Como fazer sua horta caseira de maneira simples e prática
· Fazer pequenos furos no fundo do vaso para facilitar a drenagem do excesso de água;
· Cobrir o fundo do vaso com uma camada de 5 cm de brita ou burgau de construção;
· Colocar a terra;
· Incorporar
o material orgânico (restos vegetais como: capim triturado, restos de
folhas secas, restos de culturas: milho, feijão, amendoim, etc);
· Nivelar a terra;
· Cobrir com capim seco;
· Molhar diariamente para manter a umidade durante 15 dias;
Terra pronta para ser semeada;Obs: prefira vasos grandes e com profundidade de pelo menos 40 cm, pois permite plantar uma maior diversidade de culturas.
3. Construção da Horta
Figura 1. Solução para pequenos espaços
3. Como plantar e transplantar
Algumas
hortaliças são plantadas diretamente nos canteiros, entretanto, existem
outras cujas sementes devem ser plantadas em sementeiras (viveiros),
para depois serem transplantadas para o canteiro definitivo. O plantio
em viveiros oferece maior proteção e melhores condições para a
germinação da semente, bem como o desenvolvimento das mudas.
a. Plantio direto
· Após
o período de preparo da terra, retire o capim seco e revolva a terra
novamente; Consulte a tabela com as indicações do compasso (espaço entre
as plantas);
· Abra linhas de plantio e semeie a cultura desejada, respeitando-se o compasso;
· Cubra com uma fina camada de capim seco, principalmente nos intervalos entre as linhas;
· Se
após a germinação, as mudas estiverem muito juntas, arranque algumas,
tomando-se o cuidado para não danificar as raízes da planta que irá
permanecer.
b. Produzindo mudas
· O
viveiro de mudas pode ser feito em um pequeno canteiro, em bandejas de
esferovite, caixote de madeira e copos descartáveis ou de jornal;
· Consulte a tabela no final desta cartilha para verificar quais culturas necessitam fazer mudas;
· A terra pode ser preparada da mesma forma indicada para o plantio direto;
· Abra
pequenas linhas de plantio e semeie as sementes em uma profundidade de 3
vezes o seu tamanho. Coloque 2 a 3 sementes em cada espaço da bandeja
e/ou copo para garantir a germinação;
· No
caso de canteiros ou caixotes, colocar 2 a 3 sementes e deixar espaço
de 3 dedos entre as plantas e 4 dedos entre as linhas de plantio,
fechando as linhas em seguida;
· Cubra com uma fina camada de capim seco;
Quando as mudas estiverem com 3 a 4 folhas definitivas, pode ser transplantado para o local definitivo.
Figura 2. Produção de mudas (Copinhos de jornal, bandejas de esferovite, caixote de madeira e tubos de PVC)
a. Transplantio
Figura 3. Fases do transplantio
3. Escolha o que plantar
· Para
a escolha da cultura, temos que levar em consideração a sua melhor
época de plantio, pois cada cultura se adapta a determinada condição
(frio, calor, solos arenosos, argilosos, etc).
· Verifique as condições locais e com auxilio do técnico, escolha a cultura que deverá ser plantada.
4. Manutenção das hortas
· Procure manter o vaso levemente húmido, sem nunca encharcar, já que isso poderia matar a planta e causar doenças.
· Procure
regar nos horários mais frescos do dia. A água é menos evaporada nesses
períodos, sendo aproveitada melhor pelas plantas, e estocando melhor a
água na terra.
· Não
jogue jatos fortes de água na terra nem na planta. Regule a força da
água utilizando o dedo, pulverizando-a sobre as plantas e solo. Quando
um jato de água é jogado diretamente na terra, a terra se endurece na
superfície ao secar, impedindo a penetração de água no solo. O jato
forte nas plantas causa quebra de folhas, e danifica as plantas.
· Faça
adubação em cobertura, ou seja, coloque novamente materiais orgânicos
ou bokashi ao redor da planta para auxiliar o seu desenvolvimento. Nunca
aplique bokashi sobre as folhas, pois pode queimá-las;
· Procure sempre colocar bons sentimentos em todas as etapas do desenvolvimento da planta;
· Ao
presenciar um início de ataque de insetos, procure agradecer e consulte
um técnico para saber a melhor medida a ser tomada para impedir a
proliferação do mesmo;
· Plantio de cenoura:
quando as plantas estiverem com cerca de 5 cm de altura, faz-se o
desbastamento (operação agrícola que consiste em arrancar, após a
semeadura, as plantas em excesso, deixando as distâncias convenientes as
que devem permanecer);
· Tomate/Feijão verde:
deve-se fazer o tutoramento (uso de varas para amparar e dar
sustentação a arbustos, trepadeiras ou árvores flexíveis). No caso
especial do tomate, fazer quando realmente for necessário;
· Observe atentamente todas as necessidades da sua planta.
