segunda-feira, 10 de julho de 2023

A fruta saborosa Lichia Nome científico: Litchi chinensis






Lichia Enxertada variedade Bengal - Produz em Vasos

Nome científico: Litchi chinensis
Nativa do sul da Ásia, é uma árvore tropical que produz frutos comestíveis que quando vistos de londe são muito semelhantes à morangos maduros.

Árvore de grande porte, pode alcançar até 10m de altura, mas através de podas pode ficar mais ao alcance das mãos, como as mangueiras. As folhas são avermelhadas quando jovens e as inflorescências surgem nos ramos jovens em muitas flores brancas pequenas. Em cachos, os frutos possuem casca quebradiça que envolve a bela polpa branca, a qual rodeia uma dura e grande semente marrom. No Brasil é mais costume que sejam consumidos in natura, mas em regiões da Ásia são preparados em calda. Embora todas as variedades de lichia sejam doces e suculentas, a Branca tende a ser um pouco mais firme e seca, de doçura mais acentuada. Os frutos são ricos em Vitamina C, cálcio, potássio, fósforo e ferro.

No Brasil fruitifica no final do ano, e uma árvore pode produzir mais de 200kg de frutas.

O efeito do papel higiênico no cacto de natal

sábado, 8 de julho de 2023

Castanha Portuguesa, suas flores atraem abelhas

Estamos em época castanha-portuguesa. No verão, elas nos proporcionam uma sombra maravilhosa. No outono, suas folhas caem anunciando a chegada do inverno. 

As sementes são na verdade as castanhas e se apresentam 

em número de uma a três, guardadas por um invólucro espinhoso, conhecido por ouriço. 
São muito saborosos e apreciados em diversos pratos, cozidos, assados ou crus.
 Para a produção de castanhas, é necessário o plantio de mais de uma árvore, pois não 
realiza a autopolinização.
 É conhecida também por suas propriedades medicinais, no combate a diarréia e problemas respiratórios. 


O florescimento exuberante da castanheira atrai abelhas.


Deve ser cultivada sob sol pleno, e prefere solos arenosos e profundos. Tolerante a solos 

ácidos e a seca, quando
 bem estabelecida. Árvore decídua, de clima mediterrâneo, adapta-se a uma ampla faixa 
climática, de temperados

 a tropicais. Multiplica-se por sementes plantadas logo após a colheita.


Nome popular: castanha; castanheiro-europeu
Nome científico: Castanea vesca Gaertn
Família botânica: Fagaceae
Origem: Europa
Características da planta: Arvore que pode atingir até 30 m de altura, tronco com casca ligeiramente fissurada de coloração castanho-escura. Folhas grandes com bordos serreados,


 rígidas e brilhantes. 
Flores pequenas agrupadas em uma haste longa de coloração esbranquiçada.
Fruto: Arredondado, de casca armada de espinhos, firmes e pontiagudos contendo a 

semente grande, de coloração castanha.










Cultivo: Adapta-se a regiões de clima temperado, preferindo locais de solo calcário. 

Espécie de rápido crescimento, no Brasil é cultivada do estado de São Paulo ao 
Rio Grande do Sul. Frutifica de janeiro a fevereiro.


O castanheiro, castanheiro-português ou ainda castanheiro-europeu, como pode muito bem 

ser chamado em terras brasileiras, é árvore proveniente da Europa.


A castanha deve seu nome à cidade de Castana, localizada na antiga Tessália, na Grécia, 

onde, até nossos dias, é cultivada em escala comercial. No Brasil, a planta se adaptou 
bem nas regiões onde o clima é temperado-quente com verões suaves, nas altitudes dos
 planaltos e serras do sul e do sudeste do pais.


O castanheiro é árvore de notáveis dimensões e de grande longevidade, desenvolve-se

 aceleradamente por volta dos 10 anos de idade, atinge sua altura máxima entre os 60 e
 70 anos e vive, em média, 150 anos.


Fonte: cogumelosyamashita.com/Castanha%20Portuguesa
Fonte http://familialuzdemotorhome.blogspot.com.br/2012/02/castanha-portuguesa.html

Produção de cogumelos comestíveis: investimento simples, mas cultivo delicado!!

