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terça-feira, 23 de junho de 2026

PANCS plantas alimentícias não convencionais

 

Fig 1. Que tal uma salada de flores comestíveis? Crédito: Nikolay_Donetsk/iStock

 

Saiba como identificar as PANCs corretamente e onde essas Plantas Alimentícias Não Convencionais podem ser encontradas

Você já imaginou poder diversificar sua alimentação com plantas que muitas vezes passam despercebidas, mas que oferecem uma incrível variedade de sabores, texturas e benefícios nutricionais? As PANCs, ou Plantas Alimentícias Não Convencionais, são exatamente isso! Com nomes curiosos e propriedades surpreendentes, essas plantas são uma ótima alternativa para enriquecer sua dieta e aproveitar ao máximo o que a natureza tem a oferecer. Talvez você tenha PANCs na sua casa… E nem sabe!

As escolhas alimentares geram impactos importantes na saúde humana e no ambiente. O aumento do consumo de produtos altamente processados e com baixa qualidade nutricional está contribuindo para o surgimento de doenças crônicas e degenerativas, como hipertensão, diabetes, câncer e obesidade. Além disso, a falta de contato com a natureza, especialmente entre as crianças, está levando a um distanciamento preocupante, conhecido como transtorno do déficit de natureza, que se manifesta em problemas comportamentais e de saúde.

Diante desse cenário, é fundamental adotar uma alimentação que promova qualidade de vida, segurança alimentar e nutricional, respeitando a cultura local e estimulando práticas agrícolas sustentáveis. É necessário buscar o equilíbrio entre produtividade, sustentabilidade e qualidade nutricional, apoiando a agricultura familiar e o comércio justo, respeitando a biodiversidade e a sazonalidade dos alimentos. Essa abordagem não só beneficia a saúde das pessoas, mas também contribui para a preservação do ambiente e a promoção de um estilo de vida mais saudável e conectado com a natureza.

 

O ABC das PLANCs

Mas… Como assim “não convencional”?
Para uma planta ser considerada uma PANC, é necessário analisar o contexto em que ela está inserida. Em algumas regiões, essas plantas são consumidas no dia a dia e são consideradas tradicionais. O Brasil possui um grande potencial para explorar as PANCs, sejam elas nativas ou vindas de outros lugares.
O nome “não convencional” foi dado a essas plantas por elas não serem tão comuns no nosso cotidiano e por não fazerem parte de uma cadeia produtiva já estabelecida (não são facilmente encontradas em mercados, por exemplo).

 

Como consumir as PANCs?
As PANCs podem ser incorporadas no cardápio do dia a dia. Não é necessário ser um chef de cozinha para utilizá-las; muitas receitas podem ser adaptadas substituindo os ingredientes convencionais pelas PANCs. Cada planta possui sua própria peculiaridade e forma de consumo.

 

Como saber se minha planta é uma PANC ou não?
É importante identificar corretamente as PANCs, pois algumas plantas podem ter partes comestíveis não conhecidas ou consumidas pela maioria das pessoas. É fundamental ter certeza do que está sendo consumido, evitando confusões que podem gerar problemas de saúde. Uma dica é sempre verificar se o nome científico corresponde à planta.

 

Onde encontrar as PANCs?
Calçadas e ruas podem ser ambientes poluídos e contaminados, por isso é recomendável adquirir as PANCs em locais com procedência confiável. Feiras orgânicas e agroecológicas são ótimos lugares para encontrar PANCs para consumo, sementes ou mudas.

 

Que benefícios as PANCs trazem para a saúde?
O consumo de PANCs traz diversos benefícios para a saúde, contribuindo para a diversidade da alimentação e a garantia da segurança alimentar e nutricional. Essas plantas apresentam um potencial nutritivo surpreendente, sendo ricas em compostos bioativos, fibras alimentares, aminoácidos essenciais, vitaminas, proteínas, carboidratos, antioxidantes e ômega 3.

 

As Plantas Comestíveis Não Convencionais são uma verdadeira riqueza da natureza, oferecendo uma variedade incrível de sabores, texturas e benefícios nutricionais. Incluir essas plantas em nossa alimentação pode ser não apenas uma forma de diversificar os pratos, mas também de promover uma alimentação mais saudável e sustentável. Que tal experimentar algumas dessas PANCs e descobrir novos sabores e nutrientes para sua dieta?

