Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Receita: Biomassa de banana verde - Programa Rio Grande Rural
As oficinas de alimentação que a Emater-Ascar leva até os grandes eventos, como a Expoagro-Afubra, são sempre sucesso junto ao público. Na edição deste ano, o pessoal se ligou na biomassa de banana verde, que ajuda a incrementar várias receitas. É o que você vai ver agora.
terça-feira, 31 de março de 2015
COBERTURAS VEGETAIS VIVAS DO SOLO PARA BANANEIRA
Ana Lúcia Borges1 & Luciano da Silva Souza2
As leguminosas sintetizam compostos nitrogenados a partir do N atmosférico, disponibilizando-os para as culturas (principal e consorciadas), além de atuarem na melhoria e estabilização da estrutura do solo e na reciclagem de nutrientes, devido à presença de raízes ramificadas e profundas. As gramíneas, por apresentarem maior relação carbono/nitrogênio, decompõem-se mais lentamente, proporcionando cobertura do solo mais duradoura (Carlos et al., 2006). Além disso, as raízes das plantas de cobertura fazem o que pode ser denominada de subsolagem biológica, criando pequenos canais no solo por onde circulam a água e o ar (Russell et al., 1981).
As bananeiras apresentam sistema radicular superficial, concentrado nos primeiros 40 cm de profundidade. Borges et al. (2008), em Latossolo Amarelo distrófico argissólico de Tabuleiro Costeiro, sob fertirrigação, observaram concentração de 70 % das raízes da bananeira até 40 cm, com densidade de comprimento de raízes de 1.969,6 cm dm-3 e predominância de raízes de diâmetro entre 0,2 e > 1,5 mm.

Manejo das coberturas vivas
A bananeira é plantada em sistema de fileiras duplas, no espaçamento de 4,0 m x 2,0 m x 2,0 m ou 4,0 m x 2,0 m x 2,5 m e as leguminosas feijão-de-porco (Canavalia ensiformis), guandu (Cajanus cajan), crotalária (Crotalaria spectabilis) e caupi (Vigna unguiculata) e a gramínea sorgo forrageiro (Sorghum bicolor), por exemplo, semeadas nas entrelinhas de 4,0 m. O solo, após análise química, deve ser corrigido antes do plantio com calcário para atingir saturação por bases de 70 %. No plantio e ao longo do ciclo as bananeiras devem ser adubadas segundo recomendação, com base na análise química do solo.
Quanto ao manejo das coberturas vegetais, após 110 dias as vagens do caupi foram colhidas, retornando para a área a biomassa das vagens sem as sementes. As demais plantas de cobertura foram ceifadas na mesma ocasião, aos 130 dias (1o corte), e também aos 220 dias (2o corte) e 300 dias (3o corte), deixando-se a biomassa no solo (Figura 1).
Figura 1.Cobertura com feijão-de-porco antes da ceifa (A) e biomassa da crotalária após a ceifa (B).
No primeiro ciclo da bananeira ‘Terra’ observou-se que o número médio de dias do plantio à colheita foi maior para a cobertura com sorgo forrageiro, feijão-de-porco e guandu (média de 664 dias). O caupi reduziu em 38,4 dias a colheita em relação à cobertura com sorgo forrageiro. A cobertura vegetal com sorgo forrageiro proporcionou maior biomassa vegetal (2,58 kg m-2) e maior teor de matéria orgânica no solo. Essa biomassa vegetal tende a favorecer o maior peso médio de pencas (22,6 kg) e, consequentemente, maior produtividade (30,2 t ha-1) (Tabela 1). As gramíneas, por terem maior quantidade de carbono, decompõem-se mais lentamente, proporcionando uma cobertura do solo mais duradoura. Contudo, não houve diferença estatística entre as coberturas para pesos de pencas, produtividade, peso, comprimento e diâmetro médio do fruto, com valores médios de 21,7 kg, 28,8 t ha-1, 178,5 g, 20,9 cm e 39,6 mm, respectivamente (Tabela 1).
Tabela 1.Atributos da bananeira ‘Terra’ na colheita, em função das plantas de cobertura, em Argissolo Amarelo Distrocoeso. Presidente Tancredo Neves, BA, 2009.

1PMP: peso médio de pencas; PRD: produtividade; PMF: peso médio do fruto; NFC: número de frutos por cacho; CMF: comprimento médio do fruto; DMF: diâmetro médio do fruto. ns: não significativo.
