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quarta-feira, 13 de junho de 2018
segunda-feira, 11 de junho de 2018
Doenças e Pragas Que Atacam Os Morangos
Fonte: site http://flores.culturamix.com/
Os morangos são aquelas frutinhas vermelhas que todo mundo
gosta de comer e se deliciar. Ela também serve para produzir sucos
e iogurtes. A fruta geralmente é consumida com algum aperitivo,
misturada ao creme de leite ou leite condensado. Uma verdadeira
maravilha dos deuses! Embora o morango tenha um sabor conquistador, não é
nada fácil ter uma plantação da fruta no seu quintal, até porque ela é
frequentemente atingida por pragas e doenças quando não está sendo bem
cuidada. Neste artigo, você vai aprender a lidar com as pragas que
atingem os morango e como elimina-las estes indesejáveis bichinhos.
Doenças
Confira Abaixo As Doenças Que Podem Afetar a Saúde Do Seu Morangueiro.
- Antracnose: É uma doença causada por um
fungo (Colletotrichum gloreosporioidis, C. acutatum e C. fragariae). Na
planta, atinge regiões como estalões, pecíolo, pedúnculo, fruto e
coroa do morangueiro provocando estrangulamentos nessas partes. Segundo
especialistas, por atingirem diversas áreas da planta, a doença pode ser
de difícil tratamento: “Nos frutos as lesões são arredondadas,
aprofundadas e firmes. As manchas podem ser escuras ou marrom claro,
tornando-se alaranjadas no centro quando ocorre a produção de esporos
(“semente da doença”)”. Em cada uma dessas partes, a doença produz um
sintoma diferente podendo levar a morte de folhas e frutos quase que
instantaneamente.
- Micosfarela: Sabe a micose que atinge nossos pés
muito úmidos em dias de verão? Os morangueiros também podem sofrer com
alguns fungos como o Mycosphaerella fragaria. Esta doença ataca
principalmente as folas da planta, deixando-as com aspecto envelhecido.
Segundo profissionais: “as folhas, a lesão inicia com uma pequena
mancha de coloração púrpura, que aumenta até 3-6 mm de diâmetro. O
centro torna-se marrom, evolui para cinza e finalmente branco nas folhas
maduras.”. Essa “micose” pode atingir outras áreas do morangueiro
como estalões, pecíolos e cálices onde as lesões são bastante
semelhantes as da folha.
- Mofo cinzento: Esta doença é muito importante e pode estragar o morango de vez, sendo impossível a sua ingestão. Geralmente a doença deixa o fruto podre e pode começar um ulcerações bem pequenas ao lado do mesmo, que se espalham com o passar do tempo: “O tecido infectado é marrom claro, e posteriormente desenvolve abundante massa de micélio e esporos de aspecto cotonoso”. Com alta umidade e temperaturas quase amenas, a doença pode se propagar ainda mais atingindo toda a planta. No inverno, o fungo pode se tornar ainda mais resistente.
- Furiose: Tal doença atinge as folhas do morangueiro e é causada por causada por Fusarium spp. Com altas temperaturas, a doença começa a se manifestar de forma agressiva, fazendo com que as folhas murchem e caiam, matando todo o morangueiro. Segundo especialistas: “Em condições de temperatura amena, as folhas amarelecem, em vez de murcharem.”.
- Mancha angula: Finalmente uma bacteriose! Todas as doenças acima são causadas por fungos , os principais vilões do morangos. A doença é provocada pela bactéria Xanthomonas fragarie Kennedy & King. De acordo com profissionais da área, é uma doença grave e de difícil tratamento: “Os sintomas iniciais são pequenas manchas (pontos) aquosas na porção inferior da folha. As lesões aumentam e formam lesões angulares”
- Oídeo: É causada pelo Sphaerotheca macularis. é uma doença considerada severa pelos profissionais da área e que atinge todo o morangueiro: “O Sintoma característico é a presença de micélio e esporos do fungo (pó branco) em ambos os lados da folha. Nas folhas, podem ocorrer deformações, como enrolamento de bordas, principalmente, se a infecção iniciar antes de seu completo desenvolvimento.”. Quando a planta é cultivada em estufa plásticas, a doença pode ser fatal para os morangos: “Flores e frutos, em todos os estádios de desenvolvimento, são suscetíveis. Frutos maduros permanecem firmes e carnudos com profuso micélio branco sobre a superfície” explicam os profissionais especializados.
