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quarta-feira, 16 de agosto de 2023
segunda-feira, 14 de agosto de 2023
Combatendo o assoreamento do arroio e recuperando a mata ciliar 2011
Como existem os cílios que protegem os nossos olhos, existem as matas no entorno dos rios, lagos, riachos, córregos e nascentes. É nessa área que existe a mata ciliar, que protege as nascentes de água e os animais aquáticos, evitando a erosão das margens, funcionando como filtro aos agentes poluidores, servindo de refúgio às aves e animais, favorecendo a criação de corredores de biodiversidade, preservando a biodiversidade da flora, dentre outras funções. São assim, de grande importância para a preservação da qualidade da água que consumimos.
Revegetação, é o plantio da vegetação mais próximo possível da mata original. Assim, após um levantamento das espécies de ocorrência natural na região, fazemos uma classificação delas quanto à exigência de luz para seu crescimento.
Espécies que iniciam o processo natural de cicatrização de uma clareira; têm crescimento muito rápido, produzem grande quantidade de sementes e se desenvolvem bem sob pleno sol.
São espécies que participam dos estágios intermediários da sucessão; as secundárias iniciais têm crescimento rápido e vivem mais tempo que as pioneiras; as secundárias tardias crescem mais lentamente sob sombreamento no início da vida, mas depois aceleram o crescimento em busca dos pequenos clarões no dossel da floresta, superando as copas de outras árvores, sendo por isso denominadas de “emergentes”.
Espécies que aparecem nos estágios finais da sucessão; são tolerantes ao sombreamento intenso e se desenvolvem bem nessa condição.
delimitar a área a ser revegetada, evitando as margens em erosão;
proceder à limpeza da área com uma roçada, para a eliminação de ervas daninhas, evitando o revolvimento do solo e, conseqüentemente, a erosão;
delimitar o espaçamento entre as covas de 3 metros, 2 metros e 1,5 metros, conforme a figura de combinação de espécies;
preparar as covas com dimensões aproximadas de 30 cm de diâmetro por 40 cm de profundidade;
recomenda-se para cada cova a aplicação de 6 litros de esterco de curral (20% do volume da cova) ou 3 litros de esterco de galinha (10% do volume da cova) ou ainda 5 litros de húmus.
o plantio deve ser heterogêneo com as espécies combinadas entre as de luz (pioneiras), as intermediárias (secundárias precoces e secundárias tardias) e as de sombra (clímax).
não plantar mais de 10% da mesma espécie.
plantar 30% de pioneiras 30% de secundárias e 30% de clímax.
Exemplo, no caso de plantar de 100 árvores, usar,
33 espécies pioneiras
33 espécies secundárias
33 espécies climáticas
Plantar as árvores o mais misturado possível, não plantar a mesma espécie uma do lado da outra, misture pioneiras, secundárias e climáticas.
Deve ser feito na época das chuvas (setembro e março). O plantio em áreas de inundação, a partir de fevereiro, quando as chuvas são menos freqüentes, tem mais chances de sucesso.
As medidas necessárias para a conservação das mudas são a irrigação, a capina em coroamento, elevação de terra ao redor da muda para auxiliar o acúmulo da água, as roçadas periódicas até o fechamento das copas e o controle permanente das formigas cortadeiras. Em mudas grandes e em lugares de ventos fortes é preciso fazer o tutoramento das plantas. Este se faz com uma estaca amarrada ao lado da muda. São dois amarrios em formato de 8 com 2 dedos de espaço entre a árvore e a estaca, fazer o primeiro amarrio a 20 cm do chão e o segundo imediatamente antes da primeira bifurcação.
quarta-feira, 9 de agosto de 2023
Representante da União Europeia visita a Embrapa Acre
Fonte EMBRAPA
ImprimirRepresentante da União Europeia visita a Embrapa AcreFoto: Mauricilia Silva
Comitiva conheceu trabalhos de pesquisa na casa de vegetação e no campo experimental da Unidade
Conhecer tecnologias com potencial de adoção por agricultores familiares para a recuperação de áreas degradadas e intensificação da produção agropecuária. Com esse objetivo, o chefe de Cooperação da União Europeia (UE) no Brasil, Stefan Agne, foi recebido por gestores e pesquisadores da Embrapa Acre, na segunda-feira, dia 31 de julho. O representante da entidade cumpre agenda no estado para formalização de cooperação com o governo, para execução do projeto “Recuperando Paisagens Degradadas: Agricultura Familiar”, iniciativa que contemplará 200 famílias na região do Juruá.