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Blog dedicado a AGROECOLOGIA, ARBORIZAÇÃO URBANA, ORGÂNICOS . Compostagem doméstica.+ Venda de minhocas vermelhas da califórnia Avaliação de Risco DE ÁRVORES. Laudos Técnicos, Licenciamento Ambiental, ART, Alexandre Panerai Eng. Agrônomo UFRGS - RS - Brasil - agropanerai@gmail.com WHAST 51 3407-4813
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
Passo a passo - Horta Caseira Natural
Plantei uma muda de Sete capotes no sítio. Conheces?
![]() |
| http://www.huertasurbanas.com |
Continuando a diversificação de espécies no sítio 5 irmãos em montenegro RS, plantei uma muda de "sete capotes" que ganhei do amigo Radalesque. Adubei a cova da muda com esterco de gado, vamos verificar seu crescimento.
alexandre
CAMPOMANESIA GUAZUMIFOLIA
FAMÍLIA DAS MYRTACEAS
NOME INDIGENA: AGUARICARÁ vem do guarani e significa “Fruto da arvore de tronco coberto de varias camadas de cascas e escavado” característica bem notória nos outros nomes populares mais comuns como Sete capotes ou Sete casacas.
Origem: Ocorre em agrupamentos em diversas formações florestais do Mato Grosso do Sul, Minas Gerais até o Rio grande do Sol, Brasil. Mais informações no link: http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2012/index?mode=sv&group=Root_.Angiospermas_&family=Root_.Angiospermas_.Myrtaceae_&genus=Campomanesia&species=&author=&common=&occurs=1®ion=&state=&phyto=&endemic=&origin=&vegetation=&last_level=subspecies&listopt=1
Características: Arvore de 4 a 10 metros e tem copa arredondada quando em pleno sol e piramidal quando no interior da floresta. O tronco é tortuoso com pequenas cavas ou sucos e mede 20 a 30 cm de diâmetro, com casca muito suberosa ou grossa, formada de diversas camadas. As folhas são simples, opostas e verdes foscas, oblongas (mais longa que larga) com textura rugosa e coriacea (rija como o couro) medindo 6,5 a 12 cm de comprimento por 3 a 5 cm de largura, com base é arredondada e o ápice é ovalado (com forma de ovo). As nervuras são bem distintas, pubescentes (coberta de pelos curtos) e salientes na face superior. As flores são hermafroditas, axilares (nascem na conjunção da folha com o ramo). O botão por abrir mede 1 cm de diâmetro e a flor depois de aberta mede 3 a 4 cm de diâmetro. O cálice (invólucro externo) é denteado e mede 9 mm de comprimento e a corola (invólucro interno) contém 5 a 7 pétalas brancas de 1,6 a 1,8 cm de comprimento, com margem crenada (dentes arredondados).
Dicas para cultivo: Arvore de crescimento rápido e muito resiste a geadas de -3 graus vegeta bem em qualquer altitude. O solo pode ser profundo, com constituição arenosa ou argilosa (solo vermelho) com pH neutro e rico em matéria orgânica. A arvore inicia a frutificação a partir do 3 ano após o plantio. Também é muito resistente a seca.
Mudas: As sementes são de cor creme conservam o poder germinativo por mais de 1 anos após terem sido limpas e secas. Germinam em 40 a 60 dias se forem plantadas em substrato rico em matéria orgânica. As mudas atingem 30 cm com 6 meses de cultivo.
Plantando: Pode ser plantada a pleno sol como em bosques com arvores grandes bem espaçadas. Abra covas num espaçamento de 5 x 5 m; com dimensões de 40 cm de largura, altura e profundidade, misturando a terra da superfície com 500 g de calcário, 1 kg de cinzas e 8 kg de matéria orgânica bem curtida, deixando curtir por 2 meses. A melhor época de plantio é de setembro a outubro. Depois de plantada, irrigar a cada quinze dias nos primeiros 3 meses, depois somente se faltar chuva por mais de 1 mês.
