A Embrapa Pecuária Sudeste, em parceria com a Unipasto, apresenta um vídeo com informações técnicas sobre o Guandu BRS Mandarim para recuperação de pastagens degradadas. Em sistemas de integração com braquiária, a leguminosa BRS Mandarim tem contribuído para restabelecer a fertilidade do solo e melhorar o desempenho animal.
Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
sexta-feira, 20 de outubro de 2017
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
FEIJÃO GUANDÚ (Cajanus cajan): Vegetal com alto potencial alimentício pouco explorado no Brasil.

Autor: Ms Carlos H. Biagolini – Biólogo – Universidade Guarulhos UnG
O Feijão Guandu ou Andu, como também é conhecido, é uma planta
leguminosa da família Fabaceae, ordem Fabales de origem africana, pouco
explorada no Brasil, no sentido nutricional. Mais conhecida na região
nordeste, está presente em quintais das casas daquela região e muitas
vezes nas ruas ou ainda em praças públicas cultivadas como planta
ornamental uma vez que apresenta vistosas flores amarelas com mesclas
vermelhas no período de produção de sementes.
Esta planta se desenvolve bem tanto em solos bons como também em solos degradados e além da produção do alimento propriamente dito, tem outras grandes vantagens como, por exemplo, sombrear o solo, mantendo a umidade por maior tempo, incorporar nitrogênio aumentando a fertilidade da terra, servir de alimento para a engorda de aves, servir como forrageira para alimentação de gado e ainda permitir que a água de chuva penetre com maior facilidade devido as suas raízes serem longas e profundas.
Ao contrário do que ocorre no nordeste, na região sudeste o Feijão
Guandu é pouco utilizado. Boa parte da população urbana desconhece a
planta e os benefícios que podem obter com sua utilização. Em geral ela é
cultivada apenas por moradores de origem nordestina ou do interior das
grandes capitais que carregam consigo o hábito de consumi-la
regularmente. Nas metrópoles, poucos conhecem o Feijão Guandu e muitos
não imaginam as vantagens que este maravilhoso vegetal pode oferecer em
relação a outros tipos de leguminosas.
A facilidade do plantio, produção de sementes e o crescimento rápido, permitem que esta planta seja utilizada em projetos que visam reduzir a desnutrição com resultados favoráveis em curto espaço de tempo. São muitas as possibilidades de projetos sociais visando à redução da desnutrição que podem ter como elemento principal o Feijão Guandu. Podemos citar, por exemplo, que nos conjuntos habitacionais construídos às margens de rodovias, sempre existe uma cerca tipo alambrado ou um muro alto de proteção. Pois bem, estes lugares são excelentes para o plantio do Feijão Guandu que pode, além de servir de proteção de cercas ou muros permitir ainda a produção deste reforço nutricional. Com orientação, os moradores podem se organizar a fim de criar um plano visando o plantio, colheita e distribuição da produção.
Também nos casos de plantio em hortas comunitárias, as sementes poderiam ser distribuídas através de organizações religiosas, ONGs ou órgãos governamentais. Outra possibilidade é o plantio em espaços público como escolas, postos de saúde ou creches.
Ainda abordando as possibilidades de plantio podemos considerar também
que em diversas cidades existem espaços abaixo de redes elétricas de
distribuição que por questões de segurança, não podem receber vegetais
de porte, sendo cultivadas apenas hortas comunitárias com plantio de
hortaliças em geral rasteiras. Este tipo de cultivo necessita de
cuidados diários, o que desencoraja o uso destes espaços em maior
intensidade então uma boa opção seria o plantio do Feijão Guandu, que é
rústico e não requer cuidados diários e constantes como nas hortas
convencionais, certificando então as vantagens de plantio do Feijão
Guandu.
Com relação à utilização dos grãos que podem ser preparados da mesma forma que o feijão comum, há uma infinidade de outros pratos que podem ser elaborados com o Guandu, a partir da colheita em diferentes momentos de maturação das vagens esta variedade de pratos aumenta ainda mais. Em alguns países do continente Africano, o Feijão Guandu é colhido ainda verde e processado e vendido como ervilhas em lata. Por aqui, pelo que parece não há interesse neste segmento. Uma busca rápida na internet pode resultar na localização de uma infinidade de receitas e pratos preparados com esta leguminosa como a que recomenda o Feijão Guandu, cozido em salmoura leve com pouco sal, permitindo que os grãos sejam usados na complementação de saladas ou decoração de pratos frios e quentes.
