Disponível no site Vaso e Flor, a muda de Astrapéia (Dombeya wallichii) é uma árvore ornamental espetacular, conhecida por suas inflorescências rosadas em formato de buquê, que lembram hortênsias e atraem abelhas e beija-flores. Ideal para quem busca beleza tropical, sombra fresca e baixa manutenção no jardim!
Por Que Cultivar a Astrapéia?
✅ Floração exuberante: Buquês cor-de-rosa que duram meses (outono/inverno). ✅ Atrai polinizadores: Abelhas e beija-flores adoram suas flores! ✅ Crescimento rápido: Até 4–6 metros de altura. ✅ Adaptabilidade: Cresce bem em climas tropicais e subtropicais. ✅ Pouca manutenção: Resistente a pragas e doenças.
📅 Ciclo da Astrapéia no Brasil:
✅ Floração principal: Abril a agosto (outono/inverno). ✅ Folhagem perene: Mantém as folhas o ano todo em climas quentes. ✅ Frutos: Pequenas cápsulas após a floração (não comestíveis).
Como Cultivar sua Muda de Astrapéia:
✅ Clima ideal: Tropical e subtropical (evite regiões com geadas). ✅ Sol: Meia-sombra ou sol pleno (floresce mais a pleno sol). ✅ Solo: Fértil, bem drenado e rico em matéria orgânica. ✅ Regas: Mantenha o solo úmido, especialmente em períodos secos. ✅ Poda: Apenas para formatura, após a floração.
Curiosidade:
A Astrapéia é chamada de "Rosa-da-Paz" por suas flores delicadas e harmoniosas, que enfeitam jardins sem exigir cuidados complexos.
Garanta sua Muda de Astrapéia na Vaso e Flor e transforme seu jardim num espetáculo cor-de-rosa!
Garantia:
Cada muda é fixada em base de substrato, que retém o líquido que disponibilizará os nutrientes às plantas durante a viagem. O envio é rápido e são cuidadosamente embaladas para que possam chegar em qualquer lugar do Brasil com a qualidade da planta recém colhida. Possuem 30 dias de garantia do fornecedor.
Importante:
Anúncios com o título "PRODUZINDO" ou "FLORINDO" não significam que as mudas são enviadas com frutas ou flores, mas sim, que já produziram e que irão produzir e florescer novamente. Em alguns casos as FOLHAS e FLORES serão reduzidas ou podadas para diminuir possíveis desgastes causado pela viagem.
Veja a expansão da produção de Mirtilo na região do Planalto Norte catarinense. A "fruta da longevidade" tem gerado inúmeras oportunidades de negócios, gastronomia de alta qualidade e fomentado o turismo na região.
E para quem ficou com água na boca com o Agro, Saúde e Cooperação, que mostrou o cultivo do mirtilo na região de Campo Alegre, separou uma receita de bolinho amanteigado de limão siciliano com mirtilos oferecido pelo restaurante Na Cozinha. O proprietário Jhulian Felip Balduino cedeu não só a receita, mas relatos emocionantes de sua jornada no mundo da confeitaria.
Ingredientes para a massa
210g de açúcar refinado (uma xícara)
2 col. sopa raspas de limão siciliano
150g manteiga (3/4 xícara)
200g de ovos (4 ovos médios)
260g farinha de trigo (2 xícaras + 1 colher de sopa)
5g de sal (1 colher de chá)
10g fermento químico (2 colheres de chá)
140g de leite (1/2 xícara)
30g suco de limão siciliano (3 colheres de sopa)
80 a 100g de mirtilos (1 xícara)
Ingredientes para a cobertura
suco de um limão siciliano
30ml de água
açúcar de confeiteiro até dar o ponto desejado do creme
Como este conteúdo foi feito
Dublagem automática
As faixas de áudio de alguns idiomas foram geradas de forma automática. Saiba mais
As minhocas deixam túneis, facilitando a respiração das raízes das plantas em crescimento
*Viviane Hamoui Furquim
Por muito tempo, o comércio de minhocas esteve direcionado apenas para pescadores, que as utilizavam como isca. Trata-se de um animal que pode ser encontrado facilmente em vários tipos de solo, relativamente bem adaptado ao clima tropical e de ampla distribuição.
