come-se: Biodiversidade Urbana no programa do Gabeira: http://bandnewstv.band.uol.com.br/colunistas/coluna.asp?idc=182&idn=670036&tt=capital-natural&tc=biodiversidade-urbana Veja lá...
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quinta-feira, 27 de junho de 2013
come-se: Biodiversidade Urbana no programa do Gabeira
come-se: Biodiversidade Urbana no programa do Gabeira: http://bandnewstv.band.uol.com.br/colunistas/coluna.asp?idc=182&idn=670036&tt=capital-natural&tc=biodiversidade-urbana Veja lá...
Vídeo - Dicas para poda de videira - Programa Rio Grande Rural
A época fria é indicada para fazer a poda das frutíferas. Veja as dicas para podar a parreira.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Macadâmia para o mercado interno - Record News Rural
Enviado em 04/03/2011
Pequena e saborosa, a macadâmia é considerada a noz mais nobre do mundo. Apesar de toda essa fama, o alimento não é íntimo da maioria dos brasileiros. Mesmo assim, um produtor de Jaboticabal aposta no mercado interno para vender toda a produção.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Vídeo - Produção de Physalis é a nova aposta de pequenos produtores de SC
Physalis-Noticias

Propriedades
da physalis chamam atenção de pesquisadores. Valores nutricionais e
medicinais da fruta ajudam a combater vários tipos de doenças
A
fruta physalis é muito apreciada pelos grandes chefs e gourmet da
cozinha internacional, principalmente em forma de doces e como tira
gosto para degustação de vinhos. Mas os valores nutricionais e
medicinais, que vão muito além das aplicações culinárias, têm chamado a
atenção dos pesquisadores. Graças a essas propriedades, a fruta também
pode ser vendida como extrato, em forma de cápsulas.
Além
do alto teor de vitaminas A, C, fósforo e ferro, além de flavonóides,
alcalóides e fitoesteróides – alguns recém-descobertos pela ciência – a
fruta ajuda a combater várias doenças, como diabetes, reumatismo
crônico, doenças de pele, bexiga, rins e fígado. Recentemente,
cientistas da Fundação Oswaldo Cruz, do Ceará, descobriram que a
substância physalina atua no sistema imunológico humano, evitando a
rejeição de órgãos transplantados.
sábado, 22 de junho de 2013
Vegetação é restaurada com semeadura direta e adubação verde!

Vegetação é restaurada com semeadura direta e adubação verde: Semeadura direta visa o rápido recobrimento inicial das áreas degradadas
Créditos: Imagens cedidas pela pesquisadoraNa Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba, pesquisa utiliza semeadura direta de espécies arbustivas e adubação verde como estratégia de sombreamento para restauração de áreas degradadas. Desenvolvido no programa de Pós-graduação em Recursos Florestais pela engenheira florestal colombiana Diana Carolina Vásquez Castro, o estudo avaliou possibilidades de redução de custos da restauração, que são elevados quando o método adotado é o de plantio total de mudas.
"Este projeto procurou testar o uso da técnica de semeadura direta indicada como uma técnica complementar ao plantio de mudas visando à diminuição dos custos de implantação e manutenção de projetos", afirma Diana. O estudo foi feito em duas áreas de Preservação Permanente (APPs), localizadas na Usina São Manoel, em São Manoel, e na Usina São João, em Araras, ambas no interior de São Paulo.
"A proposta foi criar um ambiente sombreado com espécies de
recobrimento no curto prazo e com duração longa, para inibir o
crescimento de espécies competidoras, principalmente gramíneas africanas
e potencializar o desenvolvimento de espécies de diversidade, que são
introduzidas no interior desse ambiente sombreado pela recobridoras",
diz a agrônoma. Segundo Diana, de início fora feita a semeadura direta
das espécies de adubação verde, como o fedegoso e o feijão guandu,
visando o rápido recobrimento inicial das APPs degradadas.Adubação verde
Vegetação é restaurada com semeadura direta e adubação verde: Semeadura direta reduz custos de plantio semi-mecanizado e replantio pela metade
Créditos: Imagens cedidas pela pesquisadoraComo estratégia de minimizar a presença de plantas daninhas na entrelinha, um dos tratamentos foi testar o uso da semeadura direta de uma espécie de adubação verde e de longevidade longa, que é a leucena, conta. "Essa espécie, apesar da grande contribuição para a restauração dos processos de recuperação do solo, é fortemente invasora e por isso seu desenvolvimento foi controlado para que ela não chegasse a florescer até seu total sombreamento, que resultava na sua eliminação".