Executado pelo Instituto de Pesquisas da Amazônia (Ipam), em parceria com o governo do estado, por meio da Secretaria de Agricultura (Seagri), e Embrapa, o projeto conta com aporte financeiro de R$ 9 milhões e tem entre suas prioridades fortalecer a produção familiar e viabilizar a incorporação de áreas já desmatadas aos sistemas produtivos em uso no Juruá.
Também participaram da visita à Unidade, integrantes de instituições governamentais e do terceiro setor, envolvidas com a execução do projeto. A comitiva recebeu informações sobre tecnologias para diferentes segmentos produtivos e visitou o campo experimental da Unidade para conhecer pesquisas com pecuária e atividades agrícolas.
Tecnologias disponíveis
O manejo conservacionista para a produção em solos arenosos do Juruá foi uma das tecnologias disponíveis para a agricultura familiar, apresentadas ao visitante. Composto por um conjunto de práticas agrícolas conservacionistas do solo, esse sistema de produção sustentável permite recuperar solos degradados e manter a fertilidade das áreas recuperadas, viabiliza uma agricultura sem fogo, permite diversificar as atividades produtivas com aumento na produtividade de mandioca, milho e outras culturas, e reduz custos na produção.
“A recuperação de solos deve ser vista como investimento pelas instituições e pelos produtores. Por isso, estamos em processo de articulação com órgãos de fomento à produção e instituições de crédito rural para viabilizar a abertura de linhas de crédito específicas para o financiamento da adoção dessa tecnologia em larga escala no Acre. Adequar a política de crédito rural é fundamental para o acesso a tecnologias na agricultura familiar”, afirmou Bruno Pena, chefe geral da Embrapa Acre, durante apresentação institucional.
Os cafés clonais “Robustas amazônicos”, recomendados para cultivo no Acre, Rondônia e outros estados da Amazônia, também foram apresentados como alternativa tecnológica para a produção familiar. Essas variedades de cafés permitem produtividade superior a 100 sacas de grãos por hectare e têm contribuído para a expansão da cafeicultura acreana. Nos últimos anos, agricultores de diversos municípios, incluindo Mâncio Lima e Cruzeiro do Sul, localizados no Juruá, passaram a investir na substituição de antigos cafezais seminais por cultivos formados com cafés clonais e na implantação de novas lavouras com esses materiais genéticos.
A comitiva recebeu, ainda, informações sobre a dinâmica de uso, benefícios e vantagens do Sistema Guaxupé, modelo recomendado para a intensificação da pecuária a pasto, baseado no uso tecnologias de baixo impacto que permitem a obtenção de pastagens com alta produtividade de forragem de qualidade e de longa duração.
Um dos pilares desse sistema é o consórcio de gramíneas com leguminosas ricas em proteína e capazes de fornecer nitrogênio para a pastagem, especialmente o amendoim forrageiro, planta que possui, em média, 22% de proteína bruta e consegue incorporar até 150 quilos de nitrogênio na pastagem, por hectare/ano. Além de ganhos na produtividade de carne e de bezerros, por hectare, a tecnologia contribui para uma pecuária de baixo carbono.
Para a produção florestal, o destaque foi o uso associado de geotecnologias (Sistema de Posicionamento Global - GPS, Sistema de Perfilamento a Laser - Lidar (Light Detection and Ranging), drones e Inteligência Artificial) para aumento da eficiência no manejo de florestas tropicais. Pena destacou, entre outros ganhos proporcionados pela adoção dessas tecnologias, o mapeamento tridimensional da floresta, processo que proporciona informações precisas sobre as áreas manejadas ou com potencial de manejo, a realização de inventário florestal automatizado, a identificação de espécies florestais (madeireiras e não-madeireiras) com potencial comercial e o desenvolvimento de modelos específicos para quantificação de estoques de carbono nos locais manejados.

