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O
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do
Sul, em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e
Sustentabilidade (Smams), promove o curso
Condutor Ambiental Local para o Parque Natural Morro do Osso, de 04 de agosto a 24 de novembro de 2018.
Com
objetivo de contribuir para o fortalecimento da comunicação e educação
ambiental no âmbito da unidade de conservação e incluir a comunidade do
seu entorno na atividade de
condução de grupos de visitantes, gerando trabalho e renda, o curso é
gratuito e tem carga horária de 96 horas-aula. As aulas são
presenciais e ocorrerão aos sábados, , das 8h30min às 12h e das 13h30min
às 18h, na sede do Parque Natural Morro do Osso (Rua
Irmã Jacomina Veronese, 170 - Ipanema).
As inscrições estarão abertas de 26 a 31 de julho, devendo ser realizadas de forma
online através de edital com acesso pelo link abaixo:
- Mais Informações podem ser obtidas através do e-mail
curso.condutorambiental@poa.ifrs.edu.br ou pelo telefone 3930-6063.
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Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
quarta-feira, 25 de julho de 2018
Curso gratuito, condutor ambiental em Porto Alegre
terça-feira, 24 de julho de 2018
HORTA E POMAR ORGÂNICO
Fonte: http://www.recriarcomvoce.com.br/blog_recriar/horta-e-pomar-organico-i/
Agricultura Orgânica
Agricultura orgânica é o sistema de produção que não usa fertilizantes sintéticos, agrotóxicos, reguladores de crescimento ou aditivos sintéticos para a alimentação animal. O manejo na agricultura orgânica valoriza o uso eficiente dos recursos naturais não renováveis, bem como o aproveitamento dos recursos naturais renováveis e dos processos biológicos alinhados à biodiversidade, ao meio-ambiente, ao desenvolvimento econômico e à qualidade de vida humana.
Na agricultura orgânica os processos biológicos substituem os insumos tecnológicos. Por exemplo, as práticas monoculturais apoiadas no uso intensivo de fertilizantes sintéticos e de agrotóxicos da agricultura convencional são substituídas na agricultura orgânica pela rotação de cultura, diversificação, consórcios, entre outras práticas.
Esta prática agrícola preocupa-se com a saúde dos seres humanos, dos animais e das plantas, entendendo que seres humanos saudáveis são frutos de solos equilibrados e biologicamente ativos, adotando técnicas integradoras e apostando na diversidade de culturas.
Para tanto, apóia-se em quatro fundamentos básicos:
- Respeito à natureza: reconhecimento da dependência de recursos naturais não renováveis;
- A diversificação de culturas: leva ao desenvolvimento de inimigos naturais, sendo item chave para a obtenção de sustentabilidade;
- O solo é um organismo vivo: o manejo do solo propicia oferta constante de matéria orgânica (adubos verdes, cobertura morta e composto orgânico), resultando em fertilidade do solo; e
- Independência dos sistemas de produção: ao substituir insumos tecnológicos e agroindustriais.
O Brasil está se consolidando como um grande produtor e exportador de alimentos orgânicos, com mais de 15 mil propriedades certificadas e em processo de transição – 75% pertencentes a agricultores familiares.
A legislação para produtos alimentícios, que dispõe sobre a agricultura orgânica, é a Lei n. 10.831/03 e o Decreto n. 6.326/07.
Perigos dos agrotóxicos
O consumo constante de alimentos contaminados por aditivos químicos oferece diversos riscos à saúde, promove a degradação do solo, a contaminação da água e, até mesmo, do ar. Segundo dados da “Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida”, os fertilizantes artificiais e agrotóxicos ocupam o quarto lugar no ranking de intoxicações e só perdem para picadas de animais peçonhentos e intoxicações com produtos de limpeza.