Pragas
Confira Abaixo As Principais Pragas Que Afetam a Saúde Do Seus Morangos Sem Dó Nem Piedade.
- Pulgões: Eles são a porta de entrada para a morte de muitas plantas. Quando atingem os morangos, os danos podem ser fatais: “O dano dos pulgões ao morangueiro é devido à sucção da seiva da planta e pela possível transmissão de viroses que levam ao enfraquecimento e eventual morte da planta”. Geralmente, os pulgões são pargas esporádicas muito comuns ao sul do Brasil.
- Lagarta-rosca: Ela pode ser a grande vilã dos morangos. Diversos fatores naturais podem fazer com que o seu morangueiro fique infestado dessas pragas. Segundo profissionais, são eles: “textura do solo (ocorre especialmente em solos soltos e arenosos); umidade do solo (solos de boa drenagem e capacidade de se manterem arejados); temperatura do solo (em períodos secos e de intensa insolação, pode reduzir a mortalidade e/ou o dano); hospedeiros alternativos antecedentes e precedentes (podem favorecer a incidência e quantidade de lagarta rosca).”. O mais comum é que esta praga ataque as plantas ainda jovens e na região do colo pouco desenvolvido. Durante a noite, elas sobem a planta para se alimentar e durante o dia ficam encrustadas no solo.
- Ácaros: Os ácaros são bichinhos muito incômodos e muito difíceis de serem eliminados dos morangos. Os que mais atingem a planta são o ácaro branco e o rajado. Ambos são muito comuns ao Sul do Brasil. A maioria deles são bem minúsculos e por isso sua eliminação é bastante preocupante. Os dois insetos tem o corpo de formato oval e podem levar a planta a morte, pois ela irá parara de produzir frutos.
- Bicho-tromba: “É uma praga esporádica nas lavouras de morango. Ocorre em alguns anos, noutros não. As causas desta inconstância são desconhecidas. No Sul do Rio Grande do Sul, não tem sido freqüente” explicam os profissionais da área. Os insetos adultos e que já possuem trombas desenvolvidas podem consumir as folhas dos morangueiros de forma rápida. As larvas do bicho tromba possuem uma coloração creme e podem ser ainda piores: “As larvas atacam as plantas na região da coroa ou colo, cavando galerias curtas (aproximadamente do tamanho do próprio corpo) e aí se localizam, provocando o tombamento e a morte das plantas.”.
quinta-feira, 7 de junho de 2018
O guabiju, conheces?? mais uma nativa desconhecida
Extraído do site http://frutaspoa.inga.org.br/
guabira-guaçú, guabiroba-açú, arrayán indígena, guajabo negro. Em guarani: yguabi-jy (=fruta que se come) e ygua-pi-jy (=fruta de casca rija), guaviyiu ouguaiavayú (= fruto com penugem)
Nome Científico: Myrcianthes pungens (Berg) Legr.
Família Botânica: Myrtaceae
O guabiju, por causa da coloração quase negra da casca, é muitas vezes confundido com a jabuticaba, mas, ao contrário desta, não mostra os frutos aderidos ao tronco. Os frutos são bagas globosas, de coloração roxa-escura, recobertos por uma fina lanugem de casca áspera e resistente mesmo no fruto bem maduro. A polpa tem cor e textura semelhante a da uva, bem equilibrada entre doçura e acidez e apresenta teor de água superior a 40%. Na maioria das vezes cada fruto contém uma semente; às vezes, duas grudadas. As sementes são marrons, uma ou duas por fruto e ocupam boa parte da polpa suculenta e esbranquiçada.