Trabalho conjunto
Na avaliação de Stefan Agne, uma das tecnologias com maior potencial para ações de transferência é o consórcio com leguminosas, já que essas plantas podem melhorar a qualidade dos solos e das pastagens, garantir a oferta de alimento para os animais e proporcionar aumento na produção e na renda familiar.
“Uma das metas do projeto é a recuperação da capacidade produtiva de solos degradados e isso envolve áreas de pastagens improdutivas. Estamos costurando a parceria com a Embrapa, para potencializar as ações do projeto, e esperamos poder utilizar essa e outras alternativas tecnológicas em experiências práticas com agricultores do Juruá e contabilizar os benefícios para os produtores e para o meio ambiente”, enfatiza.
Para Eugênio Pantoja, diretor de políticas públicas e desenvolvimento territorial do Ipam, o Acre possui tecnologias disponíveis, geradas pela pesquisa científica, que possibilitam o uso sustentável da terra e dos recursos naturais e podem desenvolver cadeias produtivas importantes para o estado. "O know-how tecnológico da Embrapa já é conhecido, mas a visita mostrou de forma mais concreta como a cooperação com essa empresa pode contribuir para a execução do projeto e ampliar a capacidade de atuação com as famílias rurais".
“Contar com tecnologias acessíveis, especialmente por pequenos e médios produtores rurais, é essencial para gerar resultados efetivos no campo. O trabalho conjunto com a instituições de pesquisa, instâncias do governo local e prefeituras da região do Juruá vai permitir que tecnologias de fácil adoção cheguem aos produtores rurais, que poderão aumentar a sua escala de produção, gerar mais renda na propriedade e conquistar autonomia econômica”, ressalta.
Diva Gonçalves (Mtb 0148/AC)
Embrapa Acre
Contatos para a imprensa
acre.imprensa@embrapa.br
Telefone: 68 3212-3250
terça-feira, 8 de agosto de 2023
Faça em casa, 12 opções de adubo orgânico!
Fonte: site globo rural
Alternativas aos fertilizantes industrializados, todas as receitas podem ser feitas em casa e aplicadas em pequenas hortas
Por Lucas Alencar | Edição: Vinicius Galeraquinta-feira, 3 de agosto de 2023
07 Plantas para atrair Energias Positivas e afastar a negatividade!
Fonte: blog somos verdes
Imagem via plantaornamental
Imagem via Bluesadventures
Imagem via Wikipedia
Imagem via Culturamix
Imagem via Wunderground
Imagem via Uol Marcia Sorgenfrei e Sandra Kelm / Daiana Dalfito, Agapanthus Floricultura – CuritibaEucalipto de flor vermelha
Nome Científico :Eucalyptus ptychocarpa
Nome Popular: Eucalipto de flor vermelha.
Espécie : Arvore
Recurso Floral : Pólen /Nectar
Floresce: Inverno e verão - Resistente a Geadas
O Eucalyptus ptychocarpa como a maioria dos eucaliptos é nativo da Austrália. Seu porte varia entre 10 a 15 metros de altura com crescimento costumeiramente vertical. Sua copa pode tomar formato mais arredondada e cheia através de podas dos ponteiros da planta ainda jovem. Suas folhas são largas e lanceoladas , avermelhadas quando novas e verde-claro quando maduras. As flores variam de cor, do vermelho-vivo ao rosa, reunidas em grandes cachos nos ponteiros dos ramos e ricas em pólen e néctar, bastante atrativas a abelhas e também beija-flores.
terça-feira, 1 de agosto de 2023
QUARESMEIRA OU MANACÁ DA SERRA
QUARESMEIRA (Tibouchina granulosa) é uma árvore brasileira pioneira, da Mata Atlântica,.Seu nome popular é devido à cor das flores e época de floração: entre os meses de janeiro e abril, e também em junho-agosto. Além da variedade com flores roxas há a de flores rosadas
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