O consumo constante de alimentos contaminados por aditivos químicos oferece diversos riscos à saúde, promove a degradação do solo, a contaminação da água e, até mesmo, do ar. Segundo dados da “Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida”, os fertilizantes artificiais e agrotóxicos ocupam o quarto lugar no ranking de intoxicações e só perdem para picadas de animais peçonhentos e intoxicações com produtos de limpeza.
Entre os problemas ocasionados pela ingestão diária de pesticidas, herbicidas e fertilizantes artificiais, é possível identificar a infertilidade masculina, reações alérgicas e diversos distúrbios, entre eles, os respiratórios, cardíacos, pulmonares, endócrinos e do sistema imunológico, entre outros.
Alternativas ao Uso de Agrotóxicos
- Besouros: coloque chá de arrudas misturado com óleo mineral emulsionável.
- Formigas: plante gergelim próximo à horta ou observe enquanto as formigas levam as folhas cortadas, o local exato do formigueiro e, então, tampe sua abertura.
- Fungos: pulverize com chá de cebola picada bem miúda.
- Grilos: plante tajete (flor de defunto amarelinha) perto de sua horta.
- Lesmas e caracóis: corte pedacinhos de batata crua, abóbora ou chuchu, salpique com bastante sal e, durante a noite, espalhe-os nos locais infestados.
- Mariposas e lagartas: plante alecrim, menta, losna ou sálvia e faça uma catação manual.
- Moscas, pernilongos ou mosca branca: Plante citronela, amasse as folhas e bata para o cheiro evaporar. Também pode-se aquecer em água, ou ainda, usar uma colher (de sopa) de essência de citronela para um litro de água.
- Pulgões, cochonilhas e grilos: ferva em água fumo de rolo com restinhos de sabão. Depois é só pulverizar a mistura.
segunda-feira, 23 de julho de 2018
Ecosenado - Oficina de Bambu
Encontrado nas regiões tropicais e subtropicais do planeta, o bambu
oferece diversas possibilidades de aproveitamento, mas sua utilização
ainda é pouco difundida. O Ecosenado apresenta as técnicas de corte e
encaixe do bambu e os segredos da amarração. Estimular o uso do bambu
pode ser uma importante alternativa para a extração de madeira.
oferece diversas possibilidades de aproveitamento, mas sua utilização
ainda é pouco difundida. O Ecosenado apresenta as técnicas de corte e
encaixe do bambu e os segredos da amarração. Estimular o uso do bambu
pode ser uma importante alternativa para a extração de madeira.
quinta-feira, 19 de julho de 2018
SUSTENTA: Saiba como fazer uma composteira com minhocas
SUSTENTA: Saiba como fazer uma composteira com minhocas: POR JEANIA ROMANI / SITE UNIÃO FM
45 mil pessoas participaram da Virada Sustentável de Porto Alegre que ocorreu entre os dias 06 e 08 de abril de 2018. A 3ª edição do evento teve como tema principal “A educação e seus desafios na agenda da sustentabilidade”. Muita coisa bacana passou por lá, agora é hora de colocar em prática. Que tal começar hoje mesmo?
Uma das oficinas que ocorreram no evento foi o do grupo Minhocativa que ensina a fazer uma composteira em casa, com minhocas. Isso é legal, porque todos os dias, geramos em Porto Alegre mais de 1.500 toneladas de resíduos sólidos. Cerca de 57% de todo esse volume são resíduos orgânicos, que poderiam virar adubo. Mas a maioria desse material acaba sendo desperdiçado em um aterro sanitário.
Uma das oficinas que ocorreram no evento foi o do grupo Minhocativa que ensina a fazer uma composteira em casa, com minhocas. Isso é legal, porque todos os dias, geramos em Porto Alegre mais de 1.500 toneladas de resíduos sólidos. Cerca de 57% de todo esse volume são resíduos orgânicos, que poderiam virar adubo. Mas a maioria desse material acaba sendo desperdiçado em um aterro sanitário.
