Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
sábado, 31 de janeiro de 2026
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Plantas alimentícias não convencionais ganham destaque como alternativa sustentável para a agricultura familia
Foto: Waldemore Moriconi
Participantes do dia de campo
Dia de Campo em
Sítio Agroecológico da Embrapa apresenta tecnologias, cultivos, usos e
potencial de geração de renda das PANC
Espécies vegetais pouco conhecidas do grande
público, mas com alto valor nutricional, rusticidade e forte ligação com a
biodiversidade local, as Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) vêm
ganhando espaço como alternativa estratégica para a agricultura familiar e para
sistemas produtivos sustentáveis. Esse potencial foi apresentado durante o Dia
de Campo “Conhecendo as Plantas Alimentícias Não Convencionais: cultivo, usos e
geração de renda”, realizado no Sítio Agroecológico, na Embrapa Meio Ambiente
no final de janeiro de 2026.
A atividade foi coordenada por pesquisadores da
Embrapa Meio Ambiente e da Embrapa Mandioca e Fruticultura, em parceria com a
Cooperativa de Agricultores Familiares de Americana e Região (Cooperacra), a
Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), a Agência Paulista de
Tecnologia dos Agronegócios (APTA), a Fundação Instituto de Terras do Estado de
São Paulo “José Gomes da Silva” (ITESP) e as prefeituras de Jaguariúna e
Mogi-Mirim.
O encontro reuniu agricultores familiares, gestores
e técnicos de prefeituras e de instituições de extensão rural, estudantes e
pessoas interessadas em conhecer, na prática, o cultivo e o uso dessas
espécies.
As PANC são plantas com potencial alimentício ainda
pouco explorado pela agricultura convencional. Em sua maioria nativas ou
naturalizadas, mas também algumas exóticas que adaptam-se bem às condições
locais de solo e clima, exigem menos insumos e apresentam elevada capacidade de
produção mesmo em ambientes adversos. Além disso, contribuem para a conservação
da biodiversidade e para a diversificação dos sistemas agrícolas.
Segundo Joel Queiroga, pesquisador da Embrapa Meio
Ambiente e um dos coordenadores do evento, a valorização dessas plantas está
diretamente ligada aos princípios da agroecologia. “As PANC ampliam o
repertório alimentar, reduzem a dependência de agricultores às poucas culturas
dominantes e fortalecem a segurança e a soberania alimentar. São espécies que
dialogam com o território, com a cultura local e com a realidade da agricultura
familiar”, afirma.
Durante o dia de campo, os participantes conheceram
as Unidades de Observação (UO) já existentes no Sítio Agroecológico e a mais
nova delas, dedicada exclusivamente às Plantas Alimentícias Não Convencionais.
Nessas áreas, são desenvolvidas e avaliadas de forma participativa com
agricultores e técnicos, práticas de manejo, cultivo e propagação das espécies,
permitindo o intercâmbio de conhecimentos e que estes agricultores e técnicos
observem o efeito das práticas e o comportamento das plantas em condições reais
de produção.
Para Guilherme Reis Ranieri, autor do livro “Matos de Comer”,
responsável pela apresentação dos fundamentos teóricos das PANC, o
desconhecimento ainda é um dos principais entraves para a ampliação do uso
dessas plantas. “Muitas PANC são vistas como mato ou plantas sem valor, quando,
na verdade, têm grande potencial nutricional e culinário. O trabalho de
divulgação e de formação é essencial para mudar essa percepção”, destaca.
A programação incluiu visitas práticas e técnicas
às áreas de cultivo, onde os participantes puderam conhecer diferentes espécies
e variedades, seus usos alimentares e as principais formas de propagação.
Também foram discutidos arranjos produtivos integrados, como o cultivo
consorciado de mandioca em faixas rotativas, apresentado por Marcelo Ribeiro
Romano, da Embrapa Mandioca e Fruticultura.
De acordo com Romano, a diversificação é uma
estratégia fundamental para sistemas agroecológicos. “O consórcio de culturas e
a inclusão de espécies como as PANC aumentam a eficiência do uso da área,
melhoram a saúde do solo e ampliam as possibilidades de renda para o
agricultor”, explica.
Outro destaque do evento foram os sistemas
agroflorestais (SAFs), apresentados em diferentes abordagens. O SAF Frutas,
conduzido por Luiz Octávio Ramos Filho, da Embrapa Meio Ambiente, demonstrou
como espécies frutíferas podem ser integradas a sistemas mais biodiversos e
resilientes. Já o SAF Medicinal, apresentado por Joel Queiroga, evidenciou o
potencial das plantas medicinais associadas às PANC em sistemas produtivos
diversificados e como estes sistemas conciliam produção e conservação da
socioagrobiodiversidade.
