Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
terça-feira, 3 de maio de 2016
quarta-feira, 27 de abril de 2016
Comida Que Alimenta
O vídeo mostra uma conversa entre uma menina, sua mãe, e um agricultor sobre o quanto é melhor comer produtos agroecológicos.
Mas o que é mesmo agroecologia? Como o nome diz, é a soma das palavras agricultura e ecologia. Quem trabalha nessa perspectiva, acredita que uma floresta, imitando o que faziam os índios e outros povos ancestrais, pode sim ser muito produtiva. Ou que pelo menos podemos tentar fazer agricultura sem o uso de agrotóxicos e outros insumos químicos perigosos.
Vale a pena conhecer essa instituição (www.centrosabia.org.br) e mostrar às crianças o desenho animado.
O Sabiá é uma ONG que tem 22 anos e já implantou mais de 1.000 sistemas agroflorestais (SAFs) em todo o Estado. Além do SAF, eles trabalham também na recuperação de nascentes e áreas de proteção permanente (APPs), implantação de tecnologias alternativas como as cisternas, no acompanhamento das feiras agroecológicas, na educação contextualizada e para uma melhor convivência da população do Agreste e Sertão com o semiárido.
Então, vamos logo assistir o vídeo kkkk
terça-feira, 26 de abril de 2016
Mais importante do que adubar muito é adubar sempre.Compostos Orgânicos,Substratos e Condicionadores ou corretivos de solo
.
Compostos Orgânicos: Material resultante da
compostagem, nome dado ao processo biológico de decomposição da matéria
orgânica contida em restos de origem animal ou vegetal. Na compostagem,
os microrganismos convertem a parte orgânica dos resíduos sólidos em
material estável, tipo húmus, conhecido como composto orgânico. Este
composto, que pode ser feito até com restos de lixo doméstico, além de
ser um excelente adubo orgânico, contribui ambientalmente para a
reciclagem.Substratos: Substrato é a base sobre a qual as plantas se desenvolvem. Serve como sustentação e como fonte de nutrientes. Não existe uma fórmula ideal de substrato, por isso, cada especialista cria a sua, na maioria das vezes envolvendo terra, húmus de minhoca, areia, turfa, vermiculita ou casca de pinus. O importante é que ele seja fértil, fino, com boa capacidade de absorção e drenagem de água e completamente livre de pragas. São especialmente indicados para cobertura de gramados e nas covas onde as plantas serão plantadas.
• eleva o pH;
• diminui ou elimina os efeitos tóxicos do alumínio, manganês e ferro;
• diminui a “fixação” de fósforo;
• aumenta a disponibilidade do NPK, cálcio, magnésio, enxofre e molibdênio no solo;
• aumenta a eficiência dos fertilizantes;
• aumenta a atividade microbiana e a liberação de nutrientes, tais como nitrogênio, fósforo e boro, pela decomposição da matéria orgânica;
• reduz o desenvolvimento de fungos e pragas que preferem solos ácidos.
Muitos materiais podem ser utilizados como corretivos do solo. Os principais são: calcáreo dolomítico, cal virgem, gesso agrícola, conchas marinhas moídas e cinzas. Tanto a eficiência como o preço é bastante variado para cada tipo de corretivo.
.
Como e quando adubar
.
Boa parte dos nutrientes é levada pela água, o que faz com que precisem ser repostos regularmente. Uma boa medida é alternar adubos orgânicos trimestralmente e adubos químicos quinzenalmente ou mensalmente, de acordo com a formulação, época do ano e tipo de planta (verifique indicações nas embalagens dos produtos).
Mais importante do que adubar muito é adubar sempre. Adubar rotineiramente a planta, além de deixá-la vigorosa e bonita, aumenta sua resistência a pragas e doenças.
.
Quando não adubar
.Evite adubar as plantas durante a floração e no momento do transplante, nesse caso, espere cerca de quatro semanas para começar o esquema de adubação.
por Alexandre Bacelar
Palestra sobre "Manejo Ecológico de Pragas" pela web
Palestra sobre "Manejo Ecológico de Pragas" com o professor Dr. Fábio Dal Soglio.
Ocorrerá dia 26 de abril na sala 10 do Prédio Central (amarelo) às 16h30.
A atividade é parte da disciplina Agroecologia Aplicada do curso de Agronomia,
ministrada pelo profº Fábio Dal Soglio, aberta ao público.
Será transmitida através deste link https://mconf.ufrgs.br/ webconf/agroecologia-aplicada
Att.