Quanto à densidade total de comprimento de raízes da bananeira, observou-se na cobertura com crotalária valor 35 % maior do que na cobertura com guandu (Figura 2). Além disso, na cobertura com crotalária o sistema radicular apresentou-se mais superficial, com 89,5 % nos 60 cm de profundidade (Figura 2). Sistema radicular da bananeira mais profundo favorecerá não só a sustentação à planta, podendo reduzir o tombamento por ventos, como também proporcionará à planta melhores condições para absorção de água e nutrientes. Por outro lado, na cobertura com guandu, apesar da menor densidade total, as raízes da bananeira estiveram mais distribuídas no perfil, com valor de 42 cm dm-3 na profundidade de 80 cm a 100 cm, correspondendo a 7 % das raízes (Figura 2). O sorgo forrageiro também proporcionou boa distribuição das raízes no perfil (84,9 % concentradas até a profundidade de 60 cm) e maior percentual de raízes (7,3 %) dentre as coberturas na camada mais profunda (Figura 2), possivelmente agindo como uma subsolagem biológica (Russell et al., 1981). Desta forma, o sorgo forrageiro, mesmo sendo uma gramínea, pode ser uma cobertura vegetal adequada para a bananeira, pois proporcionou densidade total de raízes de 648 cm dm-3 e bem distribuída ao longo do perfil do solo. O feijão-de-porco e o caupi ocuparam posição intermediária entre a crotalária e o guandu/sorgo forrageiro, com 86,4 % e 86,7 % das raízes até 60 cm de profundidade, respectivamente. É importante destacar o caupi como cultura que pode gerar alimento e renda, aspectos importantes no caso de produção familiar de banana.

Figura 2.Densidade de comprimento total de raízes da bananeira ‘Terra’ em cinco coberturas vivas (FP=feijão-de-porco; GU=guandu; CR=crotalária; CA=caupi; SG=sorgo forrageiro).
Considerações finais
No primeiro ciclo da bananeira ‘Terra’ não houve diferença estatística entre as coberturas vegetais para os atributos avaliados na colheita. A cobertura do solo com caupi proporcionou menor número de dias do plantio à colheita.
Quanto às raízes da bananeira ‘Terra’, a crotalária proporcionou maior densidade de comprimento, porém mais superficial. O guandu e o sorgo forrageiro propiciaram melhor distribuição de raízes da bananeira ao longo do perfil do solo. O feijão-de-porco e o caupi ocuparam posição intermediária entre a crotalária e o guandu/sorgo forrageiro, destacando-se o caupi como cultura que pode gerar alimento e renda, aspectos importantes no caso de produção familiar de banana.
Referências
BORGES, A.L.; SOUZA, L. da S.; PEIXOTO, C.A.B.; SANTOS JUNIOR, J.L.C. dos. Distribuição do sistema radicular da bananeira ‘Prata-Anã’ em duas freqüências de fertirrigação com uréia. Revista Brasileira de Fruticultura, v.30, n.1, p.259-262, 2008.
CARLOS, J.A.D.; COSTA, J.A. da; COSTA, M.B. da. Adubação verde: do conceito à prática. Piracicaba: ESALQ – Divisão de Biblioteca e Documentação, 2006. 36p. (Série Produtor Rural, 30).
RUSSELL, R.S.; IGUE, K.; MEHTA, Y.R. The soil-root system in relation to brazilian agriculture. Londrina: IAPAR, 1981. 372p.
SOBRAL, L.F.; IVO, W.M.P. de M.; RANGEL, J.H. de A.; CINTRA, F.L.D. Avaliação crítica da história do uso dos solos nos Tabuleiros Costeiros do Nordeste do Brasil. In: ARAÚJO, Q.R. de. 500 anos de uso do solo no Brasil. Ilhéus: Editus, 2002. p.447-461.
***
1Pesquisadora da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Caixa Postal 007, CEP 44380-000 – Cruz das Almas–BA. E-mail: analucia@cnpmf.embrapa.br.
2Professor Adjunto do Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, CEP 44.380-000 Cruz das Almas–BA. E-mail: lsouza@ufrb.edu.br.