Cultivando: Fazer apenas podas de formação da copa e eliminar os galhos que nascerem na base do tronco ou estiverem atrapalhando a formação da copa. Adubar com composto orgânico, pode ser 6 kg de matéria orgânica bem curtida + 30 g de N-P-K 10-10-10 dobrando essa quantia a cada ano até o 4ª ano.
Usos: Frutifica de fevereiro a abril. Os frutos são consumidos in-natura, ou para fabricação de geléias ou sorvetes. As arvores não devem faltar em reflorestamentos de preservação permanente por terem rusticidade e crescimento rápido.
Fonte: http://www.colecionandofrutas.org/campomanesiaguazumi.htm
terça-feira, 20 de setembro de 2016
As árvores mais indicadas para plantar na cidade de São Paulo no Dia da Árvore
Extraído do blog árvores de são pauloby Ricardo Cardim |
A metrópole nasceu em berço de Mata Atlântica, Cerrado e araucárias. Cresceu, e hoje substituiu sua biodiversidade por plantas estrangeiras. Plantar as nossas árvores nativas é resgatar o equilíbrio ecológico, diminuir manutenção, trazer mais água, ter plantas que se desenvolvem melhor, atrair mais fauna e ensinar as pessoas sobre o nosso maior patrimônio: a natureza.
Assim, nesse Dia da Árvore, o blog traz uma seleção de espécies que acreditamos fundamentais em projetos de arborização e paisagismo em São Paulo. Todas são nativas do território.
- PARA CALÇADAS ESTREITAS:
Pitangueira (Eugenia uniflora) - árvore frutífera de até 4 metros, tem Madeira resistente, e vira um buquê branco em setembro, ficando depois carregada de pequenos frutos que fazem a festa da passarada e pessoas.
Palmito jussara (Euterpe edulis) (lugares de meia-sombra) planta-mãe da Mata Atlântica, alimenta inúmeros bichos do bioma, está em extinção e é muito elegante.
Ipê amarelo (Handroanthus ochraceae) - cresce até uns 4 metros nas condições urbanas de São Paulo e fica totalmente florido em agosto. Madeira dura e resistente.
PARA CALÇADAS MÉDIAS:
Cambuci (Campomanesia phaea) - árvore símbolo da cidade e que hoje está quase extinta por aqui. Já foi comum a ponto de nomear bairro e rio. Dá frutos muito saborosos, tem Madeira resistente e forma elegante. Na cidade altura média de 4 metros e tronco de 25 cm de diâmetro.
Inga (Inga sp.)- árvore frutífera que recobria às margens dos rios paulistanos, cresce rápido e é muito ornamental.

Tarumã do cerrado (Vitex polygama) - árvore escultural, produz frutos comestíveis semelhantes a uma azeitona preta. Muito rara hoje.
PARA CALÇADAS LARGAS:
Copaíba (Copaifera langsdorffii) árvore belíssima, de copa ampla e arejada, Madeira resistente, com folhas médias e frutos pequenos apreciados pelos pássaros, pode viver mais de dois séculos.
Canelinha (Nectandra megapotamica)- copa redonda e cheia, folhas médias e frutos pequenos queridos pela fauna, foi a Madeira usada nas casas bandeiristas.
Jacarandá-paulista (Machaerium villosum) - árvore de crescimento rápido e copa ampla, com raízes profundas, muito bonita.
Praças e Parques
Araucária (Araucaria angustifolia) - espécie extinta na forma nativa na cidade, é escultural e emblemática. Cresce rápido e a sol pleno.
Figueira-brava (Ficus organensis, Ficus insipida, Ficus enormis, Ficus gomelleira, Ficus guaranitica, entre outras espécies nativas com esse nome popular) - são as árvores-monumento da flora paulistana. Duram séculos, planta-las é deixar um legado para as próximas gerações. Tem muitas espécies nativas, sendo a mais indicada a Ficus organensis. Muitas crescem em frestas de muros, onde podem ser removidas com cuidado e plantadas em recipientes de mudas para depois ir para a cidade.
Jequitibá-branco (Cariniana estrellensis) - árvore-rei da floresta paulistana, dura séculos e forma uma enorme e bela copa. Muito rara atualmente.