De acordo com a pesquisa, foram obtidos no campo, dados de diâmetro, altura, cobertura de copa, cobertura de gramínea, mortalidade, área basal e densidade final. Os resultados mostraram que não houve diferença estatística entre o plantio de restauração convencional e o uso de semeadura direta para recobrimento. No entanto, foi verificado que, com o uso de semeadura direta, os custos de operações de plantio semi-mecanizado e de replantio são reduzidos pela metade.
"O método consorciado semeadura direta em covas de espécies de recobrimento e de adubação verde com o plantio de mudas de espécies de diversidade mostrou-se uma alternativa economicamente mais vantajosa, na medida que não aumentou o número necessário de manutenções, reduziu o número de mudas de espécies de diversidade, além de baixar os custos das operações de plantio e replantio".
O processo de restauração florestal de áreas degradadas enfrenta obstáculos referentes à sustentabilidade temporal das áreas restauradas, do uso adequado de espécies nativas regionais e principalmente de custos elevados desses projetos de restauração. A pesquisa de Diana, realizada no Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal (LERF) da Esalq, integra o projeto "Restauração Ecológica de Florestas Ciliares, de Florestas de Produção e de Fragmentos Florestais Degradados (em APP e RL), com Elevada Diversidade, com Base na Ecologia de Restauração de Ecossistemas de Referência".
O objetivo é desenvolver e testar metodologias para superar essas dificuldades. Financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o projeto tem supervisão de Ricardo Ribeiro Rodrigues, coordenador do LERF, e agrega mais 30 pesquisadores.
FONTE
Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Assessoria de Comunicação da Esalq
Caio Albuquerque - Jornalista
Telefone: (19) 3447-8613
Links referenciados
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicowww.cnpq.br
Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal
www.lerf.esalq.usp.br
Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
www.esalq.usp.br
Pós-graduação em Recursos Florestais
www.esalq.usp.br/pg/11150.htm
Assessoria de Comunicação da Esalq
www.esalq.usp.br/acom
Universidade de São Paulo
www.usp.br
Ricardo Ribeiro Rodrigues
lattes.cnpq.br/4985911040627273
Caio Albuquerque
caiora@esalq.usp.br
Esalq
www.esalq.usp.br
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Má nutrição no mundo custa US$ 3,5 trilhões por ano, diz FAO
- BBCBrasil.com
A
má nutrição custa ao mundo cerca de US$ 500 (aproximadamente R$ 1 mil)
por indivíduo ou US$ 3,5 trilhões (R$ 7 trilhões) por ano, valor
equivalente ao PIB da Alemanha, a maior economia da Europa, de acordo
com cálculo publicado em um novo relatório das Nações Unidas.
O montante também equivale a 5% do PIB mundial e foi calculado com
base nos custos relativos à perda de produtividade e gastos com a saúde
gerados por uma dieta deficiente.
Os dados constam de relatório publicado nesta terça-feira pela
Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). No
documento, o diretor do órgão, o brasileiro José Graziano, pediu
esforços mais consistentes para erradicar a má nutrição.
O estudo assinala que a alimentação precária das mães e das crianças
continua a reduzir a qualidade e a expectativa de vida de milhares de
pessoas, assim como problemas relacionados à obesidade, como doenças
cardíacas e diabetes.
"Atores e instituições devem trabalhar conjuntamente em todos os
setores para reduzir mais efetivamente a desnutrição, a deficiência
nutricional, o sobrepeso e a obesidade", diz o relatório.
O órgão alerta ainda que, embora cerca de 870 milhões de habitantes
do planeta ainda passem fome, segundo dados do biênio 2010-2012, outros
bilhões sofrem com a má ingestão de alimentos.
A FAO estima que 2 bilhões de pessoas têm deficiências de um ou mais
micronutriente, enquanto outras 1,4 bilhão estão com sobrepeso, das
quais 500 milhões já são obesas.
Além disso, 25% de todas as crianças abaixo de cinco anos sofrem com
baixa estatura e outras 31% possuem deficiência de vitamina A.
Recomendações
Para combater a má nutrição, a FAO sustenta que dietas saudáveis e
uma boa alimentação devem começar pelo tratamento da comida e dos
produtos agrícolas.