Data Edição: 20/12/2010
Fonte: Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical
segunda-feira, 30 de março de 2015
domingo, 29 de março de 2015
Uvaia e Araçá
Reportagem nos campos experimentais da Embrapa Clima Temperado de Pelotas sobre a pesquisa com "Uvaia" e "Araçá", duas frutas nativas da região sul do R.Grande do Sul
A crotalária é uma alternativa de cobertura de solo.
É uma planta melhoradora e recuperadora de solos, sendo muito utilizada em solos de café, cana de açúcar, milho, algodão, etc.
Apresenta produção de biomassa variando em geral de 15-60 toneladas/ha de massa verde, um bom sistema radicular melhorando a infiltração de água e boa capacidade de fixar nitrogênio e promover uma elevada reciclagem de vários nutrientes no perfil do solo, contribuindo para um aumento de rendimento nos cultivos posteriores (milho, soja, trigo, etc.). Normalmente quase não tem problemas com pragas e/ou doenças. Pode ser semeada solteira ou consorciada.
Recomenda-se semear de 20-25 sementes por metro linear e espaçamento de 25 cm.
sexta-feira, 27 de março de 2015
Espécies exóticas invasoras boas ou más ? Globo Ecologia
Espécies exóticas invasoras são segunda maior causa de perda de biodiversidade no planeta
O Paraná foi o primeiro estado brasileiro a desenvolver um programa
para controle e regulamentação da retirada de espécies exóticas
invasoras, como forma de proteção da biodiversidade nativa e silvestre.
As espécies trazidas de fora do país – chamadas espécies exóticas – são
consideradas por organizações internacionais como a segunda maior causa
de perda da biodiversidade no planeta.
“Elas dominam o espaço das espécies nativas, diminuindo a
multiplicidade da flora e também da fauna”, disse o secretário do Meio
Ambiente e Recursos Hídricos, Jorge Augusto Callado Afonso. O trabalho
começou em 2005, com uma portaria do IAP, que permite a extração das
espécies exóticas de Unidades de Conservação.
O Paraná foi o primeiro estado brasileiro a publicar uma lista com 57
espécies de plantas e 26 de animais considerados exóticos aos
ecossistemas paranaenses. A portaria número 95, que reconhece
oficialmente a lista, também aponta os tipos de plantios comerciais de
espécies exóticas que devem adotar medidas preventivas de controle para
que não se transformem em vegetação invasora.
“Hoje estas iniciativas são referências em toda América Latina”,
afirma o diretor de Biodiversidade da Secretaria do Meio Ambiente, João
Batista Campos, que coordenou o estudo pelo Instituto Ambiental do
Paraná. Por meio da página do IAP na internet é possível ver a lista
atualizada das espécies exóticas invasoras para o Paraná.
“Muitas pessoas não fazem idéia do quanto espécies exóticas
comprometem a biodiversidade no Paraná. O papel dos órgãos ambientais é
reforçar as iniciativas para proteção da biodiversidade nativa do nosso
Estado”, disse o presidente do IAP, Volnei Bisognin.
Monitoramento – segundo a coordenadora do Programa de Espécies
Invasoras para a América do Sul da organização não-governamental “The
Nature Conservancy” e fundadora do Instituto Hórus de Desenvolvimento e
Conservação Ambiental, engenheira florestal Silvia Ziller, o Paraná é o
estado mais avançado da América Latina na erradicação de espécies
exóticas invasoras.
“O Paraná é o estado brasileiro mais avançado em termos legais e no
estabelecimento de procedimentos técnicos para a erradicação de espécies
invasoras. Além disso, estamos orientando Santa Catarina, Rio de
Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Sul a adotarem medidas
semelhantes com base no Programa paranaense”, disse Sílvia Ziller.
O objetivo da erradicação é devolver aos parques suas características naturais. “Queremos que a natureza seja o mais próxima possível do que era quando o parque foi criado, quando a vegetação predominante era o campo”, afirma a diretora de Biodiversidade e Áreas Protegidas do IAP, Márcia Pires Tussolino. A ação inclui a orientação dos produtores rurais da região e o monitoramento contínuo para evitar novas contaminações.