Seus frutos são muito apreciados pela avifauna e fauna silvestre em geral, o que torna esta espécie indicada para recuperação de áreas degradadas e para compor sistemas agroflorestais. O tempo de vida é estimado em torno dos 50 anos; em indivíduos jovens a frutificação tende a ser massiva.

Quanto à época de início de frutificação, a literatura traz informações bastante desencontradas que variam desde “os 4 anos de idade”, “entre 7 e 8” e “após 10 anos de vida”, por exemplo. A variabilidade genética é bastante alta, sendo encontrados indivíduos com florescimento e frutificação precoces ou tardios; com frutos grandes, com muita polpa e sementes pequenas e vice-versa, entre outras características.
À semelhança de outras frutas nativas, o guabiju é tradicionalmente utilizado no ambiente doméstico para o consumo in natura- “da planta para a boca”- mas também na elaboração de doces, licores e curtido em cachaça. A colheita dos frutos deve ser feita com tesoura, para que parte do pedúnculo seja mantida junto ao fruto evitando que a casca se rompa. Colhido assim e mantidos em geladeira, conservam-se por vários dias.

O fruto possui diversas vitaminas que auxiliam no combate a anemias. As folhas desta planta são popularmente utilizadas no tratamento de diarréias. O chá das cascas e das folhas é indicado para disenterias e para regular as funções intestinais. Indígenas kaiowá e guarani utilizam a casca para dores estomacais.
As flores são melíferas.
A casca, ramos e folhas têm propriedades taníferas. Tem um bom potencial ornamental por conta de sua massiva floração. É uma espécie indicada para arborização rural e urbana, pois suas raízes não levantam a pavimentação e seu crescimento é lento.
A casca, ramos e folhas têm propriedades taníferas. Tem um bom potencial ornamental por conta de sua massiva floração. É uma espécie indicada para arborização rural e urbana, pois suas raízes não levantam a pavimentação e seu crescimento é lento.
É uma árvore que atinge até 15 metros de altura, formando copa baixa e arredondada quando em ambientes abertos, semidecídua. A maioria dos guabijuzeiros apresenta um só fuste, geralmente curto, levemente tortuoso e nodoso. A casca é lisa e desprende-se em placas, tal como a da goiaba vermelha, o que confere ao tronco um aspecto manchado, maculado. As folhas são verde-escuro, relativamente rígidas e providas de um espinho apical, que conferiu à espécie o epítetopungens, de pungente. Os ramos novos são pilosos e de aspecto aveludado. A nervação secundária, numerosa e bastante visível nas duas faces da lâmina foliar.
A propagação dá-se por sementes. Estas necessitam de luz para germinarem, sendo categorizadas como fotoblásticas positivas. A taxa de germinação inicia em torno de 30 ou 40 dias após semeadura. Sobre a taxa de germinação, não há consenso na literatura especializada: ora é considerada alta, ora média conforme os autores. Assim como no caso de outras mirtáceas, as sementes de guabiju não toleram dessecação e, segundo pesquisas, um mês de exposição ao ar é suficiente para ressecar o embrião, deixando-o escurecido e quebradiço. O período mais indicado para semeadura é entre fevereiro e abril. O crescimento é considerado bastante lento: mudas em torno de 6 meses de semeadura apresentam entre 7 e 10 cm de altura.
Floresce de setembro a dezembro e frutifica de fevereiro a abril.
Espécie pioneira, preferencialmente associada à interior de matas e beiras de cursos d’água.