Champinhom, shitake e shimeje, tipos mais cultivados, exigem temperaturas abaixo de 20ºC e umidade do ar acima de 80%

TV Cursos CPT | Curso Cultivo de Cogumelo Shiitake em Substratos ...
Fonte: jornal dia de campo 
Juliana Royo

O mercado de cogumelos comestíveis está em plena expansão no país por diversos motivos, entre eles o boom da comida japonesa em várias cidades. O champinhom francês, velho conhecido dos brasileiros, ainda é o mais consumido e produzido em território nacional, mas o shitake e o shimeje estão ganhando bastante espaço e podem ser uma boa aposta dos produtores. Estes dois cogumelos não exigem grandes investimentos e são fáceis de serem cultivados por pequenos produtores. De um modo geral, um galpão da fazenda pode ser facilmente adequado, precisa garantir apenas a temperatura abaixo dos 20º e a umidade do ar acima de 80%.

—  A maneira mais simples de cultivo do shitake é o uso de toras de eucalipto. Em São Paulo, está sendo muito comum também o cultivo de shitake em blocos de serragem, mas este método exige uma estrutura maior. No caso do shimeje, é possível fazer o cultivo no processo de compostagem curta e também conseguimos a compostagem a vapor, que é um sistema que pode ser montado sem grandes investimentos, mas requer um controle maior de temperatura e de umidade do ar para que haja a frutificação — explica  Eustáquio Souza Dias, professor da Universidade Federal de Lavras.

O manejo do shitake é tão simples que ele pode ser cultivado até em casa, apenas para consumo próprio, desde que se obedeçam as exigências de temperatura e umidade. Segundo o pesquisador, o primeiro passo para o cultivo de shitake é adquirir toras de eucalipto frescas com as cascas completas,. Ele lembra que é preciso observar se as toras estão verdes, ou seja, não podem ter sinal de ressecamento. O produtor deve fazer uma série de furos ao longo da tora e colocar as “sementes” de cogumelo dentro dos furos. Estas “sementes” são o fungo que vai gerar o cogumelo e devem ser compradas em empresas de qualidade. Depois, estes fungos devem ser tapados com uma mistura, que é uma espécie de cera, e ficarem protegidos do sol em um ambiente bem fresco em condições controladas durante toda a etapa de produção. 

"A maneira mais
 simples de cultivo
 do shitake é o uso
 de toras de eucalipto"


 Eustáquio Dias,
 da UFLA

A única limitação da técnica é que as toras devem ficar em descanso durante seis meses para começar a frutificação, um processo demorado. Após os seis meses, o produtor precisa mergulhar as toras de eucalipto durante 12 horas seguidas em água muito fria. Depois é só esperar a frutificação. No entanto, apesar da aparente simplicidade na produção, Eustáquio Dias chama a atenção para a delicadeza do processo.

— Todas as etapas requerem cuidado. Algumas pessoas pensam que podem cultivar cogumelos indo visitar a plantação só nos fins de semana ou feriados, mas é preciso verificar constantemente as condições de temperatura e umidade do ar. Há produtores que perdem tudo porque não cuidam desta etapa, aí as cascas acabam secando e se soltando.  O ponto de colheita também é muito importante, não pode permitir que o cogumelo passe do ponto ideal senão todo o processo é perdido e o tempo de prateleira diminuído — alerta o professor. 

No caso do champinhom, é preciso que o produtor tenha uma infraestrutura maior. Dias explica que este cogumelo depende de um processo de compostagem para se obter o substrato de cultivo, para se fazer a inoculação do composto. Depois é preciso colocar uma camada de cobertura, que normalmente é feita de terra e deixar a plantação descansando em temperatura controlada. Os custos, variam muito de acordo com o local, a estrutura do produtor e a estratégia de produção, mas o champinhom exige mais gastos do que o shitake e o shimeje.

"O mercado de cogu-
 melos comestíveis
 está em plena ex-
 pansão no país por
 diversos motivos, um
 deles é o boom da 
 comida japonesa" 

Clique aqui, ouça a íntegra da entrevista concedida com exclusividade ao Jornal Dia de Campo e saiba mais detalhes da tecnologia.