 

Ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata)

Talvez uma das mais conhecidas, a ora-pro-nóbis é uma planta rica em proteínas, fibras e vitaminas A, B e C, além de minerais como cálcio, ferro e fósforo. Suas folhas podem ser utilizadas em saladas, refogados, sopas e até mesmo sucos, adicionando um toque especial à dieta.

 

Fig 2. Ora-pro-nóbis pode ser consumida em refogado, tal como na imagem acima. Crédito: cabuscaa/iStock

 

Taioba (Xanthosoma sagittifolium)

A taioba é outra PANC bastante nutritiva, sendo uma ótima fonte de vitamina A, ferro, cálcio e fósforo. Suas folhas podem ser consumidas refogadas, em saladas ou em sopas, proporcionando sabor e nutrientes essenciais à nossa saúde.

 

Fig 3. A taioba pode ser utilizada de várias formas, entre elas, como recheio de diferentes pratos. Crédito: Rodrigo Moreira/iStock

 

Caruru (Amaranthus viridis)

Rico em ferro, cálcio, fósforo e vitaminas A e C, o caruru é uma excelente opção para incluir nas refeições. Pode ser utilizado em refogados, saladas e sopas, garantindo um aporte nutricional extra e um sabor único aos pratos.

 

Fig 4. Em algumas regiões do país, tal como Pernambuco, as plantas do gênero Amaranthus são conhecidas como bredo. Crédito: Abdul Hamid Rohandi/iStock

 

Capuchinha (Tropaeolum majus)

As flores e folhas da capuchinha são ricas em vitamina C, ferro e enxofre. Podem ser consumidas cruas em saladas, adicionando cor e sabor, além de nutrientes essenciais à nossa saúde.

 

Fig 5. As folhas e flores de Tropaeolum majus possuem sabor fresco e picante. Crédito: Julie Anne Workman/ Wikimedia Commons

 

Jambu (Acmella oleracea)

Conhecido pelo efeito “choque” que causa na boca, o jambu é uma planta rica em vitamina C e cálcio. Suas folhas são ideais para serem utilizadas em saladas e refogados, adicionando um toque exótico e estimulante às refeições.

 

Fig 6. O jambu é típico da Região Norte do Brasil. Crédito: Vilseskogen/Flickr

 

Peixinho (Stachys byzantina)

O peixinho é rico em vitamina C, ferro e cálcio. Suas folhas macias podem ser consumidas cruas em saladas, proporcionando um sabor suave e nutritivo.

 

Fig 7. As folhas da planta Stachys byzantina podem ser consumidas tal como peixe frito, isto é, à milanesa e fritas e o sabor é similar ao de peixe. Crédito: Rodrigo Moreira/iStock

 

Beldroega (Portulaca oleracea)

Com alto teor de ômega-3, vitaminas A, C e E, além de minerais como ferro, cálcio e potássio, a beldroega é uma excelente opção para enriquecer saladas e refogados, oferecendo benefícios nutricionais importantes para nossa saúde.

 

Fig 8. A beldroega possui folhas suculentas e sabor ácido. Crédito: oykuozgu/iStock

 

Orelha-de-padre (Opuntia cochenillifera)

Os frutos da orelha-de-padre são uma fonte rica em vitamina C, cálcio, fósforo e ferro. Podem ser consumidos in natura ou em sucos, adicionando um sabor único e nutritivo às nossas refeições.

 

Fig 9. A Opuntia cochenillifera é bastante comum na Região Nordeste do Brasil. Crédito:Alfribeiro/iStock

 

Saiba mais:

Alimentação natural e comida de verdade: como fazer escolhas nutritivas

Povo Ticuna: alimentação sustentável

Mandioca: uma herança dos povos originários

Receita de aipim na pressão, um clássico!

 

Fontes consultadas:

Machado, Ana Cristina et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC). Disponível em: https://cursosextensao.usp.br/pluginfile.php/772923/mod_book/intro/PANC.pdf. Acesso em 03 de abril de 2024.

Monteiro, Maria Isabel Fidelis Monteiro e Abreu, Karla Maria Pedra de. Instituto Federal do Espírito Santo. Plantas Alimentícias Não Convencionais: Resgatando Saberes e Sabores. Disponível em: https://alegre.ifes.edu.br/images/conteudo/Publicacoes/2023/Ebook_PANC.pdf. Acesso em 03 de abril de 2024.