Grupo UVAIA
"Uma Visão Agronômica com Ideal Agroecológico"
Ocorrerá dia 26 de abril na sala 10 do Prédio Central (amarelo) às 16h30.
A atividade é parte da disciplina Agroecologia Aplicada do curso de Agronomia,
ministrada pelo profº Fábio Dal Soglio, aberta ao público.
Será transmitida através deste link https://mconf.ufrgs.br/
Att.
Grupo UVAIA
"Uma Visão Agronômica com Ideal Agroecológico"
sexta-feira, 22 de abril de 2016
terça-feira, 19 de abril de 2016
Leguminosas podem ajudar a combater as mudanças climáticas, a fome e a obesidade
Segundo a FAO, estes grãos fazem parte do legado ancestral agrícola da América Latina e do Caribe, fixam nitrogênio nos solos e possuem qualidades nutricionais únicas; 2016 foi declarado o Ano Internacional das Leguminosas.
Quando consumidas junto com cereais, as leguminosas formam uma proteína completa, que é mais barata que a proteína de origem animal – e, portanto, mais acessível às famílias com baixos recursos econômicos.

As Nações Unidas declararam 2016 como o Ano Internacional das Leguminosas em reconhecimento ao papel fundamental que as leguminosas têm na segurança alimentar e nutricional, na adaptação as mudanças climáticas, na saúde humana e nos solos.
De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), as leguminosas têm uma relevância importante para a América Latina e Caribe.
“A região é o centro de origem de muitas leguminosas. Fazem parte da nossa cultura ancestral e é uma pedra angular da nossa alimentação atual”, disse Raúl Benítez, representante regional da FAO.
Grande parte da produção de leguminosas na região está nas mãos de agricultores familiares que desempenham um papel importante no desenvolvimento rural, além do cultivo ajudar na mitigação das mudanças climáticas ao fixar nitrogênio no solo.
Segundo a FAO, potenciar a produção e o consumo de leguminosas é chave para enfrentar a crescente obesidade na região, que atinge em média 22% dos adultos, e a fome, que afeta a 34 milhões de homens, mulheres e crianças.
Feijão, lentilha, feijão-da-china (ou feijão-mungo), grão-de-bico e feijão azuki são alguns dos exemplos de leguminosos. O famoso arroz com feijão brasileiro é um dos pratos descritos pela FAO como exemplos de alimentação nutritiva (leia outros aqui).
Um alimento completo

Foto: FAO
As leguminosas são essenciais para uma alimentação saudável. Mesmo pequenas, estão repletas de proteínas, contendo o dobro do que tem no milho e três vezes mais que no arroz.
“Elas são uma fantástica fonte de proteína vegetal, tem baixo índice de gordura, são livres de colesterol e glúten e são ricas em minerais e vitaminas”, explicou Benítez.
Quando são consumidas junto com cereais formam uma proteína completa, que é mais barata que a proteína de origem animal – e, portanto, mais acessível às famílias com baixos recursos econômicos.
“Essa mistura é a base da dieta tradicional de muitos lugares da América Latina e Caribe, como o feijão com milho, ou o feijão com arroz que muitos de nós crescemos comendo”, apontou Benítez.
Alimento para as pessoas e para os solos
As leguminosas não só contribuem para uma alimentação saudável, mas também são uma fonte de renda para milhões de agricultores familiares, responsáveis pelos cultivos em alternância com outros cultivos pela capacidade de responder ao nitrogênio da terra, melhorando a sustentabilidade da produção.
As leguminosas são uma das poucas plantas capazes de fixar o nitrogênio atmosférico e convertê-lo em amônia, enriquecendo os solos, diferente da maioria das outras plantas que apenas absorvem o nitrogênio do solo e não o reincorporam.
Isso permite mitigar as mudanças climáticas já que é reduzido o uso de fertilizantes sintéticos, cuja fabricação envolve um consumo intensivo de energia, o que emite gases de efeito estufa na atmosfera.
As leguminosas também exercem um importante papel na geração de emprego na América Latina e Caribe, especialmente no setor da agricultura familiar, já que são um dos cultivos que se destacam nesse setor.
Um tesouro genético para futuras gerações

Foto: FAO
Segundo a FAO, a grande diversidade de feijões e de outras leguminosas da região representa um tesouro genético para criar novas variedades que podem ser necessárias para bater de frente com as mudanças climáticas.