Essas características as tornam animais de fácil obtenção. Ademais, são bem aceitas pela ictiofauna (o conjunto de peixes de uma região ou ambiente) de dieta predominantemente carnívora.
Um dos efeitos decorrentes da presença das minhocas no solo é o aumento da fertilidade devido à produção do húmus. Elas ingerem partículas orgânicas dispersas no solo misturadas em meio aos constituintes minerais. Parte do material orgânico é digerido pelas enzimas intestinais e o que sobra, forma as fezes que, ao serem eliminadas, servem de substrato para as populações de micro-organismos decompositores.
Minhocas são capazes de acelerar a fertilização natural do solo
Estes, por sua vez, aceleram o processo de humificação, ou seja, a transformação de moléculas orgânicas complexas em substâncias simples, que podem ser facilmente absorvidas pelos vegetais. Por isso, as minhocas são capazes de acelerar a fertilização natural do solo, tornando-o bem mais produtivo para a agricultura.
Além desse efeito humificador, a atividade locomotora das minhocas deixa túneis por onde o oxigênio se difunde melhor, facilitando a respiração das raízes das plantas em crescimento. Trata-se assim, de um verdadeiro “arado vivo”.
Minhocas: contribuindo com a produção vegetal
Em estado natural, considerando-se a média dos tipos de solos, as populações de minhocas não são suficientemente grandes para produzir húmus em larga escala. Por isso, o desenvolvimento da minhocultura, associada às demais atividades agrícolas humanas, tem possibilitado um aumento significativo na produção vegetal, com impactos muito positivos na sustentabilidade ambiental.
O desenvolvimento da minhocultura tem possibilitado aumento na produção vegetal
Assim, a minhocultura é altamente indicada para hortas, estufas, agricultura orgânica entre outras, não somente devido aos custos relativamente baixos para a implantação dos sistemas de criação, mas também devido à elevada sinergia que ela estabelece com essas atividades.
De modo geral, todas as famílias de minhocas possuem espécies que desempenham importantes papéis na fertilização do solo e, por conseguinte, influenciam sua classificação geológica.
Mas, para criação, são mais utilizadas as espécies Eisenia foetida e Eisenia andrei, ambas conhecidas como minhocas vermelhas da Califórnia. Devido à alta taxa reprodutiva e fácil obtenção, elas são muito procuradas pelos criadores.
Cápsulas de minhoca encontrada na natureza
As minhocas são hermafroditas. Apesar de produzirem tanto os gametas femininos como os masculinos elas somente se reproduzem por fecundação cruzada, mediante o emparelhamento de dois indivíduos. Após a fecundação, os ovos são postos dentro de cápsulas deixadas no solo. Essas cápsulas são erroneamente chamadas de casulos, cuja forma e função é totalmente diferente. O gênero Eisenia (minhoca californiana) deposita cápsulas, cujas cores variam entre tons esbranquiçados e esverdeados, das quais podem emergir entre 3 a 6 indivíduos. O gênero Pontoscolex por sua vez, forma apenas um ovo por cápsula, de tonalidades brancas e avermelhadas (exemplo da foto acima). Suas cápsulas ficam aderidas aos grãos de terra por meio de fios de muco.
Compostagem com minhocas
Ademais, como decorrência das práticas sustentáveis, a minhocultura e a vermicompostagem vêm se tornando relativamente popularizadas independentemente do volume de terra movimentada, tanto em áreas domésticas como as de vocação rural. De fato, dependendo do que se pretende, o material necessário é de fácil obtenção, de baixo custo, e os procedimentos e fundamentos envolvidos, são relativamente acessíveis.
