Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Como fazer a #compostagem caseira
Agroecologia - Planeta - Parte 2
No Planeta desta semana, você vai entender como a retomada de antigas práticas tem melhorado a qualidade dos produtos colhidos no campo. É a agroecologia, um movimento que surgiu na década de 1960 e tem ganhado força no país. Você vai conhecer o trabalho do Centro de Tecnologias Alternativas, que transforma o conhecimento do homem do campo em técnicas e ações que facilitam o dia a dia. E mais: confira uma pesquisa da Embrapa com a Cratilia, uma planta usada como alimento para o gado no Piauí e que tem se revelado uma ótima opção para melhorar a qualidade da terra
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Agroecologia - Planeta - Parte 1
No Planeta desta semana, você vai entender como a retomada de antigas práticas tem melhorado a qualidade dos produtos colhidos no campo. É a agroecologia, um movimento que surgiu na década de 1960 e tem ganhado força no país. Você vai conhecer o trabalho do Centro de Tecnologias Alternativas, que transforma o conhecimento do homem do campo em técnicas e ações que facilitam o dia a dia. E mais: confira uma pesquisa da Embrapa com a Cratilia, uma planta usada como alimento para o gado no Piauí e que tem se revelado uma ótima opção para melhorar a qualidade da terra
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Trilhas do Sabor - Matos Comestíveis (#PANCS)- Ep. 46 - Parte 1
Rusty Marcellini vai às ruas e praças de Belo Horizonte para encontrar
espécies de plantas que nascem espontaneamente e são comestíveis.
Descubra as devidas recomendações e cuidados para saber o que colher,
quando colher e como preparar os ditos "matos comestíveis",
chamados pelos pesquisadores de hortaliças não convencionais.
terça-feira, 17 de maio de 2016
Physalis PT - fisális combate a diabetes, o reumatismo crônico, doenças de pele, bexiga, rins e fígado.

A physalis é uma fruta bem interessante: considerada exótica, é encontrada no mercado a preços elevados, mas, apesar disso, no Norte e Nordeste do nosso país ela é comum nos quintais e chamada por nomes bem brasileiros:camapum, joá-de-capote, saco-de-bode, bucho-de-rã, bate-testa e mata-fome.
Esta fruta é conhecida por purificar o sangue, fortalecer o sistema imunológico, aliviar dores de garganta e ajudar a diminuir as taxas de colesterol. A população nativa da Amazônia utiliza os frutos, folhas e raízes no combate à diabetes, reumatismo, doenças da pele, bexiga, rins e fígado.
A planta tem sido estudada também por fornecer um poderoso instrumento para controlar o sistema de defesa do organismo, diminuindo a rejeição em transplantes e atacando alergias.
Pesquisadores da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) da Bahia identificaram substâncias com esse potencial na Physalis angulata e já solicitaram patente sobre o uso delas. Testadas por enquanto em camundongos, espera-se que as fisalinas (chamadas de B, F e G) tenham um efeito tão bom quanto o das substâncias usadas hoje para controlar o sistema imune, mas com menos efeitos colaterais, quando forem usadas em pacientes humanos.
Dicas de consumo: Consumir a fruta in natura, chá, molhos, compotas, doces e geleias. Suas folhas, frutos e raízes são utilizados na medicina popular da Amazônia para combater diabetes, reumatismo crônico, doenças de pele, da bexiga e do fígado. Porém, a cada novo estudo sobre a sua fruta, novos componentes de interesse funcional e nutracêutico aparecem.
Gostou? É só me seguir para receber diariamente dicas de nutrição e saúde.
Fonte: http://www.jardimdeflores.com.br/floresefolhas/A46physalis.htm
É
rica em ácidos orgânicos (cítrico e málico), caroteno, alcalóides,
saponinas, physalina, alto teor de vitaminas A, C, fósforo e ferro, além
de flavonóides, alcalóides e fitoesteróides, alguns recém descobertos
pela ciência.
A
physalis é cicatrizante, purifica o sangue, diminui a albumina dos
rins, fortifica os nervos ópticos, limpa as cataratas, alivia problemas
de garganta. É indicada como coadjuvante no tratamento do carcinoma de
próstata e colesterol elevado.
Combate a diabetes, o reumatismo crônico, doenças de pele, bexiga, rins e fígado. Favorecem a dissolução dos cálculos de sais úricos e eliminação de areias através da ingesta de bagas frescas ou secas.
Combate a diabetes, o reumatismo crônico, doenças de pele, bexiga, rins e fígado. Favorecem a dissolução dos cálculos de sais úricos e eliminação de areias através da ingesta de bagas frescas ou secas.