Outro bom exemplo é a parceria entre o IAP, Ibama e uma multinacional
norueguesa que está resultando no maior programa de erradicação de
espécies exóticas do Brasil em área de Mata Atlântica. Com orientação e
apoio dos órgãos ambientais, a empresa irá recuperar uma área de 1.300
hectares de Mata Atlântica na Serra do Mar, no Litoral do Paraná.O projeto Serra Nativa é desenvolvido na propriedade Fazenda Arraial, no município de Morretes. A fazenda integra uma Área de Preservação Permanente e faz divisa com a Área de Preservação Ambiental de Guaratuba, o Parque Estadual do Marumbi e o Parque Estadual do Pau Oco. A segunda fase do projeto, que inclui o monitoramento da área, para evitar que as exóticas se reconstituam, terá seis anos de duração.
quinta-feira, 26 de março de 2015
Porque modificar o pH do solo? Porque corrigir a acidez do solo?
pH do solo
Porque modificar o pH do solo:
A acidez do solo, pH é de grande influência na absorção dos nutrientes pelas plantas.
Solos muito ácidos ou muito alcalinos podem reter em
ligações e compostos e a deficiência do nutriente na planta se faz
sentir, mesmo que esteja no solo,estará indisponível para a planta.
Conforme a cultura a ser implantada e também com a recomendação de correção feita com a prévia análise de solos, temos:
- Solos muito alcalinos: torná-los mais
ácidos,com a adição de folhas,cascas de árvores,folhas de
coníferas,turfa,musgo, pó de serra, compostos vegetais
- Solos muito ácidos: Fazer calagem,
que é a incorporação no solo de calcário (carbonato de cálcio), calcário
dolomítico (tem também magnésio) ou Óxido de cálcio comercial (cal
virgem) ou Hidróxido de cálcio (cal extinta).
pH do solo e os corretivos de acidez:
Deve-se fazer a análise de solos em laboratório, quando for usado o substrato mineral da propriedade.
Na análise vem o índice de pH e a quantidade de corretivo a usar, se necessário, para a cultura desejada a implantar. Consulte um profissional.
Na análise vem o índice de pH e a quantidade de corretivo a usar, se necessário, para a cultura desejada a implantar. Consulte um profissional.
No comércio existem alguns elementos que são usados para corrigir a acidez do solo:
1. Calcário é um produto em pó, obtido pela moagem de rocha calcária, contém carbonato de cálcio e carbonato de magnésio.
2. Cal virgem de uso agrícola, quando o calcário é queimado, constituído de óxido de cálcio e óxido de magnésio, pó fino e cáustico.
3. Cal hidratada ou extinta, é a cal virgem com a adição de água, tornando-se hidróxido de cálcio e hidróxido de magnésio.
Os adubos tipo nitrogenados
Salitre do Chile, nitratos de K e Ca, tendem a diminuir a acidez do
solo e os amoniacais, sulfato de amônio, uréia e fosfato de amônio tende
a acidificar.
A mistura feita pela indústria de fertilizantes abrange todos os macronutrientes e a maioria dos micros, em diversas formulações para as diversas culturas.
A mistura feita pela indústria de fertilizantes abrange todos os macronutrientes e a maioria dos micros, em diversas formulações para as diversas culturas.
Em fertirrigação o costume é de utilizar os elementos
separados, devido a precipitações por incompatibilidade de alguns
elementos.
fonte:http://www.fazfacil.com.br/jardim/ph-solo/
terça-feira, 24 de março de 2015
Arborização urbana e rural:
Dicas
A experiência de vários anos em arborização permite-me sugerir alguns procedimentos. Essas sugestões atendem à maioria dos casos, como veremos a seguir:
Arborização urbana: sempre é conveniente verificar a legislação do município, principalmente quando se trata de plantio de árvores em vias públicas. Nesse caso, o que mais se deve observar é a rede elétrica e a largura do passeio público. Sob a rede elétrica, a opção é por espécies arbóreas de pequeno porte. Observe as árvores que estão plantadas na cidade. Elas dão idéia da sua adaptação ou não ao ambiente urbano. Isso facilita a escolha das espécies.
| Rua de Porto Alegre; Foto: Darci Bergmann |
| Foto: Darci Bergmann |
Como melhorar o solo (substrato ) da cova: Há quem recomende a mistura de adubos minerais, mas deve-se ter muito cuidado na dose, porque eles sãos sais e, quando em excesso, podem prejudicar as mudas. Tenho conseguido bons resultados da seguinte forma: quando da abertura da cova, separar as camadas de terra. A metade de cima para um lado e a outra camada para outro lado da cova. No fundo, faço mais um corte em "V", com a largura de um palmo e mais ou menos 0,50 m de fundura. Esse cone invertido facilita o aprofundamento da raiz da muda se esta for do tipo pivotante.