Outra decorrência da minhocultura é o aproveitamento dos resíduos orgânicos e biodegradáveis resultantes do lixo domiciliar, como: cascas e restos de vegetais, legumes, frutas, pó de café, entre outros, chegando até mesmo a resíduos de papel.
A minhocultura e a vermicompostagem vêm sendo popularizadas ao longo dos últimos anos
Ao destinar esses dejetos para a minhocultura, reduzimos significativamente o volume do lixo domiciliar que geralmente termina nos lixões e aterros sanitários, que provocam severos danos à saúde pública devido a superlotação desses espaços.
Note-se que a maior parte do lixo doméstico – por volta de 60% – é de natureza orgânica. Isso torna evidente que haverá um eminente colapso de espaços destinados aos aterros sanitários que, ademais, provocam um substancial incremento na emissão de gases de efeito estufa, agravando os efeitos do aquecimento global.
Efeitos sociais e econômicos
Ao remover o lixo orgânico em sua origem e destiná-los à minhocultura, o material remanescente, além de ter seu volume reduzido, segue mais “limpo” para a coleta seletiva, alcançando assim melhores preços no mercado da reciclagem.
Dessa forma, podemos constatar que a minhocultura, ainda que de forma indireta, impacta positivamente na vida das pessoas ao formar um tripé de cuidados frente às necessidades humanas sociais, econômicas e ambientais. Nesse contexto, o desenvolvimento social pode e deve servir aos desígnios econômicos, porém, tratando o meio ambiente de forma sustentável.
A coleta seletiva alcança melhores preços no mercado da reciclagem quando o lixo orgânico é separado
Não é de se admirar, portanto, que a minhocultura venha ao encontro dos anseios de uma sociedade cada vez mais consciente dos impactos que causa no meio ambiente, notadamente sobre o destino do lixo que gera.
Adubo verde
Finalmente, a criação de minhocas certamente perpetra um efeito mais do que desejável nas crianças, adolescentes e jovens, que é a educação ambiental. É provável que, ao se tornarem adultas, elas “naturalizem” essas práticas, tornando cada residência, uma verdadeira fonte de adubo verde, colaborando assim para renovar o ar que respiramos. Esse é o desafio que abraçamos e para o qual estamos te convidando.
Olivier Soubeyran, Vincent BERDOULAY, Ecologia urbana e planejamento urbano: os fundamentos das questões atuais, 2010
GONÇALVES, P. A Reciclagem Integradora dos Aspectos Ambientais, Sociais e Econômico. Rio de Janeiro: DP&A: Fase, 2003. www.lixo.com.br
VIMIEIRO, G.V. Tese de Doutorado:
“Usinas de triagem e compostagem: valoração de resíduos e de pessoas – um estudo sobre a operação e os funcionários de unidades de Minas Gerais”. Belo Horizonte, 2012, Escola de Engenharia da UFMG. 464p. http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/handle/1843/ENGD-93RHNE/tese___gisele_vimieiro___vers_o_final.pdf?sequence=1
*Viviane Hamoui Furquim Bióloga e Mestre em Zoologia pelo Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo
Foto da Capa: Erika Buchignani, Bióloga
Gostou desse conteúdo? Deixe seu comentário, dúvida ou sugestão. Entre em contato: ecooar@ecooar.com | ecooar@gmail.com
Se você me acompanha há algum tempo já deve conhecer o meu queridinho: suco de couve com maçã, que chamo carinhosamente de suco-farmácia.
Se você é nova por aqui, saiba que esse suco é uma de minhas marcas.
E claro, ele é super nutritivo e funciona como uma verdadeira farmácia em nosso organismo!
Para descobrir quais benefícios ele possui, assista ao vídeo completo!