Também foram apresentadas cultivares de mangueiras
adaptadas a sistemas de produção agroecológicos e orgânicos, reforçando a
importância da escolha de variedades adequadas para esse modelo de manejo.
Para além da produção, o evento destacou o
potencial econômico das PANC. A diversificação de cultivos pode gerar novas
oportunidades de comercialização, seja por meio de feiras, mercados locais,
cooperativas ou do processamento artesanal de alimentos. Ao longo da
programação, os participantes puderam degustar os sabores de diferentes
cultivares de mangas e diversas PANC evidenciando as possibilidades
gastronômicas dessas espécies.
“O agricultor familiar pode agregar valor ao
produto, diversificar a renda e ainda oferecer alimentos mais saudáveis e
conectados com a identidade local”, ressalta Queiroga. Segundo ele, iniciativas
como Dias de Campo ajudam a aproximar a pesquisa científica da realidade do
campo e a fortalecer redes locais de produção e consumo.
O evento foi encerrado com uma avaliação coletiva,
na qual os participantes destacaram a importância de ações de capacitação e
demonstração prática para ampliar o uso das Plantas Alimentícias Não
Convencionais. Ao integrar pesquisa, extensão e saberes tradicionais, o projeto
reforça o papel das PANC como aliadas na construção de sistemas alimentares
mais sustentáveis, diversos e socialmente justos.
Cristina
Tordin (MTB 28499/SP)
Embrapa Meio Ambiente
Contatos para a imprensa
meio-ambiente.imprensa@embrapa.br
Telefone: 199 92626751
Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
O SEGREDO COM CINZA FERMENTADA, FAZ AS PLANTAS DISPARAR NO CRESCIMENTO
Como cultivar a zabumba ou zinia, tendo um lindo jardim florido!
A Zabumba ou zínia (zinnia elegans) apresenta uma grande variedade de cores, de tamanhos e de formatos. Há cultivares pequenos, com aproximadamente 15 cm, e plantas grandes, que chegam a quase um metro de altura.
Essas flores podem ser plantadas por sementes em vasos, floreiras ou jardins. Clique aqui e confira as nossas dicas para semear flores e obter sucesso.

Clima e iluminação
As zínias são plantas ideais para clima quente e seco. Elas não suportam baixas temperaturas e, principalmente, as geadas. A umidade em excesso é muito favorável para o surgimento de doenças, por isso é importante se atentar a essa questão.
A planta necessita de luz solar direta por algumas horas diárias para seu bom desenvolvimento e crescimento. Dê preferência para locais abertos.

Solo
A zínia é bastante tolerante quando o assunto é solo. Mas é importante que ele seja bem drenado e leve. Precisa ser fértil, rico em matéria orgânica e com um pH entre 5,5 e 7,5.
O espaçamento dependerá da altura da variedade cultivada. Mas, geralmente, recomenda-se um espaçamento de 10 a 60 centímetros. Porém, é importante lembrar que a zínia também pode ser cultivada em vasos ou jardineiras.
Irrigação
É indispensável manter o solo levemente úmido durante a fase inicial de crescimento. É até mesmo permitido que o solo fique superficialmente seco entre as regas quando as plantas já estiverem bem desenvolvidas.
Como citado acima, a planta é relativamente resistente a seca. Bem tolerante a climas quentes. Por outro lado, não cresce bem e tem seu desenvolvimento interrompido em solos excessivamente úmidos. Sugestão: faça as regas pela manhã.
Ciclo de cultivo
As zínias são plantas de ciclo anual. Ou seja, geralmente germinam, florescem e morrem no período de um ano. Porém podem viver mais de um ano caso sejam cultivadas em condições apropriadas.
Época de floração
Em condições adequadas nas regiões de clima quente, a planta pode florescer durante todo o ano. Já nas regiões de clima frio, floresce apenas no verão e no comecinho do outono. Geralmente começa a florescer de 45 a 70 dias após a germinação. As flores podem ter cerca de 2 cm ou até mesmo 15 cm de diâmetro.
Propagação das zínias
A propagação de zínias é feita através de sementes que, na maioria das vezes, já são semeadas diretamente no local definitivo. As mudas geralmente não suportam bem o transplante.
É necessário semeá-las a uma profundidade de aproximadamente 0,5 cm no solo. Bem superficialmente. A germinação é rápida ocorrendo normalmente em menos de duas semanas ou até mesmo de uma.
No site da Plantei, maior garden center online do Brasil, você pode adquirir sementes de zínia e começar o seu plantio agora! Clique aqui e confira.
Gostou de conhecer mais sobre a espécie?