O feijão maduro e seco, depois de cozido permite também ser utilizado no
preparo de massas de salgadinhos ou ainda batido no liquidificador,
resulta num caldo nutritivo e saboroso.
Provavelmente o único inconveniente desta leguminosa é que a vagem não pode ser aproveitada como alimento, como no caso do feijão comum quando colhido ainda verde. Por ser fibrosa e resistente mesmo depois de cozidas a casca do Guandu deve ser descartada.
De um modo ou de outro, o Feijão Guandu é um vegetal que apesar de exótico tem muito a oferecer como alimento no Brasil, já que está muito bem adaptado ao nosso clima e solo e já que está introduzido entre nossos vegetais, por que não aproveitá-lo em sua totalidade.
São Paulo, janeiro de 2012.
Esta planta se desenvolve bem tanto em solos bons como também em solos degradados e além da produção do alimento propriamente dito, tem outras grandes vantagens como, por exemplo, sombrear o solo, mantendo a umidade por maior tempo, incorporar nitrogênio aumentando a fertilidade da terra, servir de alimento para a engorda de aves, servir como forrageira para alimentação de gado e ainda permitir que a água de chuva penetre com maior facilidade devido as suas raízes serem longas e profundas.
Ao contrário do que ocorre no nordeste, na região sudeste o Feijão
Guandu é pouco utilizado. Boa parte da população urbana desconhece a
planta e os benefícios que podem obter com sua utilização. Em geral ela é
cultivada apenas por moradores de origem nordestina ou do interior das
grandes capitais que carregam consigo o hábito de consumi-la
regularmente. Nas metrópoles, poucos conhecem o Feijão Guandu e muitos
não imaginam as vantagens que este maravilhoso vegetal pode oferecer em
relação a outros tipos de leguminosas.A facilidade do plantio, produção de sementes e o crescimento rápido, permitem que esta planta seja utilizada em projetos que visam reduzir a desnutrição com resultados favoráveis em curto espaço de tempo. São muitas as possibilidades de projetos sociais visando à redução da desnutrição que podem ter como elemento principal o Feijão Guandu. Podemos citar, por exemplo, que nos conjuntos habitacionais construídos às margens de rodovias, sempre existe uma cerca tipo alambrado ou um muro alto de proteção. Pois bem, estes lugares são excelentes para o plantio do Feijão Guandu que pode, além de servir de proteção de cercas ou muros permitir ainda a produção deste reforço nutricional. Com orientação, os moradores podem se organizar a fim de criar um plano visando o plantio, colheita e distribuição da produção.
Também nos casos de plantio em hortas comunitárias, as sementes poderiam ser distribuídas através de organizações religiosas, ONGs ou órgãos governamentais. Outra possibilidade é o plantio em espaços público como escolas, postos de saúde ou creches.
Ainda abordando as possibilidades de plantio podemos considerar também
que em diversas cidades existem espaços abaixo de redes elétricas de
distribuição que por questões de segurança, não podem receber vegetais
de porte, sendo cultivadas apenas hortas comunitárias com plantio de
hortaliças em geral rasteiras. Este tipo de cultivo necessita de
cuidados diários, o que desencoraja o uso destes espaços em maior
intensidade então uma boa opção seria o plantio do Feijão Guandu, que é
rústico e não requer cuidados diários e constantes como nas hortas
convencionais, certificando então as vantagens de plantio do Feijão
Guandu.Com relação à utilização dos grãos que podem ser preparados da mesma forma que o feijão comum, há uma infinidade de outros pratos que podem ser elaborados com o Guandu, a partir da colheita em diferentes momentos de maturação das vagens esta variedade de pratos aumenta ainda mais. Em alguns países do continente Africano, o Feijão Guandu é colhido ainda verde e processado e vendido como ervilhas em lata. Por aqui, pelo que parece não há interesse neste segmento. Uma busca rápida na internet pode resultar na localização de uma infinidade de receitas e pratos preparados com esta leguminosa como a que recomenda o Feijão Guandu, cozido em salmoura leve com pouco sal, permitindo que os grãos sejam usados na complementação de saladas ou decoração de pratos frios e quentes.