Distribui-se desde o norte do Uruguai, Argentina, Bolívia e Paraguai. No BR ocorre de SP até o RS, nas Florestas Semideciduais de Altitude e nas bacias do Rio Uruguai e Paraná. Em nosso estado ocorre ainda na depressão central, no planalto e no Escudo Riograndense. Em Porto Alegre é espécie pouco freqüente.
domingo, 3 de junho de 2018
Desidratador Solar De Alimentos Fácil de Fazer
Fábio Guimarães ensina de forma fácil e pratica
como fazer um desidratador solar de alimentos,
com materiais de simples de trabalhar e comum.
quinta-feira, 31 de maio de 2018
Projeto de incentivo a compostagem é rejeitado em Porto Alegre
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segunda-feira, 28 de maio de 2018
Como plantar e cuidar da grama amendoim!
Fonte: blog sthill jardim de idéias
- Categoria: Curiosidades
Com o nome científico Arachis Repens, a grama amendoim é uma espécie da família Fabaceae, nativa do Brasil. Também conhecida como amendoim-rasteiro, amendoim-forrageiro ou amendonzinho, essa espécie é muito utilizada para forração.
Escolher a grama amendoim tem diversas vantagens: ela não precisa de podas periódicas, é excelente para combater a erosão, ajuda a segurar o solo - especialmente em ladeiras – e auxilia nas composições de lindos jardins por conta da sua flor amarela.
Suas raízes conseguem fixar o nitrogênio da terra - mesmo em solos pobres e de pouco nutrientes. Por isso é chamada de adubação verde, a técnica de plantar a grama para gerar nitrogênio no solo e beneficiar qualquer tipo de produção, seja de chácaras ou quintais.
Vamos plantar?
Primeiramente, você precisa escolher um local de plantio adequado, pois a grama amendoim é muito sensível e não tolera lugares muito frios com geadas e pisoteio.
Solo: precisa ser rico em matéria orgânica e enriquecido antes do plantio. Não se esqueça da drenagem de solo, é importante que não acumule água.
Plantio por semente: a dica é fazer a germinação das sementes. Para isso, faça covas espaçadas - 10 centímetros entre cada uma - e coloque três sementes por espaço. Regue com frequência!
Plantio por mudas: esse tipo de plantio é fácil de pegar e se alastra com mais rapidez. Faça covas espaçadas de 10 centímetros e coloque uma muda por espaço. Regue com regularidade!
A espécie prefere ambientes com sol pleno, mas suporta meia sombra. Por ser muito delicada, preste bastante atenção com o desgaste de pisoteio.
E para deixar a grama com um aspecto bonito, a recomendação é utilizar o aparador elétrico STIHL FSE 41, que é indicado para serviços de corte das bordas de canteiros e gramados. Leve e ergonômico, se adapta ao perfil do usuário através da regulagem do ângulo de trabalho, do tamanho da haste e das posições de encaixe do cabo.
Mãos à obra? Compartilhe com seus amigos e fique sempre de olho no nosso blog. Até a próxima!
domingo, 27 de maio de 2018
sexta-feira, 25 de maio de 2018
Por que há 121 alimentos brasileiros correndo o risco de desaparecer?
ONG lista ingredientes e produtos da culinária brasileira que podem sumir do mercado por queda na demanda ou mudanças ambientais e sociais
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Queijo da serra da canastra, goiabada cascão, palmito juçara, mel de abelha jataí, queijo coalho, pequi, pirarucu, umbu, pitanga. Essa lista não apenas elenca uma série de frutas, produtos e ingredientes tradicionais usados na gastronomia brasileira.
Ela é também uma parte da lista de alimentos brasileiros que correm risco de sumir do mercado, de acordo com a ONG Slow Food International. No Brasil, a lista divulgada pela ONG em 2016 tem 121 alimentos. Entre eles, 35 têm origem na culinária indígena.