Para quem não sabe, um minhocário (ou composteira) é uma fazenda de minhocas que ajuda a reciclar os restos de comida e transformar o substrato em húmus, um composto muito rico que pode ser usado como biofertilizante em hortas e jardins. Antes de optar por uma solução caseira, pesquisei sobre o assunto e encontrei empresas que vendem modelos prontos em caixas plásticas, que podem ser usados até em apartamentos.
Além de caixas plásticas, temos minhocas para venda..
quarta-feira, 18 de julho de 2018
Avaliação do potencial melífero e polinífero de Crotalaria juncea L. e Crotalaria spectabilis Roth. (Fabaceae, Papilionoideae)
Avaliação do potencial melífero e polinífero de Crotalaria juncea L. e Crotalaria spectabilis Roth. (Fabaceae, Papilionoideae) de Alexandre Panerai
Resumo
As leguminosas, pela fixação de nitrogênio no solo, são muito
utilizadas como adubos verdes, em sistemas orgânicos e agroecológicos de
produção.
A disponibilidade de recursos florais para polinizadores reforça o caráter da integração e multifuncionalidade dessas plantas em sistemas biodiversos de produção. Nesse trabalho estudou-se a biologia floral da C. juncea e C. espectabilis para avaliação de seu potencial melífero e polinífero. A liberação de pólen foi caracterizada pelo volume, desde a pré-antese até a murcha total, assim como, a oferta de néctar, com a identificação do volume e concentração. Os resultados demonstram que C.juncea e C. espectabilis podem ser fontes importantes de recursos para as abelhas, pois a concentração de néctar é alta e o pólen é disponibilizado desde o estádio de botão na pré-antese, até a murcha total da flor, com grande volume presente na quilha antes da antese, fator importante para a atratividade das abelhas e de outros visitantes florais.
A disponibilidade de recursos florais para polinizadores reforça o caráter da integração e multifuncionalidade dessas plantas em sistemas biodiversos de produção. Nesse trabalho estudou-se a biologia floral da C. juncea e C. espectabilis para avaliação de seu potencial melífero e polinífero. A liberação de pólen foi caracterizada pelo volume, desde a pré-antese até a murcha total, assim como, a oferta de néctar, com a identificação do volume e concentração. Os resultados demonstram que C.juncea e C. espectabilis podem ser fontes importantes de recursos para as abelhas, pois a concentração de néctar é alta e o pólen é disponibilizado desde o estádio de botão na pré-antese, até a murcha total da flor, com grande volume presente na quilha antes da antese, fator importante para a atratividade das abelhas e de outros visitantes florais.
Ana Paula da Silva Marques
Estudante de Ciências Biológicas- Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho", Campus Botucatu
Ricardo Costa Rodrigues de Camargo
Pesquisador - Biólogo - Embrapa Meio Ambiente
Kátia Sampaio Malagoli-Braga
Pesquisadora - Bióloga - Embrapa Meio Ambiente
Elizabeth Orika Ono
Docente - Bióloga - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho", Campus Botucatu
Mário Artemio Urchei
Pesquisador - Agronômo - Embrapa Meio Ambiente
segunda-feira, 16 de julho de 2018
SEMEANDO CROTALÁRIA NO SÍTIO !!
Neste
final de semana, semeamos crotalária no alinhamento da divisa do sítio
com a estrada. Afim de formar uma cerca viva e reprodução de sementes.
Apesar de ser uma semeadura antecipada, pois a recomendação é setembro.
Vamos ver.
É uma leguminosa anual de primavera-verão, de crescimento muito rápido e vigoroso.
É a espécie que produz a maior quantidade de biomassa no menor tempo
e, consequentemente, fornece nitrogênio em maior quantidade. Além disso,
protege o solo contra os efeitos da erosão, tem um bom controle de
ervas daninhas e é má hospedeira de nematoides do gênero Meloidogyne.
É muito utilizada na implantação e renovação de canaviais. Seu uso
é recomendado para situações que necessitem de grande produção de
biomassa em pouco tempo, de 3 a 4 meses.