DICAS DE PLANTIO-
Consulte o manual de arborização da prefeitura de São Paulo:
Atente para o espaço e interferências próximas, abra um berço quadrado de no mínimo 50x50x50 cm, encha o fundo de água antes de por a muda com terra bem adubada, deixe o nível da muda alguns dedos abaixo da calçada e sem mureta para receber a água da chuva e nutrientes, espalhe matéria orgânica seca em volta para evitar ressecamento e coloque um tutor amarrado suavemente com cordinha degradável. A muda deve ter um tamanho mínimo de 1,5 metros para melhor sobreviver.
Para adquirir mudas, algumas sugestões:
- Fábrica de Árvores - http://www.fabricadearvores.
com.br/ - Viveiro Legado das Águas Votorantim - http://www.legadodasaguas.
com.br/ - Tropical Plantas - http://www.
tropicalpaisagismo.com.br/ - Ceagesp - http://www.ceagesp.gov.br/
entrepostos/feiras-de-flores/ - Bioflora - http://www.viveirobioflora.
com.br/mudas - Sítio Raio de Sol - http://www.sitioraiodesol.
com.br/ - Trees.com
- http://www.casadaarvore.com/
Bom plantio!
Ricardo Cardim
Você sabe realizar a poda adequada de uma árvore?download gratuito de Manual de poda de árvores
Prefeitura de SP disponibiliza download gratuito de Manual de poda de árvores
Você sabe realizar a poda adequada de uma árvore?
Em uma cidade, em que a urbanização crescente está sempre em queda de braço com a arborização, o plantio e a poda de árvores no perímetro urbano merecem atenção especial. Nesse sentido, a Secretaria do Verde e Meio Ambiente do estado de São Paulo lançou este Manual Técnico de Poda, cujo objetivo é adequar e padronizar os procedimentos de poda em logradouros públicos.
O ponto mais relevante abordado nesta edição é a importância de podar a árvore enquanto esta ainda pode ser considerada jovem, pois o corte é uma injúria a um organismo vivo, e quanto menor for essa ação mais rapidamente a árvore irá responder, formando um indivíduo saudável que contribuirá para a consolidação de uma floresta urbana adequada.
No manual, você pode conferir diversas técnicas (com ilustrações) para realizar com segurança a poda de árvores, principalmente em perímetros urbanos. Desde o corte de troncos e copas de árvores, até mesmo a poda de raízes.
Um material muito interessante que vale a pena ter em sua biblioteca virtual.
Clique na imagem abaixo para realizar o download do arquivo.
Fonte – Prefeitura de São Paulo
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Redução de impactos ambientais de resíduos orgânicos com o uso da minhocultura e da vermicompostagem
A
minhocultura e a vermicompostagem têm grande potencial na reciclagem de
resíduos orgânicos com o objetivo de reduzir o impacto ambiental do lixo
orgânico de feiras e residências, de aproveitar esses resíduos para
adubação orgânica e utilizar o adubo em praças públicas, hortas
escolares e propriedades familiares. Para falar sobre a redução de impactos ambientais dos resíduos orgânicos com o uso da minhocultura e da vermicompostagem, o Prosa Rural desta semana convidou o pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju/SE), Joézio dos Anjos.
“A
minhocultura é a técnica de criação de minhocas visando a produção de
adubos de qualidade a partir de resíduos orgânicos, seja de origem
animal, como estercos, ou de origem vegetal, como, por exemplo, resíduos
de cozinha, como cascas de frutas e verduras”, destaca o pesquisador
durante sua participação no Prosa Rural.
Ele explica que a
reciclagem, utilizando-se as técnicas da minhocultura e da
vermicompostagem, traz vários benefícios, dentre eles, a produção de
adubos orgânicos de baixo custo, a obtenção de proteína de alta
qualidade (proteína das minhocas) destinada à ração de pequenos animais
na propriedade familiar, a diminuição da poluição do solo e da água pelo
aproveitamento dos resíduos orgânicos provenientes de feiras e dos
resíduos domésticos, além de representar uma oportunidade de valorização
da pequena propriedade familiar.
Durante o programa, Joézio dos
Anjos fala também sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos, um
conjunto importante de leis com preocupação ambiental que tem como um de
seus objetivos resolver o grande problema dos lixões existentes em todo
o Brasil. “Essa política considera o lixão um crime federal e destaca a
necessidade da transformação dos resíduos antes de sua destinação
final”, explica o pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros.
Segundo
ele, o trabalho de reciclagem pode ser feito pelas prefeituras, que têm
áreas e máquinas necessárias, além de mão-de-obra, para montagem de
pequenas áreas de reciclagem, em pontos estratégicos do município.