O feijão maduro e seco, depois de cozido permite também ser utilizado no
preparo de massas de salgadinhos ou ainda batido no liquidificador,
resulta num caldo nutritivo e saboroso.Provavelmente o único inconveniente desta leguminosa é que a vagem não pode ser aproveitada como alimento, como no caso do feijão comum quando colhido ainda verde. Por ser fibrosa e resistente mesmo depois de cozidas a casca do Guandu deve ser descartada.
De um modo ou de outro, o Feijão Guandu é um vegetal que apesar de exótico tem muito a oferecer como alimento no Brasil, já que está muito bem adaptado ao nosso clima e solo e já que está introduzido entre nossos vegetais, por que não aproveitá-lo em sua totalidade.
São Paulo, janeiro de 2012.
terça-feira, 17 de outubro de 2017
CONHECE A FIGUEIRA-DE-JARDIM - ( Fícus auriculata ) ??
Fonte: http://www.meucantinhoverde.com/2011/09/figueira-de-jardim-ficus-auriculata.html
NOME CIENTÍFICO: Fícus auriculata.
NOME POPULAR: Figueira-de-jardim , figo-ornamental, figueira-vermelha.
SINONÍMIA: Fícus roxburghii.
FAMÍLIA: Moraceae.
CICLO DE VIDA: Perene.
ORIGEM: Tailândia, Índia.
PORTE: Até 9 metros de altura.
FOLHAS: De coloração avermelhadas quando jovens e gradativamente, a medida que vão crescendo ficam verdes, como são te tamanho grande, dão um destaque todo especial, suas nervuras são bem definidas. Em regiões mais quentes suas folhas são perenes, nas regiões de clima um pouco mais frio, chegam a perder parte de suas folhas.
| FIGUEIRA-DE-JARDIM - ( Fícus auriculata ) - Detalhe das folhas |
Cllique para ampliar
| FIGUEIRA-DE-JARDIM - ( Fícus auriculata ) - Detalhe das folhas |
FLORES: Quase o ano inteiro.
FRUTOS: Tem a mesma aparência dos figos comuns conhecidos por todos, são de tamanhos maiores e mais duros. Na Ásia eles são consumidos ao natural, em geléias e sucos.
Cllique para ampliar
| FIGUEIRA-DE-JARDIM - ( Fícus auriculata ) - Detalhe dos Frutos |
| FIGUEIRA-DE-JARDIM - ( Fícus auriculata ) - Detalhe dos frutos |
Curiosidade: Os figos despontam inclusive no tronco, até na base próximos ao solo.
TRONCO: De formato bem compacto, relativamente pequeno e lenhoso.
| FIGUEIRA-DE-JARDIM - ( Fícus auriculata ) - Detalhe do tronco |
| FIGUEIRA-DE-JARDIM - ( Fícus auriculata ) - Detalhe do tronco |
LUMINOSIDADE: Sol pleno.
ÁGUA: Manter o solo ligeiramente úmido, sem encharcar, quando a planta for jovem, regue 2 vezes por semana, após adulta, regar somente em estiagens prolongadas ou 1 vez por semana.
CLIMA: Quente e úmido ou ameno.
PODA: Apenas de formação, retirando brotações laterais, de forma a conduzi-la como uma bela árvore.
CULTIVO: Bastante rústica, crescimento vigoroso, prefere solos ricos em matéria orgânica. Sugestão de mistura para vasos: 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal, 1 parte de composto orgânico e 1 parte de areia.
FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio, para uma cova de dimensões 40x40 misture bem na terra retirada cerca de 20 a 30 litros de esterco de gado bem curtido, ou se preferir aplique NPK, fórmula 10-10-10, de 8 a 10 colheres de sopa.
