A
minhoca é um verme da ordem dos anelídeos, com mais de 2.000 espécies
espalhadas por todo o mundo. Elas são animais hermafroditas e quando
encontradas na natureza se alimentam de praticamente de tudo. Outra
característica desses animais é a sua relação de espaço, pois, quando
mantidas em espaços pequenos, sem alimentação e água, as minhocas acabam
cometendo suicídio coletivo, enovelando-se umas nas outras.
Minhoca Vermelha
A Lumbricus rubellus ou
minhoca vermelha da Califórnia é a mais criada em países como Estados
Unidos e Brasil, e é considerada a melhor minhoca para criação
comercial, representando em torno de 90% de todo o comércio
especializado dos Estados Unidos.
Devido às suas características específicas como a calma, a
resistência, a movimentação lenta e o hábito de não se aprofundar muito
na terra, estando em liberdade ou mesmo em canteiro, a minhoca vermelha
se espalhou por quase todo o mundo, adaptando-se muito bem em
praticamente todas as regiões.
Com relação à produtividade, a minhoca vermelha se destaca, com
elevado potencial na “fabricação” de húmus e elevada capacidade de
reprodução, o que a eleva à posição de minhoca preferida pelos
criadores, tanto para as criações comerciais quanto para minhocários.
Minhoca Africana
A Eudrilus eugeniae,
ou minhoca africana, ou ainda minhoca gigante africana, é uma espécie
bastante exótica, cujo comprimento médio é de cerca de 10 centímetros,
podendo chegar até impressionantes 22 centímetros.
Por ser inquieta, aromática e apresentar cores vibrantes ao longo do
dorso, a minhoca africana é utilizada em larga escala como isca para
pesca, pois é facilmente percebida pelos peixes, embora também seja
usada para a alimentação animal ou mesmo como matriz reprodutora.
Todavia, alguns criadores têm se queixado muito das minhocas
africanas por sua atitude “rebelde”, visto que fogem com frequência dos
canteiros.
extraído do site http://hortas.info/como-plantar-morango
O morango ou o morangueiro (Fragaria x ananassa) é uma planta híbrida que surgiu naturalmente na França durante o século XVIII, sendo resultante do cruzamento de duas espécies silvestres oriundas do continente americano, uma sendo a espécie Fragaria virginiana e a outra a espécieFragaria chiloensis. Graças ao tamanho de seus frutos e da produtividade da planta, este híbrido se tornou o morango mais cultivado do mundo.
O morango na realidade é um pseudocarpo, ou seja, um pseudofruto ou um falso fruto, uma vez que o morango é o resultado do crescimento do tecido do receptáculo que contém os ovários da flor. Os reais frutos de um morango são as chamadas "sementes do morango", que são frutos do tipo aquênio (um tipo de fruto seco), e que contêm uma única semente cada um. Cada flor tem muitos ovários e cada um gera, quando fertilizado, um aquênio.
O morangueiro é uma planta perene de vida curta que atinge geralmente de 10 a 30 cm de altura. Suas folhas são trifoliadas, isto é, cada folha apresenta três folíolos, como um trevo, e também são comestíveis, especialmente quando as folhas são mais jovens. A planta inteira pode ser usada para fins medicinais.
Clima
Podem ser encontradas cultivares que crescem bem em diversas faixas de temperatura. Alguns podem ser cultivados em regiões mais quentes, sendo porém sempre necessário um período de baixas temperaturas durante o inverno. O ideal é que a temperatura não ultrapasse, em média, os 22°C durante a frutificação. Além disso, considera-se que dias ensolarados e noites frias levam a produção dos melhores morangos.
Em regiões de clima temperado, subtropical ou tropical de altitude, o morango pode ser cultivado com relativa facilidade. Em regiões onde a temperatura não é baixa durante o inverno, as mudas de morango podem ser colocadas em um ambiente refrigerado a aproximadamente 4°C durante 15 a 20 dias, antes de serem plantadas.
Grande parte das cultivares de morango são sensíveis ao fotoperíodo, ou seja, ao número de horas de luz em um dia. Entre estas, há cultivares de dias longos e cultivares de dias curtos. Cultivares de dias longos são adequados para regiões em altas latitudes, onde a duração do dia de luz varia consideravelmente durante o ano. Há cultivares que não são sensíveis ao fotoperíodo. É importante escolher cultivares adequadas a sua região.