Saiba
mais sobre este assunto ouvindo o Prosa Rural desta semana, o programa
de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa),
vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O
programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e
Combate à Fome.
| 2012/07/23 | |||||
| Sayonara Marinho
Email: sayonara@cpatc.embrapa.br Telefone: (79) 4009-1395 |
|||||
| Embrapa Tabuleiros Costeiros | |||||
|
Grátis Manual de agricultura urbana, ensina o passo a passo.
Criado pelo Projeto Colhendo Sustentabilidade, a cartilha “Práticas comunitárias de segurança alimentar e agricultura urbana” traz diversas dicas para quem deseja iniciar uma horta, seja ela comunitária ou dentro de sua própria casa.
O material, disponível gratuitamente on-line, começa falando sobre a importância da agricultura urbana para a produção de alimentos de qualidade e livres de agrotóxicos. Para que isso seja possível, no entanto, o projeto deixa claro que a participação das comunidades é essencial.
O primeiro tópico abordado na cartilha é a compostagem. O manual fala dos benefícios desta prática para reduzir a quantidade de resíduos descartados inadequadamente e também de como os materiais orgânicos podem ser transformados em ótimos aliados no plantio. Assim, o leitor tem todos os detalhes de como fazer uma composteira caseira para produzir o seu próprio adubo ecológico.
A segunda leva de dicas inclui a criação de um canteiro tradicionais para o início do plantio, bem como sugestões de um canteiro suspenso e uma horta vertical. Com o local preparado, o passo seguinte é plantar e com isso vem a preocupação com o controle de práticas. A cartilha mostra diversas opções naturais para substituir os venenos e agrotóxicos usados em plantações.
Para quem quer dar um passo adianta e plantar em um espaço maior, o manual também disponibiliza as informações necessárias para a criação de uma agrofloresta, com os detalhes de quais espécies são ideais, como elas devem ser dispostas e quais resultados este sistema oferece.
Por fim, o documento também disponibiliza receitas saudáveis e um guia prático sobre as plantas medicinais.
sábado, 17 de setembro de 2016
Como criar uma horta orgânica no quintal de casa
Veja como é possível plantar frutos e verduras em casa
Já sabemos que a sustentabilidade está ligada a diversos fatores do nosso dia a dia: hábitos de consumo, mobilidade, estrutura física do prédio… A alimentação saudável também entra na lista de uma vida mais sustentável. Por esse motivo, muitos estudiosos pregam que plantar os próprios alimentos é parte integrante desse processo, pois oferece uma comida mais fresca, limpa e livre de agrotóxicos. Mas a melhor parte mesmo é não precisar ir até o mercado para comprar, certo? Então hoje a gente mostra como um jovem americano resolveu aderir a esta prática substituindo o jardim que havia no quintal da sua casa por uma horta orgânica.
Confira a evolução da horta através das imagens abaixo:
Antes da horta, o jardim da casa era todo gramado. Colocando molduras de madeira, o proprietário montou pequenos espaços para as plantações e os encheu de adubo.
Com o crescimento acelerado das sementes, que logo começaram a brotar, foi preciso adaptar um pouco o espaço: o chão foi preenchido com pedaços de madeira, no qual foram semeadas folhas secas.
A irrigação é toda feita por um processo criado por ele. Na frente da horta, há também pedaços de concreto com sementes plantadas.
Pouco mais de um mês se passou e os vegetais começaram a parecer… A rúcula foi a primeira folha a brotar. Em seguida, o espinafre, beterrabas, cenouras e diversos outros vegetais: cebolinha, ervilhas, pimentões, pepinos…
E a plantação foi crescendo de forma incrível, o que o levou a doar aos vizinhos o excesso que não poderia consumir. Criou então uma caixinha especial na horta orgânica, com o título “Vegetais de graça” para que as pessoas da vizinhança pudessem colher dali mesmo.
E não demorou muito para as flores começarem a brotar também, compondo o espaço e o deixando ainda mais verde e bonito.
Viram que bacana o exemplo do americano? Hoje ele tem toda essa variedade de alimentos na porta de casa, fresquinhos e na quantidade em que desejar. Tudo isso de forma gratuita e que beneficia a natureza, uma vez que evita o consumo em excesso, a saída de carro para o supermercado, o uso de sacolas plásticas etc.
Quem aí tem um quintal em casa ou no prédio? Uma horta coletiva para condomínios é uma bela pedida! 
*Fonte e imagens: imgur.com
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