Sartori, Valdirene Camatti et al. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC): Resgatando a soberania alimentar e nutricional. Disponível em: https://www.ucs.br/site/midia/arquivos/ebook-plantas-alimenticias.pdf. Acesso em 03 de abril de 2024.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Plantas alimentícias não convencionais ganham destaque como alternativa sustentável para a agricultura familia

 https://www.embrapa.br/portal-embrapa-theme/images/spacer.png ImprimirPlantas alimentícias não convencionais ganham destaque como alternativa sustentável para a agricultura familiar

Foto: Waldemore Moriconi



Participantes do dia de campo

Dia de Campo em Sítio Agroecológico da Embrapa apresenta tecnologias, cultivos, usos e potencial de geração de renda das PANC

Espécies vegetais pouco conhecidas do grande público, mas com alto valor nutricional, rusticidade e forte ligação com a biodiversidade local, as Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) vêm ganhando espaço como alternativa estratégica para a agricultura familiar e para sistemas produtivos sustentáveis. Esse potencial foi apresentado durante o Dia de Campo “Conhecendo as Plantas Alimentícias Não Convencionais: cultivo, usos e geração de renda”, realizado no Sítio Agroecológico, na Embrapa Meio Ambiente no final de janeiro de 2026.

A atividade foi coordenada por pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente e da Embrapa Mandioca e Fruticultura, em parceria com a Cooperativa de Agricultores Familiares de Americana e Região (Cooperacra), a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), a Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo “José Gomes da Silva” (ITESP) e as prefeituras de Jaguariúna e Mogi-Mirim.

O encontro reuniu agricultores familiares, gestores e técnicos de prefeituras e de instituições de extensão rural, estudantes e pessoas interessadas em conhecer, na prática, o cultivo e o uso dessas espécies.

As PANC são plantas com potencial alimentício ainda pouco explorado pela agricultura convencional. Em sua maioria nativas ou naturalizadas, mas também algumas exóticas que adaptam-se bem às condições locais de solo e clima, exigem menos insumos e apresentam elevada capacidade de produção mesmo em ambientes adversos. Além disso, contribuem para a conservação da biodiversidade e para a diversificação dos sistemas agrícolas.

Segundo Joel Queiroga, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente e um dos coordenadores do evento, a valorização dessas plantas está diretamente ligada aos princípios da agroecologia. “As PANC ampliam o repertório alimentar, reduzem a dependência de agricultores às poucas culturas dominantes e fortalecem a segurança e a soberania alimentar. São espécies que dialogam com o território, com a cultura local e com a realidade da agricultura familiar”, afirma.

Durante o dia de campo, os participantes conheceram as Unidades de Observação (UO) já existentes no Sítio Agroecológico e a mais nova delas, dedicada exclusivamente às Plantas Alimentícias Não Convencionais. Nessas áreas, são desenvolvidas e avaliadas de forma participativa com agricultores e técnicos, práticas de manejo, cultivo e propagação das espécies, permitindo o intercâmbio de conhecimentos e que estes agricultores e técnicos observem o efeito das práticas e o comportamento das plantas em condições reais de produção.

Para Guilherme Reis Ranieri, autor do livro “Matos de Comer”, responsável pela apresentação dos fundamentos teóricos das PANC, o desconhecimento ainda é um dos principais entraves para a ampliação do uso dessas plantas. “Muitas PANC são vistas como mato ou plantas sem valor, quando, na verdade, têm grande potencial nutricional e culinário. O trabalho de divulgação e de formação é essencial para mudar essa percepção”, destaca.

A programação incluiu visitas práticas e técnicas às áreas de cultivo, onde os participantes puderam conhecer diferentes espécies e variedades, seus usos alimentares e as principais formas de propagação. Também foram discutidos arranjos produtivos integrados, como o cultivo consorciado de mandioca em faixas rotativas, apresentado por Marcelo Ribeiro Romano, da Embrapa Mandioca e Fruticultura.

De acordo com Romano, a diversificação é uma estratégia fundamental para sistemas agroecológicos. “O consórcio de culturas e a inclusão de espécies como as PANC aumentam a eficiência do uso da área, melhoram a saúde do solo e ampliam as possibilidades de renda para o agricultor”, explica.

Outro destaque do evento foram os sistemas agroflorestais (SAFs), apresentados em diferentes abordagens. O SAF Frutas, conduzido por Luiz Octávio Ramos Filho, da Embrapa Meio Ambiente, demonstrou como espécies frutíferas podem ser integradas a sistemas mais biodiversos e resilientes. Já o SAF Medicinal, apresentado por Joel Queiroga, evidenciou o potencial das plantas medicinais associadas às PANC em sistemas produtivos diversificados e como estes sistemas conciliam produção e conservação da socioagrobiodiversidade.

