Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
quinta-feira, 25 de dezembro de 2025
Torta de mamona
Nesse vídeo conversamos sobre a TORTA DE MAMONA.
Como prepará-la de forma caseira, seu rendimento e o modo
de aplicação desse adubo orgânico rico em nitrogênio.
www.hortemos.com.br
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
Bolacha de Natal: gostinho da infância!
Esta receita não pode faltar de jeito nenhum nos cafés em
família de dezembro: bolacha de Natal! Confira na reportagem
da Edilaine Novaes como preparar este doce tão tradicional!
Bolacha de Natal
3 ovos
250 gramas de açúcar
125 gramas de manteiga
125 gramas de polvilho doce
1 colher de chá de baunilha
1 pitada de sal
1 colher de sopa de sal amoníaco
1 colher de chá de fermento químico
1/4 de xícara de leite
trigo até dar o ponto
Glacê
4 claras
1 1/2 xícara de açúcar
terça-feira, 23 de dezembro de 2025
segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
domingo, 21 de dezembro de 2025
11 frutas do cerrado que todo mundo deveria conhecer !
De pequi à mangaba, o que não falta é novidade
fonte : por Curta Mais
O cerrado é uma das áreas mais ricas do Brasil, e cobre praticamente 20% do território nacional na região do Planalto Central.
Com
biodiversidade rica e (no mínimo) cinco ecossistemas diferentes, há uma
infinidade de plantas e animais que fazem dele um dos ambientes mais
diversificados do país.
De beleza única e incomparável, por aqui também existem frutos típicos que vale a pena conhecer e valorizar. Duvida? Confere aí:
Bacupari-do-Cerrado (Salacia elliptica)
Foto: Nó de Oito
Nativa do
Vale do São Francisco, Pantanal, Planalto Central e partes da Mata
Atlântica, o bacupari-do-cerrado possui polpa espessa e consistente, mas
com sabor adocicado e agradável. Sua árvore pode atingir até 8 metros
de altura e amadurece seus frutos nos meses de novembro e dezembro.
Costuma-se consumir o bacupari-do-cerrado in natura.
Pêra-do-campo (Eugenia klotzschiana)
Foto: Fruitpedia
Imortalizada
na obra de Guimarães Rosa, a pêra-do-campo, conhecida também como
cabacinha-do-campo, é uma fruta grande (variando entre 60g e 90g), com
casca fina e polpa suculenta de sabor doce azedinho, muito
característico. Sua árvore é, na verdade, um arbusto que varia entre
0,5m e 1,5m de altura, e frutifica no verão, a partir de outubro. É
normalmente consumida in natura, em geléias ou na célebre
“limonada de pêra-do-campo”. Pode ser plantada em vaso e é essencial em
projetos de recuperação do cerrado.
Murici (Byrsonima crassifólia)
Foto: Modo de Emagrecimento Rápido
Muito
comum em todo o cerrado e em solos arenosos na região Amazônica, o
muricizeiro é uma árvore típica do cerrado, de baixa estatura e tronco
todo retorcido. Seu fruto, o murici, tem polpa carnosa com uma semente
só. Possui sabor e aroma muito apreciados, sendo consumido de uma
infinidade de formas – in natura, em sucos, geléias, compotas, doces,
picolés e até como farinha. O murici amadurece principalmente entre
fevereiro e maio.
Cagaita (Eugenia dysenterica)
Foto: Coisas da Roça
A cagaita
é uma delícia, mas conforme o próprio nome sugere, não a coma muito
madura, aquecida pelo sol, ou em grande quantidade se não quiser passar
uma temporada no banheiro. Bastante carnuda e suculenta, a cagaita tem
sabor azedinho que lembra o araçá e dá em uma árvore de tronco curto de
copa frondosa, que chega a no máximo 8 metros de altura. É muito
consumida in natura, em sucos, picolés e sorvetes. Pode ser encontrada no pé entre outubro e novembro.
Mama-cadela (Brosimum gaudichaudii)
Foto: Wikipedia
Também
conhecida por mamica-de-cadela, algodão-do-campo, amoreira-do-campo,
mururerana, apé, conduru e inhoré, a mama-cadela é um arbusto pequeno
muito típico em todo o cerrado. O fruto é todo enrugadinho, com a polpa
fibrosa e suculenta, com sabor que lembra o de um coquinho de macaúba.
Consumido in natura, é também muito usada em chás e outros
tipos de preparação caseiras para o tratamento de vitiligo (o que pode
ser perigoso, dado que, dependendo da dose, seu uso pode levar à
intoxicação hepática e queimaduras). Uma pesquisa está sendo financiada
pelo governo federal e um medicamento já está em fase final de desenvolvimento, mas ainda não foi testado em humanos.
Pequi (Caryocar brasiliense)
Foto: Lorhans
O pequi é
conhecido como ouro do cerrado e é um dos frutos mais famosos da
região. O pequizeiro é uma árvore bonita e frondosa, que pode chegar até
12 metros de altura e produz seus frutos de novembro a janeiro.
Grandinho como uma maçã e de casca verde, o pequi possui caroços
revestidos por uma polpa macia riquíssima em vitamina C, que possui
pequenos espinhos por baixo. Embaixo dos espinhos encontra-se uma
amêndoa, também muito apreciada, que pode ser consumida torrada, in natura,
caramelizada, em licores, e até em óleos, como cosmético. O pequi é
muito utilizado na culinária regional, sendo comumente cozido no arroz e
no feijão. Se deu vontade e tem um pequizeiro perto de casa, confira
algumas receitas.
Baru (Dipteryx alata)
Foto: Oh!