Então mãos à terra e vá colorir o jardim com zínias!
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
domingo, 25 de janeiro de 2026
sábado, 24 de janeiro de 2026
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
10 Plantas que Definem o Paisagismo de 2026 | Nativas, Tendências e Jard...
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
Stop Buying Worms! This Cardboard Method Doubled My Worm Population for ...
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
Comedouro fácil que deixa seu quintal um paraíso de pássaros! #pássaros ...
domingo, 18 de janeiro de 2026
10º lugar do Ranking Vale Agrícola 2025: Bolo de Cenoura com casquinha c...
sábado, 17 de janeiro de 2026
Técnica da Embrapa: De Resíduo Vegetal a OURO Verde no Campo!
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
Dicas para um jardim na praia
Ao compor um jardim ou varanda na praia, é preciso levar em conta que as plantas têm que ser nativas de clima tropical. Assim elas suportaram altas temperaturas e, com as chuvas de verão, se desenvolvem com mais vigorosidade. Vento, maresia e solos arenosos devem ser analisados antes das escolhas das espécies.
Outros detalhes que também devem ser analisados ao planejar o paisagismo da casa na praia é implantar espécies que florescem ou dão frutos no verão e que são de baixa manutenção. Afinal, de nada adianta plantar uma flor belíssima e adaptada ao litoral se ela floresce apenas no inverno, ou que exige constante manutenção e não há ninguém no local por meses para realizá-la.
As plantas tropicais como a palmeira, palmeira imperial e coqueiros se adequam muito bem ao clima praiano, pois aguentam ventos fortes e a ação da maresia. Outros exemplos de plantas tropicais são: Coqueiros, Heliconias, Alpineas, Ixoreas, Palmeiras, Bastão do Imperador, Ravenalas, Hibiscos, Cicas, Phoenix e Pandanus. Já em lugares totalmente abrigados da luz solar pode-se usar o lírio da paz, Marantas, Chamaedoreas, Singonio e licuala.
Na composição, é sempre bom utilizar cores tropicais, como da pleomele ou bromélias amarelas e rubras, pois a paisagem deve ser harmônica e não contrastar com a beleza natural da praia. Além disso, cores tropicais são intensas e conferem um ótimo astral onde são dispostas.
Se há espécies apropriadas ao clima praiano, também existem as que não se dão bem neste ambiente e devem ser evitadas, como azaléia, hortênsia, roseira e pinheiros. Plantas de clima temperado também não se adaptam.
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
Compreendendo nosso solo: o ciclo do nitrogênio, fixadores e fertilizantes
/ jimi domingo, 11 de janeiro de 2026
Composto para alimentar as minhocas gigantes africanas
sábado, 10 de janeiro de 2026
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
Doce de melancia: uma forma de aproveitamento integral dos frutos

A melancia é uma das frutas mais apreciadas no verão e costuma ser consumida in natura, com a polpa servida em cubos ou através de sucos. Porém as cascas geralmente são descartadas, tanto nos preparos em casa como nos restaurantes. Convidamos a Nutricionista Irany Arteche para nos ensinar o passo-a-passo de um doce feito com a entrecasca da melancia (a parte branca dos frutos).
Esta receita é uma forma de aumentar o aproveitamento dos frutos, evitando o desperdício desta parte do alimento, além de ser uma forma de resgatar as receitas tradicionais de doces de culturas alemãs e italianas.
Irany comenta que as partes brancas dos frutos de melancia têm um valor nutricional bastante interessante, sem tanta frutose quanto a polpa.
Vamos à Receita!
Ingredientes:
1 kg de Entrecasca da Melancia (quantidade aproximada de meia melancia pequena)
15 g Cal culinário (2 colheres de sobremesa)
1 litro e meio de água
350 g de açúcar (2 xícaras rasas)
Especiarias à gosto (usei duas estrelas de anis, 6 grãos de zimbro, 3 fatias de gengibre)
Modo de fazer:
Descascar a melancia ainda fechada, usando descascador de legumes (isto facilita a retirada da casca verde);
Retirar a polpa vermelha;
Cortar a entrecasca no formato desejado (fatias, cubos, ralado grosso, cortes aleatório, etc);
Colocar em um pote e acrescentar a cal já diluída em água (esta solução deve cobrir totalmente a melancia);
Deixar o preparo descansando por, no mínimo, 8 horas (aconselhável fazer de véspera);
Após descanso, lavar os pedaços e retirar totalmente a cal;
Fazer a calda com açúcar, água e especiarias;
Colocar a melancia na calda e deixar fervendo por no mínimo 20 minutos.
