Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Good News: Agroecologia pode ser mais lucrativa e melhor para o meio amb...
Good News viajou até Amparo, a 140 km de São Paulo, para conferir como a agroecologia aumentou a renda de uma propriedade agrícola e ainda trouxe de volta a floresta nativa.
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Alimento & Recurso Primitivo: Taboa
Neste vídeo, falamos de uma planta que tem sido utilizada a milhares de anos, em todo o planeta, com inúmeras finalidades. Além de fornecer matéria prima para a criação de vários utensílios modernos e a confecção do fogo, ela também é fonte de um nutritivo alimento encontrado em seu pólen, talo e rizoma. Conheçam a taboa, um alimento milenar e quase que totalmente desconhecida de nós, humanos modernos.
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Taioba - Como identificar a comestível
As folhas da taioba comestível se assemelham a folhas de outra taioba que não é comestível e também com folhas de inhame que também não se deve comer a folha. Saiba como identificar esta espécie que além de saborosa é rica em vitaminas A e Ferro.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
COMO FAZER A PODA VERDE NA VIDEIRA
Neste Vídeo do TV Sítio, você vai conferir como podar a videira no sistema conhecido como poda verde. Uma técnica que permite colher até duas safras de uva utilizando uma mesma planta. Veja mais vídeos em www.tvsitio.com.br
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Os guapuruvus e paineiras estão morrendo na cidade de São Paulo
Extraído do blog: Árvores de São Paulo

Paineira-rosa que morreu em pouco meses na Avenida Dr. Gastão Vidigal, Zona Oeste. Devia ter cerca de 50 anos de idade.
Nos últimos meses se tornou comum observar grandes árvores secas e com as amplas copas em decomposição na cidade de São Paulo. Trata-se principalmente de duas espécies, o guapuruvu (Schizolobium parahyba), nativo na Mata Atlântica Ombrófila Densa, da nossa Serra do Mar próxima ao litoral e a paineira-rosa (Ceiba speciosa), típica na Mata Atlântica Semidecidual do interior do Estado.
As duas espécies parecem acometidas de um mesmo mal, uma doença que rapidamente seca toda a planta. Pelos furos facilmente visíveis na casca das paineiras, julgo que possa ser um besouro associado a um fungo os responsáveis pelo estrago. A situação para as paineiras não é de agora, há alguns anos trás aconteceu fato semelhante na Zona Oeste em grande parte dos exemplares adultos.

Guapuruvus adultos mortos recentemente na alça de acesso da Ponte Cidade Universitária.
Já o guapuruvu apresenta problema semelhante nos seus locais de origem, como Ilhabela, que apresentou no ano passado intensa mortalidade da espécie em meio a floresta, a ponto de ser divulgada uma potencial extinção regional da árvores, tão simbólica para a cultura local tradicional.
E o que está sendo feito a respeito? Até onde sei, infelizmente nada de muito eficaz, e essas “arvores-monumentos” de nossa metrópole seguem desaparecendo. Fatos assim mostram a importância de se ter diversidade de espécies arbóreas na malha urbana, para que não ocorram perdas drásticas da cobertura vegetal, como aconteceu com o ficus exótico em 2010.

Tronco do guapuruvu já sem casca, em estado de decomposição. Vai cair…

Outra paineira…
Ricardo Cardim
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
domingo, 14 de fevereiro de 2016
Alho, gengibre e malva no controle alternativo da antracnose
A antracnose é considerada uma importante doença do pimentão (Capsicum annuumL.) no Estado de Pernambuco e em várias partes do mundo, causando perdas significativas à produção de frutos para comercialização. Ações voltadas para medidas preventivas como o controle alternativo, são de grande relevância por meio da exploração de compostos secundários presentes em plantas medicinais com atividade antimicrobiana.
O presente trabalho teve por objetivo, avaliar a eficiência de extratos vegetais brutos no controle da antracnose em pimentão, bem como analisar a estabilidade do controle dos tratamentos promissores em relação a.diferentes concentrações dos extratos, concentrações
do inoculo e isolados do patógeno e, temperaturas. Na seleção preliminar foram utilizadas 16 espécies vegetais para obtenção de extratos aquosos e etanólicos.
. Os extratos aquosos de alho (Allium sativum L.), malva ( Malva sp.) e gengibre ( Zingiber officinale Roscoe.) propiciaram reduções superiores a 97% nos níveis de severidade. O maior valor de CL 75 foi constatado para o extrato de alho (3,5%), enquanto o menor valor de CL 75
foi verificado com a aplicação de extrato de gengibre (2,1%). A menor taxa de redução da eficiência do controle (TRE) da antracnose com o incremento do inóculo do patógeno ocorreu no extrato de alho.
Com relação a diferentes isolados de C. gloeosporioides , foi constatada interação significativa entre os tipos de extratos e os isolados do patógeno. Os extratos vegetais foram eficientes no controle da doença nas temperaturas de 20, 25 e 30 ºC, enquanto nas temperaturas 10, 15 e 35 °C não houve doença. Não houve diferenças nas eficiênc ias dos extratos de alho e gengibre, enquanto o extrato de malva apresentou a menor eficiência a
20º C, diferindo das outras temperaturas, bem como dos de mais extratos nessa temperatura. Os resultados obtidos nesse estudo indicam o grande potencial de utilização do extrato de alho a 6% no controle da antracnose em pimentão, considerando sua estabilidade em diferentes situações.
Com relação a diferentes isolados de C. gloeosporioides , foi constatada interação significativa entre os tipos de extratos e os isolados do patógeno. Os extratos vegetais foram eficientes no controle da doença nas temperaturas de 20, 25 e 30 ºC, enquanto nas temperaturas 10, 15 e 35 °C não houve doença. Não houve diferenças nas eficiênc ias dos extratos de alho e gengibre, enquanto o extrato de malva apresentou a menor eficiência a20º C, diferindo das outras temperaturas, bem como dos de mais extratos nessa temperatura. Os resultados obtidos nesse estudo indicam o grande potencial de utilização do extrato de alho a 6% no controle da antracnose em pimentão, considerando sua estabilidade em diferentes situações.
Trabalho completo em
http://www.pgfitopat.ufrpe.br/teses/ms119.pdf
sábado, 13 de fevereiro de 2016
As receitas naturais mais bombadas contra pragas
Formiga, pulgão, lesma, caracol, cochonilha, mosca-de-frutas... até vampiro vai passar
longe das suas plantas depois que você preparar algumas das receitas caseiras que
nossa jardineira Carol Costa ensina neste programa. Todas podem ser usadas em
qualquer tipo de planta porque não contêm nenhum produto tóxico a seres humanos e
bichos de estimação. Já para os insetos, essas receitas são matadoras (literalmente!).
Pode usar na horta, nas orquídeas, no gramado, no pomar ou em qualquer outra parte
do jardim. Para mais dicas de jardinagem,
acesse o site Minhas Plantas (http://www.minhasplantas.com.br).
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