Composteira caseira reduz descarte de lixo doméstico em até 51%

Composteira no trabalho profissional
Composteira um outro modelo


A utilização de composteiras domésticas para a destinação adequada de resíduos orgânicos é uma opção que vem ganhando força na busca por sustentabilidade. “Compostar orgânicos, em qualquer casa, significa poder reciclar 51% dos materiais que normalmente vão para aterro sanitário. A prática minimiza a necessidade de transporte e uso dos aterros, diminuindo a emissão de gases de efeito estufa”, explica o gestor ambiental Marcos Alejandro Badra, da Inambi.

A empresa é parceira da CasaE, Casa de Eficiência Energética da BASF, que montou uma composteira doméstica. Além do detrito orgânico produzido na cozinha da CasaE, também podem ser depositados no local os restos de jardinagem, papel de guardanapo e os plásticos compostáveis. O adubo produzido poderá ser usado no próprio jardim da residência.
Segundo Badra, quase a metade dos resíduos gerados nas cidades é orgânico e enviado, inadequadamente, para aterros sanitários ou lixões. A degradação desses resíduos no ambiente gera gás metano, com potencial de aquecimento global 25 vezes superior ao dióxido de carbono, segundo o IPCC, Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas. Essa é a principal causa do efeito estufa relacionada ao lixo urbano. “O descarte inadequado de resíduos é responsável por 30% dos gases-estufa gerados no País, segundo o IPCC”, diz Badra.
A prática da compostagem contribui com as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei 12.305/2010 aprovada em agosto de 2010, e o Decreto 7404/2010, de dezembro do mesmo ano, com o propósito de enfrentar o desafio que o Brasil tem neste sentido. A PNRS prevê a redução na geração de resíduos, tendo como proposta a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar o aumento da reciclagem e da reutilização dos itens que têm valor econômico e podem ser reaproveitados. Além disso, trata da destinação ambientalmente adequada dos rejeitos, que não podem ser reutilizados.
Como fazer uma composteira doméstica
A compostagem é uma prática milenar, realizada de formas variadas em muitas culturas e destinada a melhorar a fertilidade e saúde do solo usado para a produção de alimentos. O método imita os processos dos ecossistemas naturais.
Recipiente
Há vários tipos de composteiras para uso doméstico. A escolha dependerá do tipo de local onde será instalada (casa, apartamento etc.) e a capacidade para receber resíduos em relação à quantidade de pessoas. Qualquer um dos modelos, desde que usado corretamente, é bom.
Tipos de resíduos
Dependerá do tipo de composteira. Em todas elas podem ser depositados resíduos orgânicos de cozinha. Na composteira instalada na CasaE, pode ser incluído papel de guardanapo, plásticos compostáveis, filtro de café, entre outros.
Manejo
Distribua na composteira os resíduos orgânicos compostáveis e cubra-os com biomassa (restos de folhas, grama ou serragem). A composteira deverá permanecer fechada, sendo aberta somente para adicionar resíduos ou retirar o composto. Após 60 dias o composto pode ser retirado pela parte inferior da composteira. Importante: o composto deverá ser escuro e úmido, com o aspecto de borra de café, odor semelhante ao solo de floresta e sem insetos.
Uso
O resultado da compostagem é um adubo que pode ser utilizado na fertilização do solo e vasos de plantas.

Minhocas ou composteiras? Contate agropanerai@gmail.com


quinta-feira, 6 de julho de 2023

Ciclone: Porto Alegre registrou mais de 780 pedidos de remoção de árvores e galhos

 

Fonte: jornal do comercio

Após um ciclone extratropical atingir o Rio Grande do Sul e causar mortes, desaparecimentos e uma série de danos materiais ao Estado, as equipes de manejo arbóreo de Porto Alegre seguem atendendo as ocorrências de árvores caídas da Capital. Desde a quinta-feira (15), mais de 780 protocolos foram registrados no sistema 156 com pedidos de remoção de árvores e galhos. De acordo com técnicos da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSUrb), pasta responsável pelo serviço, o temporal causou a queda de mais árvores de grande porte e não em um local específico, ou seja, há casos de grandes vegetais caídos em diversos bairros. “Há situações que envolvem árvores muito grandes nas quais nossas equipes ficam um turno inteiro para conseguir remover. Então, foi necessário listar as prioridades a fim de atendermos os casos mais graves que são as ruas bloqueadas, escolas e postos de saúde”, afirmou o titular da SMSUrb, Marcos Felipi Garcia.
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FOTO CRISTIANO ANTUNES/SMSURB PMPA/JC
19/06/2023 - 18h02min

Duas pragas no pé de laranja - lagartas e gafanhotos

quinta-feira, 29 de junho de 2023

Compostagem, transformando resíduos em recursos.