UTILIZAÇÃO: Fica maravilhosa cultivada de forma isolada num gramado, ou fazendo composição com outras plantas. Também pode ser cultivada em vasos enquanto jovem, colocados em ambientes que recebam luz solar.
PROPAGAÇÃO: Por alporquia, estaquia e sementes.
FOTOS DESTA POSTAGEM: Fotografei em Monte Sião - MG em 17/09/2011.
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
O caso de um lento crescimento de mudas na arborização urbana
PLANTIO EM Julho 2011
Outubro 2011
Janeiro 2014
Março 2015
Janeiro 2016
Agosto 2017
Outubro 2017
De 2011 a 2016 percebemos um crescimento muito lento destas mudas, mas de 2016 a 2017 houve algo diferente. O pouco mais crucial que fizemos foi:
Seguimos monitorando o desenvolvimento destas plantas até a sua primeira frutificação.!!
Outubro 2011
Janeiro 2014
Março 2015
Janeiro 2016
Agosto 2017
Outubro 2017
De 2011 a 2016 percebemos um crescimento muito lento destas mudas, mas de 2016 a 2017 houve algo diferente. O pouco mais crucial que fizemos foi:
- Colocação de proteção contra o anelamento dos caules, devido ao corte de grama.
- Adubação com NPK 10.10.10
- Adubação com composto da ecocitrus
Seguimos monitorando o desenvolvimento destas plantas até a sua primeira frutificação.!!
Orquídea Olho-de-Boneca (Dendrobium nobile)
Artigo escrito por Eng. Agr. Míriam Stumpf
Nomes Populares: orquídea olho-de-boneca
Família: Família Orchidaceae
Origem: Originária da China
Descrição
Planta herbácea de hábito epífita, forma grandes touceiras em geral
de 0,45 m de altura. Possui pseudobulbos sulcados, com nós e entrenós
bem marcados na cor verde.
As folhas são curtas, flexíveis e finas e estão inseridas nestes nós, ao
longo dos pseudobulbos de onde também surgem as flores. Estas são de
cores variadas, inclusive bicolores, de tamanho 6cm x 6,5 cm, sobre
haste floral de 2 cm.
A flor tem duração de aproximadamente 30 dias, conforme a região e a
temperatura, na época da primavera. O nome Dendrobium do grego significa
planta que vive nas árvores.
É um dos gêneros que mais tem espécies, cerde 1000 a 1400.
Como Plantar
O local de cultivo deve ser bem arejado com muita luz, portanto o
sobreamento do ripado deve ter pelo menos 30%. Em lugares de verões
fortes, evitar o sol da tarde que poderá queimar as folhas.
Para adubar a planta, durante o período de crescimento, usar adubo
granulado tipo NPK fórmula 10-10-10, dissolvido, regando o substrato. Um
dia antes não esquecer de regar bem, evitando a concentração de sais
que podem prejudicar a planta.
Como o Dendrobium floresce no fim da primavera até a entrada de
verão, na início da primavera adubar com fertilizante com mais fósforo,
tipo NPK 4-14-8. Existem muitas recomendações de adubos de formulação
mais pesada, mas acreditamos que na natureza isto não ocorra, e quem é
mais leigo no assunto deve evitar experimentações com suas plantas.
Menos significam doses mais homeopáticas como a planta tem nas matas.
Excesso de adubo em orquídeas acaba no chão, sendo percolado no
perfil do solo contaminando lençóis freáticos, com toda a implicação
danosa ao meio ambiente que sabemos.
Para fazer a propagação desta planta, separe a muda da planta-mãe,
faça a preparação do vaso colocando isopor e argila expandida no fundo e
por cima fibra de coco ou musgo seco e acomode a planta.
Prenda um tutor e fixe com atilho. Coloque arame para pendurar no ripado e regue bem. Veja as fotos do passo a passo.
Paisagismo
É um dos gêneros mais apreciados e pode ser cultivado em vasos pequenos ou ser fixado a troncos de árvores, cyccas e palmeiras.
