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terça-feira, 24 de setembro de 2019
terça-feira, 17 de outubro de 2017
CONHECE A FIGUEIRA-DE-JARDIM - ( Fícus auriculata ) ??
Fonte: http://www.meucantinhoverde.com/2011/09/figueira-de-jardim-ficus-auriculata.html
NOME CIENTÍFICO: Fícus auriculata.
NOME POPULAR: Figueira-de-jardim , figo-ornamental, figueira-vermelha.
SINONÍMIA: Fícus roxburghii.
FAMÍLIA: Moraceae.
CICLO DE VIDA: Perene.
ORIGEM: Tailândia, Índia.
PORTE: Até 9 metros de altura.
FOLHAS: De coloração avermelhadas quando jovens e gradativamente, a medida que vão crescendo ficam verdes, como são te tamanho grande, dão um destaque todo especial, suas nervuras são bem definidas. Em regiões mais quentes suas folhas são perenes, nas regiões de clima um pouco mais frio, chegam a perder parte de suas folhas.
| FIGUEIRA-DE-JARDIM - ( Fícus auriculata ) - Detalhe das folhas |
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| FIGUEIRA-DE-JARDIM - ( Fícus auriculata ) - Detalhe das folhas |
FLORES: Quase o ano inteiro.
FRUTOS: Tem a mesma aparência dos figos comuns conhecidos por todos, são de tamanhos maiores e mais duros. Na Ásia eles são consumidos ao natural, em geléias e sucos.
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| FIGUEIRA-DE-JARDIM - ( Fícus auriculata ) - Detalhe dos Frutos |
| FIGUEIRA-DE-JARDIM - ( Fícus auriculata ) - Detalhe dos frutos |
Curiosidade: Os figos despontam inclusive no tronco, até na base próximos ao solo.
TRONCO: De formato bem compacto, relativamente pequeno e lenhoso.
| FIGUEIRA-DE-JARDIM - ( Fícus auriculata ) - Detalhe do tronco |
| FIGUEIRA-DE-JARDIM - ( Fícus auriculata ) - Detalhe do tronco |
LUMINOSIDADE: Sol pleno.
ÁGUA: Manter o solo ligeiramente úmido, sem encharcar, quando a planta for jovem, regue 2 vezes por semana, após adulta, regar somente em estiagens prolongadas ou 1 vez por semana.
CLIMA: Quente e úmido ou ameno.
PODA: Apenas de formação, retirando brotações laterais, de forma a conduzi-la como uma bela árvore.
CULTIVO: Bastante rústica, crescimento vigoroso, prefere solos ricos em matéria orgânica. Sugestão de mistura para vasos: 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal, 1 parte de composto orgânico e 1 parte de areia.
FERTILIZAÇÃO: Por ocasião do plantio, para uma cova de dimensões 40x40 misture bem na terra retirada cerca de 20 a 30 litros de esterco de gado bem curtido, ou se preferir aplique NPK, fórmula 10-10-10, de 8 a 10 colheres de sopa.
UTILIZAÇÃO: Fica maravilhosa cultivada de forma isolada num gramado, ou fazendo composição com outras plantas. Também pode ser cultivada em vasos enquanto jovem, colocados em ambientes que recebam luz solar.
PROPAGAÇÃO: Por alporquia, estaquia e sementes.
FOTOS DESTA POSTAGEM: Fotografei em Monte Sião - MG em 17/09/2011.
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Cuidado com árvores que entopem canos como a figueira-de-vaso (o Ficus benjamina!)
Extraído do blog Jardim de Helena em www.gaucha.com.br/ jardimdehelena
Autoria: Eng. Agr. Helena Schanzer
Existem diversas árvores da espécie Ficus que são nativas do Rio Grande do Sul e são imunes ao corte pela legislação, ou seja, não podem ser cortadas. Em situações especiais podem ser transplantadas mediante autorização da prefeitura. As figueiras nativas do sul* são das espécies: Ficus enormis, Ficus guaranítica, Ficus insipida, Ficus** luschnatiana, F. Monckii** e Ficus organensis**, todas árvores de grande porte que devem ser plantadas na terra em espaços abertos amplos e ensolarados. Farei um post mais adiante sobre esta árvore magnífica.
Neste post falarei sobre uma espécie de figueira exótica, o Ficus benjamina*** que se adaptou muito bem no Brasil. O Ficus benjamina é uma árvore perene de 10-15 metros de altura, nativa da India, China, Filipinas, Tailandia, Austrália e Nova Guiné. Cuidado ao usar esta árvore! Ela é muito usada como planta ornamental dentro e fora de casa. É usada em vasos e tolera ambientes ventosos, frio, inverno rigoroso, verão quente e seco, ou seja, é super resistente e o seu grande problema é o sistema radicular super agressivo. As raízes desta árvore entopem canos, arrebentam os vasos (mesmo os de cimento), rompem calçadas e as raízes vão causando o maior estrago por onde se alastram. Também é provida de raízes aéreas. Esta espécie de Ficus benjamina, exótica, quando pequena até se pode cultivar em vasos, mas conforme crescem vão ficando enormes e não se deve replantar em qualquer lugar em função das raízes poderosas e do tamanho adulto da árvore. Se for plantar no solo, plante em locais grandes, sem calçadas, sem redes elétricas aéreas, nem tubulações de qualquer espécie. No final do post mostro para vocês os estragos que uma árvore destas causou numa floreira de um apartamento, entupindo toda tubulação. É impressionante!