Sabe a calçada do vizinho cheia de goiabas maduras? pois é, juntei dois baldes de 20 litros para alimento das minhocas californianas para compostagem.

COMPOSTAGEM: A RECICLAGEM NA NATUREZA

A compostagem é um processo de transformação que pode ser executado com parte dos nossos resíduos domésticos orgânicos, resultando em um excelente adubo para ser utilizado em hortas, vasos de plantas, jardins ou algum terreno que você tenha disponível. Este é um dos métodos mais antigos de reciclagem onde imitamos os processos da natureza para melhorarmos a terra.
O conceito de resíduo na natureza passou a existir com a sua excessiva geração aliada à crescente produção e uso de materiais sintéticos que não se degradam facilmente, além da utilização de substâncias químicas perigosas, como tintas, solventes e metais pesados utilizados em baterias, entre outras (FIGUEIREDO, 1995).
orgânicos
Dos resíduos gerados no estado do Rio de Janeiro, cerca de 52% são orgânicos, contra 44% de recicláveis e 4% de rejeitos. Em 20 anos a porcentagem de lixo orgânico aumentou 16%. (COMLURB, 2001). É importante ressaltar que nem todos os 52% podem ser compostados. Devido à falta de separação prévia na fonte geradora (residências, restaurantes e outros) existem resíduos orgânicos que não são compostáveis misturados aos que são. Além disso, elementos químicos perigosos ao meio ambiente e à saúde contaminam o composto e comprometem a sua qualidade. Segundo estudos feitos na Usina de Compostagem de Irajá, no Rio de Janeiro, existe cerca de 5% de metais pesados por Kg de composto (AZEVEDO et all, 2003). Esse elevado percentual de metal pesado e de material orgânico não compostável em nosso lixo retrata o baixo percentual de resíduo orgânico que é transformado em composto, não só no Brasil, com somente 1%, mas em países que já fazem a separação prévia de seus materiais, como a Alemanha cujo índice chega a 5%. (BALERINI, 2000).

O QUE É COMPOSTO E COMPOSTAGEM?

O composto é um material escuro usado como um tipo de adubo também chamado de terra preta ou húmus.
Compostagem é o processo de decomposição biológica da matéria orgânica contida em resíduos animais ou vegetais. É feita por muitas espécies de microorganismos e animais invertebrados que em presença de umidade e oxigênio, se alimentam dessa matéria e propiciam que seus elementos químicos e nutrientes voltem à terra. Essa decomposição envolve processos físicos e químicos que ocorrem em matas, parques e quintais. Os processos físicos são realizados por invertebrados como ácaros, centopéias, besouros, minhocas, lesmas e caracóis que transformam os resíduos em pequenas partículas. Já os processos químicos, incluem a ação de bactérias, fungos e alguns protozoários que degradam os resíduos orgânicos em partículas menores, dióxido de carbono e água.
Essa técnica vem sendo utilizada há mais de cinco mil anos pelos chineses (FREIRE, 2003) e é uma prática utilizada em propriedades rurais.

Poda de árvores: prevenir é sempre a melhor escolha!!




A energia elétrica é fundamental para o bem-estar das pessoas, mas pode ser perigosa, se não adotados alguns cuidados. A prevenção sempre será uma aliada para evitar acidentes. Uma das situações de risco identificada pela Equatorial Energia Alagoas é a poda de galhos de árvores que estejam próximos ou tocando na rede elétrica de maneira inadvertida.

Em regra, o serviço só deve ser executado por profissionais habilitados, autorizados e que estejam com equipamentos de segurança adequados. Os casos de poda de árvore que não estejam próximos ou tocando a rede elétrica devem ser executados pelo órgão ambiental de cada município.