Melancia sem a parte externa da casca
Doce de melancia, com cal
Doce de melancia, sem cal
Sugestões e dicas:
Este é um doce/sobremesa versátil e oportuno, já que evita o desperdício dessa porção nutritiva da melancia que é a entrecasca. A quantia de açúcar pode ser aumentada até duas partes de entrecasca para uma parte de açúcar, ficando mais próxima em dulçor dos doces em calda convencionais; parte deste açúcar pode ser caramelizado no início, trazendo outros aromas à calda.
Aromatizar a calda com cumaru fica excelente. Experimente diferentes variações de especiarias e crie a própria receita.
Escolha as suas sementes para plantar melancia!
Qual a finalidade da cal?
É como nos doces de abóbora, batata doce, pêra, chuchu e outros, quando usamos a cal, os pedaços ficam com uma crocância maior nas bordas, como se tivessem uma “casca” mantendo a polpa super macia e suculenta. Os doces feitos sem a cal, ficam um pouco mais moles e com aspecto mais gelatinoso. Você pode testar estas variações e criar a própria receita!

Cal virgem usada para doces – pode ser comprada em lojas de especiarias ou agropecuárias
Este doce pode ser feito sem a cal, no entanto o resultado é diferente, sem o crocante característico que a cal propicia.
Sirva com uma fatia de queijo ou uma bola de sorvete; aproveite a safra e guarde em vidros após o banho-maria.
Use a criatividade que este ingrediente permite e vamos comer melhor!
Cultive um jardim na praia! Dicas com a areia, a maresia e o vento.
Assim, a regra é optar por plantas nativas da respectiva região para a composição de um jardim litorâneo.
Desta forma, coníferas, azaleias, rododendros, hortênsias, íris, glicínias e todas as variedades típicas de climas frios devem ser evitadas, pois terão seu desenvolvimento prejudicado, com floração menos expressiva, por exemplo. Outra dica é eleger espécies com florada no verão, para que se possa apreciar a beleza das flores na época em que mais se desfruta das praias.
O local onde o jardim será implantado também é importante: terrenos baixos, que podem ser invadidos pela maré, comprometem o resultado final, sendo necessário elevá-los e /ou dotá-los de elementos de contenção. Além disso, adequações do substrato podem ser necessárias, bem como do regime de regas e adubação.
Solo arenoso
Em princípio, quando falamos de jardins à beira-mar, tratamos de solos arenosos. Portanto é mais adequado dar preferência a espécies que sejam bem adaptadas a este tipo de substrato ou, ao menos, tolerantes a tal condição.

Vento salino
Há grande variação da incidência de ventos nas diversas regiões do litoral brasileiro, mas onde as rajadas são mais intensas, as plantas devem estar mais preparadas para essa condição, pois a exposição ao vento pode provocar rápida desidratação em plantas não-adaptadas, com um agravante: o “spray” salino (maresia) intensifica processo da perda de água.
Espécies que se adaptam ao vento litorâneo geralmente apresentam camada de cera protetora nas folhas; espessamento da estrutura (para maior acúmulo de água em seu interior); forma mais compacta/ modificada e/ou a redução da superfície foliar (folhas pequenas). Portanto, observe tais características ao escolher os espécimes.
Regime de baixa manutenção
Muitas vezes os jardins à beira-mar são instalados em casas de veraneio e a manutenção tende a ser menos frequente e as inspeções mais esparsas. Nesse caso, plantas delicadas ou mais exigentes quanto ao zelo não são recomendáveis.
Fontes: Heloiza Rodrigues, bióloga e paisagista, e Marcos Malamut, paisagista.
Postagem em destaque
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO?
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO? ...
Mais visitadas no último mês
-
De pequi à mangaba, o que não falta é novidade ...
-
As pastagens são as principais fontes de alimento dos rebanhos. No entanto, por diversos fatores, como o uso de gramíneas puras e a falta d...
-
Uma fruta ainda pouco conhecida, no Rio Grande do Sul, é a lichia. Originária da Ásia, principalmente da China, ela se adaptou em outros p...
-
Fonte: Site Viveiro Ciprest Cereja Silvestre ou Caferana ( Bunchosia armeniaca ) CEREJA SILVESTRE ou CAFERANA ( Bunchosia armeniac...
-
Forneço 100 unidades por R$39,00 (é o suficiente para começar) “Comece de onde você está. Use o que você tiver. Faça o que você pude...
-
Assim, para quem chegou agora, seja bem-vindo ao nosso canal e não se esqueça de se inscrever. Para Ajudar o canal, deixa o seu like e ativ...
-
Conservação: Muito Bom. Assuntos: Ciências biológicas: Biologia: Minhocas: Criação. Classificação. Elementos fundamentais. Compos...