“No entanto, em muitas comunidades essas variedades ancestrais estão se perdendo por causa da homogeneização global que privilegia apenas alguns cultivos e alimentos, desmerecendo outros”, alertou Benítez.
De acordo com a FAO, as dietas em âmbito global estão cada vez mais homogêneas e similares, e a alimentação global depende na maior parte do trigo, milho e soja, junto com a carne e os produtos lácteos.
Durante o Ano Internacional das Leguminosas, os países devem fazer um grande esforço para que este fenômeno seja revertido, resguardando a genética, a cultura associada e o saber dos povos indígenas que tem melhorado as leguminosas ao longo de centenas de anos na região.
Aliadas na luta contra a fome
De acordo com a FAO, a América Latina e Caribe não só tem o diferencial de ser a fonte originária do feijão e de outras leguminosas, como também se destaca por ser a que mais avanços foram feitos na luta contra a fome.
As leguminosas podem ser aliadas-chave para que a região alcance a ambiciosa meta de acabar com a fome em 2025, data assumida pelo principal acordo regional nesse tema, o Plano de Segurança Alimentar, Nutricional e Erradicação da Fome da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (CELAC).
“Durante este ano devemos celebrar os benefícios das leguminosas, reivindicar o seu papel na alimentação e nutrição e sua relevância no desenvolvimento rural e na mitigação das mudanças climáticas”, concluiu Benítez.
Acesse o site do Ano Internacional das Leguminosas: www.fao.org/pulses-2016/es
Fonte: ONUBr
Tratamento natural de esgoto com plantas, prático e fácil!
Tratamento natural de águas cinza em wetlands construídos ,
especificamente água de lavagem, utilizando duas espécies
de plantas: Taboa (Typhia spp.) e Lírio do Brejo (Hedychium coronarium).
de plantas: Taboa (Typhia spp.) e Lírio do Brejo (Hedychium coronarium).
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Cuidar do jardim faz muito bem à saúde
Por Stephanie D’Ornelas em
1
3.07.2011
as 16:00
Criar algo realmente bonito com as mãos, fazendo um belo jardim ou
uma horta cheia de frutas e verduras, é um dos resultados da jardinagem.
Mas a atividade também traz benefícios à saúde de quem mexe com a
terra.
No meio da correria do mundo moderno, parar por um momento e entrar
em contado com as plantas permite que as pessoas voltem a um estado
primitivo que foi abandonado nas grandes cidades.
Trabalhar em um jardim alivia o estresse do cotidiano e até melhora o
humor. E se você resolver plantar verduras e legumes ainda pode ter
alimentos mais saudáveis e frescos a sua disposição. Confira abaixo
algumas das maneiras que a jardinagem pode nos ajudar fisicamente e
mentalmente e como trazer esses benefícios pra você e sua família.
Um recente estudo mostrou que a jardinagem pode ser mais relaxante do
que várias outras formas de lazer. Dois grupos de pessoas que estavam
estressadas foram separados nas seguintes atividades: leitura em
ambientes fechados ou jardinagem, por 30 minutos. Ao final do estudo, o
grupo que ficou no jardim estava com o humor melhor em relação a quem
passou o tempo lendo.
Vivemos em uma sociedade em que sempre devemos estar ligados e
prestando o máximo de atenção em tudo a nossa volta, seja em celulares
ou emails. Mas essa capacidade de vigilância tem limite e pode gerar a
fadiga de atenção, que vem acompanhada de mau humor, irritação e
estresse.
A fadiga felizmente é reversível, e uma das maneiras de fazer isso é
com a jardinagem, pois é um momento em que não precisamos nos esforçar
para prestar atenção: esse processo é praticamente involuntário. Ou
seja, trocar seu celular por plantas é uma ótima forma de acabar com o
estresse e com a fadiga.
Melhor saúde mental:
A atenção sem esforço da jardinagem pode melhorar a saúde mental e evitar os sintomas da depressão.
A atenção sem esforço da jardinagem pode melhorar a saúde mental e evitar os sintomas da depressão.
Em um estudo realizado na Noruega, pessoas diagnosticadas com
depressão, mau humor persistente ou transtorno bipolar passaram seis
horas por semana cultivando flores e legumes. Após três meses, a melhora
em todos os participantes era visível e o bom humor continuou mesmo
três meses depois que o programa de jardinagem acabou.
Os especialistas sugerem que a jardinagem tenha força suficiente para
fazer com que as pessoas encontrem saídas para as turbulências. Mas
alguns cientistas têm uma teoria mais radical (e estranha) de como a
jardinagem pode acabar com a depressão.