Fotos utilizadas sob licença Creative Commons: orchidgalore (200K+ views, yippee!!), orchidgalore, orchidgalore
Veja também
Entende disso? Deixe aqui uma dica sobre esse assunto:
sábado, 14 de outubro de 2017
Uso do Guandu na alimentação de aves
A criação de aves para a produção de carne do tipo caipira, no sistema semi-intensivo,
é um dos segmentos da avicultura que tem se mostrado promissor.
A carne produzida apresenta sabor diferenciado, que agrada ao paladar de consumidores à procura de alimentos com maiores atributos de qualidade.
No entanto, o desafio nesse tipo de criação é tornar a produção mais eficiente, ao diminuir os custos com a alimentação, sem perder as características dos produtos.
O aumento na demanda por fontes de proteína e o seu alto custo tem estimulado pesquisas que buscam novas alternativas para substituir as tradicionais fontes proteicas, principalmente a do farelo de soja.
O feijão guandu [Cajanus cajan (L.) Millsp.] é uma dessas alternativas, pois apresenta
boas quantidades de proteína bruta, que variam entre 22 e 27%. 2011). Além disso, é uma leguminosa resistente à seca, fator importante para sua cultura em regiões semiáridas.
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
Como transplantar sua orquídea?
Uma planta conhecida por sua bela flor, que pode ser de variadas cores, é a orquídea. Esta é uma planta que pode ser encontrada em quase todos os lugares do mundo – a única exceção é a Antártida. Por ser uma planta que se dá muito bem com o clima tropical, é uma ótima ideia cultivá-la nas terras brasileiras.
Uma orquídea bem tratada é uma planta que dá vida e cor para a casa. Mas, para chegar a este efeito, é necessário tomar alguns cuidados. Sobretudo com o replantio. Isso deve ser feito em algumas situações: quando o substrato está velho, quando a planta já não cabe no vaso ou quando a orquídea apresenta alguma doença.
Como transplantar a orquídea
1. Escolha bem o vaso
Antes de tudo é preciso garantir que a planta se desenvolverá como o esperado no novo ambiente. Para isso, a dica é escolher o vaso certo. Para as orquídeas, o ideal é optar por um recipiente de material poroso, que drena bem a água.
Hoje temos algumas opções no mercado, para todos os gostos, como vasos auto irrigáveis e estacas de fibra de coco. É só usar a imaginação!
2. Prepare a orquídea
Antes de fazer o replantio, deixe sua planta de molho. O ideal é que a orquídea fique assim por algumas horas. Isso importante para que as raízes presas no antigo vaso se soltem com maior facilidade na hora de fazer a troca de recipiente.
3. Prepare o novo vaso
Enquanto a orquídea está de molho, aproveite para preparar o novo vaso. Faça uma camada com pedras pequenas no fundo. Isso vai ajudar a drenar a água. Depois, coloque terra especial para orquídeas no vaso. Para garantir uma planta vistosa e saudável, coloque também musgo lavado ou chips de fibra de coco no vaso. Molhe o solo do novo recipiente antes de fazer o replantio.
4. Remova a planta
Agora, é hora de trocar a orquídea de vaso. Segure a base da orquídea com as mãos e vire o vaso. A planta deve sair do vaso com facilidade. Caso alguma raiz fique presa, retire-a delicadamente com os dedos. Depois, é hora de preparar a planta para o replantio. Sacuda as raízes, para retirar todo o substrato velho. Você também pode enxaguar a planta em água corrente.
5. Retire as folhas danificadas
Também é importante retirar todas as folhas e caules que estejam danificados ou podres. Uma dica é passar um pouco de pó de canela, que é um cicatrizante natural, nos locais de corte.
6. Coloque a orquídea no novo vaso
Agora, é o momento de transplantar a orquídea. Para isso, encoste a parte posterior da planta no vaso, para firmar seu desenvolvimento. Como saber que parte é essa? É o oposto do lado em que nascem os novos brotos.
7. Espere que a planta se adapte ao novo ambiente
A orquídea demora cerca de sete dias para se adaptar ao novo ambiente. Nesse tempo, deixe a planta na sombra e use um borrifador para regá-la. Passado este tempo, a planta pode ser levada ao sol e molhada normalmente.
Dica de Fertilização:
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