Foto: Common wikimedia – Ficus benjamina em vaso.
O Ficus benjaminha da foto abaixo foi plantado na floreira da sacada de um apartamento. Olha as raízes que ocuparam a parte interna da tubulação, obstruindo o cano do pluvial e causando o alagamento da sacada. Foi preciso quebrar o cano para remover do seu interior as raízes do Ficus benjamina. Olha o formato das raízes: ficaram como o cano onde estavam alojadas.
Foto: Helena Schanzer – raízes do Ficus benjamina no formato da tubulação de água que o Ficus invadiu.
Foto: Helena Schanzer – raízes do Ficus benjamina como ficaram depois de retiradas de dentro do cano
Foto: Helena Schanzer – cano que teve que ser quebrado para retirar as raízes da árvore Ficus benajmina que estava obstruindo
Foto: Helena Schanzer – raízes da árvore Ficus benjamina no formato da tubulação de água que o Ficus invadiu.
*Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil/Harry Lorenzi. Nova Odessa, SP. Editora Plantarum, 1992. Brasil.
*Árvores do sul:guia de identificação & interesse ecológico. Paulo Backes & Bruno Irgang. Clube da árvore. Instituto Souza Cruz. 2002.
***Árvores exóticas no Brasil, Harry Lorenzi et alli. Nova Odessa, SP. Instituto Plantarum, 2003. Brasil.
Postado por helenaschanzer, às 0:00
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Figueira-de-jardim – Ficus auriculata
Caminhando pelas ruas de porto alegre, durante o horário de almoço, encontrei estes frutos. Pesquisando com os amigos, descobri que trata-se da figueira-de-jardim.
Originária de florestas subtropicais úmidas do sudeste da Ásia, a
figueira-de-jardim é uma árvore muito decorativa, de folhagem perene a
semi-decídua. De copa densa, arredondada e larga, ela apresenta tronco
curto e porte pequeno, sendo que dificilmente ultrapassa 8 metros de
altura. Apresenta folhas alternas, grandes, de formato ovalado a
orbicular e textura fina, com pecíolos longos e nervuras bem marcadas.
Suas folhas são vermelhas quando jovens e gradualmente tornam-se verdes.
Os frutos pedunculados são como os figos comuns, que surgem de inflorescências do tipo sincônio, só que nesta espécie são maiores e mais duros. Eles despontam o ano todo nos principais ramos e no tronco, desde a base. A polpa interna dos frutos é gelatinosa e comestível, muito apreciada pelos povos da Ásia. Pode ser consumida crua ou cozida, em diversos pratos doces e salgados. Em alguns países ela é também cultivada como forrageira, para aproveitamento das folhas e frutos pelos animais de criação.
De crescimento vigoroso, esta figueira é muito exuberante e
ornamental, seja pela folhagem larga e tropical, seja pelos frutos
curiosos. Ela ganha destaque especial quando planta isolada em gramados
bem cuidados. Envasada, a figueira-de-jardim jovem também pode ser
utilizada na decoração de interiores, em ambientes amplos e muito bem
iluminados, que recebem a luz difusa ou direta do sol.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solos férteis, profundos e enriquecidos com matéria orgânica. Aprecia regas regulares. Adapta-se a uma ampla faixa climática, tornando-se caducifolia em climas temperados e de folhagem perene em climas tropicais. É bastante rústica, exigindo pouca manutenção, apenas podas de formação, caso sejam necessárias, e recolhimento dos frutos caídos. Multiplica-se por sementes, estaquia e alporquia.
Os frutos pedunculados são como os figos comuns, que surgem de inflorescências do tipo sincônio, só que nesta espécie são maiores e mais duros. Eles despontam o ano todo nos principais ramos e no tronco, desde a base. A polpa interna dos frutos é gelatinosa e comestível, muito apreciada pelos povos da Ásia. Pode ser consumida crua ou cozida, em diversos pratos doces e salgados. Em alguns países ela é também cultivada como forrageira, para aproveitamento das folhas e frutos pelos animais de criação.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solos férteis, profundos e enriquecidos com matéria orgânica. Aprecia regas regulares. Adapta-se a uma ampla faixa climática, tornando-se caducifolia em climas temperados e de folhagem perene em climas tropicais. É bastante rústica, exigindo pouca manutenção, apenas podas de formação, caso sejam necessárias, e recolhimento dos frutos caídos. Multiplica-se por sementes, estaquia e alporquia.
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