Em breve artigo com o potencial melífero da crotalária!!
sexta-feira, 13 de julho de 2018
Aprenda a cultivar hortaliças no inverno!!
Agora é a fase de preparação da terra (no caso de uma horta de rua), e de preparar os vasos, floreiras ou jardineiras (se for fazer dentro de casa).
A principal vantagem em se cultivar no inverno é a escassez de chuvas fortes que podem danificar as plantas e a diminuição das pragas nesta época do ano. Mas, muito cuidado se sua horta ficar dentro de casa, ela precisa receber sol intenso para se desenvolver.
A alface, a rúcula, o repolho, o espinafre, o agrião, o rabanete e couve manteiga, entre outros, fazem parte desse grupo vegetal.
Mas se você mora em regiões do país onde o inverno é mais rigoroso, podendo ocorrer geadas, uma alternativa é fazer as hortas em estufas de plástico ou vidro, que protegem as hortaliças das temperaturas muito baixas e do gelo.
Se você vai usar sementes é importante seguir as dicas no verso na embalagem.
Outra opção é comprar mudinhas, já desenvolvidas, encontradas com facilidade em floriculturas.
Com o cultivo caseiro você garante hortaliças completamente livres de agrotóxicos. A horta em casa como um benefício da alimentação saudável é, sem dúvida, um grande ensinamento as crianças, que crescem em meio a produtos industrializado.
Preparando uma horta orgânica em casa
Ela pode ser feita em um vaso e até mesmo em garrafas recicladas, organizadas em uma horta vertical que pode aproveitar o espaço ocioso. A ideia é que, independente do espaço disponível, qualquer pessoa possa fazer horta orgânica em casa, seja ela em um jardim ou numa sacada de apartamento.Escolha do local
O primeiro passo para ter uma horta orgânica é escolher onde ela ficará. O local deverá receber luz solar sempre que possível, aproximadamente 5 ou 6 horas por dia, além de estar protegido contra o vento e em um local de fácil acesso.Saiba onde plantar
O segundo passo é escolher o(s) espaço(os) disponível(eis). É preciso ter em mente como se pretende cultivar as diferentes espécies. Ao optar por plantar diretamente no solo, é necessário estar atento à organização dos canteiros e também se o solo estará sustentado de alguma maneira. Utilizar blocos, tijolos, pneus, ou qualquer outro material que a criatividade permitir, ao redor dos canteiros é uma alternativa para combater a erosão.Solo
Preparar o solo é o terceiro passo para quem quer aprender como fazer uma horta orgânica em casa, pois é por meio dele que a planta receberá seus nutrientes. O solo deve ser fértil e “fofo” (na densidade adequada) para que a entrada de nutrientes coincida com o crescimento do sistema radicular e sua nutrição. Além da nutrição, existe a preocupação com irrigação do solo, que deve manter-se úmido, mas nunca encharcado, para que não ocorra a proliferação de fungos ou bactérias.Cuidados e tratos culturais
O quarto passo para quem pretende aprender como fazer uma horta orgânica em casa é entender que os tratos culturais para uma horta orgânica podem variar de acordo com o tipo de plantação, o que envolve o espaço, as espécies plantadas e fatores como irrigação e iluminação. No entanto, o cuidado essencial é estar sempre atento ao nível de umidade do solo, controlando-o com cobertura seca (substrato, areia, húmus, matéria orgânica) ou por meio de um sistema de irrigação por gotejamento,Preparar o solo é o terceiro passo para quem quer aprender como fazer uma horta orgânica em casa, pois é por meio dele que a planta receberá seus nutrientes. O solo deve ser fértil e “fofo” (na densidade adequada) para que a entrada de nutrientes coincida com o crescimento do sistema radicular e sua nutrição.