Segundo o relatório, a maneira como os alimentos são cultivados,
processados, transportados e distribuídos tem forte influência nos
hábitos alimentares da população.
Entre as medidas destacadas pelo estudo está o uso apropriado de
políticas agrícolas, investimento e pesquisa para aumentar a
produtividade, não apenas dos grãos como milho, arroz e trigo, mas
também de legumes, carne, leite, vegetais e frutas, todos ricos em
nutrientes.
Outra recomendação do órgão é evitar o desperdício, que atualmente
responde por um terço de toda a comida produzida todos os anos para
consumo humano no mundo. De acordo com a FAO, isso poderia aumentar a
disponibilidade de alimentos bem como reduzir seu preço, além de
diminuir a pressão sobre a terra e outros recursos naturais.
O estudo também chama atenção para outro ponto importante relacionado
ao papel das mulheres no combate à má nutrição. Segundo a FAO, quanto
maior controle as mulheres tiverem sobre os recursos e a renda das
famílias, maior é o benefício para a saúde delas e de seus filhos.
O órgão também destaca iniciativas de combate à má nutrição pelo
mundo, incluindo o programa Fome Zero, no Brasil. No relatório, a FAO
elogia o Brasil pelas medidas tomadas na erradicação da alimentação
precária da população.
O país apresenta um dos menores índices de crianças com deficiência
de crescimento na América Latina (7,1%), atrás apenas do Chile (2%) e da
Costa Rica (5,6%). No entanto, o Brasil ainda tem a maior proporção de
menores de cinco anos anêmicos na região (54,9% do total).
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Conheça seu solo. teste rápido.
Publicado em 20 de agosto de 2012 por Sinval Braga
![]() |
| solo pobre e um solo rico |
Para fazermos uma horta, jardim ou gramado é essencial conhecermos nosso solo. O ideal seria uma análise num laboratório especializado, mas nem sempre isto é possível e prático. No entanto, sempre vale à pena dar uma pesquisada antes. Às vezes há um laboratório pertinho de você, que fornecerá dados importantes e completos sobre o solo, inclusive sobre a fertilidade, sob um custo na maioria das vezes surpreendentemente baixo. Pergunte ao engenheiro agrônomo que atende na agropecuária próximo de você, procure em faculdades de agronomia, Emater, Embrapa, laboratórios privados, etc. Não achou? Não se desespere, pois neste artigo vamos procurar entender um pouco o nosso solo.
Podemos dividir o solo em três partes: físico, químico e biológico. O
físico é, como o próprio nome sugere, sua granulometria, porosidade,
textura, dadas principalmente pelos diferentes componentes em sua
composição, como água, areia, argila, ar e matéria orgânica e a
proporção e a estrutura como estes estão organizados. O químico seria
seus nutrientes e pH, basicamente. O biológico, que indica sua vida
propriamente dita, são a fauna e microfauna presente no solo, composta
por bactérias, fungos, minhocas, insetos, ácaros, algas, moluscos, etc.
Neste artigo trataremos principalmente da parte física e um pouco da
porção biológica do solo. O detalhamento do pH e a forma de verificar a
acidez do seu solo serão tratados num próximo artigo.
Para sabermos a constituição física de nosso solo existem diversos
testes. Um solo arenoso é fácil de ser trabalhado, as ferramentas como
enxada e enxadão penetram facilmente neste solo. Ele também é muito
fácil de fertilizar com compostos orgânicos e adubos químicos. No
entanto, é um solo que se empobrece mais rapidamente porque os
nutrientes são mais facilmente carregados pela água das chuvas e das
regas. É um tipo de solo ideal para diversas hortaliças, principalmente
as cenouras, beterrabas, mandiocas e outras que colhemos as raízes. Os
solos argilosos são mais difíceis de serem trabalhados, pois a terra
gruda nas ferramentas. É um solo mais compacto, menos arejado e a água
tem dificuldade em penetrar e escoar. A textura ideal de solo, para a
maioria das plantas, é um solo arenoso-argiloso, que teria uma
constituição de textura média, capaz de ser trabalhado, de reter
nutrientes e água.