O morangueiro necessita de boa luminosidade para crescer bem, com pelo menos algumas horas de luz solar direta diariamente. Em regiões mais quentes, o morangueiro pode ser sombreado durante as horas mais quentes do dia. Contudo, quando cultivado sem luz solar direta pelo menos por algumas horas por dia, o morangueiro tende a produzir poucos morangos.
Plantação de morangos em sacos plásticos suspensos - imagem original:Honey Tee -
Solo
O solo deve ser bem drenado, fértil e rico em matéria orgânica. O pH ideal do solo situa-se entre 5,5 e 6,5.
Irrigação
Deve ser irrigado de forma a manter o solo sempre úmido, mas sem que fique encharcado.
Arranjo de vasos para a formação de mudas a partir do estolão ou estolho do morangueiro - imagem original: Candy Tale -
Plantio
O morango é normalmente plantado do fim do verão ao fim do outono, dependendo do clima da região (mais cedo em regiões mais frias e mais tarde em regiões mais quentes). As cultivares de dias longos, cultivadas em regiões de clima temperado, são também plantadas na primavera.
O morango é plantado através de mudas oriundas dos estolhos (ou estolões) do morangueiro. O estolho ou estolão é um caule rastejante que cresce eventualmente lançando raízes e brotos, dando origem a novas plantas. Compre mudas de fornecedores no início da plantação e nos anos seguintes obtenha mudas dos estolhos destas plantas. Corte os estolhos para a retirada das mudas quando estas estão bem desenvolvidas, cortando na metade do comprimento entre os brotos (as mudas) em cada estolho. Alguns horticultores esperam as mudas enraizarem antes de separá-las da planta-mãe, outros cortam assim que os brotos nos estolhos têm de 3 a 5 folhas. O espaçamento pode ser de 20 a 35 cm entre as plantas.
O morango também pode ser propagado a partir de sementes, mas este método é pouco usado, pois as mudas oriundas de sementes dificilmente têm as características das plantas progenitoras. Além disso, as mudas oriundas de sementes demoram muito mais para crescer e começar a frutificar. A propagação através de sementes é mais utilizada por pessoas interessadas em obter novas variedades de morango.
Sendo uma planta pequena e de raízes relativamente pouco profundas, o morangueiro pode ser facilmente cultivado em vasos e jardineiras. O morango também é bastante cultivado em sistemas hidropônicos.
Plantação de morangos com cobertura morta no solo - imagem original:Denise Krebs -
Tratos culturais
Em canteiros é preciso cobrir o solo com cobertura morta ou com um plástico opaco com furos para o morangueiro, para ajudar a controlar as plantas invasoras e para impedir que os morangos fiquem em contato direto com o solo. Há estudos que mostram que morangos cultivados em solo com cobertura morta apresentam mais alta concentração de açúcar, flavonoides e antocianinas, em comparação com os cultivados em solo coberto com plástico preto.
Se novas mudas não são necessárias, corte os estolhos assim que surgem para induzir a planta a produzir mais morangos.
Arranjo de vasos com morangueiros no Chelsea Flower Show em 2009 - imagem original: Darorcilmir -
Colheita
Os morangos devem ser colhidos quando estão maduros, diariamente ou a cada dois dias. Colha cortando o talo, sem tocar no morango.
Os morangueiros são plantas perenes, mas produzem bem apenas por dois ou três anos. Assim, substitua as plantas a cada dois ou três anos (alguns horticultores substituem as plantas todos os anos).
Cultivar branco de morango "Ananaserdbeere" - imagem original: Dave Crosby -
Ingredientes
Morangos
Amoras
Mirtilos
Goji
berry
Água de coco
Banana MODO DE PREPARO
Bata os ingredientes no liquidificador e
sirva. BENEFÍCIOS
- Equilibrar nossas defesas antioxidantes e
neutralizar o excesso de radicais livres advindos do excesso de estresse, seja
ele físico ou mental.
- E um suco fantástico para pele, prevenindo o
envelhecimento graças as substâncias nutracêuticas encontradas nos pigmentos
vermelhos, roxos e azuis das frutas vermelhas.
Chamo a atenção para o
superalimento goji berries. E um frutinha tibetana que contém o maior poder
antioxidante da natureza e ainda funciona como um tônico sexual. A água de coco
e um hidratante hidroeletrolítico da natureza com um grande poder de hidratação
celular. Quando tomar?
