento de corte encosta no tronco e invariavelmente arranca porções generosas ou toda a casca, provocando profundas feridas.
A lesão provocada é grave porque a casca da árvore é o local de passagem da seiva, que alimenta a planta, e quando interrompido por uma ação mecânica, é como se o sangue não circulasse mais em nossas artérias. Em botânica, esse procedimento de remoção da casca para a morte da planta é conhecido como “Anel de Malpigh”. E quando não ocorre em toda a extensão da casca e mata a muda, a deixa estagnada, em “coma” pela pouca passagem de seiva no remanescente de casca e forte empenho da planta em cicatrizar a ferida – o que dificilmente ocorre pela grande periodicidade de cortes.
A prevenção para esse problema é muito simples e barata, já adotada em cidades como Buenos Aires, e consiste em um pedaço de cano largo de PVC com uns 20 cm de comprimento, serrado longitudinalmente, colocado em volta do tronco e fixado ao solo por uma haste de metal que recebe os cortes da roçadeira e salva o precioso tronco da muda. Já na cidade do Rio de Janeiro, utilizaram um pedaço de cano de PVC cortado na vertical, como uma espécie de “perneira” para a muda.
Aqui em Botucatu, os voluntários (cujas mudas foram adquiridas com recursos próprios e/ou produzidas em suas próprias residências) sinalizam as mudas plantadas com garrafas tipo PET, caixinhas de leite, sacolinhas e etc. Porém, infelizmente, boa parte das mudas foram lesionadas. Observou-se também as árvores adultas compartilham das mesmas lesões.
Precisamos urgentemente resolver esse problema. Não adianta mais plantar árvores sobre gramados enquanto não houver treinamento/sensibilização do profissional da manutenção e/ou a instalação de dispositivos para a proteção do colo da muda. Só assim, essas mudas que custam caro e nos enchem de esperança vão poder cumprir seu papel esperado. Além disso, os responsáveis pelas políticas públicas de plantio no município precisam considerar o período (as estações climáticas), não realizar plantios de mudas em períodos de seca como realizado no ano anterior (Junho Verde), especificamente, quando se tratar de inúmeras mudas. Informo também que, o município de Botucatu tem uma Lei Municipal Complementar (776/2010) que “Dispõe sobre o código de arborização do município”
O texto redigido acima foi baseado na publicação da seção “Esquina” do Estadão.
*Patricia Shimabuku é farmacêutica industrial, professora e ativista socioambiental.
sábado, 3 de outubro de 2020
Como Fazer Muda de Primavera/Bougainvillea Passo a Passo
Aprenda a fazer mudas de Primavera/Bougainvillea passo a passo. Esperamos que você goste.
sexta-feira, 2 de outubro de 2020
Técnicas para recuperar o solo das montanhas da região Serrana Fluminense ...
A Região Serrana Fluminense caracteriza-se como principal polo agrícola do
Estado na produção de hortaliças, flores e aves. No entanto, por causa das
fortes chuvas e dos deslizamentos que afetaram a região nos últimos anos,
o solo fértil acabou sendo prejudicado, comprometendo as lavouras.
A adoção de técnicas de manejo mais adequadas ajudou a mudar essa situação.
Informações: Escritórios Municipais Emater/RS-Ascar ou www.emater.tche.br - Plantão Técnico
quinta-feira, 1 de outubro de 2020
quarta-feira, 30 de setembro de 2020
Como um pneu velho pode ajudar na sua horta
Como um pneu velho pode ajudar na sua horta [fotos]






Clique aqui para ver o passo a passo (em inglês).
Como fazer Horta Reciclando Pneus usados Passo a Passo.
Como fazer Horta Reciclando Pneus usados Passo a Passo. Técnicas agro-ecológicas. Faça canteiros criativos e preserve o meio ambiente. Cultive alimentos saudável, sem agrotóxico, uma horta orgânica e economize.terça-feira, 29 de setembro de 2020
Brasil lança novo amendoim forrageiro para consórcio com pastagens. revista vida rural
https://www.vidarural.pt/destaques/brasil-lanca-novo-amendoim-forrageiro-para-consorcio-com-pastagens/
Leonardo Gottems 23 Setembro, 2020

Permite diversificar as pastagens, melhorar a fertilidade do solo e a dieta animal na pecuária, além de manter o pasto produtivo por mais tempo. Está lançada a primeira variedade de amendoim forrageiro no Brasil, pelas mãos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Trata-se de uma espécie propagada por sementes, para ser consorciada com gramíneas forrageiras, e já foi apresentada em plantações demonstrativas a agricultores do município de Rio Branco, do estado do Acre, no extremo norte do país.