“Já nas situações em que a vegetação esteja chegando perto ou tocando a rede elétrica, a orientação é sempre procurar a Equatorial para que a Distribuidora programe o desligamento temporário da energia e o procedimento seja realizado com segurança visando evitar acidentes”.

Para a realização das podas também é importante seguir alguns critérios técnicos, visando o menor impacto visual e ambiental possíveis. Além disso, as podas devem ser precedidas de prévia autorização do órgão ambiental competente, e atendimento a legislação, obedecendo às regras de distância para a rede de energia e os tipos de cortes recomendados para cada situação. 

O serviço de poda de árvores em espaço público é de responsabilidade do município, mas se a prefeitura identificar que não é possível realizar a ação, por questões de segurança para seus colaboradores e/ou população, pelo fato dos galhos estarem muito próximos ou tocando a rede elétrica, o órgão deve comunicar a distribuidora de energia para que uma equipe seja enviada para dar apoio na execução da poda.

A interferência de árvores na rede elétrica é um problema que pode ser evitado com planejamento dos municípios e plantio de espécies apropriadas para a área urbana, de modo que não alcancem a altura da rede elétrica.

A solicitação de poda, em caso de vegetação em contato com a rede elétrica, pode ser feita por meio da Central de Atendimento, no telefone 0800 721 2333


 

terça-feira, 27 de junho de 2023

A Astrapéia-rosa (Dombeya wallichii) flor melífera


Fonte:abelhasjatai

Também conhecida por Astrapéia, Astrapéia-rosa, Dombéia e Flor-de-abelha é uma árvore ornamental originária de Madagascar que pode chegar até a 7 metros de altura. É uma planta de clima Equatorial, Mediterrâneo, Subtropical, Tropical e deve ser cultivada em meia sombra ou sol pleno, e seu ciclo de vida é perene.

A astrapéia se espalhou pelo mundo por sua exuberância e popularidade. Ela apresenta ramos pubescentes, e porte pequeno para um árvore, alcançando cerca de 2 a 5 metros de altura. As folhas são grandes, cordiformes, perenes, de cor verde brilhante e pubescentes na página inferior. As inflorescências surgem no outono e inverno, e são umbeliformes, sustentadas por longos pedúnculos, pendentes, globosas e com numerosas flores de cor rosa a avermelhada, ricas em néctar e delicadamente perfumadas. Produz frutos do tipo cápsula, que se dividem em cinco partes.




A astrapéia é uma árvore de rápido crescimento e baixa manutenção, que se destaca principalmente em plantios isolados, mas que pode ser parcialmente sombreada por outras árvores ou construções. As inflorescências pendentes atraem muitas abelhas e possuem perfume agradável e suave, que lembra o côco. As flores velhas permanecem nos ramos, adquirindo uma cor amarronzada e devem ser removidas para um melhor aspecto da planta. Além disso essas flores velhas podem desprender um odor desagradável e atrair moscas. Com podas regulares de formação, é capaz de adquirir porte e formato arbustivo. Há diversos híbridos comerciais disponíveis.


Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Sendo de clima subtropical, a folhagem da astrapéia não é muito resistente a geadas fortes. Fertilizações na primavera e verão estimulam um crescimento saudável e florações exuberantes. Multiplica-se por sementes e mais facilmente por alporquia e estaquia de ramos semi-lenhosos ou de ponteiros.
Esta espécie é diferente da Astrapéia (Dombeya burgessiae) que é originária da África e tem flores claras com base rosa-intenso e da Astrapéia-branca (Dombeya natalensis).
Abelhas observadas nessa espécie de planta coletando pólen e néctar:
• Abelha européia ou africanizada (Apis mellifera)
• Irapuá (Trigona spinipes)
• Jataí (Tetragonisca angustula)
• Jataí-da-terra (Paratrigona subnuda)
• Mirim (Plebeya emerina)
• Mirim (Plebeya saiqui)
• Mandaçaia (Melipona quadrifasciata)
Floração: Junho a Outubro.

Bibliografia:
- Jardineiro.net – http://www.jardineiro.net/plantas/astrapeia-dombeya-wallichii.html
- Flores e abelhas em São Paulo, José Rubens Pirani e Marilda Cortopassi-Laurino.

Postagem em destaque

JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO?

JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO?   ...

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