A Slow Food é uma organização mundial que defende alimentação de qualidade e sustentável. O projeto Arca do Gosto, conduzido pela ONG, cataloga produtos gastronômicos - processados ou naturais - que tenham papel importante na cultura, na história e nas tradições de comunidades no mundo todo e cuja produção esteja ameaçada por razões sociais, econômicas ou biológicas.
Por que alimentos desaparecem
Os alimentos podem desaparecer do mercado por vários motivos. De acordo com Glenn Makuta, articulador em redes da Slow Food International, os motivos podem ser a queda na demanda e no consumo, a desestruturação de comunidades produtoras e a diluição de costumes culturais de cultivo.
Modelo de produção agrícola
Esta é a principal pauta de combate da ONG: o modelo de produção agropecuária que prioriza o plantio e criação massivos de um número limitado de espécies vegetais e animais.
Apenas 12 espécies de plantas correspondem a 75% da produção alimentícia, enquanto mais de 90% da criação global de animais para produção de alimento é composta por apenas 15 espécies de mamíferos e pássaros.
Esse modelo acaba fazendo com que seja mais vantajoso para os produtores o cultivo ou criação de um número limitado de espécies - e, de geração em geração, eles diminuem ou abandonam o cultivo ou produção de determinado alimento.
Alimentos industrializados
O aumento no consumo de alimentos industrializados, puxado pela propaganda das corporações desse segmento, também é um fator que gera queda de demanda por produtos naturais e pratos tradicionais e acaba impactando na produção.
Desequilíbrio causado pelo homem
Há também os casos em que a produção ou criação de determinado alimento é impactada por mudanças socioambientais - do desalojamento de comunidades ribeirinhas para a construção de uma hidrelétrica ao fim de uma espécie vegetal devido ao desmatamento.
Além de ameaçarem aspectos fundamentais da construção da identidade cultural dos povos do planeta, o modelo vigente também é prejudicial para o meio ambiente.
A ONU defende que a biodiversidade é fundamental para a segurança alimentar e nutricional, já que o excesso da criação ou cultivo de determinada espécie desequilibra as outras camadas do ecossistema.
Como resgatar um alimento ameaçado
De acordo com Makuta, não há manual para tirar um alimento da lista de ameaçados - cada caso é um caso. Para determinada fruta, talvez a solução seja incentivar seu consumo e plantio, fortalecendo a cadeia produtiva.
Para uma espécie de peixe, no entanto, talvez seja preciso frear o consumo até que as comunidades que o pescam se reestruturem, já que um aumento excessivo de demanda pode ser ainda pior para a cadeia produtiva.
Para cada alimento na lista, a ideia de “consumo sustentável” pode ter um significado diferente. No entanto, o resgate de hábitos de agricultura familiar e o consumo responsável de alimentos in natura pode ser um dos caminhos.
O pomar no fundo do quintal, que perdeu espaço para as varandas gourmet nas grandes cidades, é uma maneira de resgatar o plantio de alimentos como o cambuci, a guabiroba ou a grumixama, por exemplo - frutas típicas do sudeste que estão na lista de alimentos extintos e são desconhecidas das gerações mais novas nas últimas décadas.
Além disso, a compra de alimentos de pequenos produtores e a diminuição no consumo dos alimentos industrializados é uma maneira de diminuir a demanda do plantio de culturas massivas por parte da indústria de alimentos, diversificar a alimentação por meio de produtos locais e contribuir para o reequilíbrio do sistema.
A Slow Food promove um festival para chamar atenção para os ingredientes e alimentos na lista. Este ano, a ONG convidou chefs, nutricionistas, produtores e gastrônomos para ministrarem aulas, oficinas ou jantares usando alguns dos produtos ameaçados, para conscientizar sobre a maneira mais sustentável de consumi-los - seja aumentando o consumo, seja procurando produtores sustentáveis ou então diminuindo a procura.