Controle de pragas e doenças
Quando se pensar em produzir orgânico, é indispensável que seja feita tanto a prevenção, quanto o controle de pragas, pois se você esperar a praga aparecer para tentar controlá-la pode já ser tarde demais. Dito isso, o quinto passo para quem quer aprender como fazer uma horta orgânica em casa é fazer a prevenção e controle de pragas, sendo que existem diversas formas de controlar pragas na horta orgânica e a maioria delas envolve receitas bastante simples e com ingredientes acessíveis.Fonte: ciclovivo e HM jardins
quinta-feira, 12 de julho de 2018
2 tipos de adubo ORGÂNICO para orquídeas darem flores
O segredo da Phalaenopsis que dá muitas flores, com hastes carregadas de
botões, pétalas firmes, florada duradoura e meses de alegria é um só:
a-du-bo.
botões, pétalas firmes, florada duradoura e meses de alegria é um só:
a-du-bo.
Quanto melhor adubada sua orquídea, maior os espetáculo de
flores, perfumes, cores e abundância. Também é a correta adubação a
responsável por plantas mais resistentes a pragas e doenças, que
produzem mais brotações, folhas saudáveis e raízes vigorosas, como
explica nossa jardineira Carol Costa.
flores, perfumes, cores e abundância. Também é a correta adubação a
responsável por plantas mais resistentes a pragas e doenças, que
produzem mais brotações, folhas saudáveis e raízes vigorosas, como
explica nossa jardineira Carol Costa.
Neste episódio da série feita em
parceria com o Sítio Kolibri, Carol ensina a preparar dois adubos
caseiros com ingredientes que você tem em casa, como ovos e canela.
Aprenda a fazer a versão líquida, de pronto uso e resultados rápidos, e
também o adubo sólido, “de preguiçoso”, ideal para quem esquece de dar
comida às orquídeas por muitos meses.
Todas as orquídeas que aparecem são do Sítio Kolibri, um dos maiores
produtores de Phalaenopsis do Brasil: http://sitiokolibri.com.br
Para mais dicas de jardinagem, acesse o site Minhas Plantas: http://minhasplantas.com.br
parceria com o Sítio Kolibri, Carol ensina a preparar dois adubos
caseiros com ingredientes que você tem em casa, como ovos e canela.
Aprenda a fazer a versão líquida, de pronto uso e resultados rápidos, e
também o adubo sólido, “de preguiçoso”, ideal para quem esquece de dar
comida às orquídeas por muitos meses.
Todas as orquídeas que aparecem são do Sítio Kolibri, um dos maiores
produtores de Phalaenopsis do Brasil: http://sitiokolibri.com.br
Para mais dicas de jardinagem, acesse o site Minhas Plantas: http://minhasplantas.com.br
terça-feira, 10 de julho de 2018
segunda-feira, 9 de julho de 2018
Série PANCs: plantas alimentícias não convencionais - Parte 1
As Pancs nada mais são do que plantas alimentícias não convencionais.
A sigla é bem autoexplicativa... Fazem parte das Pancs
plantas que nós não consumimos como forma de alimento simplesmente por
falta de costume ou de conhecimento. Contribui também o fato de elas não
serem facilmente encontradas em mercados
e geralmente serem consideradas "mato", "ervas daninhas" ou "invasoras"
por crescerem espontaneamente junto com plantas que cultivamos.
Jogando-as fora, estamos perdendo a oportunidade de consumir alimentos
com um alto valor nutricional por falta de informação.
Mas nem sempre as coisas foram assim, antigamente as Pancs
eram consumidas, mas a falta de contato com a natureza que a vida na
cidade proporcionou principalmente a partir do século XX, esses
alimentos começaram a ser esquecidos. Estima-se que o número de plantas
consumidas pelo homem caiu de 10 mil para 170 nos últimos cem anos. Só
no Brasil há uma biodiversidade enorme a ser pesquisada que possui esse
potencial - estima-se que o país tenha em torno de dez mil plantas com
potencial uso alimentício.
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