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Implantado a partir do RS, projeto Quintais Orgânicos é selecionado para programa da ONU
Fonte: jornal sul 21

Projeto que já ultrapassou as fronteiras do país e beneficia populações vulneráveis, como a indígena. São mais de 60 mil beneficiados||Foto: Projeto Quintais Orgânicos
Jaqueline Silveira
Criado em 2003 para atender o programa Fome Zero, do governo federal, o projeto Quintais Orgânicos de Frutas, implantado pela Embrapa de Pelotas, zona sul do Estado, cresceu ao longo dos anos e, agora, semeará sua experiência internacionalmente. Isso porque a iniciativa foi selecionada para integrar a Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável, que faz parte do programa de cooperação com a Organização das Nações Unidas (ONU) para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Financiado pelo antigo Ministério da Segurança Alimentar e Combate à Fome, o projeto da Embrapa Clima Temperado iniciou com 11 quintais em diferentes regiões do Rio Grande do Sul e expandiu, a partir de 2004, com recursos bancados pela Eletrobras, por meio da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE), dentro do programa de Responsabilidade Social da estatal. Atualmente, há 2.018 quintais espalhados em 194 municípios nos três estados da região Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além de duas cidades do Uruguai, Rivera e Artigas, municípios que fazem fronteira com o Brasil.

Quintais produzem 38 espécies alimentares à população, 18 delas é de frutas|Foto: Projeto Quintais Orgânicos
Em 2013, o projeto recebeu o Prêmio de Inovação na categoria Tecnologia Social-Região Sul e Nacional, o que também rendeu um aporte de recursos da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). Os quintais produzem 38 espécies alimentares. Desse número, 18 são frutas, entre elas, a cerejeira do Rio Grande, que está em extinção no Estado. Há também 13 espécies de hortaliças, como alface, cenoura, pimenta, tomate e grão de bico, e foi incluído, ainda, o cultivo de milho, feijão e batata-doce. A partir de 2015, foi incluída uma espécie para alimentação animal, com a distribuição de mudas de forrageira, no caso o capim elefante anão (BRS Kurumi).
Baseado nos princípios da produção orgânica, o projeto beneficia agricultores familiares, população indígena e quilombola, assentados da reforma agrária, alunos de escolas rurais e urbanas, além de instituições de assistência social. São mais de 60 mil beneficiados diretamente. O projeto dos Quintais Orgânicos, informa o coordenador da iniciativa, Fernando Costa Gomes, já recebeu cinco premiações nacionais e a indicação para integrar a Plataforma Boas Práticas é mais um reconhecimento do trabalho da equipe, que é constituída, entre outros, de oito pesquisadores e 21 bolsistas de diferentes áreas.
Indicação traz visibilidade
“A seleção não traz recurso, só visibilidade, mas é extremamente importante. A inserção do projeto nesta plataforma permite socializar e divulgar suas atividades para mais populações que se encontram em vulnerabilidade social”, afirma Gomes, que é engenheiro agrônomo, acreditando que a experiência desenvolvida na Região Sul será socializada em nível mundial. A iniciativa da Embrapa foi selecionada sob a temática de Segurança Alimentar e Nutricional. “Abrimos espaço para novas oportunidades”, completa o chefe-geral da Embrapa Clima Temperado, Clenio Pillon.
Além do cultivo, beneficiados aprendem a fazer sucos, geleias |Foto: Projeto Quintais Orgânicos
Os quintais possuem mil metros quadrados e os alimentos cultivados, conforme Gomes, são voltados ao consumo das comunidades, contudo, podem ser comercializados, já que normalmente há sobra de produção. “Não é o foco ganhar dinheiro”, esclarece o coordenador da iniciativa. A ideia, conforme o engenheiro agrônomo, é estimular a produção de orgânicos e oportunizar uma referência às comunidades. Isso porque as orientações não se limitam ao cultivo das frutas e hortaliças, os beneficiados também aprendem a fazer iogurtes, geleias e sucos, por exemplo. O interessado em ter o quintal precisar preencher um formulário e pode escolher a espécie que deseja cultivar. Um assentamento em Vacaria, Região Serrana, exemplificou Gomes, optou pela plantação de amoras. Ao aderir ao projeto, o beneficiado recebe as mundas e um kit de insumos.
A partir da criação dos quintais, as comunidades recebem assistência dos técnicos pelo período de três anos. Para atender os mais de 60,7 mil beneficiados, a Embrapa conta com parcerias da Emater, no Rio Grande do Sul, e de secretarias municipais. O convênio com a Eletrobras/CGTEE é renovado todos os anos e no momento, segundo Gomes, a Embrapa está em negociação para a continuidade do patrocínio da estatal. Sem o aporte de recursos, Gomes disse que inviabilizaria, ao mesmo tempo, a manutenção dos mais de 2 mil quintais e a criação de 200 por ano, que representam um custo de cerca de R$ 500 mil. O apoio financeiro da Finec foi prorrogado e auxiliará na manutenção do projeto até agosto de 2017.

Os quintais já foram implantados em cidades do RS, Santa Catarina e Paraná, além de dois municípios uruguaios|Foto: Projeto Quintais Orgânicos
Números do projeto
Quintais orgânicos
Rio Grande do Sul: 166 municípios
Santa Catarina: 18 municípios
Paraná: 8 municípios
Uruguai: 2 municípios
Total: 2.018 quintais
Beneficiados
38.434 alunos
8.349 instituições assistenciais
7.056 agricultores familiares
3.345 agricultores assentados
2.641 indígenas
876 quilombolas
Total: 60.701
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domingo, 15 de maio de 2016
A importância das abelhas sem ferrão - Programa Rio Grande Rural
As abelhas sem ferrão são nativas no Brasil. Além de produzir um mel de alta qualidade, medicinal, elas polinizam as plantas, melhorando a produtividade dos cultivos.