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“ Nós não herdamos a terra de nossos país, apenas a tomamos emprestado de nossos filhos”. ditado Hindu
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Cora Coralina (poeta de Goiás)
Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor. Paulo Freire
"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem consequências." Ingersoll
"Do que adianta construir arranha-céus se não há mais almas humanas para morar neles?”“,Érico Veríssimo
Decio Machado Monteiro
quarta-feira, 23 de maio de 2018
Vinagreira – Hibiscus sabdariffa, ornamental, medicinal e comestível.
- Nome Científico: Hibiscus sabdariffa
- Sinonímia: Sabdariffa rubra, Hibiscus cannabinus, Hibiscus cruentus, Hibiscus fraternus, Hibiscus palmatilobus
- Nomes Populares: Vinagreira, Hibisco, Hibiscus, Rosela, Rosélia, Groselha, Groselha-de-flor-roxa, Graxa-de-estudante, Azedinha, Azeda-da-guiné, Quiabo-azedo, Caruru-azedo, Caruru-da-guiné, Quiabo-de-angola, Quiabo-róseo, Quiabo-roxo, Quiabo-azedo, João-gome, Agio-de-guiné, Flor-de-jamaica, Jamaica, Husa, Cardadé, Rosa-da-jamaica, Chá-da-jamaica, Pampulha, Pampola, Agrião-de-guiné, Papoula-de-duas-cores
- Família: Malvaceae
- Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Cercas Vivas, Flores, Flores Anuais, Flores Perenes, Folhas e Flores, Medicinal, Plantas Hortícolas
- Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
- Origem: Ásia, Himalaia, Índia
- Altura: 1.2 a 1.8 metros
- Luminosidade: Sol Pleno
- Ciclo de Vida: Anual, Bienal, Perene
- A vinagreira é uma planta subarbustiva, florífera e muito versátil, conhecida no mundo todo por suas qualidades como ornamental, medicinal e comestível. A ramagem é avermelhada, ereta e ramificada desde a base enquanto que suas folhas são verde-escuras, alternas, estipuladas, de margens serrilhadas e profundamente lobadas em três a cinco divisões. As flores surgem no outono e inverno, e duram apenas um dia. Elas são solitárias, sésseis, brancas a amarelas, com um cálice robusto e carnoso na base, de cor vermelha intensa. O fruto é uma cápsula, de formato ovalado e cor vermelha, com três a quatro sementes pardas.
É comum seu plantio em hortas e jardins de ervas, por suas propriedades medicinais e partes comestíveis. Ricas em ferro e de sabor picante, as folhas da vinagreira podem ser utilizadas como verdura, em saladas e cozidos, como o famoso arroz de cuxá, típico da gastronomia maranhense. Os cálices também prestam-se para o feitio de sucos, chás, compotas, geléias, conservas, licores, vinhos e xaropes. Curiosidade: Da ramagem da planta ainda se podem extrair fibras têxteis, com diversas aplicações industriais.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Apesar de perene, a vinagreira deve ser conduzida como anual ou bienal, pois perde a beleza e o vigor com o tempo, necessitando de replantio. Suscetível ao ataque de nematóides, que enfraquecem as plantas de forma gradual. Por este motivo não é indicado replantá-la anualmente no mesmo local. No tolera frio intenso ou geadas. Multiplica-se por sementes postas a germinar em estufa no fim do inverno.
Categorias: Diretório de Plantas
Medicinal:
- Indicações: Falta de Apetite, Cólicas Espasmódicas, Varizes, Hemorróidas, Febre, Má digestão, Infecções da pele, Hipertensão, Obesidade
- Propriedades: Diurética, Depurativa, Aperitiva, Vasodilatadora periférica, Antiescorbútica, Anestésica, Aromatizante, Laxante suave, Digestiva, Calmante, Emolientes, Estomáquica, Hipotensora, Afrodisíaca, Tônica, Colerética
- Partes Utilizadas: Folhas, Flores e Raízes
Alerta:
Não é recomendado o uso durante a gravidez e lactação.
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