É excelente para tomar antes durante e depois de todo o
verão.
Aline Matsumoto, florista que estará no Casa Vogue Experience, dá dicas para usá-las
Com a primavera exalando suas cores por aí, que tal aproveitar para
encher a casa com as flores que mais se encaixam no nosso clima – as
tropicais? Vibrantes, essas espécies vão bem não só nos ambientes
residenciais, mas também nos corporativos e em festas, inclusive as
infantis. “Além de precisarem de poucos cuidados, essas flores
proporcionam um efeito gráfico, por isso vão bem em todos os ambientes.
Dá para combinar elementos secos, sementes, compor com arranjos variados
e, algumas, vão bem até sozinhas em cima de um prato, por exemplo”,
conta Aline Matsumoto, florista que estará no Casa Vogue Experience 2017 ensinando num workshop a fazer belos arranjos com esses tipos coloridíssimos. Clique aqui para fazer sua inscrição – as vagas são limitadas! A seguir, ela lista 5 flores tropicais que você precisa conhecer!
Bromélia
Extremamente resistentes e adaptáveis em diversos ambientes, as bromélias são conhecidas por seu formato que lembra um cálice.
Helicônia
Com folhagens que lembram a bananeira e atingem até três metros, a
helicônia se destaca pela sua flor em cachos que misturam dois tons: um
vermelho-alaranjado e um amarelo bem vibrante.
Estrelícia
A Strelitzia reginae também é apelidada de ave do paraíso
graças a seu formato que lembra o bico de um pássaro. Com 15 cm e um
caule comprido, a flor varia entre tons de laranja e azul.
Alpínia
Com formato que lembra um chocalho, ela tem um tom vermelho vibrante
(embora haja outras variações mais rosadas) que contrasta bem com suas
folhagens grandes. Também é conhecida como vindecaá ou colônia.
Flor de banana
Você sabia que além do fruto, a bananeira dá flores lindas? Elas
geralmente possuem tons rosados, mas há outros tons puxados para o verde
e também vinho.
POR AMANDA SEQUIN | FOTOS THINKSTOCK E FILIPPO BAMBERGHI
Visto primeiro em CASA VOGUE
Muito gratificante participar desta semana do meio ambiente e poder compartilhar conhecimento!!
Compostagem é o processo biológico de valorização da matéria orgânica, seja ela de origem urbana, doméstica,
industrial, agrícola
ou florestal, e pode ser considerada como um tipo
de
reciclagem do lixo orgânico. Trata-se de um processo
natural em que
os micro-organismos, como fungos e
bactérias, são responsáveis pela
degradação de matéria
orgânica, transformando-a em húmus, um material muito
rico em nutrientes e fértil.
A prática ainda faz bem para a saúde. De acordo com um estudo, o contato com uma bactéria presente no húmus
funciona como um antidepressivo, diminui alergias, dor e
náusea.
UFCSPA promove Semana do Meio Ambiente em junho
Escrito por Redação Ascom
Seg, 27 de Maio de 2019 14:33
O Núcleo de Gestão Ambiental da UFCSPA promove no período de 4 a 7 de junho a Semana do Meio Ambiente 2019. A iniciativa tem como objetivo celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, com a realização de palestras sobre o consumo de produtos orgânicos e as práticas de disposição de resíduos. As atividades gratuitas e abertas à comunidade interna e externa ocorrerão no Teatro Moacyr Scliar nos turnos da tarde. Mais informações sobre a programação e o procedimento de inscrição podem ser conferidas no SiEx.
Estância das Frutas cultiva mais de 2.500 espécies de frutas raras e abriga variedades dos cinco continentes!
Mal sabia um tratorista desatento, que ao arrancar sem querer um pé raro de tangerina, daria origem a uma coleção única em todo o país. A planta era a preferida do proprietário do sítio, Dr. Sergio Sartori, que fez uma verdadeira peregrinação por viveiros, institutos, associações e centros de pesquisa do estado de São Paulo para encontrar essa variedade novamente. Não a achou, porém descobriu uma imensa gama de frutas raras e exóticas existentes, algo até então desconhecidas. Foi buscando um pé raro de tangerina que ele encontrou uma paixão, colecionar frutas raras.