Em todos os eventos em que a Emater-Ascar participa, os meliponídeos ou abelhas sem ferrão sempre atraem a atenção do público.
Confira.Jornalista Gabriela Miranda Cinegrafista Paulo Carneiro
Rio Pardo - RS
Roseira que não dá rosa? Aprenda a podar certo
No interior, é comum ouvir as pessoas mais velhas comentarem que só podam as roseiras no Dia de São João. Será que se podar em outra época do ano a planta dá menos rosas? E qual o jeito correto de podar, tem que ser só um pouquinho ou cortar o galho todo? Para responder a todas essas perguntas, nossa paisagista Carol Costa faz um passo a passo da poda das roseiras no programa Vida Melhor, com Cláudia Tenório. Você vai terminar sabendo tudo isso e um pouco mais sobre a rainha das flores. Mais dicas de jardinagem no site Minhas Plantas (http://www.minhasplantas.com.br).
sábado, 14 de maio de 2016
Época de cuidar das Rosas e Roseiras
As plantas estarão prontas para serem podadas quando o arbusto
começar a ficar sem folhas, ou então com algumas folhas durante a
estação de inverno. Use uma faca afiada ou tesouras de poda e lembre-se
de que deverá cortá-las aproximadamente a um centímentro abaixo do botão
de rosa. Remova todas os cabinhos velhos, doentes ou danificados. Tire
fora os caules que atravessam direto ao centro e reduza o centro da
planta.
Reduza em 1/3 a parte crescida na última estação. Os cortes finais
ajudam a determinar a forma da planta. Depois que limpar o resto da
sujeira na planta, cheque se há insetos ou algum tipo de doença.
Fertilização
Ainda que algumas roseiras possam florescer sem fertilização, elas
precisam dos nutrientes para chegar ao máximo de sua performance. Então,
para isto se torna necessária a aplicação de fertilizantes de sua
preferência. Os três nutrientes básicos para um crescimento saudável de
qualquer tipo de planta são: Nitrogênio, Fósforo e Potássio.
Não fertilize novamente as rosas até que os botões floresçam. Evite usar fertilizantes químicos, tente as seguintes
alternativas orgânicas: Torta de mamona, farinha de ossos, esterco
curtido, cinzas sem sal, compostos orgânicos, emulsão de peixe (adubo
feito com água de aquário mais resto composto de peixes de água doce),
adubo comum, húmus de minhoca, alga marinha ou adubo vegetal.
Irrigação
O uso da forração em volta das roseiras ajuda a deixar o solo
umedecido, e também atrasa o crescimento das ervas daninhas. A forração
pode ser feita de muitos materiais, como: Pedaços de madeiras, palhas ou
grama seca recortada em pedacinhos. Materiais decorativos como madeira
dura retalhada, casca de pinus, casca de coco podem ser usadas também.
Quando aplicar qualquer forração, não amontoe na base dos caules, e sim
espalhe por todo o vaso, com mais ou menos 3,4 centímetros de espessura
(Sempre recoloque caso precise!).
Pragas e Doenças
Insetos e doenças nas folhagens poderão afetar suas rosas. Existem
três tipos de problemas, a saber: Fungos, poeira e ferrugem. Para os
fungos, você deverá limpar perfeitamente os restos de folhagem velha
caídas durante as podas, e pulverizar com um fungicida que você tenha
preferência.
O saneamento do jardim é a melhor maneira de acabar com a ferrugem
que pode surgir em suas folhas e pode ser controlada com fungicida.
Insetos e ácaros, como pulgões, tripes, besouros, larvas, moscas,
lagartas e vermes, também causam problemas em suas plantas. Os Ácaros
são os que mais causam danos às rosas. Os inimigos naturais dos ácaros e
muito bem recomendados são as joaninhas. Elas comem os pulgões, que
consequentemente poderiam deixar suas flores murchas e deformadas. Os
pulgões gostam de sugar a seiva das plantas, e produzem uma excreção
levemente doce que atraem formigas, outras inimigas das plantas.
Para um melhor controle de besouros, lagartas e vermes mate-as
manualmente usando luvas. Os tripes deformam as pétalas das rosas. Para
controlá-las use inseticida debaixo das pétalas, fazendo uma certa
cobertura para todas as pétalas e botões abertos. O controle é fácil e a
prática da prevenção, com o uso regular dos produtos adequados,
controla a maioria dos problemas com fungos, ácaros e insetos.
Texto e Fotos: Christiane Calderan
Sobre Raquel Patro
Raquel Patro é a criadora e administradora do site Jardineiro.net.
Formou-se em Veterinária em 2006, quando curiosamente passou a se
dedicar ao estudo das plantas e sua interação com os jardins.
Categorias: Cuidados e Dicas, Jardinagem
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