Também foram apresentadas cultivares de mangueiras adaptadas a sistemas de produção agroecológicos e orgânicos, reforçando a importância da escolha de variedades adequadas para esse modelo de manejo.

Para além da produção, o evento destacou o potencial econômico das PANC. A diversificação de cultivos pode gerar novas oportunidades de comercialização, seja por meio de feiras, mercados locais, cooperativas ou do processamento artesanal de alimentos. Ao longo da programação, os participantes puderam degustar os sabores de diferentes cultivares de mangas e diversas PANC evidenciando as possibilidades gastronômicas dessas espécies.

“O agricultor familiar pode agregar valor ao produto, diversificar a renda e ainda oferecer alimentos mais saudáveis e conectados com a identidade local”, ressalta Queiroga. Segundo ele, iniciativas como Dias de Campo ajudam a aproximar a pesquisa científica da realidade do campo e a fortalecer redes locais de produção e consumo.

O evento foi encerrado com uma avaliação coletiva, na qual os participantes destacaram a importância de ações de capacitação e demonstração prática para ampliar o uso das Plantas Alimentícias Não Convencionais. Ao integrar pesquisa, extensão e saberes tradicionais, o projeto reforça o papel das PANC como aliadas na construção de sistemas alimentares mais sustentáveis, diversos e socialmente justos.

Cristina Tordin (MTB 28499/SP)
Embrapa Meio Ambiente

Contatos para a imprensa
meio-ambiente.imprensa@embrapa.br
Telefone: 199 92626751

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

quarta-feira, 30 de julho de 2025

Receitas deliciosas com Pancs


Biomassa de banana verde

Ingredientes

  • 8 bananas verdes com casca, com os talos e sem rachaduras na casca

Modo de preparo

  1. Lave as bananas.
  2. Coloque as bananas na panela de pressão.
  3. Cubra com água fervente.
  4. Tampe e mantenha no fogo médio.
  5. Quando a panela pegar pressão, abaixe o fogo.
  6. Deixe cozinhar por 8 minutos.
  7. Após esse tempo, apague o fogo.
  8. Aguarde a pressão ser liberada naturalmente para abrir a panela.
  9. Retire as bananas, descarte a água do cozimento.
  10. Descasque as bananas ainda quentes com cuidado.
  11. Reserve as cascas para outra preparação.
  12. Triture a polpa no processador ou liquidificador até formar uma pasta cremosa.
  13. Se necessário, acrescente um pouco de água filtrada para ajudar a bater.
  14. Para armazenar, separe em porções.
  15. Armazene na geladeira por até 5 dias ou coloque no freezer por até 30 dias..

Dica: Na hora de utilizar, se ficar firme demais ou esfarelando, adicione um pouco de água quente para bater.

Ingredientes

Peixinho-da-horta empanado

  • 2 ovos batidos
  • Sal a gosto
  • Pimenta-do-reino a gosto
  • Suco de limão a gosto
  • 80 gramas ou 2 molhos de peixinho-da-horta higienizadas
  • 1 xícara de chá de farinha de trigo

Modo de Preparo

Peixinho-da-horta empanado

  1. 1Em uma tigela coloque 2 ovos batidos e tempere com sal, pimenta-do-reino e suco de limão a gosto.
  2. 2Passe as folhas de peixinho-da-horta já higienizadas nos ovos temperados, em seguida na farinha de trigo e frite em uma panela em fogo médio com óleo quente.
  3. 3Retire com uma escumadeira e coloque em um prato com papel-toalha.
  4. 4Sirva em seguida.



terça-feira, 8 de outubro de 2024

Encontro Nacional discute popularização de Plantas Alimentícias Não Conv...


As Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC), são os vegetais ou porções de plantas comestíveis que não são consumidas no dia-a-dia das pessoas. Para ajudar a difundir o conhecimento sobre essas plantas, um Encontro Nacional de Hortaliças Não Convencionais, o Hortpanc, é realizado há sete anos em diferentes locais do país. A ideia é unir pessoas com alguma ligação com essas plantas e divulgar as pesquisas sobre o tema.
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Reportagem: Priscila Fagundes Imagens: Lorenzo Bonone e Larissa Schneid Bueno/Campus FURG-SLS
Edição: Priscila Fagundes