Camundongos foram injetados com bactérias inofensivas comumente
encontradas no solo, e foi descoberto que elas aumentam a liberação de
serotonina no organismo pelas partes do cérebro que controlam a função
cognitiva e o humor – assim como as drogas antidepressivas fazem.
Ok, fazer sujeira com a terra pode não fazer o mesmo efeito que tomar
Prozac, mas especialistas sugerem que a falta das velhas companheiras
bactérias em nosso ambiente tem alterado nosso sistema imunológico.
Encontrá-las novamente em contato com a terra pode reverter o quadro e
diminuir problemas psicológicos.
Exercício:
Mexer com plantas não pode ser comparado com puxar ferro, e ao menos
que você esteja transportando carrinhos de mão cheios de terra todos os
dias, provavelmente a jardinagem não vai fazer muito por seu
condicionamento cardiovascular. Mas cavar, plantar, capinar e repetir
outras tarefas que requerem força e alongamento é uma excelente forma de
exercício de baixo impacto.
Por isso, a jardinagem é uma atividade que pode ser feita por idosos,
pessoas com deficiência e até por quem sofre de dores crônicas. Além
disso, a jardinagem permite que você tenha contato com ar puro e sol, o
que faz com que seu sangue se movimente melhor.
Algumas pesquisas sugerem que a atividade física associada com a
jardinagem pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver demência. De
acordo com os estudos, a combinação de atividade física e mental
envolvidas na jardinagem pode ter uma influência positiva sobre a mente.
Para pessoas que já estão sofrendo com transtornos mentais, como o
Alzheimer, apenas andar por um jardim já é terapêutico. As paisagens,
cheiros e sons que existem no ambiente natural promovem o relaxamento.
Nutrição:
O alimento que você mesmo planta é o mais fresco que você pode comer.
E é ainda mais delicioso comer algo que você mesmo cultivou. Pensando
nisso, por que não fazer uma horta cheia de frutas e vegetais? Além de
ser um exercício divertido, a tendência é que quem plante os próprios
alimentos se alimente de forma mais saudável.
Esse também é um bom incentivo para as crianças comerem mais verduras
e menos alimentos artificiais. Estudos de programas de jardinagem em
escolas sugerem que as crianças que mexem com jardins são mais propensas
a comer frutas e legumes. E elas são muito mais aventureiras na hora de
experimentar novos alimentos. Muitas comem alimentos verdes com sabor
forte, como rúcula, sem medo.
Você não precisa de um grande jardim para se beneficiar com a
jardinagem. Se você tem pouco espaço, vale plantar até em pequenos
recipientes, como vasos e baldes, desde que estejam limpos e tenham
buracos na parte inferior.
Existem inúmeras dicas de jardinagem em livros e na internet. Outra
maneira de aprender novas formas de cuidar de plantas é conversando com
aquele vizinho que tem uma horta ou que goste de cultivar um bonito
jardim. A maioria vai gostar de compartilhar as habilidades, e essa é
uma maneira agradável de começar a por as mãos na terra.[CNN]
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Jardins filtrantes fazem despoluição da água na França e no Brasil
O Cidades e Soluções de hoje vai mostrar que jardins, além de embelezar a paisagem e melhorar a qualidade de vida de uma cidade, oferecendo lazer e um clima agradável, também podem tratar esgoto. Vem da França o exemplo dos jardins filtrantes, que tratam esgotos de comunidades inteiras, resíduos industriais e até as águas do rio Sena. A repórter Joana Calmon foi conferir a tecnologia da empresa Phytorestore, que combina a capacidade de absorção de poluentes de algumas plantas com a capacidade de oxigenação de outras. Tudo sem perder de vista a beleza – o projeto paisagístico é inspirado nas obras de Claude Monet.
Em total sintonia com o Cidades e Soluções, os internautas que participaram do programa desta semana enviaram vídeos com alternativas para o tratamento de esgoto.
O primeiro exemplo vem de Pirenópolis, GO. O nosso telespectador Alessandro Oliveira construiu a sua própria fossa de bananeira, onde as raízes da planta tratam o esgoto gerado na casa. Ele aprendeu a tecnologia no IPEC, o Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado, que oferece cursos sobre práticas sustentáveis.