Há mais de 20 anos, Dr. Sergio Sartori resgata e cultiva plantas do Brasil e do mundo. Esse pomar cresceu, hoje conta com mais de 2.500 espécies frutíferas e virou seu laboratório preferido. Como médico, sempre buscou estudar os benefícios das frutas para a saúde, e perante essa paixão entre a medicina e fruticultura, lançou seu último livro “Frutas e Saúde”, uma obra com mais de 60 capítulos, retratando sobre dezenas de frutas, sua origem, composição e melhorias para a saúde.
Sergio tem como objetivo que as frutas raras se tornem fáceis de serem encontradas. Para isso, criou a Associação Brasileira de Frutas Raras em 2008. São promovidos eventos anuais sobre o tema para interessados e sócios, que aproveitam a ocasião para adquirir ou trocar mudas e sementes, encontrar novas informações ou conhecer cultivares diferentes. “Alimentar-se bem aumenta a expectativa de vida. Temos que mostrar para a população o benefício das frutas e poder preventivo e curativo que elas possuem. Por isso, os eventos não possuem fins lucrativos”, comenta.
Nessas duas décadas de estudos e publicações científicas, a família Sartori publicou livros que estão entre os mais respeitados do país além de ter nossas obras traduzidas e vendidas no exterior como o caso do livro Frutas Brasileiras e Exóticas Cultivadas que pode ser considerado uma referência no assunto. Todo esse trabalho nos motiva à cada dia. E esses são os frutos do respeito entre terra e tradição.
Amendoim forrageiro caixa c/ 15 mudas planta rasteira para sol do dia todo,
requer poucos cuidados porém uma adubação constante, sempre é
recomendada requer regas dia rias se exposta ao sol pleno. aceita poda
de correção.
Tam. aprox.. 10 cm.
Camapu, fisalis ou juá-de-capote é muito
comum aqui no nosso país, em diversas regiões. Na verdade, são duas as
espécies: o Camapu (Physalis pubescens) e o Juá de capote (Physalis angulata), com diferentes características que podem ser facilmente cultivadas aqui.
Mas, o interessante é que a ciência está estudando esta planta pois, ela ajuda na recuperação dos neurônios e, portanto, das doenças neuro-degenerativas como o Alzheimer, o Parkinson e diversas outras.
Pesquisadores do Pará descobriram que uma das substâncias que o camapu (Physalis pubescens)
contém no talo da planta tem a potencialidade de estimular a produção
de novos neurônios no hipocampo - o hipocampo é a área do nosso cérebro
que está ligada à memória - e buscam desenvolver medicamentos
fitoterápicos que possam ser aplicados aos seres humanos pois, por
enquanto a pesquisa se limita a outros animais. Esta pesquisa também
aponta a possibilidade de que estes medicamentos possam ser usados para
os que sofrem de depressão grave, onde há perda neuronal.
“A notícia é muito boa, principalmente
pelo fato de esta substância estimular o crescimento neuronal na área do
hipocampo. A gente está falando da criação de novos neurônios, algo que
algum tempo atrás não se falava”, diz Milton Nascimento dos Santos, do
Grupo de Pesquisas Bioprospecção de Moléculas Ativas da Flora Amazônica
da da Universidade Federal do Pará.
Essas propriedades neurogênicas do
camapu foram testadas em laboratório e em ratos e agora iniciam-se os
testes clínicos e de produção a larga escala, para subsidiar a indústria
farmacêutica nacional.
Mas, pelo visto, essa substância do talo
do camapu é muito complexa e há dificuldades na sua sintetização, mas a
planta é de fácil reprodução, com ciclo bianual. “A substância pode ser
uma maravilha, mas se só é produzida pela planta uma vez por ano, a
produção de fitoterápicos ficaria inviável”, diz Silva.
PROPRIEDADES MEDICINAIS DO CAMAPU
O camapu tem outras propriedades
medicinais reconhecidas - é anti-inflamatório e anti-protozoário
(inclusive há dados de que seu uso pode ajudar a tratar aqueles que
sofrem de Mal de Chagas).
A descoberta da substância que faz com que os neurônios se regenerem foi uma casualidade da pesquisa, que apontava seus estudos para estes outros aspectos curativos do camapu.
Há mais estudos sobre as propriedades medicinais da Physalis angulata,
que é conhecida como purificadora do sangue, fortalecedora do sistema
imunológico e redutora das taxas de colesterol, dentre vários outros
usos.
Aqui
há uma tabela, com referências bibliográficas, que aponta o uso
detalhado dessa espécie de fisalis, onde se mencionam qualidades
calmantes, depurativas, desobstruintes, diurética, antioxidante,
antibacteriana, antitumoral e outras.
