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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
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sábado, 17 de janeiro de 2026
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
Dicas para um jardim na praia
Ao compor um jardim ou varanda na praia, é preciso levar em conta que as plantas têm que ser nativas de clima tropical. Assim elas suportaram altas temperaturas e, com as chuvas de verão, se desenvolvem com mais vigorosidade. Vento, maresia e solos arenosos devem ser analisados antes das escolhas das espécies.
Outros detalhes que também devem ser analisados ao planejar o paisagismo da casa na praia é implantar espécies que florescem ou dão frutos no verão e que são de baixa manutenção. Afinal, de nada adianta plantar uma flor belíssima e adaptada ao litoral se ela floresce apenas no inverno, ou que exige constante manutenção e não há ninguém no local por meses para realizá-la.
As plantas tropicais como a palmeira, palmeira imperial e coqueiros se adequam muito bem ao clima praiano, pois aguentam ventos fortes e a ação da maresia. Outros exemplos de plantas tropicais são: Coqueiros, Heliconias, Alpineas, Ixoreas, Palmeiras, Bastão do Imperador, Ravenalas, Hibiscos, Cicas, Phoenix e Pandanus. Já em lugares totalmente abrigados da luz solar pode-se usar o lírio da paz, Marantas, Chamaedoreas, Singonio e licuala.
Na composição, é sempre bom utilizar cores tropicais, como da pleomele ou bromélias amarelas e rubras, pois a paisagem deve ser harmônica e não contrastar com a beleza natural da praia. Além disso, cores tropicais são intensas e conferem um ótimo astral onde são dispostas.
Se há espécies apropriadas ao clima praiano, também existem as que não se dão bem neste ambiente e devem ser evitadas, como azaléia, hortênsia, roseira e pinheiros. Plantas de clima temperado também não se adaptam.
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
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/ jimi domingo, 11 de janeiro de 2026
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sábado, 10 de janeiro de 2026
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
Doce de melancia: uma forma de aproveitamento integral dos frutos

A melancia é uma das frutas mais apreciadas no verão e costuma ser consumida in natura, com a polpa servida em cubos ou através de sucos. Porém as cascas geralmente são descartadas, tanto nos preparos em casa como nos restaurantes. Convidamos a Nutricionista Irany Arteche para nos ensinar o passo-a-passo de um doce feito com a entrecasca da melancia (a parte branca dos frutos).
Esta receita é uma forma de aumentar o aproveitamento dos frutos, evitando o desperdício desta parte do alimento, além de ser uma forma de resgatar as receitas tradicionais de doces de culturas alemãs e italianas.
Irany comenta que as partes brancas dos frutos de melancia têm um valor nutricional bastante interessante, sem tanta frutose quanto a polpa.
Vamos à Receita!
Ingredientes:
1 kg de Entrecasca da Melancia (quantidade aproximada de meia melancia pequena)
15 g Cal culinário (2 colheres de sobremesa)
1 litro e meio de água
350 g de açúcar (2 xícaras rasas)
Especiarias à gosto (usei duas estrelas de anis, 6 grãos de zimbro, 3 fatias de gengibre)
Modo de fazer:
Descascar a melancia ainda fechada, usando descascador de legumes (isto facilita a retirada da casca verde);
Retirar a polpa vermelha;
Cortar a entrecasca no formato desejado (fatias, cubos, ralado grosso, cortes aleatório, etc);
Colocar em um pote e acrescentar a cal já diluída em água (esta solução deve cobrir totalmente a melancia);
Deixar o preparo descansando por, no mínimo, 8 horas (aconselhável fazer de véspera);
Após descanso, lavar os pedaços e retirar totalmente a cal;
Fazer a calda com açúcar, água e especiarias;
Colocar a melancia na calda e deixar fervendo por no mínimo 20 minutos.
Melancia sem a parte externa da casca
Doce de melancia, com cal
Doce de melancia, sem cal
Sugestões e dicas:
Este é um doce/sobremesa versátil e oportuno, já que evita o desperdício dessa porção nutritiva da melancia que é a entrecasca. A quantia de açúcar pode ser aumentada até duas partes de entrecasca para uma parte de açúcar, ficando mais próxima em dulçor dos doces em calda convencionais; parte deste açúcar pode ser caramelizado no início, trazendo outros aromas à calda.
Aromatizar a calda com cumaru fica excelente. Experimente diferentes variações de especiarias e crie a própria receita.
Escolha as suas sementes para plantar melancia!
Qual a finalidade da cal?
É como nos doces de abóbora, batata doce, pêra, chuchu e outros, quando usamos a cal, os pedaços ficam com uma crocância maior nas bordas, como se tivessem uma “casca” mantendo a polpa super macia e suculenta. Os doces feitos sem a cal, ficam um pouco mais moles e com aspecto mais gelatinoso. Você pode testar estas variações e criar a própria receita!

Cal virgem usada para doces – pode ser comprada em lojas de especiarias ou agropecuárias
Este doce pode ser feito sem a cal, no entanto o resultado é diferente, sem o crocante característico que a cal propicia.
Sirva com uma fatia de queijo ou uma bola de sorvete; aproveite a safra e guarde em vidros após o banho-maria.
Use a criatividade que este ingrediente permite e vamos comer melhor!
Cultive um jardim na praia! Dicas com a areia, a maresia e o vento.
Assim, a regra é optar por plantas nativas da respectiva região para a composição de um jardim litorâneo.
Desta forma, coníferas, azaleias, rododendros, hortênsias, íris, glicínias e todas as variedades típicas de climas frios devem ser evitadas, pois terão seu desenvolvimento prejudicado, com floração menos expressiva, por exemplo. Outra dica é eleger espécies com florada no verão, para que se possa apreciar a beleza das flores na época em que mais se desfruta das praias.
O local onde o jardim será implantado também é importante: terrenos baixos, que podem ser invadidos pela maré, comprometem o resultado final, sendo necessário elevá-los e /ou dotá-los de elementos de contenção. Além disso, adequações do substrato podem ser necessárias, bem como do regime de regas e adubação.
Solo arenoso
Em princípio, quando falamos de jardins à beira-mar, tratamos de solos arenosos. Portanto é mais adequado dar preferência a espécies que sejam bem adaptadas a este tipo de substrato ou, ao menos, tolerantes a tal condição.

Vento salino
Há grande variação da incidência de ventos nas diversas regiões do litoral brasileiro, mas onde as rajadas são mais intensas, as plantas devem estar mais preparadas para essa condição, pois a exposição ao vento pode provocar rápida desidratação em plantas não-adaptadas, com um agravante: o “spray” salino (maresia) intensifica processo da perda de água.
Espécies que se adaptam ao vento litorâneo geralmente apresentam camada de cera protetora nas folhas; espessamento da estrutura (para maior acúmulo de água em seu interior); forma mais compacta/ modificada e/ou a redução da superfície foliar (folhas pequenas). Portanto, observe tais características ao escolher os espécimes.
Regime de baixa manutenção
Muitas vezes os jardins à beira-mar são instalados em casas de veraneio e a manutenção tende a ser menos frequente e as inspeções mais esparsas. Nesse caso, plantas delicadas ou mais exigentes quanto ao zelo não são recomendáveis.
Fontes: Heloiza Rodrigues, bióloga e paisagista, e Marcos Malamut, paisagista.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
sábado, 3 de janeiro de 2026
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