segunda-feira, 1 de abril de 2024

EPISÓDIO 108 - CAMAPU | #pancnaveia #valdelykinupp


Neste episódio mostraremos o famoso camapu ou joá-de-capote, mais conhecido na atualidade como fisális (Physalis) -que significa bexiga em referência ao cálice concrescente. Esta espécie é Physalis angulata e possui muitas propriedades medicinais e infinitas possibilidades culinárias. Ouse e faça suas experiências. Bon appètit. Divirtam-se e juntem-se a nós nessa caminhada de aprendizagem sobre as PANC. @bemol online @bemolfarma AJUDE O SÍTIO PANC A CONTINUAR SUA HISTÓRIA. Nosso PIX para quem desejar ajudar a causa: CHAVE PIX SITIO PANC - CNPJ: 42.503.558/0001.30 Já imaginou fazer parte de um grupo de identificação das PANC no Whatsapp com o professor Valdely Kinupp? Acesse o link abaixo para saber mais! https://www.valdelykinupp.com.br/isto... ------------------- Curtiu o conteúdo? Então apoie nosso canal: PicPay https://picpay.me/valdely.ferreira.ki... ------------------- Acesse nosso site oficial https://www.valdelykinupp.com.br/ ------------------- Compre o livro https://plantarum.com.br/produtos/liv... ------------------- Acesse nossas mídias INSTAGRAM https://instagram.com/sitiopanc?utm_m... https://www.instagram.com/producaokin...

sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

come-se: Ora-pro-nóbis Pode ser usado em saladas, refogados, arroz, carnes, sopas, omeletes, tortas, farinhas, doces, etc.

come-se: Ora-pro-nóbis: Basta uma temporada de chuva para o meu pé de ora-pro-nóbis ficar exuberante e, se deixar, indomável. Mas alguém tem que ter bom senso nesta...

Ora pro nobis... a carne vegetal


ORA PRO NOBIS (Pereskia aculeata), popularmente conhecida como "carne de pobre", pois suas folhas possuem 25% de proteína pura, das quais 85% acham-se numa forma digestível.

É um valor muito alto, mesmo se comparando com vegetais mais famosos, como o espinafre, que tem um teor de 2,2% de proteínas. Possui ainda vitaminas A, B e principalmente C, além de cálcio, fósforo.
Pode ser usado em saladas, refogados, arroz, carnes, sopas, omeletes, tortas, farinhas, doces, etc.
Além disso, seu valor medicinal é amplamente conhecido no combate às anemias.
Por ser arbustiva, com intensa brotação e enormes espinhos, é ideal para cercas intransponíveis.
O ora-pro-nobis (pereskia aculeata Miller), do latim “orai por nós”, é uma planta cactácea que nasce em formato de moita. Dizem que seu nome foi criado por pessoas que colhiam a planta no quintal de um padre, enquanto ele rezava o seu “ora-pro-nobis”.

Quem se interessou em consumir o Ora pro nobis e for de Porto alegre e região , tenho mudas para doação .

quinta-feira, 13 de julho de 2023

“Plantas ruderais: o mato que alimenta, protege e embeleza o ambiente” (PALEARI, 2012)

Boa Tarde,

Recomendo o Guia Alimentar “Plantas ruderais: o mato que alimenta, protege e embeleza o ambiente”  da bióloga Lucia M Paleari, professora do Instituto de Biociências (IB), Campus de Botucatu (Unesp).
A publicação é da Rede-SANS (Rede de Defesa e Promoção da Alimentação Saudável, Adequada e Solidária):
guia-alimentar-plantas-ruderais“Várias plantas que crescem em terrenos baldios ou em meio a lavouras são denominadas popularmente de mato ou plantas daninhas, no entanto, as espécies podem desempenhar papel importante à saúde e ao meio ambiente, segundo PALEARI (2012).
‘Em determinadas circunstâncias, essas plantas, cientificamente conhecidas por plantas ruderais, são a única proteção que certos solos possuem contar a erosão provocada por ventos e chuvas que carregam a camada fértil, rica em nutrientes que os recobre, para dentro dos rios e mares’, explica a bióloga.”
O Guia apresenta as características, os aspectos nutricionais, a culinária e as propriedades medicinais de 10 plantas ruderais e,  ao final, algumas receitas.
As plantas são:

caruru, beldroega, serralha, emilia, picão-roxo, picão-preto, picão-branco, quebra-pedra, taioba e ora-pro-nobis.

Para acessar o Guia “Plantas ruderais: o mato que alimenta, protege e embeleza o ambiente”: clique aqui



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