Segundo Bruno Pena, chefe adjunto de transferência de tecnologias da Embrapa Acre, a nova cultivar de amendoim forrageiro é uma alternativa para a intensificação da atividade pecuária, com baixo impacto ambiental. “Além de reduzir custos na implantação de pastagens consorciadas, já que as cultivares propagadas por mudas necessitam de muita mão de obra, visa melhorar o acesso a sementes de qualidade. Por ser importado de outros países, o quilo do produto chega a custar 200 Reais (32€) no mercado brasileiro. Com a BRS Mandobi (nome com o qual foi batizada) os preços serão mais compatíveis com a realidade dos produtores rurais”, afirma.
Os investigadores demoraram cerca de 20 anos para conseguir desenvolver esta variedade, que foi trabalhada no âmbito do projeto “Desenvolvimento de cultivares de amendoim forrageiro para uso em sistemas sustentáveis de produção pecuária”, executado pela Embrapa Acre, em parceria com unidades de outros estados brasileiros e especializadas em gado de corte e de leite e a Associação para Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto), entidade que reúne mais de 30 empresas do setor de produção de sementes.
A variedade já está registrada no “Sistema Nacional de Proteção de Cultivares” do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) brasileiro, para proteger a propriedade intelectual dos desenvolvedores. O amendoim foi produzido em campos experimentais e o objetivo agora é acelerar a comercialização, sendo que ao produtor.
Captura de nitrogénio é um dos destaques
Como principal característica da planta, a nova variedade destaca-se por possuir a capacidade de capturar nitrogénio do ar e fixá-lo no solo, em função da associação da planta com bactérias que vivem na terra. De acordo com o investigador da Embrapa Acre, Judson Valentim, em consórcios com 30% de amendoim forrageiro na sua composição, é possível incorporar até 150 quilos de nitrogénio na pastagem, o equivalente a 330 quilos de ureia, obtidos de forma natural.
“Este resultado proporciona uma economia anual de cerca de 600 reais por hectare (cerca de 93€), para o produtor rural, que deixa de gastar em adubos nitrogenados. Além de suprir a necessidade de nitrogénio nas pastagens, a baixo custo, o amendoim forrageiro possui um elevado teor de proteína bruta, entre 18 e 25%, nutriente que melhora a qualidade da forragem e o desempenho produtivo do rebanho. Bem consumida pelo gado, a planta proporciona aporte proteico à dieta animal, fator que reduz a emissão de carbono no ar, contribuindo para mitigar os impactos ambientais da produção de carne e leite a pasto”, explica.
Para Marcos Roveri, gerente da Unipasto, os consórcios de gramíneas e leguminosas tem um alto valor agregado, pois são uma estratégia eficiente para promover de forma contínua a sustentabilidade pecuária na Amazónia e outras regiões do País. “Apostamos nesses sistemas por acreditar na viabilidade e competitividade e nos ganhos reais para a produção de carne e leite e para o meio ambiente”, afirma.
Além da diminuição da pegada ambiental, a produtividade também pode ser comprovada nos resultados dos ensaios em campos experimentais. Segundo o pesquisador Maykel Sales, em pastos formados exclusivamente com gramíneas, a produtividade potencial foi de 24 arrobas de peso vivo/hectare/ano, apenas com suplementação mineral. Já em pastagens consorciadas, a produtividade saltou para 35 arrobas de peso vivo/hectare/ano.
“Embora alcançado por parâmetros rigorosos de pesquisa, esse resultado é fantástico se comparado com a produtividade média da pecuária nacional, em sistemas completos de cria, recria e engorda, de seis arrobas de peso vivo por hectare/ano em pastos puros. Em consórcios conduzidos de forma convencional, em propriedades rurais familiares do Acre, a produtividade mínima é 12 arrobas de peso vivo/hectare/ano, o dobro da média nacional”, enfatiza o investigador.
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