Suco Farmácia (Suco de Couve com Maçã)
Ingredientes
2 folhas de couve (com o talo)
2 maçãs
Modo de Preparo
Higienize os alimentos
Corte a maçã em 4 pedaços e retire as sementes
Pique as folhas couve com as mãos (assim liberamos mais nutrientes)
Enrole as folhas de couve na maçã e coloque na centrífuga
Se usar liquidificador acrescente 50 ml de água
Coe com um voal para extrair o sumo do suco
Quando tomar
Beba em jejum ao acordar
Não acrescente açúcar, adoçante ou mel
Consuma na hora: Após 10 minutos o suco perde nutrientes
Se hoje o Brasil é referência na produção de soja e em práticas sustentáveis de agricultura, muito se deve à Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN) e ao trabalho incansável de uma mulher visionária: Johanna Döbereiner. 🌱
Neste episódio do RuralCampoCast, você vai conhecer a trajetória completa de Johanna — desde sua juventude na Europa até o impacto transformador de suas pesquisas no Brasil.
📖 A história de Johanna Döbereiner
Johanna Liesbeth Kubelka nasceu em 1924, na antiga Checoslováquia. Desde cedo trabalhou como camponesa e se apaixonou pela terra. Em 1947 ingressou na Universidade de Munique para estudar Agronomia — um espaço dominado por homens.
Sua monografia, em 1950, já revelava sua vocação: “Bactérias na fixação assimbiótica de nitrogênio e a possibilidade de seu aproveitamento na agricultura”.
Na universidade, conheceu Jürgen Döbereiner, estudante de Medicina Veterinária, com quem se casou antes de imigrar para o Brasil, onde seu pai e irmão já viviam.
🌍 Chegada ao Brasil e início da pesquisa
Em 1951, Johanna foi contratada no antigo Instituto de Ecologia e Experimentação Agrícola, em Seropédica (RJ), que mais tarde se tornaria a Embrapa Agrobiologia. Seu primeiro trabalho, junto a Álvaro Fagundes, tratava da influência da cobertura do solo sobre a flora microbiana.
💡 O desafio científico
Na década de 1960, o Brasil gastava fortunas com fertilizantes nitrogenados. Johanna ousou defender que bactérias poderiam fazer esse trabalho de forma natural e gratuita. Muitos consideraram a ideia absurda — alguns chegaram a acusá-la de querer “atrasar a agricultura brasileira”.
Ainda assim, ela persistiu. Com o tempo, suas pesquisas mostraram resultados inegáveis: alta produtividade, menor custo e impacto ambiental quase zero.
🔬 Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN)
Johanna trabalhou com bactérias como o Bradyrhizobium, essencial na soja, e o Azospirillum brasilense, associado a gramíneas como milho e trigo. Enquanto os EUA apostavam na adubação química, o Brasil seguiu o caminho da biotecnologia, tornando-se o maior exemplo mundial de uso da FBN.
Graças a essa tecnologia, o Brasil economiza bilhões de dólares por ano e evita a poluição causada pelos adubos nitrogenados.
👩🔬 Resistência e reconhecimento
No início, Johanna foi ridicularizada em congressos e em salas de aula. Mas, com o sucesso das lavouras brasileiras, a comunidade científica teve que reconhecer que ela estava certa.
Em 1997, Johanna Döbereiner foi indicada ao Prêmio Nobel de Química. Além desse reconhecimento internacional, recebeu diversos prêmios no Brasil e formou gerações de pesquisadores que continuam expandindo seu legado.
🌱 O legado
Johanna Döbereiner não apenas revolucionou a agricultura brasileira, como também se tornou símbolo feminino nas Ciências Agrárias em uma época em que a ciência era dominada por homens. Seu trabalho transformou o Brasil em líder mundial em agricultura sustentável, mostrando que a vida microscópica do solo pode alimentar o mundo.
✨ Este episódio é uma homenagem ao legado de Johanna — a mulher que transformou bactérias em aliadas do futuro da agricultura.
📤 Compartilhe esse vídeo nos seus grupos de WhatsApp
🟢 Conhece o RuralCampoCast? https://spoti.fi/3AlWZCB
😉INSTAGRAM: @manecozago
🌱 Quer nos enviar alguma proposta, pergunta ou outra coisa?
campoeproducao@gmail.com