Misturo, então, a terra da primeira camada com uma porção igual de material orgânico. Este pode ser esterco de curral bem curtido, composto de lixo orgânico ou equivalente. Nessa mistura, pode-se adicionar areia, entre 10% e 20%. Farinha de osso também pode ser adicionada na base de 0,5 Kg até 1 Kg por cova. Ela não provoca 'queima' das raízes, sendo boa fonte de cálcio e de fósforo. O que não se pode dispensar é a matéria orgânica. Ela deixa o substrato mais poroso e disponibiliza nutrientes, facilitando o desenvolvimento das raízes.
| Foto: Darci Bergmann |
Preenchimento da cova: Agora faz-se o preenchimento da cova. Coloca-se primeiro a camada superior de terra misturada com o material orgânico. Depois se adiciona a terra da camada de baixo também misturada com material orgânico. Faz-se uma inversão da terra que saiu da cova. Agora, antes do plantio, recomendo aplicar bastante água sobre a cova preenchida. Ou então fazer uma compressão com os pés sobre o substrato. Isto faz com que o substrato fique bem assentado.
Plantio da muda: No substrato, faço uma pequena cova para alojar o torrão da muda ou a muda de raiz nua - sem torrão - observando que as raízes fiquem enterradas até pouco acima do colo da planta, ou seja, quase no mesmo nível do solo em torno da cova. Não é a muda que deve ficar lá no
fundo da cova, mas sim as raízes que chegarão até lá com o crescimento da planta.
| Imagem: Darci Bergmann |
Cuidados com o sistema radicular das mudas
As mudas devem ser examinadas quanto às raízes. Se estas estiverem enroladas, deve-se proceder o corte da parte em excesso, mas preservando o torrão. Ali estão as raízes secundárias que irão suprir a planta. Raízes tipo pivotante tortas tendem a se tornar deformadas e lenhosas, o que prejudica a planta com o passar do tempo.
Mudas com raízes fasciculadas, como as das palmeiras
Exemplos:
| Foto: Darci Bergmann |
| Foto: Darci Bergmann |
Mudas com raízes pivotantes
Exemplo um:
Exemplo dois:
| Raiz tipo pivotante com desvio lateral de 90º Deve ser cortada Fotos: Darci Bergmann |
| Raiz deformada suprimida, muda apta para o plantio |
Exemplo dois:
______________________________________________________________
Veja também:
sexta-feira, 20 de março de 2015
Cultivo de lichia no RS - Programa Rio Grande Rural
Uma fruta ainda pouco conhecida, no Rio Grande do Sul, é a lichia. Originária da Ásia, principalmente da China, ela se adaptou em outros países, como o México. No Brasil, é muito cultivada em São Paulo. No Rio Grande do Sul, o agrônomo Ronaldo Pethzold trouxe para o seu sítio, em Maquiné, no litoral norte, há alguns anos. Agora, está colhendo os frutos, e conseguindo uma boa renda com a lichia.
Jornalista José Mario
Cinegrafista Aldir Marins
Maquiné - RS
Assinar:
Comentários (Atom)
Postagem em destaque
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO?
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO? ...
Mais visitadas no último mês
-
De pequi à mangaba, o que não falta é novidade ...
-
Uma fruta ainda pouco conhecida, no Rio Grande do Sul, é a lichia. Originária da Ásia, principalmente da China, ela se adaptou em outros p...
-
What are nitrogen fixing plants, and why use them over nitrogen fertilizer? This video answers this question through an explanation of the n...
-
Nesse vídeo conversamos sobre a TORTA DE MAMONA. Como prepará-la de forma caseira, seu rendimento e o modo de aplicação desse adubo orgânic...
-
no verão antes da poda O melhor período para fazer a poda da jaboticabeira é no inverno antes da floração. Como instrumentos p...
-
retirado do Blog arvores de São Paulo Publicado em 02/12/2013 por Ricardo Cardim É comum ver nas áreas verdes da cidade a cena...
-
Santo de casa não faz milagre, diz o ditado. Mas finalmente estou conseguindo colher rúculas em nossa residência, adubando com humus ...