CAMAPU NO JARDIM
Mas, caso você queira ter um pé de
camapu, ou de juá-de-capote, a recomendação é de que não jogue as
sementes na sua horta. Essa planta é bastante agressiva em seu
crescimento e vai ocupar todo o espaço, passando por cima das outras
plantas, com certeza. Então, faça um canteiro só para a sua fisalis,
essa é a dica. Você pode comprar as frutinhas no mercado e separar as
sementes, deixá-las secar e semear em terra fértil.
Outra fisalis que se encontra nos mercados é uma conhecida como Golden Berry a Physalis peruviana, cujo crescimento é tão agressivo quanto das outras espécies.
Os agricultores e jardineiros usam composto para melhorar seu
solo e aumentar o crescimento das plantas. O composto é feito a partir
de resíduos vegetais e alimentares, que são decompostos por minhocas e
outros organismos. Ele precisa de oxigênio suficiente (do ar) e da
quantidade certa de umidade. Abaixo está um método para fazer composto.
Ilustração: Petra Röhr-Rouendaal, Where there is no artist (segunda edição)
1 faça um pilha
A pilha de composto não precisa estar contida dentro algo, mas será
mais fácil manejá-la se estiver. Você pode usar um buraco, uma caixa de
ripas ou malha de arame. Procure fazê-la com um mínimo de 1 metro em
cada direção. É útil ter duas ou três pilhas para que se possa
acrescentar materiais a uma pilha enquanto a outra estiver se
decompondo. Em áreas secas, faça o composto em um buraco. Em áreas mais
úmidas, faça a pilha acima do solo. Em climas mais frios, faça o
composto em uma posição ensolarada. Em climas quentes e secos, faça-o
longe da luz direta do sol. Faça pilhas em solo bem drenado ou na grama,
evitando o concreto.
2 empilhe
Use uma boa mistura dos chamados materiais “marrons” e “verdes” (veja
abaixo). Se você mora em uma área úmida, coloque uma camada de pedras e
galhos como base para permitir a drenagem. Comece com uma camada de
materiais marrons seguida de uma camada de materiais verdes. Se tiver
disponível, você pode acrescentar uma camada fina de estrume e uma
camada fina de solo superficial. Em seguida, repita essas camadas.
Coloque água se os materiais estiverem secos. Não use: resíduos
não orgânicos, carne, ossos, óleos, laticínios ou fezes de animais que
comem carne (por exemplo, cães e gatos) ou de humanos, pois estes contêm
bactérias nocivas. Evite colocar ervas daninhas recorrentes ou plantas
doentes.
3 deixe aquecer
Cubra o composto com uma lona, lama ou folhas largas (por exemplo, de
bananeira). Isso ajudará a manter a umidade quando estiver quente e
evitará que o composto fique encharcado quando chover. Não deixe secar –
coloque água, se necessário. A pilha deve ficar quente no meio.
4 revolva regularmente
Mantenha o composto oxigenado revolvendo-o a cada poucas semanas. Não há necessidade de manter as camadas separadas.
5 misture o composto no solo
Quando a mistura ficar marrom escura/preta e quebradiça, com cheiro
de terra, o processo estará concluído. Isso pode levar de dois meses a
um ano. Misture o composto no solo e aproveite os resultados! Você
poderia tentar vender seu composto a agricultores ou lojas agrícolas
(peneire-o para que ele esteja fino o suficiente).
Ilustração: Petra Röhr-Rouendaal, Where there is no artist (segunda edição)
resolução de problemas
Se o composto tiver um odor ruim e estiver molhado, é porque há muito nitrogênio e/ou água.
Coloque mais materiais marrons. Cubra o composto para evitar que ele fique muito molhado.
Se o processo for muito lento, é porque não há nitrogênio, oxigênio ou água suficiente.
Coloque mais materiais verdes. Pique os materiais marrons em
pedaços menores. Revolva o composto para acrescentar oxigênio. Coloque
água, se necessário.
Se o seu composto estiver atraindo insetos e roedores...
Cubra os restos de alimentos recém-acrescentados com materiais
marrons. Use tela de arame ao redor da base para evitar que os roedores
entrem.
por Jude Collins
Jude Collins é a Coordenadora de Informações sobre Projetos da Tearfund. E-mail: jude.collins@tearfund.