Espécie
ameaçada pela extração predatória de sua madeira, o baruzeiro é uma
árvore alta e imponente, que pode chegar até 20m de altura. O seu fruto,
o baru, é uma castanha com sabor similar ao do amendoim, com alto teor
protéico. O problema é que a casca do baru é tão dura que é difícil
abrir o fruto sem quebrar a amêndoa dentro (pense: dá para usar os
restos de casca em calçamento, no lugar de brita, de tão resistente que
é). Por isso, a técnica utilizada para quebrar o fruto costuma ser de
corte transversal ou com pressão mecânica. Como é o caso de castanhas em
geral, a amêndoa do baru é muito versátil e pode ser consumida tanto in natura,
como torrado, em paçoca, rapadura, pé-de-moleque, farinhas e mais uma
infinidade de receitas. Sua polpa também pode ser consumida e costuma
ser usada em óleos, manteigas e tortas. Os frutos amadurecem de setembro
a outubro.
Araticum (Annona coriacea)
Foto: Mapa da Cachaça
Típica de
áreas secas e arenosas do cerrado, o araticum é coberto por uma grossa
casca marrom e possui no seu interior um monte de semente lisa e preta
com uma polpa delícia ao redor. É consumido principalmente in natura,
sucos e doces, e pode ser encontrado no pé de janeiro a março.
Buriti (Mauritia flexuosa)
Foto: Óleos para tudo
O buriti é
uma palmeira não cultivada, mas muito comum em boa parte do país. Alto,
chegando até 30m de altura, o buritizeiro dá por volta de cinco cachos
de buriti todo ano (cada um deles, com cerca de 400 a 500 frutos) entre
abril e agosto, que demoram quase um ano para amadurecer. Quando isso
acontece, por volta de fevereiro, a polpa saborosa é consumida in natura, em doces, picolé e até fermentada, como vinho. O óleo da polpa também pode ser usado para frituras.
Cereja-do-cerrado (Eugenia calycina)
Foto: Nó de Oito
Para quem
gosta de pitangas, a cereja-do-cerrado é considerada o santo graal do
gênero. Dando em um arbusto pequeno e muito ornamental, de cerca de 2m
de altura, é uma fruta de polpa espessa, muito suculenta, macia e de
sabor doce delicioso. Pode ser consumida in natura ou em doces, geléias, gelatinas e sorvetes, e costuma aparecer madura no pé entre os meses de outubro e janeiro.
Mangaba (Hancornia speciosa)
Foto: Viveiro Ipê
Com polpa
suculenta e ligeiramente leitosa e azedinha, a mangaba é o fruto da
mangabeira, árvore típica da caatinga, mas comum também em diversas
regiões do cerrado. Rica em vitamina C, é normalmente consumida tanto in natura,
como em geléias, compotas, sorvetes e licores. Sua árvore pode atingir
até 10 metros de altura e tem aspecto rústico e retorcido, com tronco e
folhas que fornecem um látex conhecido como “leite de mangaba”, com
propriedades medicinais. A mangaba pode ser encontrada o ano todo, mas
principalmente entre os meses de outubro e abril.
Via: Nó de Oito
Pastagens em consórcio de capim e amendoim-forrageiro ficam mais ricas em nutrientes
Fonte:👤by Redação Nordeste Rural
A carência de nutrientes no solo e a baixa qualidade de pastagens
tropicais tornaram-se desafios para pesquisadores e produtores. São
raros os casos de emprego de leguminosas consorciadas com capins em
regiões tropicais. No Brasil já existem duas experiências que vêm dando
bons resultados. Na Amazônia, por exemplo, já se tem dois casos que
merecem destaque: a puerária e o amendoim forrageiro. O uso de uma
leguminosa pode contribuir para o aumento da produção de carne e leite
na região.
A equipe da Embrapa Acre, diz que o amendoim-forrageiro, planta que
apresenta até 22% de concentração de proteína, taxa quase três vezes
maior que a encontrada em capins, e capacidade de produção de matéria
seca em torno de 20 toneladas por ano. Por esta razão, o uso do
consórcio de leguminosas e capins adequados à região, associado a outras
técnicas simples e acessíveis ao pequeno produtor, aumenta a capacidade
de suporte das pastagens para até três cabeças por hectare.
De acordo com Judson Valentim, pesquisador da Embrapa Acre, a
indicação desse consórcio atende a três questões chaves para a
sustentabilidade da pecuária na Amazônia:
1) diversificação do pasto
como medida de contenção do ataque de pragas e doenças;
2) alternativa
para o problema da mortalidade do capim brizantão;
3) maior capacidade
de suporte para os casos de intensificação da pecuária.
Assinar:
Comentários (Atom)
Postagem em destaque
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO?
JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO? ...
Mais visitadas no último mês
-
De pequi à mangaba, o que não falta é novidade ...
-
Uma fruta ainda pouco conhecida, no Rio Grande do Sul, é a lichia. Originária da Ásia, principalmente da China, ela se adaptou em outros p...
-
What are nitrogen fixing plants, and why use them over nitrogen fertilizer? This video answers this question through an explanation of the n...
-
As pastagens são as principais fontes de alimento dos rebanhos. No entanto, por diversos fatores, como o uso de gramíneas puras e a falta d...
-
Fonte: Site Viveiro Ciprest Cereja Silvestre ou Caferana ( Bunchosia armeniaca ) CEREJA SILVESTRE ou CAFERANA ( Bunchosia armeniac...
-
Extraído do blog cadico minhocas Muita gente me escreve dizendo: Socorro! Apareceram larvas/vermes no meu minhocário! Por que a...
-
Forneço 100 unidades por R$39,00 (é o suficiente para começar) “Comece de onde você está. Use o que você tiver. Faça o que você pude...