O casal Silvana Ribeiro e Bruno Cavalcante também resolveu por conta própria a ausência de rede coletora do esgoto em uma chácara em Embu das Artes, SP. Eles construíram uma fossa séptica que dá conta do recado e mostram pra gente como se faz.
http://www.phytorestore.com/
A recuperação de áreas contaminadas, pelas atividades humanas, pode ser feita através de vários métodos,
tais como escavação, incineração, extração com solvente, oxidoredução e outros que são bastante dispendiosos.
Alguns processos deslocam a matéria contaminada para local distante, causando riscos de contaminação secundária e aumentando ainda mais os custos com tratamento [1]. Por isso, em anos recentes passou-se a dar preferência por métodos in situ que perturbem menos o ambiente e sejam mais econômicos. Dentro deste contexto, a biotecnologia oferece a fitorremediação como alternativa capaz de empregar sistemas vegetais fotossintetizantes e sua microbiota com o fim de desintoxicar ambientes degradados ou poluídos [1].
As substâncias alvos da fitorremediação incluem metais (Pb, Zn, Cu, Ni, Hg, Se), compostos inorgânicos (NO3- NH4+, PO4 3-), elementos químicos radioativos (U, Cs, Sr), hidrocarbonetos derivados de petróleo (BTEX), pesticidas e herbicidas (atrazine, bentazona, compostos clorados e nitroaromáticos), explosivos (TNT, DNT), solventes clorados (TCE, PCE) e resíduos orgânicos industriais (PCPs, PAHs), entre outros [1].
A fitorremediação oferece várias vantagens que devem ser levadas em conta. Grandes áreas podem ser tratadas de diversas maneiras, a baixo custo, com possibilidades de remediar águas contaminadas, o solo e subsolo e ao mesmo tempo embelezar o ambiente. Entretanto, o tempo para se obter resultados satisfatório pode ser longo [1]. A concentração do poluente e a presença de toxinas devem estar dentro dos limites de tolerância da planta usada para não comprometer o tratamento.
Riscos como a possibilidade dos vegetais entrarem na cadeia alimentar, devem ser considerados quando empregar esta tecnologia [1]
terça-feira, 12 de abril de 2016
Fepagro lança batata-doce viola
Uma variedade de batata-doce de alta produtividade que pode ser usada para consumo humano e produção de biocombustível. Assim é a BRS fepagro viola, fruto da pesquisa da Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) e a Embrapa, lançada na Expoagro, na segunda 21.
Atividades de melhoramento de batata-doce funcionam desde 1942 na Fepagro, Vale do Taquari, com variedades sendo utilizadas pelos agricultores locais há décadas. Em conjunto com a Embrapa, pesquisadores da Fepagro coletaram amostras dessas variedades utilizadas pelos produtores.
Nova cultivar Foto: Luis Suita/Divulgação/CR |
No processo de seleção, foi realizada a limpeza clonal e multiplicação dos materiais mais promissores em termos de vigor e produtividade.
Dos mais de 50 materiais testados a campo, a BRS fepagro viola se destacou pela alta produtividade e versatilidade. “É uma cultivar que responde bem a qualquer trato cultural e produz de 60 a 80 toneladas por hectare”, detalha o pesquisador da Fepagro Zeferino Chielle.
Raiz
Outro diferencial da cultivar, de acordo com Chielle, é a diversidade no tamanho da raiz, que pode ter formatos diferentes e, por isso, diferentes aplicações. “Serve para consumo humano, para produção de biocombustível e até para ração animal, devido a seu alto valor energético”, enumera o pesquisador.
Zeferino Chielle ressalta que a massa aérea da planta, produzida em abundância pela BRS fepagro viola e com teor de proteína de 16%, também pode ser aproveitada para alimentação animal e produção de biocombustível.
Produção de biocombustíveis
Para a produção de biocombustíveis a batata-doce é uma cultura importante. “Sabe-se que uma tonelada de cana-de-açúcar produz 80 litros de etanol, enquanto a mesma quantidade de batata-doce, produz 158 litros”, informa o pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Luis Antonio Suita de Castro.
No Brasil, este processo esbarra na baixa produtividade das cultivares e na falta de mecanização das lavouras.
Segundo Suita de Castro, as cultivares registradas pela Embrapa e recomendadas à produção, especialmente a BRS fepagro viola, obtiveram médias superiores a 3,0 kg/planta, o que indica produção de 75 t/ha em lavouras corretamente conduzidas.
Características
- Alto vigor e grande produtividade;
- Forma alongada, pele púrpura (vinho);
- Polpa na cor creme;
- 35,79% de amido (100 g).
Redação Jornal Correio Riograndense
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