Como fazer o teste de solo
Foto de Sinval
Para
sabermos a constituição do nosso solo, podemos usar uma ferramenta,
como uma pequena pá. Cave um buraco com 20 cm de profundidade, colha
esta terra e coloque numa garrafa branca transparente. O ideal seria uma
garrafa de vidro, mas na falta desta pode-se usar uma garrafa pet
branca. Complete com água e agite bem, para misturar e dissolver bem os
torrões. Deixe descansar por um período de 2 horas, para que todo
material assente. Depois deste tempo, você vai notar diversas camadas
diferentes. Na parte debaixo ficarão as areias, que são partículas mais
pesadas e maiores. No meio ficarão as argilas e em cima, deverá ficar
uma fina camada preta, que seria a matéria orgânica. Esta camada de
húmus ou matéria orgânica poderá até não existir, dependendo da riqueza
biológica de seu solo. Na superfície poderá ficar, se houver, matéria
orgânica não decomposta, como algum pedaço de folha ou pequenos pedaços
de galhos, palha, etc.
Encha a garrafa até um pouco menos da metade. Foto de Sinval.
O
tamanho de cada uma destas camadas é que vai definir seu tipo de solo.
Se houver mais de 85% de areia, será um solo arenoso. Com 70% de areia, o
solo será arenoso-argiloso, e com menos de 60% de areia, será argiloso.
A camada preta de húmus, como já disse acima, poderá até não existir,
mas se você notar uma camada preta de cerca de 5 a 7%, considere-se um
felizardo.
Uma outra forma de analisar o solo é sujando as mãos. Pegue uma
porção da terra úmida e amasse nas mãos. Aperte bem este punhado de
terra, inclusive batendo. Se suas mãos ficaram sujas, seu solo é
argiloso. Se suas mãos ficaram limpas, e sentiu inclusive os grãos de
areia, seu solo é arenoso. O meio termo, seria um solo arenoso-argiloso.
Este método é mais subjetivo que o primeiro e exige um pouquinho mais
de prática para acertar.
Exemplo de um solo mais arenoso que argiloso e com baixa quantidade de matéria orgânica. Foto de Sinval.
Ao contrário do que muitos pensam, a melhor forma de corrigir um solo
arenoso não é adicionar-lhe argila. Da mesma forma, de nada adianta
adicionar areia a um solo argiloso. Em ambos os casos, a textura, a
porosidade, a fertilidade e o arejamento do solo podem ser melhorados
com a adição de matéria orgânica. Eis aí o segredo de um jardim bonito,
uma horta produtiva e um pomar frondoso em qualquer tipo de solo. A
escolha das espécies mais adaptadas ao seu tipo de solo também é
fundamental para o sucesso.
Para um jardim, com gramados e plantas ornamentais, o melhor seria um
solo arenoso-argiloso ou arenoso. Vejo muitos insucessos em gramados
devido o preparo do solo. Conhecendo o tipo de solo, fica bem mais fácil
prepara-lo.
Já para as hortas, o ideal seria um solo mais arenoso, bem trabalhado
com matéria orgânica. Como a drenagem da água é maior neste tipo de
solo, o uso de matéria orgânica é indispensável. Consumir hortaliças de
nossa própria horta, além de prazeroso, nos dá a certeza de estarmos
levando à nossa mesa um produto saudável, com excelente qualidade
biológica. Boas colheitas!
Sinval Bragahttp://www.jardineiro.net/conheca-seu-solo.html
terça-feira, 18 de junho de 2013
Ideias Green - Estufa feita de garrafas PET
Estufa feita de garrafas PET
O site Red Kite mostra a construção passo a passo de uma estufa de garrafas pet. O processo parece bem simples. Infelizmente a imagem final do projeto não foi divulgado.segunda-feira, 17 de junho de 2013
Novo Campo - 09/06/13 - Cogumelo faz bem para a saúde e emagrece!
Publicado em 10/06/2013
Neste programa você acompanha o processo de produção de diversos tipos de cogumelos. Saiba quais os nutrientes que eles possuem e de que forma ajudam na prevenção de doenças.
Produção e Apresentação: Meire Tommazzi
Produção e Apresentação: Meire Tommazzi
domingo, 16 de junho de 2013
Cupcake de hibiscos - Programa Rio Grande Rural
A flor chamada de hibisco, você conhece, não é? Mas, você sabia que existe uma variedade de hibisco que é comestível? Pois os agricultores de Picada Café, na serra gaúcha, estão usando como alternativa de alimentação. E a extensionista da Emater, a Elizete Benke, é que está estimulando o consumo. E com ela a gente vai aprender a fazer um bolinho, chamado de cupcake de hibisco.
Jornalista Rogério Antunes
Picada Café - RS
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